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:: ‘Geddel’

PEEMEDEBISTA MINIMIZA 3º LUGAR

Provocado por um repórter com relação à sua atual posição nas pesquisas de intenção de voto para o governo baiano (terceiro lugar), o peemebista Geddel Vieira Lima usou de sua conhecida ironia e fez gozação com a barba de Jaques Wagner.

“Eu hoje sou o terceiro e em 2006, quando o apoiamos, Jaques Wagner era uma piada”, introduziu o ex-ministro, para em seguida completar: “as pessoas olhavam pra ele e perguntavam quem era aquele Papai Noel”.

Geddel fez a pilhéria ao lado do prefeito de Itabuna, Capitão Azevedo (DEM), com quem também se comparou. “Em 2008, no início da campanha, ninguém acreditava em Azevedo e hoje ele é o prefeito”, disse ele, cheio de esperança de repetir a história dos desacreditados.

POR 28 A 2, PPS FECHA COM GEDDEL

Em menos de uma semana, o ex-ministro Geddel Vieira Lima conseguiu ampliar o arco de alianças na sua tentativa de ser governador da Bahia. Depois de fechar com o PR no último domingo, o peemedebista sacramentou o apoio do PPS neste sábado, 17.

O apoio foi decidido no voto, em Salvador: 28 a 2. O caminho natural do PPS seria marchar com Paulo Souto, seguindo a aliança nacional. Como seria quase impossível este fechamento por aqui, acabou se definindo por Geddel.

Mais interessante é que foi o peemedebista quem deixou o PPS “nanico” na Bahia. Em 2006, o PPS elegeu dois deputados federais (Raymundo Veloso e Colbert Martins). Os dois parlamentares acabaram traindo a legenda socialista e pularam no colo peemedebista. Coisas da política!

JOÃO HENRIQUE PERDE A NOÇÃO DO PERIGO E VIAJA COM GEDDEL

João Henrique e esposa: orando pela paz com Geddel? (Foto Bahiapress).

O prefeito de Salvador, João Henrique (PMDB), confirmou nesta tarde que integrará a comitiva do deputado federal e pré-candidato a governador Geddel Vieira Lima e do senador César Borges, na visita aos municípios de Itabuna e Barro Preto, sul da Bahia, neste sábado (17).

Será uma espécie de desagravo de João Henrique ao ex-ministro da Integração Nacional. Geddel foi duramente criticado pela deputada estadual Maria Luiza Carneiro (PSC), que o acusou de recorrer às práticas do carlismo e pressionar para que aceitasse, incondicionalmente, o chapão formado por PSC, PMDB, PTB e o noviço PR.

Alheio às lamúrias da esposa, que muitos dizem que é quem manda na prefeitura de Salvador, João Henrique endureceu o pescoço e confirmou, nesta tarde, sua vinda ao sul da Bahia. Quem espalhou a notícia foi o ex-deputado Renato Costa, que conversou com o repórter João Ailton.

Na visita à região, Geddel participa da festa de aniversário de Barro Preto, amanhã, às 10h. Depois, parte para Itabuna, onde visita o prefeito Capitão Azevedo, no centro administrativo Firmino Alves.

Geddel e Azevedo farão uma inspeção no canal Lava-pés, na Amélia Amado, avenida que será reurbanizada em obras que consumirão mais de R$ 12 milhões. Os recursos foram liberados no período em que Geddel ainda era ministro. Aliás, o peemedebista conta com esse crédito milionário para que Azevedo, o escorregadio, se sensibilize e lhe garanta apoio. Vai esperando, Barrilzinho!

Em tempo: o PMDB não informa os motivos, mas Geddel cancelou sua visita a vários municípios que estavam em sua agenda para este final de semana, a exemplo de Pau Brasil, Jussari, Buerarema, Itapé e Itajú do Colônia.

PROPOSTA SEDUTORA

O deputado federal e pré-candidato a governador Geddel Vieira Lima (PMDB) chega a Itabuna, no próximo sábado, 17, com uma proposta pra lá de sedutora para o ex-prefeito Fernando Gomes: fazer do democrata o seu coordenador regional da campanha ao Palácio de Ondina.

FG deixou o governo de Itabuna em 2008. Está morando em Vitória da Conquista desde os primeiros dias fora do poder. Mas é da cidade do sudoeste baiano que ele dá as principais ordens no governo do também democrata Capitão Azevedo, seu pupilo. Geddel sabe disso e quer ter Fernando em seus braços e usar o ex-prefeito como cupido na sua relação com Azevedo, de quem também espera apoio.

