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:: ‘Geddel’

GEDDEL NEGA ROMPIMENTO COM O DEM

Por meio do Twitter, o ex-ministro Geddel Vieira Lima negou que tenha rompido com o DEM. A negativa se deu em resposta a pergunta do PIMENTA no microblog.

A pergunta: rompeu ou não rompeu com o DEM?

A resposta do peemedebista:

– Não!

Pelo Twitter, Geddel nega rompimento.

Pelo Twitter, Geddel nega rompimento.

Mais cedo, o site Chocolate com Política havia noticiado que Geddel estava rompendo com o DEM de ACM Neto e Paulo Souto e montaria chapa com o PSC, tendo Eliel Santana como candidato ao Senado e o próprio peemedebista na cabeça da chapa, candidato ao Palácio de Ondina.

Como em política nem sempre o não quer dizer não, aguardemos até a próxima semana. É o prazo anunciado pelo próprio ACM Neto para o fim da novela.

Pelo sim, pelo não (ops!), hoje Geddel disse que estava feliz ao reunir em torno de si representantes de oito partidos de oposição.

GEDDEL ROMPE COM O DEM E ANUNCIARÁ CHAPA COM PSC

Acabou a fase "paz e amor" - e paciência - de Geddel (Foto Max Haack).

Acabou a fase “paz e amor” – e paciência – de Geddel (Foto Max Haack).

O ex-ministro Geddel Vieira Lima (PMDB) atingiu hoje (29) a sua cota de paciência com a indefinição por parte do DEM e do prefeito de Salvador, ACM Neto. Após esperar uma definição para a última quinta-feira (27), hoje o peemedebista se reuniu com Eliel Santana (PSC).

De acordo com o  bem-informado Chocolate com Política, Geddel será candidato ao governo, tendo Eliel como pré-candidato ao Senado. O peemedebista tentará formar chapa em que Lídice da Mata apareceria como sua vice. O namoro existe, se dará casamento… são outros quinhentos.

“Pessoa mais próxima a Geddel confidencia que descobriu o tamanho da liderança do cacique do DEM: é diretamente proporcional à sua própria estatura”, escreve o Chocolate com Política.

E continua: “Mais certo do que essa nova aliança é um apoio do PMDB a Rui Costa num hipotético segundo turno, se o adversário do petista for Paulo Souto”.

WAGNER E A PESQUISA NÃO REGISTRADA

Durante entrevista, Wagner cita pesquisa não registrada (Foto José Nazal).

Durante entrevista, Wagner cita pesquisa não registrada (Foto José Nazal).

O governador Jaques Wagner pode ter cometido crime eleitoral numa entrevista à Rádio Metrópole, de Salvador, quando citou dados de uma pesquisa encomendada pelo grupo governista, mas ainda não registrada.

O levantamento mostraria, segundo Wagner, situação confortável para os seus candidatos, principalmente a presidente Dilma Rousseff. Na sucessão estadual, a pesquisa mostraria cenário embolado.

OPOSIÇÃO DEFINE CANDIDATO ATÉ QUINTA

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Tucanos e democratas prestigiam aniversário da filha de Geddel

Políticos de oposição, estadual e nacional, reuniram-se ontem no aniversário da filha do peemedebista Geddel Vieira Lima, em Salvador. Estavam presentes, entre outros, o prefeito de Salvador, ACM Neto (DEM), o ex-governador Paulo Souto (DEM) e dois pré-candidatos à presidência da república: Aécio Neves (PSDB) e Eduardo Campos (PSB).

A política, naturalmente, deu o tom da festa. E o que se falava entre os convivas é que a definição do representante das oposições na disputa pelo governo baiano sai entre quarta e quinta-feira da próxima semana. Geddel, o anfitrião da noite de ontem, disputa com Paulo Souto a indicação.

NOBLAT DIZ QUE ACM NETO PREFERE GEDDEL

Geddel pode ser o "ungido" da vez pelo prefeito de Salvador (Foto ABr).

Geddel pode ser o “ungido” da vez pelo prefeito de Salvador (Foto ABr).

O jornalista Ricardo Noblat posta em seu blog que o peemedebista Geddel Vieira Lima será o escolhido para a cabeça da chapa das oposições na Bahia.

