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:: ‘Geddel Vieira Lima’

CHARLIANE E O FUTURO PARTIDÁRIO

Pré-candidata, Charliane recebeu convites de filiação de DEM, MDB e Rede

Dos 21 vereadores de Itabuna, Charliane Sousa (PTB) foi quem teve a melhor avaliação em pesquisa feita pela Sócio Estatística, no período de 28 de agosto a 1º de setembro. À pergunta “qual o vereador mais atuante na Câmara de Itabuna”, 9,08% dos 804 eleitores consultados cravaram o nome da única vereadora no legislativo itabunense, espontaneamente.

Charliane é pré-candidata a prefeita. Vive um namoro com o MDB de Geddel e Lúcio Vieira Lima. O PTB já sinalizou que libera, sem problemas, a filiação da vereadora ao partido dos Vieira Lima. Não apenas o MDB convidou a vereadora. Outros, como a Rede Sustentabilidade, abriram as portas para a parlamentar.

Analista da política itabunense vê aí o que considera um possível passo em falso de Charliane, a ida para o MDB.  O analista observa que o mandato da vereadora ganhou visibilidade, em parte, por causa de sua cruzada contra a corrupção no nível municipal.

– Não custa lembrar que o MDB é dos Vieira Lima, dos irmãos Lúcio e Geddel, hoje preso na Papuda, no Distrito Federal, por causa daquela dinheirama (entenda aqui). Não seria, no meu entender, a melhor opção – disse o analista.

O mesmo analista vê chance dessa contradição ter peso na disputa municipal e lembra que, em 2018, deputados como Pedro Tavares e Leur Lomanto Jr.  saíram do MDB para tentar a sorte no DEM, justamente por causa da imagem do partido. “O MDB baiano não elegeu um deputado estadual sequer. Depois de mais de 40 anos, a Câmara Federal ficou sem um Vieira Lima”, completou o analista. A julgar pelo flerte, Charliane pensa o contrário.

Atualização Como bem destaca o leitor “Baleia”, o MDB conseguiu eleger uma deputada estadual em 2018: Kátia Oliveira, com 27.206 votos. E só. Já em 2014, a legenda fez 5 deputados. O menos votado naquele pleito de 2014, Alex da Piatã, foi o escolhido por 45.519 eleitores.

A propósito, eis os percentuais obtidos pelos demais vereadores na pesquisa:

Ricardo Xavier – 1.87%
Beto Dourado – 0,75%
Babá Cearense – 2,61%
Manoel Jr – 0,37%
Enderson Guinho – 6,34%
Jairo Araújo – 3,86%
Chicão – 0,12%
Cavalcante – 0,37%
Milton Gramacho – 0,50%
Pastor Francisco – 1,62%
Júnior Brandão – 2,24%
Chico Reis – 1,74%
Junior do Trator – 1,12%
Nel do Bar – 0,75%
Ronaldão – 1,24%
Ninho – 0,75%
Aldenes Meira – 0%
Robinho – 0,50%
Zico – 0,12%
Alex da Oficina – 3,11%
Nenhum deles – 43,03%
Não sabe – 17,91%

PARA PGR, INVESTIGAÇÃO CONTRA GEDDEL E LÚCIO VIEIRA LIMA DEVE FICAR NO STF

Lúcio e o irmão Geddel, que está preso || Foto Jornal Bahia Online

A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, defendeu em memorial enviado nesta segunda (7) ao Supremo Tribunal Federal (STF) a permanência na Corte da investigação sobre os R$ 51 milhões em dinheiro vivo encontrados em um apartamento, em Salvador, ligado ao ex-ministro Geddel Vieira Lima.

No entendimento da procuradora-geral, a restrição ao foro privilegiado decidida pelo plenário do STF na semana passada não se aplica ao caso. Na última quinta-feira (3), os ministros decidiram que deve permanecer na Corte, no caso de deputados e senadores, somente os casos relacionados a crimes supostamente cometidos durante e em razão do mandato.

Geddel, seu irmão, o deputado Lucio Vieira Lima (PMDB-BA) e a matriarca da família, Marluce Vieira Lima foram denunciados pela Procuradoria-Geral da República (PGR) por corrupção e lavagem de dinheiro.

