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:: ‘Ferrovia de Integração Oeste-Leste (Fiol)’

NOVO LOTE DE TRILHOS DA FIOL CHEGA A ILHÉUS

Segundo lote de trilhos da Fiol  (Amanda Oliveira/GovBA).

Segundo lote de trilhos da Fiol (Amanda Oliveira/GovBA).

O primeiro dos navios que trazem novo lote de trilhos da Ferrovia Oeste-Leste chegou hoje (24) ao Porto de Internacional do Malhado, em Ilhéus. Serão 4.789 toneladas importados via Porto de Gijón, na Espanha.

De acordo com a gerência do Porto de Ilhéus, a operação vai durar 48 horas e a carga ficará armazenada no pátio da Companhia das Docas do Estado da Bahia (Codeba) até ser nacionalizada. Depois, será transportada para o trecho da Fiol entre Jequié e Brumado.

Até abril do próximo ano, serão 53 mil toneladas de trilhos importados da Espanha. Outras 93 mil toneladas serão importadas da China, segundo o gerente do Porto de Ilhéus, Renilton Rehem.

CASTRO DEFENDE PRESSÃO PARA ACELERAR LICENÇA AMBIENTAL DO PORTO SUL

Augusto defende mobilização pelo Porto Sul.

Augusto defende mobilização pelo Porto Sul.

O deputado Augusto Castro (PSDB) foi eleito, hoje, presidente da Comissão Especial do Porto Sul na Assembleia Legislativa. Rosemberg Pinto (PT), também do centro-sul do Estado, foi reconduzido à vice-presidência da comissão. A escolha de ambos foi por unanimidade.

O novo presidente da comissão disse ao PIMENTA que defenderá uma agenda mais propositiva em torno do Porto Sul. Uma das primeiras ações da comissão será convidar o secretário da Casa Civil do Estado, Rui Costa, e o presidente da Bahia Mineração (Bamin), José Francisco Viveiros, para falar do andamento da construção do terminal portuário em Ilhéus.

Para o deputado tucano, o projeto Porto Sul, de forma preocupante, “esfriou”.

– O que chega para todos nós é isso. O debate esfriou. Vamos definir agenda, provocar debates, com resultados práticos, para que possamos acelerar a autorização das obras, a licença ambiental do Porto – disse Castro. Ano passado, o Ibama concedeu apenas a licença prévia ao projeto.

Uma das preocupações do parlamentar é o calendário eleitoral. “2013 é ano de realizações. Ano que vem é processo eleitoral. Vai que o PT defina a candidatura e Rui Costa, que está liderando o processo do Porto Sul dentro do governo, acabe se incorporando à campanha política ou apoiando [outro nome]…”, diz, salientando o risco de novos atrasos no projeto de, aproximadamente, R$ 2,5 bilhões.

O tucano alerta para os interesses empresariais contrários ao Porto Sul. Para ele, o marasmo em torno do projeto é nocivo. “Se não houver movimentação política, [o tema] acaba esfriando e a região perde esse investimento. Nossa ideia é fortalecer o trabalho, mobilizar, de forma suprapartidária”.

GOVERNO FEDERAL

Para que o porto saia, defende Augusto Castro, o governo federal também tem que acelerar a construção da Ferrovia de Integração Oeste-Leste. “A gente já está vendo a terraplanagem da ferrovia, apesar de suspensa a [licitação] de trilhos. A alternativa é pressionar para que o porto saia”.

O parlamentar ainda reforça a necessidade da bancada federal baiana (deputados e senadores) participar mais ativamente das discussões e do acompanhamento da Fiol e do Porto Sul, “para que a coisa ande”. “Tem que haver unidade estadual e federal”.

A Comissão Especial do Porto Sul é integrada por deputados sul-baianos ou com base na região do estado, a exemplo de Ângela Sousa (PSD), Coronel Santana (PTN), Ronaldo Carletto (PP) e Pedro Tavares (PMDB).

LICENÇA DO PORTO SUL SAI NA PRÓXIMA SEMANA, DIZ PRESIDENTE DA VALEC

Josias Sampaio Cavalcante Júnior, presidente da estatal de ferrovias brasileiras, a Valec, disse que a licença ambiental do Porto Sul, em Ilhéus, deve sair na próxima semana. O porto escoará a produção que chegará ao município litorâneo pela Ferrovia de Integração Oeste-Leste (Fiol).

Cavalcante está preocupado, no entanto, com o ritmo de outra obra, a Ferrovia Oeste-Leste. Com prazo de entrega para junho de 2014, o trecho Ilhéus-Caetité tem apenas 11% das obras concluídas.

– Há risco [na execução no prazo], estamos atrasados. As empresas que trabalhavam na região se desmobilizaram após o Ibama negar licença, mas já estão retomando os trabalhos – disse em entrevista ao Valor Econômico.








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