Seria, conforme o Blog do Noblat, o preferido do prefeito de Salvador, ACM Neto, para enfrentar o candidato governista, Rui Costa, do PT. A disputa ainda tem a senadora Lídice da Mata (PSB).

O entrave para o anúncio, ainda segundo Noblat, é Paulo Souto (DEM). O ex-governador havia anunciado sua desistência da sucessão de 2014, mas mudou de ideia no último segundo da prorrogação.

 

UM VACILANTE, O OUTRO “SOLTO”

Ricardo RibeiroRicardo Ribeiro | ricardorib@outlook.com

 

O peemedebista diz que não pleiteia nenhuma outra candidatura que não a de governador, descartando de bate-pronto a postulância ao Senado. Paulo Souto nada diz e segue – como diria Paulinho da Viola – tal qual “velho marinheiro, que, durante o nevoeiro, leva o barco devagar”.

 

O Carnaval chega ao fim e as oposições baianas atravessaram o circuito da folia sem definir quem irá puxar o bloco. Nem estava previsto que tal anúncio viesse a ocorrer, portanto não há que se falar em quebra de expectativa.

Aliás, ocorreu tudo dentro de um samba-enredo já bem conhecido. Do PMDB, um Geddel afoito como sempre, sem titubear e afirmando que sai do Carnaval mais candidato do que nunca; do DEM, um Paulo Souto sisudo, tenso e circunspecto, sem dizer se vai ou se fica, se quer ou se não quer.

Fala-se que ACM Neto sempre quis Paulo Souto e lhe deu a preferência. Até que este declinou da candidatura,  vindo depois a aceitá-la como obrigação partidária. Porém, a esse ponto Geddel já havia se habilitado a ocupar o posto do aliado vacilante e desde então uma nuvem de conflito paira sobre a unidade das oposições.

O peemedebista diz que não pleiteia nenhuma outra candidatura que não a de governador, descartando de bate-pronto a postulância ao Senado. Paulo Souto nada diz e segue – como diria Paulinho da Viola – tal qual “velho marinheiro, que, durante o nevoeiro, leva o barco devagar”.

Pode haver algo calculado nessa atitude low profile, talvez uma intenção de demonstrar sobriedade, quem sabe um quê de maturidade e sabedoria. No entanto,  às vezes aparenta certa falta de vontade, enquanto esta sobra em Geddel e ele não esconde. Muito pelo contrário.

Não se sabe se isso terá alguma influência na definição de uma candidatura, mas o fato é que, na vitrine do Carnaval, o PMDB aproveitou melhor o espaço para expor seu produto.

Ricardo Ribeiro é advogado.

TUCANOS NA FOLIA COM GEDDEL

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Depois de trocarem bicadas e cutucadas, os tucanos selaram a paz com o PMDB, sob confetes e serpentinas, nesta sexta-feira de Carnaval. Na recepção ao presidenciável Aécio Neves (PSDB), estavam juntos o prefeito de Salvador, ACM Neto (DEM), o deputado federal Antônio Imbassahy (PSDB), o estadual Augusto Castro (PSDB) e Geddel Vieira Lima (PMDB), que disputa com Paulo Souto a indicação para candidatar-se a governador.

O grupo visitou camarotes e procurou demonstrar que o bloco da oposição “brinca” unido. Mas só depois da Quarta-Feira de Cinzas é que será possível saber se a união sobrevive à folia e à escolha do candidato.

Os oposicionistas sabem que a possibilidade de vitória praticamente desaparece se ocorrer divisões.

AUGUSTO CASTRO: “CRÍTICAS DE LEUR LOMANTO SÃO TENSÃO PRÉ-ELEITORAL”

augustoO deputado estadual Augusto Castro (PSDB) afirmou, na tarde desta segunda-feira (24), que considera  a crítica feita pelo deputado Leur Lomanto Jr. (PMDB) ao PSDB um sintoma de “tensão pré-eleitoral”.

“ O PT é nosso adversário em comum nas eleições para governador e presidente da República e o PSDB tem feito sua parte na construção de uma chapa forte das oposições, inclusive abrindo mão, nesse momento final, de ter seu próprio candidato ao governo da Bahia”, diz o tucano. Augusto declarou ainda que, “do mesmo jeito que está empenhado em garantir uma chapa vitoriosa no Estado, o PSDB baiano vai trabalhar para ter êxito nas eleições para a Presidência da República”.

