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:: ‘Gabriela’

PIMENTA DO DIA – A PERERECA DE JORGE

Tieta (aquela que não era mulher, mas sim “uma plantação inteirinha de xibiu”), Dona Flor, Gabriela, Jacutinga e e suas gostosíssimas quengas… Ora, nós só podemos dar justíssimos parabéns aos ilustres pesquisadores da Uesc por essa mais que apropriada homenagem. Viva a obra amadiana!

Do leitor “Juca Bala” em comentário ao post sobre a homenagem de pesquisadores da Uesc a Jorge Amado, que empresta o sobrenome à nova espécie de perereca descoberta no sul da Bahia, a Phyllodytes amadoi.

POLÍCIA INVESTIGA ASSASSINATO DE ADOLESCENTE EM ITABUNA

Corpo de Gabriela foi deixado embaixo de uma árvore, perto da casa onde ela morava com os pais

Corpo de Gabriela foi deixado embaixo de uma árvore, perto da casa onde ela morava com os pais

O misterioso assassinato de uma adolescente, ocorrido no último fim de semana, no bairro Santa Inês, em Itabuna, ainda desafia a polícia. De acordo com a perícia, já se sabe que a vítima, Gabriela Silva Santos, de 12 anos, foi estrangulada e pode ter sofrido também violência sexual.

Segundo os pais, Gabriela assistia televisão na sala de sua casa na noite de sexta-feira (22). Sem que eles percebessem, a menina saiu da residência e só reapareceu na manhã de sábado, mas já sem vida. O corpo de Gabriela foi deixado embaixo de uma árvore, próximo à casa dela. A adolescente estava parcialmente nua.

Para a polícia, tudo leva a crer que o crime foi cometido por pessoas do próprio bairro. Os pais, inconformados, dizem que Gabriela era uma menina pacata, que quase não saía de casa. Um dos poucos lugares que costumava frequentar era uma igreja evangélica na comunidade.

EXPOSIÇÃO CORES DA BAHIA

nadja 7

A artista plástica Nadja Alves expõe 15 telas na mostra Cores da Bahia, que será aberta nesta quarta-feira, 4, em frente à loja Le Biscuit, no Shopping Jequitibá. As obras, em estilo primitivista, enfatizam o cotidiano das terras do cacau e figuras como baianas de acarajé, pescadores, capoeiristas e trabalhadores rurais.

Em sua obra, Nadja também presta um tributo a Jorge Amado, apresentando alguns dos principais personagens do escritor, como Tieta e Gabriela.

A mostra fica aberta até o dia 17.

BELA INTERPRETAÇÃO

A baiana e itapetinguense Marielle Antunes, da Babada Novo, manda ver ao interpretar Lindinalva, composição de Gilberto Gil e sucesso na voz de Gal Costa. A música é tema da novela Gabriela.

JORGE FEZ UM BOM MARKETING DE ILHÉUS?

Ricardo Ribeiro | ricardo.ribeiro10@gmail.com

Em “Gabriela”, tudo é negativo; as mulheres vivem como em um campo de concentração e só podem falar de liberdade aos cochichos. 

Sem querer estragar a festa de ninguém, já que o momento é de comemoração e, vale adiantar: Jorge Amado merece cada confete que lhe cai sobre a memória e sua obra única. A intenção aqui não é tirar o mérito, mas abordar o formidável escritor sob outro ângulo, o de sua relação com Ilhéus e as terras do cacau como um todo.

Indo direto ao assunto, há uma nítida diferença entre a abordagem que a obra amadiana faz de Salvador e da região cacaueira, sendo que esta é claramente apresentada como o lugar dominado pelo patriarcalismo, o atraso, a violência das tocaias e um solo que, como é descrito em Terras do Sem Fim, foi “adubado com sangue”.

