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:: ‘Geddel’

NEM PARA SÍNDICO

Da Isto É

O prestígio do ex-ministro Geddel Vieira Lima, que foi acomodado numa vice-presidência da Caixa, anda mesmo em baixa. Morador do condomínio de luxo Interlagos, na famosa praia baiana de Arembepe, Geddel lançou candidatura para síndico. Mesmo com toda pompa e circunstância, acabou sendo derrotado. E logo por um correligionário do governador Jaques Wagner, com quem rompeu relações há dois anos.

OLHE A CABELEIRA DO GEDDEL…

Depois de fazer um implante capilar, Geddel Vieira Lima encontrou-se com um amigo dos tempos de juventude rebelde em Brasília. O amigo não se conteve:

– Geddel, como você rejuvenesceu… Tá parecendo o Suíno que a gente conheceu…

Suíno era o apelido dado pelos amigos dos tempos do rock de garagem em Brasília, entre eles Renato Russo, do Legião Urbana.

Geddel, vaidoso com sua nova cabeleira, preferiu entender o Suíno como um elogio, reminiscência. E não partiu para o faroeste caboclo com o amigo, como costuma fazer com o ex-aliado Jaques Wagner, em quem tem por hábito jogar lama sempre que a chance lhe é oferecida.

Compare: Geddel eliminou as indesejáveis "entradinhas para careca".

AS CARTAS DE GERALDO

Marco Wense

Todos os problemas serão resolvidos com a retirada da pré-candidatura de Juçara Feitosa.

Uma eleição polarizada entre o PT e o DEM, com o prefeito Azevedo buscando seu segundo mandato, começa a tomar contornos cada vez mais nítidos.

O PT versus DEM, disputando a cobiçada prefeitura de Itabuna, só seria abalado com uma candidatura cercada por uma forte coligação e um verdadeiro sentimento de mudança.

O nome do ex-prefeito Ubaldo Dantas é o que mais se encaixa nesse movimento que busca uma alternativa fora do petismo e do demismo. A chamada “terceira via”.

Sem o PMDB do ex-ministro Geddel, com o tempo que dispõe no horário eleitoral, fica inviável qualquer tentativa de mudar o rumo da sucessão municipal.

A empolgação do PCdoB com o lançamento de candidato próprio vai diminuindo dia após dia. O jornalista Eduardo Anunciação diria que é coisa de “priscas eras”.

As principais cartas do emaranhado jogo sucessório, consideradas como curingas, estão nas mãos do deputado Geraldo Simões e do prefeito José Nilton Azevedo.

A carta curinga do azevismo é a estrutura da máquina municipal direcionada para quebrar o tabu da reeleição, já que nenhum chefe do Executivo conseguiu o segundo mandato consecutivo.

É bom lembrar que na sucessão de 2004, o então prefeito e candidato Geraldo Simões, mesmo entusiasmado com a vinda do SAMU e do asfalto da Petrobras, terminou derrotado por Fernando Gomes.

Geraldo Simões, além do discurso da parceria com os governos federal e estadual, ambos sob a batuta do PT, com Dilma Rousseff e Jaques Wagner, tem a primeira posição nas pesquisas eleitorais.

Esse favoritismo apontado pelas consultas de intenção de voto, seja com o próprio Geraldo ou Juçara Feitosa, é fator desestimulante para outras pretensas candidaturas.

Um bom exemplo é o do vereador Vane do Renascer: se não alcançar dez pontos no prazo estabelecido pelo comando estadual do PRB não será candidato a prefeito.

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TRE JULGA A FAVOR DE “EUNICE”; PMDB-BA RECORRE

O PMDB baiano, comandado pelos irmãos Lúcio e Geddel Vieira Lima, entrou com ação contra o prefeito de Salvador, João “Eunice” Henrique, hoje no PP. Alegava infidelidade de João. O Tribunal Regional Eleitoral (TRE-BA) deu ganho de causa ao prefeito.

