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:: ‘Globo’

NOVELA “SEGUNDO SOL” É GRAVADA EM PORTO SEGURO

Praia em Trancoso é cenário de novela da Globo|| Foto Divulgação

Mais de 100 profissionais, entre atores e equipe de produção da TV Globo, permanecem em Porto Seguro, no extremo-sul da Bahia, até quinta-feira (22). Eles gravam cenas da próxima novela das 21h, cuja estreia está prevista para maio. Intitulada “Segundo Sol”, o trabalho de teledramaturgia dará visibilidade, na TV aberta, a diversos atrativos turísticos da Costa do Descobrimento.

Atores gravam em Porto Seguro cenas da próxima novela das 21h|| Foto Portal Terra.

As paradisíacas praias de Trancoso e Arraial d’Ajuda, assim como a sede do município de Porto Seguro, dão contorno à fictícia cidade de Boiporã, na obra escrita por João Emanuel Carneiro. Nas redes sociais, as atrizes Giovanna Antonelli e Débora Secco demonstram o quanto gostaram do local das gravações. O maquiador e cabeleireiro Fernando Torquato também publica registros dos momentos de descontração.

Porto Seguro estará em novela da Globo

“As belas imagens da Costa do Descobrimento serão um convite para que os telespectadores venham conhecer o cenário desta obra de ficção”, disse o secretário estadual do Turismo, José Alves.

Sinopse – Dirigida por Dennis Carvalho e Maria de Médicis, a novela conta a história de um cantor de axé, interpretado por Emílio Dantas, que é dado como morto no fim da década de 90 e resolve assumir uma identidade falsa, passando a viver em uma cidade do litoral baiano. Fazem parte do elenco atores como Adriana Esteves, Vladmir Brichta, Arlete Salles, José de Abreu e Fabíula Nascimento.

FÁBIO LAGO SERÁ NICK EM “O OUTRO LADO DO PARAÍSO”, DA GLOBO

Fábio Lago interpretará Nick em "O Outro Lado do Paraíso", nova novela da Globo || Divulgação

Fábio Lago interpretará Nick em O Outro Lado do Paraíso, da Globo || Divulgação

Famoso por interpretar o traficante Baiano (Tropa de Elite), o ator ilheense Fábio Lago vai dar vida a um dono de salão de beleza em O Outro Lado do Paraíso, nova novela das 21h, da Globo. Escrita por Walcyr Carrasco, a trama estreia no próximo dia 23. No entanto, o preparo de Fábio Lago para o personagem já dura meses. Em entrevista ao jornal Extra, o ator contou que gosta de passar por mudanças extremas e de poder transitar entre o drama e o humor.

Na televisão e no cinema, ele tem uma extensa lista de personagens, todos eles muito diferentes entre si. “Por um personagem, faço o que for. Até tirar um dente, se valer a pena”, afirma Lago, que na época de Caras & Bocas (2009) divertiu o público com várias caracterizações, de cupido à baiana do acarajé, para que seu Fabiano seguisse a mulher sem ser descoberto.

Na pele de Nicácio – ou Nick, como prefere ser chamado – ele terá sobrancelhas delineadas, megahair de mechas louras, brincos nas duas orelhas, brilho labial, unhas esmaltadas e uma boa dose de feminilidade.

“Antes de a novela ir ao ar, resolvi levar o jeitinho do personagem às ruas. Saio de brincos e unhas pintadas, solto o cabelão… As pessoas me olham torto, confusas”, comenta. E arremata: “Estou adorando este estado gay”.

Fábio lembra que na pele do personagem a empatia do público tem sido muito grande. “A delicadeza é um chamariz num mundo tão machista”, defende. Extra/Correio24h

RECORD “AFOGA” AUDIÊNCIA DA GLOBO COM CENA DO MAR VERMELHO

Mar Vermelho se abre e novela da Record bate audiência da Globo com folga.

Mar Vermelho se abre e novela da Record bate audiência da Globo com folga na terça (10) – Reprodução Record.

Do Sala de TV

Um dia histórico nos 62 anos da Record. A terça-feira, 10 de novembro, marcou a ressurreição definitiva da teledramaturgia da emissora após alguns anos de resultados insatisfatórios.

O capítulo 167 de Os Dez Mandamentos apresentou a tão propagada sequência da abertura do Mar Vermelho, ponto épico do livro do Êxodo.

Com quase 90 minutos de duração, o episódio especial da trama bíblica conquistou vitória inédita sobre a Globo, que no período — entre 20h30min e 21h58min — exibia o Jornal Nacional e o início da novela A Regra do Jogo.

