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:: ‘extorsão’

WHATSAPP “ENTREGA” TRAFICANTE QUE TENTOU EXTORQUIR EX-PREFEITO NA BA

Polícia chegou a Maurício dos Santos por meio do WhatsApp (Foto Divulgação).

Polícia chegou a Maurício dos Santos por meio do WhatsApp (Foto Divulgação).

O traficante Maurício dos Santos, o “Budel”, de 30 anos, foi preso, ontem (24), por policiais do Grupo Especializado de Repressão aos Crimes por Meios Eletrônicos (GME), que investigavam denúncia de extorsão feita a Aldemir Moreira, ex-prefeito de Jaguaquara, no sudoeste baiano. “Budel” foi localizado na Fazenda Grande I, em Salvador, flagrado com dez trouxas de maconha. Uma equipe da Delegacia de Repressão ao Estelionato e Outras Fraudes (Dreof) prestou apoio à ação.

As investigações foram iniciadas em 18 de setembro, quando Aldemir Moreira registrou queixa no GME, informando que, dois dias antes, o criminoso, até então não identificado, ligou para o seu celular ameaçando matar seus familiares, caso a quantia de R$ 20 mil não fosse depositada numa conta bancária fornecida por ele. As ameaças incluíam mensagens de texto encaminhadas ao celular da vítima.“Budel” chegou a diminuir o valor exigido para R$ 3 mil, mas não foi atendido.

O celular do ex-prefeito foi periciado e, por meio de uma foto existente numa conta do WhatsApp, o GME obteve uma pista sobre quem seria o criminoso. Ao investigar a conta bancária, descobriu-se que pertencia a um amigo do traficante. Ouvido pela polícia, o titular da conta informou que forneceu seus dados bancários para Maurício, que alegou precisar receber um dinheiro que lhe era devido.

O amigo também informou aos policiais que Maurício poderia ser encontrado na Fazenda Grande I. Depois de preso, “Budel” confessou que encontrou o nome e o número do telefone do ex-prefeito na agenda de um celular usado, comprado de um desconhecido. Ele disse ainda que teve a ideia de praticar a extorsão depois de pesquisar na Internet sobre quem era Aldemir Moreira.

Autuado em flagrante por tráfico de drogas, Maurício será ouvido, nos próximos dias, pelo titular do GME, delegado Charles Leão. A polícia vai investigar se ele também extorquiu outras pessoas cujos nomes constam na agenda do celular que foi apreendido. “Budel” já foi encaminhado ao Núcleo de Prisão em Flagrante (NPF), na Mata Escura.

ESTUDANTE DE DIREITO É PRESO APÓS CHANTAGEAR EX-NAMORADA

Elber ameaçava publicar fotos da ex-namorada na internet (Foto PC/BA).

Elber ameaçava publicar fotos da ex-namorada na internet (Foto PC/BA).

Elber Gama Lima, estudante de Direito, acabou preso após chantagear e ameaçar publicar na internet fotos íntimas da promotora de eventos e ex-namorada. A prisão ocorreu ontem, no Largo da Madragoa, na Ribeiro, em Salvador, quando ele iria receber R$ 200,00 da vítima.

Os dois iniciaram namoro em agosto do ano passado, mas a relação chegou ao fim em janeiro, segundo a vítima. A partir de então, Elber passou a telefonar e enviar emails exigindo R$ 50,00 para não exibir fotos da ex-namorada na internet.

Segundo denúncia à delegada Vânia Seixas, a ex-namorada pagou a quantia, mas o chantagista voltou a pedir mais: R$ 200,00, a ser pago ontem. Os dois se conheceram pela internet.

A titular da Delegacia Especializada em Atendimento à Mulher (DEAM) disse que Elber também obrigou a ex-namorada a fazer sexo com um amigo dele, identificado como Laion. O chantagista vai agora responder por extorsão e ameaça. O amigo será convidado para prestar esclarecimentos. Elber ficará preso na carceragem da DEAM de Brotas, segundo a assessoria da Polícia Civil.

SSP DIVULGA NOMES DE POLICIAIS PRESOS NA OPERAÇÃO ESFINGE

A Secretaria da Segurança Pública da Bahia divulgou no final da tarde desta terça-feira, 31, um balanço parcial da operação Esfinge, que apurou crimes cometidos por policiais civis e militares de Camacan. Segundo a SSP, a quadrilha era comandada pelo delegado titular do município, Jackson Silva, preso na operação.

O major José Silvério de Almeida Neto, que comandava a PM em Camacan, também participaria do bando que, de acordo com as investigações, estaria envolvido com homicídios, tráfico de drogas, extorsão, peculato e receptação de carga roubada.

