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:: ‘Geddel’

EX-GORDINHOS?

Expresso_Lucio_Geddel

Borega não alivia!

ABANDONADO

jubombaEx-diretor do Ibametro e financeiro da Superintendência de Desenvolvimento Industrial e Comercial (Sudic), o peemedebista Juvenal Maynart queixa-se de abandono por parte dos irmãos Vieira Lima.

Juvenal passou por Itabuna, conversou com amigos e fez questão de deixar claro o seu descontentamento com Geddel e Lúcio “Gordo” Vieira Lima, os donos do PMDB baiano.

Tido como eficiente, mas falastrão, Juvenal acumula passagens por dois órgãos que estão na mira do governo estadual. Junte a isso o fato de o homem estar uma arara – ou melhor, uma bomba.

PRIORIDADE DE LULA NA BA É WAGNER, DIZ FOLHA

A presidenciável Dilma Roussef deverá ter dois palanques na Bahia, mas a prioridade do presidente Lula será a reeleição de Jaques Wagner, segundo afirma reportagem da Folha de São Paulo, desta segunda, 23.

De acordo com o jornal, Lula não teria gostado de recente encontro (na semana passada) entre José Serra e o ministro Geddel Vieira Lima, que passou de aliado a opositor do petista Jaques Wagner.

Diz o jornal que “Lula não gostou de recente encontro de Geddel com o governador José Serra (SP), pré-candidato do PSDB a presidente. Lula vai priorizar Wagner”.

A edição de hoje da Folha trouxe várias matérias abordando o quadro sucessório nos estados e a disputa presidencial de 2010.

Assinante da Folha ou do Uol pode ler clicando aqui.

SUMIÇO

Está se desenhando um cenário ideal para que o ministro Geddel Vieira Lima pule para os braços do tucano José Serra, se este, de fato, for candidato a presidente da República.

Causou estranheza até em colegas de partido a ausência de Geddel, ontem, na solenidade com o presidente Lula em Camaçari, onde a Ford anunciou plano de investimentos de R$ 2,8 bilhões para as duas unidades do Nordeste (R$ 2,5 bilhões na montadora instalada na Bahia).

Um petista, mais sarcástico, cutucou: – O cara que vive o tempo todo fazendo campanha no interior falta justamente a um compromisso com o presidente Lula.

Como publicado aqui no início da noite de ontem (confira), Geddel foi de uma infelicidade ímpar. Se faltou à solenidade em Camaçari, decidiu antecipar-se ao presidente Lula e foi o primeiro a aparecer no palanque da Praça Castro Alves. O resultado: levou uma sonora vaia. Deixou o palanque oficial e não mais retornou.

Quem conhece o peemedebista já imagina os próximos passos dele – de aproximação à outra banda do “plebiscito” de 2010, os tucanos.

RENATO, GEDDEL, BRITTO E AZEVEDO

Marco Wense

O prefeito de Itabuna, José Nilton Azevedo, eleito pelo DEM, ex-Partido da Frente Liberal (PFL), antigo PDS do regime autoritário, já tem o seu candidato a deputado federal: Roberto Britto (reeleição – PP).

É evidente que o prefeito vai esperar o momento certo – sem dúvida depois das convenções partidárias – para uma declaração pública de apoio. Uma outra atitude seria intempestiva e politicamente desnecessária.

Luiz Argôlo, Paulo Magalhães e ACM Neto, mesmo sabendo que suas chances são remotíssimas, ainda acreditam que pode tirar uma casquinha do cobiçado apoio do alcaide.

O prefeito, popularmente conhecido como Capitão Azevedo, adota a tática do profundo silêncio. Quando o assunto é a eleição de 2010, o chefe do Executivo sai pela tangente.

O democrata tem razão quando evita a conversa em torno do processo eleitoral. Se o comportamento fosse outro, falando pelos cotovelos, poderia criar alguns atritos e, por tabela, uma maior dificuldade na obtenção de recursos para o município.

Os oposicionistas, por sua vez, especificamente os petistas ligados ao deputado Geraldo Simões, são da opinião de que o chefe do Executivo está tapeando gregos e troianos.

O pedido pessoal do prefeito, o pedido do voto, principalmente para os correligionários mais próximos, é para Roberto Brito, que é da base aliada do governador Jaques Wagner (PT).

