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:: ‘exemplo’

MÃE RASPA A CABEÇA PARA APOIAR A FILHA COM LEUCEMIA

Marleide Rosa com a filha Sophia: lição de amor

Karina Lins

Há dois anos a rotina da dona de casa, Marleide Rosa Filha, é de idas e vindas entre as cidades de Una e Itabuna por conta do tratamento da filha, Maylla Sophia Rosa dos Santos. A pequena, de apenas 5 anos, foi diagnosticada com leucemia linfoide aguda (LLA), após a mãe perceber manchas roxas pelo seu corpo e sangramento no nariz.

Desde então, mãe e filha ficam na Casa de Apoio do GACC em Itabuna, de segunda a sexta, por conta das sessões de quimioterapia que são realizadas no Hospital Manoel Novaes, e vão para casa aos finais de semana. “Se não fosse a equipe médica e a casa de apoio, não sei o que seria da gente”, comenta Marleide.

Por conta da quimioterapia, o cabelo de Maylla voltou a cair e a menina fez um pedido especial à mãe: “Se o meu cabelo cair de novo você tira o seu também?”

Marleide atendeu ao pedido da filha e raspou a cabeça. “Na hora nem pensei na minha vaidade, só pensei em fazer a vontade dela. Só vou deixar o meu cabelo crescer quando o dela começar a crescer e eu ver que não vai mais cair”, diz.

Maylla não faz questão de colocar enfeites na cabeça, nem as perucas que ganhou. “Ela diz confiante que o cabelo dela vai crescer novamente e que o bem vai vencer o mal”, destaca.

A mãe relata que a menina é tranquila, positiva, alegre, brincalhona, inteligente, facilita o tratamento, toma os remédios e não reclama de nada. “Às vezes fico desanimada e ela me fortalece. Ela chega para mim, dá um sorriso e diz: mãe não fica assim não, vai ficar tudo bem”, declara.

Marleide torce para que em breve a filha volte a ter uma vida normal e retome a sua rotina escolar. “Eu deixo Deus trabalhar na vida dela. Confio em Deus que tudo dará certo”, conclui.

“ACREDITO QUE SÓ VOU PARAR QUANDO DEIXAR DE EXISTIR”

Campeão da vida, Enault Freitas será um dos condutores da tocha olímpica em Itabuna (foto Pimenta)

Campeão da vida, Enault Freitas será um dos condutores da tocha olímpica em Itabuna (Na foto do Pimenta, ele posa com a réplica que faz parte do acervo do museu itinerante organizado pelo Bradesco)

Em sua trajetória pelo Brasil, o fogo olímpico certamente irá iluminar belos exemplos de vida. Não será diferente em Itabuna, onde a chama estará no dia 21 deste mês, sendo conduzida por verdadeiros campeões. Um deles é Enault Freitas, funcionário aposentado do Banco de Sangue de Itabuna, cuja história comoveu a cidade há dois anos e agora será projetada para fronteiras distantes.

Desde que começou a trabalhar na área da saúde, em 1974, Enault luta para conscientizar as pessoas sobre a importância de doar. Em 2014, por ironia do destino, ele viu seu filho perder uma batalha contra a leucemia justamente por falta de um doador. Durante dois anos, Enault lutou em busca de alguém compatível e promoveu uma campanha que conseguiu realizar mais de 2,3 mil cadastros de doadores de medula óssea em Itabuna.

Infelizmente, o filho de Enault morreu no dia 14 de julho de 2014, em Aracaju, enquanto aguardava liberação do plano de saúde para um tipo de transplante ainda considerado experimental no Brasil. O pai, que fundou uma ONG e continua lutando para salvar vidas, participará com todo mérito da cerimônia que simboliza a presença do espírito olímpico no país. Enault Freitas não é apenas um pai que lutou por amor ao filho, mas um guerreiro que considera toda vida preciosa, por isso continua a lutar.

