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:: ‘Fasi’

LÚCIO VIEIRA ABRE O JOGO SOBRE ALIANÇA COM FERNANDO GOMES E CHARLIANE NO MDB

Charliane é oposição a Fernando e pode ir para o partido de Lúcio, o MDB, que apoia governo

  • MDB pode ter nome da oposição na disputa à Prefeitura

O ex-deputado Lúcio Vieira Lima disse que há “choro de muitos” com a aproximação entre o MDB e a vereadora Charliane Sousa (PTB), que faz oposição ao governo do prefeito Fernando Gomes. O dirigente do MDB baiano afirmou que esse burburinho desperta ainda mais o interesse na parlamentar para a disputa pela Prefeitura de Itabuna em 2020.

“Isso é devido ao choro de muitos, com a conversa dela com o MDB, só não entendo essa fixação para que ela vá para o DEM, usando inclusive o argumento que o MDB tem o vice-prefeito, esquecendo que foi o DEM, que abriu mão do Prefeito, por isso quero pedir paciência a todos, pois não estamos tratando de objetos, mas sim do futuro de Itabuna e sua população.” disse Lúcio.

Ele disse que as conversas com a vereadora seguirão “com calma e responsabilidade”. Segundo ele, se a parlamentar mudar agora de partido, perde o mandato. “Então, vamos acalmar o coração, agitado pela paixão política, e aguardar com tranquilidade, apesar dessa discussão estar valorizando mais ainda a vereadora e o MDB”, disse.

REVIRAVOLTA DO GOVERNO FG

Atualmente, o MDB apoia o governo municipal e ganhou mais espaço com a indicação da direção da Fundação de Atenção à Saúde de Itabuna (Fasi), que administra o Hospital de Base. “Nós fizemos uma aliança e não uma fusão”, observou o ex-deputado.

Segundo ele, orientação do MDB nacional é de que o partido lance o maior número de candidaturas próprias às prefeituras. Continuar com Fernando, sinalizou, dependerá de reviravolta do governo. Clique e ouça trecho da entrevista a Andreyver Lima, no Programa Interativa News.

 

CONTAS APROVADAS

Presidente da Fasi, Paulo Bicalho.

Presidente da Fasi, Paulo Bicalho.

As contas do exercício fiscal 2014 do Hospital de Base Luís Eduardo MagalhÃes, relativas à gestão do diretor-presidente da Fundação de Atenção à Saúde de Itabuna (Fasi), Paulo Bicalho, foram aprovadas pelo Tribunal de Contas dos Municípios (TCM). Os conselheiros seguiram o voto apresentado pelo relator, Fernando Vita.

TCM REJEITA CONTAS DO HOSPITAL DE BASE

Contas de 2010 da fundação mantenedora do Hblem foram rejeitadas.

O Tribunal de Contas dos Municípios (TCM) rejeitou as contas relativas ao exercício de 2010 da Fundação de Assistência à Saúde de Itabuna (Fase), entidade mantenedora do Hospital de Base Luís Eduardo Magalhães (Hblem), de Itabuna. O presidente da fundação à época, o professor Antônio da Silva Costa, Costinha, sofreu multa de R$ 25 mil pelas diversas irregularidades detectadas. As contas foram a julgamento nesta tarde de quarta-feira, 4, em Salvador.

De acordo com o relator do parecer, Paolo Marconi, houve déficit orçamentário de R$ 1.425.629,73 nas contas da fundação. Mas a pior das irregularidades, conforme o relator, foi a ausência de tramitação de 19 processos licitatórios, “no vultuoso montante de R$ 5.420.265,98”. A isso, somam-se 23 processos de dispensa ou inexigibilidade no valor de R$ 266.950,00, referente a contratação de médicos.

Diz ainda o parecer do TCM que “ficou comprovado também o descumprimento das exigências deste Tribunal, reincidência na existência de déficit orçamentário, sistema de controle interno deficiente, orçamento elaborado sem parâmetros legalmente exigidos, dentre outras irregularidades”. Costinha ainda pode recorrer da decisão do tribunal de contas.

CARA-A-CARA

Wenceslau: solução para o Hblem.

O vereador Wenceslau Júnior (PcdoB) acredita que está mais do que na hora de estado e município sentar à mesa para pôr os pingos nos “is” e acertar os ponteiros em relação ao Hospital de Base Luís Eduardo Magalhães (Hblem).

Wenceslau articula reunião com representantes da Sesab e da prefeitura para o próximo dia 23, na Câmara de Vereadores. A intenção é discutir questões como repasse de recursos e complementação financeira, por exemplo.

O vereador observa que o atraso no repasse ao Hblem neste início de ano era previsível (e, portanto, faltou planejamento da direção do hospital). A falta de ajustes de ambas as partes acabou por prejudicar os mais de 600 funcionários da unidade de saúde.

A não complementação financeira por parte do município, acordada em R$ 300 mil/mês, também complicou o final de ano, início de 2010. “Os dois lados devem se acertar, pois o Hblem é o maior hospital público do sul da Bahia e não pode parar”.

Wenceslau também articula para que os recursos repassados pelo Estado ao município, relativos à produção de dezembro, cheguem o mais rápido possível aos servidores do Hblem, evitando, assim, a paralisação prometida para esta quarta, 3, pelo Sindserv (confira nota abaixo).






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