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:: ‘Geddel’

SUCESSÃO ESTADUAL

Marco Wense

Wagner (centro) bateria Souto e Geddel ainda no primeiro turno.

Souto, Wagner e Geddel.

A pesquisa do instituto Datafolha, de inquestionável credibilidade, serviu para colocar um ponto final nas provocações entre petistas, democratas, tucanos e peemedebistas.

Antes do Datafolha, era um Deus nos acuda. Quando saia uma pesquisa do PT, com Wagner na dianteira, o PMDB soltava os cachorros. O DEM, por sua vez, dizia que Paulo Souto estava na frente.

Agora, não. Democratas, tucanos e peemedebistas já admitem à reeleição do governador Jaques Wagner logo no primeiro turno, até mesmo com uma boa diferença em relação ao segundo colocado.

A bola da vez, no sentido negativo, é Paulo Souto, que enfrenta dois pré-candidatos que ocupam importantes cargos na máquina pública: governador do Estado e ministro da Integração Nacional.

Das verbas destinadas à Bahia pelo ministério comandado por Geddel Vieira Lima, 68% vão para as prefeituras do PMDB. A legenda tem 115 Centros Administrativos de um total de 417.

Para colocar mais lenha na fogueira do desentendimento entre petistas e peemedebistas, o deputado Marcelo Nilo (PDT), presidente do Parlamento estadual, diz que “das 115 prefeituras do PMDB, 78 já declararam apoio à reeleição de Wagner”.

Geddel quer ser o herdeiro político do carlismo. Quer arrebanhar as ovelhas carlistas que não acreditam na eleição de Paulo Souto e, como consequência, assumir a segunda colocação nas pesquisas de intenção de voto.

Algumas lideranças do DEM já começam a ficar irritadas com a estratégia do PMDB de minar à pré-candidatura de Souto, dizendo até que o democrata vai desistir para concorrer ao Senado da República.

A pesquisa do Datafolha, para os democratas, foi um alerta. Para os peemedebistas, uma esperança. Para os petistas, a possibilidade cada vez mais concreta de uma vitória de Wagner no primeiro turno.

A DÚVIDA DE IMBASSAHY

.

Li no jornal Agora, salvo engano na coluna de José Adervan, que o presidente do PSDB da Bahia, Antônio Imbassahy, ex-prefeito de Salvador, estaria indeciso em relação ao seu futuro político.

É evidente que a indecisão do tucano não diz respeito a uma candidatura à Assembleia Legislativa do Estado e, muito menos, de candidato à sucessão do governador Jaques Wagner (PT).

Nem oito e nem 80. Como postulante a deputado estadual seria um nada para o seu passado político. Como candidato ao Palácio de Ondina, uma pretensão totalmente descabida.

Sinceramente, não entendo a dúvida de Imbassahy. O tucano só tem o caminho do Congresso Nacional, especificamente da Câmara dos Deputados. Qualquer um outro é a prova inconteste de que seus pés estão fora do chão.

E o Senado da República? Democratas, tucanos, petistas e peemedebistas concordam que uma das duas vagas é de César Borges, presidente estadual do Partido da República (PR). A outra, com certeza, não seria de Imbassahy.

Pelo sim, pelo não, é melhor o ex-prefeito de Salvador não correr o risco de ficar sem mandato. A eleição para o Parlamento, com a perspectiva de ser um bom deputado, é um ótimo conselho.

PPS

É público e notório que entre César Brandão e Clóvis Loiola, do Partido Popular Progressista, o PPS do deputado federal Roberto Freire, existe um atrito em torno da eleição de 2010.

Os dois são pré-candidatos à Assembleia Legislativa do Estado. O problema é que o comando estadual da legenda só quer uma candidatura. Loiola, como é o atual presidente da Câmara de Vereadores, tem mais chances do que Brandão.

A presidente do PPS de Itabuna, a simpática Mariana Alcântara, trata os companheiros na mesma medida, sem fazer qualquer tipo de insinuação que possa ser interpretada como um sinal de preferência.

