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:: ‘Geddel’

JOÃO E O PÉ-NA-BUNDA DE GEDDEL

Do site Por Escrito

A “situação da deputada Maria Luiza”, conforme palavras do deputado Geddel Vieira Lima ao site Bahia Notícias, não é suficiente para justificar o afastamento político entre ele e o prefeito João Henrique, a quem, nos bastidores, o ex-ministro reserva palavras e conceitos muito pouco amigáveis.

A situação referida seria o fato de a primeira-dama de Salvador e candidata à reeleição estar fazendo ostensiva dobradinha com o deputado ACM Neto, mas o que está deixando Geddel realmente incomodado é a disposição do prefeito de apoiar Neto para seu sucessor em 2012.

Sem muito vínculo com a lealdade, João despreza o político que o tirou do caminho do ostracismo para lhe dar mais quatro anos de poder e acredita que os quase 60% dos votos que obteve aliado ao carlismo no segundo turno de 2008 garantirão a eleição do próximo prefeito.

Leia essa e outras

GEDDEL “SE VIRA NOS TRINTA”

Ter o maior tempo no horário eleitoral e usá-lo em intensa artilharia contra o governador Jaques Wagner não ajudou o peemedebista Geddel Vieira Lima a evoluir nas pesquisas de intenção de voto. Por isso, a pouco mais de 30 dias para a eleição, o candidato tenta conquistar o eleitor em sucessivas viagens pelo interior baiano.

Neste fim de semana, a maratona de Geddel incluiu carreatas em Ilhéus, Itajuípe e Ipiaú, além de carreata e comício em Ubatã e Ibirataia. A programação deve ficar ainda mais apertada a partir desta semana, quando os candidatos entram na reta final da campanha.

Vale destacar que as últimas pesquisas de intenção de voto indicam grande possibilidade de que o atual governador se reeleja no primeiro turno.

SOUTO CAI SETE PONTOS, DIZ VOX POPULI

O principal dado que a nova pesquisa Vox Populi traz, na edição d´A Tarde deste domingo, é a queda abrupta do ex-governador Paulo Souto (DEM). Ele tinha 24% das intenções de voto na pesquisa feita no início deste mês (7 a10 de agosto) e caiu agora para 17% (21 a 23 de agosto). O que explicaria essa queda?

O governador Jaques Wagner ganhou dois pontinhos, saindo de 45% para 47%. O ex-ministro Geddel Vieira Lima (PMDB) também engordou em dois pontos percentuais, foi de 9% para 11%. Todos os números serão conferidos ainda nesta manhã de domingo, 29. A pesquisa Vox Populi foi encomendada pelo principal diário baiano.

WAGNER AMPLIA VANTAGEM TAMBÉM NO IBOPE

O governador Jaques Wagner (PT) subiu de 46% para 49% das intenções de voto na pesquisa Ibope/Rede Bahia, divulgada há pouco no BA-TV (veja a pesquisa anterior).

O ex-governador Paulo Souto oscilou negativamente um ponto e caiu para 18%. O peemedebista Geddel Vieira Lima saiu de 11% para 12%.

(Confira aqui os números do Datafolha)

A pesquisa foi realizada de 24 a 26 de agosto e ouviu 1.008 eleitores em toda a Bahia. A margem de erro é de três pontos percentuais. O levantamento ainda traz Bassuma (PV) com 1%. Votos brancos e nulos representam 7% e os indecisos são 12%

O Ibope também aferiu a rejeição dos candidatos. Paulo Souto tem 25% de rejeição; Bassuma, 19%; Geddel, 18%; e Santa Bárbara (PCB) aparece 14%.  Os candidatos com menor reprovação por parte do eleitorado são Wagner, Marcos Mendes (PSOL) e Professor Carlos (PSTU), com 12% cada um.

GEDDEL SOBRE LULA: “GOSTARIA QUE ELE ESTIVESSE ME APOIANDO”

O candidato a governador da Bahia pelo PMDB, Geddel Vieira Lima, disse que permanecerá “amigo” de Lula, embora o petista tenha feito opção eleitoral por Jaques Wagner na corrida ao Palácio de Ondina. Na praça Castro Alves, ontem, o presidente Lula pediu aos baianos a reeleição de Jaques Wagner em primeiro turno.