De acordo com dados prévios do Kantar Ibope, a produção da Record registrou 28 pontos de média contra 19 da concorrente. (Os números consolidados serão divulgados ao meio-dia.)

O capítulo começou às oito e meia, mas os telespectadores precisaram esperar até 21h46 para testemunhar o início da divisão das águas, após a voz de Deus passar uma ordem a Moisés (Guilherme Winter): “Levante o cajado e estenda a mão sobre o mar”.

Os efeitos de computação gráfica foram vistosos, mas não impressionantes. Porém não é justo exigir de uma novela brasileira os mesmos recursos técnicos milionários de uma produção cinematográfica de Hollywood.

Com prazo curto e orçamento limitado (1 milhão de reais, orçamento baixo para o que se propunha), a equipe do diretor Alexandre Avancini fez o possível e deixou sua marca.

A sequência de dez minutos será sempre lembrada como um dos destaques da TV em 2015.A emoção emprestada pelos atores aos personagens foi mais interessante do que o show de tecnologia.

O excelente desempenho de Os Dez Mandamentos ontem, com recorde de Ibope e posição privilegiada nos Trending Topics mundiais do Twitter, aumenta a expectativa e a pressão sobre o futuro da teledramaturgia da Record.

Leia a íntegra aqui.

AOS URUBUS, COM CARINHO!

ricardo bikeRicardo Ribeiro | ricardo.ribeiro10@gmail.com

 

A história costuma se repetir, permitindo até a previsão de certas ofensivas. Na década de 50, com a UDN e o império de comunicação de Assis Chateaubriand; agora, com os tucanos, a Veja e a Rede Globo, com suas denúncias enlatadas que tentam subverter até o ordenamento jurídico.

 

A eleição acabou, mas muita gente ainda não desceu do palanque. Divulgado o resultado, compete aos brasileiros – todos – torcer para que o governo acerte o passo e cumpra seus compromissos. “Urubuzar”, como apraz a uma parcela de jacus baleados, é a verdadeira burrice que gente raivosa enxerga na opção alheia.

Nem gostaria de fazer mais comentários sobre essa campanha eleitoral (na verdade, agora deu uma preguiça danada de ficar chovendo no molhado). Mas o festival de bobagens que inunda as redes merece ao menos alguma observação.

Aos que desconhecem a história, recomenda-se a leitura do último dos três volumes da biografia do ex-presidente Getúlio Vargas, um belíssimo trabalho de apuração do escritor Lira Neto. A mesma campanha na mídia, a mesma direita raivosa, até a mesma Petrobras mergulhada em um tal “mar de lama”, produzindo um clima de ódio na sociedade que levou ao desfecho que todos (suponho) conhecem.

A história costuma se repetir, permitindo até a previsão de certas ofensivas. Na década de 50, com a UDN e o império de comunicação de Assis Chateaubriand; agora, com os tucanos, a Veja e a Rede Globo, com suas denúncias enlatadas que tentam subverter até o ordenamento jurídico. Na Código de Processo do PIG, uma delação premiada vale por uma condenação consumada.

Com esse fermento, adicionado à inconformidade de certos setores com a ascensão de quem antes vivia excluído, a direitona agora constrói um cenário de terceiro turno.

Hoje, um professor de ginástica comentava o tema sob o enfoque que lhe toca. Tempos atrás, havia apenas dondocas e playboys nas academias. “O pobre só tinha dinheiro para o básico”… Pobre nas academias, faculdades públicas e privadas, com conta bancária, frequentando restaurante, de carro novo e viajando de avião… Tudo isso dá urticária em muita gente metida a besta, que hoje extravasa sua bronca em fétidas postagens nas redes sociais.

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SELEÇÃO BRASILEIRA PREFERE A BAND, QUE JÁ TEM SINAL DIGITAL EM ITABUNA

Comissão técnica assiste a México e Camarões pela Band (Reprodução Uol).

Comissão técnica assiste a México e Camarões pela Band (Reprodução Uol).

Na guerra de audiência entre emissoras de televisão que transmitem os jogos da Copa 2014, imagens liberadas pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF) revelam preferência ( momentânea?) da comissão técnica da seleção canarinho.

Eram bastidores de um almoço da comissão técnica. Ao fundo, a logomarca da Band não deixou dúvida quanto à escolha da equipe de Felipão.

Conforme captado pelo blog Uol Esporte Vê TV, a equipe assistia ao jogo México e Camarões.  A Band foi a escolhida, embora a Globo seja a emissora oficial da Copa (e da CBF) no país.

