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:: ‘Geraldo Simões’

GERALDO SE DIZ SURPRESO COM DECISÃO DO TRE

O deputado federal e candidato à reeleição Geraldo Simões, do PT, distribuiu nota à imprensa e se diz surpreso com a decisão do Tribunal Regional Eleitoral (TRE-BA). A corte negou o registro de candidatura do parlamentar por 4 votos a 3, nesta sexta (relembre aqui). Ele anunciou que recorrerá da decisão no próprio TRE.

O registro lhe foi negado devido a rejeição de suas contas, pelo Tribunal de Contas da União (TCU), do período em que foi prefeito de Itabuna pela primeira vez, na década de 90. Geraldo espera reversão de quadro:

– Nós apresentamos toda a documentação necessária ao TRE e esperamos que eles revejam a decisão, mas, se necessário, recorreremos ao Tribunal Superior Eleitoral e ao Supremo Tribunal Federal, pois estamos com a consciência tranqüila.

Conforme a assessoria, Geraldo recebeu diversas manifestações de apoio de prefeitos e lideranças estaduais nesta tarde e informou que sua campanha seguirá firme. “Esperamos obter uma grande votação, além de ajudar na eleição de  Dilma [Roussef], [Jaques] Wagner e dos nossos senadores [Walter] Pinheiro e Lídice [da Mata]”, afirma.

Lembrando de outras campanhas, o deputado citou que esta não é a primeira vez que enfrenta dificuldades às vésperas das urnas. “Confio na Justiça e vamos superar tudo isso”.

TRE INDEFERE REGISTRO DE GERALDO POR 4 A 3

O Tribunal Regional Eleitoral (TRE-BA) indeferiu, por 4 votos a 3, o pedido de registro de candidatura à reeleição do deputado federal Geraldo Simões. A sessão do tribunal foi encerrada há pouco. O presidente do TRE, Mário Alberto Hirs, deu o voto decisivo, após a votação abrir em 3 a 1 pró-Geraldo e empatar em 3 a 3.

O pedido de indeferimento do registro foi formulado ao TRE pela Procuradoria Regional Eleitoral, alegando que Geraldo possuía contas rejeitadas pelos tribunais de contas dos Municípios (TCM) e da União (TCU), nos períodos em que foi prefeito de Itabuna (1993-1996 e 2001-2004). O deputado pode recorrer da decisão no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

A assessoria do parlamentar disse que Geraldo vai pedir a revisão da decisão ainda no próprio Tribunal Regional Eleitoral, em Salvador. O deputado ficou de se pronunciar até as 16 horas.

Atualizado às 14h29min

“DEBATE”

Marco Wense

A palavra “engodo”, no dicionário Aurélio, é uma isca ou cerva com que se apanham peixes e aves. Coisa com que se engoda ou seduz alguém.

É evidente que o debate entre os deputados Geraldo Simões (PT) e ACM Neto (DEM), com um desafiando o outro para o confronto, não passa de uma inteligente jogada de marketing.

Não deixa de ser também um engodo. Não para pegar peixes. Geraldo e Neto querem “pescar” eleitores. Pescador de verdade, na acepção da palavra, é o ex-prefeito de Ilhéus, Antonio Olímpio (PPS).

Geraldo Simões está de olho nos votos do anti-carlismo e ACM Neto no anti-geraldismo, principalmente em Itabuna. Ninguém quer debater nada. É mais uma empulhação inerente ao jogo político.

DILMA E O PMDB

O mínimo que o pragmático PMDB vai exigir de um eventual governo de Dilma Rousseff é a manutenção dos ministérios que ocupa no atual governo federal.

O que se comenta, no entanto, é que Geddel Vieira Lima, candidato do partido ao governo da Bahia, não retornará ao cargo de ministro da Integração Nacional depois da sucessão estadual.

O comentário nos bastidores do Palácio do Planalto, longe dos holofotes e do povão de Deus, é que o presidente Lula estaria irritadíssimo com os ataques de Geddel ao governador Jaques Wagner, candidato do PT ao Palácio de Ondina (reeleição).

É bom lembrar que Geddel foi ministro da Integração Nacional com o endosso e o aval do petista Wagner, que, consultado pelo presidente Lula, deu o sinal positivo.

Marco Wense é articulista do Diário Bahia.

UNIVERSO PARALELO

PREPOSIÇÃO PERIGOSA E IMPREVISÍVEL

Ousarme Citoaian

A julgar pelo que vejo, a preposição “de” (apesar de sua aparente inocência) é traiçoeira, perigosa, imprevisível: quando menos esperamos, ela se mete onde não é chamada; outras vezes, contamos com sua presença, e ela, caprichosamente, nos dá as costas e escafede-se pelo lado da página. Há dias, respeitável jornal publicou a notícia, claramente contaminada pela inoportuna preposição (que, nestes casos, seria melhor batizada como “penduricalho”): “Em Buenos Aires, o presidente Lula afirmou de que pretende fortalecer o Mercosul”. E aviso aos sem graça que isto nada tem a ver com o preconceituoso “analfabetismo” presidencial, mas a erro do veículo que publicou a nota .