Numa entrevista concedida à Folha Online, Geddel disse entender a posição do presidente, afirma ser amigo de Lula e que continuará usando a sua imagem nos programas e inserções eleitorais no rádio e na televisão:

– Não tenho crítica a fazer a quem me deu a oportunidade de servir ao Brasil e à Bahia. Vejo com absoluta naturalidade Lula manifestar preferência por alguém de seu partido. Gostaria que ele estivesse me apoiando. Não podendo, fazer o quê? É a vida como ela é.

Nesta sexta, 27, saiu uma nova pesquisa Datafolha e o peemedebista ganhou um pontinho nas intenções de voto, saindo de 10% para 11%, enquanto Wagner ganhou mais dois e foi a 47% e Paulo Souto estabilizou em 23%. O queridinho de Lula seria reeleito em primeiro turno (confira).

REJEIÇÃO A SOUTO AUMENTA; WAGNER SERIA REELEITO NO 1º TURNO

Além da vitória do petista Jaques Wagner no primeiro turno, a pesquisa Datafolha sobre a sucessão baiana traz o principal adversário do governador com rejeição cinco pontos percentuais maior do que no levantamento anterior. 31% dos eleitores não votariam de jeito nenhum em Paulo Souto (DEM), enquanto 15% rejeitam Wagner.

O novo levantamento do Datafolha aponta Wagner com 47%, Souto com 23% e Geddel com 11%. Mas há uma tripla novidade na rabeira da pesquisa. Bassuma (PV), Professor Carlos (PSTU) e Sandro Santa Bárbara (PCB) têm 1% das intenções de voto, cada um. Marcos Mendes (PSOL) não pontua.

O percentual de indecisos é de 12% e o de eleitores que pretendem votar em branco ou nulo alcança 5%. A pesquisa “pega” efeitos da primeira e início da segunda semana do horário eleitoral gratuito no rádio e na tevê, mas foi feita antes da visita do presidente Lula a Salvador, ontem, quando defendeu a reeleição do petista.

SEGUNDO TURNO

Afora a pontuação dos “nanicos”, a pesquisa é boa para Wagner quando vista superficialmente. Ele ganhou dois pontos percentuais na estimulada em primeiro turno. Aguardemos os números totais e cruzamentos, além da espontânea.

Já na simulação de segundo turno, Wagner consegue impor uma diferença maior que a obtida na pesquisa divulgada há quase duas semanas. O governador saiu de 54% para 58% das intenções de voto. Souto caiu de 32% para 29%. A margem de erro do levantamento é de três pontos percentuais.

WAGNER AMPLIA VANTAGEM, DIZ DATAFOLHA

Pelo Facebook, a Folha antecipa que o mais recente levantamento do Datafolha, encomendado pelo jornal paulista, mostra o governador Jaques Wagner com 47% das intenções de voto e  o ex-governador Paulo Souto (DEM) com 23%. Geddel Vieira Lima (PMDB) vai a 11%. Por estes números, o petista seria reeleito no primeiro turno.

Os dados do levantamento serão publicados na edição da Folha desta sexta. O Datafolha ouviu 1.060 eleitores, de 23 a 25 de agosto. No último levantamento, Wagner aparecia com 45%, Souto com iguais 23% e Geddel pontuava com 10%.

TRE LIBERA “ACM DO PARAGUAI”

Coluna Raio Laser, Tribuna da Bahia

A coligação A Bahia tem pressa, liderada pelo ex-ministro Geddel Vieira Lima, recorreu ao TRE contra o termo ACM do Paraguai usado no programa de rádio da coligação do PT. Mesmo não fazendo alusão direta a Geddel, seus aliados resolveram entrar com um recurso no Tribunal para impedir a veiculação da frase. Reunido ontem, o Tribunal Regional Eleitoral da Bahia não aceitou o recurso peemedebista, concluindo não haver nada demais na frase.

LULA SOBRE GEDDEL: “ELE NÃO PERGUNTOU O QUE EU ACHAVA [DA CANDIDATURA]”

A mesma edição da Folha que traz os números da nova pesquisa sobre a sucessão presidencial (confira abaixo) revela quem é o queridinho de Lula na corrida à sucessão ao governo da Bahia.

