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:: ‘Geddel’

PESQUISA AGITA POLÍTICA BAIANA

Qual dos três estará "bem" no Vox Populi?

A Rede Bandeirantes divulga, nesta semana, uma nova pesquisa sobre a disputa pela presidência da República e o Palácio de Ondina, na Bahia. De acordo com Ricardo Luzbel, do Bahia Notícias, o levantamento será feito pelo Vox Populi, com amostra de 700 entrevistados. O campo da pesquisa começou no último sábado (8) e termina nesta terça.

Na última pesquisa oficial da qual se tem notícia, Jaques Wagner (PT)  teve entre 39 e 43% das intenções de voto. Paulo Souto (DEM), 24%, e Geddel Vieira Lima (PMDB), 11%, no Datafolha. Os números são de dezembro último. De lá para cá, apenas pesquisas “de consumo interno”.

Esta também será a primeira pesquisa que vai medir o impacto da aliança do peemedebista Geddel Vieira Lima com o senador César Borges, do PR, e com vários partidos de pequena expressão, mas com algum tempo de tevê.

FERNANDO GOMES SAI DO DEM

Fernando apoiará Geddel (Foto Arquivo).

O ex-prefeito Fernando Gomes não pertence mais ao Democratas. Hoje à tarde, ele foi à sede do diretório itabunense do DEM para comunicar a sua desfiliação, informa o repórter Fábio Luciano, do Pimenta.

Prefeito de Itabuna por quatro mandatos e deputado federal, Fernando era o presidente de honra do Democratas local. Com a desfiliação, ele fica livre para apoiar a candidatura a governador do peemedebista Geddel Vieira Lima, com quem fechou compromisso no último dia 17 de abril.

Há quase um mês o ex-prefeito vinha sendo pressionado a pedir a desfiliação. Do contrário, seria expulso. Quem “segurou a barra”, foi a sua fiel escudeira, Maria Alice Araújo, presidenta do DEM itabunense.

Maria Alice afirmou ao Pimenta, há quase 20 dias, que não iria expulsar Fernando. “Como presidente de honra, ele mesmo vai pedir pra sair”. E assim, cumpriu-se o roteiro. Apesar de fiel ao ex-prefeito, Maria Alice não o seguirá, politicamente. Ela apoiará Paulo Souto, o nome do seu partido na corrida ao Palácio de Ondina.

A INSTABILIDADE DE JC

JOÃO CAVALCANTI: Ser ou não ser, eis a questão!

O bilionário João Cavalcanti já foi classificado como excêntrico por conta de hábitos como o de manter uma sala de TV, com aparelho de plasma de 50 polegadas, exclusivamente os seus muitos “bichanos”. Ele nega a piração, mas suas atitudes cada vez mais confirmam que o homem, se não é de excentricidades, é pelo menos de rompantes.

Cavalcanti havia decidido ingressar na política e, com a “bala na agulha” que possui, poderia ser candidato a qualquer coisa na chapa de quem quisesse. Escolheu ser vice de Geddel Vieira Lima (PMDB) e nessa condição apareceu na mídia por algumas semanas. Depois, afirmou que preferiria uma cadeira no Senado e assim foi seguindo até avisar que tinha mudado de ideia e não sairia na chapa majoritária do PMDB: seria candidato a deputado federal…

Pois nesta sexta-feira (07), o empresário voltou à estaca zero e – segundo o site Bahia Noticias – desistiu de ser candidato. Diz ter sofrido pressões de sócios, investidores e familiares (talvez até dos gatos!), além de afirmar-se decepcionado com o meio político. É a posição de momento, mas não duvidem que na semana que vem o homem queira experimentar a única pré-candidatura que lhe resta: a de governador, no lugar de Geddel.

Ele pode.

SOUTO AINDA ESPERA POR FERNANDO GOMES

Souto espera, sentado, por Fernando (Foto Arquivo).

O ex-governador Paulo Souto ainda espera que o ex-prefeito Fernando Gomes repense o seu apoio à candidatura do peemedebista Geddel Vieira Lima ao governo baiano. Ontem, o democrata esteve em Itabuna para a inauguração do diretório do PTN.

Ao blog O Trombone, o presidente do DEM baiano relembrou que, como governador baiano, sempre atendeu os pedidos do ex-prefeito. Agora, cobra a fatura:

– Eu tenho plena convicção de que Itabuna sabe exatamente o trabalho que eu fiz aqui, inclusive quando ele era prefeito, nas duas vezes. Acho até que, se ele pensar um pouco, vai entender de que lado deve ficar nessas eleições.