ATRIZ PERDE OPORTUNIDADE DE USAR O “DE”

A relação entre os verbos afirmar, negar, garantir, dizer, destacar, salientar e outros é como a convivência de Geraldo Simões e Fernando Gomes: não comem na mesma mesa, não amarram o burro juntos. Políticos assim são ditos inimigos figadais; no caso dos verbos, os filólogos os chamam transitivos diretos. “Quem afirma, nega, garante, diz, destaca, salienta – afirma, nega etc. alguma coisa” – ensina a gramática. Zero de preposição. Logo, no caso citado, seria sensato guardar o “de” para o momento oportuno. Já uma jovem atriz de tevê que, numa entrevista, disse “Entre as coisas que mais gosto…” perdeu a oportunidade de usar adequadamente nosso simpático “de”.

ERRAR NOME DE PESSOAS É GROSSERIA

A coisa piora quando se trata não apenas da construção da frase, mas de nomes próprios. Nomear erradamente as pessoas, sobretudo em ocasiões solenes, ultrapassa o erro, chega à grosseria. Os políticos acima referidos têm seus nomes frequentemente trocados nos jornais: Fernando é Gomes Oliveira; Geraldo é Simões de Oliveira. E, até onde nos é dado saber, não os une laço de parentesco. Nem preposição. Querem um caso recente? Pois saibam que vários blogs, jornais e emissoras de rádio (não conferi as tevês) noticiaram a morte do jornalista Nelito Nunes de Carvalho. Notícia inverídica: quem morreu (morte que este colunista muito pranteou) foi Nelito Nunes Carvalho.

JORNALISTA FAMOSO TAMBÉM FOI VÍTIMA

Ilustres jornalista brasileiro, o acadêmico Murilo Melo Filho (foto), teve, em Ilhéus, seu nome agredido num artigo de jornal: Murilo de Melo Filho; o professor Dorival de Freitas, que não faz mal a ninguém, volta e meia é “xingado” de Dorival Freitas; em recente debate na tevê, o candidato Plínio de Arruda Sampaio teve o  nome mutilado: Ricardo  Boechat tirou-lhe, impunemente, o “de”; José Haroldo Castro Vieira, lendário dirigente da Ceplac, tem sido dito de Castro (a placa no principal pavilhão da Uesc teve o “de” arrancado à última hora – mas guardou os sinais da correção apressada); por fim, outra placa, ao lado da mencionada, diz que ali é a Universidade Estadual Santa Cruz! Erro de palmatória, já se vê.

JOÃO SALDANHA, OUTRA VEZ, NAS LIVRARIAS

Personagem freqüente na árida literatura do futebol, o jornalista, ativista político e treinador João Alves Jobim Saldanha (1917-1990), está de volta às livrarias. À imensa bibliografia (nos limites da aridez  referida) sobre esse homem que entrou para o folclore nacional junta-se agora Quem derrubou João Saldanha? – livro do jornalista Carlos Ferreira Vilarinho. Antes (sem intenção de citar todas) houve livros de João Máximo (Sobre nuvens de fantasia), Eduardo Manhães (João Sem Medo), Raul Millet Filho (Vida que segue) e André Iki Siqueira (Uma vida em jogo, aqui comentado). E o próprio Saldanha, além de artigos e crônicas, publicou títulos que reforçam seu mito pessoal, entre eles um clássico: Os subterrâneos do futebol.

AO LADO DE EDUARDO GALEANO E MÁRIO FILHO

A Abril.com “escalou” onze livros fundamentais sobre esportes, com Os subterrâneos… em segundo lugar. Eis, para a satisfação de eventual curiosidade, a lista: 1) O negro no futebol brasileiro (Mário Filho), 2) Os subterrâneos do futebol (João Saldanha), 3) Estrela solitária: um brasileiro chamado Garrincha (Ruy Castro), 4) Futebol, ao sol e à sombra (Eduardo Galeano), 5) Michael Jordan: a história de um campeão e o mundo que ele criou (David Halberstam), 6) Como eles roubaram o jogo (David A. Yallop), 7) A Luta (Norman Mailer), 8 ) Fio de Esperança: biografia de Telê Santana (André Ribeiro), 9) Maracanã: meio século de paixão (João Máximo), 10) À sombra das chuteiras imortais (Nelson Rodrigues) e 11) A ginga e o jogo (Armando Nogueira, na foto).

