WebtivaHOSTING // webtiva.com . Webdesign da Bahia


alba










setembro 2019
D S T Q Q S S
« ago    
1234567
891011121314
15161718192021
22232425262728
2930  

editorias






:: ‘Geddel’

LULA EM SALVADOR: GEDDEL É VAIADO

O ministro da Integração Nacional, Geddel Vieira Lima, viveu momentos de agruras, há pouco, na praça Castro Alves.

Ele chegou ao local bem antes que a comitiva presidencial e subiu no palco do evento da consciência negra em Salvador, que contará com a presença do presidente Lula.

O ministro levou alguns minutos de ensurdecedora e desconcertante vaia da multidão que se aglomera no entorno da praça. Ele até que tentou permanecer no palco, mas não suportou as “homenagens”.

Não se sabe se a plateia é formada apenas por milhares de petistas…

VOX POPULI: WAGNER, 42%; SOUTO, 27; E GEDDEL, 10%

Os números da pesquisa Vox Populi na Bahia foram divulgados hoje e dão uma boa vantagem para o governador Jaques Wagner (PT) na corrida à reeleição em 2010. Ele aparece na disputa com 42% dos votos. O ex-governador Paulo Souto (DEM) figura com 27% e o ministro da Integração Nacional, Geddel Vieira Lima (PMDB) aparece com 10%.

A pesquisa foi encomendada pela direção do PT e ouviu 3 mil eleitores. Os números acima são da pesquisa estimulada. Na espontânea, Wagner continua liderando com folga. Ele aparece com 26% contra 9% de Paulo Souto e apenas 2% de Geddel.

A espontânea é quando o entrevistador pergunta apenas em qual candidato o eleitor votaria, sem apresentar cartela com os possíveis nomes. A pesquisa anterior do Vox Populi apontava Souto com 34% das intenções de voto, Wagner com 33% e Geddel, 12%. No critério rejeição, Paulo Souto aparece com 20% de reprovação, Geddel, 18% e Wagner, 17%.

A BOLA TÁ COM O PMDB

O presidente Lula concedeu entrevistas na sua passagem pela Bahia e, novamente, falou do imbróglio PT-PMDB na Bahia. Sem descartar a possibilidade de dois palanques para a presidenciável Dilma Roussef, Lula considerou a “separação” um erro e ainda acredita em possibilidade de reversão do quadro. Ou seja, sonha com uma aliança entre os dois partidos na Bahia – o que significa dizer uma chapa eleitoral com Jaques Wagner e Geddel Vieira Lima juntinhos…

Da parte que lhe toca, o governador Jaques Wagner age como bom político. Acredita que ainda é possível uma reconciliação. “Penso a mesma coisa do presidente. Trabalho pela união”, reforça, para completar em seguida: “Nunca digo dessa água não beberei. Quem deve responder é o PMDB”.

Então, aguardemos a resposta dos irmãos Vieira Lima.

FG E GEDDEL

Marco Wense

O ministro Geddel Vieira Lima (Integração Nacional), pré-candidato ao Palácio de Ondina, pediu a Juvenal Maynart, correligionário de sua inteira confiança, o telefone de Fernando Gomes (DEM).

Geddel ligou para Fernando e passou um bom tempo conversando, obviamente sobre política. O prefeito de Itabuna, Capitão Azevedo, eleito pelo DEM, foi o alvo predileto da conversa.

O peemedebista queria saber a opinião de Fernando Gomes sobre o Capitão. Se o ex-alcaide acreditava que Azevedo iria apoiá-lo em detrimento de Paulo Souto, pré-candidato do Partido Democratas.

Em relação a esse tão comentado apoio, há quem aposte que o DEM não faria qualquer objeção, não criaria nenhum obstáculo. A medida mais dura seria acionar o instituto da fidelidade partidária.

Como os democratas acreditam que Geddel fica com Paulo Souto em um eventual e cada vez mais provável segundo turno, o comando estadual da legenda fecharia os olhos para um possível apoio de Azevedo ao ministro.

Os democratas, assim como os petistas, apostam em uma eleição polarizada entre Wagner e Souto. O ministro Geddel seria o grande e disputadíssimo cabo eleitoral do segundo round.

LULA VERSUS FHC

“A comparação entre os governos FHC e Lula não será favorável aos tucanos”. A frase é do petista: 1) Jaques Wagner. 2) Aloísio Mercadante. 3) José Dirceu. 4) Tarso Genro. 5) Nenhuma das alternativas.

Quem cravou o x na opção 5, acertou. O autor da frase é o tucano Aécio Neves,  governador de Minas Gerais. A cúpula do PSDB está tiririca da vida com a sinceridade do bom mineiro.