O tribunal entendeu que JH teve motivos suficientes para sair do partido devido à sequência de ataques pessoais do ex-ministro Geddel Vieira Lima, que vai recorrer da decisão. A distância entre eles ficou ainda maior quando João decidiu não apoiar a candidatura do peemedebista ao governo baiano.

Ontem, Geddel dizia ao PIMENTA, via Twitter, que existiam várias “Eunices” (traidores) na vida recente do PMDB estadual (relembre aqui).

E advinhe quem integra a lista…

GEDDEL, GERALDO E DAVIDSON

Marco Wense

O PMDB não vai apoiar em Azevedo e, muito menos, Geraldo.

O assunto mais enigmático da sucessão do prefeito Azevedo é, sem dúvida, o que envolve o PCdoB, PMDB e o PT, com Davidson Magalhães, Geddel Vieira Lima e Geraldo Simões.

Cito Davidson, deixando de lado Luís Sena e Wenceslau Júnior, também prefeituráveis pela legenda comunista, porque é o nome da preferência não só de Geddel como de Lúcio Vieira, presidente estadual do PMDB.

Não sei a opinião do médico Renato Costa sobre os três pré-candidatos do PCdoB. A impressão que fica é que Renato, que preside o diretório local, evita falar sobre a “disputa”.

A possibilidade do PMDB apoiar o vereador Wenceslau é muito pequena. Em relação a Sena, é quase nula.  Os senistas, obviamente os mais lúcidos, sabem que não existe sequer resquício de esperança.

Davidson é considerado o mais preparado. O que pode deslanchar durante a campanha. Sobre Sena, pesa o fato de ter sido o vice da petista Juçara Feitosa na última sucessão municipal.

Difícil mesmo é o peemedebismo se coligar com o PT, com o ex-ministro Geddel de mãos dadas com Geraldo Simões, tendo as companhias dos ex-prefeitos Ubaldo Dantas e Fernando Gomes.

Na bela festa de aniversário de 30 anos do jornal Agora, Geddel disse ao jornalista Paulo Lima que o PMDB não vai apoiar “nem Azevedo e, muito menos, Geraldo Simões”.

Em termos percentuais, diria que uma coligação PCdoB-PMDB, com Davidson Magalhães encabeçando a chapa, tem 50% para acontecer. Uma candidatura própria com Ubaldo Dantas, 30%. Com o vereador Wenceslau ou Sena, 15%.

Como o processo é político, e os próprios políticos costumam dizer que na política tudo é possível, os 5% restantes ficam por conta de um palanque com Geddel, Geraldo Simões, Renato Costa, Ubaldo Dantas e Fernando Gomes.

Os apupos, em decorrência da estranha e inusitada aliança, serão inevitáveis. Desta vez, Geddel pode ficar tranquilo: as vaias serão democraticamente distribuídas.

A VEZ DOS MÚSICOS

Kocó é pré-candidato.

A candidatura a vereador do conhecidíssimo Kokó do Lordão, pelo Partido dos Trabalhadores, pode incentivar a entrada de outros músicos na política.

O mesmo aconteceu com os militares. Temos hoje, democraticamente eleitos, uma enxurrada deles na vida pública: Capitão Azevedo (prefeito de Itabuna) e o coronel Santana (deputado estadual) são dois exemplos do sul da Bahia.

Sem falar no ex-deputado Capitão Fábio Santana e no major Serpa, convidado a se filiar no PSB para ser o candidato a vice-prefeito na chapa encabeçada por Geraldo Simões (PT).

A previsão de votos para Kokó é de mais de dois mil. Como o PT caminha para eleger dois vereadores, o ceplaqueano Emanoel Acilino pode sobrar. A outra vaga seria de Vane do Renascer (reeleição).

Marco Wense é articulista da Contudo.

GEDDEL VOLTA AOS TREINOS…

Via Twitter, o vice-presidente de Pessoa Jurídica da Caixa, Geddel Vieira Lima, avisa que voltará aos treinos de “tiro ao Wagner”:

– Tô aqui gravando comerciais do PMDB. Vamos levar à TV crítica qualificada sobre deficiência dessa gestão [que] atrasa [o desenvolvimento] da Bahia – diz, no microblog.