“FOI DERRUBADO PELA DITADURA MILITAR”

Quem derrubou… vai fundo numa questão muito polêmica: o motivo da saída de Saldanha da seleção brasileira. “Foi derrubado pela ditadura militar”, afirma Ferreira Vilarinho (foto), acrescentando que a decisão de derrubá-lo vinha desde que ele classificara o Brasil para a Copa do Mundo.  As razões de governo são transparentes: Saldanha – figura popular e de invejável retrospecto nas eliminatórias – “não servia mais à ditadura”. Aí, veio o assassinato do amigo Marighela pelo Exército (ambos eram do PCB) e Saldanha virou bicho. Na Europa, lhe perguntaram sobre a situação política do Brasil e ele abriu o jogo (novembro de 1969): prisões, tortura e assassinato de presos políticos. Precisava ser demitido com urgência.

O TREINADOR COM O DESTINO TRAÇADO

Saldanha (foto), na visão do autor de Quem derrubou…, “era uma figura nacional, adorado pelo povo e respeitado internacionalmente, mas tinha, desde aquela data, o destino traçado – e sabia disso. Em janeiro de 1970, no México, para acompanhar o sorteio das chaves, ele encontrou Didi (seu jogador no Botafogo, campeão de 1957) e disse que “provavelmente, não duraria muito tempo na seleção”. Em março, dia 3, numa entrevista de rádio em Porto Alegre, sobre o famoso caso Dario-Médici, ele entornou o caldo: “Nem eu escalo ministério nem o presidente escala time. Então, está vendo que nós nos entendemos muito bem”. Apenas 12 dias depois dessa resposta “impertinente” foi demitido (ou, como disse Havelange, “dissolvido”).

NÓ NA LÍNGUA E FALTA DE ORGULHO

O brasileiro sofre de uma espécie de complexo de inferioridade em relação aos americanos e à língua inglesa que, de tão antigo, parece eterno. As siglas dão bem a nota desse servilismo, de tal maneira que, há poucos dias, na Globo – durante a transmissão de um jogo de vôlei, creio – o locutor pronunciou NBA (ene-bê-á) eu   estranhei. O normal, para nossa mídia contaminada por esse complexo, é ene-bi-êi, da mesma forma que se diz éfe-bi-ai para a  agência de investigações FBI (que a sensatez manda pronunciar éfe-bê-i, ou, talvez, fê-bê-i). É claro que gente sem orgulho de suas tradições culturais prefere dar um nó na língua e dizer éfe-bi-ai. É mais chique.

DIANA É UM NOME LINDO DE DEUSA

Essa subserviência atingiu também os nomes próprios, a julgar pelas tantas Daianas e Daiannes (assim, com dois nês) que pululam no noticiário. Temos tais nomes em gente famosa (uma atleta e uma envolvida no crime com o goleiro Bruno) e também as anônimas e sofredoras que engrossam a listagem de pacientes do SUS. A matriz disso, todos sabem, está numa certa princesa Diana, que a mídia mal informada apelidou de Daiana. O público seguiu esse caminho tortuoso, criando estranha inflação de Daianas: estamos em risco iminente de tropeçar nelas, de variados tipos, tamanhos e cores, em qualquer rua de qualquer cidade; quanto à Diana de origem, lindo nome de deusa, não há uma, nem pra remédio.

A FRANÇA TEVE UM REI SANTIFICADO

Reis, rainhas, imperadores e que tais (muito ao nosso gosto de plebeus) têm os nomes traduzidos. Quem foi o rei e a rainha guilhotinados na Revolução Francesa? Todo mundo acertou: Luís XVI e Maria Antonieta. Só um rematado pernóstico os chamaria de Louis XVI e Marie-Antoinette (no retrato clássico de Elisabeth Vigée-Le Brun, dez anos antes da guilhotina). A França é cheia de Luíses reis, e um deles, o número IX, é o São Luís dos católicos. Pelo comportamento da mídia que inventou Daiana, ele seria tratado como Saint Louis, para desespero de D. Mauro Montagnolli, que fala português. Dia desses, ao revisar um texto, topei com um pintor italiano chamado Michelangelo. Mudei, com urgência urgentíssima, o nome para Miguel Ângelo. Comme il fault.