BAND COM SINAL DIGITAL EM ITABUNA

Band com sinal digital em Itabuna (Reprodução Pimenta).

Band com sinal digital em Itabuna (Reprodução).

E, por falar em Band, o canal já é transmitido com qualidade digital em Itabuna, no 11.1 (Band Bahia). Quem possui televisor com conversor digital, é só calibrar, reinstalando os canais, automaticamente, pelo menu do aparelho.

A dica é do professor e desportista Vladistone Menezes. Pelo menos até a semana passada, apenas a TV Santa Cruz (Globo) era sintonizada com qualidade digital no município sul-baiano.

FORCINHA DO PLIM-PLIM

Petistas de alto coturno espalham pelas redes sociais uma suposta “forcinha” da Globo para o PSDB em ano de eleições presidenciais. Após os 45 anos da Vênus Platinada em 2010, desta vez o 45, denunciam, aparece subliminarmente na marca da nova novela das 19 horas, Geração Brasil. Dentre os que criticam a estratégia da Globo está o presidente estadual do PT baiano, Everaldo Anunciação, que compartilhou este material abaixo.

globo tucanato

THE VOICE: IVETE ELOGIA AMANDA E DIZ QUE ITABUNA “BOTOU PRA QUEBRAR”

Cláudia Leitte e Carlinhos Brown elogiaram a apresentação da itabunense Amanda Chaves, ontem, no quinto dia da “audição às cegas” no programa The Voice Brasil (Globo). A artista, chamada de voz “divina” por Leitte, interpretou Eu sou neguinha, e não foi classificada (veja aqui).

Pelo Twitter, cantora elogiou atuação da itabunense no programa global.

Pelo Twitter, cantora elogiou atuação da itabunense no programa global (Reprodução/Pimenta).

Pelo Twitter, a musa Ivete Sangalo foi além. Disse que Amanda Chaves brilhou. “Canta cheia de personalidade”, disse. E completou: “Itabuna botou pra quebrar”.

Nas redes sociais, o maior questionamento era quanto às razões para a eliminação da cantora, apesar do reconhecimento à qualidade vocal e de interpretação da itabunense que está residindo há três anos e meio em Niterói (RJ). Ontem, dois baianos avançaram à próxima fase do programa. Outros dois já estavam garantidos em outros dias de audições.

UNIVERSO PARALELO

“JUDIAR” JÁ TEVE DIAS DE INTRANSITIVO

Ousarme Citoaian | ousarmecitoaian@yahoo.com.br

01AurélioO verbo “judiar”, que o leitor Jorge sugeriu para ser analisado, tem significado discutido. Aceito o mais corriqueiro, encontrado no Aurélio, que remete a um povo: “tratar como antigamente eram tratados os judeus”: massacrar, atanazar, magoar, atormentar, amargurar, angustiar, infernizar, aperrear, flagelar, mortificar, torturar, importunar – para ficarmos apenas em uma dúzia de sinônimos. Admira-me que a definição no Priberam sequer mencione aquele povo. Recuando a tempos pré-Aurélio, encontra-se que “judiar”, então verbo intransitivo, significava “maltratar judeus”.

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Palavra que sugere ofensa a um povo

Hoje, possui sentido gramaticalmente mais amplo, tendo virado transitivo indireto (“judiar de”). Setores mais preconceituosos empregam este verbo com o sentido de “agir como judeu”, pejorativamente, é claro. “Judiar” (tanto quanto seus derivados) é palavra evitada em alguns meios, pelo seu potencial de ofensa aos judeus, havendo até campanhas para que ela seja banida da língua portuguesa. Para o rabino Henry Sobel, o termo não tem carga pejorativa e precisa ser mantido para que nos lembremos dos preconceitos que o religioso diz “do passado” (mas eu tenho dúvidas).

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03JudiaçãoNordeste: “por que tamanha judiação?”

A ideia dele é de que essa lembrança nos livre do cruel preconceito que descambou no holocausto da Segunda Guerra. “Não fomos nós que maltratamos. Nós, os judeus, fomos maltratados”, diz Sobel. Discussões à parte, o termo, desvestido de preconceito, foi lembrado por Humberto Teixeira (Asa Branca): “Quando olhei a terra ardendo/ qual fogueira de São João/ eu perguntei a Deus do céu, ai/ por que tamanha judiação” e Lupicínio Rodrigues (“Mas acontece que eu não esqueci/ a sua covardia,/ a sua ingratidão/ a judiaria/ que você um dia fez/ pro coitadinho do meu coração”, enquanto Zeca Pagodinho, numa boa, canta “Judia de mim, judia…”

