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:: ‘Fernando Gomes’

UBALDO, RENATO E FERNANDO

Renato Costa e Fernando Gomes eram inimigos políticos, mas, como se sabe em Itabuna e região, Gomes – ou “Cuma”, como é mais conhecido – saiu do DEM para o PMDB e, por intermédio de Geddel Vieira Lima, passou a apoiar a candidatura de Renato a deputado estadual.

Ubaldo Dantas, médico, ex-prefeito de Itabuna, hoje também no PMDB, é outro que fechou apoio a Renato e até participou de um corpo-a-corpo com o candidato na tarde desta sexta-feira, 1º, caminhando pelos bairros Conceição, Zizo e São Pedro.

Mérito para Renato o de ter conseguido atrair o apoio de dois nomes de peso da política itabunense. Ele só não conseguiu, porém, fazer Ubaldo e Cuma fumarem o cachimbo da paz. Os dois continuam nutrindo verdadeira repulsa entre si, mas, desde que lhe consigam uns votinhos, Renato não se importa com a birra dos aliados.

PSB DEFENDE VEREADOR E DIZ QUE FERNANDO NÃO PODE FALAR EM HONESTIDADE

Os professores Aurélio Macêdo e João Carlos Oliveira, da executiva itabunense do PSB, saíram em defesa do vereador Ricardo Bacelar e afirmam que o ex-prefeito Fernando Gomes é o menos indicado para falar sobre honestidade.

“Não dá para discutir honestidade com Fernando Gomes”, alfineta o professor João Carlos, numa clara alusão às dezenas de processos aos quais o ex-prefeito itabunense responde por irregularidades na aplicação do dinheiro público. “Nós hipotecamos solidariedade ao companheiro Bacelar”, frisou.

Nessa tarde, Fernando Gomes usou a sua emissora para falar de eleições 2010 e afirmou que a Câmara de Itabuna estava “na lama”. O alvo preferencial foi o vereador Ricardo Bacelar (PSB), que era apresentador do Alerta Total, na TV Cabrália, no período em que Gomes era prefeito de Itabuna (2005-2008).

João Carlos lembrou da campanha eleitoral para provocar Fernando. “Será que Geddel teria coragem de colocá-lo na tesouraria da campanha a governador?”, questiona com uma grande carga de maldade.

FERNANDO GOMES ALFINETA VEREADOR

O ex-prefeito de Itabuna, Fernando Gomes, esteve hoje no programa “Língua Afiada”, do radialista Val Cabral (Difusora AM) com o objetivo de vingar-se do vereador Ricardo Bacelar (PSB). Ex-apresentador do programa Alerta Total, da TV Cabrália, Bacelar sempre denunciava os desmandos da prefeitura de Itabuna no tempo em que esta era comandada por FG.

“Aquele menino que ficava o tempo todo dizendo que era um homem do povo, honesto e trabalhador, está envolvido em vários esquemas na Câmara”, disparou o ex-prefeito, sem dizer exatamente a quais esquemas se referia.

O Pimenta entrou em contato com o vereador e ele disse que não entraria no debate com FG. “Eu só falo depois da CEI”, cortou Bacelar, mencionando a Comissão Especial de Inquérito que apura irregularidades e desvios na Câmara. Antes de desligar o telefone, o vereador só acrescentou que abre mão de seus sigilos bancário e telefônico para quem quiser averiguar qualquer conversa suspeita ou ingresso indevido de numerário.

PSDB VERSUS PSDB

Marco Wense

“O PSDB precisa passar por um processo de renovação”. A declaração é de: a) um democrata insatisfeito com o tucanato. b) um petista moderado. c) um analista político. d) uma grande liderança tucana.

Quem marcou o “x”na última alternativa, a letra d, acertou. O desabafo foi do senador cearense Tasso Jeireissati. Tucanos próximos do também senador Sérgio Guerra, presidente nacional da legenda, consideraram a declaração intempestiva e inoportuna.

Depois da eleição, com a vitória da candidata Dilma Rousseff, a briga entre tucanos paulistas e mineiros vai ficar acirrada. O PSDB de São Paulo se queixa, com toda razão, que o PSDB de Minas faz corpo mole com a candidatura de Serra. O de Minas se defende dizendo que o “Dilmasia” é forte.  Ou seja, o voto casado em Dilma e Antonio Anastasia, candidato do tucanato ao governo do Estado.

É briga de cachorro grande. Ou melhor, de tucanos de bicos grandes e afiados. Tudo em nome da sobrevivência política.

