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:: ‘Fernando Gomes’

FERNANDO GOMES E EX-SECRETÁRIO DE SAÚDE PROCESSADOS POR IMPROBIDADE ADMINISTRATIVA

Fernando Gomes e Jesuíno Oliveira: improbidade.

O ex-prefeito de Itabuna, Fernando Gomes Oliveira, e o ex-secretário de Saúde ,Jesuíno de Souza Oliveira, foram acionados na Justiça Federal de Itabuna por terem causado um prejuízo no valor atualizado de R$ 344,5 mil aos cofres públicos. As irregularidades foram apontadas pelo relatório da Tomada de Contas Especial do Tribunal de Contas da União (TCU), recebida pela procuradoria de Ilhéus do Ministério Público Federal.

O ex-gestor realizou um convênio com o Fundo Nacional de Saúde (FNS) a fim de ter apoio técnico financeiro para a aquisição de equipamento e material permanente, visando ao fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS). Para a execução do convênio, que vigorou entre os anos de 2005 e 2007, foram destinados R$ 542,8 mil, sendo R$ 517 mil do FNS e R$ 25,8 mil como contrapartida municipal.

No entanto, no fim do contrato, a prestação de contas dos recursos transferidos pelo FNS não foi aprovada. Além disso, houve despesas após o término do prazo de execução do convênio e aquisição de aparelho não previsto no plano de trabalho aprovado. O prejuízo ao erário e ao município está no fato de, em vez de serem adquiridos três aparelhos de anestesia, que totalizariam o valor de R$ 107,2 mil, foi adquirido apenas um, ao custo de R$ 162 mil.

FERNANDO CALDAS É DEMITIDO DA FICC APÓS ARTIGO COM CRÍTICA A POLÍTICOS

CALDAS IDEALIZOU CINE TEATRO JORGE AMADO

Fernando foi demitido da FICC.

O cantor e professor de filosofia Fernando Caldas foi demitido da área de projetos da Fundação Itabunense de Cultura e Cidadania (FICC). A ordem para a demissão, de acordo com fontes, partiu do prefeito Capitão Azevedo (DEM).

A fundação é mantida com recursos municipais e administrada por Sandra Ramalho, esposa do vereador afastado Roberto de Souza (PR).

A demissão ocorre menos de quatro dias depois do artista ter feito críticas e dizer que não precisava de Azevedo e dos ex-prefeitos Fernando Gomes e Geraldo Simões em artigo escrito no PIMENTA. O artista defendia a construção do Cineteatro Jorge Amado no antigo Cine Itabuna, no centro da cidade.

Há mais de uma semana, o prefeito anunciou que o município havia desistido do projeto (relembre aqui). Fernando Caldas então fez artigo lamentando a desistência (confira o conteúdo, na íntegra, aqui).

Azevedo ordena demissão de diretor de projetos.

Numa conversa com este blog, no domingo, 29, Caldas informava que empresas como Vale do Rio Doce e Santander tinham interesse no projeto.

O investimento para aproveitar a estrutura do antigo Cine Itabuna e transformá-lo  no Cine Teatro Jorge Amado é estimado em R$ 500 mil. O espaço seria dotado de 800 lugares, apto a receber também peças de teatro. O prefeito desistiu da ideia e preferiu demitir o artista e idealizador do projeto.

“O preço que pago é ser pobre. Mas que milhão pode comprar a liberdade? Nenhum! Vamos seguir sonhando verdores, se eles virão ou não, que importa ao sonhador?”, perguntava Caldas no artigo. Desceu quadrado para o Capitão Azevedo.

AOS VEREADORES, O EXEMPLO QUE VEM DE IPIAÚ

Deraldino: ficha-limpa.

