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:: ‘Geddel’

GEDDEL DESQUALIFICA TEMPORÃO

O peemedebista Geddel Vieira Lima, candidato ao governo baiano, está uma fera com o ministro da Saúde, José Gomes Temporão. Este, apesar de ser do PMDB, apareceu no programa eleitoral da coligação encabeçada pelo PT na Bahia, pedindo votos para os candidatos ao Senado, Walter Pinheiro (PT) e Lídice da Mata (PSB).

Geddel estrilou. Na tentativa de desqualificar o correligionário, afirmou que Temporão “é uma figura que não tem nenhuma importância nem relevância para o PMDB”. Disse mais: que o ministro estaria preocupado apenas em garantir o emprego.

O chilique é compreensível, mas a situação em si deixa a impressão de que nem mesmo o PMDB nacional acredita mais na viabilidade eleitoral de seu filiado.

REJEIÇÃO MAIS QUE NATURAL

Por conta do comportamento dos peemedebistas, imagem de Geddel é mais associada à de Serra

É fácil compreender a principal razão que leva a candidata do PT à Presidência da República, Dilma Rousseff, a rejeitar o peemedebista Geddel Vieira Lima (confira).

Tudo tem a ver com a esdrúxula situação do candidato ao Governo da Bahia, que pretende ser amigo do PT de Brasília, sendo ao mesmo tempo inimigo do PT no Estado. É uma situação complicada e que não se sustenta bem na prática política.

Para ficar mais claro, enquanto Geddel diz estar com Dilma, lideranças que o apoiam e até alguns de seus coordenadores de campanha têm verdadeira ojeriza à petista. Tome-se como exemplo o caso do coordenador da campanha geddelista no sul da Bahia, o ex-prefeito de Itabuna, Fernando Gomes. É Serra e não tem conversa.

É esse tipo de coisa que fez entrar água na estratégia de dois palanques para Dilma na Bahia. Hoje, a petista tem um palanque só: o de Jaques Wagner.

DILMA REAFIRMA APOIO A WAGNER E DESCARTA GEDDEL

A rápida passagem da presidenciável Dilma Rousseff (PT) por Salvador não foi boa para o ex-ministro Geddel Vieira Lima (PMDB). Há pouco, ela fez a sua escolha nessa reta final ao dizer que apoia a reeleição de Jaques Wagner ao governo baiano. E ressaltou que Geddel tem seu apoio, mas está mal nas pesquisas e a disputa se dá entre Wagner e o segundo colocado, Paulo Souto.

A entrevista deixou ainda mais evidente as suas diferenças com o candidato peemedebista baiano. Nos bastidores, a versão corrente é a de que Dilma não suporta Geddel.

Na visita ao estado para gravar cenas para o seu programa de tevê, a petista ainda abordou a crise na Casa Civil. Dilma disse que não foi sua a indicação do nome de Erenice Guerra para a sua sucessão no ministério, apesar da mídia insistir no contrário.

CARREATA

A coligação “A Bahia tem pressa” programou carreata em Itabuna para este sábado, 25, a partir das 10 horas da manhã. Segundo assessores do PMDB na cidade, a concentração será em frente ao Colégio da Polícia Militar, no bairro São Caetano.

Estão confirmadas as presenças do candidato do PMDB ao governo, Geddel Vieira Lima, além dos postulantes ao Senado, Câmara dos Deputados e Assembleia Legislativa pela coligação.

PESQUISAS

Marco Wense

Como andam as intenções de voto, aqui no sul da Bahia, principalmente nas cidades de Itabuna e Ilhéus, nos candidatos Jaques Wagner (PT), Paulo Souto (DEM) e Geddel (PMDB)?

Como não tem uma pesquisa registrada e publicada na imprensa, a confusão é geral, com cada partido dizendo que seu candidato está bem na frente do outro.

Uma coisa é certa: a vinda do presidente Lula para lançar a pedra fundamental da ferrovia Oeste-Leste e a autorização do serviço de duplicação da rodovia Ilhéus-Itabuna vai acrescentar uns pontinhos na cada vez mais provável reeleição de Wagner no primeiro turno.

MUTIRÃO

A justiça eleitoral, através da sua instância maior (TSE), em parceria com outros tribunais, tem que julgar todas as pendências que se encontram “sub judice”. É bom lembrar que daqui a dois anos teremos a sucessão municipal.