A coluna Painel, bastante frequentada pelo ex-ministro Geddel Vieira Lima (PMDB), narra que Lula dá de ombros quando lhe falam da pressão peemedebista para recuar de sua presença no comício na praça Castro Alves, nesta quinta, às 19h, em Salvador, promovido por Wagner:

– Quando o Geddel decidiu ser candidato, ele não perguntou o que eu achava. E palpite sobre onde vou só a Marisa dá – teria dito o presidente Lula, segundo a Folha.

Ainda ontem, comentava-se nos bastidores da política baiana que a decisão do presidente e de Dilma em aparecer em conjunto no comício de Wagner em Salvador foi embalado pelas pesquisas. Elas, em geral, apontam que mais de 60% dos eleitores de Geddel Vieira Lima têm como preferência o tucano José Serra na disputa pela presidência da República. Ou seja, Dilma pouco lucra. Geddel pontua com 9% ou 10% das intenções de voto, a depender das pesquisas (Datafolha ou Vox Populi, por exemplo).

O “HERMANO” GEDDEL

O deputado federal e candidato ao Senado, Walter Pinheiro (PT), aproveitou uma ação do PMDB para “zoar” Geddel Vieira Lima. A coligação do peemedebista acionou a coligação de Wagner, no Tribunal Regional Eleitoral, para que seja retirado do ar um comercial de tevê. O material insinua que Geddel (e o senador César Borges, acrescentemos) é do time do Lula apenas por circunstância. Uma camisa da Seleção Brasileira é lavada e se revela… argentina. Confira.

GEDDEL E SOUTO JOGAM WAGNER NA DEFENSIVA

Se vai dar resultado, só as urnas vão dizer. Certo é que a oposição bate duro na segurança pública na Bahia em tempos de Jaques Wagner (PT). De Geddel (PMDB) a Paulo Souto (DEM), o uníssono é que houve uma disparada da violência no estado.

Mas no programa que foi ao ar, há pouco, o peemedebista Geddel Vieira Lima focou os ataques tanto em Wagner como Paulo Souto, atribuindo aos dois a evolução da criminalidade em terras baianas.

E logo após Geddel criticar Paulo Souto e Wagner, aparece o presidenciável tucano José Serra afirmando que a violência na Bahia cresceu muito nos últimos anos. Pela sequência, acabou sobrando para o patrono de Serra na Bahia, o ex-governador democrata.

Wagner apareceu na sequência, repetição do programa de segunda à noite, assegurando que investiu R$ 2,1 bilhões a mais em segurança do que o seu antecessor e novamente adversário nas urnas. O tempo do petista foi quase integralmente destinado ao tema, salvo chamado para comício com Lula e Dilma, amanhã, às 19 horas, na praça Castro Alves.

Por enquanto, a oposição jogou o governador na defensiva e ditou o roteiro dos programas nesta semana, tal a intensidade dos ataques tanto no horário eleitoral como nas inserções ao longo das grades das emissoras de rádio e televisão.

PRIVILÉGIOS DE FILHO BIOLÓGICO

Da coluna Tempo Presente (A Tarde):

Lula apareceu no horário eleitoral não só pedindo votos para o governador Jaques Wagner, mas também dizendo tratar-se do melhor entre os petistas no Brasil.

Ontem, também no horário eleitoral, pediu votos para a dupla Lídice e Pinheiro, que disputa o Senado. E quinta estará aqui no comício de Wagner. Isto é muito mais do que o “carinho” que Geddel diz não postular. É apoio ostensivo, uma opção preferencial declarada, partindo justamente do detentor da popularidade que em 2006 foi capital para a vitória de Wagner e agora influencia decisivamente o cenário nacional.

Objetivamente, Lula desdenha Geddel e César Borges. Talvez por achar que no contexto atual (pelo que dizem as pesquisas aqui e alhures), os cuidados que parecia mostrar antes já não tenham importância cabal.

É a tal história do filho biológico com todos os privilégios e o adotivo de lado.