Os vereadores de Itabuna estão para julgar contas do ex-prefeitos Geraldo Simões e Fernando Gomes e do atual, Capitão Azevedo (DEM). E vem lá de Ipiaú, também no sul da Bahia, um exemplo do que e como fazer. Em setembro do ano passado, a Câmara votou as contas do prefeito Deraldino Araújo. Rejeitou-as, apesar do Tribunal de Contas dos Municípios (TCM) emitir parecer pela aprovação. Pior que isso, não permitiu defesa ao prefeito Deraldino Araújo.

O caso foi parar na Justiça. Deraldino ganhou o primeiro round, na Justiça local. E venceu o segundo, também. Os vereadores recorreram ao Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) para tentar derrubar a decisão em primeira instância. E, novamente, o Judiciário decidiu favoravelmente ao prefeito. A decisão favorável a Deraldino foi do presidente do TJ-BA, Mário Alberto Hirs.

Moral da história: na sede de impedir Deraldino de disputar a reeleição – ou, no mínimo, atrapalhá-lo politicamente -, os vereadores esqueceram do básico, o direito à defesa.

A ORDEM DAS CONTAS

O prefeito de Itabuna tem sobre o próprio pescoço uma espada afiada, que é a votação de suas contas referentes ao exercício de 2009. O TCM já reprovou a gestão financeira do município e agora é a Câmara de Vereadores que deverá julgar o parecer do tribunal. Em caso de confirmação do mesmo, Azevedo poderá ficar fora da disputa sucessória.

A favor do prefeito, o fator tempo. A Câmara terá que correr, pois há outros pareceres do TCM a serem apreciados, sobre as contas  dos ex-prefeitos Geraldo Simões e Fernando Gomes. Segundo um experiente vereador, o Regimento determina que a votação obedeça a ordem cronológica. Ou seja, as contas mais antigas devem ser analisadas primeiro.

“Se formos muito rápidos, conseguiremos votar as contas do atual prefeito no mês de julho”, diz o vereador. Segundo ele, na próxima semana é possível que seja publicado o edital para a votação das contas de Geraldo, a primeira da fila.

MUDANDO DE LADO

Da Coluna Tempo Presente | A Tarde

Algo mudou em Itabuna. A Rádio Difusora, que sempre bateu em Geraldo Simões, hoje deputado federal, duas vezes prefeito, de repente mudou. Não mais fala mal e ainda abre espaço para entrevistas com o dito.

Pertencia ao ex-prefeito Fernando Gomes, arqui-inimigo de Geraldo.

A razão da mudança é elementar: mudou de dono. E adivinhe quem comprou? Geraldo.

Explicação do próprio:

– Eu levei 30 anos apanhando…

Geraldo negociou diretamente com o próprio Fernando, que hoje está morando em Conquista, onde é tido como ‘o mais rico’.

PELA BEIRADA

Marco Wense 

Fernando Gomes vai continuar dizendo que não será, em hipótese nenhuma, candidato a prefeito de Itabuna. Pessoas bem próximas do ex-alcaide murmuram que não é bem assim.

Os órfãos renitentes do fernandismo apostam que Fernando Gomes muda de ideia se o cenário ficar favorável.

“Tem que acontecer quatro coisas: a inelegibilidade do prefeito Azevedo, candidatura própria do PCdoB, apoio total do PMDB e uma boa colocação nas pesquisas”, diz um entusiasmado defensor da candidatura de FG.

MINA DE OURO

A ordem no staff político do governo Azevedo é explorar o acontecimento mais inusitado da sucessão de 2012: a aliança entre os ex-prefeitos Fernando Gomes e Geraldo Simões.

Os azevistas acham que a inesperada aproximação entre FG e GS vai prejudicar a campanha da ex-primeira dama e pré-candidata Juçara Feitosa. O tiro vai sair pela culatra.

Já tem gente até dizendo que Fernando Gomes já conhece a casa de praia de Geraldo. Um irritado ex-fernandista chega a dizer que uma foto com Geraldo, Fernando e Juçara vale uma boa grana.

Pois é. Coisas da política. Do movediço, teatral e traiçoeiro jogo político.