UMA “TRADUÇÃO” SEM GROSSERIAS

O canadense Paul Anka (foto) lançou Diana em 1957 e a canção se tornou uma das mais vendidas do mundo.  A letra, como soe acontecer na canção americana, tem lá suas bobagens. Logo de saída, uma agressão, com “Eu sou jovem e você é velha/ Isto, minha querida, eu já lhe disse” (I’m so young and you’re so old/ This, my darling, I’ve been told), grosseria que o paulista Fred Jorge (1924-1994), autor da versão em português, jamais se permitiria repetir. Valendo-se apenas da melodia, ele trocou essa pedrada na testa por “Não te esqueças, meu amor/ Que quem mais te amou fui eu”. Ficou uma “cantada” bastante aceitável.
</span><strong><span style=”color: #ffffff;”> </span></strong></div> <h3 style=”padding: 6px; background-color: #0099ff;”><span style=”color: #ffffff;”>E FRED JORGE CRIOU CELLY CAMPELLO!</span></h3> <div style=”padding: 6px; background-color: #0099ff;”><span style=”color: #ffffff;”>No auge do sucesso, em 1965, a música teve uma versão no Brasil, gravada por Agnaldo Timóteo. Como costuma ocorrer com as

CONTRA O “MACAQUISMO” BRASILEIRO

O brasileiro Carlos Gonzaga (foto), nascido em Paraisópolis/MG, da geração Jovem Guarda, ajudou no êxito mundial, pois sua gravação de Diana (nunca Daiana!) vendeu feito pipoca nas nações de língua portuguesa e espanhola. Com a ajuda luxuosa de Fred Jorge, reafirmou que os ianques são maus letristas e lançou um grito contra o “macaquismo” hodierno, que chama Diana de Daiana. Clique.
(O.C.)

PLACAR NO TRE É FAVORÁVEL A GERALDO: 3 A 1

Geraldo: vantagem no TRE.

O Tribunal Regional Eleitoral (TRE-BA) começou a analisar, nesta quarta-feira à noite (dia 1º), o pedido de registro de candidatura do deputado federal Geraldo Simões (PT).

Foram anunciados os primeiros quatro votos do registro de Geraldo. Por enquanto, o placar lhe é favorável: 3 a 1.

A votação poderia ser concluída nesta noite de quarta, mas o desembargador Cássio José Roberto Miranda pediu vistas. Seu voto pode ser anunciado na sessão desta quinta, 2. Mas ele é adepto do “não” a quem tem condenações em cortes de contas. Até aqui, numericamente, GS estaria livre da degola.

O parlamentar federal é candidato à reeleição. Sua candidatura foi impugnada pela Procuradoria Regional Eleitoral (PRE). O TRE, em primeira análise, refutou o parecer da procuradoria. Caso o registro passe no tribunal regional, o pedido também poderá ser submetido à apreciação do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), em Brasília.

SUCESSÃO MUNICIPAL

Marco Wense

É evidente que os candidatos eleitos em 2010, para deputado federal ou estadual, têm cadeira cativa na mesa das negociações envolvendo o processo sucessório de 2012.

Alguns, respaldados por uma boa votação, serão até prefeituráveis, como, por exemplo, o deputado Geraldo Simões (PT), já que existe um quase consenso no petismo de Itabuna de que Juçara Feitosa não será mais candidata a prefeita.

Pesquisas de intenções de voto apontam Geraldo Simões, ACM Neto e Félix Mendonça Júnior como os mais votados em Itabuna para a Câmara Federal.  Renato Costa e o Coronel Santana para a Assembleia Legislativa.

O médico Renato Costa, do PMDB, e o Coronel Santana, do PTN, não escondem o desejo de uma pré-candidatura a prefeito. A dúvida é Félix Mendonça Júnior, principalmente em relação ao seu comportamento diante da sucessão municipal.

Salta aos olhos que Félix, mais conhecido como Felinho, filiado ao PDT do saudoso Leonel Brizola, não tem condições políticas para enfrentar “Minha Pedinha”, “Cuma” e o Capitão Azevedo (reeleição).

SOBREVIVÊNCIA

O comando nacional do PSDB, de olho na sobrevivência política, não acreditando que José Serra leve a disputa presidencial para um segundo turno, vai cuidar do próprio ninho.

A cúpula da legenda já decidiu que as belas, exóticas e coloridas plumagens tucanianas serão direcionadas para os estados de São Paulo, Minas, Goiás e Paraná, onde os candidatos do partido ao governo têm chances de vitória.

Elegendo três governadores – como pretende o tucanato –, o PSDB pós-eleição continuaria respirando como agremiação partidária de oposição ao governo da petista Dilma Rousseff.

Algumas lideranças do DEM da Bahia até que gostaram da decisão do PSDB de priorizar os candidatos da legenda. São da opinião de que, agora, o candidato Paulo Souto pode cuidar da sua campanha sem ter que associá-la a de José Serra.

O encosto do tucano, principalmente na região nordeste, é ruim para qualquer candidato. O último placar sobre a disputa presidencial no estado da Bahia, do instituto Datafolha, é de 60×22. A petista Dilma Rousseff tem 38 pontos percentuais na frente de Serra.

CADA UM POR SI

O título acima é o mesmo da coluna do jornalista Jânio de Freitas, jornal Folha de São Paulo, edição de 26 de agosto, quinta-feira última. Uma gostosa coincidência.

O pessoal do PSDB – e também do DEM, principal aliado do tucanato na corrida presidencial – se afasta cada vez mais do candidato José Serra, principalmente no nordeste, região que o tucano tem uma grande rejeição.