FHC

Engraçado o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, quando diz que “sem uma oposição forte, o Brasil corre o risco de se transformar em uma democracia popular e Lula de adquirir o perfil de um caudilho”.

Ora, foi FHC, hoje marginalizado pela campanha do tucano José Serra, que, legislando em causa própria, quebrou a alternância do poder através de um projeto de emenda constitucional para permitir sua reeleição.

Na época, o noticiário político falava até em R$ 200 mil para cada voto congressista a favor da emenda da reeleição. E mais: no governo FHC, a oposição, tendo a frente o PT, ficou isolada. O Plano Real elegeu quase todos os candidatos ao governo dos Estados.

FHC não pode se queixar da “onda vermelha”.  Se Lula fosse caudilho, com o governo sendo aprovado por quase 90% dos brasileiros e a popularidade lá no céu, teria feito a mesma coisa do ex-presidente: mudaria a Constituição para se candidatar a uma re-reeleição.

PDT ITABUNENSE

O Partido Democrático Trabalhista de Itabuna, o PDT do saudoso Leonel de Moura Brizola, ferrenho defensor da educação como “prioridade das prioridades”, não existe para a Justiça Eleitoral.

O prazo da comissão provisória acabou. O comando estadual, tendo a frente o bom gaúcho Alexandre Brust, não está satisfeito com o rumo que o partido vem tomando na eleição de 2010.

Os ex-dirigentes do partido estão divididos em relação à sucessão estadual: a metade faz campanha para Paulo Souto e a outra para Geddel . A legenda integra a base política do prefeito Azevedo, que é do Partido Democratas (DEM).

O MESMO

Fernando pensa em voltar (Foto Arquivo).

O ex-prefeito Fernando Gomes (PMDB), um dos coordenadores da campanha do candidato Geddel Vieira Lima ao Palácio de Ondina, não muda mesmo. Continua o Fernando Gomes de sempre.

A última do ex-alcaide sobre seus adversários: “Capitão Fábio é laranja, Juçara Feitosa é a bruxa e Geraldo o ficha suja”. Fernando Gomes, de olho na sucessão do Capitão Azevedo, busca a polarização com o já prefeiturável Geraldo Simões (PT).

A eleição de 2012 vai ser marcada pela volta do duelo entre FG e GS. O fernandismo querendo comandar a prefeitura pela quinta vez e o geraldismo atrás do terceiro mandato para Geraldo Simões.

“DE VOLTA PRO ACONCHEGO”

AVE, CÉSAR!Fernando manda e Azevedo obedece (Foto Fábio Roberto / Pimenta)

Assim como na parábola do filho pródigo, o prefeito de Itabuna voltou ontem para os braços de seu pai político, o ex-prefeito de Itabuna, Fernando Gomes. Ambos estavam juntinhos, no palco da Usemi, ao lado do senador César Borges (PR), candidato de FG e, conforme anunciado há poucos dias, também de Azevedo.

O prefeito intimou os cargos de confiança do governo a comparecer ao evento, mas apenas os secretários acudiram em peso (exceção do titular da Educação, Gustavo Lisboa). Funcionários do segundo escalão pra baixo, pouquíssimos. Dava para contar nos dedos ou, na definição irretocável do nosso repórter, “não dava pra encher uma Kombi”.

César Borges, decepcionado, coçava a cabeça a todo momento, talvez imaginando que poderia estar em lugar de melhor custo-benefício eleitoral. Fernando Gomes também deve ter ficado na maior decepção com sua cria política (“que militar é esse que não comanda a própria tropa?”).

Longe dali, outros decepcionados. O ex-secretário de Assuntos Governamentais e Comunicação, Josias Miguel, marqueteiro da campanha de Azevedo, era um deles. Acredita que o apoio de Azevedo a César foi uma imposição de Fernando, talvez a primeira de uma série.

Na presente campanha política, Azevedo rodou que nem peru tonto, manifestou apoio a candidatos de A a Z e criou expectativas como se estivesse fazendo bolinhas de sabão. O que ninguém sabia é que era apenas brincadeira. Apoio sério mesmo, só com a autorização do “pai”.