SEM RETORNO

Os meninos do PCdoB, com as peremptórias e incisivas declarações de que o partido terá candidato a prefeito de Itabuna, não tem mais como recuar e apoiar o PT.

O posicionamento mais duro em relação à importância do PCdoB sair da aba do petismo foi do prefeiturável Wenceslau Júnior: “Se o partido não lançar candidato rasgo minha ficha de filiação”.

Petistas e comunistas vão caminhar por estradas diferentes. Os meninos não querem mais o papel de coadjuvantes.

Marco Wense é articulista do Diário Bahia.

GERALDO, JOSIAS E MIRALVA

Marco Wense

O bafafá agora é em Itabuna, com Miralva Moitinho, que preside o diretório municipal, como a mais nova aliada e escudeira-mor do deputado Josias Gomes.

Geraldo Simões e Josias Gomes, deputados federais pelo PT, se esforçam para serem políticos civilizados, passando para o eleitorado a impressão de que o bafafá entre eles se restringe ao campo das ideias.

Os dois “companheiros”, quando presentes em alguma solenidade ou ato público, usam o recíproco aperto de mão para manter o simulacro de civilidade.

O acirramento ficou mais transparente na vizinha cidade de Ilhéus.  Na última eleição para o Parlamento, a votação de Josias superou a do ex-prefeito de Itabuna.

O ainda inconformado Geraldo Simões apostava todas as suas fichas de que teria mais votos do que Josias. A previsão era de uma diferença multiplicada por dois.

O bafafá agora é em Itabuna, com Miralva Moitinho, que preside o diretório municipal, como a mais nova aliada e escudeira-mor do deputado Josias Gomes.

Sobre a possibilidade do PT ter outro nome para disputar com a prefeiturável Juçara Feitosa, Geraldo diz que “outra candidatura é manipulação”.

Nos bastidores, longe do povão de Deus, o comentário é de que os miralvistas vão lançar um pré-candidato para concorrer com Juçara Feitosa na convenção da legenda.

A preocupação de petistas-geraldistas com o imbróglio envolvendo Geraldo e Miralva faz sentido. A estrela, que simboliza o PT, está mais vermelha e com as pontas afiadíssimas.

MINA DE OURO

Fernando e Geraldo.

A ordem no staff político do governo Azevedo é explorar o acontecimento mais inusitado da sucessão de 2012: a aliança entre os ex-prefeitos Fernando Gomes e Geraldo Simões.

Os azevistas acham que a inesperada aproximação entre FG e GS vai prejudicar a campanha da ex-primeira dama e pré-candidata Juçara Feitosa. O tiro vai sair pela culatra.

Já tem gente até dizendo que Fernando Gomes já conhece a casa de praia de Geraldo. Um irritado ex-fernandista chega a dizer que uma foto com Geraldo, Fernando e Juçara vale uma boa grana.

Pois é. Coisas da política. Do movediço, teatral e traiçoeiro jogo político

Marco Wense é articulista do Diário Bahia.

AS LÁGRIMAS DE AZEVEDO

Azevedo e Fernando em lados opostos em 2012 (Foto Pimenta/Arquivo).

O prefeito Capitão Azevedo (DEM) chorou, ontem, no estúdio da rádio Jornal, ao confirmar que não terá o apoio do ex-prefeito Fernando Gomes nas eleições de 2012. Azevedo concedia entrevista a Val Cabral e duvidou do que lhe foi dito. “Eu, pessoalmente, perguntei e ele confirmou”, disse o apresentador.

Azevedo, olhos marejados, tentou reagir: – Eu vou conversar com ele. É uma relação de 30 anos que não pode acabar assim. Vou perguntar o que aconteceu.

A cena foi testemunhada por assessores e vários funcionários da emissora. Azevedo pode até ir às lágrimas, mas não é de agora que o ex-prefeito lhe faz pesadas críticas – em privado e publicamente.

A TRANQUILIDADE DE FG FORA DA POLÍTICA

FG caminha para a praia tranquilamente (Valéria Sousa/Blog do Rick).