Os comerciais do peemedebê vão ao ar nos próximos dias.

MOACYR “VOLTA” À PRESIDÊNCIA DA AMURC

Foi essa a impressão durante o encontro ocorrido nesta manhã, no Colégio Modelo Luís Eduardo Magalhães, em Ilhéus, onde representantes de municípios que integram o Território Litoral Sul discutiam o Plano Plurianual Participativo 2012-2015. Todas as autoridades, da senadora Lídice da Mata (PSB) ao secretário de Planejamento, Zezéu Ribeiro, tratavam o prefeito de Uruçuca, Moacyr Leite, como “presidente da Amurc”.

Leite ocupou o cargo até janeiro deste ano, quando se deu a eleição de Cláudio Dourado, prefeito de Ibicuí. Mas este município não integra o Território Litoral Sul.

Curioso é que o prefeito Newton Lima, de Ilhéus, cidade-anfitriã do evento, não mereceu a mesma consideração do ex-titular da Amurc. E Newton é presidente de honra da entidade!

PARA GEDDEL, PT É IGUAL ÀS MOÇAS DO BATACLAN

Ricardo Ribeiro | [email protected]

 

Língua afiada, Geddel  recorreu a uma analogia de lupanar para atingir o PT.

Como é comum acontecer em política, a entrevista do peemedebista Geddel Vieira Lima, publicada neste fim de semana no jornal Agora, de Itabuna, revela mais pelo que não diz do que pelo que o entrevistado afirma.

Há alguns meses, seria impensável o ex-ministro da Integração Nacional sequer cogitar a possibilidade de uma reconciliação com o PT, notadamente em Itabuna, onde a maior liderança do partido carrega a responsabilidade por uma vaia estrondosa dedicada a Geddel durante o lançamento do PAC do Cacau em Ilhéus.

A entrevista, naturalmente, tem muitas críticas ao PT e a Geraldo Simões, mas nas entrelinhas Geddel confirma aquela tese de que não há impossibilidades em política. Faltando mais de um ano para definir o jogo, as críticas parecem “charme” de quem não deseja parecer um pretendente fácil.

O PMDB está procurando se valorizar, ao mesmo tempo que aponta vícios e defeitos no PT. Em certo trecho da entrevista, o ex-ministro repreende Geraldo Simões por este ter negado a autoria da vaia em Ilhéus. “Hoje, quando nega, não resgata credibilidade para eventuais conversas”, broqueia Geddel.

Outra leitura da reprimenda pode ser a seguinte: “Geraldo, meu filho, arrependa-se dos pecados e venha com humildade pedir nosso apoio, que poderemos pensar no seu caso”. O perigo é que o conselho embute uma armadilha, pois o confessor assumiria ter mentido reiteradamente sobre sua participação em um episódio que contribuiu para o rompimento entre PT e PMDB na Bahia.

Língua afiada, Geddel ainda recorreu a uma analogia de lupanar para atingir o PT, classificando-o como partido sovina na hora de dar apoio e desesperadamente sedento para obtê-lo. “Para receber, parece aquelas moças do antigo Bataclan”, mandou o ex-ministro, recordando as dadivosas meninas da casa de Maria Machadão.

Dizem que no Bataclan era comum os coronéis inimigos baixarem as armas para se entregar aos deleites, pecados e vícios nas madrugadas, longe de olhares curiosos e indiscretos. A semelhança com o que ocorre nos bastidores da política torna altamente apropriada a comparação feita pelo cacique do PMDB.

Como se diz em bom baianês, nada mais natural que esse rififi entre petistas e peemedebistas acabasse no brega…

 

Ricardo Ribeiro é um dos blogueiros do PIMENTA e também escreve no Política Et Cetera.

WAGNER NÃO DEIXA NÃO…

Wagner x Geddel: petista mela indicação.

Poder Online, do IG

O ministro da Casa Civil, Antônio Palocci, consultou o governador da Bahia, Jaques Wagner (PT), sobre uma possível nomeação de Geddel Vieira Lima (PMDB) para a vice-presidência de Pessoa Jurídica da Caixa Econômica Federal.