O processo tramita no STF devido ao cargo ocupado por Lúcio Vieira Lima, que ainda foi acusado de peculato, por supostamente ter se apropriado de 80% dos salários de um ex-assessor parlamentar. Ele nega as acusações.

O recebimento da denúncia está marcado para ser julgado amanhã (8) pela Segunda Turma do STF. Dodge defendeu que os crimes de lavagem e peculato foram cometidos por Lúcio Vieira Lima antes e depois de ele assumir o mandato de deputado federal, em 2011.

Para Raquel Dodge, na denúncia “resta demonstrado que o caso em análise envolve a prática de crimes por parlamentar detentor de foro por prerrogativa no STF, relacionados à função pública e no exercício do mandado parlamentar”.

As defesas dos acusados negam os crimes. Em relação ao dinheiro vivo encontrado em malas no apartamento em Salvador, os advogados de Geddel argumentam se tratar de simples guarda de quantia, sem origem ilícita.
Outros casos

Nesta segunda-feira, Dodge também enviou pareceres a respeito de outros casos que devem ser julgados amanhã (8). Em relação ao senador Fernando Bezerra (MDB-PE), ela defendeu o envio da denúncia contra o parlamentar para a primeira instância.

Bezerra foi denunciado por corrupção em 2016, quando foi acusado de ter recebido ao menos R$ 41,5 milhões em propina de empreiteiras que atuaram nas obras da Refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco. Os crimes teriam ocorrido entre 2010 e 2011, quando o senador era secretário estadual. :: LEIA MAIS »

A DEBANDADA NO MDB BAIANO

Leur (à esquerda) deixa MDB e Geddel após 17 anos || Foto Jequié Repórter

O MDB perderá todos os deputados estaduais na Bahia, como já assinalou o presidente da legenda, Lúcio Vieira Lima. O último a confirmar desfiliação foi Leur Lomanto Jr., nesta terça (27). Vai, como disse ele, vislumbrar uma nova caminhada política. A debandada emedebista tem a ver com os reflexos eleitorais do “Bunker dos Vieira Lima”, aquele onde foram encontrados mais de R$ 51 milhões em dinheiro vivo.

Filho do ex-deputado Leur Lomanto, o deputado estadual teve apenas o MDB em seus 17 anos de partido. “É um ciclo que se encerra e outro que começa. Chegou o momento de partirmos juntos para uma nova caminhada”, disse ele, sem apontar a qual partido se filiará..

Leur Lomanto Jr. anunciou que, após três mandatos como deputado estadual, pretende concorrer a uma das 39 vagas na Câmara Federal. Dos parlamentares estaduais e federais na Bahia, o MDB continuará apenas com Lúcio Vieira Lima. Saem, dentre outros, Hildécio Meireles, Pedro Tavares e o próprio Leur Jr.

IRMÃO DE GEDDEL NO CONSELHO DE ÉTICA

Lúcio e o irmão Geddel, que está preso || Foto Jornal Bahia Online

O deputado federal Lúcio Vieira Lima (PMDB-BA) será alvo de processo disciplinar no Conselho de Ética da Câmara dos Deputados. A reunião que analisará o pedido de cassação do mandato será na próxima terça (27), quando também serão examinados os pedidos contra os deputados Paulo Maluf (PP-SP), Celso Jacob (PMDB-RJ) e João Rodrigues (PSD-SC).

Quem definirá o relator para cada processo, a partir de sorteio em lista tríplice, é o também baiano Elmar Nascimento (DEM), que preside o Conselho. Lúcio Vieira Lima é apontado como um dos donos dos R$ 51 milhões encontrado em imóvel emprestado ao irmão dele, Geddel Vieira Lima. Lúcio foi denunciado por lavagem de dinheiro e associação criminosa, em dezembro passado, pela Procuradoria-Geral da República.