Não é à toa que os democratas da Bahia se mostram preocupados com a presença de Serra na propaganda eleitoral de Paulo Souto, candidato da legenda ao Palácio de Ondina. Tem democrata falando até em queda nas intenções de voto.

Jânio de Freitas tem toda razão: “Pelo país afora, o que se depreende é que o PSDB está abandonando Serra”.

NANINHA
Quando alguém passa a elogiar o que antes criticava (ou criticar o que elogiava), a sabedoria popular, para enquadrar o sujeito, costuma usar a expressão “quem foi naninha, hein!”. O constrangimento é inevitável.

O deputado José Carlos Aleluia (DEM), candidato ao Senado pela coligação “A Bahia Merece Mais”, conhecido pelos discursos apimentados contra o governo federal, o PT e o presidente Lula, é o “naninha” da vez.

O parlamentar, ao ser questionado sobre a utilização da imagem do presidente Lula no programa eleitoral do PSDB, disse que “Lula e Serra são dois estadistas experientes e, portanto, é natural que este tipo de relação seja feita”.

Agora, o bom deputado Aleluia, naturalmente dando suas mãos à palmatória, acha Lula um “estadista”.  Será que o democrata acha Lula “o cara”? Se a resposta for positiva, Aleluia pode dizer que “o cara é estadista”.

Marco Wense é articulista do Diário Bahia.

O MARATONISTA ROSEMBERG

O assessor licenciado da presidência da Petrobras, o sociólogo Rosemberg Pinto, mais parece maratonista, tal a quantidade de municípios que começou a percorrer neste final de semana. O cabra de Itororó pegou a estrada e desde o início da tarde já passou por Poções, Nova Canaã, Iguaí e encerra a noite na antiga Palestina, como também é chamado o município de Ibicaraí.

Lá, Rosemberg e o deputado federal Geraldo Simões inauguram comitê de campanha, ao lado do prefeito Lenildo Santana, também do PT. Em Ibicaraí, Rosemberg conta com o apoio de grandes lideranças comunitárias e políticas. O homem vai fazer um “arrastão” pelos municípios do centro-sul baiano até o próximo domingo, quando encerra a maratona em Floresta Azul e Firmino Alves.

GERALDO NO SUL E JOSIAS NO SUDOESTE

A deputada estadual Ângela Sousa fechou dobradinha com o federal Geraldo Simões. Mas só no sul da Bahia.

Em Itapetinga, a intervenção de Ângela foi importante para selar o apoio do fazendeiro Alfredo Cabral, vereador mais votado em 2008, ao candidato Josias Gomes.

Como se sabe, Geraldo Simões e Josias – embora sejam do mesmo partido, o PT – não têm convivência muito fraterna. Ângela, com a reconhecida vocação para o equilibrismo, consegue a proeza de estar com os dois ao mesmo tempo.

CANDIDATURAS AINDA AGUARDAM “OK” DO TRE

Geraldo: expectativa.

Dos 279 pedidos de registro de candidatura a deputado federal pela Bahia, apenas três ainda aguardam julgamento por parte do Tribunal Regional Eleitoral (TRE-BA). Um dos que vivem na expectativa é Juraci dos Santos, o Sardinha (PSDC). Dois dos nomes são petistas e já ocupam ou assumiram vaga na Câmara Federal nesta legislatura.

Geraldo Simões foi dos mais votados na eleição a federal em 2006 e ainda aguarda o registro da sua candidatura, impugnada pela Procuradoria Regional Eleitoral (PRE), situação igualmente vivida pelo companheiro de partido, o poeta e professor Joseph Bandeira.

Geraldo tem base eleitoral em Itabuna, no sul da Bahia, onde foi prefeito por dois mandatos (1993 a 1996 e 2001 a 2004). Bandeira governou Juazeiro de 2001 a 2004 e ficou na primeira suplência da coligação petista à Câmara Federal em 2006. Os dois acumulam rejeições de contas por parte do Tribunal de Contas da União (TCU) relativas ao período em que administraram, respectivamente, Itabuna e Juazeiro.

Geraldo diz estar otimista em relação à candidatura. “A rejeição por parte do TCU ocorreu devido a erros administrativos. Não houve dolo”, frisa. Um dos processos é relativo ao primeiro mandato, quando aplicou o dinheiro de saneamento em cinco bairros, quando o convênio previa apenas uma localidade.

Os processos de Bandeira e Geraldo serão julgados nos próximos dias. Por terem suas candidaturas impugnadas, os dois candidatos tiveram direito a apresentar defesa em uma oportunidade. Caso a Procuradoria Eleitoral mantenha a impugnação, outra defesa é feita para, então, o Tribunal Regional Eleitoral se posicionar.