O PP vai integrar o chamado “chapão governista”. Segundo uma figura proeminente do Partido Progressista, que pediu para não ser identificado, “o chapão PT, PP e PDT foi fechado pelo secretário Rui Costa (Relações Institucionais) na presença do governador”.

Robertistas acreditam em uma votação de cinco a dez mil votos na zona eleitoral de Itabuna. Os mais otimistas, como Fábio Lima, pré-candidato do PTdoB à Assembleia Legislativa do Estado, falam em 15 mil.

É público que o apoio do prefeito a Roberto Britto é uma contrapartida ao bom din-din que será liberado pelo ministério das Cidades, cujo titular é do mesmo partido do parlamentar. Uma espécie de toma-lá-dá-cá aceitável.

Enquanto o “é dando que se recebe” estiver restrito ao campo dos espaços políticos, da briga por votos na eleição de 2010, tudo bem. O que é inadmissível é o roubo do dinheiro público.

Aliás, a roubalheira e a corrupção são crias da impunidade. Que os senhores políticos façam seus acordos e conchavos, que cada um busque a sua sobrevivência política sem meter a mão nos cofres públicos.

O prefeito Azevedo está certíssimo. Não pode, em detrimento de importantes obras para Itabuna, ficar preso a um fajuto e cada vez mais desmoralizado instituto da fidelidade partidária.

E ACM Neto? Ora, o democrata nunca fez nada pela cidade.  E mais: ACM Neto não precisa do apoio do prefeito. Em toda eleição, em decorrência do enraizado carlismo, tem seus três mil votos em Itabuna, mesmo aparecendo de quatro em quatro anos.

O ministro Geddel Vieira Lima (Integração Nacional), como também está liberando recursos para o governo Azevedo, deveria, como contrapartida, usar o toma-lá-dá-cá em favor de Renato Costa, pré-candidato a deputado estadual.

Aliás, esse apoio do prefeito Azevedo a Renato, presidente do diretório municipal do PMDB, seria o caminho mais indicado para amenizar o fato de apoiar um candidato lá das bandas de Jequié.

O prefeito Azevedo ficaria com Roberto Britto e Renato Costa. O tão propalado voto regional não seria totalmente menosprezado. Impiedosamente castigado.

Marco Wense é articulista do Diário Bahia.

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prefeito de Itabuna, José Nilton Azevedo, eleito pelo DEM, ex-Partido da Frente Liberal (PFL), antigo PDS do regime autoritário, já tem o seu candidato a deputado federal: Roberto Brito (reeleição – PP).

É evidente que o prefeito vai esperar o momento certo – sem dúvida depois das convenções partidárias – para uma declaração pública de apoio. Uma outra atitude seria intempestiva e politicamente desnecessária.
Luiz Argôlo, Paulo Magalhães e ACM Neto, mesmo sabendo que suas chances são remotíssimas, ainda acreditam que pode tirar uma casquinha do cobiçado apoio do alcaide.
O prefeito, popularmente conhecido como Capitão Azevedo, adota a tática do profundo silêncio. Quando o assunto é a eleição de 2010, o chefe do Executivo sai pela tangente.
O democrata tem razão quando evita a conversa em torno do processo eleitoral. Se o comportamento fosse outro, falando pelos cotovelos, poderia criar alguns atritos e, por tabela, uma maior dificuldade na obtenção de recursos para o município.
Os oposicionistas, por sua vez, especificamente os petistas ligados ao deputado Geraldo Simões, são da opinião de que o chefe do Executivo está tapeando gregos e troianos.
O pedido pessoal do prefeito, o pedido do voto, principalmente para os correligionários mais próximos, é para Roberto Brito, que é da base aliada do governador Jaques Wagner (PT).
O PP vai integrar o chamado “chapão governista”. Segundo uma figura proeminente do Partido Progressista, que pediu para não ser identificado, “o chapão PT, PP e PDT foi fechado pelo secretário Rui Costa (Relações Institucionais) na presença do governador”.
Robertistas acreditam em uma votação de cinco a dez mil votos na zona eleitoral de Itabuna. Os mais otimistas, como Fábio Lima, pré-candidato do PTdoB à Assembleia Legislativa do Estado, falam em 15 mil.
É público que o apoio do prefeito a Roberto Brito é uma contrapartida ao bom din-din que será liberado pelo ministério das Cidades, cujo titular é do mesmo partido do parlamentar. Uma espécie de toma-lá-dá-cá aceitável.
Enquanto o “é dando que se recebe” estiver restrito ao campo dos espaços políticos, da briga por votos na eleição de 2010, tudo bem. O que é inadmissível é o roubo do dinheiro público.
Aliás, a roubalheira e a corrupção são crias da impunidade. Que os senhores políticos façam seus acordos e conchavos, que cada um busque a sua sobrevivência política sem meter a mão nos cofres públicos.
O prefeito Azevedo está certíssimo. Não pode, em detrimento de importantes obras para Itabuna, ficar preso a um fajuto e cada vez mais desmoralizado instituto da fidelidade partidária.
E ACM Neto? Ora, o democrata nunca fez nada pela cidade.  E mais: ACM Neto não precisa do apoio do prefeito. Em toda eleição, em decorrência do enraizado carlismo, tem seus três mil votos em Itabuna, mesmo aparecendo de quatro em quatro anos.
O ministro Geddel Vieira Lima (Integração Nacional), como também está liberando recursos para o governo Azevedo, deveria, como contrapartida, usar o toma-lá-dá-cá em favor de Renato Costa, pré-candidato a deputado estadual.
Aliás, esse apoio do prefeito Azevedo a Renato, presidente do diretório municipal do PMDB, seria o caminho mais indicado para amenizar o fato de apoiar um candidato lá das bandas de Jequié.
O prefeito Azevedo ficaria com Roberto Brito e Renato Costa. O tão propalado voto regional não seria totalmente menosprezado. Impiedosamente castigad