Do contrário, o lenga-lenga vai continuar: Fulano pode ser candidato hoje, amanhã não pode mais. Cicrano é ficha suja hoje, amanhã é ficha limpa. O pobre do eleitor, coitado, fica como cego em tiroteio.

O cidadão-eleitor-contribuinte, como diria o irreverente jornalista Eduardo Anunciação, ainda corre o risco de votar em um candidato que pode ter seu diploma cassado. Essa instabilidade prejudica o Estado democrático de Direito.

NA VITRINE

O ex-ministro-chefe da Casa Civil, José Dirceu, adora aparecer no noticiário político com declarações polêmicas. Essa doentia obsessão termina criando problemas para a campanha da candidata Dilma Rousseff.

Dirceu anda dizendo, só para citar um exemplo mais recente, que o PT vai ficar duas vezes mais forte com a eleição de Dilma. Insinua, nas entrelinhas, que o PMDB não terá os mesmos espaços que tem no governo Lula.

Agindo assim, em plena efervescência eleitoral, Dirceu cria uma perspectiva de que o relacionamento de Dilma com o pragmático PMDB será o pior possível. Suas intempestivas previsões só fazem alimentar o discurso da oposição de que Dilma terá dificuldades no trato com os partidos aliados e, principalmente, com o peemedebismo.

Além do PSDB, do DEM e das denúncias que pipocam por todos os lados, a campanha de Dilma tem o José Dirceu. O Zé inconsequente. O Zé incendiário.

PT versus PSDB

A coordenação política da campanha de Dilma Rousseff já decidiu que não vai entrar no jogo do PSDB de nivelar o processo eleitoral por baixo.

Algumas lideranças petistas, no entanto, contrariando a decisão já tomada, começam a defender o uso da reportagem da revista Carta Capital no horário eleitoral da televisão e do rádio.

A reportagem diz que a empresa Decidir.com, que tem como sócias Verônica Serra, filha do presidenciável José Serra, e Verônica Dantas, irmã do banqueiro Daniel Dantas, alvo de investigação pela Polícia Federal, suspeito de cometer vários crimes contra a economia, conseguiu ter acesso aos sigilos bancários de 60 milhões de brasileiros.

Sobre o assunto em tela, a inquestionável sabedoria popular costuma dizer duas coisas: 1) quem tem telhado de vidro não joga pedra no telhado do vizinho. 2) macaco não olha para o próprio rabo.

Marco Wense é articulista do Diário Bahia.

GEDDEL DEIXA PORTA ABERTA À REAPROXIMAÇÃO

"Volta, vem viver outra vez ao meu lado..."

Logo após o debate de ontem (19), na TV Aratu, o candidato do PMDB ao Governo do Estado, Geddel Vieira Lima, foi interpelado por jornalistas acerca da possibilidade de recompor com Jaques Wagner, caso um deles chegue à vitória.

A resposta de Geddel (“só não é possível recompor quando há ofensas pessoais”) foi interpretada como um discreto “sim” e sinaliza que o peemedebista já busca o caminho de retorno.

De acordo com o site Bahia Notícias, Geddel e Wagner tiveram uma conversa reservada ontem à noite, mas o que falaram não foi revelado à imprensa.

DATAFOLHA: WAGNER VAI A 53%; GEDDEL E SOUTO CAEM

Souto obtém 16% e Geddel, 11%

Pesquisa Datafolha divulgada nesta sexta-feira, 17, revela que o governador e candidato à reeleição Jaques Wagner (PT) subiu cinco pontos em relação ao levantamento do último sábado e agora atinge 53%, enquanto Paulo Souto caiu de 18% para 16% e Geddel Vieira Lima caiu de 14% para 11%. A pesquisa tem margem de erro de 3 pontos.

A vantagem de Wagner sobre o segundo colocado aumentou de 30 para 37 pontos percentuais e estaria reeleito no primeiro turno até sem considerar apenas os votos válidos. O levantamento foi feito nos dias 13 e 14 e ouviu 1.100 eleitores em 43 municípios baianos.

Luiz Bassuma (PV) e Marcos Mendes (PSOL) aparecem com 1%, cada. O percentual de indecisos é de 12% e o daqueles que pretendem votar em branco ou nulo atinge 5%. Os outros dois candidatos – Professor Carlos (PSTU) e Sandro Santa Bárbara (PCB) – não chegaram a 1% das intenções de voto.

