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:: ‘Geddel’

AZEVEDO E OS CANDIDATOS

Marco Wense

Azevedo: homem de muitos homens.

Uma coisa é certa: o prefeito de Itabuna, José Nilton Azevedo (DEM), vai ter seus candidatos a presidente da República, governador, Senador (dois nomes), deputado federal e estadual. O democrata não vai votar em branco e nem anular o voto.

Outra coisa, também certa, é que ninguém sabe o que passa pela cabeça do chefe do Executivo.  A regra, portanto, é o mistério. A exceção, pelo andar da carruagem, é que Azevedo não vai votar em Paulo Souto para o cobiçado Palácio de Ondina.

E aí vem logo a perguntinha sobre a fidelidade partidária, se alguma represália pode acontecer em decorrência do apoio do alcaide a um candidato – Jaques Wagner (PT) ou Geddel (PMDB) – de outro partido.

Não vai acontecer nada. Nada mesmo. Salvo se Souto ganhar a eleição e, como consequência, não mandar um só centavo para os dois últimos anos do governo do Capitão, assim como fez o então governador César Borges com o então prefeito Geraldo Simões.

Em relação ao Parlamento federal, o nome mais cotado para receber o disputado apoio do prefeito, é o de Luiz Argôlo, do PP do ex-prefeito de Ilhéus, Jabes Ribeiro, que sonha com o cargo de secretário de Estado em um eventual segundo mandato de Wagner.

O apoio do prefeito Azevedo a Luiz Argôlo, que não tem nenhum vínculo com o sul da Bahia, em que pese seu esforço para trazer verbas federais para o município, abre a porta para que o democrata escolha um deputado estadual da Região, mais especificamente de Itabuna.

Não fica bem apoiar dois candidatos – federal e estadual – de fora, como se Itabuna não tivesse nomes dignos e competentes para assumir uma cadeira na Assembleia Legislativa do Estado.

O médico Renato Borges da Costa, do PMDB do ex-ministro Geddel Vieira Lima e presidente do diretório municipal, é o que tem mais chance de receber o importante apoio do prefeito do centenário.

Alguns renatistas, considerados como bem próximos do candidato, defendem até uma contrapartida ao apoio do chefe do Executivo. Ou seja, Renato Costa apoiaria a reeleição do prefeito-capitão na sucessão de 2012.

Marco Wense é articulista do Diário Bahia.

DATAFOLHA: WAGNER GANHARIA NO 1º TURNO

Governador tem 44% e adversários, juntos, 38%

Wagner bate Souto e Geddel, juntos, no Datafolha (Foto Google).

A Folha de São Paulo divulgou neste sábado (24) o resultado do mais novo levantamento feito pelo Datafolha sobre a sucessão baiana. Candidato à reeleição, o governador Jaques Wagner ganharia no primeiro turno, segundo o instituto de pesquisa.

O petista aparece com 44% das intenções de voto. O ex-governador Paulo Souto (DEM) pontua com 23% e o ex-ministro da Integração Nacional, Geddel Vieira Lima (PMDB, tem 12%. Luiz Bassuma (PV) e Professor Carlos (PSTU) têm 1% cada um. Sandro Santa Bárbara (PCB) e Marcos Mendes (PSOL) não pontuaram.

Por meio da sua assessoria de comunicação, Wagner comentou o Datafolha: “Essa notícia muito nos alegra, porque é a 15ª consecutiva que mostra nossa vitória no primeiro turno. Essa pesquisa é uma consolidação do meu trabalho”.

A soma de intençõe de votos de Wagner é seis pontos percentuais superior à de seus adversários: 44% a 38%. Mantendo-se este cenário até 3 de outubro, o governador sai reeleito da peleja eleitoral que começou, oficialmente, no dia 6 de julho.

Os dois principais adversários do governador, Geddel Vieira Lima e Paulo Souto, não comentaram a pesquisa Datafolha. 13% dos eleitores não opinaram e 6% disseram que vão votar em nulo ou branco.

O levantamento foi aplicado de 20 a 23 de julho. Foram ouvidos 1.086 eleitores. A margem de erro é de 3 pontos percentuais.