LULA EM SALVADOR: GEDDEL É VAIADO

O ministro da Integração Nacional, Geddel Vieira Lima, viveu momentos de agruras, há pouco, na praça Castro Alves.

Ele chegou ao local bem antes que a comitiva presidencial e subiu no palco do evento da consciência negra em Salvador, que contará com a presença do presidente Lula.

O ministro levou alguns minutos de ensurdecedora e desconcertante vaia da multidão que se aglomera no entorno da praça. Ele até que tentou permanecer no palco, mas não suportou as “homenagens”.

Não se sabe se a plateia é formada apenas por milhares de petistas…

VOX POPULI: WAGNER, 42%; SOUTO, 27; E GEDDEL, 10%

Os números da pesquisa Vox Populi na Bahia foram divulgados hoje e dão uma boa vantagem para o governador Jaques Wagner (PT) na corrida à reeleição em 2010. Ele aparece na disputa com 42% dos votos. O ex-governador Paulo Souto (DEM) figura com 27% e o ministro da Integração Nacional, Geddel Vieira Lima (PMDB) aparece com 10%.

A pesquisa foi encomendada pela direção do PT e ouviu 3 mil eleitores. Os números acima são da pesquisa estimulada. Na espontânea, Wagner continua liderando com folga. Ele aparece com 26% contra 9% de Paulo Souto e apenas 2% de Geddel.

A espontânea é quando o entrevistador pergunta apenas em qual candidato o eleitor votaria, sem apresentar cartela com os possíveis nomes. A pesquisa anterior do Vox Populi apontava Souto com 34% das intenções de voto, Wagner com 33% e Geddel, 12%. No critério rejeição, Paulo Souto aparece com 20% de reprovação, Geddel, 18% e Wagner, 17%.

A BOLA TÁ COM O PMDB

O presidente Lula concedeu entrevistas na sua passagem pela Bahia e, novamente, falou do imbróglio PT-PMDB na Bahia. Sem descartar a possibilidade de dois palanques para a presidenciável Dilma Roussef, Lula considerou a “separação” um erro e ainda acredita em possibilidade de reversão do quadro. Ou seja, sonha com uma aliança entre os dois partidos na Bahia – o que significa dizer uma chapa eleitoral com Jaques Wagner e Geddel Vieira Lima juntinhos…

Da parte que lhe toca, o governador Jaques Wagner age como bom político. Acredita que ainda é possível uma reconciliação. “Penso a mesma coisa do presidente. Trabalho pela união”, reforça, para completar em seguida: “Nunca digo dessa água não beberei. Quem deve responder é o PMDB”.

Então, aguardemos a resposta dos irmãos Vieira Lima.