Caso o TRE não acate o pedido de registro de candidatura, os candidatos poderão recorrer ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), em Brasília. Nesse período, poderão fazer campanha.

DEPUTADOS DEFENDEM ESTADUALIZAÇÃO

Os deputados Geraldo Simões e Capitão Fábio também defendem a estadualização. Fábio ressaltou que o estado praticamente dobrou de R$ 800 mil para R$ 1,5 milhão o volume mensal de repasses para o Hospital de Base, mas o município não honra a sua contrapartida.

– É preciso que haja bom senso e o bom senso indica que o melhor para a revitalização do Hospital de Base é que ele seja estadualizado, porque o município já deu seguidas demonstrações de que não tem condições de manter um atendimento digno à população.

O deputa federal Geraldo Simões aponta a deficiência de gestão como origem dos problemas no Hblem.”O Hospital de Base, por conta de gestões ineficientes e também de irregularidades administrativas, penaliza justamente quem mais precisa do atendimento na área de saúde”.

FORA DO “TIME DE WAGNER”

O PT baiano parece ter dado mostras de que o cacife de Geraldo Simões e de Luiz Alberto não anda lá grande coisa. Daqueles que disputam a reeleição pela legenda, só os dois não apareceram na telinha nesta terça no programa dedicado aos candidatos a deputado federal. Por outro lado, apareceram os novatos Valmir Assunção e Afonso Florence.

Para usar refrão da campanha proporcional de Wagner, Geraldo e Luiz Alberto estão fora do time.

SUCESSÃO ESTADUAL

Marco Wense

OS CONCORRENTES: Souto, Wagner e Geddel (Foto Google).

Paulo Souto e Geddel Vieira Lima, respectivamente candidatos ao governo da Bahia pelo DEM e PMDB, tem a mesma opinião em relação ao horário eleitoral que começa no próximo dia 17.

O ex-governador e o ex-ministro acham que vão crescer nas pesquisas de intenção de voto com o início da propaganda no rádio e na TV. Geddel diz que vai se aproximar de Souto, que, por sua vez, diz que vai se afastar mais ainda do peemedebista.

As últimas consultas populares, incluindo a do instituto Datafolha, apontam o candidato do PT, Jaques Wagner (reeleição), na dianteira. E mais: seria reeleito logo no primeiro round.

A turma de Wagner também acha que o ex-ministro das Relações Institucionais do governo Lula, que passou incólume pelo escândalo do mensalão, vai crescer nas pesquisas.

Como é improvável que Wagner, em um eventual segundo turno, fique de fora da disputa pelo Palácio de Ondina, a briga entre Souto e Geddel promete muitas emoções e, quem sabe, a depender do andar da carruagem, uma troca de farpas.

Souto versus Geddel. A expectativa fica por conta de quem vai dar a primeira alfinetada no esperado horário eleitoral.

DOBRADINHAS

O já descrente eleitor fica sobressaltado com as tais das “dobradinhas” que aparecem em época eleitoreira e, depois, como num passe de mágica, desaparecem para sempre.

Aliás, a “dobradinha” mais esperta da eleição de 2010 é, sem dúvida, a que Geraldo Simões fez com Ângela Souza (PSC).  A deputada, que busca sua reeleição para o Parlamento estadual, vai apoiar o petista em Ilhéus.

O petista, no entanto, além de não pedir um só voto para Ângela no seu principal reduto, que é Itabuna, não faz nenhum esforço para que geraldistas ilheenses votem na candidata evangélica.

É a dobradinha do “toma-lá” sem o “dá-cá”. Da ingenuidade enfrentando a esperteza.

FERNANDO GOMES

Se não fosse José Serra, a chapa completa do ex-prefeito Fernando Gomes seria a mesma de Geddel, candidato ao governo da Bahia pelo Partido do Movimento Democrático Brasileiro, o pragmático PMDB.

O ex-prefeito de Itabuna e o ex-ministro da Integração Nacional vão votar em Renato Costa (deputado estadual), Lúcio Vieira Lima (federal), os dois senadores da chapa majoritária e o próprio Geddel para o cobiçado Palácio de Ondina.

O voto diferente fica por conta da sucessão presidencial, já que Geddel vota na petista Dilma Rousseff e Fernando Gomes no tucano José Serra.

Marco Wense é articulista do Diário Bahia.

QUEM ESTÁ NA CHUVA…

Geraldo e Jota Carlos cheios de mesuras com Leo Kret

Em uma dessas caminhadas à procura de votos, ocorrem os encontros políticos mais inusitados. Como recentemente se deu em um corpo-a-corpo num município do interior baiano, onde os políticos foram contemplados por uma chuva inesperada.

No corre-corre, o deputado federal Geraldo Simões e o estadual Jota Carlos, ambos do PT, jogaram às favas as diferenças partidárias e procuraram com avidez garantir um guarda-chuva para a vereadora Leo Kret do Brasil, que disputa cadeira na Assembleia Legislativa pelo PR do senador César Borges.

