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:: ‘Geddel’

NETO DIZ QUE SOUTO E GEDDEL DESPONTAM COMO NOMES DA OPOSIÇÃO

ACM Neto vê Souto e Geddel à frente.

ACM Neto vê Souto e Geddel à frente.

O prefeito de Salvador, ACM Neto (DEM), disse hoje em entrevista à Rádio Metrópole que a oposição deve marchar unida em torno do projeto eleitoral de 2014 para o governo baiano e o nome escolhido deve ficar mesmo entre Paulo Souto (DEM) ou Geddel Vieira Lima (PMDB).

“Hoje temos alguns pré-candidatos, mas dois se destacam: Paulo Souto e Geddel. Não quer dizer que vai ser Paulo ou Geddel, mas eles estão na frente”, disse na entrevista.

Apesar das preferências e destaques, Neto ressalta que a chapa de oposição deverá contar com, pelo menos, oito partidos.

– A oposição vai marchar junta e com pelo menos sete ou oito partidos em torno de um projeto – disse ele, que, para muitos, está escondendo o jogo para se lançar na disputa.

A decisão sobre quem será o candidato será tomada, segundo Neto, em março, no pós-carnaval.

SOMENTE DOIS: GEDDEL E PAULO SOUTO

marco wense1Marco Wense

 

A possibilidade de Geddel apoiar a candidatura presidencial do governador de Pernambuco vai terminar sendo o fator decisivo para que a escolha recaia sobre seu nome.

 

A dúvida em relação ao candidato da oposição à sucessão do governador Jaques Wagner fica restrita a Geddel Vieira Lima (PMDB) e Paulo Souto (DEM).

Se mensurada em porcentagem, diria que o tucano João Gualberto fica sem pontuação. O democrata José Carlos Aleluia não chega aos 5%. Os dois são meros coadjuvantes do processo sucessório.

Uma possível desistência de Paulo Souto, sob a alegação de problemas pessoais e de saúde, torna Geddel o único nome com viabilidade eleitoral para enfrentar o petista Rui Costa.

A cúpula do DEM, tendo na linha de frente o senador Agripino Maia (RN), presidente nacional da legenda, pressiona o ex-governador para que saia candidato.

Como o DEM é aliado incondicional do PSDB, do lado do presidenciável Aécio Neves, fica a preocupação com Geddel, que pode apoiar Eduardo Campos (PSB) se não for o candidato da oposição ao Palácio de Ondina.

A possibilidade de Geddel apoiar a candidatura presidencial do governador de Pernambuco vai terminar sendo o fator decisivo para que a escolha recaia sobre seu nome.

Marco Wense é articulista do Diário Bahia.

SUCESSÃO 2014: GEDDEL ACATA TESE DE NETO

Geddel acata tese do prefeito de Salvador (Foto Max Haack).

Geddel acata tese do prefeito de Salvador (Foto Max Haack).

Após colocar-se como candidato ao governo baiano há dias recuados, como diria o saudoso Eduardo Anunciação, o peemedebista Geddel Vieira Lima foi a ACM Neto e agora diz que compartilha da tese do democrata. Ou seja, definição do nome das oposições fica para depois do carnaval ou nas águas de março.

No lado da oposição baiana, estão postos os nomes de Geddel, João Gualberto (PSDB) e o ex-governador Paulo Souto (DEM). Melhor posicionado nas pesquisas, o prefeito ACM Neto, por enquanto, descarta lançar-se candidato ao Palácio de Ondina. Entretanto, as andanças no interior do estado no segundo semestre deste ano aumentou as esperanças do bloco oposicionista. E levou mais preocupação a governistas, que ainda têm, do outro lado, a senadora Lídice da Mata (PSB) como pré-candidata.