LULA, WAGNER E GEDDEL

Marco Wense

O presidente Lula, de olho na eleição de Dilma Rousseff, vai evitar qualquer tipo de atrito com o PMDB, que tem Michel Temer, comandante nacional da legenda, como candidato a vice na chapa encabeçada pela ex-ministra da Casa Civil.

Geddel Vieira Lima é o candidato do PMDB ao governo da Bahia. Portanto, qualquer atitude de Lula a favor do petista Jaques Wagner, que busca o segundo mandato para o Palácio de Ondina, pode causar transtornos para a campanha de Dilma.

Nos bastidores, o popular presidente admite um apoio aberto a Wagner se o candidato do DEM, Paulo Souto, crescer nas pesquisas a ponto de ameaçar uma vitória do PT no primeiro turno.

Uma maior participação do presidente só aconteceria com a estagnação da candidatura de Geddel. Se o peemedebista não atingir 15 pontos nas pesquisas de intenções de voto, até a segunda quinzena de setembro, Lula entra de corpo e alma na campanha de Wagner.

Se houver um segundo turno com Wagner e Souto, o presidente aposta no apoio de Geddel ao petista. Não acredita na hipótese do seu ex-ministro apoiar o candidato do DEM, partido que elegeu como principal adversário na eleição de 2010.

BOLA DA VEZ

Os comunistas do PC do B de Itabuna, incluindo aí todos os membros do diretório municipal, são unânimes na opinião de que a bola da vez é Davidson Magalhães, diretor-presidente da Bahiagás.

O assunto é a sucessão do Capitão Azevedo, candidato a um segundo mandato via instituto da reeleição. Vale ressaltar que Davidson está animado com a possibilidade de sair candidato a prefeito de Itabuna.

Os petistas, principalmente os geraldistas, não acreditam no lançamento da candidatura do ex-vereador. Acham que tudo não passa de mais uma “brincadeirinha”, já que o PCdoB costuma lançar pré-candidato para depois negociar o cargo de vice-prefeito.

E por falar em candidatura própria, um conhecidíssimo médico pode sair candidato a prefeito pelo PDT. Só espera uma mudança no comando municipal da legenda brizolista, hoje atrelada ao chefe do Executivo, o democrata José Nilton Azevedo (DEM).

Marco Wense é articulista do Diário Bahia.

LULA E DILMA EM SALVADOR NA 5ª

O presidente Lula e a candidata à sua sucessão Dilma Rousseff (PT) estarão em Salvador na próxima quinta-feira, 26. Junto com o governador e candidato à reeleição, Jaques Wagner, farão comício na praça Castro Alves, às 19h. Será a primeira visita da presidenciável à Bahia após o início oficial da campanha política.

SOUTO ARRECADA MAIS QUE WAGNER E GEDDEL

As prestações de contas, parciais, dos candidatos a governador da Bahia revelam que o democrata Paulo Souto foi quem mais arrecadou até aqui. Ele amealhou R$ 2.153.335,63 até o início de agosto, conforme declaração ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

O governador Jaques Wagner (PT) vem em segundo. Arrecadou R$ 1.825.000,00. Geddel (PMDB) captou R$ 1.415.035,42. Já o “verde” Luiz Bassuma declarou receita de R$ 62 mil. Os demais candidatos não informaram receita.

WAGNER BATE PAULO SOUTO TAMBÉM NO 2º TURNO POR 54% A 32%, DIZ DATAFOLHA

54% a 32%: Souto perderia para Wagner.

O Datafolha testou na pesquisa sobre a sucessão baiana um cenário provável de segundo turno entre Jaques Wagner (PT) e o ex-governador Paulo Souto (DEM). Pesquisou, mas não divulgou no último final de semana.

Conforme relatório acessado pelo Pimenta, Jaques Wagner pontuou com 54% das intenções de voto no embate de segundo turno contra Paulo Souto, dono de 32% das intenções, conforme o Datafolha.

Em relação ao primeiro turno, Wagner e Souto ganham nove pontos percentuais de intenções de voto, cada um. 5% votariam em branco ou nulo. Neste cenário, existem 8% de indecisos

A pesquisa também confirma aquilo que está na boca de quem conhece os bastidores da política baiana. Se houver um segundo turno e mesmo que o peemedebista Geddel Vieira Lima anuncie apoio a Wagner, 60% dos eleitores fiéis ao PMDB votarão em Paulo Souto (DEM). 31% ficariam com o governador.