Mariana, portanto, age com democracia e sabedoria. Como sabe que a decisão final sobre o imbróglio é da cúpula estadual do partido, procura manter o diálogo com os dois postulantes.

O saudoso papai, Anísio Alcântara, que era apaixonado pelo processo político, foi um bom professor. Lá de cima, lá do céu, vibra com a filha, com a companheira Mariana.

PS – Um bom 2010 para todos. Para o pessoal do DEM, PSDB, PT, PMDB, PSB, PTB, PSB, PV, PR, PP, PCdoB, PPS, PDT, PSC, PT do B, PSOL, PTN, PRP e todas as outras agremiações partidárias.

Marco Wense é articulista do Diário Bahia.

NÃO DÁ SORTE

Renato (beeem ao centro) espera que Geddel honre a 'promissória'

Renato (beeem ao centro) espera que Geddel honre a 'promissória'

Tem gente que não dá sorte, mesmo. Tanto que o médico e pré-candidato a deputado estadual Renato Costa chamou o ex-companheiro Geraldo Simões de “inadimplente da palavra”, e agora se vê envolvido com mais uma promissória eleitoral…

Explica-se. Foi prometido pelos capos do PMDB – Geddel à frente – que essa era a vez de Renato, que era uma questão moral para o partido fazê-lo novamente deputado etc, etc, etc.

Mas, nem toda promissária é honrada. Quem anda pelas ruas de Itabuna e vê diversos out-doors dos concorrentes Márcio Veloso e Virgínia Hagge espalhados em pontos estratégicos está chegando à conclusão que o bom e correto Renato Costa deveria desconfiar de tantas “garantias”…

O jeito é garimpar votos, porque mandacaru é bonito, mas não dá sombra nem encosto. E como tem mandacarus nessas bandas.

OLHA SÓ QUEM ESTÁ COM GEDDEL…

Outdoor de Geddel Vieira Lima, em Vitória da Conquista. No primeiro plano, cavalos tomam conta de avenida (Foto Blog do Anderson).

Pré-candidato ao governo do estado, o ministro Geddel Vieira Lima espalha outdoors Bahia afora. Este, foi em Vitória da Conquista. No primeiro plano, cavalos tomam conta de avenida (Foto Blog do Anderson).

ANTECIPANDO A CAMPANHA

Quem entra no site do PMDB da Bahia tem a nítida impressão de que a campanha de 2010 já está liberada. Ali são louvados todos os passos do ministro e pré-candidato a governador, Geddel Vieira Lima. Pouco se fala da instituição PMDB, propriamente dita.

Nem a convenção estadual do partido foi capaz de conquistar espaço no site – mesmo no dia do evento, no domingo (20), poucas notas exaltavam o acontecimento.

Em setembro, Geddel e o PMDB foram acionados duas vezes pelo Ministério Público Eleitoral por propaganda antecipada no jornal do partido.

A ordem é massificar!

DATAFOLHA: WAGNER VENCERIA NO PRIMEIRO TURNO

Wagner (centro) bateria Souto e Geddel ainda no primeiro turno.

Wagner (centro) bateria Souto e Geddel ainda no primeiro turno (Montagem Efsq).

Pesquisa Datafolha divulgada nesta terça-feira, 22, revela que o governador Jaques Wagner (PT) levaria a eleição ainda no primeiro turno. As intenções de voto no petista variam entre 39% e 43%.

No cenário eleitoral mais provável, Wagner teria 39%, Paulo Souto (DEM) aparece com 24%  e Geddel Vieira Lima (PMDB) alcança 11%. Hilton Coelho (Psol) atinge 1%.

Wagner chega a 43% quando Souto é substituído por ACM Neto. O deputado federal do DEM fica com 14% das intenções de voto e Geddel, 13%.