GEDDEL E LÚCIO PODEM TIRAR ACM NETO DA DISPUTA AO GOVERNO DA BAHIA, DIZ JORNAL

Ladeado por Lúcio e Geddel, ACM Neto pode não disputar governo, segundo jornal

Cardeais da base aliada ao DEM veem no PMDB da Bahia o grande entrave para a candidatura do prefeito ACM Neto ao governo. Caso o diretório do partido no estado continue sob controle dos irmãos Geddel e Lúcio Vieira Lima, avaliam, será difícil convencer Neto a entrar no páreo. Da Coluna Satélite, do Correio24h

A nota acima foi publicada no Correio, publicação que pertence à família do prefeito de Salvador, ACM Neto. Há mais de dez dias, este blog publicou nota com avaliação de democratas. Para eles, Neto só entra na disputa em caso de Lula ser condenado e ter reduzidas chances de disputar a presidência da República. Aliado a isso, os irmãos Vieira Lima teriam que sumir do cenário. Outro desgaste para Neto é o apoio ao Governo Temer. E Lula na disputa tornaria a candidatura de Rui Costa quase imbatível (reveja).

DODGE, O MP E A POLÍTICA

marco wense1Marco Wense

 

Dodge deixou bem claro, no seu discurso de posse, que o povo brasileiro detesta corrupção, criando um certo constrangimento em algumas autoridades presentes.

 

No último dia 13, uma quarta-feira de tempo chuvoso, fiz um comentário sobre a expectativa em torno de Raquel Dodge, como a nova procuradora-geral da República iria se comportar no comando da PGR.

O presidente Michel Temer (PMDB) quebrou a tradição de indicar o mais votado para chefiar o Ministério Público Federal, que foi Nicolau Dino, com 621 votos.

Na lista tríplice elaborada pela Associação Nacional dos Procuradores da República (ANPR), Dodge ficou com 587 votos. O chefe do Executivo, no entanto, optou por nomeá-la.

Essa “rebeldia” de Temer, influenciada pelo fato de Dodge não ter um bom relacionamento com Rodrigo Janot, só fez aumentar essa expectativa.

O STF, por exemplo, pode enviar a segunda denúncia de Temer de volta à PGR, cabendo a Raquel Dodge revisar o ofício de Janot, seu antecessor.

Tem também a provável delação de Geddel Vieira Lima, amigo de Temer. É bom lembrar que outros bem próximos do chefe do Executivo vão passar pela Procuradoria, como Moreira Franco, Eliseu Padilha e companhia Ltda.

A PGR, sob a batuta de Dodge, não vai se deixar levar por outro caminho que não seja o da lei, seguindo à risca a nossa Carta Magna.

Dodge deixou bem claro, no seu discurso de posse, que o povo brasileiro detesta corrupção, criando um certo constrangimento em algumas autoridades presentes.

O ministro Luís Roberto Barroso, do STF, instância máxima do Judiciário, tem razão quando diz que “ninguém deve favor quando chega a um cargo desse”.

Barroso finaliza dizendo que “quem é alçado a um cargo desse, é claro que pode ter reconhecimento, mas o compromisso é com o País e não com a autoridade”.

Vamos torcer para que tudo ocorra dentro da normalidade esperada, com as instituições se respeitando mutualmente, sem a descabida intromissão de um Poder em outro.

Que os larápios dos cofres públicos sejam exemplarmente punidos, fortalecendo o maior e mais significativo princípio constitucional: o de que todos são iguais perante a lei.

ACM NETO EXONERA DIRETOR DA CODESAL, APÓS PRISÃO

ACM Neto exonerou Gustavo Ferraz (1º à direita) do comando da Codesal || Foto Política Livre

ACM Neto exonerou Gustavo Ferraz (de barba) do comando da Codesal || Foto Política Livre

O prefeito ACM Neto exonerou Gustavo Ferraz do comando da Coordenadoria de Defesa Civil de Salvador (Codesal), após o peemedebista ser preso, nesta manhã de sexta (8), pela Polícia Federal. Digitais de Gustavo foram encontradas em sacos plásticos usados para embalar os mais de R$ 51 milhões do ex-ministro e ex-deputado federal Geddel Vieira Lima.

Há pouco, a Prefeitura de Salvador emitiu nota em que confirma a exoneração de Gustavo. O coordenador foi preso a pedido do Ministério Público Federal (MPF). “A Prefeitura de Salvador não compactua com nenhum ato ilícito e qualquer servidor municipal envolvido em questões dessa natureza terá que responder na Justiça”, cita a nota.