FG E GEDDEL

Marco Wense

O ministro Geddel Vieira Lima (Integração Nacional), pré-candidato ao Palácio de Ondina, pediu a Juvenal Maynart, correligionário de sua inteira confiança, o telefone de Fernando Gomes (DEM).

Geddel ligou para Fernando e passou um bom tempo conversando, obviamente sobre política. O prefeito de Itabuna, Capitão Azevedo, eleito pelo DEM, foi o alvo predileto da conversa.

O peemedebista queria saber a opinião de Fernando Gomes sobre o Capitão. Se o ex-alcaide acreditava que Azevedo iria apoiá-lo em detrimento de Paulo Souto, pré-candidato do Partido Democratas.

Em relação a esse tão comentado apoio, há quem aposte que o DEM não faria qualquer objeção, não criaria nenhum obstáculo. A medida mais dura seria acionar o instituto da fidelidade partidária.

Como os democratas acreditam que Geddel fica com Paulo Souto em um eventual e cada vez mais provável segundo turno, o comando estadual da legenda fecharia os olhos para um possível apoio de Azevedo ao ministro.

Os democratas, assim como os petistas, apostam em uma eleição polarizada entre Wagner e Souto. O ministro Geddel seria o grande e disputadíssimo cabo eleitoral do segundo round.

LULA VERSUS FHC

“A comparação entre os governos FHC e Lula não será favorável aos tucanos”. A frase é do petista: 1) Jaques Wagner. 2) Aloísio Mercadante. 3) José Dirceu. 4) Tarso Genro. 5) Nenhuma das alternativas.

Quem cravou o x na opção 5, acertou. O autor da frase é o tucano Aécio Neves,  governador de Minas Gerais. A cúpula do PSDB está tiririca da vida com a sinceridade do bom mineiro.

Marco Wense é articulista do Diário Bahia.

PESQUISA: WAGNER DESCOLA DE SOUTO

Pesquisa encomendada pela presidência da Assembleia Legislativa deixou o Palácio de Ondina com um sorriso largo. Além de apontar um descolamento de Jaques Wagner em relação ao segundo colocado, Paulo Souto, o levantamento mostra que a aprovação ao governo cresceu mais do que significativamente.

Os números da corrida eleitoral, nesta pesquisa de Marcelo Nilo (PDT), revelam Wagner com 40% das intenções de voto. Paulo Souto (DEM) aparece com 30% e Geddel Vieira Lima (PMDB), com 12%. O governo está fechando a sua pesquisa. E os dados batem com os do levantamento do presidente da Assembleia Legislativa.

Não é a toa que tanto Souto como Geddel calibraram a metralhadora na direção do governador.

CONSTRUTORA ENVOLVIDA EM ESCÂNDALO RECEBEU VERBA DE MINISTÉRIO

Do Bahia Notícias

A Construtora Lustoza Ltda., acusada de ter camuflado financiamento eleitoral para a prefeita de Candeias, Maria Maia (PMDB), recebeu R$ 447 mil da prefeitura por meio de um contrato sem licitação. O pagamento foi feito no dia 16 de setembro. O contrato entre a prefeitura e a Lustoza é para recuperação de estradas vicinais e tem valor total de R$ 1,45 milhão.

Os recursos para pagar a obra têm origem no Ministério da Integração Nacional, pasta comandada por Geddel Vieira Lima, principal liderança baiana do PMDB, mesmo partido de Maria Maia. A pedido da Polícia Federal, a juíza Cyntia Resente, do Tribunal Regional Eleitoral, autorizou a queba dos sigilos bancários da Lustoza e demais pessoas envolvidas no processo.

GEDDEL DIZ QUE NÃO (E ‘ESCONDE’ O ÓBVIO)

O blog Política e Cidadania, do respeitado Paixão Barbosa, repercutiu nota aqui do Pimenta sobre o acordo eleitoral entre o ministro Geddel Vieira Lima (PMDB) e o prefeito de Itabuna, Capitão Azevedo (DEM).

Azevedo, por este acordo, apoiará o peemedebista na corrida pelo Palácio de Ondina em 2010. Mas Geddel negou que haja noivado com o democrata. “Infelizmente, o prefeito não fechou compromisso conosco”, disse o pré-candidato ao Política e Cidadania, de Paixão Barbosa. Tenta esconder o jogo. Mas deixa o rabo de fora.

