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:: ‘FGV’

FGV: ATIVIDADE ECONÔMICA TEM “CONTÍNUA E INTENSA PIORA”

Da Agência Brasil

Economia BrasilO Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro vem sofrendo reflexos de uma “contínua e intensa piora” da atividade econômica, ao registrar queda de 3,2% entre dezembro de 2014 e o mesmo mês de 2015 – o chamado acumulado no ano. O dado foi divulgado hoje (21) pela Fundação Getulio Vargas (FGV), que lançou o Monitor do PIB.

O indicador se propõe a antecipar previsões para o principal termômetro da economia brasileira, o PIB (soma das riquezas do país), calculado de forma oficial pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e divulgado a cada três meses..

O Monitor do PIB também mostra que o crescimento da economia caiu 5,2%, no trimestre que vai de setembro a novembro do ano passado, e 5,3% entre novembro e outubro. Nas contas do Instituto Brasileiro de Economia da FGV, responsável pelo indicador, foi a pior queda desde setembro (-5,7) e o quarto trimestre seguido de recuo na comparação com os três meses anteriores.

O último dado divulgado pelo governo mostra retração no terceiro trimestre de 2015, de 1,7% em relação ao mesmo período anterior. No acumulado entre setembro de 2014 e setembro de 2015, o dado mais recente do IBGE aponta uma queda de 2,5 do PIB do ano passado.

NOVO INDICADOR

Ao lançar o indicador, a FGV explica que o objetivo é antecipar tendências, oferecendo dados mensais sobre o PIB com a mesma metodologia do IBGE. A série usada reúne informações desde 2000 e é ajustada à medida que o órgão oficial divulga as projeções para a economia.

VENDAS NA INDÚSTRIA DE MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO CAEM 12,4%

Pesquisa da Fundação Getúlio Vargas (FGV) revela queda de 12,4% nas vendas da indústria dos materiais de construção no acumulado de 2015. No comparativo de novembro com outubro, a queda chegou a 2,5%. Os números levam em conta faturamento total deflacionado, segundo a Associação Brasileira da Indústria dos Materiais de Construção (Abramat).

De acordo com a associação, trata-se do 22º resultado negativo consecutivo do setor.  Segundo Walter Cover, presidente da Abramat, as razões para os números negativos são conhecidas e as medidas para reverter este cenário, ficam mais claras.

– A crise e a falta de confiança na economia são os principais vetores para estes resultados. As grandes questões politicas pendentes precisam de um desfecho rápido, o Congresso precisa aprovar com urgência o ajuste econômico e o Executivo tem que propor um plano de recuperação da economia para 2016 – afirma Cover.

Para o executivo, “o incremento do investimento público, além da indução do investimento privado e a redução de gastos com reformas estruturais” são fundamentais para a retomada do setor.

FGV: CONFIANÇA DA INDÚSTRIA REGISTRA LEVE ALTA EM JULHO

Da Agência Brasil

Após cinco quedas consecutivas, a confiança da indústria (ICI), índice medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV), avançou 1,5% em julho, em comparação a junho, ao passar de 68,1 para 69,1 pontos, o segundo menor nível da série histórica. O aumento ocorre após as quedas de 1,6%, em maio, e 4,9%, em junho.

A alta foi observada em sete dos 14 principais segmentos acompanhados pela pesquisa e foi determinada pela melhora das expectativas em relação aos meses seguintes. O Índice de Expectativas (IE) avançou 3,2%, após cinco quedas consecutivas, quando acumulou perdas de 23,6%. O índice de 67,9 pontos de julho representa o segundo menor valor da série.

Quanto mais baixo o índice em relação a 100 pontos, maior é o pessimismo das empresas da indústria quanto à situação atual e à intenção de novos investimentos. A alta de julho representa um leve impulso no otimismo da indústria.

Segundo o superintendente Adjunto para Ciclos Econômicos do Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da FGV, Aloisio Campelo Jr., no âmbito das expectativas, o avanço do IE é bem vindo, “mas de magnitude ainda insuficiente para ser identificado como uma reversão de tendência, após cinco quedas consecutivas”. Campelo acrescentou que a evolução do ICI em julho é mais facilmente analisada “de forma desagregada de acordo com o horizonte de tempo”. De acordo com o superintendente, em relação ao momento presente, a indústria continua avaliando “de forma extremamente desfavorável o ambiente de negócios”.