A história de Gabriela, Cravo e Canela, ora em reprise em forma de novela na Rede Globo, mostra os fazendeiros de cacau como coronéis truculentos, que tratavam as mulheres como bicho, as usavam e, se bobeassem, matavam-nas. Prazer mesmo, só com as teúdas e manteúdas ou as “quengas” do Bataclan. A hipocrisia ditava o ritmo em Ilhéus, uma cidade onde – da forma que é descrita em Gabriela, poucos gostariam de viver. Pelo contrário, o que a narrativa desperta é uma incontida pena de quem tinha a desventura de morar naquele lugar de tanta gente desprezível.

Ainda que justifiquem tratar-se de uma Ilhéus de outro tempo, o cotidiano descrito é perverso e de tintas carregadas em tudo que é deplorável. Por outro lado, Jorge não descreve as belezas de Ilhéus. Em sua obra não aparecem os belos mirantes da cidade, suas praias de areia branca e fina, seus coqueirais, o mar, os rios, as matas. Estas, quando entram na trama, é como esconderijo de jagunços, cenário de batalhas intermináveis e sangrentas pela posse de uma terra onde vicejava, ao mesmo tempo e paradoxalmente, a riqueza do cacau e a miséria de uma região que se teimava em ser primária: na monocultura e nos costumes.

Salvador já aparece bem diferente nos livros de Jorge. Apesar de também descrever a pobreza que já havia na capital, o escritor demonstra que esta era a cidade de seu coração. Da multiplicidade cultural, do ecumenismo religioso, dos pescadores e saveiros, de um mar hipnótico. Não é à toa que seus livros atraíram para Salvador figuras como o francês Pierre Verger e o argentino Caribé, curiosos por tanta beleza que transpirava das páginas de Jorge. Vieram e ficaram.

Ser a cidade quase natal (para lá o escritor, nascido em Itabuna, foi aos quatro anos de idade) é sem dúvida alguma um privilégio para Ilhéus. Foi nela que o autor idealizou suas primeiras obras, está nela a inspiração para tantas histórias e tantos personagens. Mas ser conhecida como “A terra da Gabriela”, com tudo a que a história da morena cor de cravo e canela remete, talvez não seja o melhor marketing para Ilhéus.

A impressão que se tem é de que o sul da Bahia ficou para o escritor como o lugar do passado, do qual ele comemorava a libertação. Em “Gabriela”, tudo é negativo; as mulheres vivem como em um campo de concentração e só podem falar de liberdade aos cochichos. O contraponto positivo está nos personagens que negam Ilhéus e tudo que ela representa na obra. Malvina, com sua coragem e nobreza que destoam de tudo que a cerca; Mundinho Falcão com sua visão liberal e cosmopolita; e Gabriela, que confronta aquele mundo arcaico com um sorriso infantil e a convicção da liberdade, a antítese perfeita da podridão que a cerca.

Loas a Jorge, mas Ilhéus definitivamente tem muito mais a oferecer do que carregar esse ranço de ser a eterna “Terra da Gabriela”.

Ricardo Ribeiro é advogado e editor do Cenabahiana.com.br

GABRIELA EXISTIU MESMO? FILHA DE LOURDES MARON FALA PELA PRIMEIRA VEZ SOBRE O ASSUNTO

Amélia Maron, filha de Lourdes, e a repórter Marta Almeida.

Desde o final da década de 50, quando foi lançado o livro Gabriela Cravo e Canela, do escritor baiano Jorge Amado, persiste um grande mistério: Afinal a personagem Gabriela existiu mesmo em Ilhéus no Sul da Bahia?

Uma revista da época, a extinta Manchete, divulgou um artigo associando moradores da cidade aos personagens do livro. Foi quando começou a ganhar força a versão de que Gabriela seria Dona Maria de Lourdes Maron, que era casada com o dono do Bar Vesúvio, o libanês Emílio Maron, na década de 40.

Historiadores como Maria Luiza Heiner contam que não é bem assim. Jorge Amado em entrevista em 1992, feita no próprio Vesúvio, declarou que o casal não era Nacib e Gabriela. Mas mesmo assim a história acabou virando um “mito” com a mistura entre ficção e realidade.