Neste cenário acima, é grande a possibilidade de vitória de Wagner no primeiro turno, segundo o Datafolha. Ele teria 43% das intenções de votos contra 30% dos adversários. Porém, a taxa de indecisos é elevada. Noutros, a vantagem varia de 2 a 4 pontos percentuais sobre a soma dos demais candidatos.

O Datafolha também pesquisou cenário em que o ministro Geddel Vieira Lima é substituído pelo prefeito de Salvador, João Henrique (PMDB). Neste caso, Wagner vai a 41%, Souto pontua com 25% e João Henrique atinge 6%. Aqui, a vantagem é de 10 pontos percentuais.

A pesquisa foi feita entre os dias 14 e 18 de dezembro e ouviu 1.055 baianos a partir dos 16 anos. O instituto não forneceu o número de municípios onde aplicou a pesquisa no estado. O Datafolha é o de maior credibilidade do país e pertence ao Grupo Folha.

WAGNER X GEDDEL

As trocas de farpas entre o ministro Geddel Vieira Lima e  Jaques Wagner se tornaram cada vez mais frequentes após a saída do peemedebista da base. Geddel aposta que terá Lula e Dilma Roussef em seu palanque eleitoral rumo ao Palácio de Ondina.

E foi se aproveitando de um escorregão do ministro que o governador desferiu uma estocada na coletiva que concedeu, há pouco, em Santo Antônio de Jesus, onde inaugura o hospital municipal.

Wagner disse considerar normal que a convenção do PMDB, realizada ontem em Salvador, tenha sido prestigiada pelo ex-governador Paulo Souto e a turma do PSDB, mas condenava uma omissão inaceitável de Geddel e do seu partido: não ter citado o nome de Lula em nenhum momento da convenção.

FAZ BEM AO EGO

A provocação do deputado estadual Paulo Rangel (PT) ao afirmar que a candidatura do democrata Paulo Souto a governador naufraga e que este apoiará – mesmo – o nome do ministro Geddel Vieira Lima ao Palácio de Ondina foi usada pela assessoria do PMDB. Habilmente, o setor de comunicação distribuiu, via e-mail, cópia da nota publicada no site Bahia Notícias, ainda ontem (confira).

Nota é distribuída pelos peemedebistas.

Nota distribuída pelos peemedebistas: Ego inflado.

EXAME DE DNA EM LAURO DE FREITAS

Há uma disputa de paternidade pelas obras de infraestrutura em áreas quase destruídas pelas chuvas em Lauro de Freitas, neste ano. Elas foram executadas com recursos do governo federal e estadual e atendem 19 ruas e 20 travessas nesta primeira etapa.

O ministro da Integração Nacional, Geddel Vieira Lima, no estilo “choquei”, se revela magoado porque não o convidaram para a inauguração da primeira etapa das obras, no domingo (20). Nem a prefeita Moema Gramacho nem o governador Jaques Wagner.

O ministro entrou em guerra pela paternidade. Em comunicado à imprensa, diz que as obras foram executadas com recursos da sua Pasta. “A inauguração, marcada para domingo, foi organizada para reunir o governador Jaques Wagner e a prefeita Moema Gramacho, sem convite ao ministro, que é do PMDB”, lamenta Geddel.

O ministro peemedebista, tal qual aquele “bofe escândalo” global, ficou rosa chiclete, furioso. E preparou uma vistoria às obras ainda neste sábado, 19. Só não vai no domingo, porque tem convenção estadual do seu partido, em Salvador. Só por isso…

PMDB FAZ CONVENÇÃO DIA 20

Os peemedebistas baianos se preparam para convenção estadual, no próximo domingo (20), em Salvador. O evento da legenda comandada pelo ministro Geddel Vieira Lima e o irmão Lúcio “Gordo” acontecerá no Hotel Bahia Othon Palace, a partir das 8h.

Será o primeiro grande evento do partido após a série de encontros regionais que decidiu pela pré-candidatura do ministro da Integração Nacional e o rompimento do grupo de Geddel com o governador Jaques Wagner e o PT baiano.