PF AINDA CONTA DINHEIRO ATRIBUÍDO A GEDDEL. E JÁ PASSA DOS R$ 40 MILHÕES

mais dinheiro

A Polícia Federal  ainda contava o dinheiro encontrado em um imóvel pertencente a um amigo do ex-deputado e ex-ministro Geddel Vieira Lima. O dinheiro seria do ex-ministro dos governos Lula, Dilma e Temer.

Até há pouco, a polícia já havia contado mais de R$ 40 milhões. É a maior quantia em espécie  já apreendida pela Federal em toda a sua história. Veja mais em nota abaixo.

GEDDEL DISCUTIU ANISTIA AO CAIXA 2 COM JBS, REVELA COLUNISTA

Geddel teria discutido Caixa 2 com a JBS || Foto Valter Campanário / ABr

Geddel teria discutido Caixa 2 com a JBS || Foto Valter Campanário / ABr

A colunista Mônica Bergamo revela, na edição desta quarta (26), da Folha, uma nova acusação contra o ex-ministro e ex-deputado federal Geddel Vieira Lima. O ex-ministro teria discutido anistia ao Caixa 2 com um dos executivos da JBS. A conversa, segundo delação, se deu com o diretor jurídico da empresa, Francisco de Assis e Silva.

O executivo diz ter discutido com Geddel, em Brasília, várias vezes sobre o assunto. Afirma, ainda, que Geddel entregou a ele rascunho de projeto de lei prevendo a anistia. Pela proposta do ex-ministro, conforme revelado pela coluna, o Caixa 2 seria tratado somente como crime tributário, não cabendo pena, caso confessado, beneficiando centenas de políticos.

O ex-secretário de Governo de Temer foi dos primeiros políticos brasileiros a defender anistia à prática de Caixa 2 na política. Ainda informa a colunista a existência de anexo exclusivo, no âmbito da Lava Jato, para tratar apenas dos supostos crimes de corrupção atribuídos ao peemedebista baiano.

MULHER DE FUNARO CONFIRMA À PF SUPOSTA PRESSÃO DE GEDDEL CONTRA DELAÇÃO

Geddel está preso desde o início do mês em Brasília || Reprodução TV Globo

Geddel está preso desde o início do mês em Brasília || Reprodução TV Globo

A situação de Geddel Vieira Lima, ex-ministro dos governos Lula e Temer, agravou-se ainda mais depois do depoimento de Raquel Pitta, mulher do corretor Lúcio Funaro, preso na Operação Lava Jato. Raquel confirmou à Polícia Federal ter recebido ligações e pressão do ex-ministro, segundo revela o Estadão. O depoimento foi prestado na última sexta (7).

 

A pressão do político peemedebista teria a finalidade de evitar delação de Funaro. Os contatos telefônicos foram base para o juiz da 10ª Vara Federal de Brasília, Vallisney de Souza Oliveira, decretar- e depois mantido, na semana passada – a prisão preventiva de Geddel. O político baiano é acusado de tentativa de obstrução aos trabalhos de investigação da Operação Lava Jato.

“Não tenho elemento para dizer nesse momento que não há indício de crime. Desse modo eu mantenho aqui o que coloquei na decisão de que há indícios de autoria e materialidade quanto a Geddel”, dissse o magistrado ao manter o decreto de prisão do ex-ministro e ex-deputado federal.

As supostas pressões de Geddel contra a mulher de Funaro, preso desde o ano passado, foram registradas no período de 17 de maio a 1º de junho deste ano, conforme a publicação.

O juiz federal teria considerado “gravíssimo” o ex-ministro peemedebista entrar em contato telefônico com a mulher do doleiro preso e uma das caixas-pretas do esquema de corrupção no seio do governo federal.

PARA EVITAR PRISÃO, GEDDEL OFERECE PASSAPORTE AO STF

Geddel oferece passaporte para evitar prisão (Foto Jornal Bahia Online).

Geddel oferece passaporte para evitar prisão (Foto Jornal Bahia Online).

O ex-ministro Geddel Vieira Lima, que ocupou a Secretaria de Governo no início do governo de Michel Temer, antecipou-se a um possível pedido de prisão contra ele pelo Ministério Público Federal (MPF), colocando seu passaporte e seu sigilo bancário à disposição do ministro Edson Fachin, relator da Operação Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF).