Wagner consegue obter seus melhores índices de intenções de voto entre os mais ricos e mais jovens, conforme o instituto de pesquisa.

Entre os que recebem acima de cinco salários, Wagner tem 58%, ante 16 de Souto e 7% de Geddel. O percentual entre os mais jovens (faixa dos 16 a 24 anos) é de 53% para o petista, 19% para o democrata e 12% pro peemedebista.

Wagner recua, no entanto, na faixa daqueles que recebem abaixo de dois salários mínimos. Aí o placar fica 42% para JW e 24% para Souto.  Geddel alcança 12%. O petista é também favorecido pela menor rejeição: 16% contra 30% de Souto e 20% de Geddel.

SENADO

O Datafolha deve divulgar, ainda, o levantamento para o Senado Federal pela Bahia e a avaliação dos soteropolitanos em relação ao governo do prefeito João Henrique (PMDB), de Salvador.

JC AGORA ESTÁ COM WAGNER

Edição do Jornal da Metrópole de outubro do ano passado: na época, Cavalcanti anunciava pré-candidatura ao Senado na chapa do PMDB

O bilionário João Cavalcanti, que se insinuou em várias pré-candidaturas na chapa do peemedebista Geddel Vieira Lima (vice-governador, senador e deputado federal), “enjoou” do PMDB, partido ao qual se filiou no ano passado. 

Segundo o site Bahia Notícias, o empresário – que dizem ser chegado a excentricidades – apoiará a reeleição de Jaques Wagner. Cavalcanti afirma ter chegado à conclusão de que o projeto do petista é o melhor.

A expectativa é de que o “uni-duni-te” do ricaço pare por aí. Até mesmo porque ele é inimigo ferrenho de Paulo Souto (DEM) e as chances de apoio ao desafeto são mínimas.

GEDDEL NÃO VAI A LULA. É O TEMOR DAS VAIAS

O ex-ministro e candidato a governador Geddel Vieira Lima não acompanhará o presidente Lula na entrega da Comenda 2 de Julho, hoje em Salvador, e no encontro com agricultores familiares, amanhã em Feira de Santana. A alegação é que sua presença é vetada pela legislação eleitoral.

Porém, o burburinho é que o ex-ministro não foi convidado para a festa na capital baiana. Também não deve ir a Feira, porque teme levar mais uma daquelas sonoras vaia dos agricultores familiares – e de petistas infiltrados. E quando o assunto é vaia, Geddel tem pesadelos. A que ele levou na inauguração do gasoduto em Itabuna ainda ressoa nos seus ouvidos até hoje.

WAGNER NÃO VAI À DEBATE DA UPB

A recusa do governador Jaques Wagner de participar do debate que será promovido no próximo dia 11 pela UPB transformou-se num mote óbvio para a crítica dos adversários. Geddel, por exemplo, aproveitou para chamar o petista de fujão.

Num primeiro momento, Wagner desdenhou da UPB, hoje um reduto peemedebista, afirmando que faltaria qualidade técnica ao debate organizado pela entidade. Depois, o governador mudou o rumo da prosa, elogiando a UPB, mas mantendo a disposição de não ir ao confronto de propostas. Alegou razões de agenda.

A oposição, é lógico, não leva em conta o argumento e desce o malho no  “Galego”.

(Com informações do Bahia Notícias)

GEDDEL INAUGURA COMITÊ EM ITABUNA

O candidato a governador Geddel Vieira Lima (PMDB) inaugura o comitê itabunense da coligação “A Bahia tem pressa” nesta segunda, às 19h. O comitê funcionará na avenida do Cinquentenário, 775.

O ato terá a presença do ex-ministro e de candidatos a deputado estadual e federal, como Lúcio Vieira Lima e Renato Costa. Esta é a segunda visita de Geddel a Itabuna em menos de duas semanas.

