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:: ‘Exército’

NINGUÉM

Cláudio Rodrigues

 

 

 

No Brasil, o negro sempre foi suspeito. No Brasil do presidente Jair Bolsonaro, o negro fuzilado pelas mãos do Exército passou a ser ninguém.

 

 

Pronome indefinido, a palavra ninguém significa nenhuma pessoa ou pessoa de nenhuma importância e pouco influência. Após seis dias em silêncio depois da morte do músico Evaldo Rosa dos Santos, por militares do Exército no bairro de Guadalupe, no Rio de Janeiro, o presidente Jair Bolsonaro se manifestou sobre o caso pela primeira vez:

“O Exército não matou ninguém, não. O Exército é do povo. A gente não pode acusar o povo de ser assassino, não. Houve um incidente, houve uma morte, lamentamos a morte do cidadão trabalhador, honesto, está sendo apurada a responsabilidade”.

O presidente do Brasil com a boca fechada é um poeta. Em nenhum momento o mandatário brasileiro se dirigiu à família do músico para hipotecar solidariedade e pedido de desculpas diante de uma tragédia que, por puro milagre, não foi maior. Evaldo conduzia um veículo com destino a um chá de bebê, na tarde do último domingo, acompanhado do sogro, da esposa, do filho de sete anos e de uma amiga, quando o veículo foi alvejado por 80 tiros disparados por militares de Exército. O sogro de Evaldo e um pedestre também foram atingidos.

Para Jair Bolsonaro, os 80 tiros de fuzil contra um veículo e seus ocupantes é apenas um incidente e o morto é ninguém. Ação desastrosa dos militares foi fruto da denúncia do roubo de um veículo com as características do mesmo que Evaldo conduzia, mas vela um questionamento: caso o veículo não tivesse Evaldo na direção e no lugar dele estivesse um homem de cor branca, a reação dos militares seria a mesma? Vale ressaltar que o pai de família morto pelo Estado é negro. E, como entoaram Caetano Veloso e Gilberto Gil na canção Haiti, “pobres são como podres e todos sabem como se tratam os pretos”.

Pois bem. No Brasil, o negro sempre foi suspeito. No Brasil do presidente Jair Bolsonaro, o negro fuzilado pelas mãos do Exército passou a ser ninguém.

Cláudio Rodrigues é consultor de empresas e de comunicação.

FORÇAS ARMADAS ABREM 2 MIL VAGAS PARA NÍVEIS MÉDIO E SUPERIOR

Marinha e Exército estão com diversos editais em aberto para quem tem nível médio e superior. Ao todo, são 2.001 vagas, 1.910 para o Exército e 91 para a Marinha. Homens, entre 17 e 22 anos, nível médio completo e altura mínima de 1,60m podem se candidatar para as 500 oportunidades na Escola Preparatória de Cadetes (EsPCEx) do Exército, para o curso de Formação e Graduação de Oficiais de Carreira da Linha de Ensino Militar Bélico.

O Exército abriu também seleção para Cursos de Formação de Sargentos das Áreas Combatente, Logística-Técnica e Aviação ( 1.260 vagas) e de Saúde (70). Os interessados devem acessar os portais www.esa.ensino.eb.br e www.espcex.ensino.eb.br.

A Marinha lançou um total de quatro editais com 91 vagas. São seis vagas para capelães, 60 para engenheiros, 13 para cirurgiões dentistas, quatro para enfermeiros, quatro para farmacêuticos, um para fisioterapeuta, um para fonoaudiólogo, um para nutricionista e um para psicóloga. Informações em www.ensino.mar.mil.br e http://www.ingressonamarinha.mar.mil.br. Com informações do Correio.

TENENTE MORRE EM ACIDENTE COM MICRO-ÔNIBUS DO EXÉRCITO

Ismael faleceu em acidente próximo a Aracaju (Foto Reprodução).

Ismael faleceu em acidente próximo a Aracaju (Foto Reprodução).