Geddel deseja fechar, ainda no sábado, o apoio do ex-prefeito Zé de Cuma ao pré-candidato a deputado estadual Renato Costa. Em contato com o Pimenta, Renato disse que não rejeita apoio e que somente se pronuncia após o encontro de Geddel e FG.

O médico e pré-candidato reconhece a força eleitoral do ex-prefeito, que lhe maltrata desde o tempo em que foi vice-prefeito de Itabuna, entre 1989-1992, quando lhe tirou o salário de vice e o expulsou da prefeitura. Coisas do passado, disse Renato.

O médico que sonha em retornar à Assembleia Legislativa baiana também confirmou a este blog que Geddel visitará Itabuna e a aniversariante Barro Preto tendo a tiracolo o senador César Borges (PR). Será a primeira incursão da dupla ao sul da Bahia após aliança eleitoral firmada, no último final de semana.

TROVADOR RECOMENDA “CUIDADO” A AZEVEDO

Agulhão F. se confessou “preocupado”, ao ver Capítão Azevedo com enormes e comprometedores  óculos escuros, disposto a negociar o apoio político ao ex-ministro Geddel Vieira Lima (reveja). “É mesmo o meu prefeito?”, assustou-se o trovador do Pimenta. E mandou, em regime de urgência urgentíssima, uma sugestão ao alcaide de Itabuna:

Mesmo com o clima que rola,
eu recomendo a Azevedo
usar cueca de sola,
pois todos que têm… têm medo!

Um predador de respeito,
Geddel nunca foi calouro!
Que a cueca do prefeito
ao menos seja de couro!…

GEDDEL TENTA “AMARRAR” AZEVEDO

"Com esse charme, todos querem meu apoio"

Em sua vida política, o prefeito de Itabuna não é do tipo que “casa”. Moderninho, ele não amarra compromisso e prefere “ficar”, com toda a liberdade possível.

Azevedo vai se encontrar com um dos seus “ficantes” neste sábado, dia 17. Quem é ele? O deputado federal Geddel Vieira Lima (PMDB), que marcou encontro com o prefeito para as 15 horas, no Centro Administrativo.

Também está prevista uma visita dos dois à Avenida Amélia Amado, onde será realizada uma obra de saneamento com recursos de R$ 12 milhões, liberados pelo Ministério da Integração Nacional. Dinheiro autorizado quando Geddel era o ministro.

O peemedebista pagou o “dote” (com o nosso dinheiro, naturalmente) e agora chega para trocar alianças, mas o cabra é rebelde e escorregadio. Faz juras de amor a um de dia e se agarra com outro à noite, sem a menor cerimônia.

RENATO: POLÍTICA NÃO SE FAZ OLHANDO NO RETROVISOR

O médico Renato Costa, pré-candidato a deputado estadual pelo PMDB, concedeu entrevista há pouco ao programa “Bom Dia, Bahia” na Rádio Nacional. E, naturalmente, é questionado sobre o possível apoio que receberia do ex-prefeito e ex-desafeto Fernando Gomes (DEM).

Segundo Renato, não existem conversas engatilhadas sobre o tema, mas o apoio – se vier – será bem acolhido. “Eu e Fernando tivemos divergências em 1989, portanto há mais de 20 anos, e não posso fazer política olhando no retrovisor”, disse o médico.

Renato já conta com o apoio do filho do ex-prefeito, Sérgio Gomes, que é filiado ao PMDB. Neste sábado, 17, o deputado federal Geddel Vieira Lima estará na região e uma de suas missões seria convencer Fernando Gomes a apoiar a candidatura de Renato Costa.

A despeito daquelas divergências de 20 anos, Renato é hoje só elogios a Fernando. “Quem pode dizer que Fernando não é uma grande liderança? Se ele me apoiar, é claro que aceitarei”, enfatizou. O médico disse ainda que até Jaques Wagner aceitaria o apoio de Fernando Gomes.

ATÉ QUE O PMDB OS SEPARE…

O Pimenta noticiou há pouco a situação do “primeiro casal” de Itapetinga, cidade em que o prefeito José Carlos Moura é do PT e a primeira-dama, Cida Moura, é membro do PR. Coisa que será resolvida tranquilamente, com a desfiliação da esposa.