Uma fonte até brinca com a situação: “Azevedo só não vai de Geddel se este continuar a ‘minguar’ eleitoralmente”.

Há quem não negue o óbvio. O secretário de Administração, Gilson Nascimento, é um deles. Em entrevista ao Pimenta, Gilson disse que existe “um namoro, de ambas as partes, com Geddel trazendo uma obra de 18 milhões para Itabuna”.

Aí vem o ministro e diz ao blog P&C que não condiciona os seus apoios à liberação de verbas. Bom, o recurso para a avenida é um dos sinais, mas existe outra parte do rabo, assim, de fora: dois partidos-satélites que fecharam eleitoralmente com Geddel hoje são da base de apoio ao prefeito Azevedo.

As legendas são PTB e PSL, que não apenas estão na base de Azevedo como são comandadas com mãos de ferro por dois dos secretários municipais. O PTB é presidido pelo secretário de Assistência Social, José Formigli Rebouças. E o PSL é dirigido (olha o trocadilho) pelo secretário de Transporte e Trânsito, Wesley Melo.

É necessário frisar que o controle dos dois partidos apenas mudou após o encontro do PMDB em Itabuna, realizado em agosto passado. Azevedo não se limitou a participar do encontro de outro partido como, logo depois, teve conversa reservadíssima com o ministro, em Ilhéus.

Se o DEM acredita que tudo bem e vai levar Azevedo na conversa, é bom ficar atento. Do contrário, pode acabar ouvindo Reginaldo Rossi, Waldick Soriano e Lupicínio Rodrigues.

CANDIDATURA GEDDEL É ‘CANOA FURADA’, DIZ WALDENOR

waldenorpereirablogdoanderson

Líder do governo na Assembleia Legislativa, o deputado Waldenor Pereira voltou a cutucar o ministro peemedebista Geddel Vieira Lima. Segundo ele, o PMDB só cresceu na Bahia por conta (e culpa?) do apoio do governador Jaques Wagner.

Na opinião de Waldenor, a candidatura de Geddel já se mostrou frágil e o ministro não rompe a barreira dos 10%, 12% de intenções de voto. Ao Blog do Anderson, de Conquista, Waldenor disse que o PT está “trabalhando no convencimento de lideranças históricas do PMDB”, aconselhando a não embarcar “na canoa furada que é a candidatura do ministro”.

O líder do governo disse ainda que as pesquisas mostram uma forte tendência de polarização entre as pré-candidaturas do governador Jaques Wagner (PT) e do ex-governador Paulo Souto (DEM). E voltou a provocar o ex-aliado peemedebista: “A campanha de Geddel não decolou, e não vai decolar”. Ouça a entrevista.

AZEVEDO BATE O MARTELO E VAI DE GEDDEL

Geddel ou Paulo Souto, do DEM? Acabaram as dúvidas.

Nesta semana, o prefeito Capitão Azevedo selou acordo com o ministro Geddel Vieira Lima (PMDB) e lhe garantiu apoio eleitoral na disputa pelo Palácio de Ondina em 2010.

O acordo foi, digamos, necessário para apressar a liberação de R$ 12 milhões para a obra de urbanização e requalificação da Avenida Amélia Amado, um dos principais corredores urbanos de Itabuna.

Uma fonte peemedebista de pés fincados no sul da Bahia está mais do que feliz. Irradiante. Acredita que a obra, de grande vulto para os dois primeiros anos de Azevedo, fortalecerá o prefeito de Itabuna e, claro, fará dele o grande cabo eleitoral do município nas eleições de 2010.

De lambuja, Geddel ainda sai por cima por assegurar “a obra” pra Itabuna.

TÔ FORA!

Mais próximo do ministro Geddel Vieira Lima, o prefeito Capitão Azevedo não assistiu à palestra de Paulo Souto em Ilhéus.

Azevedo, que já deu sinais claros de que não apoiará Souto em 2010, preferiu enviar como representante o rechonchudo secretário de Agricultura, Marcelino Oliveira.

CALMARIA SUSPEITA

Do Radar Online

A guerra entre Geddel Vieira Lima e Jaques Wagner se tornou tão sangrenta que, agora, até a trégua levanta suspeitas. Há pouco, perguntado sobre o clima no estado esta semana, um parlamentar baiano deu o tom:

– Olha, essa semana ficou até mais calmo. Tão calmo que eu tenho até medo de ser atropelado por essa calmaria.