UNIVERSO PARALELO

PREPOSIÇÃO PERIGOSA E IMPREVISÍVEL

Ousarme Citoaian

A julgar pelo que vejo, a preposição “de” (apesar de sua aparente inocência) é traiçoeira, perigosa, imprevisível: quando menos esperamos, ela se mete onde não é chamada; outras vezes, contamos com sua presença, e ela, caprichosamente, nos dá as costas e escafede-se pelo lado da página. Há dias, respeitável jornal publicou a notícia, claramente contaminada pela inoportuna preposição (que, nestes casos, seria melhor batizada como “penduricalho”): “Em Buenos Aires, o presidente Lula afirmou de que pretende fortalecer o Mercosul”. E aviso aos sem graça que isto nada tem a ver com o preconceituoso “analfabetismo” presidencial, mas a erro do veículo que publicou a nota .

ATRIZ PERDE OPORTUNIDADE DE USAR O “DE”

A relação entre os verbos afirmar, negar, garantir, dizer, destacar, salientar e outros é como a convivência de Geraldo Simões e Fernando Gomes: não comem na mesma mesa, não amarram o burro juntos. Políticos assim são ditos inimigos figadais; no caso dos verbos, os filólogos os chamam transitivos diretos. “Quem afirma, nega, garante, diz, destaca, salienta – afirma, nega etc. alguma coisa” – ensina a gramática. Zero de preposição. Logo, no caso citado, seria sensato guardar o “de” para o momento oportuno. Já uma jovem atriz de tevê que, numa entrevista, disse “Entre as coisas que mais gosto…” perdeu a oportunidade de usar adequadamente nosso simpático “de”.

ERRAR NOME DE PESSOAS É GROSSERIA

A coisa piora quando se trata não apenas da construção da frase, mas de nomes próprios. Nomear erradamente as pessoas, sobretudo em ocasiões solenes, ultrapassa o erro, chega à grosseria. Os políticos acima referidos têm seus nomes frequentemente trocados nos jornais: Fernando é Gomes Oliveira; Geraldo é Simões de Oliveira. E, até onde nos é dado saber, não os une laço de parentesco. Nem preposição. Querem um caso recente? Pois saibam que vários blogs, jornais e emissoras de rádio (não conferi as tevês) noticiaram a morte do jornalista Nelito Nunes de Carvalho. Notícia inverídica: quem morreu (morte que este colunista muito pranteou) foi Nelito Nunes Carvalho.

JORNALISTA FAMOSO TAMBÉM FOI VÍTIMA

Ilustres jornalista brasileiro, o acadêmico Murilo Melo Filho (foto), teve, em Ilhéus, seu nome agredido num artigo de jornal: Murilo de Melo Filho; o professor Dorival de Freitas, que não faz mal a ninguém, volta e meia é “xingado” de Dorival Freitas; em recente debate na tevê, o candidato Plínio de Arruda Sampaio teve o  nome mutilado: Ricardo  Boechat tirou-lhe, impunemente, o “de”; José Haroldo Castro Vieira, lendário dirigente da Ceplac, tem sido dito de Castro (a placa no principal pavilhão da Uesc teve o “de” arrancado à última hora – mas guardou os sinais da correção apressada); por fim, outra placa, ao lado da mencionada, diz que ali é a Universidade Estadual Santa Cruz! Erro de palmatória, já se vê.

JOÃO SALDANHA, OUTRA VEZ, NAS LIVRARIAS

Personagem freqüente na árida literatura do futebol, o jornalista, ativista político e treinador João Alves Jobim Saldanha (1917-1990), está de volta às livrarias. À imensa bibliografia (nos limites da aridez  referida) sobre esse homem que entrou para o folclore nacional junta-se agora Quem derrubou João Saldanha? – livro do jornalista Carlos Ferreira Vilarinho. Antes (sem intenção de citar todas) houve livros de João Máximo (Sobre nuvens de fantasia), Eduardo Manhães (João Sem Medo), Raul Millet Filho (Vida que segue) e André Iki Siqueira (Uma vida em jogo, aqui comentado). E o próprio Saldanha, além de artigos e crônicas, publicou títulos que reforçam seu mito pessoal, entre eles um clássico: Os subterrâneos do futebol.

AO LADO DE EDUARDO GALEANO E MÁRIO FILHO

A Abril.com “escalou” onze livros fundamentais sobre esportes, com Os subterrâneos… em segundo lugar. Eis, para a satisfação de eventual curiosidade, a lista: 1) O negro no futebol brasileiro (Mário Filho), 2) Os subterrâneos do futebol (João Saldanha), 3) Estrela solitária: um brasileiro chamado Garrincha (Ruy Castro), 4) Futebol, ao sol e à sombra (Eduardo Galeano), 5) Michael Jordan: a história de um campeão e o mundo que ele criou (David Halberstam), 6) Como eles roubaram o jogo (David A. Yallop), 7) A Luta (Norman Mailer), 8 ) Fio de Esperança: biografia de Telê Santana (André Ribeiro), 9) Maracanã: meio século de paixão (João Máximo), 10) À sombra das chuteiras imortais (Nelson Rodrigues) e 11) A ginga e o jogo (Armando Nogueira, na foto).

