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:: ‘Geddel’

DEBANDADA GERAL

Newton Lima foi dar as boas-vindas a Wagner, mas Ângela chegou antes (foto Clodoaldo Ribeiro)

A estagnação do desempenho de Geddel Vieira Lima (PMDB) nas pesquisas tem feito os aliados perderem o respeito pelo candidato ao governo baiano. Quem estava pessoalmente inclinado a apoiar Jaques Wagner (PT), mas se continha em função de imposições partidárias, já não tem mais nenhum receio de declarar voto no Galego.

Nesta semana, dois casos emblemáticos: o deputado estadual Capitão Fábio, do PRP, que anunciou seu apoio a Wagner e ainda trocou “gentilezas” com o presidente estadual do PMDB, Lúcio Vieira Lima; e a deputada Ângela Sousa (PSC), que hoje foi receber Wagner no aeroporto de Ilhéus, antes da carreata do petista. 

Há alguns meses, a executiva estadual do PSC chegou a dizer que negaria a legenda a quem não apoiasse Geddel. Agora, com os números desfavoráveis ao peemedebista, parece que a pressão afroxou.

UMA RELAÇÃO COMPLICADA

Não são boas as relações entre o candidato do PMDB ao governo da Bahia, Geddel Vieira Lima, e a família Veloso (Raymundo, o deputado federal, e seu filho Márcio, que disputa cadeira na Assembleia).

Segundo informações obtidas pelo Pimenta, Geddel nunca tolerou o filho do deputado, mas quando a coisa saiu do mero terreno da antipatia pessoal e se tornou um boicote às candidaturas dos Veloso, aí o bicho pegou.

Pai e filho até aceitariam a birra do cacique peemedebista, desde que não faltasse “combustível” nas suas campanhas.

A DISPUTA NA BAHIA

Uma conferida nos dados das pesquisas Datafolha dos finais de julho (de 20 a 23) e agosto (dias 23 e 24) na Bahia revelam dados interessantes:

– O governador Jaques Wagner (PT) ganhou cinco pontos percentuais nas intenções de voto entre aqueles que recebem até dois salários mínimos (saltou de 41% para 46%) no período, enquanto o democrata Paulo Souto oscilou um (24% para 23%). Geddel Vieira Lima caiu de 13% para 11% nesta faixa do eleitorado.

– Na faixa de dois a cinco salários mínimos, Wagner cresceu seis pontos (46% para 52%), Souto perdeu dois (24% para 22%) e Geddel caiu quatro (17% para 13%).

– Entre os eleitores que recebem acima de cinco salários, se dá uma evolução de Souto (15% para 22%), queda de Wagner (60% para 47%)  e ganho de três pontos para Geddel (8% para 11%).

Olhando assim, pode-se concluir que os eleitores mais “gelatinosos” encontram-se no topo da pirâmide, ao contrário do que se podia imaginar e do que tentava fazer crer a oposição. Teoricamente, os eleitores de menor renda seriam mais suscetíveis aos efeitos da propaganda governamental.

A propaganda institucional acabou – começou a eleitoral – e o que aconteceu, com base nesses números, foi uma evolução das intenções de voto de Wagner na faixa do eleitorado de menor renda. É justamente essa a que possui um número bem maior de votantes. Na outra ponta é que ocorreu o “fenômeno”. Para azar dos adversários do Galego.

FÁBIO ABANDONA GEDDEL E FICA COM WAGNER

Fábio dá novo "um a zero" em Geddel.

O deputado estadual Capitão Fábio (PRP) andava mudinho em relação ao seu candidato a governador no pleito de 2010. Não está mais. Agora, escancarou de vez:

– As pessoas reconhecem que Jaques Wagner vem promovendo grandes transformações na Bahia e sabem que o segundo mandato será ainda melhor.

Sem medo de ser feliz, o deputado promete participar das carreatas de Wagner em Ilhéus e Itabuna, na próxima sexta-feira (3). A carreata em Ilhéus está prevista para as 10 horas. E às 15 horas em Itabuna.

Em tempo: o partido de Capitão Fábio, o PRP, pertence ao arco de alianças da candidatura ao governo do peemedebista Geddel Vieira Lima. Resta saber qual será a reação de Geddel, traído na sucessão municipal em 2008.

GEDDEL DE OLHO NA DUPLA MELO

É atribuída à dupla Almir Melo e Almir Melo Jr. a lambança que jogou chopp na festa que se pretendia para o peemedebista Geddel Vieira Lima, no sábado (28), quando o candidato ao governo fez carreata em Ilhéus.

No afã de promover a candidatura do filho, o ex-prefeito canavieirense Almir Melo tratou de arranjar as melhores posições para os carros e um minitrio plotados com o nome de Júnior, além de desviar a carreata do percurso definido pela organização. Resultado: bagunçou o evento e fez muita gente desistir no meio do caminho.