Marco Wense é articulista do Diário Bahia.

PESQUISA: WAGNER DESCOLA DE SOUTO

Pesquisa encomendada pela presidência da Assembleia Legislativa deixou o Palácio de Ondina com um sorriso largo. Além de apontar um descolamento de Jaques Wagner em relação ao segundo colocado, Paulo Souto, o levantamento mostra que a aprovação ao governo cresceu mais do que significativamente.

Os números da corrida eleitoral, nesta pesquisa de Marcelo Nilo (PDT), revelam Wagner com 40% das intenções de voto. Paulo Souto (DEM) aparece com 30% e Geddel Vieira Lima (PMDB), com 12%. O governo está fechando a sua pesquisa. E os dados batem com os do levantamento do presidente da Assembleia Legislativa.

Não é a toa que tanto Souto como Geddel calibraram a metralhadora na direção do governador.

CONSTRUTORA ENVOLVIDA EM ESCÂNDALO RECEBEU VERBA DE MINISTÉRIO

Do Bahia Notícias

A Construtora Lustoza Ltda., acusada de ter camuflado financiamento eleitoral para a prefeita de Candeias, Maria Maia (PMDB), recebeu R$ 447 mil da prefeitura por meio de um contrato sem licitação. O pagamento foi feito no dia 16 de setembro. O contrato entre a prefeitura e a Lustoza é para recuperação de estradas vicinais e tem valor total de R$ 1,45 milhão.

Os recursos para pagar a obra têm origem no Ministério da Integração Nacional, pasta comandada por Geddel Vieira Lima, principal liderança baiana do PMDB, mesmo partido de Maria Maia. A pedido da Polícia Federal, a juíza Cyntia Resente, do Tribunal Regional Eleitoral, autorizou a queba dos sigilos bancários da Lustoza e demais pessoas envolvidas no processo.

GEDDEL DIZ QUE NÃO (E ‘ESCONDE’ O ÓBVIO)

O blog Política e Cidadania, do respeitado Paixão Barbosa, repercutiu nota aqui do Pimenta sobre o acordo eleitoral entre o ministro Geddel Vieira Lima (PMDB) e o prefeito de Itabuna, Capitão Azevedo (DEM).

Azevedo, por este acordo, apoiará o peemedebista na corrida pelo Palácio de Ondina em 2010. Mas Geddel negou que haja noivado com o democrata. “Infelizmente, o prefeito não fechou compromisso conosco”, disse o pré-candidato ao Política e Cidadania, de Paixão Barbosa. Tenta esconder o jogo. Mas deixa o rabo de fora.

Uma fonte até brinca com a situação: “Azevedo só não vai de Geddel se este continuar a ‘minguar’ eleitoralmente”.

Há quem não negue o óbvio. O secretário de Administração, Gilson Nascimento, é um deles. Em entrevista ao Pimenta, Gilson disse que existe “um namoro, de ambas as partes, com Geddel trazendo uma obra de 18 milhões para Itabuna”.

Aí vem o ministro e diz ao blog P&C que não condiciona os seus apoios à liberação de verbas. Bom, o recurso para a avenida é um dos sinais, mas existe outra parte do rabo, assim, de fora: dois partidos-satélites que fecharam eleitoralmente com Geddel hoje são da base de apoio ao prefeito Azevedo.

As legendas são PTB e PSL, que não apenas estão na base de Azevedo como são comandadas com mãos de ferro por dois dos secretários municipais. O PTB é presidido pelo secretário de Assistência Social, José Formigli Rebouças. E o PSL é dirigido (olha o trocadilho) pelo secretário de Transporte e Trânsito, Wesley Melo.

É necessário frisar que o controle dos dois partidos apenas mudou após o encontro do PMDB em Itabuna, realizado em agosto passado. Azevedo não se limitou a participar do encontro de outro partido como, logo depois, teve conversa reservadíssima com o ministro, em Ilhéus.

Se o DEM acredita que tudo bem e vai levar Azevedo na conversa, é bom ficar atento. Do contrário, pode acabar ouvindo Reginaldo Rossi, Waldick Soriano e Lupicínio Rodrigues.

CANDIDATURA GEDDEL É ‘CANOA FURADA’, DIZ WALDENOR

waldenorpereirablogdoanderson

Líder do governo na Assembleia Legislativa, o deputado Waldenor Pereira voltou a cutucar o ministro peemedebista Geddel Vieira Lima. Segundo ele, o PMDB só cresceu na Bahia por conta (e culpa?) do apoio do governador Jaques Wagner.