“FOI DERRUBADO PELA DITADURA MILITAR”

Quem derrubou… vai fundo numa questão muito polêmica: o motivo da saída de Saldanha da seleção brasileira. “Foi derrubado pela ditadura militar”, afirma Ferreira Vilarinho (foto), acrescentando que a decisão de derrubá-lo vinha desde que ele classificara o Brasil para a Copa do Mundo.  As razões de governo são transparentes: Saldanha – figura popular e de invejável retrospecto nas eliminatórias – “não servia mais à ditadura”. Aí, veio o assassinato do amigo Marighela pelo Exército (ambos eram do PCB) e Saldanha virou bicho. Na Europa, lhe perguntaram sobre a situação política do Brasil e ele abriu o jogo (novembro de 1969): prisões, tortura e assassinato de presos políticos. Precisava ser demitido com urgência.

O TREINADOR COM O DESTINO TRAÇADO

Saldanha (foto), na visão do autor de Quem derrubou…, “era uma figura nacional, adorado pelo povo e respeitado internacionalmente, mas tinha, desde aquela data, o destino traçado – e sabia disso. Em janeiro de 1970, no México, para acompanhar o sorteio das chaves, ele encontrou Didi (seu jogador no Botafogo, campeão de 1957) e disse que “provavelmente, não duraria muito tempo na seleção”. Em março, dia 3, numa entrevista de rádio em Porto Alegre, sobre o famoso caso Dario-Médici, ele entornou o caldo: “Nem eu escalo ministério nem o presidente escala time. Então, está vendo que nós nos entendemos muito bem”. Apenas 12 dias depois dessa resposta “impertinente” foi demitido (ou, como disse Havelange, “dissolvido”).

NÓ NA LÍNGUA E FALTA DE ORGULHO

O brasileiro sofre de uma espécie de complexo de inferioridade em relação aos americanos e à língua inglesa que, de tão antigo, parece eterno. As siglas dão bem a nota desse servilismo, de tal maneira que, há poucos dias, na Globo – durante a transmissão de um jogo de vôlei, creio – o locutor pronunciou NBA (ene-bê-á) eu   estranhei. O normal, para nossa mídia contaminada por esse complexo, é ene-bi-êi, da mesma forma que se diz éfe-bi-ai para a  agência de investigações FBI (que a sensatez manda pronunciar éfe-bê-i, ou, talvez, fê-bê-i). É claro que gente sem orgulho de suas tradições culturais prefere dar um nó na língua e dizer éfe-bi-ai. É mais chique.

DIANA É UM NOME LINDO DE DEUSA

Essa subserviência atingiu também os nomes próprios, a julgar pelas tantas Daianas e Daiannes (assim, com dois nês) que pululam no noticiário. Temos tais nomes em gente famosa (uma atleta e uma envolvida no crime com o goleiro Bruno) e também as anônimas e sofredoras que engrossam a listagem de pacientes do SUS. A matriz disso, todos sabem, está numa certa princesa Diana, que a mídia mal informada apelidou de Daiana. O público seguiu esse caminho tortuoso, criando estranha inflação de Daianas: estamos em risco iminente de tropeçar nelas, de variados tipos, tamanhos e cores, em qualquer rua de qualquer cidade; quanto à Diana de origem, lindo nome de deusa, não há uma, nem pra remédio.

A FRANÇA TEVE UM REI SANTIFICADO

Reis, rainhas, imperadores e que tais (muito ao nosso gosto de plebeus) têm os nomes traduzidos. Quem foi o rei e a rainha guilhotinados na Revolução Francesa? Todo mundo acertou: Luís XVI e Maria Antonieta. Só um rematado pernóstico os chamaria de Louis XVI e Marie-Antoinette (no retrato clássico de Elisabeth Vigée-Le Brun, dez anos antes da guilhotina). A França é cheia de Luíses reis, e um deles, o número IX, é o São Luís dos católicos. Pelo comportamento da mídia que inventou Daiana, ele seria tratado como Saint Louis, para desespero de D. Mauro Montagnolli, que fala português. Dia desses, ao revisar um texto, topei com um pintor italiano chamado Michelangelo. Mudei, com urgência urgentíssima, o nome para Miguel Ângelo. Comme il fault.