Porém, complicada mesmo é a situação em Salvador, onde prefeito e a primeira-dama integram partidos do mesmo arco de alianças (PMDB e PSC), mas não falam a mesma língua. João Henrique Carneiro apoia Geddel e a primeira-dama e deputada estadual Maria Luiza recusa-se a seguir com o pré-candidato peemedebista ao governo baiano.

Segundo Maria Luiza, o marido prefeito tem inteira liberdade para seguir as próprias convicções e compromissos, desde que respeite os dela. Ele que não respeite!

Há quem afirme que JH pode “pipocar” a qualquer momento. É que dizem que lá na casa dos Carneiro quem fala por último é uma certa loira temperamental…

PREFEITO DO PT + PRIMEIRA-DAMA DO PR = CONFUSÃO

Situação bem sui generis está a ocorrer na política de Itapetinga. Por lá, o prefeito José Carlos Moura é filiado ao PT, mas a primeira-dama Cida Moura integra as fileiras do PR.

Até domingo passado, essa relação político-matrimonial era tranquila e até promissora, mas veio Geddel e seu chapão para estragar a harmonia.

É claro que Cida Moura nem cogita ir para o palanque peemedebista. Em breve, ela irá protocolar seu pedido de desfiliação na Justiça Eleitoral.

FERNANDO COM RENATO COSTA?

Renato Costa já tem apoio do filho de FG

Parece improvável, mas tem gente especulando que o ex-prefeito de Itabuna, Fernando Gomes (DEM), poderá apoiar a eleição do médico Renato Costa (PMDB) para deputado estadual. E tudo por uma questão de DNA…

O filho de FG, Sérgio Gomes, que foi candidato a prefeito de Pau-Brasil em 2008, já se definiu pelo apoio a Renato e tenta levar o pai pelo mesmo caminho. Por trás da articulação, estaria ninguém menos que o deputado federal Geddel Vieira Lima.

Uma reunião entre Geddel e Fernando está marcada para este sábado, 17, em Itabuna. E o assunto Renato Costa encontra-se na pauta.

Para refrescar a memória dos mais jovens, Renato foi vice-prefeito de Fernando de 1989 a 1992 e a convivência entre os dois não foi das mais tranquilas. Eles brigaram tanto, que o então prefeito mandou impedir a entrada do vice no seu próprio gabinete.

Sem sala e sem consideração, o vice-prefeito era (é até hoje) chamado de “Renato Moleza” por Fernando Gomes. E Geddel agora assume a empreitada de reajuntar os dois.

Não é moleza. É dureza!

GEDDEL SERIA A PERSONIFICAÇÃO DO VELHO CARLISMO?

Geddel mira o poder com práticas carlistas (Foto Pimenta - 30.08.2009).

Figura com uma visão clara da cena política baiana conversava com o Pimenta, e largou essa: “César Borges oscilou entre a sedução democrática de Wagner e o chicote de Geddel Vieira Lima. Preferiu o chicote”.

E se pôs a observar – e apontar – “trejeitos” (como diria Jonas Paulo) carlistas de ser dos peemedebistas, Geddel Vieira Lima à frente. Claro, tudo isso com o fim de fazer pespegar na figura maior do peemedebê a imagem do autoritarismo. Pelo menos, o deputado federal peemedebista colabora nesse sentido em atos e gestos.

Um exemplo vem da deputada estadual Maria Luiza Carneiro, primeira-dama de Salvador. As mesmas razões que aproximaram César Borges e Geddel seriam aquelas que afastaram da coligação peemedebista a deputada do PSC.

– Por convicção pessoal, não pertenço ao grupo de apoio à candidatura do ex-ministro Geddel Vieira Lima. E sei que isso já me custaria a perda da legenda partidária -, discursou Maria Luiza, no plenário da Assembleia Legislativa.

A parlamentar disse ter sido submetida a um pau-de-arara (“sessão pressão”) para engolir a seco o apoio irrestrito a Geddel e, ainda, ter transformado a sua vida num inferno ao decidir sair candidata a federal. Inferno porque resistia à pressão familiar e à do peemedebista.

Enfim, o ar na coligação peemedebista não seria o recomendável para quem procura oxigênio puro. O autoritarismo de Geddel e seus métodos políticos tornados públicos aqui e ali o aproximam dos métodos dos quais são adeptas as viúvas do carlismo. E aí, a maldade. César Borges piscou ao sentir esses sinais.