Abaixo, os principais trechos da entrevista concedida por ele ao PIMENTA:

 

PIMENTA – A maioria das pessoas provavelmente entregaria os pontos depois de perder um filho. Por que você decidiu continuar lutando para aumentar o cadastro de doadores de medula?

Enault Freitas – Quando você está em uma causa social, o que se pensa é que a luta é por alguém seu. Está aqui a foto do meu filho (aponta para a imagem do filho estampada na camisa, ao lado da frase “Eu faria tudo pra não te perder, mas o dia vem e deixo você ir”). Essa frase diz tudo, não é?… Eu poderia me acomodar porque não consegui, mas essa minha luta vem desde 1974. Trabalhei como técnico de laboratório do banco de sangue e já me mobilizava para ajudar as pessoas acometidas de doenças do sangue. Só não imaginava nunca que um dia eu iria me deparar com essa situação na minha pele.

PIMENTA – Como foi diagnosticada a leucemia de seu filho?  

Enault Freitas – Meu filho sempre foi saudável, atleta, a gente jogava bola junto. Tinha 34 anos quando a leucemia foi diagnosticada. Primeiro, descobrimos que ele tinha um pigarro e a gente imaginava que fosse ar condicionado demais. Todos os exames deram negativo, os médicos diziam que estava tudo bem. Mas, como o problema não desaparecia, decidimos fazer uma punção na medula porque tinha muita coisa estranha. Por exemplo, a taxa de hemoglobina, que deveria ser entre 14 e 16, a dele estava em nove. Os médicos começaram a descartar uma série de doenças e fizeram a punção medular, que detectou leucemia linfoide aguda.

PIMENTA – O que aconteceu a partir deste diagnóstico?          

Enault Freitas – Saímos do hospital, já com a medicação e a solicitação do internamento. Ele ficou nesse primeiro momento 23 dias internado. A quimioterapia inicialmente fez efeito e ele teve alta. Depois de 30 dias, os exames deram negativo. Ele até chegou a voltar a trabalhar, mas, depois de alguns meses, apareceu um pequeno caroço no rosto. Voltou ao médico, fez nova punção e a doença estava lá. Aí a médica disse que o único jeito era realizar o transplante.

PIMENTA – Aí surge a dificuldade de encontrar um doador compatível…

Enault Freitas – Começamos a fazer exame na minha filha, mas ela era incompatível. Em fevereiro de 2013, a gente começou a correr o Brasil em busca de um doador porque na família não havia. Começamos a distribuir os pedidos para que as pessoas se cadastrassem no banco de dados para doação de medula óssea em todo o Brasil e em outros países da América do Sul. E pedimos autorização ao Hemoba para fazer campanha aqui em Itabuna.

PIMENTA – Enquanto isso, seu filho seguia com o tratamento…

Enault Freitas – Como nós não conseguimos essa medula, enquanto ele estava internado em São Paulo, um médico disse que poderia realizar o transplante haploidêntico, que utiliza doador 50% compatível. No caso, o doador seria eu ou a mãe, porque esta seria talvez a última alternativa que a gente tinha. :: LEIA MAIS »

MIRE-SE NO EXEMPLO DAS MÃES DE ABREU E LIMA

Xico SáXico Sá | Folha

Filho meu não bota a mão no alheio. Que o velho coração materno bata mais forte. Para o filho trombadinha e para o filho político.

É preciso, no meio da bandalheira e dos arrastões, louvar as mães de Abreu e Lima.

As mães que deram início ao movimento de devolução das mercadorias saqueadas durante a greve/ motim da PM de Pernambuco na semana passada.

A delegacia da cidade mais parece Casas Bahia. A todo instante chegam geladeiras, máquinas de lavar, tablets… e outras mercadorias fetiches.

Vi e ouvi declarações comoventes. Filho meu não bota a mão no alheio, disse uma dessas anônimas e honestíssimas brasileiras a um telejornal. Ela mesma foi devolver um eletrodoméstico levado por um dos seus meninos.

Depois que as mães reagiram, começou uma onda de devolução das mercadorias. Deu vergonha em quem havia cometido os saques no comércio da cidade da região metropolitana do Recife.