UMA “TRADUÇÃO” SEM GROSSERIAS

O canadense Paul Anka (foto) lançou Diana em 1957 e a canção se tornou uma das mais vendidas do mundo.  A letra, como soe acontecer na canção americana, tem lá suas bobagens. Logo de saída, uma agressão, com “Eu sou jovem e você é velha/ Isto, minha querida, eu já lhe disse” (I’m so young and you’re so old/ This, my darling, I’ve been told), grosseria que o paulista Fred Jorge (1924-1994), autor da versão em português, jamais se permitiria repetir. Valendo-se apenas da melodia, ele trocou essa pedrada na testa por “Não te esqueças, meu amor/ Que quem mais te amou fui eu”. Ficou uma “cantada” bastante aceitável.
</span><strong><span style=”color: #ffffff;”> </span></strong></div> <h3 style=”padding: 6px; background-color: #0099ff;”><span style=”color: #ffffff;”>E FRED JORGE CRIOU CELLY CAMPELLO!</span></h3> <div style=”padding: 6px; background-color: #0099ff;”><span style=”color: #ffffff;”>No auge do sucesso, em 1965, a música teve uma versão no Brasil, gravada por Agnaldo Timóteo. Como costuma ocorrer com as

CONTRA O “MACAQUISMO” BRASILEIRO

O brasileiro Carlos Gonzaga (foto), nascido em Paraisópolis/MG, da geração Jovem Guarda, ajudou no êxito mundial, pois sua gravação de Diana (nunca Daiana!) vendeu feito pipoca nas nações de língua portuguesa e espanhola. Com a ajuda luxuosa de Fred Jorge, reafirmou que os ianques são maus letristas e lançou um grito contra o “macaquismo” hodierno, que chama Diana de Daiana. Clique.
(O.C.)

É MELHOR PREVENIR…

O ex-prefeito Fernando Gomes, raposa velha, andou repassando alguns conselhos para a sua criatura política, o prefeito Capitão Azevedo (DEM).

Para Cuma, “Zevedim” poderia ter evitado o desgaste que teve, com repercussão nacional, se tivesse afastado do seu gabinete a secretária particular Suzana Andrade, acusado de matar o marido, Alex Santos.

Suzana, como se sabe, foi presa na segunda-feira, 23, na antessala de Azevedo, após nove meses de investigações da polícia.

SUCESSÃO ESTADUAL

Marco Wense

OS CONCORRENTES: Souto, Wagner e Geddel (Foto Google).

Paulo Souto e Geddel Vieira Lima, respectivamente candidatos ao governo da Bahia pelo DEM e PMDB, tem a mesma opinião em relação ao horário eleitoral que começa no próximo dia 17.

O ex-governador e o ex-ministro acham que vão crescer nas pesquisas de intenção de voto com o início da propaganda no rádio e na TV. Geddel diz que vai se aproximar de Souto, que, por sua vez, diz que vai se afastar mais ainda do peemedebista.

As últimas consultas populares, incluindo a do instituto Datafolha, apontam o candidato do PT, Jaques Wagner (reeleição), na dianteira. E mais: seria reeleito logo no primeiro round.

A turma de Wagner também acha que o ex-ministro das Relações Institucionais do governo Lula, que passou incólume pelo escândalo do mensalão, vai crescer nas pesquisas.

Como é improvável que Wagner, em um eventual segundo turno, fique de fora da disputa pelo Palácio de Ondina, a briga entre Souto e Geddel promete muitas emoções e, quem sabe, a depender do andar da carruagem, uma troca de farpas.

Souto versus Geddel. A expectativa fica por conta de quem vai dar a primeira alfinetada no esperado horário eleitoral.

DOBRADINHAS

O já descrente eleitor fica sobressaltado com as tais das “dobradinhas” que aparecem em época eleitoreira e, depois, como num passe de mágica, desaparecem para sempre.

Aliás, a “dobradinha” mais esperta da eleição de 2010 é, sem dúvida, a que Geraldo Simões fez com Ângela Souza (PSC).  A deputada, que busca sua reeleição para o Parlamento estadual, vai apoiar o petista em Ilhéus.

O petista, no entanto, além de não pedir um só voto para Ângela no seu principal reduto, que é Itabuna, não faz nenhum esforço para que geraldistas ilheenses votem na candidata evangélica.

É a dobradinha do “toma-lá” sem o “dá-cá”. Da ingenuidade enfrentando a esperteza.