GUALBERTO ALTERA A “ORDEM DOS FATORES”

João Gualberto é pré-candidato ao governo do estado pelo PSDB (foto Gabriel Seixas)

João Gualberto é pré-candidato ao governo do estado pelo PSDB (foto Gabriel Seixas)

Os adversários do governo Jaques Wagner trabalham em busca do consenso, com a expectativa de divulgar sua chapa majoritária quinze dias após o anúncio das candidaturas oficiais. Há alguns dias, o peemedebista Geddel Vieira Lima definiu sua chapa dos sonhos, na qual ele próprio seria o cabeça, ficando a vice para o empresário João Gualberto (PSDB), ex-prefeito de Mata de São João, e o ex-governador Paulo Souto (DEM) como postulante ao Senado.

Hoje em Itabuna, onde teve contato com a imprensa em companhia do deputado federal Jutahy Jr., ambos  a convite do deputado estadual Augusto Castro, Gualberto disse que concorda com os nomes lembrados por Geddel, mas sugeriu outra combinação. Naturalmente, com ele como candidato a governador.

“Geddel falou da chapa dos sonhos dele. Nos meus sonhos, ela é um pouco diferente”, disse o empresário que construiu fama de bom gestor. Logo em seguida, ele procurou afastar a polêmica: “estamos muito unidos e ainda é cedo para decidir.

TELHADO DE VIDRO

marco wense1Marco Wense

Geddel anda com a pulga atrás da orelha. Desconfia que o “não” do prefeito ACM Neto, quando questionado sobre uma possível candidatura, é de mentirinha.

As legendas de oposição ao governo Wagner, com destaque para o DEM, PSDB e o PMDB, apostavam em um desentendimento envolvendo o PT e os partidos aliados.

Não haveria consenso em torno do candidato ao cobiçado Palácio de Ondina. O governador Jaques Wagner perderia o controle sobre o movediço e traiçoeiro processo político.

Céu de brigadeiro, sem nuvens escuras e cinzentas, só entre democratas, tucanos e peemedebistas. O imbróglio só aconteceria no governismo, com labaredas cada vez mais intensas.

Os opositores chegaram ao ponto de imaginar um cenário catastrófico, com o PT totalmente isolado e sem nenhuma perspectiva de se manter no poder.

Parece que a mandinga virou contra o feiticeiro. O PMDB de Geddel Vieira Lima, em tom de ultimato ameaçador, quer que a oposição defina logo o candidato.

Geddel anda com a pulga atrás da orelha. Desconfia que o “não” do prefeito ACM Neto, quando questionado sobre uma possível candidatura, é de mentirinha.

É bom avisar, pelo menos para os mais incautos, que o ex-ministro da Integração Nacional tem pavio curto. Pode chutar o pau da barraca a qualquer momento.

O pega-pega agora é na oposição, principalmente entre o PMDB e o DEM, com Geddel versus Paulo Souto, já que a possibilidade do tucanato emplacar João Gualberto, ex-prefeito de Mata de São João, é zero.

Só resta ao oposicionismo a imprescindível união com candidatura única, na base do “um por todos, todos por um”, sob pena de mais uma derrota protagonizada pelo PT.

Quem tem telhado de vidro, não joga pedras no do vizinho.

Marco Wense é articulista do Diário Bahia.

GEDDEL SE APRESENTA PARA ENCABEÇAR CHAPA OPOSICIONISTA

geddelO vice-presidente de Pessoa Jurídica da Caixa Econômica Federal, Geddel Vieira Lima (PMDB), mantém o discurso de união dos partidos de oposição na Bahia, mas se coloca como postulante à cabeça da chapa majoritária em 2014. Em entrevista à Rádio Metrópole, o peemedebista opinou que definição deve ocorrer de dez a quinze dias após o anúncio do candidato da base governista.

A arrumação de Geddel se completaria com o empresário e ex-prefeito de Mata de São João, João Gualberto (PSDB), como vice, e o ex-governador Paulo Souto (DEM), como candidato a uma cadeira no Senado.

“Essa é a chapa dos sonhos”, acredita.

GEDDEL, O OBSTINADO

marco wense1Marco Wense

A tarefa mais espinhosa seria a de convencer o ex-governador Paulo Souto, do Partido Democratas (DEM), a disputar o Senado, deixando Geddel como candidato único da oposição ao PT e ao governo Wagner.