REJEIÇÃO A GEDDEL AUMENTA 5 PONTOS

Geddel sofre com rejeição (Foto Pimenta-30.08.08).

A pesquisa do Datafolha mostrou queda na rejeição de Paulo Souto (29% caiu para 26%) e Wagner (16% caiu para 15%). Na outra ponta, cresceu o percentual de eleitores que não votariam em Geddel Vieira Lima (18% subiu para 23%), aumento de cinco pontos percentuais.

Pior: na intenção de voto espontânea, tanto Paulo Souto como Wagner cresceram (dentro da margem de erro de 3 pontos percentuais), mas Geddel patinou. Wagner saiu de 25% para 28% de intenções de voto, Souto de 7% para 8% e Geddel estacionou nos 5%.

PT É O PREFERIDO DE 30% DOS BAIANOS

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OS NÚMEROS (ANTIGOS) E ATUAIS DO DATAFOLHA

Da coluna Tempo Presente, d´A Tarde

Pesquisa do Datafolha, 22 de dezembro de 2009: Wagner 39%, Souto 24 e Geddel 11.

Pesquisa do Datafolha, 13 de agosto de 2010: Wagner 45%, Souto 23 e Geddel 10.

Noutras palavras, de lá para cá, a única coisa que mudou foi Wagner subir.

E se algo vai mudar daqui até a eleição, terá sido por obra e graça do horário eleitoral no rádio e na tevê, que começa terça.

SUCESSÃO ESTADUAL

Marco Wense

OS CONCORRENTES: Souto, Wagner e Geddel (Foto Google).

Paulo Souto e Geddel Vieira Lima, respectivamente candidatos ao governo da Bahia pelo DEM e PMDB, tem a mesma opinião em relação ao horário eleitoral que começa no próximo dia 17.

O ex-governador e o ex-ministro acham que vão crescer nas pesquisas de intenção de voto com o início da propaganda no rádio e na TV. Geddel diz que vai se aproximar de Souto, que, por sua vez, diz que vai se afastar mais ainda do peemedebista.

As últimas consultas populares, incluindo a do instituto Datafolha, apontam o candidato do PT, Jaques Wagner (reeleição), na dianteira. E mais: seria reeleito logo no primeiro round.

A turma de Wagner também acha que o ex-ministro das Relações Institucionais do governo Lula, que passou incólume pelo escândalo do mensalão, vai crescer nas pesquisas.

Como é improvável que Wagner, em um eventual segundo turno, fique de fora da disputa pelo Palácio de Ondina, a briga entre Souto e Geddel promete muitas emoções e, quem sabe, a depender do andar da carruagem, uma troca de farpas.

Souto versus Geddel. A expectativa fica por conta de quem vai dar a primeira alfinetada no esperado horário eleitoral.

DOBRADINHAS

O já descrente eleitor fica sobressaltado com as tais das “dobradinhas” que aparecem em época eleitoreira e, depois, como num passe de mágica, desaparecem para sempre.

Aliás, a “dobradinha” mais esperta da eleição de 2010 é, sem dúvida, a que Geraldo Simões fez com Ângela Souza (PSC).  A deputada, que busca sua reeleição para o Parlamento estadual, vai apoiar o petista em Ilhéus.

O petista, no entanto, além de não pedir um só voto para Ângela no seu principal reduto, que é Itabuna, não faz nenhum esforço para que geraldistas ilheenses votem na candidata evangélica.

É a dobradinha do “toma-lá” sem o “dá-cá”. Da ingenuidade enfrentando a esperteza.

FERNANDO GOMES

Se não fosse José Serra, a chapa completa do ex-prefeito Fernando Gomes seria a mesma de Geddel, candidato ao governo da Bahia pelo Partido do Movimento Democrático Brasileiro, o pragmático PMDB.

O ex-prefeito de Itabuna e o ex-ministro da Integração Nacional vão votar em Renato Costa (deputado estadual), Lúcio Vieira Lima (federal), os dois senadores da chapa majoritária e o próprio Geddel para o cobiçado Palácio de Ondina.