O deputado observa que o processo pela unidade das oposições no Estado, iniciado com vários pré-candidatos sob a coordenação do prefeito de Salvador, ACM Neto, afunilou com Geddel Vieira Lima (PMDB) e Paulo Souto (DEM) e deverá ser concluído logo depois do Carnaval.

“Aquele que for definido como candidato ao governo terá total apoio do PSDB”, garante o deputado. No entanto, segundo ele,  o partido não abre mão de integrar a chapa majoritária com o nome do ex-prefeito de Mata de São João, João Gualberto.

RELAÇÕES ESTREMECIDAS

É tenso o processo de definição de quem representará as oposições no processo sucessório baiano. Aliás, dados os interesses em jogo, não poderia ser diferente.

O PSDB, por meio do deputado federal Jutahy Magalhães Jr., externou sua preferência por Paulo Souto (DEM) como cabeça da chapa majoritária do grupo, acrescentando que vê Geddel (PMDB) melhor no figurino de candidato ao Senado. A favor de Souto, pesa a larga vantagem nas pesquisas de intenção de voto para governador.

O PMDB, porém, não gostou da declaração de Jutahy. Na Assembleia Legislativa, o deputado Luciano Simões passou recibo e sugeriu que os tucanos batam asas para dar lugar a outros partidos que queiram ajudar o bloco.

ACM Neto, que apita o jogo, pretende resolver a pendenga até a próxima semana para que o escolhido possa brincar o Carnaval sem  maiores preocupações e, naturalmente, já desfilar na folia com a situação definida.

ALGUÉM TEM QUE CEDER

Paulo Souto e Geddel disputam candidatura

Paulo Souto e Geddel disputam candidatura

O jogo embolou no ataque oposicionista baiano, tipo quando um meia lança a bola na área e ficam dois atletas naquela de “não sei se vou ou se fico”. Na verdade, a indecisão foi do ex-governador Paulo Souto (DEM), que até o último dia de janeiro dizia não ter a intenção de ser candidato ao governo da Bahia e deixava Geddel (PMDB) livre para receber a bola.

Diante da resistência de Souto, o prefeito de Salvador, ACM Neto, capitão do time, chegou a definir que a jogada seria com Geddel, mas eis que o ex-governador, anabolizado por correligionários, encheu-se de energia e disposição, declarando que é candidato, sim senhor. Ocorre que o peemedebista já recebera a bola e agora se recusa a devolvê-la.

A possível crise é assunto da análise do jornalista Samuel Celestino, publicada neste domingo (9), no jornal A Tarde. Para o analista, caberá a Neto, que tem demonstrado jogo de cintura em outros confrontos, driblar resistências e restabelecer a paz no ninho oposicionista.

Apesar de Paulo Souto ser um atacante indeciso, sua candidatura é vista como estratégica para o DEM, que sofre com o ostracismo no plano nacional, mas – como lembra Celestino – está bem na fita na Bahia, com as prefeituras da capital e de Feira de Santana, o segundo maior colégio eleitoral do Estado.

E aí, Neto conseguirá reorganizar seu esquema tático ou a oposição seguirá rachada para o primeiro turno? Quem estiver ansioso com a resposta terá que aguardar, pois as definições desse imbróglio respeitam o modus operandi baiano. Ou seja, somente ocorrerão após o Carnaval.

 

GEDDEL MANTÉM CANDIDATURA

A disputa pela cabeça da chapa majoritária das oposições na Bahia, bloco que reúne PSDB, PMDB e DEM, parece ainda mais longe de um ponto final. Conforme matéria d´A Tarde, o peemedebista Geddel Vieira Lima manteve o nome, após Paulo Souto ter desistido da peleja e, logo depois, recuado, retornando ao jogo.

– Não tenho nada a acrescentar ao que venho dizendo ao longo dos últimos seis meses. Minha candidatura está posta. Não há novidade – disse Geddel ao diário soteropolitano.

Geddel conseguiu mais espaço no noticiário. E aí, das duas uma: ou há, de fato, uma queda-de-braço no bloco ou apenas os nubentes estariam fazendo jogo para ganhar ainda mais exposição no noticiário.

PMDB AINDA TENTA EMPLACAR GEDDEL

Geddel: turbinado pelas inserções na TV.