Souto evitou falar em tema espinhoso: uma possível expulsão do ex-prefeito, filiado ao DEM.

O BUZINAÇO DE GEDDEL

Geddel: buzinaço.

Em meio à circulação de dezenas de pessoas do interior e da capital no escritório do PMDB baiano, no Costa Azul, o pré-candidato ao governo da Bahia, Geddel Vieira Lima, iria reservar parte da agenda para discutir exclusividade e a encomenda de milhares de buzinas, digamos, com o tipo de som ao gosto do cliente.

–  É Geddel, Geddel, Geddel, Gedeeeellll… – era o som preferido por lá, mas o dono pode colocar até 12 frases-buzina.

Os peemedebistas querem espalhar a engenhoca Bahia afora, infernizando ouvidos alheios e, principalmente, os adversários. Representantes da empresa que detém a exclusividade do produto dizem que a buzininha ‘tabajara’ sai a R$ 195,00 a unidade.

Em tempo: a aglomeração no escritório antecedia o anúncio do ministro de que mais um partido nanico integrará o seu arco de alianças, o PTC.

GEDDEL É ALVO DE AÇÃO NO TRE

O deputado federal e pré-candidato a governador da Bahia, Geddel Vieira Lima (PMDB), é mais uma vez alvo de ação em virtude de propaganda eleitoral antecipada.

De acordo com representação protocolada no TRE pela Procuradoria Regional Eleitoral na Bahia, o ex-ministro aproveitou-se da inauguração de uma praça em Salvador, para espalhar faixas exaltando o seu próprio nome.

A PRE pede que as faixas sejam retiradas  no prazo máximo de 48 horas, sob pena de multa.

ANDRADE DESMENTE APOIO A GEDDEL

Apesar de ter dividido palanque com Geddel e César Borges em Conceicão do Almeida, o deputado estadual Rogério Andrade (DEM) afirma que não está apoiando o peemedebista. Andrade diz que foi ao município atendendo a convite do prefeito Adailton Campos Sobral (Ito de Bêga), seu “correligionário”.

Indignado com o que chama de boatos, o deputado sustenta que tem compromisso com as candidaturas de José Ronaldo para o Senado e Paulo Souto para o governo da Bahia. E ainda saiu com um argumento curioso: “eu não subi no palanque de Geddel, subi no palanque do prefeito”.

Estranho (ato falho?) é Andrade chamar o prefeito de seu correligionário. Ito de Bêga é do PMDB!

DEM E PMDB, TUDO A VER

Rogério Andrade, César Borges e Geddel. Tá legal?

Em território baiano, o PMDB e o DEM estão trocando figurinhas sem a menor cerimônia e, se ainda não estão oficialmente unidos, tudo indica que estarão em um eventual segundo turno. Por todo canto, surgem lideranças democratas revelando apoio ao ministro Geddel Vieira Lima, como ocorreu há pouco na cidade de Conceição do Almeida, onde o deputado estadual Rogério Andrade (DEM) andou se derrentendo todo para os lados do ex-ministro.

Certo que também há casos em que o PT se vale da rebeldia existente em partidos adversários. Por exemplo, o prefeito de Alagoinhas, Paulo Cezar Simões, do PSDB, defende a reeleição de Jaques Wagner. Mas o chamego entre democratas e peemedebistas é algo que está ocorrendo com maior frequência.

FG, DEM E RENATO

Marco Wense

A presidenta do Partido dos Democratas (DEM) de Itabuna, Maria Alice, está disposta a mostrar que o anzol do instituto da fidelidade partidária não é só para fisgar os peixes miúdos.

O ex-prefeito de Itabuna, Fernando Gomes, sabe que Alice, sua histórica e fiel aliada, é uma implacável defensora da coerência política. Portanto, para evitar qualquer tipo de atrito com a ex-dama de ferro, o agora neogeddelista vai pedir sua desfiliação do DEM.

O ex-governador Paulo Souto, pré-candidato do democratas ao cobiçado Palácio de Ondina, hoje o segundo colocado nas pesquisas de intenção de voto, não vai contar com o importante apoio do fernandismo.