Na opinião de Waldenor, a candidatura de Geddel já se mostrou frágil e o ministro não rompe a barreira dos 10%, 12% de intenções de voto. Ao Blog do Anderson, de Conquista, Waldenor disse que o PT está “trabalhando no convencimento de lideranças históricas do PMDB”, aconselhando a não embarcar “na canoa furada que é a candidatura do ministro”.

O líder do governo disse ainda que as pesquisas mostram uma forte tendência de polarização entre as pré-candidaturas do governador Jaques Wagner (PT) e do ex-governador Paulo Souto (DEM). E voltou a provocar o ex-aliado peemedebista: “A campanha de Geddel não decolou, e não vai decolar”. Ouça a entrevista.

AZEVEDO BATE O MARTELO E VAI DE GEDDEL

Geddel ou Paulo Souto, do DEM? Acabaram as dúvidas.

Nesta semana, o prefeito Capitão Azevedo selou acordo com o ministro Geddel Vieira Lima (PMDB) e lhe garantiu apoio eleitoral na disputa pelo Palácio de Ondina em 2010.

O acordo foi, digamos, necessário para apressar a liberação de R$ 12 milhões para a obra de urbanização e requalificação da Avenida Amélia Amado, um dos principais corredores urbanos de Itabuna.

Uma fonte peemedebista de pés fincados no sul da Bahia está mais do que feliz. Irradiante. Acredita que a obra, de grande vulto para os dois primeiros anos de Azevedo, fortalecerá o prefeito de Itabuna e, claro, fará dele o grande cabo eleitoral do município nas eleições de 2010.

De lambuja, Geddel ainda sai por cima por assegurar “a obra” pra Itabuna.

TÔ FORA!

Mais próximo do ministro Geddel Vieira Lima, o prefeito Capitão Azevedo não assistiu à palestra de Paulo Souto em Ilhéus.

Azevedo, que já deu sinais claros de que não apoiará Souto em 2010, preferiu enviar como representante o rechonchudo secretário de Agricultura, Marcelino Oliveira.

CALMARIA SUSPEITA

Do Radar Online

A guerra entre Geddel Vieira Lima e Jaques Wagner se tornou tão sangrenta que, agora, até a trégua levanta suspeitas. Há pouco, perguntado sobre o clima no estado esta semana, um parlamentar baiano deu o tom:

– Olha, essa semana ficou até mais calmo. Tão calmo que eu tenho até medo de ser atropelado por essa calmaria.

GEDDEL E A SUCESSÃO

Marco Wense

O pré-candidato do PMDB à sucessão do governador Jaques Wagner, o ministro Geddel Vieira Lima (Integração Nacional), aparece na terceira posição em todas as pesquisas de intenção de votos.

Se a eleição fosse hoje, Geddel teria a metade dos votos de Paulo Souto (DEM) e Jaques Wagner (PT), tecnicamente empatados. A vantagem do democrata sobre o petista é de menos de dois pontos percentuais.

A polarização do processo eleitoral, com Souto e Wagner disputando voto a voto, seria uma treva para os peemedebistas, principalmente para o presidente estadual da legenda, o peemedebista-mor Lúcio Vieira Lima.

O PT acredita que o maior problema do geddelismo – espécie de carlismo disfarçado, segundo petistas provocadores – é uma inevitável debandada de prefeitos do PMDB para apoiar a reeleição do governador Jaques Wagner.

Se Geddel não crescer nas pesquisas, não mostrar que sua candidatura é eleitoralmente viável, que pode sair vitorioso, vai terminar sendo vítima do próprio pragmatismo do PMDB.

O ministro, em recente entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo, deixa transparecer a sua falta de confiança na legenda: “O PMDB, infelizmente, tem tido o pouco salutar hábito de não se escravizar pelo resultado das urnas. O partido precisa ter posição clara. Se é governo ou  oposição”.

A declaração de Geddel é a prova inconteste de que o PMDB é politicamente instável. Não é confiável.  Suas lideranças – vereadores, prefeitos, governadores, deputados e senadores –, com as honrosas exceções, seguem a cartilha da conveniência e do interesse pessoal.

Sob o comando do bom médico Renato Costa, pré-candidato a deputado estadual e presidente do diretório municipal, os peemedebistas de Itabuna, obviamente os mais esperançosos, acreditam que a disputa no segundo turno será entre Geddel e Paulo Souto (DEM).

Os peemedebistas lembram que o então candidato a prefeito de Itabuna, Capitão José Nilton Azevedo, depois de ficar um bom tempo sem nenhuma perspectiva de vitória, foi eleito com mais de 12 mil votos na frente da petista Juçara Feitosa.