FERNANDO GOMES

Se não fosse José Serra, a chapa completa do ex-prefeito Fernando Gomes seria a mesma de Geddel, candidato ao governo da Bahia pelo Partido do Movimento Democrático Brasileiro, o pragmático PMDB.

O ex-prefeito de Itabuna e o ex-ministro da Integração Nacional vão votar em Renato Costa (deputado estadual), Lúcio Vieira Lima (federal), os dois senadores da chapa majoritária e o próprio Geddel para o cobiçado Palácio de Ondina.

O voto diferente fica por conta da sucessão presidencial, já que Geddel vota na petista Dilma Rousseff e Fernando Gomes no tucano José Serra.

Marco Wense é articulista do Diário Bahia.

EDSON ACREDITA EM REGISTRO DE CANDIDATURA E DIZ QUE ANDOU EM “MÁS COMPANHIAS”

Edson Dantas (PSB) disse estar convencido de que não terá dificuldades para obter o registro da sua candidatura a deputado federal. O nome do ex-presidente da Câmara de Itabuna consta na lista dos impugnados pela Procuradoria Regional Eleitoral (PRE), por ter suas contas dos exercícios de 2007 e 2008 reprovadas pelo Tribunal de Contas dos Municípios (TCM), além de não ter apresentado comprovação de pagamento de multas.

Edson afirma que a reprovação se deu por fatores como o realinhamento de salário dos vereadores em 6%, quando o TCM entendeu que o percentual deveria ser de 4%. O “realinhamento à inflação” do período, disse, se deu por ato da Casa e não por determinação do presidente.

Segundo ele, não havia entendimento de que, além do pagamento de multa, teria de comprovar a quitação. O cochilo jurídico, porém, lhe rendeu dor de cabeça.

Ainda ontem, quando recebeu o apoio eleitoral do vereador Ricardo Bacelar, Edson também lamentou as más companhias do período em que foi presidente da Câmara. Perguntado pelo repórter Fábio Luciano, ele apenas disse que estas companhias eram “pessoas notoriamente tidas como aquelas com problemas com a corrupção, como o ex-prefeito Fernando Gomes”.

– É um exemplo de pessoa que tem 60 e tantos processos, por não prestar contas de dinheiro de convênio, fraude em licitação… Então, a má companhia não é algo bom. Estou citando apenas um exemplo, mas tem vários. Espero que a população compreenda, pois conhece o meu passado.

PATRULHAMENTO

Marco Wense

(foto Duda Lessa)

O vereador de Itabuna, Claudevane Leite (Vane), nunca teve um bom relacionamento político com o seu partido, o PT do ex-prefeito Geraldo Simões e da professora Miralva Moitinho.

Alguns petistas, só para citar um exemplo bem recente, não gostaram da declaração do edil sobre o governo do Capitão Azevedo, quando Vane disse que “o governo está acertando os passos”.

É esse patrulhamento idiota, essa tentativa de enquadrá-lo de acordo com os interesses de quem se considera dono da legenda, que provoca o distanciamento do vereador com o Partido dos Trabalhadores.

É bom lembrar, até mesmo por uma questão de justiça, que Vane é um bom parlamentar, digno da Casa Legislativa. Não anda participando de conchavos políticos, de politicagem e, muito menos, de coisa suja.

MALAS

A expressão “arruma a mala aí”, que marcou a disputa pela prefeitura de Itabuna entre Fernando Gomes e Geraldo Simões, também esteve presente na carta do então prefeito Ubaldino Brandão para Gileno Amado.

Na íntegra, para o caro leitor, os dois últimos parágrafos da missiva, escrita em 30 de setembro de 1950.

“Por isto eu lhe aconselho me deixar em paz, senão outras verdades surgirão. Arrume as suas malas e vá-se embora daqui, porque você, como chefe político, em Itabuna, morreu”.

“Quanto ao mais, que o povo itabunense julgue a mim e a você e veja qual de nós é o melhor para ele e qual dentre nós dois tem sido mais útil”.

AUGUSTO CASTRO

Correligionários de Augusto Castro, candidato a deputado estadual pelo PSDB, estão eufóricos com o sucesso eleitoral do tucano. Acreditam em uma votação, aqui em Itabuna, acima dos oito mil votos.

Pesquisas de intenção de voto, segundo pessoas próximas do candidato, já apontam Augusto na quarta posição, atrás de Renato Costa (PMDB), Coronel Santana (PTN) e do Capitão Fábio (PRP).

Marco Wense é articulista do Diário Bahia.