De acordo com o Datafolha, Wagner cresceu sete pontos na pesquisa espontânea e atinge hoje 38%. Souto e Geddel oscilou para 7% e 6%, respectivamente. Desde o dia 21 de julho, Wagner cresceu nove pontos e Souto perdeu sete na pesquisa estimulada.

WAGNER ATIRA EM ADVERSÁRIOS EM RITMO DE ARROCHA

Depois de assimilar o golpe do “sai pra lá com essa preguiça”, de Geddel, a campanha de Wagner arranjou um jeitinho “povão” de enquadrar o adversário. E no ritmo do arrocha (eca!).

O “clip” é uma direta no ex-aliado Geddel Vieira Lima (PMDB). A letra diz que tem candidato que só sabe criticar, falar mal da Bahia e querer pongar no (apoio do) presidente Lula. “Vive de olho gordo// Não merece confiança”, reforça a letra. Acompanhe, no melhor estilo Casseta&Planeta.

IMBASSAHY E SERRA

Marco Wense

O presidenciável José Serra, do tucanato da Avenida Paulista, não aparece nos “santinhos” da maioria dos candidatos a deputado estadual e federal do Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB).

Serra tem um alto índice de rejeição na Bahia. Uma citação ao seu nome seria um tiro no próprio pé.  Alguns tucanos falam até em uma espécie de suicídio político, o que não deixa de ser certo exagero.

O que chama atenção, no entanto, é a propaganda de Antonio Imbassahy, candidato ao parlamento federal. O ex-prefeito de Salvador também deixa Serra de fora de suas propagandas, especificamente dos chamados “santinhos”.

Imbassahy é o presidente estadual do PSDB e o principal coordenador da campanha de José Serra na Bahia. De Imbassahy, portanto, não poderia esperar uma atitude semelhante a de candidatos de menor importância no processo político como um todo.

Vale lembrar que Jutahy Magalhães Júnior e o próprio Imbassahy são os dois políticos da Bahia mais cotados para assumir uma pasta ministerial em um eventual governo Serra. Depois desse chega-pra-lá na candidatura presidencial, Imbassahy perde a condição de “ministeriável”.

ESPERANÇOSOS

O comando estadual do PMDB, sob a batuta de Lúcio Vieira Lima, recorre ao crescimento do tucano Antonio Anastasia, candidato ao governo de Minas, para amenizar o pessimismo em relação a uma melhora de Geddel nas intenções de voto.

Anastasia estava na terceira posição nas pesquisas. Hoje, se encontra em situação de empate técnico com Hélio Costa (PMDB), o primeiro colocado. Os geddelistas, no entanto, esquecem que Anastasia tem um fortíssimo cabo eleitoral, o ex-governador Aécio Neves, que é uma espécie de Lula de Minas Gerais.

Geddel não tem cabo eleitoral com poder de transferência de votos. Outra esperança, totalmente inconsistente, é a de Almir Melo, secretário-geral do PMDB, quando diz que “existe um número grande de indecisos”.

Almir acredita que todos os indecisos vão terminar optando pela candidatura de Geddel. Não vai sobrar nem um pouquinho para o petista Jaques Wagner e, muito menos, para o democrata Paulo Souto.

O otimismo de Almir Melo – foi meu colega no curso de Direito da então Fespi, hoje Uesc (Universidade Estadual de Santa Cruz) – é impressionante. É, sem dúvida, o geddelista mais esperançoso do staff peemedebista.

Marco Wense é articulista do Diário Bahia.

OS AVISOS DAS PESQUISAS NA BAHIA

Do Tempo Presente, d´A Tarde

Pesquisas em série, como as que estão sendo feitas agora por Ibope, Datafolha e Vox Populi, são indicativos razoavelmente seguros das tendências dos humores do eleitorado.

Em 2006, por exemplo. De início, Paulo Souto tinha 62% caindo aos pouquinhos, mas sempre caindo. Wagner, ao inverso, sempre subindo. O resultado final foi imprevisto, mas a tendência estava explícita.

Em 2008 idem, idem com João Henrique.

Tinha uma rejeição de 64% e aceitação de 11%.