Em petição apresentada na noite de ontem (12) dentro do inquérito que investiga Temer no Supremo, Geddel citou notícia veiculada no mesmo dia pela coluna do jornalista Lauro Jardim no jornal O Globo, em que se afirma que o ex-ministro seria “o próximo alvo do Ministério Público”, órgão poderia pedir sua prisão.

O ex-ministro também anexou imagem de uma nota publicada por um site. “Excelência, com as devidas e necessárias licenças, este peticionário tem certeza de que as decisões desse Supremo Tribunal Federal, assim como requerimentos do Ministério Público Federal, não são (e jamais serão) pautadas em especulações da imprensa”, escreveu o advogado de Geddel, Gamil Föppel, na peça.

A defesa ressaltou não haver motivo para medidas cautelares mais graves contra o ex-ministro, como uma suposta prisão, pois ele vem colaborando com a Justiça. Geddel se comprometeu, na petição apresentada a Fachin, a não fazer movimentações maiores do que R$ 30 mil em suas contas bancárias.

O ex-ministro solicita ainda que não pese contra ele o fato de ter ficado calado durante depoimento prestado no último dia 8 de junho.

Geddel Vieira Lima foi citado mais de uma vez na delação premiada dos executivos do grupo empresarial J&F, que deu origem à investigação contra Temer. Segundo os depoimentos, ele seria o intermediário nas negociações com o presidente até o momento em que foi afastado da articulação do governo no Congresso. Apesar disso, ele não figura como investigado no inquérito. Com informações da Agência Brasil.

GEDDEL É ALVO DE OPERAÇÃO DA PF

Geddel é alvo de mandados de busca e apreensão cumpridos pela PF (Foto Jornal Bahia Online).

Geddel é alvo de mandados de busca e apreensão cumpridos pela PF (Foto Jornal Bahia Online).

A Tarde

A Polícia Federal (PF) deflagrou, nesta sexta-feira (13), a Operação Cui Bono para investigar um esquema de fraudes na liberação de créditos junto à Caixa Econômica entre os anos de 2011 e 2013. O ex-ministro Geddel Vieira Lima (PMDB) é alvo da ação.

Policiais federais cumpriram buscas em um imóvel do peemedebista no edifício Pedra do Valle, na rua Plínio Moscoso, no Jardim Apipema, em Salvador. Foi cumprido outro mandado na casa de Geddel em Interlagos.

O ex-ministro foi vice-presidente de Pessoa Jurídica da Caixa no período investigado. Também são cumpridos mandados em outros endereços na Bahia, em São Paulo, no Paraná e no Distrito Federal.

A ação foi deflagrada a partir de informações encontradas em um celular em desuso que foi achado na residência oficial do presidente da Câmara, quando o imóvel era ocupado por Eduardo Cunha (PMDB). A apreensão aconteceu durante a Operação Cantilinárias, deflagrada em dezembro de 2015.

A PF informou que “extraiu uma intensa troca de mensagens eletrônicas entre o presidente da Câmara à época e o vice-presidente da Caixa Econômica Federal de Pessoa Jurídica entre 2011 e 2013”. As mensagens indicavam uma possível obtenção de vantagens indevidas pelos investigados a partir da liberação de crédito para grandes empresas.

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O EXEMPLO DA FAMÍLIA CRUZ

claudio_rodriguesCláudio Rodrigues | [email protected]

 

Não sabemos aonde as delações dos executivos da construtora Odebrecht vão chegar – e se esses senhores terão o julgamento e a punição que toda sociedade espera. O que nos traz uma ponta de esperança é ver que ações como a da família de seu Francisco Gaudino da Cruz são um exemplo para o Brasil.

 

O programa Caldeirão do Huck deste sábado (10) apresentou a história da família Cruz. O senhor Gaudino Cruz criou sete filhos, todos músicos. Um desses filhos, Bento, deu seguimento à família de músicos. Seus seis filhos também seguiram o caminho da música.

Os dois primeiros filhos de Bento, Axel e Maíra, decidiram criar uma escolha de música para atender os jovens do bairro onde moram – Mondubim, na periferia de Fortaleza. Assim, nasceu a Acordes Mágicos, que atende 150 jovens. O apresentador Luciano Huck perguntou a seu Gaudino, com seus 69 anos, de que ele havia trabalhado em sua vida. Seu Gaudino respondeu: “de tudo que eu achava que era honesto”.