O ex-ministro Geddel, pré-candidato ao Palácio de Ondina pelo PMDB de Michel Temer, vice-presidente da República, não tem outro caminho que não seja o de oposição ao governo Dilma Rousseff.

A surpreendente filiação de Marina Silva no PSB, que tem o governador Eduardo Campos como presidenciável, leva Geddel a uma nova reflexão sobre o processo sucessório de 2014.

Antes de Marina virar outra Marina, se igualando a todos no modo de fazer política, Geddel estava disposto a apoiar o tucano Aécio Neves, obviamente do PSDB.

Em troca, como contrapartida, o PSDB, hoje sob o comando do deputado federal Juthay Magalhães Júnior, indicaria o candidato a vice na chapa do PMDB.

A tarefa mais espinhosa seria a de convencer o ex-governador Paulo Souto, do Partido Democratas (DEM), a disputar o Senado, deixando Geddel como candidato único da oposição ao PT e ao governo Wagner.

A candidatura de Campos, que agora precisa de um palanque na Bahia, assim como em outros Estados, obriga a senadora Lídice da Mata a disputar a sucessão estadual.

Lídice ainda não tomou nenhuma posição em relação ao seu futuro político. A possibilidade de sair candidata com o apoio do governador Jaques Wagner é nula. O sonho virou pesadelo.

Se Lídice não for candidata, e o DEM lançar Paulo Souto, o palanque de Geddel Vieira Lima pode alojar Eduardo Campos, Marina Silva, socialistas e marineiros.

Geddel aguarda os fatos e suas consequências com cautela. Não vai tomar nenhuma decisão atabalhoada. Uma coisa é certa: o obstinado Geddel Vieira Lima é candidatíssimo, independente de DEM, PSDB e PSB.

Marco Wense é articulista do Diário Bahia.

GEDDEL DIZ QUE JÁ ENTREGOU CARGO

geddelSegundo matéria publicada na edição do jornal A Tarde desta terça-feira, 1º, o peemedebista Geddel Vieira Lima já teria colocado à disposição o cargo de vice-presidente de Pessoa Jurídica da Caixa Econômica Federal. A informação foi transmitida pelo próprio Geddel.

Pré-candidato ao governo baiano, o cacique do PMDB estadual diz que ainda não há definição sobre como o partido se posicionará na Bahia  com relação à eleição nacional. Mas as opções ficam entre o senador Aécio Neves (PSDB-MG) e o governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB-PE), descartando o apoio a reeleição de Dilma Rousseff.

“É evidente que no momento em que se aproxima a hora de repactuar nossa relação com a sociedade através das urnas, e eu não tenho ainda a dimensão exata do papel do PMDB da Bahia, fiz o que tinha que fazer”, declarou Geddel.

GEDDEL COM AÉCIO

Geddel: irregularidades em convênios (foto Bah

O governador Jaques Wagner há muito tempo anda queixoso por causa da estranha condição do peemedebista Geddel Vieira Lima, que, apesar de ocupar cargo de confiança no Governo Federal – é vice-presidente de Pessoa Jurídica da Caixa Econômica -, vive dando estocadas no PT.

As queixas de Wagner devem aumentar, agora que Geddel está de affair  com o senador Aécio Neves, pré-candidato à Presidência da República pelo PSDB. Manifestações de carinho recíproco ocorreram na última sexta-feira, 20, quando da visita do tucano a Salvador.

Diante de um elogio de Aécio, Geddel afirmou que não tem a menor dificuldade em conversar (leia-se “apoiar”) o senador para a sucessão de Dilma, acrescentando que este poderá ser o caminho natural, dadas as relações do PMDB da Bahia, onde tem se alinhado com DEM e PSDB e combatido o governo do petista Wagner.

Aliás, Geddel declarou não apenas a facilidade de diálogo com Aécio, mas também com Eduardo Campos e Marina Silva, outros dois presidenciáveis.