Apesar de haver forte tendência de que o candidato da oposição ao Governo da Bahia seja Paulo Souto (DEM), o PMDB ainda trabalha para emplacar o nome de Geddel Vieira Lima.

Uma das questões é que o peemedebista ainda rejeita a opção da candidatura ao Senado, entre outros motivos porque é improvável que alguém derrote Otto Alencar nessa disputa. Mas o argumento mais forte do PMDB é o de que um eventual pleito entre Paulo Souto e Rui Costa provocará comparações que não favorecem o candidato do DEM.

“Se você pegar os investimentos durante os dois governos de Paulo Souto e comparar com os dois de Wagner, o petista, por incrível que possa parecer, ganha em praticamente todos os itens”, afirma uma fonte que pede o anonimato.

Como se vê, a briga por essa candidatura promete.

PAULO SOUTO PRATICAMENTE DEFINIDO

Paulo_SoutoEnquanto a situação discute o vice (ver nota abaixo), a oposição define seu candidato ao governo. E o nome é o do ex-governador Paulo Souto (DEM), fato praticamente irreversível. Na sexta-feira (31), o prefeito de Salvador, ACM Neto, venceu os últimos senões do correligionário e, após a conversa, o próprio Souto passou a falar como candidato, sem as reticências de antes.

O anúncio oficial somente não ocorrerá logo, porque falta aparar as arestas com o PMDB e estabelecer o papel de Geddel Vieira Lima no processo sucessório. O peemedebista já avisou que não gostaria de ser candidato ao Senado, o que é uma preocupação.

A ordem no grupo é evitar qualquer risco de rachadura no casco do navio oposicionista.

TUCANO DIZ QUE OPOSIÇÃO ESTÁ UNIDA

De cima para baixo, em sentido horário: Gualberto, Paulo Souto, Aleluia, Geddel. Um deles será o candidato da oposição

De cima para baixo, em sentido horário: Gualberto, Paulo Souto, Aleluia, Geddel. Um deles será o candidato da oposição

No campo oposicionista, seguem as discussões para definir um nome que representará o bloco na disputa pelo Governo da Bahia. Dos quatro nomes colocados – Paulo Souto (DEM), Geddel Vieira Lima (PMDB), José Carlos Aleluia (DEM) e João Gualberto (PSDB), os dois primeiros despontam como favoritos e é possível que a definição saia até fevereiro.

Para o deputado estadual tucano Augusto Castro, a unidade estará assegurada seja quem for o nome que encabece a disputa. Ele afirma que o caminho é repetir a receita que deu certo para a oposição na capital do estado em 2012. “A união contra o PT garantiu a eleição de ACM Neto para prefeitura de Salvador. Dessa vez a unidade do grupo oposicionista garantirá a vitória para o governo do Estado”, diz o parlamentar.

A expectativa é de que no mês que vem sejam também definidos os outros dois nomes da chapa majoritária (os candidatos a vice e ao Senado). Segundo Castro, o PSDB “acatará a decisão que for tomada pelos partidos de oposição, que estão caminhando juntos”. Naturalmente, ele acrescenta que o PSDB continua no páreo, com Gualberto pleiteando a cabeça de chapa.

A PREOCUPAÇÃO DE WAGNER

marco wense1Marco Wense

O chefe do Executivo deixou escapar, nas entrelinhas, lá no cantinho do seu pensamento, que a presença feminina é importante no processo eleitoral.

Se dependesse exclusivamente da vontade do governador Jaques Wagner, em decisão unilateral, uma mulher já teria sido convidada para compor a chapa majoritária.

Wagner tem demonstrado certa preocupação com a possibilidade de uma composição governista 100% macho, sem o perfume da mulher e sua aguçada sensibilidade.

Uma majoritária só com marmanjos seria mais um obstáculo para o ainda desconhecido Rui Costa, que não escaparia da insinuação oposicionista de que é contra a mulher na política. Que é preconceituoso.

A participação feminina no formato da chapa elimina o disse-me-disse e os boatos de discriminação por parte de maldosos adversários adeptos da filosofia maquiavélica.

É bom lembrar que teremos duas fêmeas, como diria o saudoso jornalista Eduardo Anunciação, exercendo forte influência na sucessão presidencial: Dilma Rousseff (reeleição) e Marina Silva (vice de Eduardo Campos).