Geddel foi adversário de Wagner na eleição ao governo da Bahia. Brigaram muito e o peemedebista acabou a campanha em terceiro lugar.

E o vice-presidente da República, Michel Temer, vem tentando emplacar o aliado e amigo desde o início de governo Dilma.

Mas se depender do que o governador petista disse a Palocci, Temer continuará sem conseguir um emprego para Geddel.

NOS COFRES

Jânio de Freitas (Folha):

É uma deformação interessante, essa que leva o PMDB a exigir cargos no governo federal para os seus candidatos derrotados, como Hélio Costa, Geddel Vieira Lima, José Maranhão e muitos outros. Se derrotados, é uma razão a mais para que não recebam postos e cofres federais: o eleitorado considerou-os incapazes de merecer mesmo os cargos locais que pretendiam.

Além disso, ao PMDB não basta querer a nomeação que compense as derrotas. Também quer indicar os cargos. Sempre envolvidos com destinação de altas verbas.

Para Geddel Vieira Lima, remanescente dos “anões do Orçamento”, o cargo desejado pelo PMDB é o de vice-presidente de Crédito de Pessoa Jurídica da Caixa. Aquele que cuida dos financiamentos a empreiteiras e incorporadoras. Esse, não levará.

PAGAMENTO ANTECIPADO, NEM PENSAR

Sobre a mesa da presidenta Dilma Rousseff, há uma lista de indicações do PMDB para cargos de segundo escalão, mas as possíveis nomeações somente serão decididas após a votação do novo salário mínimo. O governo, considerando as características do parceiro, age com cautela para não levar ferroada depois.

Entre os indicados do partido, está o ex-ministro da Integração Nacional Geddel Veira Lima, que deve ir para a vice-presidência de Pessoa Jurídica da Caixa Econômica Federal.

GEDDEL, REBAIXADO, VAI PARA A CBTU?

O ex-ministro da Integração Nacional, o ainda deputado Geddel Vieira Lima (PMDB), quem diria, pode acabar na presidência da Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU), segundo a coluna Painel, da Folha (confira aqui se for assinante). A edição do diário paulista desta sexta, 28, diz que o PMDB tenta emplacá-lo no cargo que hoje pertence ao PP, do ministro Mário Negromonte.

Se a nota se confirmar – do que duvidamos, é o que se poderia definir como rebaixamento (de prestígio, sim) do baiano Geddel.

O cargo é de uma expressividade comparável ao que o pernambucano Íbis é para o futebol mundial. Logo Geddel que na noite de quinta-feira (27) dizia, via Twitter, ter ressuscitado um cadáver político. E quem seria o cadáver? O prefeito de Salvador, João Henrique Carneiro, ejetado do PMDB na semana passada.

GEDDEL E O CHARMINHO DO PT

O deputado federal Geddel Vieira Lima (PMDB) enfiou a colher na disputa (ou seria encenação?) do PT pela disputa à presidência da Assembleia Legislativa baiana.

Via Twitter, o deputado que fica sem mandato a partir de fevereiro diz não entender os petistas, antigos aliados. E diz que o partido vermelho faz charme para apoiar Marcelo Nilo (PDT), mas não terá outra opção.

Por fim, ainda joga mais lenha na fogueira: especula que a encenação petista tem algo a ver com o espaço reduzido que o governador Jaques Wagner ofereceu ao partido de Nilo, o PDT.

O VENENO PEEMEDEBISTA

Maria Luiza: "culpada, eu?!" (foto Max Haack - Bahia Notícias)

Destila veneno o documento do PMDB que oficializou o rompimento com o prefeito de Salvador, João Henrique Carneiro. E um dos trechos é especialmente dedicada à primeira dama Maria Luiza, recém-eleita deputada estadual.

Segundo a executiva do partido, a proximidade das eleições do ano passado fez com que JH abandonasse todo e qualquer projeto do governo municipal para se dedicar exclusivamente à empreitada de reeleger a “patroa”.