Entre os vários acertos com Fernando Gomes, incluindo até a possibilidade do ex-alcaide ser o candidato do PMDB na sucessão municipal de 2012, o ex-ministro Geddel pediu ao ainda democrata que olhasse com carinho o nome de Renato Costa.

O médico Renato Costa, pré-candidato a deputado estadual pelo PMDB, sabe que a inusitada e surpreendente aproximação com o ex-alcaide pode provocar a perda de centenas de votos, mas acredita que o ganho vai ser bem maior que a perda.

Coisas da política: Fernando Gomes politicamente afastado de Maria Alice e Renato Costa se aproximando.

“NANICOS” CONFIRMAM ALIANÇA COM PEEMEDEBISTA

Os dirigentes de PMN, PSDC, PRP e PTdoB emitiram nota pública, nesta noite de quarta-feira, 28, selando a aliança com o ex-ministro da Integração Nacional, Geddel Vieira Lima (PMDB), na disputa ao Palácio de Ondina.

O quarteto formado por Antônio Balbino (PSDC), Jorge Aleluia (PRP), Dilma Gramacho (PTdoB) e Carlos Massarolo (PMN) diz que a decisão de apoiar o peemedebista é “fruto do entendimento de que a Bahia não pode continuar andando para trás”.

A aliança significa baixa para a bancada governista na Assembleia Legislativa. O PRP tem três deputados estaduais; o PMN, um; e o PTdoB tem uma deputada. Nos bastidores, a disposição do deputado Capitão Fábio é resistir à decisão do PRP e continuar votando com o governo de Jaques Wagner.

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JOGARAM O CAPITÃO NA FOGUEIRA

Fábio: opção pelo silêncio.

O deputado estadual Capitão Fábio (PRP) integra a base governista e foi surpreendido com a informação de que o seu partido amarrou acordo eleitoral com o PMDB, que tem candidato ao governo da Bahia.

Até agora, e oficialmente, Fábio mantém-se em silêncio quanto ao acordo. Mas são mínimas, pelo que se comenta, as chances de apoiar Geddel Vieira Lima ao governo do Estado.

Isso, porque em 2008 o parlamentar deixou a disputa eleitoral a prefeito de Itabuna atirando no ex-ministro – que teria prometido o céu, mas lhe reservou o inferno naquela peleja.

Os dois são, literalmente, inimigos. Mas Fábio, por enquanto, permanece calado.

FREIRE VETA APOIO DO PPS A GEDDEL, DIZ VIRGÍLIO

Geddel sem PPS?

Uma queda de braço entre o comando estadual do PPS e o diretório nacional da legenda pode provocar um revés na aliança do partido com o ex-ministro da Integração Nacional, Geddel Vieira Lima (PMDB), pré-candidato a governador da Bahia.

O presidente nacional do PPS, Roberto Freire, não aceita que o seu partido dê apoio à candidatura de Geddel, pois este será palanque para a candidatura presidencial da ex-ministra Dilma Roussef (PT). Nacionalmente, a legenda marchará com José Serra, do PSDB.

Sobre o apoio a Geddel, Freire teria sido taxativo, em conversa com Virgílio Pacheco, do PPS baiano:

– Em hipótese alguma, essa situação vingará na Bahia.

Em votação ocorrida em Salvador, no dia 17, o diretório estadual decidiu pelo apoio ao peemedebista por 28 votos a 2. Virgílio defende que o PPS apoie a candidatura do democrata Paulo Souto, que está com Serra.

PARTIDOS RESOLVEM APOIAR GEDDEL

Em reunião promovida nesta terça-feira, 27, em Ilhéus, com o presidente do PMDB baiano, Lúcio Vieira Lima, as lideranças do PTdoB, PMN, PTdoB e  PRP decidiram incorporar-se ao projeto peemedebista na sucessão estadual, informou o blog Agravo.

Além do apoio a Geddel, ficou decidido que as quatro legendas vão se coligar na eleição proporcional. Nessa composição, elas esperam eleger de dois a três deputados federais e cinco a seis estaduais.

Um dos atuais representantes do PRP na Assembleia Legislativa é o itabunense Fábio Santana, que  fica numa saia justa, pois integra a base aliada do governador Jaques Wagner (PT). E agora?

MOTIVOS NÃO FALTARAM

Muitos elogios ao ex-ministro Geddel Vieira Lima ao conseguir fechar o apoio do ex-prefeito Fernando Gomes à sua candidatura a governador. O que poucos sabem é que não faltaram argumentos reais que assegurassem o apoio. Gente próxima diz que Geddel, bom de lábia, apresentou-lhe dois milhões de motivos.