O ex-prefeito e ex-deputado federal Fernando Gomes passou praticamente despercebido em sua estada no Joia do Atlântico, condomínio de veraneio na zona norte de Ilhéus. Pôde curtir a família e amigos sem ter o assédio popular, como flagrado pelo Blog do Ricky.

A cena seria inimaginável há duas décadas, quando era considerado o principal político sulbaiano.

O último cargo eletivo ocupado por Fernando foi a prefeitura de Itabuna, de 2005 a 2008, quando fez o sucessor, Capitão Azevedo (DEM). “Zé de Cuma” deixou a política após três mandatos de deputado federal e quatro como prefeito de Itabuna.

GERALDO SIMÕES E FERNANDO GOMES

Montagem impagável do Blog do Gusmão (aqui resgatada) mostra um "casamento" entre Geraldo e Fernando, tendo Azevedo como testemunha

Da coluna Política, Gente, Poder (Diário Bahia)

Geraldo Simões & Fernando Gomes, lideranças populares, expressivos líderes, políticos das últimas décadas aqui de Itabuna, ex-prefeitos carismáticos, com votos. Eles classudamente conversando. Criminalidade nenhuma, espanto algum.

Geraldo Simões & Fernando Gomes. Amável leitor, atento leitor. Surpreendentemente, quase pânico é o senhor Fernando Gomes ingressar no PT. Ele será recusado? Ele será aceito? Não quero perceber, não quero pensar, não quero saber.

BARBOSINHA VIRA CONSULTOR DA DIFUSORA

Os funcionários da Rádio Difusora foram surpreendidos com a notícia de que o empresário Barbosa Filho será o consultor da emissora pelos próximos três meses. Barbosinha comanda atualmente a TVI e teve experiência não muito exitosa com a Rádio Nacional, que voltou ao controle da família do ex-deputado Daniel Gomes ao final do ano passado.

Teoricamente, Barbosinha vai opinar apenas na programação da emissora. Ainda está sendo estudado o nome do diretor-geral. No campo político, comenta-se que a escolha do profissional para a consultoria foi do presidente da Câmara de Itabuna, Ruy Machado (PRP), muito próximo ao deputado Geraldo Simões (PT) e desconhecido do novo dono da rádio, o empresário João Botti.

O anúncio de Barbosa foi feito pelo próprio Botti, que esteve hoje na emissora acompanhado de Fernando Gomes (o ex-proprietário) e Tiago Feitosa, filho de Geraldo.

DE MÃOS DADAS

Marco Wense

O ex-prefeito Fernando Gomes, o comprador João Botti e o deputado federal Geraldo Simões. Sem dúvida, os principais protagonistas da transação comercial envolvendo a Rádio Difusora.

Nilton Cruz, presidente da ACI de Ilhéus, e Tiago Feitosa, filho do parlamentar, ficam como coadjuvantes. Raimundo Vieira foi o articulador, o articulador-mor da inusitada aproximação dos ex-prefeitos, que agora são aliados na sucessão de 2012.

PS – A coordenação política da nova Rádio Difusora vai ficar sob a batuta dos jornalistas Eduardo Anunciação e Daniel Thame, profissionais de inteira confiança do deputado Geraldo Simões.

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BOATOS

Com a proximidade do dia da eleição, os boatos, que são inerentes ao processo eleitoral, vão crescer em projeção geométrica.

O último é que Tom Ribeiro, do programa Alerta Total, na telinha da TV Cabrália, teria sido convidado para ser o vice na chapa encabeçada pela petista Juçara Feitosa.

Tom é filiado ao PRB, o mesmo partido do prefeiturável Claudevane Leite, o vereador Vane do Renascer. Na política, existe o boato e o “boato”.  Com e sem aspas.

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AZEVEDO, CASTRO E SANTANA

Na medida em que o deputado Geraldo Simões se aproxima de Fernando Gomes, o prefeito José Nilton Azevedo fica cada vez mais refém dos deputados estaduais Augusto Castro (PSDB) e do coronel Santana (PTN).