TRANSALVADOR USA CANETA CONTRA PETISTAS

Na inauguração do comitê de campanha do governador Jaques Wagner, quarta-feira passada, a Superintendência de Transportes e Trânsito de Salvador (Transalvador) utilizou a caneta para punir motoristas que estacionaram seus veículos em situação irregular. Corretíssimo? Nem tanto…

No mesmo dia e horário, o ex-governador Paulo Souto (DEM) também inaugurava seu comitê na capital e houve o mesmo problema de estacionamentos indevidos. Entretanto, as autoridades que disciplinam o trânsito soteropolitano não se incomodaram.

Segundo a coluna Tempo Presente (A Tarde), o mesmo ocorreu nesta quinta-feira, 15, quando Geddel Vieira Lima inaugurou o seu QG e registraram-se casos semelhantes de desrespeito ao ordenamento do trânsito. Igualmente ao que ocorreu com o evento do Democratas (e diferente do rigor contra os petistas), nenhum infrator foi multado.

CANDIDATOS DECLARAM MENOS DO QUE POSSUEM

Nota publicada pelo site Bahia Notícias revela que os três principais candidatos ao governo da Bahia declararam ao TSE um patrimônio inferior ao que realmente possuem.

A discrepância mais gritante está na declaração do peemedebista Geddel Vieira Lima. A fazenda Santa Rita, de 2.212 hectares, em Itapebi –  pertencente a Geddel e aos irmãos Lúcio e Afrísio Filho – foi declarada como se valesse apenas R$ 109 mil. Porém, a estimativa de corretores ouvidos pelo BN é de que o imóvel está avaliado em no mínimo R$ 4,4 milhões.

Paulo Souto (DEM) tem 16 propriedades rurais, a maioria nos municípios de Canavieiras e Santa Luzia, no sul do Estado. Informou que o conjunto de imóveis vale R$ 309 mil, enquanto a análise de especialistas no mercado imobiliário aponta R$ 3 milhões como o preço real.

O petista Jaques Wagner foi beneficiado com a valorização de seus dois imóveis, um apartamento na Federação e um terreno na Vila de Abrantes, em Camaçari. O primeiro foi adquirido por R$ 150 mil, mas valeria hoje R$ 750 mil; o segundo ele comprou por R$ 28 mil, mas já estaria na casa dos R$ 60 mil. No entanto, os bens do atual governador foram declarados segundo o valor antigo.

WAGNER E GEDDEL COMPARTILHAM AGENDA

Coabitar o palanque da candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, implica para os candidatos ao governo baiano, Jaques Wagner (PT) e Geddel Vieira Lima (PMDB), o compartilhamento de alguns compromissos. É o que ocorre na tarde desta terça-feira, quando ambos vão estar na cerimônia de inauguração do comitê de campanha de Dilma, em Brasília. Cada um, logicamente, procurando aparecer mais próximo à ungida de Lula.

Por falar em agenda, seguem as informações dos candidatos que as enviaram:

Geddel registrou apenas o compromisso em Brasília, enquanto Wagner terá agora pela manhã uma reunião com o conselho político de sua coligação. Já o candidato do DEM, Paulo Souto, reservou o dia para encontros com lideranças políticas em seu gabinete na capital baiana.

Outro que divulgou sua agenda foi Luiz Bassuma (PV). Ele dará entrevistas ao jornal Tribuna da Bahia e ao programa “Que venha o povo”, da TV Aratu. À tarde, viaja para Brasília, onde tem compromissos de seu mandato na Câmara dos Deputados.

COIMBRA: WAGNER SE REELEGE “SEM SUSTOS”

"Nostradamus" Coimbra.

O sociólogo Marcos Coimbra, presidente do instituto Vox Populi, mantém coluna no Correio Braziliense. Neste domingo, Coimbra afirma que o governador Jaques Wagner (PT) se reelegerá “sem sustos”. Mas não dá maiores detalhes sobre as suas previsões.

O último levantamento Vox Populi sobre a sucessão eleitoral na Bahia (relembre) registrado apontou Wagner (PT) com 41%, Paulo Souto (DEM) com 32% e Geddel (PMDB) com 9%, além de Luiz Bassuma (PV) com 1%.

A soma dos adversários, no entanto, era um ponto percentual maior do que as intenções de voto em Wagner: 41% x 42%. Coimbra teria números mais açucarados para o Galego? Eis a questão.