Dois exemplos de autoristarismo enxergados pela fonte:

1 – O prefeito de Malhadas, Valdemar Lacerda, deixou escapar que o então ministro da Integração Regional, Geddel Vieira Lima, teria encomendado vaias ao governador Jaques Wagner, quando este foi ao município para inaugurar a ponte Malhadas e Carinhanha, às margens do rio São Francisco (relembre). O prefeito se negou a articular as vaias ao petista.

2 – A prefeita de Governador Mangabeira, Domingas Paixão, teria sofrido pressão psicológica e ameaça de expulsão ao se aproximar do governador petista e hipotecar-lhe apoio.

Esperemos as cenas dos próximos capítulos. Geddel, claro, nega que seja a personificação da figura que, ainda viva, viu o seu capital político escapulir. A certeza é a de que o peemedebista conseguiu produzir o principal fato político deste período de pré-campanha.

GEDDEL ENFRENTA REBELIÃO NA BASE DO PMDB

Ensinamentos da ciência:

1. Água e óleo não se misturam.

2. Para toda ação, há sempre uma reação.

Maria Luzia diz que desiste da candidatura

Após a aliança do PMDB com o PR, pré-candidatos às eleições parlamentares que integram partidos da base peemedebista resolveram mostrar toda a sua insatisfação. O clima é, para dizer o mínimo, de revolta em partidos como PSC e PTB, os quais Geddel Vieira Lima apresentou como moeda para atrair os republicanos.

Sentindo que foram usados, vários políticos – alguns já detentores de mandato – resolveram botar a boca no mundo. O protesto mais veemente – e surpreendente – foi o da deputada estadual e primeira-dama de Salvador, Maria Luiza Carneiro.

Recentemente, Maria Luiza saiu do PMDB para o PSC, partido no qual pretendia disputar o mandato de deputada federal. Não mais!

Com a chegada do PR, a turma do PSC entendeu que vai acabar como garçom de churrascaria. Ou seja, servindo enquanto os outros comem.

Disse Maria Luiza: “Por convicção pessoal, não pertenço ao grupo de apoio à candidatura do ex-ministro Geddel Vieira Lima. E sei que isso já me custaria a perda da legenda partidária”.

Observando a cena de longe, mas com grande interesse, o PT espera o mar pegar fogo para comer peixe assado. Os petistas estão divididos entre os que desejam resgatar logo o PSC dessa crise e os que preferem deixar o imbróglio aumentar e só estender a mão aos revoltosos quando a situação se complicar ainda mais.

Tudo depende da forma como cada um interpreta Maquiavel…

O APOIO DE CÉSAR A WAGNER

Ary Carlos

Em comentários recentes em alguns blogs, afirmei que só um fato novo movimentaria as posições políticas na eleição majoritária da Bahia. E disse que este fato novo poderia ser o não apoio do senador César Borges a Jaques Wagner (fato dado como certo por todos; inclusive, o governador). Não que o senador seja um puxador de votos – não o é-, mas muito mais pelo fato político criado.
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De objetivo muda, de imediato, o tempo de rádio e TV de Wagner e Geddel Vieira Lima. Se antes o placar era 11min a 05min para wagner, agora é de 09 a 07. Se levarmos em conta que os candidatos Paulo Souto, Geddel, Bassuma e o do PSOL são oposição a Wagner, poderemos ter aí um placar de 21 a 09min para a oposição.
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A política de alianças posta em prática por Wagner visava aniquilar os adversários (palavras dele), para ganhar as eleições já no primeiro turno, sem depender dos humores incertos do pleito nacional – ou a desgastante negociação com o PMDB regional em um possível segundo turno aqui na Bahia.
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A opção do senador Borges por Geddel passa aos indecisos a sensação de que nada está definido e abre para a oposição a perspectiva de união para um provável segundo turno, estancando, por ora, a debandada de lideranças políticas em direção à chapa governista, fato que ocorreria se saísse a união Borges/Wagner.

Na luta contra o PT, Wagner perdeu e o PT não ganhou.

Wagner sabia de tudo isso e se empenhou para fechar a aliança com o PR. Como se sabe, também ainda há por definir apoio para majoritária dos pequenos partidos. PRB, PSL, PSDC, PRP,PTC, PMN, PHS e PTdoB (PTN apoia Souto e PRTB a Geddel) podem acrescentar alguns segundos às coligações que apoiarem. São os chamados partidos redondos – ou seja, não tem lado, coligam-se onde obtiverem mais vantagens. São, digamos, pragmáticos.