Conta-se que Geddel chegou com pouco mais de 100 carros ao Teotônio Vilela. Irritado com a dupla Melo e um homem de prenome Alexandre, assim mesmo discursou para o público.

A lambança da família Melo, aliás, deixou os demais organizadores, Renato Costa, Benito Gama, Veloso e Márcio Veloso, pês da vida. Não faltaram xingamentos e discussões de “alto nível” por conta das trapalhadas.

LOCUTOR ATRAPALHADO

Comício do PMDB no último sábado em Ibirataia. Geddel Vieira Lima, candidato ao Governo do Estado, já tinha passado por Ilhéus e Ipiaú, onde participou de carreatas. O peemedebista só não imaginava que, após uma jornada cansativa, encontraria um locutor que lhe tiraria o humor.

 Segundo o blog Políticos do Sul da Bahia, o locutor anunciava as lideranças políticas presentes, todo animadinho, quando, meio que desavisado, ou de repente traindo alguma predileção, convocou o povão a votar no “time de Wagner”.

Depois do vacilo, que deixou os irmãos Vieira Lima com cara de pouquíssimos amigos, o locutor foi convidado a retirar-se do palanque. E despareceu.

JOÃO E O PÉ-NA-BUNDA DE GEDDEL

Do site Por Escrito

A “situação da deputada Maria Luiza”, conforme palavras do deputado Geddel Vieira Lima ao site Bahia Notícias, não é suficiente para justificar o afastamento político entre ele e o prefeito João Henrique, a quem, nos bastidores, o ex-ministro reserva palavras e conceitos muito pouco amigáveis.

A situação referida seria o fato de a primeira-dama de Salvador e candidata à reeleição estar fazendo ostensiva dobradinha com o deputado ACM Neto, mas o que está deixando Geddel realmente incomodado é a disposição do prefeito de apoiar Neto para seu sucessor em 2012.

Sem muito vínculo com a lealdade, João despreza o político que o tirou do caminho do ostracismo para lhe dar mais quatro anos de poder e acredita que os quase 60% dos votos que obteve aliado ao carlismo no segundo turno de 2008 garantirão a eleição do próximo prefeito.

Leia essa e outras

GEDDEL “SE VIRA NOS TRINTA”

Ter o maior tempo no horário eleitoral e usá-lo em intensa artilharia contra o governador Jaques Wagner não ajudou o peemedebista Geddel Vieira Lima a evoluir nas pesquisas de intenção de voto. Por isso, a pouco mais de 30 dias para a eleição, o candidato tenta conquistar o eleitor em sucessivas viagens pelo interior baiano.

Neste fim de semana, a maratona de Geddel incluiu carreatas em Ilhéus, Itajuípe e Ipiaú, além de carreata e comício em Ubatã e Ibirataia. A programação deve ficar ainda mais apertada a partir desta semana, quando os candidatos entram na reta final da campanha.

Vale destacar que as últimas pesquisas de intenção de voto indicam grande possibilidade de que o atual governador se reeleja no primeiro turno.

SOUTO CAI SETE PONTOS, DIZ VOX POPULI

O principal dado que a nova pesquisa Vox Populi traz, na edição d´A Tarde deste domingo, é a queda abrupta do ex-governador Paulo Souto (DEM). Ele tinha 24% das intenções de voto na pesquisa feita no início deste mês (7 a10 de agosto) e caiu agora para 17% (21 a 23 de agosto). O que explicaria essa queda?

O governador Jaques Wagner ganhou dois pontinhos, saindo de 45% para 47%. O ex-ministro Geddel Vieira Lima (PMDB) também engordou em dois pontos percentuais, foi de 9% para 11%. Todos os números serão conferidos ainda nesta manhã de domingo, 29. A pesquisa Vox Populi foi encomendada pelo principal diário baiano.

WAGNER AMPLIA VANTAGEM TAMBÉM NO IBOPE

O governador Jaques Wagner (PT) subiu de 46% para 49% das intenções de voto na pesquisa Ibope/Rede Bahia, divulgada há pouco no BA-TV (veja a pesquisa anterior).

O ex-governador Paulo Souto oscilou negativamente um ponto e caiu para 18%. O peemedebista Geddel Vieira Lima saiu de 11% para 12%.