PEEMEDEBISTAS SOB AMEAÇA

A preferência de alguns políticos peemedebistas pelo PT pode lhes custar a expulsão da legenda. Esta é a ameaça que o candidato a governador da Bahia, Geddel Vieira Lima (PMDB) deixa subentendida, de acordo nota posta do blog Políticos do Sul da Bahia.

No PMDB, prefeitos como os de Tancredo Neves, “Quinha”, e de Firmino Alves, Padre Agnaldo, são claramente favoráveis à eleição de Jaques Wagner. São também fortíssimos candidatos à degola.

SÃO TRÊS PRA LÁ, TRÊS PRA CÁ

Daniel Thame | www.danielthame.blogspot.com

A eliminação do Brasil na Copa do Mundo antecipou em uma semana o início da campanha eleitoral, que oficialmente começou na terça-feira, mas certamente iria esperar mais um pouco caso o time de Dunga fosse à decisão e faturasse o hexa.

Dunga já é carta fora do baralho, nem Branca de Neve quer saber do seu notório mau humor e a sucessão entra na ordem do dia, no Brasil e na Bahia.

Embora haja uma profusão de candidatos a presidente da República e a governador da Bahia, na prática a eleição é uma espécie de ´três pra lá, três pra cá´.

Na eleição presidencial, Dilma Rousseff (PT), José Serra (PSDB) e Marina Silva (PV) são os candidatos com chances de vitória, embora a princípio a disputa pareça estar limitada à petista e ao tucano, que de acordo com as pesquisas de intenção de votos aparecem rigorosamente empatados.

Mas, assim como o futebol, a política às vezes também é uma caixinha de surpresas, daí que Marina não pode ser descartada.

Dilma Rousseff vem no embalo da estratosférica popularidade do presidente Lula e, embora lhe falte carisma, tem a seu favor os resultados positivos -e reconhecidos pela população- do governo que ela representa. Está no jogo e em condições de ganhar.

Carisma, aliás, também não é o forte de Serra, que vai tentar convencer o eleitor usando como trunfo a experiência como ministro, prefeito e governador de São Paulo, entre outros cargos. Deve protagonizar com Dilma (caso Marina não decole) uma disputa para testar quem tem problemas cardíacos.

Na Bahia, a disputa também estará limitada a três candidatos: o atual governador Jaques Wagner, do PT, Paulo Souto, do DEM e Geddel Vieira Lima, do PMDB.

Pesquisas recentes apontam uma vantagem de Wagner, com Souto em segundo e Geddel tentando romper a barreira de um dígito, o que significa passar dos 10% nas intenções de voto

Pesquisas recentes apontam uma vantagem de Wagner, com Souto em segundo e Geddel tentando romper a barreira de um dígito, o que significa passar dos 10% nas intenções de voto.

Wagner, que inegavelmente promoveu avanços significativos na Bahia, pleiteia um novo mandato, para consolidar e ampliar o trabalho realizado nesses quatro anos.

Paulo Souto, agora sem as bênçãos de seu mentor e protetor ACM, tentar juntar os cacos do carlismo e vai apostar na tese do ´era bom e a gente não sabia´. Difícil vai ser convencer as pessoas de que era bom viver num estado com alguns dos piores indicadores sociais do país e onde as oportunidades se limitavam aos amigos e aos protegidos do rei.

Geddel, escudado na estrutura do PMDB e num apetite voraz para fazer política, vai se oferecer como contraponto à Wagner e Souto, em nome de uma pretensa renovação. Não é, decididamente, alguém a ser desprezado, até porque pode ser o fiel da balança num hipotético segundo turno.

Três pra lá, três pra cá, a sorte está lançada.

Quem tremer ou perder a cabeça no meio da disputa, feito aquele time amarelão de Dunga, levará um implacável cartão vermelho do torcedor/eleitor.

Daniel Thame é jornalista e autor do livro Vassouras.