O SCRIPT É O MESMO

É da França a multinacional de saneamento que atenta o Governo Azevedo para retirar da gaveta a proposta de privatização da Empresa Municipal de Água e Saneamento (Emasa).

Script nada original, aliás.

Nos idos de 1998, Fernando Gomes, prefeito à época, cedeu aos encantos da francesa Lyonnaise des Eaux. A privatização não ocorreu porque a sociedade reagiu e o edital “deu na pinta”.

PREFEITURÁVEL

Marco Wense

Fernando: retorno (Arquivo).

O ex-prefeito Fernando Gomes é um, digamos, prefeiturável “condicional”. Ou seja, é pré-candidato na sucessão de 2012 se Geddel Vieira Lima for o próximo morador do Palácio de Ondina.

Fernando, que já governou Itabuna por quatro vezes, acha que a eleição para o governo da Bahia será decidida no segundo turno, entre o petista Jaques Wagner e o peemedebista Geddel.

E por falar em sucessão municipal, procura-se um candidato que não tenha nenhum vínculo com o fernandismo, geraldismo e o azevismo.

RENATO COSTA

Já disse aqui que o bom médico Renato Costa, ex-aliado de Geraldo Simões, não poderia descartar o apoio de Fernando Gomes na sua caminhada rumo ao Parlamento estadual.

A votação de Renato em Itabuna sempre girou em torno de 9 a 12 mil votos. O empresário Carlinhos (da Bavil), histórico fernandista, acha que Renato, com o apoio do ex-prefeito, pode ultrapassar os vinte mil votos.

Entre o inevitável constrangimento e os votos do fernandismo, Renato Costa não teve outra saída que não fosse a de não contrariar Geddel, responsável direto pela inusitada e surpreendente reaproximação política.

PT VERSUS PSDB

Os petistas começam a espalhar que José Serra, se for vitorioso na eleição para presidente da República, vai acabar com o programa Bolsa Família. Os tucanos, por sua vez, espalham que Dilma, se eleita, ficará refém da ala radical do PT.

Nem uma coisa, nem outra. Serra não vai acabar com o Bolsa Família. Vai até, pensando na reeleição e de olho no cativo eleitorado do presidente Lula, ampliá-lo. Já os radicais do PT, como se diz na gíria, vão “comer tampado” com Dilma Rousseff.

Marco Wense é articulista do Diário Bahia.

FG CULPA EX-GOVERNADOR POR TEATRO INACABADO

Depois que caiu nos braços do ex-ministro Geddel Vieira Lima, candidato ao governo baiano, o ex-prefeito Fernando Gomes, de Itabuna, danou a fazer críticas ao ex-aliado Paulo Souto.

A última dele é que Souto foi malvado com Itabuna ao paralisar as obras do Centro de Convenções e do Teatro Municipal. Diz que o governo de Souto tinha R$ 85 milhões em caixa e dava para concluir a obra.

O fato teria afastado os dois, politicamente. Fernando ameaça retomar o terreno doado para as duas obras, pois, passados quatro anos, o CC e o teatro não foram concluídos.

É a política. E o “teatro” eleitoral.

TRILHA PARA FG

O prefeito Fernando Gomes esteve nesta tarde na sede do DEM de Itabuna para “prestigiar” a presidenta Maria Alice Pereira. É da sede do Democratas que a dirigente apresenta o seu programa diário na rádio Difusora, sempre às tardes.

Fernando deu um “alô” pra tchurma e se pôs a criticar Dunga e o “cabeçudo” Felipe Melo, da Seleção Brasileira. Logo após, Maria Alice pediu à técnica para soltar duas musiquinhas: Meu Grito, com Agnaldo Timóteo, e Cartas na Mesa, com Moacyr Franco.

As letras das suas músicas têm a ver com a relação meio conturbada de criador e criatura. As letras falam de verdades e necessidade de “voltar”. Ou de perder… “calado”. Talvez seja um recadinho para Fernando, que preferiu deixar o DEM e filiar-se ao PMDB, a contragosto de Merilaice.

A ida de FG ao DEM foi para tentar desfazer mal-entendidos depois de afirmar que fecharia o DEM quando bem entendesse. Maria Alice chiou em público e disse que o partido hoje em Itabuna tem prefeito, vereador e uma boa quantidade de filiados. Fernando entendeu a estocada e foi massagear o ego da dirigente.

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DEM ITABUNENSE REAGE A DECLARAÇÕES DE FG

O diretório local do DEM reagiu mal à participação de Fernando Gomes no programa de Reginaldo Silva, na TVI. O ex-prefeito, hoje filiado ao PMDB, disse ao apresentador que fecha o diretório do Democratas em Itabuna quando quiser e que a presidenta do partido, Maria Alice Pereira, ficou no DEM porque ele quis.