A modesta coluna aposta numa disputa acirrada entre Wagner e Souto, com o ministro Geddel fora do páreo. E aí cabe uma pertinente pergunta: Geddel, em um eventual segundo turno, ficaria com o petista ou o democrata?

O ex-presidente estadual do PT, Josias Gomes, pré-candidato a deputado federal, acha que o ministro Geddel Vieira Lima, em decorrência do presidente Lula, fica com Wagner.

Aliás, muita gente tem esse mesmo raciocínio de Josias. Não acredita que Geddel, depois de tudo que Lula fez, transformando-o em um “super-Geddel”, possa trair o presidente da República.

Mas uma outra declaração de Geddel, também no Estadão, não fecha a janela de um possível apoio a Paulo Souto e, muito menos, ao governador José Serra, pré-candidato ao Palácio do Planalto pelo tucanato.

Depois de fazer rasgados elogios a Dilma Rousseff, Geddel deixa nas entrelinhas que não vai aceitar qualquer tipo de indiferença em relação a sua candidatura ao Palácio de Ondina.

E mais: além de exigir a presença de Dilma no palanque, ficará vigilante a qualquer gesto da pré-candidata do PT que possa ser interpretado como favorável ao projeto de reeleição do governador Jaques Wagner.

Geddel Vieira Lima diz: “Só terei posições alternativas se for hostilizado. Se perceber que a construção de um projeto político está condicionada às relações pessoais e não política”.

Para os bons entendedores bastam poucas palavras. No caso em tela, até os incautos percebem que nas “posições alternativas” do ministro está embutida a seguinte ameaça: o apoio do PMDB baiano a Paulo Souto em um eventual segundo turno.

Como a declaração do ministro Geddel Vieira Lima está no plural – “posições alternativas” –, ela pode ser estendida para o pré-candidato do PSDB à presidência da República, o tucano José Serra.

Se o PT quer o apoio do geddelismo no segundo round, seja na sucessão estadual ou presidencial, é melhor tratá-lo com mais carinho. A ponta afiada da estrela vermelha não pode tocar no ministro Geddel.

Marco Wense é articulista do Diário Bahia.

A PAIXÃO NÃO CORRESPONDIDA DE NEWTON

Newton quer Geddel.

Newton quer Geddel.

Do Política Etc | www.politicaetc.com.br

O prefeito de Ilhéus, Newton Lima, só espera um jeito, uma oportunidade para escapulir do PSB e filiar-se ao PTB, onde poderá satisfazer um desejo que lhe consome: o de apoiar a eleição do peemedebista Geddel Vieira Lima para governador da Bahia.

Por enquanto, Newton nega a pulada de cerca partidária, mas – por via das dúvidas – já deixou seu “homem forte”, Carlinhos Freitas, escalado no controle do PTB em Ilhéus.  No Estado, a legenda está sob o comando dos irmãos Vieira Lima.

O prefeito não esconde o desassossego com Wagner. Reclama de que o governador dá pouca atenção a Ilhéus, é um alheio aos problemas da Terra da Gabriela.

Em contrapartida, Newton não pode ouvir dizer que Geddel vai aterrissar com seu jatinho no Aeroporto Jorge Amado, que corre pra receber o homem e lhe conceder todas as honras. É paixão arrebatadora, que não tem Lídice da Mata capaz de conter.

Do Pimenta: O caso é de paixão mesmo. E das não correspondidas, pois ‘santo’ Geddel não fez pingar um centavo que seja em Ilhéus, via ‘seu’ Ministério da Integração Nacional. Já em Itabuna, a previsão é de chuva forte. E o devoto Capitão Azevedo (DEM) está rindo à toa com os milagres (prometidos) do ministro…

UM LUGAR NO VOO

Do Política Et Cetera

O governador da Bahia, Jaques Wagner, está feliz com o resultado da visita da ministra Dilma Rousseff à Bahia. No seu íntimo, ele considera a estada da presidenciável na terra de todos os santos como um divisor de águas. Foi o primeiro momento em que a pré-candidata se mostrou mais humana, com direito à água de cheiro e missa no Bomfim.

Pode-se afirmar que o único ponto negativo (para Wagner) na viagem da ministra foi o fato dela ter desembarcado em Salvador ao lado do colega de ministério, Geddel Vieira Lima. O adversário do governador veio no mesmo voo de Dilma, que ainda deixou nas entrelinhas a possibilidade de subir em dois palanques na Bahia: o do PT e o do PMDB.