No momento em que o Brasil vive uma onda de escândalos que envolve políticos de todos os matrizes e empreiteiras – delatores citam a distribuição de bilhões de reais em troca de “favores”, é apresentado ao Brasil uma família que nos faz acreditar que, apesar dos bandidos travestidos de políticos, esse país tem jeito.

Se a pergunta que foi feita ao seu Gaudino fosse dirigida aos nossos congressistas ou aos dirigentes do Palácio do Planalto, qual seria a resposta? O que diriam os senadores Renan Calheiros, Eunício Oliveira, Romero Jucá ou Lindbergh Farias, além do presidente Michel Temer e seus ministros, ao serem questionados do que trabalharam a vida toda?

Com certeza, a palavra honestidade jamais faria parte da resposta. Os políticos brasileiros, em sua grande maioria, nos causam repulsa. O cidadão em nosso país é órfão de representante, pois 95% dos homens públicos que detêm mandatos defendem exclusivamente seus interesses, de seus partidos e de grandes corporações.

Não sabemos aonde as delações dos executivos da construtora Odebrecht vão chegar – e se esses senhores terão o julgamento e a punição que toda sociedade espera. O que nos traz uma ponta de esperança é ver que ações como a da família de seu Francisco Gaudino da Cruz são um exemplo para o Brasil.

Cláudio Rodrigues é administrador de empresa.

BOMBANDO NAS REDES SOCIAIS…

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(Reprodução WhatsApp).

MAIORIA DA COMISSÃO DE ÉTICA VOTA POR INVESTIGAR GEDDEL, MAS DECISÃO É ADIADA

La Vue é um prédio de alto padrão, onde Geddel comprou apartamento (Montagem Tijolaço).

La Vue é um prédio de alto padrão, onde Geddel comprou apartamento (Montagem Tijolaço).

Uma manobra do conselheiro baiano José Saraiva levou a Comissão de Ética Pública da Presidência da República a adiar decisão sobre abertura ou não de investigação contra o secretário de Governo, Geddel Vieira Lima. A comissão deverá apurar se o ministro violou o código de conduta federal ao pressionar o ex-ministro da Cultura Marcelo Calero, para tratar liberar obras do edifício La Vue.

Cinco conselheiros votaram pela instauração do processo, mas um pedido de vista de José Saraiva provocou o adiamento da decisão para 14 de dezembro próximo. Saraiva foi nomeado, recentemente, pelo presidente Michel Temer. Saraiva manifestou a necessidade de estudar melhor as informações, divulgadas pela imprensa no fim de semana.

O conselheiro Marcelo Figueiredo adiou seu voto até a manifestação de Saraiva. Os cinco conselheiros que já se pronunciaram a favor da abertura do processo podem rever seus votos.

O ex-ministro da Cultura, Marcelo Calero, pediu demissão do cargo na última sexta-feira (18), alegando razões pessoais. No fim de semana, em entrevista ao jornal Folha de S.Paulo, afirmou que o ministro Geddel Vieira Lima o pressionou a intervir junto ao Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) para liberar a construção de um edifício de alto padrão em Salvador.

O empreendimento não foi autorizado pelo instituto e por outros órgãos por ferir o gabarito da região, que fica em área tombada. Também em entrevista à Folha, Geddel admitiu ter conversado com Calero sobre a obra, mas negou tê-lo pressionado. Geddel disse estar preocupado com a criação e a manutenção de empregos.

A sugestão de abertura de processo da Comissão de Ética foi apresentada pelo presidente do colegiado, conselheiro Mauro de Azevedo Menezes, que afirmou ter visto nas notícias publicadas pela imprensa sinais inequívocos de que o assunto precisa ser apreciado pela comissão. Embora pudesse ter instaurado o processo ele mesmo, Azevedo preferiu consultar os outros conselheiros.

“Trouxe o assunto por entender que é um caso claro de competência da Comissão de Ética Pública. Se a materialidade do caso admite a abertura de processo e quais os desdobramentos, cabe ao colegiado decidir”, disse.

“O processo ainda não foi aberto. Ainda estamos estudando a possível abertura de um processo. E não estamos, com isso, a prejulgar a conduta do ministro Geddel”, acrescentou Menezes ao defender calma na condução do tema.

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