Outros presos na operação em Camacan foram os investigadores Carlos Jorge Silva Góes, Clévisson José Alves Rocha, Lailson Monteiro Lobo, Paulo César de Oliveira, Thales Santos Carvalho e João Oliveira Larcher (aposentado). Além deles, as escrivãs Carla Cristina Brito Félix e Tatiane Ribeiro Tanajura, o sargento PM Lauro Antônio Oliveira Ferraz e os soldados Lúcio Lima Viana e Matheus Ferraz Costa fazem parte da lista de policiais suspeitos de integrar a quadrilha e também foram detidos.

Os irmãos Edvan e José Ivan Ribeiro Santana, e José Siqueira Silva, todos empresários no município, foram igualmente alvo de mandados de prisão.

Leia mais:

CAMACAN FICA COM APENAS DOIS POLICIAIS CIVIS APÓS “OPERAÇÃO ESFINGE”

19 PRESOS NA OPERAÇÃO ESFINGE

OPERAÇÃO PRENDE POLICIAIS NO SUL DA BAHIA

BLOGUEIRO FICARÁ EM PRISÃO DOMICILIAR

Acusado de extorsão contra empresários, o blogueiro João Andrade Neto obteve o direito de ficar em prisão domiciliar.  O benefício foi concedido pelo desembargador Nilson Castelo Branco, do Tribunal de Justiça da Bahia, que atendeu pedido do advogado Dinailton Oliveira.

A defesa justificou a solicitação, alegando que Andrade Neto enfrenta problemas de saúde.

PRESO NOVAMENTE, EMPRESÁRIO PÕE SITE À VENDA

João Andrade é preso pela segunda vez (Foto Tiago Melo/BN).

Ontem, o empresário João Andrade Neto foi preso pela segunda vez em seis meses. E, de novo,  acusado de extorquir empresários e políticos para não publicar denúncias contra os mesmos no Pura Política. Hoje, ele tomou a decisão de encerrar as atividades do site. Mas não é o fim do negócio. O empresário pôs o endereço à venda, conforme nota divulgada na página inicial do site. Alega, dentre outras coisas, “perseguição” e estar sofrendo de “problema de saúde”…

DELEGADO DE IGUAÍ É ACUSADO DE EXTORQUIR TRAFICANTE

O delegado de polícia civil em Iguaí (BA), Teodoro Sampaio Guimarães Neto, foi flagrado recebendo R$ 1.500,00 de um traficante, ontem, por volta do meio-dia. O dinheiro foi apreendido pelo delegado regional Marcus Vinícius Oliveira.

O pagamento da extorsão foi gravado em vídeo, segundo relata uma fonte da polícia em Iguaí. “O clima na cidade é de tensão e incredulidade”, revela.

A incredulidade se deve ao fato do delegado, conhecido por sua arrogância, ter sido flagrado recebendo o dinheiro mas, mesmo assim, permanecer em liberdade. Teodoro Sampaio responderá a processo administrativo e pode ser demitido a bem do serviço público.

MP DENUNCIA E PEDE PREVENTIVA DE JOÃO ANDRADE, DO PURA POLÍTICA

João Andrade sendo levado para a delegacia, em Salvador (Foto Tiago Melo/BN).

Além de requerer a prisão preventiva, o Ministério Público estadual denunciou o proprietário do site Pura Política, o empresário João Andrade Neto, por prática e tentativa de extorsão contra as vítimas Carlos Suarez, Francisco José Bastos, João Carlos Cavalcanti, Marcos César Medeiros Guimarães, Marival Dias Filho, Marcelo Guimarães Pessoa e Phillip Ribeiro.

Além de João Andrade, o funcionário Cléber Lins Teixeira foi denunciado por extorsão. A denúncia foi oferecida à Justiça nesta tarde de sexta (27) pela promotora pública Marilene Mota. Segundo ela, “durante as interceptações telefônicas, restou evidenciado que ele não deixava as vítimas em paz”.

Por meio das escutas, anota a promotora, percebeu-se em João Andrade Neto uma “postura agressiva, através de xingamentos e ameaças proferidas em desfavor das vítimas”.  Em liberadade, acredita a promotora, “poderá o réu prosseguir na prática continuada daquele mesmo crime ou de outros conexos’”.

Uma das tentativas de extorsão, conforme a promotora, chegou a ser consumada contra o empresário Phillip Ribeiro, que começou a ser abordado por João Andrade em 12 de julho deste ano. O pura extorsão exigia R$ 30 mil do empresário para não publicar notas desfavoráveis. Recebeu R$ 5 mil. Exatamente no dia da prisão.