Aliado a isso, o prefeito terá estrutura que contará com jatinho (da frota do ex-ministro) para Fernando se deslocar nas suas ações de campanha no sul e sudoeste do Estado.

FERNANDO GOMES SERÁ EXPULSO DO DEM

A presidente do DEM itabunense, Maria Alice Pereira, recebeu da Executiva Estadual a dolorosa missão de expulsar do partido o campanheiro de 30 anos de vida pública, o ex-prefeito Fernando Gomes.

A cúpula do DEM avalia que Fernando traiu o partido ao abandonar a candidatura de Paulo Souto e cair nos braços do ex-ministro Geddel Vieira Lima, pré-candidato ao Palácio de Ondina.

Maria Alice, ainda no final de semana, foi chamada pelo ex-prefeito para uma conversa. Fernando Gomes queria convencê-la a apoiar o peeemedebista. Ouviu um “não” da presidente do DEM.

Maria Alice disse ao ex-prefeito que não foi consultada quando este decidiu ingressar na campanha eleitoral de Geddel e, além disso, deve satisfações ao seu partido.

BOREGA – ARERÊ NA COZINHA DO JOÃO

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FERNANDO NEGA APOIO A RENATO COSTA

O ex-prefeito e ex-deputado Fernando Gomes aceitou a missão de coordenar a campanha de Geddel Vieira Lima no sul e sudoeste da Bahia, mas rejeitou a ideia de apoiar a campanha do pré-candidato a deputado estadual Renato Costa (PMDB).

De acordo com fonte limpíssima, Fernando foi direto quando abordado por Geddel sobre o assunto: “Você tem meu apoio, mas o seu (sic) deputado estadual aqui na região, não”.

A conversa também fluiu bem em relação à rádio Difusora. Sabedor das dificuldades que tem para vender a emissora (o passivo beira R$ 1 milhão, segundo funcionários), o ex-prefeito ofereceu a Geddel a opção de compra. A rádio estará sob controle do pré-candidato a governador até meados de 2011, numa espécie de “arrendamento”.

A SITUAÇÃO DE LÍDICE

Embora sustente não ter preferência pelo companheiro de chapa na disputa por uma vaga ao Senado, é claríssimo que a deputada federal Lídice da Mata (PSB) sonha em concentrar os votos da esquerda. Para isso, naturalmente, é necessário que a outra vaga na majoritária seja reservada a um político de direita.

Houve até quem cogitasse que o PSB poderia sair da aliança com o PT, caso o escolhido para a outra vaga de candidato ao Senado seja, por exemplo, Walter Pinheiro. Como a semana que passou foi propícia a todo tipo de especulação, cogitou-se que os socialistas se uniriam a Geddel.

Neste sábado (17), o presidente do diretório do PMDB na Bahia, Lúcio Vieira Lima, descartou a possibilidade de acolher Lídice da Mata, caso ela procure esse caminho.

“O tempo do PSB passou”, disse Lúcio, acrescentando que o PPS já deuà chapa de Geddel o perfil de centro-esquerda que ela precisava.

PEEMEDEBISTA É ACUSADO DE CHANTAGEM

Essa é do jornal A Tarde:

Prefeitos baianos opositores ao ex-ministro da Integração Nacional Geddel Vieira Lima (PMDB) afirmam que os repasses da pasta sob sua gestão serviam para negociações políticas. Alguns admitiram que foram pressionados a aderir à candidatura de Geddel ao governo em troca de verba.

Anfrísio Rocha (PDT), prefeito de Piripá, a 630 km de Salvador, foi um deles. “Estive no ministério para articular um convênio de calçamento. Só que ele afirmou que só faria se (eu) gravasse uma entrevista dizendo que, a partir daquele momento, estaria apoiando o ministro Geddel para governador”.

Prefeito de Érico Cardoso, João Paulo de Souza (PT) reclamou que os recursos para a construção de três pontes não saem. Também petista, o prefeito de Itapetinga, José Carlos Moura, afirma que os recursos para a construção de canais secaram logo que ele venceu as eleições de um peemedebista. Do total de R$ 6,8 milhões, só R$ 1,6 milhão chegou.

Geddel, que privilegiou os peemedebistas baianos com 85% da verba do ministério, segundo levantamento de A Tarde, nega barganha. “É uma absoluta inverdade, o que é próprio da disputa eleitoral”, disse.