ENQUETE ENCERRADA

O Pimenta encerrou a enquete sobre a disputa eleitoral pelo Palácio de Ondina em 2010.

O governador Jaques Wagner (PT) apareceu em primeiro ao obter 720 cliques. Paulo Souto (DEM) ficou com 343 e o peemedebista Geddel Vieira Lima, 139. Luiz Bassuma (PV) pontuou com 51. A opção “nenhum deles” ficou com 171 cliques.

Em instantes, uma nova -e palpitante – enquete, desta vez sobre a gestão da saúde em Itabuna.

COBRAS E LAGARTOS CONTRA UM SANTO DE CASA…

Da Coluna Radar on line (Veja.com), por Lauro Jardim:

A reunião da bancada do PMDB hoje à tarde (ontem, em Brasília) foi um ataque ininterrupto contra o governo e os ministros do partido. Com mais de 30 deputados presentes, as provocações enfileiraram-se em tom por muitas vezes agressivo.

– A oposição está sendo melhor tratada que a base do governo – reclamou Rose de Freitas – Tem deputado governista com 1,7 milhão de reais empenhado em emendas e outros de oposição com 9,6 milhões.

– Ministros de outros partidos nos tratam muito melhor que os do PMDB – reforçou Vítor do Rêgo Filho.

Mas foi Wladimir Costa quem radicalizou:

– Fala-se em um PMDB gigantesco, mas nós estamos sendo execrados pelos ministros, principalmente por Geddel. Ele não parece um ministro da República, mas um ministro da Bahia. Tudo vai pra lá – bradou, e seguiu: Para mim o Geddel é o pior ministro do governo. O segundo pior é o Reinold Stephanes. Este incompetente e despreparado do Geddel não nos atende. Ele precisa imediatamente deixar essa cadeira. O que ele quer é o governo da Bahia, ele tinha de ir pra lá – completou. E encerrou sua fala sem pudor: O Geddel é especialista em ignorância, ele incorporou um espírito hitlerista.

Minutos depois, toca o celular de Henrique Eduardo Alves. Era Geddel Vieira Lima colocando-se à disposição de Wladimir Costa. O líder brincou:

– Geddel está à disposição para se atracar com você lá na liderança.

GEDDEL TIRA LÚCIO VIEIRA DE CENA, DIZ BLOG

Geddel (à dir.) estaria insatisfeito com as articulações do irmão Lúcio (Foto Pimenta).

Geddel (à dir.) estaria insatisfeito com as articulações do irmão Lúcio (Foto Pimenta).

O Blog do Gusmão, de Ilhéus, assegura que o ministro e pré-candidato ao governo do estado, Geddel Vieira Lima, decidiu tirar de cena o irmão Lúcio “Gordo” Vieira, que responde pela coordenação política da sua campanha ao Palácio de Ondina.

O “estilo Lúcio” não estaria agradando a Geddel. Pior, as ações do irmão beneficiariam, indiretamente, o governador Jaques Wagner, pois prefeitos e correligionários peemedebistas demonstram insatisfação com o comando da campanha.

Coincidentemente, a possibilidade de “queda” do presidente estadual do PMDB vem na esteira das investigações da Operação Expresso, da Polícia Civil, que teria elementos para ligar Lúcio ao esquema de propinas nas concessões de linhas de ônibus intermunicipais na Agerba (relembre).

Se Geddel fez operação arriscada ao sair do governo e romper com Wagner, não se sabe, mas ele não é bobo para acumular maiores desgastes só por conta do parentesco. Política está acima dessas “amenidades’.

GEDDEL E A CASQUINHA

Barbosa e Geddel: olho nos religiosos e em 2010.

Barbosa e Geddel: olhos em 2010.

Depois de líderes da Assembleia de Deus pedir a Eliel Santana e à deputada Ângela Souza votos para Wagner (confira), o deputado federal Milton Barbosa (PSC) aproveitou para fazer uma massagem no ego do ministro Geddel Vieira Lima ao participar de encontro religioso estadual em Salvador. Disse que o homem era o porreta da Bahia.