O segundo tenente do Exército Ismael Macêdo Guimarães, de Itabuna, faleceu em um acidente nesta manhã de terça (13) no trecho de Maruim (SE) da BR-101, próximo a Aracaju.  De acordo com informações, Ismael estava com outros oito militares no micro-ônibus do Exército. O acidente ocorreu em um trecho em obras na rodovia.

Ismael, que cursou Engenharia Civil na FTC de Itabuna, foi lançado para fora do micro-ônibus durante o capotamento. O veículo caiu de um barranco. O micro-ônibus capotou várias vezes e caiu em cima do corpo do jovem, conforme relatos de militares. Os feridos foram levados para o Hospital de Urgência de Sergipe.

O micro-ônibus se deslocava para o município de Rosário do Catete, trecho da 101 que está sendo duplicado pelo Exército. Nas redes sociais, amigos e familiares lembram a energia e a facilidade de Ismael fazer amigos.

SUL DA BA: SAÍDA DO EXÉRCITO FOI IRRESPONSABILIDADE, DIZ PRESIDENTE DA ASPAIUB

Tropa com mais de 600 homens estava no sul da Bahia desde fevereiro para atuar em conflito (Foto Pimenta).

Tropa estava no sul da Bahia desde fevereiro para atuar em conflito (Foto Pimenta).

As tropas do Exército deixaram nesta terça a área do conflito entre agricultores e supostos índios tupinambás, no sul da Bahia, após o reforço da segurança com a chegada de homens da Força Nacional e da Polícia Militar.

A retirada foi criticada pelos agricultores. Eles temem uma nova onda de violência na área de mais de 47 mil hectares, que envolve os municípios de Una, Buerarema e Ilhéus, após a saída do Exército.

Abiel teme saída de tropas.

Abiel teme saída de tropas.

Para o presidente da Associação dos Pequenos Produtores de Ilhéus, Una e Buerarema, Abiel Silva, a retirada das tropas foi “um ato de irresponsabilidade sem precedentes”. Ele falou ao Jornal das Sete (Morena FM 98,7).

Silva lembrou que, mesmo com o reforço do exército, o produtor Valmir Souza de Oliveira, de 60 anos, foi assassinado, no início deste mês, na região do Santaninha, entre Ilhéus e Buerarema.

No mesmo local, a Fazenda Bonfim, supostos índios ameaçaram de morte um trabalhador rural no final de semana. A vítima, identificada apenas como Domingos, prestou queixa na Polícia Federal e pediu proteção.

Hoje, produtores rurais terão reunião com representantes da coordenadoria regional da Polícia Civil em Ilhéus e da Força Nacional. Outra queixa é de que, com a retirada do Exército, as três bases de segurança serão desmontadas.

Leia mais n´A Região

WAGNER DIZ QUE TROPAS DO EXÉRCITO SERÃO MANTIDAS ATÉ NORMALIZAR SITUAÇÃO

Wagner diz que tropas do Exército serão mantidas em Salvador (Foto Manu Dias/GovBA).

Wagner diz que tropas do Exército serão mantidas em Salvador (Foto Manu Dias/GovBA).

Apesar do anúncio do fim da greve da polícia militar, o governador Jaques Wagner informou que as tropas do Exército serão mantidas nas ruas de algumas das principais cidades baianas.

– O nosso planejamento não se encerra aqui, temos um feriado pela frente e vamos manter a GLO para uma reavaliação e ter a certeza de que a normalidade foi reconquistada – disse, acompanhado do ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, do secretário da Segurança Pública, Maurício Barbosa, e do comandante-geral da PM, Alfredo Castro.

Wagner ressaltou o papel de alguns intermediários na negociação com os policiais, a exemplo do arcebispo de Salvador, Dom Murilo Krieger. O fim da greve foi anunciado às 14h15min desta tarde de quinta (17).

Antes, o Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) e o Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF 1) decretaram a ilegalidade da greve (confira em posts abaixo).