Confira as pesquisas: rejeição sempre baixando e a intenção subindo devargazinho, dentro da margem de erro, mas para cima.

E o que as de 2010 estão dizendo? Para o governo: Jaques saiu de 38% e estabilizou se em 49% na ponta de cima, e Geddel de 9 para 14, também cresce lentamente, enquanto Paulo Souto está descendo a ladeira devagar e sempre.

Senado: César Borges, que era absoluto nos seus 35% a 38%, está caindo (29% no Ibope de sexta) e embolou na disputa com a dupla Lídice e Pinheiro. Note-se que Zé Ronaldo, antes na faixa de 9%, subiu a 14% no Ibope, e Aleluia subiu de 7% para 11 no Datafolha.

A tendência pró-governistas é nítida. Dizem os oposicionistas que a circunstância é ditada pelo efeito Lula, mas o governo já botou todo o gás, e a ‘tempestade’ tende a amainar. Dizem os governistas que eles estão ganhando um jogo que ainda está sendo jogado e o placar pode aumentar.

GEDDEL, PMDB E SUCESSÃO

Marco Wense

A eleição de Jaques Wagner para o Palácio de Ondina, derrotando o governador Paulo Souto, candidato à reeleição pelo então Partido da Frente Liberal, o “saudoso” PFL, provocou uma reviravolta no cenário político.

Muitos prefeitos, carlistas de carteirinha, viraram Wagner desde criancinha. Alguns, no maior cinismo do mundo, disseram até que votaram no petista, que terminou liquidando a fatura logo no primeiro turno.

Com a vitória de Wagner, o PT pós-eleição só não ficou abarrotado de chefes de Executivo porque é o PT. Se abrisse a porta para qualquer um, o petismo estaria inchado, desfigurado e deformado.

Com receio de passar por um inevitável constrangimento, recebendo um “não” avermelhado como resposta para um pedido de filiação, os alcaides, de olho na sobrevivência política, procuraram o PMDB de Geddel Vieira Lima.

No PMDB, os gestores públicos estariam bem próximos do candidato eleito, já que a legenda, além de ter um peemedebista como vice-governador, seria contemplada com importantes cargos no primeiro escalão.

O PFL, atrás de uma nova roupagem, se transformou no DEM. Hoje, os democratas dão graças a Deus que ainda controlam 44 prefeituras. O PMDB, por sua vez, diz que comanda 116 Centros Administrativos.

Ao romper com o governador Wagner, o ex-ministro Geddel começa a sentir na própria pele o pragmatismo inerente ao peemedebismo. A debandada de prefeitos do PMDB para a campanha do candidato do PT é cada vez mais intensa e escancarada.

O ex-conselheiro do TCM, Otto Alencar, candidato a vice-governador na chapa da reeleição, com o intuito de jogar mais lenha na fogueira da infidelidade partidária, acredita ter arregimentado 100 prefeitos para Wagner.

É evidente que a debandada para o lado de Wagner não é porque sua barba é branquinha como a de Papai Noel. Toda essa corrida em direção ao petista é fruto da possibilidade de uma vitória no primeiro round.

Uma coisa é certa: o pragmatismo do PMDB continua fazendo bons alunos. O feitiço vira contra o feiticeiro. A criatura contra o criador. Ninguém quer ficar de fora das benesses do poder.

PÉSSIMO EXEMPLO

George Gurgel apoia a decisão do Partido Popular Socialista de Ilhéus (PPS) de colocar a legenda a serviço de Augusto Castro, candidato do PSDB a deputado estadual.

Se Gurgel fosse um simples filiado do PPS, tudo passaria despercebido. Ninguém, muito menos a imprensa, especificamente os analistas políticos, estaria comentando sobre um tal de Gurgel e sua preferência política.

O Gurgel, no entanto, não é, digamos, um Gurgel qualquer. Um simples filiado do PPS. O Gurgel é o presidente estadual da legenda. É a maior autoridade do PPS na Bahia.

Mas o Gurgel, dando uma explícita demonstração de que outros interesses estão acima do PPS, resolveu ficar do lado do diretório municipal em detrimento do ex-vereador César Brandão, candidato do partido ao parlamento.

Um presidente que detona uma candidatura do próprio partido e empurra a legenda para apoiar um candidato de outra agremiação partidária é “persona non grata”. Não tem mais condições de presidir o PPS.