Logo após, o pastor Valdomiro Pereira abençoou o ministro e candidato ao Palácio de Ondina. Valdomiro cumpriu o ritual, mas não parece ter arredado pé das suas convicções eleitorais. Pelo sim, pelo não, o ministro tirou a sua casquinha no evento da Assembleia de Deus.

MEDO DE ARRUDA

Marco Wense

.A executiva nacional do Democratas recuou da decisão de expulsar sumariamente o protagonista-mor do mensalão do DEM, José Roberto Arruda, governador do Distrito Federal.

Depois que José Arruda ameaçou contar tudo que sabe sobre algumas lideranças do DEM, a desfiliação imediata saiu da pauta. Ficaram com pena de quem não merece piedade.

O trio pró-expulsão sumária é formado pelos senadores Demóstenes Torres, José Agripino e o deputado Ronaldo Caiado. O presidente nacional da legenda, Rodrigo Maia, e o deputado ACM Neto defendem o amplo direito de defesa.

O ameaçador Arruda mandou o seguinte recado: “Se houver radicalização lá na frente eu vou radicalizar também”. O recado não é para os peixes miúdos do DEM. O anzol de Arruda é para fisgar os peixes graúdos. Os tubarões.

O Partido do Democratas tem que expulsar Arruda, defenestrá-lo pela janela do fundo, sob pena de não eleger um governador na eleição de 2010. É bom lembrar que Paulo Souto é do DEM.

Se o DEM ficar titubeando, passando para o eleitorado a impressão de que trabalha pela permanência de Arruda, vai terminar virando aquele PFL de antigamente, o “saudoso” Partido da Frente Liberal.

JAQUES WAGNER

Não gosto de ficar rebuscando os meus comentários políticos. Mas comentei aqui que o governador Jaques Wagner ficaria em uma posição confortável nas pesquisas de intenção de votos.

Disse também que o eleitor já começava a entender que o governo Wagner não pode fazer em quatro anos o que o carlismo não fez em 16 anos de poder e mandonismo.

A última pesquisa, agora com a credibilidade do Instituto Campus, aponta Wagner com 48,4%, Paulo Souto 26,4% e Geddel na lanterninha com 12%.

GEDDEL E LÚCIO

O ministro Geddel (Integração Nacional), se defendendo de insinuações oposicionistas de que estaria sendo condescendente com supostas irregularidades na Agerba, fez a seguinte declaração:

“Não estou aqui para defender. Cada um tem que dar suas explicações, seja do meu partido, seja próximo a mim”. E finaliza: “Quem estiver podre que se exploda, porque não é meu dever acobertar quem quer que seja”.

Geddel está certíssimo. O presidente estadual do PMDB, Lúcio Vieira Lima, em vez de ficar dizendo que tudo é mentira, que não passa de uma perseguição política, deveria seguir o mesmo caminho do irmão.

Marco Wense é articulista do Diário Bahia.

EX-GORDINHOS?

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Borega não alivia!

ABANDONADO

jubombaEx-diretor do Ibametro e financeiro da Superintendência de Desenvolvimento Industrial e Comercial (Sudic), o peemedebista Juvenal Maynart queixa-se de abandono por parte dos irmãos Vieira Lima.

Juvenal passou por Itabuna, conversou com amigos e fez questão de deixar claro o seu descontentamento com Geddel e Lúcio “Gordo” Vieira Lima, os donos do PMDB baiano.

Tido como eficiente, mas falastrão, Juvenal acumula passagens por dois órgãos que estão na mira do governo estadual. Junte a isso o fato de o homem estar uma arara – ou melhor, uma bomba.

PRIORIDADE DE LULA NA BA É WAGNER, DIZ FOLHA

A presidenciável Dilma Roussef deverá ter dois palanques na Bahia, mas a prioridade do presidente Lula será a reeleição de Jaques Wagner, segundo afirma reportagem da Folha de São Paulo, desta segunda, 23.