EXÉRCITO NAS RUAS EM ILHÉUS. FESTIVAL DE NEGÓCIOS E MÚSICA ESTÁ CONFIRMADO

Tropa do Exército em exercício nas ruas de Ilhéus (Foto Danilo Matos/Blog Ilhéus24h-Arquivo).

Tropa do Exército em exercício nas ruas de Ilhéus (Foto Danilo Matos/Blog Ilhéus24h-Arquivo).

As tropas do Exército farão a segurança de Ilhéus enquanto durar a greve da Polícia Militar. Ontem, dois representantes se reuniram com o prefeito Jabes Ribeiro. Coronel Silva Neto e o comandante da 18ª Circunscrição Militar, coronel Roosevelt, abordaram o plano de segurança para a cidade turística no período do feriadão da Semana Santa e Tiradentes.

A preocupação maior no município é com a segurança dos cidadãos e de um grande evento que reúne artes, negócios e grandes shows, o Festival Aleluia Ilhéus.

O evento começou ontem e, a partir de hoje (17) terá atrações como Fábio Júnior, Zélia Duncan, Nando Reis, André Valadão e OQuadro, além de apresentações artísticas na Tenda do Teatro Popular (TPI), na Avenida Soares Lopes.

Além do Exército, Polícia Civil, Guarda Municipal e segurança privada foram acionados para dar tranquilidade aos visitantes do festival, segundo o prefeito.

Desde ontem, tropas das Forças Armadas chegaram à Bahia. A previsão é de que até nove mil homens façam serviços de patrulhamento, vistoria e prisão em flagrante nas principais cidades do estado. A vinda das tropas de Pernambuco, Alagoas e São Paulo foi autorizada pela presidente Dilma Rousseff, após solicitação do governador Jaques Wagner.

GREVE DA PM: DILMA AUTORIZA FORÇAS ARMADAS NA BAHIA

Tropa com mais de 600 homens está no sul da Bahia desde fevereiro para atuar em conflito (Foto Pimenta).

Tropa está no sul da Bahia desde fevereiro para atuar em conflito (Foto Pimenta/Arquivo).

Pelo menos cinco mil homens do Exército devem chegar à Bahia ainda nesta quarta-feira (16) para assumir a segurança pública no estado. Há pouco, o governador Jaques Wagner informou que a presidente da República, Dilma Rousseff, assinou decreto em que autoriza o trabalho de policiamento das Forças Armadas no estado.

A presidente assinou o decreto de Garantia da Lei e da Ordem (GLO). Com isso, as Forças Armadas poderão atuar no patrulhamento e vistoria e efetuar prisões em flagrante.

Segundo o governo baiano, o general Racine Bezerra Lima, da 6ª Região Militar (Bahia e Sergipe), assumiu o comando das operações. O Exército já está nas ruas de Salvador desde ontem. No sul da Bahia, guarnições já são vistas nas ruas de Ilhéus, onde fica a base regional das Forças Armadas.

O Exército já faz a segurança na área rural de Ilhéus, Una e Buerarema desde o início do ano, mas nas terras disputadas por agricultores e índios e autodeclarados tupinambás (foto acima).

 

EXÉRCITO RETORNA PARA ÁREA DE CONFLITO

Comboio ExércitoTropas do Exército começaram a retornar para a zona do conflito entre agricultores e autodeclarados tupinambás no sul da Bahia, após retirada iniciada na última segunda (10). A informação foi confirmada há pouco pelo presidente da Associação dos Pequenos Produtores de Ilhéus, Una e Buerarema (Aspaiub), Abiel Silva.

Anteontem, o governador Jaques Wagner havia pedido a prorrogação do estado de Garantia da Lei e da Ordem (GLO) na área de 47,3 mil hectares reivindicada pelos autodeclarados indígenas. A área foi definida de acordo com estudo da Fundação Nacional do Índio (Funai).