O prefeito também é acusado de ter dado as costas ao correligionário Geddel Vieira Lima, ex-candidato ao governo baiano. Aí sim, ele cometeu um “pecado” muito grave.

MÍDIA CARIOCA CRITICA GEDDEL

Mais uma vez os jornais cariocas acusam o baiano Geddel Vieira Lima de ter distribuído indevidamente os recursos do Ministério da Integração Nacional, no período em que comandou a pasta. As críticas ocorrem no momento em que a região serrana do Rio de Janeiro enfrenta a maior tragédia de toda a sua história, com registro de mais de 500 mortos em decorrência das chuvas.

Geddel é apontado como um dos responsáveis pelo caos no Rio, que em 2010 recebeu apenas 0,6% (R$ 1 milhão) das verbas do Programa de Prevenção e Preparação para Desastres. Já a Bahia sozinha levou 50% dos recursos, num total de R$ 84 milhões.

O ex-ministro atribui as críticas à “disputa política”. No Twitter, Geddel já foi contemplado com o troféu Justo Veríssimo.

WAGNER FAZ BALANÇO E PROJETA 2011

Wagner faz balanço do ano e projeta segundo mandato (Foto Manu Dias).

O governador Jaques Wagner teve encontro com jornalistas dos principais veículos de comunicação da Bahia. Contratempos impediram este blog de atender ao convite, mas sabe-se que o almoço tornou-se uma legítima prestação de contas dos quatro primeiros anos de governo e projeção para o novo mandato que se inicia em 2011.

Wagner diz que este novo mandato será de uma gestão mais moderna, após “azeitar” a máquina. O governador chamou atenção para um fato importante: secretaria não será espaço para cabo eleitoral. Ou seja, que os aliados indiquem nomes que possam contribuir para o governo. Sobrou estocada para Geddel Vieira Lima e alertas para o futuro ministro das Cidades, Mário Negromonte (PP), para que não siga o exemplo do ex-ministro peemedebista.

O petista também falou de projetos  importantes para o segundo mandato, como o Complexo Intermodal Porto Sul, que prevê investimentos de R$ 6,5 bilhões e a construção de porto, aeroporto e a Ferrovia Oeste-Leste, que integrará a região Norte e Centro-Oeste brasileiras ao sul da Bahia.

OS QUATRO MOICANOS

Marco Wense

Nenhuma surpresa com os quatro deputados federais da Bahia que farão oposição de verdade ao governo da eleita presidente Dilma Rousseff: ACM Neto, Fábio Souto, Antônio Imbassahy e Jutahy Júnior.

E os outros deputados, eleitos pelo DEM e PSDB? A resposta é que não são confiáveis. Vão se aproximar do governo federal assim que a petista Dilma Rousseff assumir o comando do Palácio do Planalto.

ACM Neto, com sua atuação parlamentar, pode se transformar na principal figura nacional do Partido Democratas (DEM). Fábio Souto é filho do presidente estadual da legenda, o ex-governador Paulo Souto.

Em relação aos tucanos, Imbassahy preside o PSDB baiano. O deputado Jutahy Júnior é amicíssimo de José Serra, que ainda sonha com uma candidatura à presidência da República na eleição de 2014.

INDIRETAS & DIRETAS

1) Mudança no PSDB só com o senador eleito Aécio Neves no comando nacional da legenda. Se continuar sob o domínio do tucanato da Avenida Paulista, o sonho da Presidência da República vira um eterno e angustiante pesadelo.

2)  Dagoberto Brandão vai comemorar, em Salvador, junto com sua companheira Marielza, os 50 anos de engenharia civil com os colegas de formatura. Dagô, fundador do PDT de Itabuna, é exemplo de político com P maiúsculo.

3) Michel Temer, eleito vice-presidente da República, não vai deixar Geddel na rua da amargura.  Se Geddel ficar de fora do governo Dilma, será o próximo comandante nacional do PMDB.

4) Imbassahy, presidente estadual do PSDB, quer o partido longe de qualquer apoio ao governo do reeleito Jaques Wagner. O deputado Jutahy Júnior, também tucano, não concorda com a posição intransigente do ex-prefeito de Salvador.