(Confira aqui os números do Datafolha)

A pesquisa foi realizada de 24 a 26 de agosto e ouviu 1.008 eleitores em toda a Bahia. A margem de erro é de três pontos percentuais. O levantamento ainda traz Bassuma (PV) com 1%. Votos brancos e nulos representam 7% e os indecisos são 12%

O Ibope também aferiu a rejeição dos candidatos. Paulo Souto tem 25% de rejeição; Bassuma, 19%; Geddel, 18%; e Santa Bárbara (PCB) aparece 14%.  Os candidatos com menor reprovação por parte do eleitorado são Wagner, Marcos Mendes (PSOL) e Professor Carlos (PSTU), com 12% cada um.

GEDDEL SOBRE LULA: “GOSTARIA QUE ELE ESTIVESSE ME APOIANDO”

O candidato a governador da Bahia pelo PMDB, Geddel Vieira Lima, disse que permanecerá “amigo” de Lula, embora o petista tenha feito opção eleitoral por Jaques Wagner na corrida ao Palácio de Ondina. Na praça Castro Alves, ontem, o presidente Lula pediu aos baianos a reeleição de Jaques Wagner em primeiro turno.

Numa entrevista concedida à Folha Online, Geddel disse entender a posição do presidente, afirma ser amigo de Lula e que continuará usando a sua imagem nos programas e inserções eleitorais no rádio e na televisão:

– Não tenho crítica a fazer a quem me deu a oportunidade de servir ao Brasil e à Bahia. Vejo com absoluta naturalidade Lula manifestar preferência por alguém de seu partido. Gostaria que ele estivesse me apoiando. Não podendo, fazer o quê? É a vida como ela é.

Nesta sexta, 27, saiu uma nova pesquisa Datafolha e o peemedebista ganhou um pontinho nas intenções de voto, saindo de 10% para 11%, enquanto Wagner ganhou mais dois e foi a 47% e Paulo Souto estabilizou em 23%. O queridinho de Lula seria reeleito em primeiro turno (confira).

REJEIÇÃO A SOUTO AUMENTA; WAGNER SERIA REELEITO NO 1º TURNO

Além da vitória do petista Jaques Wagner no primeiro turno, a pesquisa Datafolha sobre a sucessão baiana traz o principal adversário do governador com rejeição cinco pontos percentuais maior do que no levantamento anterior. 31% dos eleitores não votariam de jeito nenhum em Paulo Souto (DEM), enquanto 15% rejeitam Wagner.

O novo levantamento do Datafolha aponta Wagner com 47%, Souto com 23% e Geddel com 11%. Mas há uma tripla novidade na rabeira da pesquisa. Bassuma (PV), Professor Carlos (PSTU) e Sandro Santa Bárbara (PCB) têm 1% das intenções de voto, cada um. Marcos Mendes (PSOL) não pontua.

O percentual de indecisos é de 12% e o de eleitores que pretendem votar em branco ou nulo alcança 5%. A pesquisa “pega” efeitos da primeira e início da segunda semana do horário eleitoral gratuito no rádio e na tevê, mas foi feita antes da visita do presidente Lula a Salvador, ontem, quando defendeu a reeleição do petista.

SEGUNDO TURNO

Afora a pontuação dos “nanicos”, a pesquisa é boa para Wagner quando vista superficialmente. Ele ganhou dois pontos percentuais na estimulada em primeiro turno. Aguardemos os números totais e cruzamentos, além da espontânea.

Já na simulação de segundo turno, Wagner consegue impor uma diferença maior que a obtida na pesquisa divulgada há quase duas semanas. O governador saiu de 54% para 58% das intenções de voto. Souto caiu de 32% para 29%. A margem de erro do levantamento é de três pontos percentuais.

WAGNER AMPLIA VANTAGEM, DIZ DATAFOLHA

Pelo Facebook, a Folha antecipa que o mais recente levantamento do Datafolha, encomendado pelo jornal paulista, mostra o governador Jaques Wagner com 47% das intenções de voto e  o ex-governador Paulo Souto (DEM) com 23%. Geddel Vieira Lima (PMDB) vai a 11%. Por estes números, o petista seria reeleito no primeiro turno.

Os dados do levantamento serão publicados na edição da Folha desta sexta. O Datafolha ouviu 1.060 eleitores, de 23 a 25 de agosto. No último levantamento, Wagner aparecia com 45%, Souto com iguais 23% e Geddel pontuava com 10%.

TRE LIBERA “ACM DO PARAGUAI”

Coluna Raio Laser, Tribuna da Bahia

A coligação A Bahia tem pressa, liderada pelo ex-ministro Geddel Vieira Lima, recorreu ao TRE contra o termo ACM do Paraguai usado no programa de rádio da coligação do PT. Mesmo não fazendo alusão direta a Geddel, seus aliados resolveram entrar com um recurso no Tribunal para impedir a veiculação da frase. Reunido ontem, o Tribunal Regional Eleitoral da Bahia não aceitou o recurso peemedebista, concluindo não haver nada demais na frase.








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