Uma coligação com o PMDB do médico Renato Costa passa a ser imprescindível para o projeto de reeleição do demista. O PSDB continua firme com a pré-candidatura de Ronald Kalid.

Santana e Castro vão pedir o céu ao chefe do Executivo. O céu tem que ser de brigadeiro. Nada de nuvens cinzentas.

Marco Wense é articulista do Diário Bahia.

“CUTI-CUTI” ENTRE TIAGO FEITOSA E FERNANDO GOMES

Detalhe curioso e interessante da operação que envolveu a venda da rádio Difusora a um desconhecido soteropolitano chamado João Lourenço Botti. Quando este foi apresentado como o novo proprietário da emissora, no início desta tarde, quem estava ao seu lado era o jovem empresário Tiago Feitosa, filho do deputado federal Geraldo Simões (PT).

Quem viu Feitosa, Gomes e Botti em descontraído bate-papo na Difusora ficou surpreso com o clima fraterno entre o filho de GS e o agora ex-dono da rádio, já que este e o deputado petista são – ou eram – inimigos figadais.

Esta é mais uma prova de que em política não existem desafetos eternos nem situações incontornáveis… Ainda mais quando há R$ 3 milhões na parada.

AGORA VAI?

Após o anúncio da venda da Rádio Difusora AM, a dúvida que persiste nos meios empresarial, político e publicitário é se o negócio agora é para valer. Isso, porque a emissora já passou por situação idêntica outras três vezes em menos de dez anos: primeiro, foi passada ao grupo de Nilo Coelho e depois retomada (dizem até que Fernando tem dívida com o ex-governador). Noutra oportunidade, quem assumiu o negócio foi o grupo empresarial ligado à FTC. O terceiro “dono temporário” da emissora foi o deputado federal e ex-prefeito Félix Mendonça.

INIMIGO FORTE

Da coluna Política, Gente, Poder (Diário Bahia)

Fernando Gomes, prefeito antigo daqui de Itabuna, está nos bastidores se empenhando com os ouvidos, orelha em pé para a Câmara de Vereadores desaprovar, rejeitar as contas do prefeito-capitão Nilton Azevedo.

GERALDO NEGA NEGÓCIO COM FG

“Imaginário de alguns escribas da região”. É assim que o deputado federal Geraldo Simões (PT) descreve a notícia de que ele estaria adquirindo, por intermédio de terceiros, o controle da Rádio Difusora de Itabuna. A informação foi publicada na coluna “De Rodapés e de Achados”, que o advogado Adylson Machado mantém no blog “O Trombone”.

De acordo com a nota de Machado, a Difusora estaria “sendo adquirida por Geraldo Simões ou por interposta pessoa a ele vinculada”. Diz ainda que as tratativas seriam “consolidadas” nesta segunda-feira. Ou seja, hoje.

Ao PIMENTA, Simões afirmou não ter capital para adquirir a Difusora, que segundo o colunista seria vendida por R$ 3 milhões. Acrescenta o deputado que a única conversa que mantém com Fernando Gomes é sobre as inconclusas obras do Centro de Convenções de Itabuna, que ficam em loteamento pertencente a FG.

Então tá…

“SUCO DE LARANJA” NO AR?

Da coluna De Rodapés e de Achados, d´O Trombone

A Difusora está sendo adquirida por Geraldo Simões ou por interposta pessoa a ele vinculada. As tratativas serão consolidadas na próxima segunda-feira, no encontro que ocorrerá entre Geraldo, Fernando, o empresário e, naturalmente, Raimundo Vieira, em Salvador.

Como moeda entram, de um lado, a emissora, o prédio, os estúdios no Jardim do Ó e o terreno onde está instalada a antena. Envolve um universo de três milhões de reais. E, o que muito interessa a Fernando, a promessa de intervenção de GS junto ao Judiciário para aliviar um determinado processo criminal que incomoda FG.