Marco Wense é articulista do Diário Bahia.

WAGNER VAI A 48% E SOUTO CAI PARA 18% NO DATAFOLHA

Geddel cresce 3 pontos e vai a 14%

Pesquisa Datafolha divulgada na edição da Folha deste sábado mostra que aumentou para 30 pontos a vantagem do governador Jaques Wagner (PT) sobre o segundo colocado, o ex-governador Paulo Souto (DEM). O petista tem 48% das intenções de voto e o democrata, 18%. Geddel Vieira Lima (PMDB) aparece agora com 14%.

Neste cenário, Wagner estaria reeleito no primeiro turno. Geddel e Souto estão empatados, tecnicamente. Em relação à última pesquisa, Wagner oscilou de 47% para 48% e Souto perdeu cinco pontos (tinha 23%), enquanto Geddel saiu de 11% para 14%.

Tanto o ponto ganho pelo governador como o crescimento do ex-ministro peemedebista estão dentro da margem de erro da pesquisa (três pontos percentuais).

A pesquisa aferiu que 13% estão indecisos e 5% dos consultados pretendem votar em branco ou nulo soma. Na espontânea (quando o eleitor diz em quem pretende votar sem que lhe apresentem cartela com os nomes dos candidatos), Wagner tem 31%, Souto 8% e Geddel, 7%.

No queisto rejeição, 32% dos eleitores consultados disseram que não votariam em Paulo Souto. 21% rejeitam a ideia de votar em Geddel. A rejeição de Wagner é de 15%.

EMPATE NA DISPUTA AO SENADO

A pesquisa Datafolha aferiu situação de empate técnico na disputa ao Senado Federal. César Borges (PR) aparece com 31%, mas é perseguido por Lídice da Mata (PSB), que cresceu seis pontos e aparece com 28%, e Walter Pinheiro (PT), com 26%.

Em relação à última pequisa Datafolha, Pinheiro cresceu cinco pontos percentuais. Assim como na disputa ao governo do estado, a margem de erro no levantamento ao Senado é de três pontos.

Confira também os resultados da pesquisa Ibope/Rede Bahia
IBOPE NA BAHIA: A NOVIDADE É A QUEDA DE PAULO SOUTO
EMBOLA DISPUTA AO SENADO NA BA, DIZ IBOPE

IBOPE NA BAHIA: A NOVIDADE É A QUEDA DE PAULO SOUTO

– Wagner mantém 49% de intenções de voto
– Souto cai e empata com Geddel: 15% a 12%

Na terceira pesquisa Ibope/Rede Bahia divulgada há pouco, o governador Jaques Wagner (PT) aparece com os mesmos 49% do levantamento anterior, do dia 27 de agosto.  Paulo Souto (DEM) caiu de 18% para 15% e ficou em situação de empate técnico com Geddel Vieira Lima (PMDB), com 12%. A margem de erro é de três pontos percentuais.

O levantamento traz ainda Bassuma (PV) e Marcos Mendes (PSOL) com 1%, cada. Os demais candidatos não pontuaram. O Ibope ouviu 1.512 eleitores, de 7 a 9 de setembro na Bahia. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o protocolo 36.975/2010. É de 7% o percentual de eleitores que pensam em votar branco ou nulo. 16% se dizem indecisos.

REJEIÇÃO

O levantamento do Ibope apurou ainda que o governador Jaques Wagner é dono da menor rejeição. Apenas 13% dos baianos não votariam no petista. O ex-governador Paulo Souto tem 25% de rejeição.

Bassuma é rejeitado por 23% dos eleitores, seguido de Carlos Nascimento (PSTU) – 17%. O peemedebista Geddel Vieira Lima é reprovado por 16% dos eleitores, assim como Sandro Santa Bárbara (PCB). 15% não votariam em Marcos Mendes (PSOL). 15% não rejeitam nenhum candidato e 19% não sabem.

WAGNER PERDEU QUASE 9 MINUTOS NA TV

Por decisão do juiz Rui Brito, do TRE-BA, o governador Jaques Wagner (PT) perdeu 8 minutos e 40 segundos no programa eleitoral na TV nesta segunda-feira, 06. A punição resultou de representações dos candidatos Geddel Vieira Lima (PMDB) e Paulo Souto (DEM).