Hoje, do livro, podemos observar em Ilhéus um rico patrimônio histórico: O bar Vesúvio, que ainda funciona como restaurante, o Bataclan, que agora é uma casa de shows e também restaurante, o Cine Teatro de Ilhéus, a Catedral de São Sebastião e ainda tem o sobrado onde Jorge Amado passou a infância, a Casa de Jorge Amado.

Pelas ruas da cidade, os turistas chegam em busca dos locais descritos no romance e são recebidos por artistas locais como Janete Lainha, que interpreta Gabriela, no Centro Histórico de Ilhéus. O atual dono do Vesúvio, Guido Paternostro, brinca com a confusão entre realidade e ficção que as pessoas ainda fazem.

REPÓRTERES AJUDAM A PÔR FIM NO MISTÉRIO

A repórter Marta Almeida e o cinegrafista Marcelino Silva, da TV Santa Cruz, conseguiram entrevistar a filha de Loudes Maron, pondo fim às histórias e boatos que cercam o assunto. A reportagem foi ao ar ontem e marca o retorno de Almeida às telinhas.

Na cidade onde moram parentes de Dona Maria de Lourdes, o neto Júnior Maron não se incomoda com a associação que foi feita entre seus avós e os personagens do livro e brinca com a comparação, pois é chamado de “Nacibinho”.

Mas os filhos do casal que ainda estão vivos e moram na Bahia nunca quiseram falar do assunto. A artista plástica Amélia Maron, no entanto, falou com exclusividade para a TV Santa Cruz, em entrevista para a jornalista Marta Almeida. Quebrou o silêncio de anos, depois de muita insistência e contou como era sua mãe, uma exímia cozinheira.

O assunto sempre foi muito delicado na família Maron, mas Dona Amélia decidiu falar para esclarecer de uma vez por todas a confusão feita com sua mãe, que, segundo ela, não tinha as características físicas da personagem.

Segundo Amélia, Lourdes era apenas uma criança na década de 20, quando se passa o romance e, por causa da associação feita, sofreu muito. As pessoas não entendiam que a personagem, diz, era fruto da imaginação do escritor que declarou ter na verdade se inspirado em várias pessoas para construir sua Gabriela.

TÁ BOMBANDO NO FACEBOOK

Imagem captada na fonte (nem tão) luminosa da Praça Camacã, no centro de Itabuna, deu origem à montagem que está bombando no Facebook. A arte é do designer e blogueiro Marcos Maurício.

A NOVA VERSÃO DE GABRIELA!

Não adequado para menores de 18 anos…

 

OS OLHOS DE GABRIELA

Os olhos da nova Gabriela (Juliana Paes) despertam a atenção dos telespectadores e virou motivo de troça nas redes sociais. Rolou até versão industrial – e caricata – da nova Gabriela. Confira a versão que está bombando no Facebook.

GABRIELA E O SOTAQUE (IMPORTADO)

Do Blog do Thame

A novela “Gabriela” estreou essa semana na Rede Globo com ares de superprodução. Belíssimos cenários de época, uma fotografia primorosa e Canavieiras fazendo bonito no `papel` de Ilhéus, com seu patrimônio histórico bem conservado.

É bobagem fazer comparação com a primeira versão na novela, até porque há uma tendência natural em se achar que antigamente tudo era melhor. Às vezes até que era mesmo, mas isso não vem ao caso.

O único senão que se pode fazer nesse início de novela é com relação ao sotaque carregado dos personagens, típico de outras regiões do Estado, mas que nada tem a ver com o Sul da Bahia.

Ninguém por aqui fala, nem nunca falou, com aquele ´sutaqui` dos sulbaianos da novela.

E cá pra nós, parece que Antônio Fagundes se inspirou em Antônio Carlos Magalhães para compor o Coronel Ramiro Bastos.

Só falta aparecer o ACM Neto para dizer que vai dar uma surra no Lula, perdão, no Mundinho Falcão.