Mas, no final, Wagner errou. Acreditou na história contada por Jonas Paulo que o PR estava isolado e, portanto, viria de qualquer jeito. As últimas declarações públicas de Wagner já transparecia isto. As outras lideranças do PT já tinham certeza. Houve salto alto. Subestimaram os adversários, velhas raposas políticas. Esta adesão de César a Geddeel tem ainda outro efeito colateral: aumentará o nível de exigência da base aliada.

Na luta contra o PT, Wagner perdeu e o PT não ganhou, pois a não-coligação proporcional com o PR não altera para melhor as pespectivas eleitorais do partido. E, digo mais, enfraquece a tese do presidente do partido de fazer várias coligações na proporcional.

Ary Carlos é historiador, pesquisador e dirige o instituto de pesquisas de opinião Inpei.

BORGES E O DEM

Marco Wense

A irritação dos democratas com o senador César Borges, quando a cria de ACM se aproximava do governador Jaques Wagner, foi amenizada com o acordo entre o republicano e o PMDB do ex-ministro Geddel Vieira Lima.

Como o DEM acredita que Paulo Souto vai disputar o segundo turno com Wagner, a ordem na cúpula democrata e no ninho tucano (PSDB) é aceitar a coligação do PMDB com o PR sem fazer nenhuma insinuação de que o senador Borges traiu o carlismo.

Os democratas e os tucanos esperam o apoio de Geddel no segundo round. O senador César Borges seria a ponte que ligaria os peemedebistas ao ex-governador Paulo Souto.

PT BAIANO ALFINETA O PR E CÉSAR BORGES

Jonas 'atira' em senador e no PR (Foto Max Haack/B.Notícias).

O presidente do PT baiano, Jonas Paulo, assina nota pública em que, praticamente, chama o PR para a briga. Acusa o “chifre” político ao dizer que, “por razões próprias, o PR encerrou as negociações” para compor com a chapa governista – e cair nos braços do adversário Geddel Vieira Lima.

Jonas considera que o PR do senador César Borges fechou com os peemedebistas “certamente por sentir-se mais próximo dos métodos, da forma e dos trejeitos do PMDB de fazer política, decidiu buscar os ares em que melhor se adapta”.

Trata-se de menção subliminar (ou nem tanto) à imagem de autoritarismo atribuída aos irmãos Vieira Lima, que comandam a legenda peemedebista, e à origem dos líderes das duas legendas: tanto Geddel como César Borges derivam do carlismo.

A nota deixa claro que o fracasso das negociações com César Borges e o PR não vai alterar o perfil da chapa governista. Ou seja, uma das vagas ao Senado pertencerá a uma legenda mais alinha com o centro e a direita. Assim, Otto Alencar volta novamente a ser um dos nomes para a Senatoria, abrindo o espaço de vice possivelmente para Walter Pinheiro, do PT de Jaques Wagner.

“Reafirmamos o perfil e a composição da chapa majoritária de centro-esquerda e uma das vagas do Senado ocupado pela esquerda; além da abertura do nosso partido às coligações proporcionais”. A nota também esclarece que o PT lutará por composições, nas proporcionais, que garantam o crescimento das bancadas da própria legenda à Assembleia Legislativa e à Câmara Federal. Confira a íntegra da nota clicando em “leia mais, logo abaixo:

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REVIRAVOLTA

Marco Wense

Luiz Inácio Lula da Silva, em conversas reservadas, restritas a pessoas de sua inteira confiança, não cansa de dizer que só se elegeu presidente da República depois que conseguiu se livrar da ala do PT contrária a qualquer tipo de aliança.

O governador Jaques Wagner também se queixa dos petistas que só pensam no próprio umbigo, deixando o projeto maior – sua reeleição para o Palácio de Ondina – em segundo plano.

O grande perdedor do definitivo acordo do PMDB de Geddel com o PR do senador César Borges é, sem dúvida, o governador Jaques Wagner. Quem “ganha” são os petistas que fizeram de tudo para evitar uma coligação do PT com o PR.

Agora, com o PMDB e o PR unidos, junto com o PTB, PSC e o PRTB, a possibilidade de Wagner ser reeleito logo no primeiro turno fica mais difícil. A expectativa em torno de uma nova pesquisa de intenção de voto é grande.