Maria Alice conversou com o Pimenta. “Não sou mandada por ninguém. Jamais vou querer usar cabresto”, afirmou. Mais cedo, ela usou o seu programa na Difusora AM, que pertence a Fernando, para responder ao amigo e ex-aliado político.

Ainda afirmou a este blog ter a certeza de que o PMDB, ao qual FG se filiou, apoiará o DEM no segundo turno para governador da Bahia. Maria Alice participará do programa Patrulha Geral, na rádio Nacional, apresentado por Fábio Roberto.

Na entrevista que concedeu à TVI, ontem, Fernando ainda acionou a sua metralhadora contra o prefeito Capitão Azevedo. Disse que ele não teria sido “macho” na liberação da obra da avenida Amélia Amado e, por isso, o projeto demorou a sair do papel.

FG COM GEDDEL E SERRA

É claro que ninguém esperava ver Fernando Gomes se tornando um eleitor de Dilma Rousseff, mas foi interessante ouvir o ex-prefeito de Itabuna expressar claramente suas preferências para as eleições que se aproximam. Ao jornalista Ederivaldo Benedito, na Rádio Nacional, FG afirmou que está com Geddel (PMDB) para governador da Bahia, mas não abre mão do voto em José Serra (PSDB) para presidente.

O ex-prefeito de Itabuna, que vem de recente desembarque do DEM, filiou-se nesta terça-feira ao PMDB. Segundo observadores do cenário político, ele não está isolado entre os peemedebistas na opção nacional pelos tucanos. Muita gente já percebeu que o gedellista típico vota em Serra, não em Dilma.

E AZEVEDO NÃO FOI

O prefeito Capitão Azevedo (DEM) foi a ausência sentida no ato de filiação do ex-deputado e ex-prefeito Fernando Gomes ao PMDB. O Pimenta havia antecipado que o prefeito itabunense não participaria da festinha do seu criador (relembre).

O ato reuniu a cúpula peemedebista baiana no Grapiúna Tênis Clube, há pouco. Sem a antiga trupe ao seu lado, FG não conseguiu levar muita gente ao evento.

O presidente estadual do PMDB, Lúcio Vieira Lima, lamentou a ausência de Azevedo, mas preferiu jogar a culpa para quem organizou o evento, o diretório local do partido. Mas nutria esperança de que o prefeito compareceria à festa reservada na mansão de FG, onde degustariam um suculento churrasco. (A ‘comilança’ acabou rolando numa churrascaria.)

AZEVEDO NÃO VAI À FESTA DE FG

Não se sabe se o prefeito de Itabuna sustentará a marra até o fim, mas a amigos ele confidenciou que não iria à festa organizada pelo PMDB para receber seu novo membro, Fernando Gomes, antecessor de Azevedo no cargo e seu provável futuro adversário.

Azevedo também teria afirmado que não aprecia a exploração política que o PMDB está fazendo com o anúncio da obra da Amélia Amado. A ordem de serviço está sendo assinada nesta terça-feira, 29, e há forte disputa entre o governo municipal e os peemedebistas para ver quem protagoniza o evento.

Por enquanto, o PMDB está na dianteira.

OS SINAIS DE AZEVEDO

O prefeito de Itabuna, Capitão Azevedo, deu hoje um sinal claro de que não apoiará o peemedebista Geddel Vieira Lima, candidato à governador pelo PMDB. Geddel, ex-ministro da Integração Nacional, estará na cidade nesta terça-feira, 29, na assinatura da ordem de serviço para as obras de revitalização da Avenida Amélia Amado. O ministério, na época em que o hoje candidato peemedebista o comandava, liberou quase R$ 13 milhões para o projeto.

Ocorre que a presença do ex-ministro em terras grapiúnas é solenemente ignorada no material informativo distribuído pela Prefeitura, que optou formalmente pela menção ao ministro João Santana, também baiano, que sucedeu Geddel na Integração Nacional.

Outro que não é lembrado pela Prefeitura é o ex-prefeito de Itabuna, Fernando Gomes, que aproveita a assinatura da ordem de serviço para faturar com a obra. Tanto que FG foi para o rádio convidar a população para o evento e aproveitará esta terça-feira para assinar sua ficha de filiação ao PMDB. Azevedo, percebendo a “sabedoria”, não quer dar Ibope nem a Geddel nem ao ex-prefeito.






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