Ontem, o deputado federal Geraldo Simões disse que o estudo contém “vícios”. O parlamentar defende a manutenção dos produtores na região, assim como a permanência das tropas do Exército. Geraldo é favorável aos pequenos produtores. Mais de 20 mil pessoas residem na área do conflito.

ÍNDIOS PRESSIONAM EM BRASÍLIA

Ontem, cerca de 40 índios do sul da Bahia foram à Brasília pressionar o governo para que agilize o processo de demarcação. Enquanto Geraldo defende dos produtores e assentados da região, outro petista, o deputado federal Valmir Assunção, defende a demarcação da área que abrange os municípios de Ilhéus, Una e Buerarema, e daria apoio aos indígenas na capital federal.

Valmir é criticado pelos produtores e agricultores familiares, parte deles oriunda do movimento sem-terra, a exemplo de Juraci Santana, assassinado em 11 de fevereiro, no Assentamento Ipiranga, em Una. “Não entendemos a posição dúbia de Valmir, que surgiu no movimento sem-terra”, critica um produtor.

GERALDO DEFENDE PERMANÊNCIA DO EXÉRCITO EM ÁREA DE CONFLITO

Geraldo defende anulação de estudo da Funai e permanência do Exército.

Geraldo defende anulação de estudo da Funai e permanência do Exército.

O deputado federal Geraldo Simões disse que a permanência do Exército, no sul da Bahia, é fundamental para a pacificação na área de conflito entre produtores rurais e índios e autodeclarados tupinambás. As tropas foram retiradas das bases de pacificação desde a tarde da segunda (10).

– Defendo que [o Exército] continue até o fim do processo de demarcação das terras – disse o parlamentar ao PIMENTA, que considera a região pacificada desde a chegada do Exército.

Há relatos, no entanto, de constantes ameaças de invasões e depredações a propriedades na área em litígio. Algumas das ameaças são direcionadas a pequenos produtores da região de Olivença, em Ilhéus.

O governador Jaques Wagner apresentou ontem (11) pedido para que o governo federal mantenha as tropas do Exército na região. A decisão deve sair até amanhã (13).

ANULAÇÃO DE ESTUDO DA FUNAI

Para Geraldo, a anulação do decreto de demarcação dos 47,3 mil hectares entre os municípios de Una, Buerarema e Ilhéus é parte da solução para o conflito. O estudo favorável aos tupinambás, segundo Geraldo, “está cheio de vícios”.

O parlamentar ainda fala da tragédia social que seria, na opinião dele, a retirada de mais de 20 mil famílias das terras em disputa no sul do estado. “Como retirar mais de 20 mil famílias para assentar sei lá quantos índios?”, questiona.

CASO JURACI: CRÍTICAS À POLÍCIA CIVIL

O deputado petista fez críticas, ainda, à atuação da polícia civil na investigação da morte do pequeno produtor rural Juraci Santana, assassinado na madrugada de 11 de fevereiro deste ano, no Assentamento Ipiranga.

– Na região, todos sabem os nomes dos autores, mas ninguém até agora foi preso – afirmou, complementando que a Polícia Civil precisa esclarecer o crime e concluir logo o inquérito.

EXÉRCITO DEIXA BASES DE SEGURANÇA EM ÁREA DE CONFLITO NO SUL DA BA

Tropa com mais de 600 homens está no sul da Bahia desde fevereiro (Foto Pimenta).

Tropa com mais de 600 homens está no sul da Bahia desde fevereiro (Foto Pimenta).

Exército e Marinha deixaram a região de conflito entre produtores rurais e índios e autodeclarados tupinambás, na região que envolve Ilhéus, Una e Buerarema. De acordo com as primeiras informações, as três bases de segurança (pacificação) instaladas na área de 47,3 mil hectares foram desmontadas entre ontem e hoje (11).

As Forças Armadas estavam no sul da Bahia desde o dia 14 de fevereiro, após o governador Jaques Wagner recorrer à Garantia da Lei e Ordem (GLO) e passar ao governo federal a responsabilidade pela segurança pública na área do conflito.