Na sua última entrevista de 2013, no jornal A Tarde, o chefe do Executivo deixou escapar, nas entrelinhas, lá no cantinho do seu pensamento, que a presença feminina é importante no processo eleitoral.

O governismo tem Rui Costa como candidato ao Palácio de Ondina, Otto Alencar postulando o senado da República e uma disputa entre Marcelo Nilo (PDT) e Mário Negromonte (PP) pela vaga de vice-governador.

No oposicionismo verdadeiro, formado pelo DEM, PMDB e o PSDB, sob o comando do prefeito ACM Neto, a importância da presença feminina é consenso entre as principais lideranças.

Nos bastidores, já se articula uma mulher para ser a companheira de chapa do ex-governador Paulo Souto, ficando a senatória para o peemedebista Geddel Vieira Lima.

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O CANDIDATO DA OPOSIÇÃO

paulosoutoAo que tudo indica, o ex-governador Paulo Souto (DEM) será confirmado em breve como o candidato da oposição ao governo da Bahia. A chapa seria complementada com o empresário João Gualberto (PSDB) no posto de vice e o ex-ministro Geddel Vieira Lima (PMDB), como candidato ao Senado.

A escolha de Souto leva em conta sua posição até o momento favorável nas pesquisas de intenção de voto, o que lhe confere maiores chances de unificar os oposicionistas. Há possibilidade de que a chapa seja confirmada até o dia 31 deste mês.

ESPERTEZA E SABEDORIA

ricardo artigosRicardo Ribeiro | ricardorib.adv@gmail.com

 

É possível que o peemedebista venha a ser o candidato da oposição ao Governo do Estado. E talvez seja ele o nome preferido pela situação.

 

O peemedebista Geddel Vieira Lima aprecia gestos retumbantes, do tipo que causa impacto. Como político, a postura faz todo sentido, pois lhe garante visibilidade, notadamente quando ele põe os adversários em saia justa.

Geddel agiu assim ao pedir encarecidamente, pelo Twitter, que a presidente (ou presidenta, caso prefiram) Dilma Rousseff o demitisse do cargo de vice-presidente de Pessoa Jurídica da Caixa Econômica Federal. Um meio pouco ortodoxo, mas afinado com o repertório do requerente.

Ex-ministro da Integração Nacional, Geddel integra um partido que é aliado do PT no campo nacional e adversário do mesmo no Estado. A posição híbrida produz certa crise de identidade e é provável que o peemedebista recorra a frases de efeito e atos pirotécnicos para marcar suas idiossincrasias. Precisa, no entanto, ter cuidado com os efeitos colaterais indesejados.

Geddel é um político de raciocínio rápido e língua ferina, mas não consegue exibir a consistência e a gravidade de um estadista. As pilhérias e provocações que faz nas redes sociais causam bochicho, às vezes incomodam alguns, mas não colaboram com a construção de uma imagem política de boa estatura. Ainda assim, é possível que o peemedebista venha a ser o candidato da oposição ao Governo do Estado. E talvez seja ele o nome preferido pela situação.

Geddel não esconde o desejo de ser candidato e faz pressão para que a escolha seja antecipada; é afoito e agoniado. Extremo oposto, o ex-governador Paulo Souto, do DEM, é circunspecto até demais, contido nos gestos e palavras, carrancudo, mas transmite a seriedade que muitos consideram mais adequada à chamada liturgia do cargo. Além de tudo, Paulo Souto faz o jogo de quem está reflexivo, meditando sobre a grave missão que poderá receber.

Um peca pela esperteza. O outro tenta faturar com a sabedoria.

Ricardo Ribeiro é advogado.

GEDDEL É EXONERADO DA CAIXA

Daniel Lima | Agência Brasil

A presidenta Dilma Rousseff assinou decreto, publicado hoje (27) no Diário Oficial da União, com a exoneração de Geddel Vieira Lima da vice-presidência da Caixa Econômica Federal. Pelo Twitter, ele pediu à presidenta Dilma Rousseff que agilizasse sua demissão do banco estatal. ‘Cara presidenta Dilma, por gentileza, determine publicação de minha exoneração da função que ocupo, e cujo pedido já se encontra nas mãos de Vossa Excelência”, publicou no microblog (confira aqui).