De acordo com o jornal, Lula não teria gostado de recente encontro (na semana passada) entre José Serra e o ministro Geddel Vieira Lima, que passou de aliado a opositor do petista Jaques Wagner.

Diz o jornal que “Lula não gostou de recente encontro de Geddel com o governador José Serra (SP), pré-candidato do PSDB a presidente. Lula vai priorizar Wagner”.

A edição de hoje da Folha trouxe várias matérias abordando o quadro sucessório nos estados e a disputa presidencial de 2010.

Assinante da Folha ou do Uol pode ler clicando aqui.

SUMIÇO

Está se desenhando um cenário ideal para que o ministro Geddel Vieira Lima pule para os braços do tucano José Serra, se este, de fato, for candidato a presidente da República.

Causou estranheza até em colegas de partido a ausência de Geddel, ontem, na solenidade com o presidente Lula em Camaçari, onde a Ford anunciou plano de investimentos de R$ 2,8 bilhões para as duas unidades do Nordeste (R$ 2,5 bilhões na montadora instalada na Bahia).

Um petista, mais sarcástico, cutucou: – O cara que vive o tempo todo fazendo campanha no interior falta justamente a um compromisso com o presidente Lula.

Como publicado aqui no início da noite de ontem (confira), Geddel foi de uma infelicidade ímpar. Se faltou à solenidade em Camaçari, decidiu antecipar-se ao presidente Lula e foi o primeiro a aparecer no palanque da Praça Castro Alves. O resultado: levou uma sonora vaia. Deixou o palanque oficial e não mais retornou.

Quem conhece o peemedebista já imagina os próximos passos dele – de aproximação à outra banda do “plebiscito” de 2010, os tucanos.

RENATO, GEDDEL, BRITTO E AZEVEDO

Marco Wense

O prefeito de Itabuna, José Nilton Azevedo, eleito pelo DEM, ex-Partido da Frente Liberal (PFL), antigo PDS do regime autoritário, já tem o seu candidato a deputado federal: Roberto Britto (reeleição – PP).

É evidente que o prefeito vai esperar o momento certo – sem dúvida depois das convenções partidárias – para uma declaração pública de apoio. Uma outra atitude seria intempestiva e politicamente desnecessária.

Luiz Argôlo, Paulo Magalhães e ACM Neto, mesmo sabendo que suas chances são remotíssimas, ainda acreditam que pode tirar uma casquinha do cobiçado apoio do alcaide.

O prefeito, popularmente conhecido como Capitão Azevedo, adota a tática do profundo silêncio. Quando o assunto é a eleição de 2010, o chefe do Executivo sai pela tangente.

O democrata tem razão quando evita a conversa em torno do processo eleitoral. Se o comportamento fosse outro, falando pelos cotovelos, poderia criar alguns atritos e, por tabela, uma maior dificuldade na obtenção de recursos para o município.

Os oposicionistas, por sua vez, especificamente os petistas ligados ao deputado Geraldo Simões, são da opinião de que o chefe do Executivo está tapeando gregos e troianos.

O pedido pessoal do prefeito, o pedido do voto, principalmente para os correligionários mais próximos, é para Roberto Brito, que é da base aliada do governador Jaques Wagner (PT).

O PP vai integrar o chamado “chapão governista”. Segundo uma figura proeminente do Partido Progressista, que pediu para não ser identificado, “o chapão PT, PP e PDT foi fechado pelo secretário Rui Costa (Relações Institucionais) na presença do governador”.

Robertistas acreditam em uma votação de cinco a dez mil votos na zona eleitoral de Itabuna. Os mais otimistas, como Fábio Lima, pré-candidato do PTdoB à Assembleia Legislativa do Estado, falam em 15 mil.

É público que o apoio do prefeito a Roberto Britto é uma contrapartida ao bom din-din que será liberado pelo ministério das Cidades, cujo titular é do mesmo partido do parlamentar. Uma espécie de toma-lá-dá-cá aceitável.