COM JULIANA PAES, “GABRIELA” ESTREIA HOJE

Do Estadão

Antes de treinar o trejeito sexy de Gabriela, cujo remake estreia nesta segunda-feira, 18, às 22h15min, na Globo, Juliana Paes reclamou da vida e fez muita careta ao sofrer sob o sol escaldante da caatinga. “No sertão, a gente tinha falas um pouco mais secas mesmo. Não dá para você ficar batendo papo, você está com sede, com fome. Você se poupa. Eu nunca tinha estado ali. Isso reverbera no olhar”, explica a atriz.

A adaptação de Walcyr Carrasco manterá a mesma estrutura da obra de Jorge Amado. Na trama, Gabriela sofre com a miséria do sertão e migra em busca de melhores condições. Ao chegar a Ilhéus, no litoral baiano, a jovem conhece Nacib (Humberto Martins), dono do bar Vesúvio, que a contrata como cozinheira, e acaba se envolvendo com o patrão. Juntos, os dois serão responsáveis pelas cenas mais calientes da novela.

Segundo o ator, as sequências de sexo serão mais poéticas do que explícitas, apesar do horário da atração. “As cenas quentes são coreografias que, em nenhum momento, determinam uma situação que não seja a do amor”, filosofa. Para Humberto Martins, o entrosamento para contracenar à vontade com Juliana se deu rápido. “A gente se gosta muito”, diz.

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A ÚLTIMA CHANCE DE ILHÉUS

Nazal fala da nova (e última) chance de Ilhéus.

José Nazal, fotógrafo, memorialista e autor do livro Minha Ilhéus, fotografias do século XX e um pouco de nossa história, cedeu 300 fotos para o cenógrafo Mário Monteiro, da produção da novela Gabriela em 1975 e da nova versão que começa a ser exibida na próxima segunda-feira na Rede Globo.

A partir do acervo de Nazal, Mário Monteiro pôde passar ao papel a Ilhéus cenográfica (a do Projac) que o telespectador verá/assistirá no remake com Juliana Paes e Humberto Martins.

Para o município, a novela das 23h é oportunidade de ouro. Via Facebook, Nazal opina com a propriedade de quem bem conhece a Terra de Gabriela:

– Acho que essa é a última chance que Ilhéus terá como epicentro de uma novela global. Mais uma dentre as tantas que já foram feitas.

NETO DIZ QUE VAI ESCREVER A VERDADEIRA HISTÓRIA DE GABRIELA

Hélio promete livro revelador (Cena Bahiana).

Quem foi a mulher que inspirou a personagem Gabriela, do romance homônimo de Jorge Amado? A resposta está numa entrevista histórica feita pelo blog Cena Bahiana com Hélio Lima Júnior.

Hélio revela fatos históricos e arranca-rabo que envolveu a família dele e Jorge Amado. O escritor, conta Hélio, ficou muito tempo afastado de Ilhéus após a publicação de Gabriela.

A história será contada pelo neto de Lurdes Maron – a inspiradora da personagem amadiana – em textos que irão à rede social Facebook, mas que deverão se transformar em livro de memórias. “Creio que será interessante até para que os mais novos possam saber um pouco da cidade de Ilhéus”.

Clique aqui e saboreie a entrevista na íntegra

NEWTON VAIADO NO LANÇAMENTO DE GABRIELA

Era para ser um momento de descontração e de festa pela promoção do destino turístico, da história de Ilhéus e do centenário de nascimento de Jorge Amado, mas…

Mas o prefeito Newton Lima levou vaia monumental, ontem, no Vesúvio, durante a festa de lançamento da novela Gabriela, que estreará na próxima segunda, 18, às 22h30min, na Rede Globo.

Apesar da Fundação Cultural de Ilhéus (Fundaci) ter anunciado o elenco da novela em Ilhéus, apenas a atriz Emanuelle Araújo apareceu na festa.