Pelo visto, há dificuldade apenas com Dilma.

GEDDEL ALFINETA WAGNER E DESCARTA ALIANÇA PMDB-PT NAS 35 MAIORES CIDADES

O ex-ministro Geddel Vieira Lima descartou aliança do PMDB com o PT nos 35 maiores colégios eleitorais da Bahia. Por ele, o diretório estadual peemedebista vetaria toda e qualquer aliança com os petistas no estado. “Fui voto vencido nesse tema”, revelou em entrevista concedida ao PIMENTA.

Geddel explica as razões de o PMDB optar por não aliar-se ao DEM de ACM Neto na capital baiana, mas fechar apoio eleitoral ao prefeito de Itabuna, Capitão Azevedo, de quem o ex-deputado Renato Costa deverá ser o vice. Deixa claro que o jogo em Salvador tem a ver com 2014.

Vice-presidente de Pessoa Jurídica da Caixa Econômica, deputado federal por cinco legislaturas e vice-presidente do PMDB baiano, Geddel também aproveitou para desferir ataques contra o seu alvo político preferido na Bahia, o governador Jaques Wagner. Disse que  o petista sofre crise de autoridade. E provoca: “Wagner zonzo”.

Confira a entrevista.

PIMENTA – O PMDB brigou com o DEM na capital baiana e lançou Mário Kertész a prefeito. Como explicar a postura em Itabuna, onde o partido vai ter a vice na chapa de um democrata?

GEDDEL VIEIRA LIMA – O PMDB não brigou com o DEM na capital baiana. A eleição em Salvador é em dois turnos. É impossível pensar que um partido que disputou a eleição de governador em 2010 e que tem projeto para 2014, abra mão de tentar conquistar a capital com suas próprias bandeiras, projetos e programas. No segundo turno, se para ele não formos – e acredito muito no nosso candidato, conversaremos com outras forças de oposição.

E Itabuna?

Em Itabuna, a eleição tem um turno só. O PMDB local entendeu que o prefeito [Capitão] Azevedo fez um bom trabalho e seria o melhor posicionado para derrotar o PT. Ele incorporará nossas ideias e vamos à campanha. Nenhuma contradição, nenhuma briga. Cada município tem sua realidade.

O que pesou na aliança com o DEM em Itabuna, já que tanto o PT como a Frente Partidária também namoravam o PMDB?

Não tem acordo com o PT em cidades grandes, formadoras de opinião. Além disso, temos uma opinião muito clara sobre o estilo dos líderes do PT de Itabuna fazerem política. Nossa opinião é de absoluta rejeição. Não acreditamos que o PT possa trazer avanços políticos-administrativos para Itabuna.

Em eleição de dois turnos, você só não participa do primeiro se faltar absoluta condição política.

O principal entrave em Salvador seria o fato de o PMDB buscar alianças talvez projetando 2014?

Foi o desejo de, na capital do nosso estado, o PMDB buscar, de forma legítima, apresentar seu próprio projeto político-administrativo para a cidade. Em eleição de dois turnos, você só não participa do primeiro se faltar absoluta condição política.

O petista Jonas Paulo vê PT e PMDB fazendo alianças em, pelo menos, 35 municípios. Essa é a mesma visão do senhor?

Não sei em quantos, mas é verdade que em alguns pequenos municípios, a executiva estadual, depois de examinar as realidades locais, admitirá algumas coligações com o PT. Fui voto vencido nesse tema.

Como o senhor avalia o quadro político-eleitoral em 2012? Wagner e Dilma terão a mesma força eleitoral mostrada pelos dois governos em 2008?

O Wagner está muito desgastado. É greve para todo lado, uma imensa crise de autoridade. E as promessas não cumpridas? Cadê a barragem em Itabuna? E a duplicação da Ilhéus-Itabuna? Nada acontece no governo, só lero-lero. Esse é um governo manso. A Dilma, de olho em 2014, vai se meter pouco em 2012.