Enquanto o “é dando que se recebe” estiver restrito ao campo dos espaços políticos, da briga por votos na eleição de 2010, tudo bem. O que é inadmissível é o roubo do dinheiro público.

Aliás, a roubalheira e a corrupção são crias da impunidade. Que os senhores políticos façam seus acordos e conchavos, que cada um busque a sua sobrevivência política sem meter a mão nos cofres públicos.

O prefeito Azevedo está certíssimo. Não pode, em detrimento de importantes obras para Itabuna, ficar preso a um fajuto e cada vez mais desmoralizado instituto da fidelidade partidária.

E ACM Neto? Ora, o democrata nunca fez nada pela cidade.  E mais: ACM Neto não precisa do apoio do prefeito. Em toda eleição, em decorrência do enraizado carlismo, tem seus três mil votos em Itabuna, mesmo aparecendo de quatro em quatro anos.

O ministro Geddel Vieira Lima (Integração Nacional), como também está liberando recursos para o governo Azevedo, deveria, como contrapartida, usar o toma-lá-dá-cá em favor de Renato Costa, pré-candidato a deputado estadual.

Aliás, esse apoio do prefeito Azevedo a Renato, presidente do diretório municipal do PMDB, seria o caminho mais indicado para amenizar o fato de apoiar um candidato lá das bandas de Jequié.

O prefeito Azevedo ficaria com Roberto Britto e Renato Costa. O tão propalado voto regional não seria totalmente menosprezado. Impiedosamente castigado.

Marco Wense é articulista do Diário Bahia.

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prefeito de Itabuna, José Nilton Azevedo, eleito pelo DEM, ex-Partido da Frente Liberal (PFL), antigo PDS do regime autoritário, já tem o seu candidato a deputado federal: Roberto Brito (reeleição – PP).

É evidente que o prefeito vai esperar o momento certo – sem dúvida depois das convenções partidárias – para uma declaração pública de apoio. Uma outra atitude seria intempestiva e politicamente desnecessária.
Luiz Argôlo, Paulo Magalhães e ACM Neto, mesmo sabendo que suas chances são remotíssimas, ainda acreditam que pode tirar uma casquinha do cobiçado apoio do alcaide.
O prefeito, popularmente conhecido como Capitão Azevedo, adota a tática do profundo silêncio. Quando o assunto é a eleição de 2010, o chefe do Executivo sai pela tangente.
O democrata tem razão quando evita a conversa em torno do processo eleitoral. Se o comportamento fosse outro, falando pelos cotovelos, poderia criar alguns atritos e, por tabela, uma maior dificuldade na obtenção de recursos para o município.
Os oposicionistas, por sua vez, especificamente os petistas ligados ao deputado Geraldo Simões, são da opinião de que o chefe do Executivo está tapeando gregos e troianos.
O pedido pessoal do prefeito, o pedido do voto, principalmente para os correligionários mais próximos, é para Roberto Brito, que é da base aliada do governador Jaques Wagner (PT).
O PP vai integrar o chamado “chapão governista”. Segundo uma figura proeminente do Partido Progressista, que pediu para não ser identificado, “o chapão PT, PP e PDT foi fechado pelo secretário Rui Costa (Relações Institucionais) na presença do governador”.
Robertistas acreditam em uma votação de cinco a dez mil votos na zona eleitoral de Itabuna. Os mais otimistas, como Fábio Lima, pré-candidato do PTdoB à Assembleia Legislativa do Estado, falam em 15 mil.
É público que o apoio do prefeito a Roberto Brito é uma contrapartida ao bom din-din que será liberado pelo ministério das Cidades, cujo titular é do mesmo partido do parlamentar. Uma espécie de toma-lá-dá-cá aceitável.
Enquanto o “é dando que se recebe” estiver restrito ao campo dos espaços políticos, da briga por votos na eleição de 2010, tudo bem. O que é inadmissível é o roubo do dinheiro público.
Aliás, a roubalheira e a corrupção são crias da impunidade. Que os senhores políticos façam seus acordos e conchavos, que cada um busque a sua sobrevivência política sem meter a mão nos cofres públicos.
O prefeito Azevedo está certíssimo. Não pode, em detrimento de importantes obras para Itabuna, ficar preso a um fajuto e cada vez mais desmoralizado instituto da fidelidade partidária.
E ACM Neto? Ora, o democrata nunca fez nada pela cidade.  E mais: ACM Neto não precisa do apoio do prefeito. Em toda eleição, em decorrência do enraizado carlismo, tem seus três mil votos em Itabuna, mesmo aparecendo de quatro em quatro anos.
O ministro Geddel Vieira Lima (Integração Nacional), como também está liberando recursos para o governo Azevedo, deveria, como contrapartida, usar o toma-lá-dá-cá em favor de Renato Costa, pré-candidato a deputado estadual.
Aliás, esse apoio do prefeito Azevedo a Renato, presidente do diretório municipal do PMDB, seria o caminho mais indicado para amenizar o fato de apoiar um candidato lá das bandas de Jequié.
O prefeito Azevedo ficaria com Roberto Brito e Renato Costa. O tão propalado voto regional não seria totalmente menosprezado. Impiedosamente castigad