GEDDEL E A SUCESSÃO

Marco Wense

O pré-candidato do PMDB à sucessão do governador Jaques Wagner, o ministro Geddel Vieira Lima (Integração Nacional), aparece na terceira posição em todas as pesquisas de intenção de votos.

Se a eleição fosse hoje, Geddel teria a metade dos votos de Paulo Souto (DEM) e Jaques Wagner (PT), tecnicamente empatados. A vantagem do democrata sobre o petista é de menos de dois pontos percentuais.

A polarização do processo eleitoral, com Souto e Wagner disputando voto a voto, seria uma treva para os peemedebistas, principalmente para o presidente estadual da legenda, o peemedebista-mor Lúcio Vieira Lima.

O PT acredita que o maior problema do geddelismo – espécie de carlismo disfarçado, segundo petistas provocadores – é uma inevitável debandada de prefeitos do PMDB para apoiar a reeleição do governador Jaques Wagner.

Se Geddel não crescer nas pesquisas, não mostrar que sua candidatura é eleitoralmente viável, que pode sair vitorioso, vai terminar sendo vítima do próprio pragmatismo do PMDB.

O ministro, em recente entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo, deixa transparecer a sua falta de confiança na legenda: “O PMDB, infelizmente, tem tido o pouco salutar hábito de não se escravizar pelo resultado das urnas. O partido precisa ter posição clara. Se é governo ou  oposição”.

A declaração de Geddel é a prova inconteste de que o PMDB é politicamente instável. Não é confiável.  Suas lideranças – vereadores, prefeitos, governadores, deputados e senadores –, com as honrosas exceções, seguem a cartilha da conveniência e do interesse pessoal.

Sob o comando do bom médico Renato Costa, pré-candidato a deputado estadual e presidente do diretório municipal, os peemedebistas de Itabuna, obviamente os mais esperançosos, acreditam que a disputa no segundo turno será entre Geddel e Paulo Souto (DEM).

Os peemedebistas lembram que o então candidato a prefeito de Itabuna, Capitão José Nilton Azevedo, depois de ficar um bom tempo sem nenhuma perspectiva de vitória, foi eleito com mais de 12 mil votos na frente da petista Juçara Feitosa.

A modesta coluna aposta numa disputa acirrada entre Wagner e Souto, com o ministro Geddel fora do páreo. E aí cabe uma pertinente pergunta: Geddel, em um eventual segundo turno, ficaria com o petista ou o democrata?

O ex-presidente estadual do PT, Josias Gomes, pré-candidato a deputado federal, acha que o ministro Geddel Vieira Lima, em decorrência do presidente Lula, fica com Wagner.

Aliás, muita gente tem esse mesmo raciocínio de Josias. Não acredita que Geddel, depois de tudo que Lula fez, transformando-o em um “super-Geddel”, possa trair o presidente da República.

Mas uma outra declaração de Geddel, também no Estadão, não fecha a janela de um possível apoio a Paulo Souto e, muito menos, ao governador José Serra, pré-candidato ao Palácio do Planalto pelo tucanato.

Depois de fazer rasgados elogios a Dilma Rousseff, Geddel deixa nas entrelinhas que não vai aceitar qualquer tipo de indiferença em relação a sua candidatura ao Palácio de Ondina.

E mais: além de exigir a presença de Dilma no palanque, ficará vigilante a qualquer gesto da pré-candidata do PT que possa ser interpretado como favorável ao projeto de reeleição do governador Jaques Wagner.

Geddel Vieira Lima diz: “Só terei posições alternativas se for hostilizado. Se perceber que a construção de um projeto político está condicionada às relações pessoais e não política”.

Para os bons entendedores bastam poucas palavras. No caso em tela, até os incautos percebem que nas “posições alternativas” do ministro está embutida a seguinte ameaça: o apoio do PMDB baiano a Paulo Souto em um eventual segundo turno.

Como a declaração do ministro Geddel Vieira Lima está no plural – “posições alternativas” –, ela pode ser estendida para o pré-candidato do PSDB à presidência da República, o tucano José Serra.

Se o PT quer o apoio do geddelismo no segundo round, seja na sucessão estadual ou presidencial, é melhor tratá-lo com mais carinho. A ponta afiada da estrela vermelha não pode tocar no ministro Geddel.

Marco Wense é articulista do Diário Bahia.