Os adversários do petista alegaram que ele usou, em benefício próprio, o tempo da propaganda destinado às coligações proporcionais.

PGE OPINA PELA LIBERAÇÃO DA CANDIDATURA DE OTTO ALENCAR

Se acumula algumas derrotas no Tribunal Regional Eleitoral (TRE) nesta segunda-feira, com a perda de aproximadamente 8 minutos do tempo de tevê, o governador Jaques Wagner terá pelo menos um motivo para sorrir:  a Procuradoria-Geral Eleitoral (PGE) opinou pelo registro de candidatura de Otto Alencar (PP), vice na chapa do “Galego”.

A coligação “A Bahia tem pressa”, do PMDB do ex-ministro Geddel Vieira Lima, havia entrado com recurso no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra acórdão do TRE, e pediu que fosse negado o registro a Otto.

A PGE assim não entendeu e deu parecer favorável ao candidato a vice, por não ter nada que caracterizasse dupla filiação.

O imbróglio começou quando Otto assumiu cargo de conselheiro do Tribunal de Contas dos Municípios (TCM), mas não havia dado baixa em sua filiação ao PR do senador César Borges. Mas a desfiliação seria automática, para que assim o conselheiro pudesse assumir o cargo no tribunal.

Neste ano, ele decidiu pela sua filiação ao PP e, assim, concorrer ao Senado. Borges foi um dos primeiros a manifestar interesse na derrubada das pretensões de Otto, que acabou candidato a vice, alegando a dupla filiação. As ações movidas tanto na justiça de Ruy Barbosa quanto em Salvador foram julgadas favoravelmente ao candidato a vice na chapa petista.

O parecer da Procuradoria-Geral, liberando a candidatura de Otto Alencar, já foi entregue à ministra-relatora, Cármem Lúcia, segundo afirmou ao Pimenta o advogado Sidney Neves.

TRABALHA, RAPAZ

Avenida Juracy Magalhães, 12h45min de sexta-feira, 3, um carro de som da campanha do peemedebista Geddel Vieira Lima ecoava, no mais alto volume e mixado:

– Folgado. Trabalha, rapaz!

Era um recadinho direto para um cidadão, jeitão e voz de papai noel, que vinha logo atrás, em carreata. Quem? Ele, Sir Jaques Wagner, governador da Bahia, a quem Geddel provoca na televisão com o “Sai pra lá com essa preguiça…”.

Nem é preciso dizer que o carro de som acelerou a mais de cem por hora com a proximidade do Galego. E sob vaias. Não sem antes largar outra: – Mamaram tanto e ainda querem continuar…

DEBANDADA GERAL

Newton Lima foi dar as boas-vindas a Wagner, mas Ângela chegou antes (foto Clodoaldo Ribeiro)

A estagnação do desempenho de Geddel Vieira Lima (PMDB) nas pesquisas tem feito os aliados perderem o respeito pelo candidato ao governo baiano. Quem estava pessoalmente inclinado a apoiar Jaques Wagner (PT), mas se continha em função de imposições partidárias, já não tem mais nenhum receio de declarar voto no Galego.

Nesta semana, dois casos emblemáticos: o deputado estadual Capitão Fábio, do PRP, que anunciou seu apoio a Wagner e ainda trocou “gentilezas” com o presidente estadual do PMDB, Lúcio Vieira Lima; e a deputada Ângela Sousa (PSC), que hoje foi receber Wagner no aeroporto de Ilhéus, antes da carreata do petista. 

Há alguns meses, a executiva estadual do PSC chegou a dizer que negaria a legenda a quem não apoiasse Geddel. Agora, com os números desfavoráveis ao peemedebista, parece que a pressão afroxou.

UMA RELAÇÃO COMPLICADA

Não são boas as relações entre o candidato do PMDB ao governo da Bahia, Geddel Vieira Lima, e a família Veloso (Raymundo, o deputado federal, e seu filho Márcio, que disputa cadeira na Assembleia).

Segundo informações obtidas pelo Pimenta, Geddel nunca tolerou o filho do deputado, mas quando a coisa saiu do mero terreno da antipatia pessoal e se tornou um boicote às candidaturas dos Veloso, aí o bicho pegou.

Pai e filho até aceitariam a birra do cacique peemedebista, desde que não faltasse “combustível” nas suas campanhas.