Wagner mordeu o caroço da azeitona, mas está escaldado. Amanhã, ele vai a Brasília para assegurar sua vaga na comitiva presidencial que estará na Bahia quarta-feira. Lula vem visitar as obras de transposição do Rio São Francisco e o governador não quer dar a Geddel o gostinho de descer do avião ao lado do presidente.

Afinal, vir à Bahia com Dilma é uma coisa. Chegar colado no popularíssimo Lula é bem diferente. Wagner deve garantir sua vaga sob as barbas do grande chefe, mas obviamente terá que suportar a presença de Geddel no mesmo avião. O ministério do peemedebista é o que toca as obras da transposição do São Francisco e, portanto, é lógico que ele faça parte da comitiva.

A briga será para ver quem fica mais perto e recebe com maior intensidade a irradiação do carisma do barbudo-mor. Aí a disputa será palmo a palmo e Wagner vai usar a condição de correligionário e amigo de Lula para ter um tratamento diferenciado.

Leia mais em www.politicaetc.com.br

A MINISTRA E A MENSAGEM

O governandor Jaques Wagner e a ministra Dilma Roussef

O governandor Jaques Wagner e a ministra Dilma Rousseff

A ministra Dilma Rousseff (Casa Civil) incendiou os bastidores do circuito político baiano em sua passagem pela terrinha, no fim de semana. Uma declaração dela deixou bem claro para os rebeldes o que é prioridade para o Planalto na Bahia, em relação às eleições de 2010:

“Geddel é ministro do governo Lula e o governador Jaques Wagner é uma pessoa que tem uma relação absolutamente próxima comigo, sobretudo com o presidente Lula, e portanto a nossa relação aqui é muito clara. Nós temos esses dois vínculos”.

Falta dizer muito pouca coisa pro peemedebista. Talvez que ‘aceitamos dois palanques, mas nosso apoio, aqui, é para Jaques Wagner’. Na verdade, depois de uma declaração dessas, não falta dizer mais nada.

WAGNER DIZ QUE GEDDEL O APUNHALOU PELAS COSTAS…

Wagner elogia Valmir e critica traidores (Foto Osvaldo Queiroz).

Wagner elogia Valmir e critica traidores (Foto Osvaldo Queiroz).

Numa solenidade em que destacou o trabalho do secretário Valmir Assunção à frente da Pasta da Assistência Social, o governador Jaques Wagner disse não impedir que alguém cresça ao seu redor e afirmou não ter medo de dividir poderes. E aproveitou para disparar contra um ex-aliado:

– Quem tem competência, se estabelece. Nunca impedi que alguém crescesse. É claro que de vez em quando a gente ajuda alguém a crescer e esse alguém acaba nos apunhalando pelas costas.

Quem acompanha a política baiana sabe de quem estava falando o governador. Era dele mesmo, o ministro da Integração Nacional, Geddel Vieira Lima (PMDB), que se fortaleceu à sombra de Jaques Wagner, tornou o PMDB ‘gigante’ e depois abandonou o atual governador. Abandonou para disputar a sua sucessão em 2010…

REGRA 3

Geddel mira a Propeg, de Fernando Barros.

Geddel mira a Propeg, de Fernando Barros.

Mesmo com os desmentidos de Geddel Vieira Lima, a informação publicada na coluna Informe JB, do Jornal do Brasil, de que o publicitário Fernando Barros será o marqueteiro da campanha do ministro ao governo da Bahia criou um enorme mal-estar na ala do DEM mais próxima ao ex-governador Paulo Souto.

Barros é ligado a Souto e a notícia soou como uma espécie de traição (“a única novidade na Bahia é você”, disse Barros a Geddel). O marqueteiro é amigo de Souto, com quem costuma se encontrar na pacata cidade de Canavieiras, onde ambos mantêm casas de veraneio.

O desmentido do ministro piorou a situação. No Informe de hoje, ele diz que “não firmou contrato com a agência Propeg”, cujo dono é Barros. Ou seja, o ministro não negou que esteja conversando com o publicitário.

Com certa revolta, fontes do DEM comentam que as conversas acontecem, sim. E constantemente. As mesmas fontes dizem que Geddel não daria um passo sem consultar Barros, o mentor da política de comunicação da era Paulo Souto.

A informação também provocou ciumeira nos marqueteiros da Ideia 3, agência que assessora Geddel, por motivos óbvios. Para piorar a situação, sabe-se que o encontro caloroso entre Barros e o ministro foi ‘vazado’ pela assessoria do próprio ministro.

ELIEL QUER DEPUTADOS DO PSC NA OPOSIÇÃO

Eliel quer deputados na oposição (Foto BA Notícias).