O quesito de produção prevista foi o que mais contribuiu para a alta da expectativa, após cinco quedas consecutivas: o indicador de julho avançou 7,4% sobre o mês anterior, atingindo 91,5 pontos. A proporção de empresas prevendo aumentar a produção nos três meses seguintes aumentou de 14,2% para 18,5% entre junho e julho. A parcela das que esperam reduzir a produção caiu de 29% para 27% no mesmo período.

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PROVAS ANULADAS DE CONCURSO DO TJ-BA SERÃO APLICADAS EM MARÇO

Concurso preencherá vagas no TJ baiano.

Concurso preencherá vagas no TJ baiano.

As provas anuladas do concurso do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) serão remarcadas para 22 de março. As provas, realizadas em 25 de janeiro, foram canceladas por conta de problemas na distribuição durante a aplicação. O local da prova ainda será divulgado.

A Fundação Getúlio Vargas (FGV) foi notificada pela comissão examinadora e vai ressarcir despesas eventuais ligadas a alimentação, hospedagem e deslocamento dos candidatos. Quem não quiser ou não puder refazer a prova pode pedir o dinheiro da inscrição de volta, apresentando o requerimento e comprovação do pagamento.

Inicialmente foram anuladas as provas dos cargos de “Analista Judiciário-Administração” e de “Analista Judiciário-Contabilidade”. No entanto, as provas do cargo de “Analista Judiciário –Tecnologia da Informação” também precisaram ser canceladas devido a problemas decorrentes de erros de envelopamento e de impressão durante a aplicação nas cidades de Porto Seguro, no sul da Bahia, e em Feira de Santana, a 100 quilômetros de Salvador.

O erro foi constatado por meio de análise das informações e documentação apresentada pela FGV. O concurso teve mais de 134 mil candidatos inscritos. Os salários variam de R$ 3.091,21 a R$ 5.117,24. Informações do Correio da Bahia.

SEMINÁRIO DE MARKETING COMEÇA NESTA QUINTA

Salume, da Wine, é dos mais aguardados para o seminário.

Salume, da Wine, é dos mais aguardados para o seminário.

A edição 2014 do Seminário de Marketing da Bahia começa em instantes, no auditório central da Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc), na Rodovia Ilhéus-Itabuna. Cláudio Goldberg, da Fundação Getúlio Vargas, abre o ciclo de conferências com a palestra “A magia dos grandes vendedores”, às 20h.

A programação do evento contará com workshop para agências de publicidade sul-baianas, nesta manhã de sexta (30). Na sequência, palestras vão abordar temas como marketing esportivo.

Uma das atrações mais esperadas para esta edição do seminário é a palestra do itabunense Rogério Salume, que criou a maior webstore de vinhos da América Latina e a segunda do mundo, a Wine, com sede em Serra (ES). Salume falará desta experiência na palestra “Wine.com.br: um sonho e várias pessoas motivadas resultam no sucesso”.

O Seminário de Marketing é promovido pela Associação Comercial de Itabuna e pela MVU Eventos, com patrocínio da Caixa, da Prefeitura de Itabuna e Bahiagás, além do Governo Federal e Sebrae. O Pimenta apoia o evento.

Confira a programação completa

PESQUISA APONTA QUE CONSUMIDOR ESTÁ MAIS CONFIANTE NO MERCADO DE TRABALHO

O consumidor brasileiro está mais confiante no mercado de trabalho, segundo pesquisa divulgada hoje (7) pela Fundação Getulio Vargas (FGV). O Indicador Coincidente de Desemprego, que mede a satisfação do brasileiro com o mercado de trabalho, teve uma melhora de 4,6%, na comparação com o mês anterior. Esse é o maior avanço desde dezembro de 2007 (7,6%).

Já o Indicador Antecedente de Emprego (Iaemp), medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV), recuou 0,5% em março deste ano, na comparação com o mês anterior. O índice busca antecipar tendências do mercado de trabalho para os próximos meses, com base em entrevistas com consumidores e empresários da indústria e do setor de serviços.

Os itens que mais contribuíram para a piora do indicador foram o grau de satisfação atual dos empresários da indústria com os negócios, que teve queda de 3%, e a expectativa dos empresários de serviços com a tendência dos negócios, que recuou 1,8%.

QUATRO UNIVERSIDADES BRASILEIRAS APARECEM ENTRE 50 MELHORES DO MUNDO

Campus da USP em São Paulo: universidade é a mais bem colocada (Foto Marcos Santos/USP Imagens).

USP é a mais bem colocada em ranking internacional (Foto Marcos Santos/USP Imagens).