A PAIXÃO NÃO CORRESPONDIDA DE NEWTON

Newton quer Geddel.

Newton quer Geddel.

Do Política Etc | www.politicaetc.com.br

O prefeito de Ilhéus, Newton Lima, só espera um jeito, uma oportunidade para escapulir do PSB e filiar-se ao PTB, onde poderá satisfazer um desejo que lhe consome: o de apoiar a eleição do peemedebista Geddel Vieira Lima para governador da Bahia.

Por enquanto, Newton nega a pulada de cerca partidária, mas – por via das dúvidas – já deixou seu “homem forte”, Carlinhos Freitas, escalado no controle do PTB em Ilhéus.  No Estado, a legenda está sob o comando dos irmãos Vieira Lima.

O prefeito não esconde o desassossego com Wagner. Reclama de que o governador dá pouca atenção a Ilhéus, é um alheio aos problemas da Terra da Gabriela.

Em contrapartida, Newton não pode ouvir dizer que Geddel vai aterrissar com seu jatinho no Aeroporto Jorge Amado, que corre pra receber o homem e lhe conceder todas as honras. É paixão arrebatadora, que não tem Lídice da Mata capaz de conter.

Do Pimenta: O caso é de paixão mesmo. E das não correspondidas, pois ‘santo’ Geddel não fez pingar um centavo que seja em Ilhéus, via ‘seu’ Ministério da Integração Nacional. Já em Itabuna, a previsão é de chuva forte. E o devoto Capitão Azevedo (DEM) está rindo à toa com os milagres (prometidos) do ministro…

UM LUGAR NO VOO

Do Política Et Cetera

O governador da Bahia, Jaques Wagner, está feliz com o resultado da visita da ministra Dilma Rousseff à Bahia. No seu íntimo, ele considera a estada da presidenciável na terra de todos os santos como um divisor de águas. Foi o primeiro momento em que a pré-candidata se mostrou mais humana, com direito à água de cheiro e missa no Bomfim.

Pode-se afirmar que o único ponto negativo (para Wagner) na viagem da ministra foi o fato dela ter desembarcado em Salvador ao lado do colega de ministério, Geddel Vieira Lima. O adversário do governador veio no mesmo voo de Dilma, que ainda deixou nas entrelinhas a possibilidade de subir em dois palanques na Bahia: o do PT e o do PMDB.

Wagner mordeu o caroço da azeitona, mas está escaldado. Amanhã, ele vai a Brasília para assegurar sua vaga na comitiva presidencial que estará na Bahia quarta-feira. Lula vem visitar as obras de transposição do Rio São Francisco e o governador não quer dar a Geddel o gostinho de descer do avião ao lado do presidente.

Afinal, vir à Bahia com Dilma é uma coisa. Chegar colado no popularíssimo Lula é bem diferente. Wagner deve garantir sua vaga sob as barbas do grande chefe, mas obviamente terá que suportar a presença de Geddel no mesmo avião. O ministério do peemedebista é o que toca as obras da transposição do São Francisco e, portanto, é lógico que ele faça parte da comitiva.

A briga será para ver quem fica mais perto e recebe com maior intensidade a irradiação do carisma do barbudo-mor. Aí a disputa será palmo a palmo e Wagner vai usar a condição de correligionário e amigo de Lula para ter um tratamento diferenciado.

Leia mais em www.politicaetc.com.br

A MINISTRA E A MENSAGEM

O governandor Jaques Wagner e a ministra Dilma Roussef

O governandor Jaques Wagner e a ministra Dilma Rousseff

A ministra Dilma Rousseff (Casa Civil) incendiou os bastidores do circuito político baiano em sua passagem pela terrinha, no fim de semana. Uma declaração dela deixou bem claro para os rebeldes o que é prioridade para o Planalto na Bahia, em relação às eleições de 2010:

“Geddel é ministro do governo Lula e o governador Jaques Wagner é uma pessoa que tem uma relação absolutamente próxima comigo, sobretudo com o presidente Lula, e portanto a nossa relação aqui é muito clara. Nós temos esses dois vínculos”.

Falta dizer muito pouca coisa pro peemedebista. Talvez que ‘aceitamos dois palanques, mas nosso apoio, aqui, é para Jaques Wagner’. Na verdade, depois de uma declaração dessas, não falta dizer mais nada.






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