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ENTRE PARÊNTESES, OU


A intimidade que os manuais condenam
A TV Globo, que ultimamente tem a programação quase circunscrita à visita do Papa e ao nascimento de mais um herdeiro do trono inglês, tem tratado o líder da Igreja Romana com excessiva intimidade – nada recomendável nos manuais de redação: é Francisco pra lá, Francisco pra cá, como se falassem de algum jogador de futebol, cantor de pagode ou figura popular do tipo. Autoridade, qualquer foca sabe, precisa ter o cargo anteposto ao nome. Do jeito que a coisa vai, se o papa Francisco ficar muito tempo no Brasil os repórteres logo passarão a chamá-lo de… Chiquinho.

E O CACAU BAIANO QUASE CHEGOU À CHINA

05ChinaLá pelos anos 60, a China era um lugar longínquo e misterioso, a que os mais bestas um pouquinho chamavam “Cortina de Bambu” (em oposição à “Cortina de Ferro”). Pois o Conselho Consultivo dos Produtores de Cacau (CCPC), de Itabuna, decidiu lançar nosso principal produto agrícola naquele imenso mercado e para lá queria mandar um “embaixador”, mas não encontrava ninguém com coragem suficiente para tal empreitada. Foi quando se apresentou como candidato ao “sacrifício” um de seus dirigentes, Adélcio Benício dos Santos, o Dr. Adélcio – líder político de extrema direita, rico, advogado, pícnico, nervoso, ternos bem cortados, sapatos de cromo alemão e grande amor pelas viagens.
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De que forma se narra o inenarrável?

Dr. Adélcio não apenas foi à China, como voltou inteiro e mais lépido e fagueiro do que antes. Devido a esse ato de destemor-quase-heroísmo (pago pelos produtores, obviamente), ele se fez habitué dos voos para a terra do velho Mao, na tentativa de levar os chinas a consumir chocolate produzido com cacau sul-baiano. Se vendemos alguma amêndoa nessa aventura, desconheço. Mas conheço uma entrevista de rádio (“meninos, eu ouvi!”), quando Dr. Adélcio voltou da primeira viagem. O repórter (teria sido o bom Waldeny Andrade?): “Dr. Adélcio, que tal a experiência de conhecer a China?” O entrevistado, dado ao falar empolado: “Inenarrável”. Desce o pano.

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A FEIRA DE GARANHUNS PARA O MUNDO

7DominguinhosCai o pano também sobre um dos mais representativos artistas do Nordeste, o sanfoneiro, cantor, compositor e arranjador Dominguinhos (nascido José Domingos de Morais, em Garanhuns/PE). Dominguinhos era bem mais do que um “forrozeiro”, conforme setores mais preconceituosos costumam identificar os músicos regionais nordestinos: tocava xote, maracatu e baião, é claro, mas também bossa-nova, jazz e o que mais viesse. Filho espiritual de Luiz Gonzaga, foi aprendiz, seguidor e quem esteve mais próximo de ocupar o lugar sagrado do Rei do Baião. Talento reconhecido nacionalmente, Dominguinhos veio de família de agricultores pobres e cantou nas feiras, como forma de sobreviver.
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Tudo começou com uma “pé de bode”

Quando Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira criaram Asa branca, em 1947, Dominguinhos estava com seis anos – e já tinha uma sanfona “pé de bode” que ganhara de presente. A dupla não sabia que estava criando o hino do sertão, o canto de uma raça, grito contra a seca, a miséria, a dor, a tristeza, o sofrimento. Ao gravar Asa branca, colegas de Luiz Gonzaga correram o pires no estúdio, dizendo que aquilo era musica de cego, para pedir esmola (pobres almas!). Dominguinhos, por sua vez, não imaginava a que altura seria levado por aqueles acordes ainda tatibitates, cruzando, anos depois, com o mais famoso sanfoneiro do Brasil. No vídeo, um pouco dos quatro: Dominguinhos, Luiz Gonzaga, Humberto Teixeira e Asa branca. Os artistas se vão, a (boa) obra permanece.

(O.C.)

UNIVERSO PARALELO

COMO DEUS AMOU A JACÓ E ODIOU A ESAÚ?

Ousarme Citoaian | ousarmecitoaian@yahoo.com.br

1Esaú e JacóA forma preposicionada do verbo amar, aqui referida há dias, possui uma exceção muito nobre, que não foi citada. É que o Livro Sagrado dos católicos (no qual se esperava o respeito à regra de amar a Deus) abriga, em Romanos 9:13, esta joia de tradução: “Amei a Jacó, e odiei a Esaú”, palavra de Deus. A expressão, incompatível com um ser de infinita bondade, incapaz de abrigar o ódio (segundo os que Nele creem e O explicam), suscitou variadas interpretações. Destaca-se entre elas a do respeitado teólogo John Murray, no livro Romanos, resumida a seguir.