GEDDEL TENTARÁ ULTRAPASSAR SOUTO

Blog do Paixão Barbosa:

Iniciada oficialmente a campanha eleitoral para o pleito do dia 3 de outubro próximo, os principais candidatos ao governo da Bahia ainda não deslancharam suas atividades nas ruas, mas os seus assessores estão se preparando com intensidade para esta fase final, que ganhará ainda mais importância após o início do horário eleitoral gratuito, no dia 17 de agosto. As mais recentes pesquisas mantiveram o quadro registrado desde o final de 2009, com o governador Jaques Wagner (PT) à frente, seguido pelo ex-governador Paulo Souto (DEM) e, bem mais distante, o deputado federal Geddel Vieira Lima (PMDB).

A expectativa das equipes de Souto e Geddel é que, nesta fase decisiva, o quadro sofra modificações, com a estabilização ou queda de Wagner e o crescimento de ambos, aproveitando-se do fato de que a legislação eleitoral impõe limites na visibilidade do ocupante de cargo que disputa a reeleição. Desta forma, os dois oposicionistas consideram que o jogo agora fica mais igual, o que pode lhes beneficiar.

Quem, por motivos óbvios, mais está apostando nesta etapa da campanha oficial é a candidatura do PMDB, até porque é a que realmente precisa crescer de forma sólida, e rápida, para se garantir no segundo turno eleitoral, superando a candidatura da coligação DEM-PSDB. Os analistas com quem tenho conversado não acham descabida a pretensão peemedebista, levando em conta que Geddel Vieira Lima m0stra ter mais recursos, financeiros e logísticos, para enfrentar esta fase do que Paulo Souto.

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FG CULPA EX-GOVERNADOR POR TEATRO INACABADO

Depois que caiu nos braços do ex-ministro Geddel Vieira Lima, candidato ao governo baiano, o ex-prefeito Fernando Gomes, de Itabuna, danou a fazer críticas ao ex-aliado Paulo Souto.

A última dele é que Souto foi malvado com Itabuna ao paralisar as obras do Centro de Convenções e do Teatro Municipal. Diz que o governo de Souto tinha R$ 85 milhões em caixa e dava para concluir a obra.

O fato teria afastado os dois, politicamente. Fernando ameaça retomar o terreno doado para as duas obras, pois, passados quatro anos, o CC e o teatro não foram concluídos.

É a política. E o “teatro” eleitoral.

SHOW DO MILHÃO: GEDDEL É O QUE FICOU MAIS RICO

Entre os candidatos ao Governo da Bahia, o peemedebista Geddel Vieira Lima é o que gastará mais na campanha: R$ 30 milhões. É também o que ficou mais rico entre as eleições de 2006 e esta de 2010.

Segundo matéria do jornal A Tarde, o patrimônio declarado por Geddel há quatro anos foi de R$ 2,1 milhões. Pulou para R$ 3,7 milhões na última declaração apresentada ao TSE, o que significa um crescimento de 78%.

Fazendas no interior baiano, dois apartamentos, uma casa e uma areonave Piper Seneca, de R$ 210 mil, estão entre os itens que compõem o patrimônio de Geddel.

O governador Jaques Wagner (PT) também experimentou uma aceleração do crescimento patrimonial, porém um pouco mais modesta: 50,9%. Declarou R$ 690 mil em 2006 e R$ 1,04 milhão em 2010.

CANDIDATOS NA BA GASTARÃO R$ 76 MILHÕES

Os três principais nomes na corrida pelo Palácio de Ondina preveem gastos de R$ 76 milhões na campanha que começa, oficialmente, nesta terça-feira. A campanha mais cara será a do peemedebista Geddel Vieira Lima, que, no seu pedido de registro, apresentou previsão de gastos-limite de R$ 30 milhões.

Candidato à reeleição, o petista Jaques Wagner prevê R$ 26 milhões. Paulo Souto, do DEM, espera gastar R$ 20 milhões. Os dados sobre as candidaturas de Marcos Mendes (PSOL) e Luiz Bassuma (PV) ainda não foram disponibilizados.

WAGNER PODERÁ USAR IMAGEM DE DILMA

foto Max Haack / Bahia Notícias

A regra do TSE que limita a participação de candidatos à Presidência nas campanhas estaduais já provocou duas baixas. Os partidos PHS  e PSL, que teriam postulantes à sucessão de Lula, desistiram, para não comprometer sua presença em chapas regionais.