Uma coisa é certa: o governador Jaques Wagner tem que assumir pessoalmente o comando das negociações políticas em torno da sua reeleição, sob pena de ressuscitar a hipótese de um segundo turno com Souto e Geddel.

É o PT versus PT, para o desespero do presidente Lula e do governador Jaques Wagner.

PS – O ex-prefeito de Itabuna, Geraldo Simões, foi o principal protagonista do movimento “Fora César Borges”.

RENATO COSTA

O bom médico Renato Costa, pré-candidato a deputado estadual, pode, mais uma vez, ser prejudicado pelo partido pelo qual tenta retornar ao Parlamento estadual.

Na eleição passada foi prejudicado pelo PSB de Lídice da Mata.  Agora, com a coligação na proporcional do PMDB com o PR, corre o risco de não se eleger, o que seria uma grande perda para a Região, principalmente para o sul da Bahia.

Vale ressaltar que Renato, que é o presidente do diretório do PMDB de Itabuna, já foi eleito o melhor deputado estadual pela imprensa baiana.

Às 11h56min – A assessoria da presidenta do PSB, Lídice da Mata, entrou em contato com o Pimenta e nega que a coligação PMDB-PSB tenha prejudicado o ex-deputado Renato Costa. “Ele já concorreu pelo PMDB”, observou a assessoria.

Marco Wense também é articulista do Diário Bahia.

CÉSAR BORGES FECHA COM GEDDEL

César Borges "casa" com Geddel.

O governador Jaques Wagner tentou colocar panos quentes, mas não era de brincadeira que o senador César Borges (PR) entabulava conversas com o deputado federal Geddel Viera Lima (PMDB), pré-candidato ao governo do estado.

Neste domingo (11) ocorreu o que as vacilações petistas tornaram inevitável: César fechou com Geddel, mediante a garantia de que terá uma chapa que agrade aos seus candidatos a deputado federal e a estadual.

A notícia pegou o PT com as “calças na mão” e promove uma reviravolta nas articulações eleitorais na Bahia. Ficou estabelecido que o PR, assim como o PMDB, terá dois palanques no Estado, e o PT precisará reorganizar suas estratégias, encontrando outro candidato para a vaga que resta na majoritária.

O nome mais cotado é o do deputado federal Walter Pinheiro. A decisão de Borges foi anunciada em nota pública encaminhada aos veículos no meio da tarde. Confira o teor da nota clicando no “leia mais”, logo abaixo.

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WAGNER DIZ QUE ALIANÇA COM PR JÁ ESTÁ DECIDIDA

Apesar das conversas do senador César Borges (PR) com o deputado federal Geddel Vieira Lima (PMDB), o governador baiano Jaques Wagner não considera a hipótese de que o primeiro deixe de fazer parte de sua chapa majoritária.

Durante um encontro da Juventude Progessista, o governador elogiou “velhos e novos aliados”, mencionando o PP, que o teria apoiado no momento em que o PMDB abandonou o barco governista.

Com relação a César Borges, Wagner afirmou que há muita especulação, mas que a aliança com o PR está firmada. Falta apenas definir a formação das coligações proporcionais, sendo que o “chapão” está descartado.

ESQUENTOU A ORELHA

Da coluna Raio Laser (Tribuna da Bahia):

O vazamento de informação sobre uma suposta decisão do senador César Borges (PR) no sentido de apoiar a candidatura de Geddel Vieira Lima (PMDB) ao governo fez ontem apoiadores do governador Jaques Wagner (PT) trabalharem mais que de costume. Um deles disparou, pela manhã, mais de 40 telefonemas.

HAJA MALABARISMO

Com o PSC praticamente definido na chapa do peemedebista Geddel Vieira Lima Lima, há muita gente interessada em saber que tipo de estratégia passa pela cabeça da deputada estadual Ângela Sousa, membro do partido.

Ângela está incrustada na máquina estadual, com cargos em diversos setores, além de gostar de se afirmar aliada de primeira hora do governador Jaques Wagner.

A onipresença alimenta piadas como a de que a deputada consegue a proeza de estar com um pé na “canoa” de Wagner, outro na de Geddel e ainda coloca a mão na jangada de Paulo Souto. Neste último caso, por conta do filho de Ângela, o vice-prefeito de Ilhéus, Mário Alexandre, que é secretário do PSDB.






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