A DISPUTA NA BAHIA

Uma conferida nos dados das pesquisas Datafolha dos finais de julho (de 20 a 23) e agosto (dias 23 e 24) na Bahia revelam dados interessantes:

– O governador Jaques Wagner (PT) ganhou cinco pontos percentuais nas intenções de voto entre aqueles que recebem até dois salários mínimos (saltou de 41% para 46%) no período, enquanto o democrata Paulo Souto oscilou um (24% para 23%). Geddel Vieira Lima caiu de 13% para 11% nesta faixa do eleitorado.

– Na faixa de dois a cinco salários mínimos, Wagner cresceu seis pontos (46% para 52%), Souto perdeu dois (24% para 22%) e Geddel caiu quatro (17% para 13%).

– Entre os eleitores que recebem acima de cinco salários, se dá uma evolução de Souto (15% para 22%), queda de Wagner (60% para 47%)  e ganho de três pontos para Geddel (8% para 11%).

Olhando assim, pode-se concluir que os eleitores mais “gelatinosos” encontram-se no topo da pirâmide, ao contrário do que se podia imaginar e do que tentava fazer crer a oposição. Teoricamente, os eleitores de menor renda seriam mais suscetíveis aos efeitos da propaganda governamental.

A propaganda institucional acabou – começou a eleitoral – e o que aconteceu, com base nesses números, foi uma evolução das intenções de voto de Wagner na faixa do eleitorado de menor renda. É justamente essa a que possui um número bem maior de votantes. Na outra ponta é que ocorreu o “fenômeno”. Para azar dos adversários do Galego.

FÁBIO ABANDONA GEDDEL E FICA COM WAGNER

Fábio dá novo "um a zero" em Geddel.

O deputado estadual Capitão Fábio (PRP) andava mudinho em relação ao seu candidato a governador no pleito de 2010. Não está mais. Agora, escancarou de vez:

– As pessoas reconhecem que Jaques Wagner vem promovendo grandes transformações na Bahia e sabem que o segundo mandato será ainda melhor.

Sem medo de ser feliz, o deputado promete participar das carreatas de Wagner em Ilhéus e Itabuna, na próxima sexta-feira (3). A carreata em Ilhéus está prevista para as 10 horas. E às 15 horas em Itabuna.

Em tempo: o partido de Capitão Fábio, o PRP, pertence ao arco de alianças da candidatura ao governo do peemedebista Geddel Vieira Lima. Resta saber qual será a reação de Geddel, traído na sucessão municipal em 2008.

GEDDEL DE OLHO NA DUPLA MELO

É atribuída à dupla Almir Melo e Almir Melo Jr. a lambança que jogou chopp na festa que se pretendia para o peemedebista Geddel Vieira Lima, no sábado (28), quando o candidato ao governo fez carreata em Ilhéus.

No afã de promover a candidatura do filho, o ex-prefeito canavieirense Almir Melo tratou de arranjar as melhores posições para os carros e um minitrio plotados com o nome de Júnior, além de desviar a carreata do percurso definido pela organização. Resultado: bagunçou o evento e fez muita gente desistir no meio do caminho.

Conta-se que Geddel chegou com pouco mais de 100 carros ao Teotônio Vilela. Irritado com a dupla Melo e um homem de prenome Alexandre, assim mesmo discursou para o público.

A lambança da família Melo, aliás, deixou os demais organizadores, Renato Costa, Benito Gama, Veloso e Márcio Veloso, pês da vida. Não faltaram xingamentos e discussões de “alto nível” por conta das trapalhadas.

LOCUTOR ATRAPALHADO

Comício do PMDB no último sábado em Ibirataia. Geddel Vieira Lima, candidato ao Governo do Estado, já tinha passado por Ilhéus e Ipiaú, onde participou de carreatas. O peemedebista só não imaginava que, após uma jornada cansativa, encontraria um locutor que lhe tiraria o humor.

 Segundo o blog Políticos do Sul da Bahia, o locutor anunciava as lideranças políticas presentes, todo animadinho, quando, meio que desavisado, ou de repente traindo alguma predileção, convocou o povão a votar no “time de Wagner”.

Depois do vacilo, que deixou os irmãos Vieira Lima com cara de pouquíssimos amigos, o locutor foi convidado a retirar-se do palanque. E despareceu.








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