5) Imbassahy versus Jutahy. O diretório do PSDB de Itabuna, tendo a frente o jornalista José Adervan, deve ficar do lado de Imbassahy. Adervan é dirigente partidário obediente, refratário a qualquer atitude rebelde.

6) O PDT de Itabuna, que já foi um partido de respeito, um grande partido político, não existe perante a justiça eleitoral.  Pobre PDT. Hoje insípido, inodoro, incolor, acéfalo, sem rumo, sem nada.

7) “Bom cabrito não berra”, diz um velho ditado popular. Na política, em determinadas circunstâncias, é preciso “berrar”. A Bahia, por exemplo, não pode ficar em segundo plano na composição ministerial do governo Dilma Rousseff.

8 ) A dobradinha entre os deputados Coronel Santana(estadual-PTN) e Félix Mendonça Júnior(federal-PDT) vai movimentar a sucessão do prefeito Azevedo(DEM).

9) Saudades do blog Política, Gente e Poder, do irreverente jornalista Eduardo Anunciação e este modesto comentarista político.

Marco Wense é articulista do Diário Bahia.

PMDB

Marco Wense

Não sei o motivo de tanto espanto em relação a obsessiva fúria do PMDB na busca de cargos no governo da presidente eleita Dilma Rousseff. O PMDB é assim mesmo: monstruosamente pragmático.

O PMDB, com seu “blocão”, “megabloco” ou “superbloco”, formado pelo PTB, PR, PP e o PSC, com 202 deputados federais, pressionando por mais ministérios e centenas de cargos no segundo e terceiro escalões, é o óbvio ululante.

O sócio majoritário do governo Dilma Rousseff é o PT. A presidente eleita não pode, em nome da governabilidade, ficar refém do peemedebismo e, o que é pior, perder a autoridade inerente e imprescindível ao exercício da nobre função.

Os outros partidos, tendo na linha de frente o PSB, PDT e o PC do B, que também contribuíram para a vitória de Dilma, têm que se unir, sob pena de serem engolidos pelo PMDB. É bom lembrar que o PSB elegeu seis governadores.

VISITA INDIGESTA

Como não bastasse o tal do “blocão”, protagonizado pelo PMDB de Michel Temer (SP), vem agora José Dirceu, ex-ministro da Casa Civil, e solicita uma inesperada audiência com a presidente eleita Dilma Rousseff.

Depois de ser bombardeado no programa eleitoral do PSDB, como a principal figura da “turma da Dilma”, Dirceu deveria esperar a poeira assentar, evitando assim esse inevitável constrangimento para a futura presidente da República.

O problema de José Dirceu, ex-todo poderoso ministro do governo Lula, é sua doentia obsessão de querer aparecer na mídia de qualquer jeito e a qualquer custo. José Dirceu, neste aspecto, é incontrolável.

DUAS VERSÕES

O ex-candidato ao Palácio de Ondina, Geddel Vieira, fragorosamente derrotado pelo governador Jaques Wagner (reeleição-PT), aparece constantemente ao lado de Michel Temer nos encontros com a equipe de transição da presidente eleita Dilma Rousseff.

Para os correligionários de Geddel, a presença dele ao lado de Temer, presidente nacional do PMDB, é a prova inconteste do seu prestígio junto ao comando maior da legenda. Os adversários, no entanto, propagam a versão de que Geddel estaria insistindo na sua permanência como ministro da Integração Nacional no governo Dilma.

A terceira interpretação (ou variante) fica por conta do caro leitor, caso ele não concorde com as versões dos correligionários e adversários do ex-ministro Geddel Vieira Lima.

Marco Wense é articulista do Diário Bahia.

LÚCIO DIZ TER COBRADO EMPENHO DE PEEMEDEBISTAS

Peemedebista pede que Wagner ligue apenas para os prefeitos do PT

De forma irônica, o deputado federal eleito Lúcio Vieira Lima, presidente do PMDB na Bahia, mandou recado ao governador Jaques Wagner, aconselhando-o a não se preocupar com o engajamento dos peemedebistas na campanha de Dilma Rousseff no segundo turno.