Jaques Wagner (PT), candidato ao governo da Bahia, é beneficiado pela decisão do PSL, que integra a sua coligação e, caso mantivesse o nome de Américo de Souza para presidente, poderia tornar impossível o uso da imagem de Dilma Roussef na campanha petista baiana.

A regra, no entanto, ainda complica a vida do candidato do PMDB ao governo, Geddel Vieira Lima. Ele apoia Dilma, mas cinco partidos de sua coligação têm candidatos a presidente.

ARGÔLO LEVOU AZEVEDO ATÉ GEDDEL, MAS HOJE QUER O “CASAMENTO” COM JW

Reunião em Brasília, quando Geddel ainda era ministro

Quando Geddel ainda era ministro da Integração Nacional e bem antes de romper com Jaques Wagner, ele recebeu em Brasília a visita do prefeito de Itabuna, Capitão Azevedo, e do secretário municipal do Desenvolvimento Urbano, Fernando Vita. Foi nesta ocasião que ficou praticamente selado o convênio que permitiu a liberação de R$ 12,8 milhões para as obras de revitalização da Avenida Amélia Amado.

Curiosamente, quem ciceroneou Azevedo no encontro com Geddel foi o deputado estadual Luiz Argôlo (PP). Hoje, o jovem político de Entre Rios trabalha intensamente para eliminar qualquer possibilidade de aliança entre o prefeito e o ex-ministro, pois quer Azevedo colado com o projeto de reeleição de Jaques Wagner.

Aliás, Argôlo já até disse que confia 100% no apoio de Azevedo ao petista.

DRAGON – EM CARTAZ

www.dragonx.com.br

NEM GEDDEL CONFIRMA APOIO

Há pouco, este blogueiro indagou o deputado federal Geddel Vieira Lima (PMDB), via Twitter, se ele acredita no apoio do prefeito de Itabuna, Capitão Azevedo (DEM). Bem direto, o candidato ao governo baiano saiu na linha do “nem sim, nem não, muito pelo contrário”. Ou seja, escapuliu pela tangente.

A nossa pergunta foi: “deputado, o senhor acredita no apoio do prefeito de Itabuna, Capitão Azevedo?”. A resposta dele: “tudo é possível”.

O entendimento é de que, segundo Geddel, um eventual apoio de Azevedo entra no campo das possibilidades, mas talvez não das probabilidades. Simplificando, em se tratando do capitão, é melhor não arriscar.

AZEVEDO SÓ DEFINE APOIO APÓS 5 DE JULHO

Apesar das pressões peemedebistas, o prefeito Capitão Azevedo (DEM) ainda não definiu quem vai apoiar na disputa pelo governo baiano. Pelo menos três fontes governistas garantiram ao Pimenta que o prefeito fará o anúncio no dia 5 de julho.

Uma das fontes acredita que a informação divulgada pela assessoria estadual do PMDB de que Azevedo já teria se definido por Geddel Vieira Lima se trata de plantação peemedebista. Seria um contragolpe após o PT e o PCdoB locais exporem faixas por todo o centro da cidade agradecendo ao presidente Lula pela obra da Avenida Amélia Amado. “Ganharam espaço e faturaram melhor o ato de ontem”.

O dinheiro para a obra foi liberado pelo Ministério da Integração Nacional, comandado pelo também baiano João Santana, liderado de Geddel. A obra de revitalização da avenida custará, aproximadamente, R$  12,4 milhões.

Nesta manhã, o PMDB enviou comunicado às redações em que também noticiava a participação de Azevedo no ato de filiação do ex-prefeito Fernando Gomes, no Grapiúna Tênis Clube, o que é desmentido pelo presidente estadual da legenda, Lúcio Vieira Lima.

Em entrevista ao Pimenta, Lúcio lamentou a ausência de Azevedo no Grapiúna e justificou que a festa de filiação de Fernando era organizada pelo diretório municipal. “Estamos aqui como convidados. Se [Azevedo] tivesse vindo, seria muito bem-vindo”. O prefeito itabunense apenas participou da assinatura da ordem de serviço da obra na Amélia Amado.








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