Entre os dois cavalheiros e com guarda-chuva sobrando, Leo Kret ficou – como se diz, “toda,toda”…

PT NÃO DARÁ RESPOSTA A ESCRITOR GRAPIÚNA

A direção do PT itabunense decidiu que não dará resposta à provocação do escritor Antônio Júnior. Estabelecido na capital do Rio Grande do Norte, ele distribuiu texto em que afirma ter se afastado do PT e do grupo do deputado federal Geraldo Simões ao ver que, no partido, o que existe é uma “guerra permanente, cobra engolindo cobra”.

Um dos membros do diretório petista classificou a atitude do escritor de oportunista. Antônio Júnior filiou-se à legenda em 2008. Ele também acusou o deputado Geraldo Simões de defender apenas interesses pessoais.

As críticas aos petistas foi feita pelo escritor enquanto informava que passou a integrar o marketing da campanha ao Senado da ex-governadora potiguar Wilma de Faria.

ESCRITOR ALFINETA GERALDO, JUÇARA E PT

Antonio Júnior e Wilma de Faria

O escritor grapiúna Antonio Júnior, ao anunciar sua entrada na equipe da campanha da ex-governadora Wilma de Faria, do PSB do Rio Grande do Norte, destilou veneno contra o casal Juçara Feitosa e Geraldo Simões, ambos do PT itabunense. “Estou empolgado com esta oportunidade profissional relevante e bem remunerada. Wilma de Faria é uma lenda viva da política potiguar”.

Em seguida, Antônio Júnior diz que foi boicotado pelo marketing de Juçara, em 2008, na disputa pela prefeitura de Itabuna, “mesmo me oferecendo voluntariamente para trabalhar na campanha de Juçara”.

O escritor não revela-se até sarcástico ao lembrar da situação. “Terminei por compreender que o PT grapiúna vive em guerra interna permanente, brutal, com cobra engolindo cobra”.

O escritor e jornalista também afirma ter se decepcionado com o deputado federal Geraldo Simões. “Como tantos veteranos, ele se habituou às benesses públicas, se acomodou, já não se preocupa em trazer benefícios para o sul da Bahia, priorizando estratégias e artimanhas para permanecer na glória do poder”.

Juçara e Geraldo.

Antônio Júnior cutuca Geraldo. O parlamentar sul-baiano não seria chegado a uma leitura. “O que esperar de um homem público que não abre um livro, acredita que é o dono da verdade e defende publicamente desatinos familiares, quando deveria humildemente pedir desculpas?”. E complementa: “O que posso garantir é que ele nunca mais terá o meu voto”.

O escritor e jornalista trabalhou com o grupo geraldista em 2007 e 2008, afastando-se quando novamente deixou Itabuna. Atualmente, está radicado em Natal, capital do Rio Grande do Norte, onde fará a campanha de Wilma Faria ao Senado.

PATRULHAMENTO

Marco Wense

(foto Duda Lessa)

O vereador de Itabuna, Claudevane Leite (Vane), nunca teve um bom relacionamento político com o seu partido, o PT do ex-prefeito Geraldo Simões e da professora Miralva Moitinho.

Alguns petistas, só para citar um exemplo bem recente, não gostaram da declaração do edil sobre o governo do Capitão Azevedo, quando Vane disse que “o governo está acertando os passos”.

É esse patrulhamento idiota, essa tentativa de enquadrá-lo de acordo com os interesses de quem se considera dono da legenda, que provoca o distanciamento do vereador com o Partido dos Trabalhadores.

É bom lembrar, até mesmo por uma questão de justiça, que Vane é um bom parlamentar, digno da Casa Legislativa. Não anda participando de conchavos políticos, de politicagem e, muito menos, de coisa suja.

MALAS

A expressão “arruma a mala aí”, que marcou a disputa pela prefeitura de Itabuna entre Fernando Gomes e Geraldo Simões, também esteve presente na carta do então prefeito Ubaldino Brandão para Gileno Amado.

Na íntegra, para o caro leitor, os dois últimos parágrafos da missiva, escrita em 30 de setembro de 1950.

“Por isto eu lhe aconselho me deixar em paz, senão outras verdades surgirão. Arrume as suas malas e vá-se embora daqui, porque você, como chefe político, em Itabuna, morreu”.

“Quanto ao mais, que o povo itabunense julgue a mim e a você e veja qual de nós é o melhor para ele e qual dentre nós dois tem sido mais útil”.

AUGUSTO CASTRO

Correligionários de Augusto Castro, candidato a deputado estadual pelo PSDB, estão eufóricos com o sucesso eleitoral do tucano. Acreditam em uma votação, aqui em Itabuna, acima dos oito mil votos.