Essa honra materna é a salvação da lavoura.

Filho meu não bota a mão no alheio. Que o velho coração materno bata mais forte.

Para o filho trombadinha e para o filho político.

Para o filho taxista, para o filho empresário, para o filho dono de restaurante na cidade do Rio de Janeiro.

Para todo amor filial.

Que as mães de Abreu e Lima sirvam de exemplo. Bravas como as mães da praça de Maio.

Clique e confira a coluna na íntegra

ITABUNENSE PERDE 70 KG SEM BARIÁTRICA

Há 11 meses, o professor itabunense Walisson Moura, de 25 anos, era obeso, hipertenso, sofria de apneia do sono e comia de maneira desregrada. Por dia, chegava a devorar quatro acarajés, quantidade não contabilizada de hambúrgueres e outras bagaças. O almoço era “encharcado” por um litro de refrigerante, o mesmo ocorrendo com o jantar.

Nessa época do “comendo tudo adoidado”, Walisson apresentava números preocupantes. Pesava 160 quilos, vestia manequim 64 e a pressão estava em 22 por 18. Forte candidato a um infarto ou um AVC, o jovem tinha também altos índices de colesterol e triglicérides.

A vida do itabunense mudou quando ele viu que sua saúde estava em perigo. E foi graças a muita força de vontade, que Walison procurou uma nutricionista, mudou os hábitos alimentares e substituiu o sedentarismo por atividades físicas diárias. Resultado: em menos de um ano, o professor perdeu 70 quilos e normalizou pressão arterial, glicemia e colesterol.

Walisson escolheu o caminho mais difícil (e saudável) para perder peso, quando a maioria tem optado pela cirurgia bariátrica. E ele quer virar exemplo. O professor criou um blog, onde relata sua batalha contra a balança (confira aqui) e virou assunto de matéria exibida na Rede Bahia.

Em seu blog, o professor diz que não precisou ingerir “nenhum tipo de medicamento ou fórmula mágica” e explica que descartou a bariátrica devido à “agressividade” e aos riscos para seu organismo.

walisson

Walisson: à esquerda, quando devorava quatro acarajés e dois litros de refrigerante por dia

PERSEVERANÇA: JOVEM COM PARALISIA CEREBRAL PASSA EM EXAME DO IFBA

Problema de saúde não tirou a coragem de Pedro Figueiredo

Um jovem de 22 anos, que tem os movimentos comprometidos devido a uma paralisia cerebral, foi um dos aprovados no exame realizado pelo Instituto Federal da Bahia (Ifba). De acordo com o site Ubatã Notícias, Pedro Augusto Figueiredo teve uma das melhores colocações na disputa por uma das vagas para o curso de Biocombustíveis.

Por conta da limitação dos movimentos, Pedro obteve autorização para realizar as provas oralmente. A paralisia do jovem é uma sequela decorrente de erro médico.

Pedro quer que sua conquista sirva de exemplo para outras pessoas que têm algum tipo de deficiência. “Quero que minha aprovação sirva de exemplo e incentivo para muitas pessoas”, afirma o jovem, antes de dizer com toda a convicção: “tudo é possível”.

As aulas do novo aluno do Ifba serão iniciadas ainda neste semestre.

EXEMPLO: A PERSISTÊNCIA DE ROGÉRIO CENI

O goleiro do São Paulo, Rogério Ceni, que no domingo, 27, alcançou a marca de 100 gols e se tornou o maior goleiro-artilheiro de todos os tempos, é, antes de tudo, um sujeito esforçado e persistente.

Em entrevista concedida ao Globoesporte.com, Ceni conta como treinou exaustivamente para se tornar um mestre em cobrança de faltas.

– Eu chegava sempre antes dos demais e era o último a ir embora. Treinei muito. Eram de 2.500 a 3 mil faltas por mês. Antes de colocar em prática num jogo, treinei mais de 15 mil faltas nesses campos aqui – fala, apontado para os três gramados do Centro de Treinamento do São Paulo.

Leia entrevista






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