Nesse particular FG ficou comovidamente agradecido a GS.

Confira a íntegra

SE EMPLACAR…

Coluna “De Rodapés e Achados” (O Trombone):

No final de 2011 ficou definido o apoio de Fernando Gomes a Roberto Minas Aço Barbosa. A destacar a capacidade e o volume de argumentos de Roberto para convencer Fernando, que já afirmou disposição de apoiar até o PT para evitar a reeleição de Azevedo.

Roberto entra na mídia, orientado por FG, para ver se alcança 10% a 12% de intenções de voto até março. Três meses de espera, para quem já o faz há pelo menos seis anos.

Com o risco de enveredar por campanha alheia. Ou correr sozinho.

A DITADURA DOS PARTIDOS

Marco Wense

As legendas partidárias vivem sob o comando autoritário dos que se acham donos dos partidos, colocando os interesses pessoais acima de qualquer coisa.

Todo esse imbróglio envolvendo o PSDB de Itabuna, com o presidente José Adervan defendendo o lançamento de candidatura própria, lembra o que aconteceu com o PDT na sucessão de 2008.

A comissão provisória do partido brizolista, por se recusar a apoiar o então prefeito Fernando Gomes, que era do DEM e pré-candidato a um quinto mandato, foi dissolvida.

Fernando Gomes desistiu da reeleição. O capitão Azevedo, o vice-prefeito, saiu candidato e ganhou a eleição com uma diferença de 12 mil votos sobre a petista Juçara Feitosa.

As legendas partidárias vivem sob o comando autoritário dos que se acham donos dos partidos, colocando os interesses pessoais acima de qualquer coisa. São os figurões, os “mangangões” da política.

O PDT passou a ser presidido por Dinailton Oliveira, sobrinho de Fernando Gomes. Depois foi parar no colo do Sargento Raimundo, que passou a representar o governo do DEM na Câmara de Vereadores.

Não há nem resquícios de democracia nas agremiações partidárias brasileiras. Tudo é uma farsa. Um engodo. Os diretórios municipais e as comissões provisórias não têm autonomia para decidir nada.

Dirigentes tupiniquins são considerados como marionetes. Verdadeiros bonecos de engonço. É o manda quem pode, obedece quem tem juízo. É a ditadura dos partidos.

Para os barnabés do interior somente o que sobrou dos conchavos entre as cúpulas estaduais. Só interessa a política soteropolitana, lá da “capitá”. O resto é resto.

WAGNER QUER GERALDO

Todo mundo sabe, até as freiras do Convento das Carmelitas, que no PT de Itabuna só tem dois nomes que podem disputar a sucessão do prefeito Azevedo (DEM).

Dois nomes com densidade eleitoral: o deputado federal Geraldo Simões, que já governou a cidade por duas vezes, e Juçara Feitosa, ex-secretária de Desenvolvimento Social.

O governador Jaques Wagner tem informações de que Geraldo é o candidato que pode derrotar o legítimo projeto de reeleição do atual chefe do Executivo.

A melhor opção do Partido dos Trabalhadores é aquela que mais preocupa o adversário. A opinião de que a ex-primeira dama perde para Azevedo é unânime entre os democratas.

Marco Wense é articulista do Diário Bahia.

ONDE ESTÁ O DINHEIRO, AZEVEDO?

O deputado Geraldo Simões quer saber o paradeiro dos R$ 21.634.257,95 destinados pelo governo federal para a construção da barragem do rio Colônia. O dinheiro foi depositado na conta da prefeitura de Itabuna. Além dos R$ 21,6 milhões, outros R$ 5 milhões foram liberados pelo Ministério das Cidades para a construção da barragem em novembro.

Como a barragem não saiu até agora e foi preciso recorrer ao governo baiano para elaborar o projeto e dar início à obra, o deputado quer saber o que o prefeito Capitão Azevedo e o ex-prefeito Fernando Gomes fizeram com tanto dinheiro.

Só não podem dizer que o “gato comeu”…










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