LULA EM SALVADOR: GEDDEL É VAIADO

O ministro da Integração Nacional, Geddel Vieira Lima, viveu momentos de agruras, há pouco, na praça Castro Alves.

Ele chegou ao local bem antes que a comitiva presidencial e subiu no palco do evento da consciência negra em Salvador, que contará com a presença do presidente Lula.

O ministro levou alguns minutos de ensurdecedora e desconcertante vaia da multidão que se aglomera no entorno da praça. Ele até que tentou permanecer no palco, mas não suportou as “homenagens”.

Não se sabe se a plateia é formada apenas por milhares de petistas…

VOX POPULI: WAGNER, 42%; SOUTO, 27; E GEDDEL, 10%

Os números da pesquisa Vox Populi na Bahia foram divulgados hoje e dão uma boa vantagem para o governador Jaques Wagner (PT) na corrida à reeleição em 2010. Ele aparece na disputa com 42% dos votos. O ex-governador Paulo Souto (DEM) figura com 27% e o ministro da Integração Nacional, Geddel Vieira Lima (PMDB) aparece com 10%.

A pesquisa foi encomendada pela direção do PT e ouviu 3 mil eleitores. Os números acima são da pesquisa estimulada. Na espontânea, Wagner continua liderando com folga. Ele aparece com 26% contra 9% de Paulo Souto e apenas 2% de Geddel.

A espontânea é quando o entrevistador pergunta apenas em qual candidato o eleitor votaria, sem apresentar cartela com os possíveis nomes. A pesquisa anterior do Vox Populi apontava Souto com 34% das intenções de voto, Wagner com 33% e Geddel, 12%. No critério rejeição, Paulo Souto aparece com 20% de reprovação, Geddel, 18% e Wagner, 17%.

A BOLA TÁ COM O PMDB

O presidente Lula concedeu entrevistas na sua passagem pela Bahia e, novamente, falou do imbróglio PT-PMDB na Bahia. Sem descartar a possibilidade de dois palanques para a presidenciável Dilma Roussef, Lula considerou a “separação” um erro e ainda acredita em possibilidade de reversão do quadro. Ou seja, sonha com uma aliança entre os dois partidos na Bahia – o que significa dizer uma chapa eleitoral com Jaques Wagner e Geddel Vieira Lima juntinhos…

Da parte que lhe toca, o governador Jaques Wagner age como bom político. Acredita que ainda é possível uma reconciliação. “Penso a mesma coisa do presidente. Trabalho pela união”, reforça, para completar em seguida: “Nunca digo dessa água não beberei. Quem deve responder é o PMDB”.

Então, aguardemos a resposta dos irmãos Vieira Lima.



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