Segundo o Bahia Notícias, Lúcio afirmou que os prefeitos do PMDB já foram “acionados” por ele e pelo irmão Geddel Vieira Lima e “estão empenhados”. Lúcio aconselhou ainda o governador a se preocupar apenas com os prefeitos do PT, a fim de “economizar tempo e dinheiro com as ligações de telefone”.

A queixa petista com relação ao corpo-mole do PMDB tem sido frequente. Apesar de os peemedebistas terem um representante na majoritária (Michel Temer, vice de Dilma Rousseff), muitas de suas lideranças na Bahia esquivam-se do compromisso partidário.

O CASO VIEIRA

Marco Wense

Acusações em uma campanha eleitoral, principalmente quando se disputa o Palácio do Planalto, são como balas trocadas. O tiroteio entre os candidatos é tão intenso que termina empurrando o eleitor para o voto nulo (ou branco).

Fulano (a) é isso, é aquilo, é tudo que não presta. Fez isso, fez aquilo. A conclusão, se o eleitor acreditar no disse-me-disse, nos boatos e nas mentiras, é que os candidatos são verdadeiros diabinhos.

Sinceramente – ou francamente, como diria o saudoso Leonel de Moura Brizola –, não acredito no envolvimento da petista Dilma Roussef no “Caso Erenice” e nem do tucano José Serra no “Caso Vieira”.

O “Caso Vieira”, no entanto, deixa o eleitor com a pulga atrás da orelha. Conforme reportagem da revista Isto é, o engenheiro Paulo Vieira teria sumido com o dinheiro arrecadado na campanha de Serra, cerca de R$ 4 milhões.

O presidenciável do PSDB jurou que não conhecia Paulo Vieira: “Eu não sei quem é o Paulo Vieira. Nunca ouvi falar. Ele foi um factóide criado para que vocês da imprensa fiquem perguntando”.

Assim que o “desconhecido” de Serra soube do desdém do tucano, foi logo dizendo: “Não se larga um líder ferido na estrada a troco de nada”. E, em tom ameaçador, finalizou: “Não cometam esse erro”.

No outro dia, sem pestanejar, sob a ameaça do próprio acusado do desvio de R$ 4 milhões, José Serra foi logo dizendo que “o Paulo é muito competente”.  Pois é. De totalmente desconhecido, o Paulo passou a ser elogiado.

José Serra ficou com medo. Esse medo é a prova inconteste de que Vieira sabe de detalhes que podem comprometer o tucano, provocando na reta final da campanha um estrago de difícil conserto.

GEDDEL E O PMDB

(Foto José Nazal)

O ex-ministro Geddel Vieira Lima, candidato derrotado na eleição para o governo da Bahia, sabe que terá dificuldades para manter sua base de apoio, principalmente em relação aos prefeitos do PMDB.

Muitos chefes de Executivo já pensam em mudar para uma agremiação partidária aliada do governador eleito Jaques Wagner (PT). Só esperam o resultado do segundo turno da eleição presidencial.

Alguns alcaides são da opinião de que a debandada é irreversível com a vitória de Dilma Rousseff. Outros, que são eleitores de José Serra, apostam na eleição do tucano, com Geddel assumindo um cargo importante no governo do PSDB.

Uma coisa é certa: ganhando Dilma ou Serra, o Partido do Movimento Democrático Brasileiro, com o seu conhecido e histórico pragmatismo, vai reivindicar preciosos espaços em troca do apoio parlamentar no Congresso Nacional. É o toma-lá-dá-cá.

ABORTO

A cúpula do tucanato, tendo a frente o senador Sérgio Guerra, presidente nacional do PSDB, preocupadíssima com a repercussão do aborto praticado por Mônica Serra, esposa do candidato José Serra.

Ex-alunas da então professora Mônica Serra confirmaram a interrupção da gravidez no quarto mês de concepção. É bom lembrar que a tucana, em ato político na Baixada Fluminense, disse que “ela (Dilma) é a favor de matar criancinhas”.

Quem tem telhado de vidro…






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