Paulo Saldaña | Estadão

Um ranking internacional de ensino superior aponta quatro universidades brasileiras entre as 50 melhores do mundo em oito áreas do conhecimento – entre 30 citadas. O QS Quacquarelli Symonds University Rankings – organização internacional de pesquisa em educação – foi divulgado por áreas nesta terça-feira, 26, e mostra duas estaduais de São Paulo em destaque entre as instituições brasileiras: a Universidade de São Paulo (USP) e de Campinas (Unicamp). Mas nenhuma brasileira conseguiu figurar entre as “top 10”.

Os rankings tomam por base índices de citações de pesquisas, além de estudos de reputação. A área em que as brasileiras vão melhor é a classificada como Agricultura e Silvicultura. A Unicamp ficou como a 22.ª melhor do mundo na área, seguida por USP (27.ª) e Universidade Estadual Paulista (Unesp, 50.ª). A Unicamp ainda lidera entre as brasileiras nas áreas de Filosofia (42.ª) e História (34.ª). Na área de História, a Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) aparece em 42.ª no mundo.

No ranking mundial, a instituição com melhor desempenho foi a Universidade Harvard, que ficou em primeiro lugar em 11 das 30 disciplinas, duas a mais que o Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT).

Leia a íntegra

CONSUMIDOR GASTA MAIS COM CIGARRO DO QUE COM ARROZ E FEIJÃO

cigarroCristina Índio do Brasil | Agência Brasil

Os gastos da população com cigarros têm se mantido nos últimos anos e o peso dessas despesas no orçamento mensal dos consumidores “é relevante”, disse o  economista André Braz, do Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da  Fundação Getúlio Vargas (FGV).

No Dia Mundial sem Tabaco, comemorado hoje (31), o economista comentou as implicações do consumo de cigarro para o orçamento doméstico. Segundo ele, os consumidores gastam com o cigarro o dobro do que usam para comprar arroz e feijão. “1,20% da renda média é gasta com cigarro. É um número representativo se se olhar o gasto com arroz e feijão, que é a metade disso, só 0,60%”, disse.

Segundo dados da Souza Cruz, em 2012, a empresa atingiu 74,9% do mercado brasileiro de cigarros, confirmando a primeira posição no setor. No quarto trimestre a participação teve um crescimento de 1,2 ponto percentual no ano, chegando à participação recorde na sua história, de 76.6%. Ainda de acordo com a empresa, o lucro operacional ficou em R$ 2.37 bilhões, que representa aumento de  9% em relação a 2011. O desempenho incluí os resultados com exportação de tabaco, que no mesmo período de comparação, conforme a companhia, teve crescimento de 106%.

O valor médio em reais dos gastos dos consumidores, no entanto, não é calculado, segundo o economista da FVG, porque varia conforme a quantidade de fumo por família e o número de integrantes de cada uma.

André Braz explicou que os gastos sempre tiveram peso relevante (acima de 1%), mas ficaram estáveis nos últimos dez anos por que quem gosta de fumar não abre mão do cigarro. Braz esclareceu que, apesar da queda no número de fumantes, o peso dos gastos permanece em destaque por causa da elevação do preço do produto. “O governo implementou uma política de aumento de imposto do produto para desestimular, então ainda que o número de fumantes seja em menor grupo, sustenta o vício a um preço maior”, disse.

De acordo com dados do Instituto Nacional do Câncer (Inca), na população com mais de 15 anos de idade, o consumo de cigarros no Brasil caiu de 32 %, em 1989, para 17% em 2008. Os 17% correspondem a 25 milhões de fumantes.

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CONCURSO DO SENADO TEM PROVAS ANULADAS

Do Correio Braziliense

O presidente da comissão do concurso Senado Federal, Davi Anjos Paiva, publicou no começo da tarde desta segunda-feira (12/3) um balanço sobre as provas aplicadas no último domingo (11/3) a praticamente 160 mil candidatos em todo o território brasileiro. Para o presidente, as avaliações para os cargos de consultor, técnico e policial, todas aplicadas no turno da manhã, transcorreram “na mais absoluta normalidade, sem qualquer tipo de intercorrência”. Veja a nota.

No entanto, Davi Anjos Paiva reconheceu problemas com a impressão das provas para a área de Enfermagem e para as subáreas de Análise de Sistemas e de Análise de Suporte de Sistemas. A comissão confirmou a decisão, tomada junto com a Fundação Getúlio Vargas, de reaplicar as provas a todos os candidatos da área e das subáreas afetadas, em todas as capitais, de forma a garantir a isonomia da seleção. A data ainda será definida.








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