O partido do senhor trabalha com cenário adverso em 2012 quando comparado a 2008. Quantos prefeitos o partido espera eleger agora?

Certamente não repetiremos o desempenho de 2008. A realidade é outra. Não sei quantos prefeitos elegeremos. Ganharemos umas, perderemos outras… Mas vamos participar do maior número possível de disputas, renovando nossas lideranças, difundindo nossas ideias.

O governador, tentando desmistificar o conceito de que não tem autoridade, age autoritariamente. Wagner  zonzo.

A divisão nas oposições em Salvador não terá reflexo em 2014?

Unidade não é um fim em si mesmo. Precisamos construir um projeto comum da confiança de todos. 2012 é um ano, uma realidade. 2014 será outro momento, outra realidade.

Na opinião do senhor, por que o Estado vem enfrentando dificuldade na negociação com os professores?

Porque o governador, tentando desmistificar o conceito de que não tem autoridade, age autoritariamente. Wagner zonzo.

O PMDB assumiu o comando regional da Ceplac. Recentemente, o secretário estadual de Agricultura, Eduardo Salles, defendeu a transformação do órgão em Embrapa Cacau. Seria esta a saída?

A solução é investir na modernização da Ceplac, na motivação das pessoas, na tecnologia. O doutor Juvenal [Maynart] vem realizando um trabalho que nos orgulha. O ministro [da Agricultura, Mendes Ribeiro], o tem elogiado muito.

ACORDO PARA ACELERAR DESAPROPRIAÇÕES NO TRAÇADO DA FIOL

O Governo da Bahia e a Valec definiram nesta quarta-feira, 9, que um novo convênio de cooperação técnica será assinado para acelerar desapropriações ao longo do traçado da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (Fiol). O processo está lento, o que contribui ainda para o atraso das obras. Hoje, foram concluídos apenas 5% das obras.

O documento será assinado pelo secretário da Casa Civil, Rui Costa, representando o governo, e o presidente da Valec, Eduardo Castello Branco. Será no próximo dia 23, em Ilhéus. Prefeitos dos municípios que fazem parte do traçado da obra serão convidados para o ato, além de representantes do Estado e da Valec.

AMBIENTE FAVORÁVEL PARA AZEVEDO

A decisão das direções local e estadual do PMDB de jogar o partido no colo do prefeito Capitão Azevedo (DEM) tem a ver com as recentes pesquisas. Inicialmente, Juvenal Maynart jogava para que o partido apoiasse Juçara Feitosa (PT), mas os números pintados nas sondagens do partido e de aliados não indicavam aquela quase certeza de vitória para a suplente de senadora.

Juvenal havia até amolecido os corações dos irmãos Lúcio e Geddel Vieira Lima, mas veio a conjuntura estadual e as benditas pesquisas. Daí, trataram de “matar” a pré-candidatura peemedebista da empresária Leninha Alcântara, em script conhecido pelo próprio ex-deputado Renato Costa e o também ex-deputado Capitão Fábio.

“Fuzilada” a empresária, abriu-se o caminho para a estratégia peemedebista. Lançar Renato Costa pré-candidato, algo apenas como jogo de cena, pois o médico, que já foi vice do ex-prefeito Fernando Gomes e aliado do também ex-prefeito Geraldo Simões, passou à condição de nome cotado para a vice de Azevedo.

O prefeito tem zilhões de motivos para comemorar. Não foi à toa que Lúcio Vieira Lima, ontem, tratou de “vender o peixe” do PMDB. Disse a Azevedo que o partido é bom para ser apoiado e para apoiar e dispõe de valiosos três minutos de televisão. E campanha eleitoral na TV, quando bem feita, tem força para mudar o jogo em Itabuna.

Azevedo, que não é besta, ri de orelha a orelha, principalmente agora no momento em que a Frente Partidária sofre o baque da denúncia contra o vereador Wenceslau Júnior e tira a legenda dos Vieira Lima da aba da petista Juçara Feitosa e da Frente integrada por PDT, PCdoB, PRB, PSC e PV.