Em postagem anterior, Geddel chegou a dizer que tinha apelado ao presidente da Câmara para ajudar na sua saída do governo: “Acabo de fazer novo e dramático apelo, agora ao presidente da Câmara, para que agilize a publicação da minha exoneração. O que está havendo?”

Geddel Vieira Lima é filiado ao PMDB e foi eleito deputado federal cinco vezes consecutivas. Entre 2007 e 2010, foi ministro da Integração Nacional, durante o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

PELO TWITTER, GEDDEL COBRA EXONERAÇÃO DA CAIXA

Pelo Twitter, Geddel cobra exoneração por parte de Dilma (Reprodução Pimenta).

Pelo Twitter, Geddel cobra exoneração por parte de Dilma (Reprodução Pimenta).

O ex-deputado federal e pré-candidato ao governo baiano Geddel Vieira Lima usou a sua conta no microblog Twitter para cobrar a sua exoneração do cargo de vice-presidente Pessoa Jurídica da Caixa Econômica Federal.

Geddel assumiu o cargo em março de 2011, mas há quase um ano entrou em rota de colisão com a presidente Dilma Rousseff e faz oposição ao governo petista na Bahia.

No Twitter, Geddel publicou: “Cara Presidenta Dilma, por gentileza, determine publicação minha exoneração”. Segundo ele, o pedido de exoneração do cargo na Caixa foi apresentado em setembro.

O peemedebista não explicita, no microblog, se está recebendo salário sem trabalhar. Geddel é um dos nomes da oposição na disputa ao Palácio de Ondina em 2014. Outros pré-candidatos são o ex-governador Paulo Souto (DEM), João Gualberto (PSDB), ex-prefeito de Mata de São João, e a senadora Lídice da Mata (PSB). O nome mais forte é o de Souto. O governo escolheu Rui Costa, secretário da Casa Civil, para a sucessão de Jaques Wagner.

ÁGUAS DE MARÇO

marco wense1Marco Wense

Geddel e o PMDB vão continuar com a pulga atrás da orelha, até mesmo em relação ao alcaide ACM Neto, que jura por todos os santos que não será candidato.

Musicalmente, as águas de março lembram a música-poesia do saudoso Tom Jobim. Politicamente, o processo sucessório e a disputa pelo Palácio de Ondina.

É que a oposição, hoje sob a batuta de ACM Neto, prefeito soteropolitano, já decidiu que a composição da chapa majoritária só na segunda quinzena de março.

De fora dessa ansiedade, cada vez mais dilacerante, só o PSDB. O tucanato sabe que a chance de João Gualberto na sucessão do governador Wagner é zero.

A situação mais privilegiada é a do democrata Paulo Souto, que só depende dele para ser o nome do oposicionismo. Basta um querer querendo e ponto final.

Geddel e o PMDB vão continuar com a pulga atrás da orelha, até mesmo em relação ao alcaide ACM Neto, que jura por todos os santos que não será candidato.

Uma coisa é certa: o fim da canseira só com as águas de março fechando o verão.

Marco Wense é articulista do Diário Bahia.

NETO DIZ QUE SOUTO E GEDDEL DESPONTAM COMO NOMES DA OPOSIÇÃO

ACM Neto vê Souto e Geddel à frente.

ACM Neto vê Souto e Geddel à frente.

O prefeito de Salvador, ACM Neto (DEM), disse hoje em entrevista à Rádio Metrópole que a oposição deve marchar unida em torno do projeto eleitoral de 2014 para o governo baiano e o nome escolhido deve ficar mesmo entre Paulo Souto (DEM) ou Geddel Vieira Lima (PMDB).

“Hoje temos alguns pré-candidatos, mas dois se destacam: Paulo Souto e Geddel. Não quer dizer que vai ser Paulo ou Geddel, mas eles estão na frente”, disse na entrevista.

Apesar das preferências e destaques, Neto ressalta que a chapa de oposição deverá contar com, pelo menos, oito partidos.

– A oposição vai marchar junta e com pelo menos sete ou oito partidos em torno de um projeto – disse ele, que, para muitos, está escondendo o jogo para se lançar na disputa.

A decisão sobre quem será o candidato será tomada, segundo Neto, em março, no pós-carnaval.








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