O CARLISMO

Marco Wense

ACM vive?

A vitória de Jaques Wagner na sucessão estadual de 2006, derrotando Paulo Souto logo no primeiro turno, disseminou a opinião de que o carlismo teria acabado, que a corrente política sob o total controle de ACM era coisa do passado.

De olho na sobrevivência política, acreditando mesmo no fim do carlismo, várias lideranças, vereadores e prefeitos, filiados ao Partido da Frente Liberal (PFL), procuraram um novo abrigo partidário.

O PMDB de Geddel Vieira Lima, então ministro da Integração Nacional e aliado do governador Jaques Wagner, foi o grande beneficiado pela revoada dos carlistas. A legenda, que contava com pouco mais de 25 prefeitos, passou a ter mais de 100 chefes de Executivo.

O Partido dos Trabalhadores, sob o comando de Jonas Paulo, preferiu seguir o conselho do senador César Borges. Ou seja, a pérola borgeniana de que “água e óleo não se misturam”, numa alusão ao PT e ao então PFL, hoje DEM.

Alguns alcaides pefelistas, aí incluindo carlistas históricos, que passaram a admirar a barba de Jaques Wagner e a estrela cintilante do PT, foram, impiedosamente, refugados pela cúpula do petismo.

A eleição que se aproxima, a tão esperada eleição de 2010, será um bom teste para o carlismo, que poderá ressuscitar politicamente ou, então, sucumbir de vez. O enterro definitivo só com as derrotas de ACM Neto, ACM Júnior e Paulo Souto.

Dos três políticos que representam a linha de frente do carlismo, citados no parágrafo anterior, a reeleição de ACM Neto para o Parlamento federal é favas contadas. A de ACM Júnior para o Senado é complicada.

Quanto a Paulo Souto, pré-candidato ao cobiçado Palácio de Ondina pelo Partido do Democratas(DEM), aquela inabalável certeza de que o ex-governador vai disputar um eventual segundo turno com o petista Jaques Wagner não existe mais.

Aliás, a prova de que a pré-candidatura de Souto vem perdendo consistência é o fato de que fazer parte da chapa majoritária, seja como vice-governador ou postulante ao Senado da República, deixou de ser uma disputa entre os aliados.

Imbassahy, por exemplo, presidente estadual do PSDB e ex-prefeito de Salvador, não quer mais concorrer ao Senado e, muito menos, ser o vice de Souto, já que não acredita em uma vitória do democrata.  O tucano é pré-candidato a deputado federal.

O ex-governador Nilo Coelho, convidado para integrar a chapa majoritária como candidato a vice-governador, ainda não deu uma resposta positiva. O ex-prefeito de Feira de Santana, José Ronaldo (DEM), não quer mais disputar o senado. É pré-candidato a deputado federal.

O carlismo não morreu, como desejam os adversários, principalmente os petistas. Mas respira com dificuldade. O balão de oxigênio é a eleição de 2010.

DATAFOLHA

Qualquer outro instituto de pesquisa que não seja o Datafolha, até agora com a credibilidade inabalável, é sempre questionado pelos senhores políticos que ficam tiriricas da vida com os resultados das consultas populares.

Portanto, uma nova pesquisa do Datafolha sobre a sucessão do governador Jaques Wagner, depois da adesão do senador César Borges à pré-candidatura do ex-ministro Geddel, é aguardada com muita ansiedade.

Duas perguntas podem ser respondidas pela pesquisa de intenção de voto: 1) Wagner pode ser reeleito já no primeiro turno? 2) A diferença entre o democrata Paulo Souto e o peemedebista Geddel caiu?

O Datafolha vem aí, para o desespero ou alegria dos senhores pré-candidatos ao governo da Bahia.

MARIA ALICE

Fale o que quiser de Maria Alice, presidente do diretório do DEM de Itabuna. Ninguém, no entanto, pelo menos em sã consciência, pode abrir a boca para dizer que a democrata é uma péssima dirigente partidária.

Maria Alice, odiada por muitos e também amada, assume posições políticas. Não fica no muro. A ex-dama de ferro é carlista, é fernandista, vai votar em Paulo Souto, ACM Neto e nos dois candidatos da legenda ao senado da República.

Maria Alice tem lado. Não fica fazendo jogo de cena. Faz política sem teatro, sem tapear.






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