Muitos fãs fizeram fila no entorno do Vesúvio para pedir autógrafo a artistas como Juliana Paes, Humberto Martins, Ivete Sangalo. Frustração total, pois eles não vieram. Participaram apenas da festa em Salvador, mês passado.

Fãs esperavam artistas globais. Sobrou para Newton Lima.

GLOBO ANTECIPA ESTREIA DE “GABRIELA”

Juliana Paes interpreta a sensual Gabriela.

A direção da Rede Globo decidiu promover a estreia da novela Gabriela, protagonizada por Juliana Paes, um dia antes do previsto inicialmente.

A produção terá o seu primeiro capítulo exibido no dia 18 de junho, uma segunda-feira, depois de Avenida Brasil, e não mais no dia 19, uma terça. Com isso, o capitulo inicial começa por volta das 22h30min e não às 23h30min como os demais capítulos.

A novela faz parte das comemorações do Centenário de Jorge Amado e terá a presença de parte do elenco para o lançamento em Ilhéus. Leia mais no Blog do Thame

AS PRIMEIRAS IMAGENS DA “NOVA GABRIELA”

A novela Gabriela, da Rede Globo, estreará em junho. Na segunda, a emissora fez festa de lançamento em Salvador e nesta semana também divulgou vídeo da atração das 23h. Boa parte das imagens foi gravada em Canavieiras, no sul da Bahia. Confira vídeo abaixo.

ILHÉUS LANÇA FESTIVAL AMAR AMADO

Ilhéus lança nesta quinta-feira, 3, às 19 horas, no Bataclan, o Festival Amar Amado, um evento multiarte que vai de 4 a 12 de agosto, em comemoração ao centenário de nascimento de Jorge Amado. As homenagens ao escritor mais popular do país incluirão atividades no teatro, cinema, música, dança, gastronomia e literatura.

O festival múltiplo será realizado em palcos e estandes instalados no Quarteirão Jorge Amado e em diversos outros espaços, como o Bataclan, Teatro Municipal, Centro de Convenções e Casa de Cultura. Envolve eventos como Beber Amado, Ler Amado, Ouvir Amado, Ver Amado e Amar Amado, numa promoção da Prefeitura de Ilhéus, em parceria com a Maná Produções.

O festejado autor de Cacau, Gabriela, Terras do Sem Fim, Tocaia Grande e extensa obra literária é tema da exposição “Jorge, Amado e Universal”, promovida Fundação Casa de Jorge Amado, em parceria com o Governo de São Paulo, no Museu da Língua Portuguesa, capital paulista, como parte das comemorações do centenário do escritor.

A mostra ficará aberta até 22 de julho, reunindo livros, filmes, jornais, fotografias, folhetos de cordel, ilustrações, documentos históricos, correspondências e objetos de uso pessoal do escritor.

ELE É “O CARA”

Lago estará em Cheias de Charme, novela das 7h da Globo.

O ator global – e ilheense – Fábio Lago não integrará o elenco do remake da novela Gabriela, que vai rodar na grade da Rede Globo na faixa das 23h, em junho. Mas ele teve papel decisivo para que seu município, Ilhéus, não ficasse fora das locações da novela baseada na obra homônima do escritor itabunense Jorge Amado.

Conforme conta ao caderno de televisão do Correio da Bahia, Fábio convenceu o diretor Mauro Mendonça Filho a gravar parte das cenas da novela na… Terra de Gabriela. “Recebi a equipe e mostrei lugares lindos de Ilhéus. De certa forma, contribuí”, revela Fábio. Isso, porque as cenas de Gabriela no sul da Bahia para a novela seriam gravadas apenas em Canavieiras.

Fábio Lago não participará de Gabriela porque quando recebeu o convite já estava confirmado no elenco de Cheias de Charme, novela das 7h da Globo que estreia nesta segunda-feira, 16. Ele interpretará Naldo, personagem na linha de Fabiano, de Caras&Bocas, que lhe rendeu prêmio de ator revelação em 2009.






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