Mais que isso, o candidato à reeleição já conta com apoios importantes, como o do PR, e deverá dispor do PSDB no seu arco de alianças. A tudo isso, acrescentemos o fato do prefeito ter a seu favor a máquina administrativa – e o governo estadual estar ausente de Itabuna (e região). O cenário é favorável, mas cabe lembrar 2000, quando tudo apontava para a reeleição de Fernando Gomes. A oposição venceu.

GEDDEL EM ITABUNA

O vice-presidente de Pessoa Jurídica da Caixa Econômica Federal, Geddel Vieira Lima, um dos caciques do PMDB da Bahia, estará no dia 27 em Itabuna para encontro com correligionários. Entre eles a empresária Leninha Duarte, pré-candidata à Prefeitura local.

Um dos compromissos de Geddel será uma visita às obras do canal do Lavapés, na Avenida Amélia Amado. Foi o peemedebista quem liberou os recursos de R$ 12,8 milhões para o projeto, quando era ministro da Integração Nacional.

A visita será acompanhada pelo deputado estadual Augusto Castro (PSDB), que aposta na possibilidade de aliança entre PMDB e o DEM do Capitão Azevedo, que disputa a reeleição. Isto, logicamente, se a candidatura de Leninha não vingar…

GEDDEL IRONIZA PRESIDENTE DO PT

Geddel: "e PT com PSDB, pode?"

A articulação entre peemedebistas, tucanos e democratas em vários municípios da Bahia, visando às próximas eleições, tem sido questionada pelo presidente estadual do PT, Jonas Paulo. Para ele, o PMDB não pode ser ao mesmo tempo aliado no campo nacional e adversário dos petistas no Estado.

Em sua página no Twitter, Geddel Vieira Lima, do PMDB, ironizou os questionamentos de Jonas Paulo, lembrando que em Minas Gerais o PT e o PSDB estão juntos em 50 cidades.

Pergunta de Geddel: “será que o sociólogo presidente do PT da Bahia tem uma tese para isso?”.

GATUNAGEM EM DECRETOS DE EMERGÊNCIA

Geddel: irregularidades em convênios (foto Bahia Notícias)

Inspeção do Tribunal de Contas da União na Secretaria Nacional de Defesa Civil comprovou irregularidades na liberação de recursos para prefeituras uqe decretaram estado de emergência após enchentes. Seis prefeituras baianas receberam 11,5 milhões antes mesmo da emissão do parecer técnico avaliando estragos e custos.

O pagamento foi em 2009, na gestão de Geddel Vieira Lima (PMDB) no Ministério da Integração Nacional. Na inspeção, realizada em 2010, foram identificadas impropriedades em 48 convênios.

Na tentativa de reduzir o descontrole, o governo federal mandará ao Congresso proposta para que decretos de emergência apresentados pelos municípios sejam ratificados pelos estados.

Informações d’O Globo

GABRIELLI CHAMA GEDDEL DE “BARRIL DE GÁS”

O ex-presidente da Petrobras José Sérgio Gabrielli concedeu entrevista ao jornal A Tarde, edição desta segunda, e discorreu sobre os nove anos na diretoria da estatal brasileira, política baiana e governo Wagner.

O repórter João Pedro Pitombo pergunta ao economista como avaliou as críticas de adversários como ACM Neto e Geddel Vieira Lima. Sobre o deputado federal – que o chamou de incompetente, Gabrielli afirma que a obra de ACM Neto foi destruir o DEM.

Geddel comparou Gabrielli a um piano de cauda, que talvez não tivesse espaço no governo baiano devido ao tamanho. Gabrielli, talvez lembrando do físico rechonchudo do oponente, das derrotas do peemedebista e do cargo que o peemedebista ocupa na Caixa, tascou:

– É melhor ser um piano de cauda, que é uma coisa boa e bonita, do que ser um barril de gás vazio numa dispensa, que não tem o que fazer.






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