Pesquisas de intenção de voto, segundo pessoas próximas do candidato, já apontam Augusto na quarta posição, atrás de Renato Costa (PMDB), Coronel Santana (PTN) e do Capitão Fábio (PRP).

Marco Wense é articulista do Diário Bahia.

PREFEITO DE IBIRAPITANGA “DE BIRRA”COM GERALDO

Ainda não está definido o apoio do prefeito de Ibirapitanga, conhecido como “Gude”, ao ex-prefeito de Porto Seguro e candidato a deputado federal pelo PRP, Jânio Natal. Mas Gude encontra-se mesmo a um passo de romper com Geraldo Simões, por achar que o petista se afastou de Ibirapitanga.

Apesar da tendência de rompimento, e de já terem ocorrido conversas entre Gude e Natal, “bombeiros” foram acionados para apacentar o quase ex-aliado de GS. Na primeira análise, constataram que não é uma missão das mais fáceis.

TARIK REGISTRA SUPERPOPULAÇÃO DE CANDIDATOS

TOM SOBRE TOM:Wenceslau Jr. e Geraldo Simões posaram para a foto, enquanto bem perto, mas fora do enquadramento, J. Carlos assistia à cena preocupado (foto Pimenta na Muqueca)

Nunca antes na história do Tarik Fontes Plaza Hotel aquela aprazível hospedaria itabunense registrou tantos candidatos por metro quadrado. A cúpula da campanha de Jaques Wagner, inclusive o coordenador-geral Luiz Caetano e o presidente do diretório estadual do partido, Jonas Paulo, comandava o “desfile”. Em volta, encontravam-se nomes como os de Rosemberg Pinto,
J. Carlos, Wenceslau Júnior, Geraldo Simões, Josias Gomes, entre outros. Isto sem falar nos candidatos ao Senado, Lídice e Pinheiro, que também passaram pelo Tarik.

No meio da muvuca, teve candidato formando dobradinhas instantâneas (“rapidinhas” eleitorais) e deixando velhos parceiros com a pulga atrás da orelha.

O deputado federal Geraldo Simões, por exemplo, ficou no maior chamego com Wenceslau Júnior, candidato a estadual, enquanto J. Carlos, que tenta o retorno para a Assembleia e tem parceria firmada com GS, mirava os dois com o canto do olho.

Quem viu a cena ficou certo de que depois houve cobrança de explicações…

PARA GERALDO, PESQUISA MAIS AMPLA DARIA VANTAGEM AINDA MAIOR A WAGNER

Geraldo: vitória de Wagner.

O deputado federal Geraldo Simões (PT) disse estar convencido de que a vantagem do governador Jaques Wagner seria ainda maior no Datafolha se a pesquisa fosse aplicada em um maior número de pequenas cidades. “Numa pesquisa mais ampla, o resultado seria ainda melhor para Wagner”, disse.

No Datafolha divulgado no último sábado, 24, o governador e candidato à reeleição apareceu com 44% das intenções de voto, ante 23% do ex-governador Paulo Souto (DEM) e do ex-ministro Geddel Vieira Lima (13%), além de 1% para Bassuma (PV), mesmo percentual do Professor Carlos (PSTU).

Geraldo observa que levantamentos internos e com cerca de 3 mil entrevistados apontam para uma diferença maior. Ele também acredita que Wagner terá capacidade de fazer os dois nomes ao Senado Federal.

No Datafolha, porém, o adversário César Borges (PR) aparece com 34%, enquanto os governistas Lídice da Mata (PSB) e Walter Pinheiro (PT) têm, respectivamente, 26% e 20% das intenções de voto.

INFRAESTRUTURA E LOGÍSTICA

Deputado federal candidato à reeleição, Geraldo Simões recepcionará o governador Jaques Wagner em Itabuna, nesta terça, 27. Às 14h, Wagner promove evento de sua candidatura na AABB local. Apesar das críticas à presença tímida do governo petista no eixo Ilhéus-Itabuna, Geraldo sai em defesa do Galego. Diz que o governo baiano liberou R$ 80 milhões para as negociações de dívidas dos produtores no PAC do Cacau.

O deputado diz que o governo de Wagner olhou com mais carinhos para o sul da Bahia. “O Porto Sul, o maior complexo logístico da história recente do estado, só vai acontecer em Ilhéus, porque tem um governador que olha a Bahia como um todo”.

E cutuca adversários de Wagner: “Se fosse em governos passados, esses investimentos de R$ 6 bilhões iriam para o Porto de Aratu. Antes, tudo era para a Região Metropolitana”.

Num desses exemplos de concentração, Geraldo aponta a indústria da Semp Toshiba na Bahia. “A empresa foi para Salvador, quando deveria estar instalada em Ilhéus, sendo âncora do nosso Polo de Informática”.








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