Eliel quer deputados na oposição (Foto BA Notícias).

Eliel Santana voltou atrás. No mês passado, Eliel afirmou ao Pimenta na Muqueca que os deputados estaduais do PSC (Ângela Sousa e Carlos Ubaldino) continuariam dando sustentação política ao governo de Jaques Wagner.

Ontem, após assegurar as filiações das deputadas Maria Luiza e Antônia Pedrosa ao partido, o presidente da legenda mudou de opinião. Quem marchar com Wagner, poderá sofrer sanções do partido (lembre aqui a entrevista concedida por Eliel ao Pimenta, concedida há um mês).

O PSC sai de dois para quatro deputados, após negociações intensas com o PMDB do ministro Geddel Vieira Lima, que é pré-candidato a governador do estado e, óbvio, quer criar todas as dificuldades possíveis ao “Galego” do Palácio de Ondina.

As negociações com o PMDB ainda asseguraram ao PSC mais vagas na Assembleia Legislativa e uma vaga na Câmara Federal. Isso, porque o deputado federal Sérgio Brito licenciou-se para assumir a Secretaria de Planejamento de Salvador. A licença abriu espaço para Erivelton Santana ou Milton Barbosa, ambos da legenda social-cristã, assumir a vaga, temporariamente.

DIRETO DA MALHA FINA

Tá dominado
Em Feira de Santana Geddel respondeu a perguntas dos jornalistas por quase três horas. Em Itabuna não aguentou nem três minutos. Também… lá não tinha Vilanova nem Pimenta.

Leia mais em A Região e relembre o caso clicando aqui.


INSTINTO

Por ainda estar ligado à sonda que o alimenta (governo), o ministro Geddel Vieira Lima afirma que apoiará a eleição de Dilma Rousseff. Mas o instinto de sobrevivência do peemedebista começa a falar mais alto.

Comenta-se que Geddel já está disposto a abandonar Lula, sob o pretexto de que deseja liberdade para tocar sua campanha a governador da Bahia.

Não há como não crer que a baixa expectativa com o projeto Rousseff seja o maior fator de motivação de Geddel.

ISTOÉ: LULA DIZ QUE FICA COM WAGNER

Adriana Nicácio | Revista Istoé

Revista diz que Lula cozinha Geddel.

Revista diz que Lula cozinha Geddel.

Candidato ao governo da Bahia e com a esperança de ser o único a desfrutar da popularidade de programas sociais como o Bolsa Família, o ministro da Integração Nacional, Geddel Vieira Lima (PMDB), está sendo cozinhado em fogo brando pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Em alguns Estados, Lula defende uma resignação do PT em favor de alianças. Mas na Bahia o presidente apoia a reeleição do governador Jaques Wagner. Lula quer negociar um pacote com o PMDB para garantir o apoio nacional do partido ao candidato do PT a presidente em 2010. Vai incluir Geddel e as dissidências em Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro e Pará nas discussões.

Ele já percebeu que Geddel começa a se isolar na Bahia e acredita que o ministro pode voltar a apoiar Wagner. “O presidente Lula não vai chamar o Geddel para conversar. Fez isso várias vezes antes do rompimento”, diz um assessor próximo de Lula. No dia 6 de agosto, Geddel rompeu, por telegrama, com o PT baiano e lançou sua précandidatura ao governo da Bahia, em clara oposição ao governador. O gesto não seria tão grave, na visão dos petistas, se Wagner não tivesse sido o padrinho político de Geddel na indicação para o ministério.

Quando recebeu o telegrama às 23h no Palácio de Ondina, Wagner esbravejou: “Traição e ingratidão vêm do berço.” Lula também ficou bastante irritado com a decisão de Geddel, mas ainda tem esperanças de um providencial recuo. Durante café da manhã no Palácio da Alvorada, no dia 31, Wagner disse ao presidente que Geddel está usando a estrutura do governo para falar mal do próprio governo. Wagner destacou que nenhum indicado de Geddel foi demitido no Estado. Lula concordou, mas deu um conselho ao governador: “Galego, eu sei que você chegou ao seu limite. Mas é preciso ter paciência.”

Como bom cozinheiro, Lula já tem a receita ideal para dobrar Geddel. Primeiro, escolheu a dedo o interlocutor. “Quem vai falar com o ministro será o Gilberto Carvalho (chefe de Gabinete do presidente) porque cabe ao Gilberto tratar dessas questões espinhosas.

Mais que espinhosa, a situação é delicada para o PT na Bahia, principalmente porque a iniciativa de Geddel despertou a candidatura do ex-governador baiano Paulo Souto (DEM), que, em algumas pesquisas, aparece em primeiro lugar e ameaça a reeleição de Wagner. Há quase um ano, Geddel está em campanha pelo interior. Busca novas alianças, pois perdeu para Wagner o apoio do PDT e do PP.