O voto diferente fica por conta da sucessão presidencial, já que Geddel vota na petista Dilma Rousseff e Fernando Gomes no tucano José Serra.

Marco Wense é articulista do Diário Bahia.

PMDB FAZ CORPO MOLE PARA DILMA

Nos muros de Marco Brito, o nome da candidata do PT não entra

Embora procure a todo custo (até o momento sem muito sucesso) colar sua imagem à do governo Lula, o PMDB da Bahia não se dedica à campanha da petista Dilma Rousseff.

Grande parte dos 115 prefeitos pertencentes ao partido no Estado está fazendo campanha somente para Geddel e seus candidatos ao Senado, além dos postulantes a vagas na Câmara dos Deputados e na Assembleia Legislativa pela coligação liderada pelo PMDB. Para Dilma, nada.

Esse fato não é peculiaridade baiana. No Rio Grande do Sul, o PMDB liderado por José Fogaça e inimigo ferrenho do PT no Estado também não se empolga com a campanha dilmista.

Na Bahia, entre os muitos casos, pode ser citado o do ex-prefeito de Itororó, Marco Brito (PMDB). Ele autorizou a pintura de seus muros com propaganda eleitoral, mas determinou que “esquecessem” o nome da candidata de Lula.

“Amigos” do ex-prefeito já fotografaram a propaganda e mandaram o material até para Michel Temer, o peemedebista que é vice de Dilma.

DATAFOLHA DÁ, NOVAMENTE, WAGNER REELEITO

– Instituto não divulgou cenário de 2º turno

Jaques Wagner (PT) cresceu um ponto percentual, Paulo Souto (DEM) estabilizou e Geddel Vieira Lima (PMDB) caiu três pontos na nova pesquisa Datafolha, realizada de 9 a 12 de agosto. O levantamento aponta Wagner reeleito no primeiro turno.

O governador tem 45% das intenções de voto contra 23% de Paulo Souto e 10% de Geddel Vieira Lima. Luiz Bassuma (PV) aparece com 1% e os demais candidatos não pontuaram. O petista tem 11 pontos percentuais a mais que a soma das intenções de votos dos seus adversários (45% contra 34%).

Brancos e nulos somam 5% e o percentual de indecisos é de 14%, percentuais idênticos ao do último levantamento. Foram ouvidas 1.072 pessoas. A margem de erro é de três pontos percentuais.

Curiosamente, e apesar de Wagner liderar abaixo dos 50%, o Datafolha não divulgou o cenário de segundo turno em que se confrontam o governador e Paulo Souto.

CACÁ FECHA COM GEDDEL

Em 2006, o empresário Cacá Colchões (PR) se lançou candidato a deputado federal e saiu das urnas como campeão de votos em Ilhéus. Uma festa. Mas não quis repetir a experiência, afinal, não se elegeu pois faltou capilaridade, votos em outras localidades. Caiu fora da disputa eleitoral em 2010 para a Câmara Federal, mas está à caça de votos para a Assembleia Legislativa.

No final de semana, e após ameaçar ciscar em outro terreiro, Cacá fechou com Geddel Vieira Lima. E apoiará o peemedebista para o governo da Bahia.

“NÃO DÁ MAIS PARA ELEGER ACM. SE ELE APARECER NA URNA, É ENCOSTO”

A frase acima foi “cometida” por Rafinha Bastos, um dos apresentadores do humorístico da Band, Custo o Que Custar (CQC), nesta noite de segunda-feira, 9. O programa que foi ao ar inaugurou o quadro Quem quer ser governador, com todos os candidatos ao governo da Bahia. Sandro Santa Bárbara (PCB) não pôde participar, alegando motivos pessoais.

Wagner, Bassuma, Geddel, Souto, Mendes e Professor Carlos participaram. Os candidatos a autoridade-mor da boa terra responderam a várias perguntas de conhecimentos gerais sobre a Bahia, feitas por Felipe Andreoli.

Da bancada, Rafinha Bastos largou: “Atenção, pessoal da Bahia. Não dá mais para eleger o Antônio Carlos Magalhães. Se ele aparecer na urna eletrônica, é encosto”.

Aperte o play e confira quem se saiu melhor na parada.








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