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PF DEFLAGRA 30ª FASE DA OPERAÇÃO LAVA JATO

A Polícia Federal (PF) e a Receita Federal deflagraram nesta manhã os trabalhos da 30ª fase da Operação Lava Jato.

A Operação Vício tem a participação de cerca de 50 policiais federais e dez servidores da Receita, que cumprem 28 mandados de busca e apreensão, dois de prisão preventiva e nove de condução coercitiva nos estados do Rio de Janeiro e de São Paulo.

As investigações estão relacionadas ao esquema de corrupção e lavagem de ativos decorrentes de contratos firmados com a Petrobras. “Trata-se da apreciação de vários contratos e correspondentes repasses de valores não devidos entre empresas contratantes da Petrobras, funcionários da estatal e agentes públicos e políticos”, diz nota divulgada pela PF.

Três grupos de empresas são investigados por terem se utilizado de operadores e de contratos fictícios de prestação de serviços para repassar, principalmente, à Diretoria de Serviços e Engenharia e Diretoria de Abastecimento da estatal.

Aos investigados estão sendo atribuídos, entre outros, crimes de corrupção, organização criminosa e lavagem de ativos. Da Agência Brasil

PF DEFLAGRA NOVA FASE DA LAVA JATO

Fase foi batizada como "Operação Repescagem" (Foto Marcelo Camargo/Ag. Brasil).

Fase foi batizada como “Operação Repescagem” (Foto Marcelo Camargo/Ag. Brasil).

A Polícia Federal deflagra na manhã desta segunda-feira a Operação Repescagem. Estão sendo cumpridos seis mandados de busca e apreensão, um mandado de prisão preventiva e dois mandados de prisão temporária nas cidades de Brasília, Rio de Janeiro e Recife.

Os mandados foram expedidos pela 13ª Vara Federal de Curitiba em investigação de crimes de formação de quadrilha, lavagem de dinheiro e  corrupção passiva e ativa envolvendo verbas desviadas da Petrobras. Da Agência Brasil

PF CUMPRE MANDADOS EM SEIS ESTADOS

PF deflagra a Operação Recebedor, desdobramento da Lava Jato (Foto Arquivo).

PF deflagra a Operação Recebedor, desdobramento da Lava Jato (Foto Arquivo).

Agentes da Polícia Federal (PF) estão cumprindo hoje (26) mandados judiciais em seis estados e no Distrito Federal. Segundo nota da PF, a Operação Recebedor investiga desdobramentos de fatos apurados na Operação Lava Jato, com base em informações colhidas em acordo de leniência e delação premiada de um dos investigados. Ele forneceu documentos e provas testemunhais contra empresas e pessoas que também teriam participado do esquema criminoso.

A PF executa sete mandados de condução coercitiva (quando a pessoa é levada para prestar depoimento e depois liberada) e 44 mandados de busca, que estão sendo cumpridos simultaneamente nos estados do Paraná, Maranhão, Rio de Janeiro, de Minas Gerais, São Paulo, Goiás e no Distrito Federal. Membros do Ministério Público Federal em Goiás participam dos trabalhos.

De acordo com o texto, as buscas visam a colher provas do pagamento de propina para a construção das ferrovias Norte-Sul e Integração Leste-Oeste, bem como da prática de cartel e lavagem de dinheiro ilícito obtido por meio do superfaturamento de obras públicas.

Somente no estado de Goiás, foi detectado desvio de mais de R$ 630 milhões, considerando-se somente os trechos executados na construção da Ferrovia Norte-Sul. Da Agência Brasil

BAIANOS REPROVAM NOME DE NOVA FASE DA LAVA-JATO

acarajé-2-okA alegria e a tranquilidade do baiano são mundialmente conhecidas, mas não é recomendável profanar aquilo que o povo da boa terra considera sagrado: isso vale pros seus templos, seus terreiros e, não menos, para seu acarajé.

O bolinho de feijão tem na Bahia um status superior, tanto que é oferecido aos orixás. E é pecado gravíssimo menosprezá-lo, vulgarizá-lo ou profaná-lo. Até a Fifa, que tentou impedir a venda do quitute na Arena Fonte Nova durante a Copa de 2014, acabou tendo que baixar a bola. Mas a má-vontade da cartolagem irritou tanto os orixás, que a entidade máxima do futebol desmoronou após o mundial.

Agora, a Polícia Federal pisa em campo minado, ao batizar a 23ª fase da Operação Lava-Jato com o nome de “Acarajé”. O fato repercutiu mal entre muitos baianos e, nas redes sociais, há inúmeros protestos contra a escolha dos meganhas.

“Queremos que combatam a corrupção, mas exigimos que respeitem nossas tradições”, proclamou via WhatsApp um baiano, retado com a PF. O mesmo chegou a sugerir que o governador Rui Costa assine uma moção de repúdio contra a apropriação indébita do símbolo sacro-gastronômico.

Longe do tabuleiro da baiana, a Operação Lava-Jato vive um momento labiríntico e sofre questionamentos de setores da sociedade, principalmente no campo jurídico. Sem desconhecer a importância do combate a corrupção, as críticas miram possíveis abusos contra direitos fundamentais, como o uso da prisão preventiva para forçar delações.

A FASE – A 23ª fase da operação cumpre um total de 58 mandados no Rio de Janeiro, São Paulo e Salvador. São 38 de busca e apreensão, dois de prisão preventiva, seis de prisão temporária e cinco de condução coercitiva. Na capital baiana, agentes da PF visitaram a sede da Odebrecht e a casa de praia do marqueteiro João Santana, que é um dos alvos desta etapa da Lava-Jato.

CAIXA SORTEIA PRÊMIOS DE LOTERIAS EM ITABUNA

caminhão da sorte caixa

O Caminhão da Sorte, da Caixa Econômica Federal, estaciona hoje (20) na Praça Camacan, no centro de Itabuna, e fica até o próximo sábado (25).

No local, serão realizados todos os sorteios de loterias promovidos pela instituição, dentre elas Mega-Sena, Loto Fácil, Lotogol, Timemania e Federal.

ROBERTO CARLOS TERIA ESQUEMA DE FANTASMAS

Com o sugestivo nome  “Detalhes”, uma operação da Polícia Federal promove verdadeira devassa no gabinete do deputado estadual Roberto Carlos (PDT), na Assembleia Legislativa da Bahia. A ação, que envolve 60 homens, ocorre também nas cidades de Juazeiro, Uauá e Petrolina.

Segundo informações do site Bahia Notícias, a PF investiga o envolvimento do parlamentar em um esquema que utiliza funcionários fantasmas. São oito pessoas que receberiam valores mensais entre R$ 3 e R$ 8 mil, com a obrigação de transferir parte do dinheiro para contas do próprio Roberto Carlos, sua mulher e um de seus filhos.

Os agentes da PF cumprem 12 mandados de busca e apreensão expedidos pelo Tribunal Regional Federal da 1ª Região. A investigação apura os crimes de sonegação fiscal, formação de quadrilha e lavagem de dinheiro.






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