Em alguns casos, sua mensagem chega por telegrama. Numa delas, seu assessor José Carlos Esmeraldo informou à prefeita de Lauro de Freitas, Moema Gramacho, que o ministério liberou a primeira parcela de R$ 3,5 milhões para recuperação da cidade e concluiu: “Peço comunicar lideranças locais que o nosso ministro continua seu trabalho em favor da comunidade.”

De acordo com o deputado Raymundo Veloso (PMDB-BA), que tem andado pelo interior, Geddel está forte. “Se ele for para o segundo turno, seja contra o Jaques Wagner, seja contra o Paulo Souto, vence. Temos mais de 100 prefeitos trabalhando para ele”, garante Veloso. “Ninguém vai tirar da cabeça do ministro a ideia de concorrer ao governo da Bahia.”

Geddel, porém, é mais cauteloso e continua a aguardar um chamado de Lula. O ministro apostava numa viagem do presidente a Juazeiro, em setembro, para visitar as obras de transposição do rio São Francisco.

Pensava até em acompanhar Lula no avião presidencial. Mas a viagem está suspensa, por tempo indeterminado, por “problemas de agenda”. Seus assessores continuam acreditando que o encontro será realizado.

“Há pelo menos três opções: o presidente pode oferecer a Geddel ser vice de Wagner, pedir que o ministro seja candidato ao Senado, e, na pior das hipóteses, pode pedir que ele deixe o ministério”, enumera um assessor próximo do ministro, que confia no poder de fogo do PMDB.

O ministro estuda esse cardápio. Sem alarde, pediu a duas pessoas que sondassem Wagner sobre o apoio à vaga ao Senado. Haverá renovação de dois terços do Senado e Wagner decidiu apoiar o conselheiro do Tribunal de Contas dos Municípios, Otto Alencar, que já pediu afastamento do TCM. A outra vaga continua em aberto. “Geddel só precisa pedir o apoio em público”, diz um dirigente petista. Mas o presidente do PT na Bahia, Jonas Paulo, é mais exigente.

“É uma situação esdrúxula, termos um ministro que é concorrente no maior Estado que o partido do presidente governa”, reclama. No entanto, admite que Geddel pode voltar a ser um aliado, embora o sentimento na base do PT, observa Paulo, seja de revolta. “Nós transmitimos isso ao Lula.” Entende-se, portanto, por que o presidente mantém o ministro em banho-maria. Na quinta-feira 10, um segredo da receita de Lula foi revelado.

O ministro do Trabalho, Carlos Luppi, esteve em Salvador e filiou ao PDT três deputados estaduais que iriam apoiar Geddel e mudaram de lado. Ou seja, Lula ainda está longe de colocar seu toque final neste prato da cozinha baiana.

CONFIRA tudo na revista www.istoe.com.br

PSC MANTÉM OS PÉS EM DUAS CANOAS

PSC de Eliel fecha com PMDB, mas continua com Wagner até 2010 (Foto Bahia Notícias).

PSC de Eliel fecha com PMDB, mas continua com Wagner até 2010 (Foto Bahia Notícias).

O ex-deputado estadual Eliel Santana sustenta que a decisão do seu partido de marchar com o PMDB cumpre estratégia do diretório nacional do PSC e não seria reflexo da negociação frustrada para entrar na base do governo e assumir cargos de primeiro escalão. Ele conversou com o Pimenta, há pouco.

O ex-deputado admite que o PSC permaneça na base do governo estadual, mas a história mudará quando o assunto for eleições 2010. Aí, diz, o partido pula para a canoa do PMDB, que tem como pré-candidato a governador o ministro Geddel Vieira Lima. Confira abaixo.

Pimenta na Muqueca – O PSC vai mesmo marchar com o PMDB?
Eliel Santana
– Temos um histórico ligado à oposição, que hoje é governo. A partir da vitória de Wagner, conversamos, mas o governo optou por fazer entendimento com os parlamentares, não concretizou nenhum entendimento político com o partido.

Por que a decisão de apoiar Geddel?
Temos participação na prefeitura de Salvador, que não é grande. O entendimento da direção nacional é reforçar o PSC no plano nacional e a aliança com o PMDB é neste sentido.

Quais são os planos do partido?
Pretendemos fazer, no mínimo, um deputado federal por estado. Hoje temos 16 federais e queremos dobrar para quatro o número de parlamentares estaduais na Bahia. Hoje temos os irmãos Carlos Ubaldino e Ângela Sousa.