Outra vítima foi Marival Dias, de quem o dono do site Pura Política exigia R$ 80 mil e acabou embolsando R$ 5 mil. De uma das vítimas, ele pedia R$ 1,2 milhão, incidindo na prática do crime tentado.

JUSTIÇA CONCEDE LIBERDADE A DONO DE SITE

João Andrade deixa prisão (Foto Almiro Lopes/Correio da Bahia).

O empresário e dono do site Pura Política, João Andrade Neto, deixou a prisão na tarde desta sexta-feira (20) após expirar o prazo de prisão temporária. Ele deixou a carceragem da Polinter e não quis falar com a imprensa.

O alvará de soltura foi expedido pelo juiz Edmundo Lúcio da Cruz, da 9ª Vara Crime. João Andrade Neto foi preso no dia 11 de agosto acusado de extorquir empresários baianos em troca da não publicação de notícias negativas sobre as vítimas. No último dia 15 de agosto, ele teve a prisão temporária prorrogada por mais cinco dias.

A denúncia contra Andrade Neto chegou à polícia através de um empresário do ramo da educação que disse estar sendo extorquido por ele no valor de R$ 30 mil em troca da não publicação de reportagens.

Os documentos apreendidos pela polícia, nas duas salas empresariais pertencentes a Andrade Neto, ainda são analisados pelo setor de inteligência da Secretaria de Segurança. Informações do Correio da Bahia.

O BRAÇO EMPRESARIAL DO ESQUEMA

Começam a ser revelados os nomes de empresários acusados de terem recorrido aos serviços do blogueiro João Andrade Neto em esquemas de extorsão.

Um desses empresários, de acordo com o secretário da Indústria, Comércio e Mineração da Bahia, James Correa, é Hérder Mendonça, proprietário do Rock in Rio Café, do Aeroclube Plaza Show, em Salvador.

Segundo nota do Bahia Notícias, Correa acusa Mendonça de ter levado à sua Secretaria  fotos de obras do empresário Carlos Suarez, solicitando que ao mesmo fossem cobradas “soluções para o meu problema”.

Quem recebeu Mendonça na Secretaria foi o secretário extraordinário da Indústria Naval e Portuária, Roberto Benjamin, que teria confirmado a história.

“Tenho todos os registros da entrada e saída de Hélder aqui da Secretaria. Temos o relato do secretário sobre o que aconteceu. São coisas lamentáveis”, afirmou Correa.

DELEGADA CONCLUI HOJE O INQUÉRITO DE J. ANDRADE

A delegada Gabriela Macedo, que investiga o envolvimento do blogueiro João Andrade Neto com a extorsão de políticos e empresários, prometeu concluir hoje o inquérito e disse já ter elementos para indiciar o dono do site Pura Política. 

Segundo matéria do jornal A Tarde, a polícia encontrou mais duas vítimas de Andrade Neto, uma das quais foi identificada somente pelo prenome Marival, que é empresário e tem ligação com a Agerba. O outro, também empresário, é ligado à TWB, que administra o sistema Ferryboat.

 A delegada colheu ontem os depoimentos de três empresários, sócios, que sofreram tentativa de extorsão: Carlos Suarez, Francisco Bastos (também advogado) e Marcelo Pessoa. Andrade Neto teria tentado extorquir R$ 1,2 milhão dos três.

DONO DO PURA POLÍTICA É PRESO ACUSADO DE EXTORSÃO

João Andrade é levado para a cadeia (Foto Tiago Melo/BN).

Do A Tarde

Em cumprimento a mandado de prisão, busca e apreensão, a Coordenadoria de Operações Especiais (COE) prendeu o proprietário do site Pura Política, João Andrade Neto, e apreendeu computadores e documentos na sede da empresa localizada na Avenida Magalhães Neto, na tarde desta quarta-feira, 11.

João Andrade é acusado de cometer crime de extorsão contra empresários baianos, principalmente do ramo de construção civil. Alguns funcionários do Pura Política também foram levados à delegacia para prestar depoimento.

Do Site da Metrópole

O empresário ficará preso por cinco dias, podendo ter a prisão preventiva prorrogada por mais cinco. Caso seja condenado, Joao Andrade pode cumprir pena de 9 a 10 anos. Ele estava sendo investigado há dois meses, depois que seis empresários vítimas de extorsão prestarem queixa. Uma das vitimas ajudou a polícia a fazer um vídeo flagrante oferecendo R$ 5 mil a um dos sócios do João Andrade.

O diretor do site Pura Política foi preso em flagrante com R$ 2.400 em notas “marcadas” pela polícia. Outras pessoas estão sendo investigadas e devem prestar depoimento nos próximos dias. Além de responder por crime de extorsão, João Andrade deve responder por mais 20 processos relacionados a calúnia e difamação.








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