ASSASSINATO DE AGRICULTOR

Hoje faz um mês que o agricultor Juraci Santana foi executado a tiros, no Assentamento Ipiranga, no Maroim, em Una. Até o momento, ninguém foi preso. A retirada das tropas do Exército é considerada uma vitória para os tupinambás, que estariam planejando uma caminhada ecológica na área do conflito.

OFICIAL NEGA QUE EXÉRCITO TENHA LANÇADO GÁS DE PIMENTA EM ALUNOS DA UESC

Por meio do departamento de comunicação, o Exército negou que fuzileiros tenham lançado gás de pimenta contra alunos da Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc), na última sexta (21), por volta do meio-dia, quando um comboio de 5 veículos da tropa passou em frente à universidade.

Alunos que participavam de trote à margem da BR-415 afirmam que um dos fuzileiros atirou gás de pimenta contra o grupo.

Segundo o oficial de comunicação da 6ª Região Militar, Costa Neto, não houve “algum tipo de denúncia formal”que pudesse servir de base para investigação. Segundo ele, postagens no Facebook relatando o assunto teriam “contradições”.

Costa Neto disse que estava no primeiro veículo do comboio e não percebeu “nenhuma anormalidade ou conduta inadequada da tropa”. Ainda segundo o oficial, quando as viaturas se depararam com os estudantes, eles prontamente deram passagem. “Os nossos militares encararam com muita naturalidade a atividade dos alunos na rodovia”.

Ainda segundo o oficial de comunicação, “qualquer desvio de conduta não será admitido e qualquer denúncia formal recebida será prontamente investigada, sendo os envolvidos devidamente responsabilizados, de acordo com os preceitos legais vigentes”.

AÇÃO SOCIAL

ACISO_Camuflagem

Fuzileiro camufla rosto de criança durante final de semana de ação social em Buerarema, onde parte da tropa do Exército está desde o último dia 14. No sábado e domingo (22 e 23), população teve acesso a serviços em saúde e oficinas de camuflagem e desenho para crianças. Houve também atendimento a animais, com vacinação antirrábica. As atividades servem para aproximar população e tropas.

TEMPERATURA MÁXIMA

Confrontos no município serão tema de sessão (Foto Gilvan Martins)

Confrontos no município serão tema de sessão (Foto Gilvan Martins)

Os vereadores de Buerarema iniciam hoje (18) os trabalhos legislativos ordinários.

A pauta está recheada. Vai desde a prisão do vereador Ariosvaldo Vieira ao conflito que envolve produtores e tupinambás, além da ação do Exército na área urbana do município.

A sessão está programada para as 20h.

DILMA AUTORIZA EXÉRCITO ASSUMIR A SEGURANÇA NO SUL DA BA

Mais de 90 veículos e 600 homens do Exército estão no sul da Bahia (Foto Pimenta).

Mais de 90 veículos e 600 homens do Exército estão no sul da Bahia (Foto Pimenta).

A presidente Dilma Rousseff autorizou o Exército a assumir a segurança pública na região do conflito entre índios e autodeclarados tupinambás, no sul da Bahia.

A presidente acatou a “exposição de motivos interministerial”, feita pelas pastas da Defesa e da Justiça. O despacho está publicado em uma edição extra do Diário Oficial da União de hoje (14).

Desde a última quarta, mais de 600 homens do Exército estão em Ilhéus à espera da ordem para entrar em ação nos municípios de Ilhéus, Una e Buerarema.

A chegada do Exército ocorreu após pedido do governador Jaques Wagner. Por meio do instrumento da Garantia da Lei e da Ordem (GLO), as Forças Armadas assumem a segurança na região do conflito. São mais de 47,3 mil hectares reivindicados por supostos índios.

Wagner recorreu à GLO após a Força Nacional ter sido retirada da região da Serra do Padeiro, em Una. Quatro dias depois, o agricultor Juraci Santana foi assassinado, no Assentamento Ipiranga, no Maroim, próximo à base de segurança.








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