E as negociações com o Governo?
Houve um equívoco quando se disse que as negociações estavam baseadas nas condições de Héber (Santana) assumir como vereador, e Erivelton Santana, como deputado federal. Essa condição de primeiros suplentes de vereador e deputado federal surgiu a partir das eleições [de 2006 e 200]. Ainda temos Cleide Vieira, que é primeira suplente de deputado estadual. Isso, a posição de suplentes, foi independente da nossa vontade.

O PSC vai marchar unido com Geddel ou se admite os deputados apoiando Wagner?
Hoje, nós temos responsabilidade com a governabilidade. Enquanto Wagner estiver governando para o estado, contará com o apoio do nosso partido. Nessa questão, não temos nenhuma dificuldade.

Mas, no plano eleitoral, os deputados ficam com Geddel ou Wagner?
Os deputados demonstraram intenção em continuar com o governo, mas [quanto a 2010] deixaram claro que vão seguir a posição do partido. Daqui para frente, dependerá muito do tratamento [do governo]. Hoje existe a questão da fidelidade partidária.

O partido cobraria o apoio dos deputados?
Os deputados Ângela Sousa e Carlos Ubaldino tiveram votações excelentes, mas não em número suficiente para se elegerem [115 mil votos]. Hoje, o partido tem 152 vereadores, 18 vices, 5 prefeitos e dois deputados estaduais. Provavelmente, dentro dessa nova conjuntura, podemos receber um deputado federal, a depender das negociações. E tem ainda a questão de Erivelton. Ele pode não querer assumir o mandato de deputado federal…. Milton [Barbosa], que também é do nosso partido, pode assumir.

O partido não teme ir dividido para 2010?
Não vejo essa possibilidade. Essa discussão [de apoio ao PMDB] foi com toda a participação dos deputados, não vejo possibilidade de apoiar outro candidatura que não seja a do partido. Vamos facilitar a vida do governador no que significar gestão. Na questão política, tem a fidelidade [partidária]. Ninguém iria querer se expor, nem o partido iria utilizar esse requisito [da ameaça].

Quando as conversas foram finalizadas com o PMDB?
Entre ontem à noite e hoje pela manha. Houve a reunião da executiva, chamamos deputados e fizemos a nota pública.

Os parlamentares estão fechados nesta decisão?
Eleitoralmente, fechados com a posição do partido. Com toda a minha vivência política, posso dizer que tem muita coisa para acontecer ainda. Pode acontecer muitos fatos que possam não ser exatamente esse quadro. O quadro pode não ser exatamente esse em 2010.

DISPUTAS INTERNAS

Renato Costa, espremido entre Geddel e Veloso

Renato Costa, espremido entre Geddel e Veloso

Já é bem nítida a “guerra fria” existente entre peemedebistas de Ilhéus, comandados por Veloso pai e Veloso filho, e os de Itabuna, que têm à frente os três “ex”: o ex-prefeito Ubaldo Dantas, o ex-deputado Renato Costa e o ex-vereador Ricardo Xavier.

Ao que parece, trata-se de algo mais que uma briga pela coordenação da campanha de Geddel Vieira Lima na região. Nos bastidores,  Márcio Veloso, que é pré-candidato a deputado estadual, opera para minar o médico Renato Costa, que planeja retornar à Assembleia no ano que vem.

Comenta-se que, muito discretamente, Márcio comemorou os tropeços do encontro do PMDB em Itabuna e pretende um “vou mostrar como é que se faz”, em Ilhéus, no mês de outubro. A estratégia dos Veloso é também  fortalecer a professora Acácia Pinho no PMDB de Itabuna.

PANOS QUENTES

O PMDB acionou o seu batalhão para apagar o incêndio que foi a passagem do ministro Geddel Vieira Lima, em Itabuna.

O presidente estadual do partido, o irmão Lúcio Vieira Lima, definiu que – ainda nos próximos dias – reunirá a imprensa sul-baiana. Falará de PMDB, eleições 2010 e projetos do partido.

O esforço é para apagar a impressão ruim causada por Geddel, que atacou a imprensa local e chamou os profissionais de “equivocados”. A entrevista desceu “quadrada”.

Leia mais:

GEDDEL FAZ CAMPANHA ABERTA AO GOVERNO E SE IRRITA QUANDO IMPRENSA APONTA
GEDDEL TEM CONVERSA RESERVADA COM AZEVEDO (DEM)

A HORA EM QUE GEDDEL “PIPOCOU”






WebtivaHOSTING // webtiva.com . Webdesign da Bahia