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“Sem malícia, perversidade ou vingança”

Para o exegeta (nascido na Escócia, em 1898), não se pode dar a esse ódio divino as mesmas características do ódio exercido pelo homem mau. “No ódio de Deus não existe qualquer malícia, perversidade, vingança, rancor ou amargura profanos”, diz o estudioso. Ele acrescenta que “o tipo de ódio assim caracterizado é condenado nas Escrituras, e seria uma blasfêmia atribuí-lo ao próprio de Deus.” E assim vão os crentes tentando explicar as profundas contradições do seu livro-texto, nem sempre com êxito. Voltemos, então, ao verbo, sem intenção de trocadilho.

Noel: “Jurei nunca mais amar ninguém”

Se Cartola escreveu “Não quero mais amar a ninguém”, ferindo a regra, e Pixinguinha foi pelo mesmo caminho, com “Amar a uma só mulher/ deixando as outras todas”, há exemplos do emprego “certo” do verbo: Noel Rosa (na charge de Pedro Thiago) grafou “Jurei nunca mais amar ninguém” e Dora Lopes (na voz de Noite Ilustrada) quase repete o Poeta da Vila, com “Jurei não amar ninguém”. Na poesia, abramos ala para a lusitana Florbela Espanca, que cultua a forma “clássica”: “Eu quero amar, amar perdidamente!/ Amar só por amar: aqui… além…/ Mais este e aquele, o outro e toda a gente…/Amar!  Amar!  E não amar ninguém!”

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ESPUMA RAIVOSA CAINDO SOBRE A GRAVATA

Eu que (quem acompanha esta coluninha sabe) não sou chegado a tevê, recebi de uma gentil leitora a sugestão de dar uma olhada no comentário de Arnaldo Jabor (Jornal da Globo, 12 de junho). Encontrei a preciosidade nos arquivos do Google. Trata-se, todos sabem, de um cineasta (ou ex-cineasta) que se fez popular na última campanha presidencial, pelo uso que a direita faz do seu discurso raivoso. Desta vez, falando sobre as manifestações de rua, ele se superou. Juro a vocês que lhe vi a espuma a escorrer pela a gravata. Felicitando-me por ainda considerar a tevê uma “máquina de fazer doido”, anotei umas frases da fala do homem.
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“Revoltosos não valem nem 20 centavos”
Protesto passagem em Itabuna foto Pimenta www.pimenta.blog.brÓdio puro: “No fundo, tudo é uma imensa ignorância política, burrice misturada a um rancor sem rumo”. Falso desconhecimento: “Se vingam de quê?” Brincando de ser inteligente: “A causa deve ser a ausência de causa”. Em defesa do interesse da Globo: “Por que não lutam contra a PEC 37?” A face da direita: “Esses caras vivem no passado de uma ilusão. Eles são a caricatura violenta da caricatura de um socialismo dos anos 50, que a velha esquerda ainda defende aqui”. A explosão final: “Realmente, esses revoltosos classe média não valem nem 20 centavos”. Depois perguntam por que a Globo estava na lista dos protestos.

ENTRE PARÊNTESES, OU…

Pra não dizer que só falo de espinhos
Aos que me acusam de muito falar mal da mídia – alguns afirmam que caço erros, uma injusta inversão, pois são os erros que me perseguem – vai aqui o que pode ser uma surpresa: o signatário desta coluna é leitor de cabresto de um certo Ricardo Ribeiro, que no Pimenta publica, volta e meia, análises sobre o nosso conturbado viver quotidiano. O defeito do estilo de Ricardo está em não publicar com a frequência que eu gostaria. Ou não. Talvez essa falta de vocação para arroz de festa contribua para fazê-lo avis rara, ou vinho de safra incomum, trigo que se sobressai ao joio. Importa é que a linguagem clara, a lucidez do texto e a visão crítica do autor o levantam ao nível dos “clássicos” do jornalismo regional.

ÂNGELA E A LUZ DIFUSA DO ABAJUR LILÁS

7Ângela MariaO nome é Abelin Maria da Cunha, apelido Ângela Maria, ex-vocalista de coro de igreja que, escondida da família, se apresentava em shows de MPB. Cantou durante quase 70 anos, de 1945 até hoje. E cantou tudo o que lhe caiu às mãos: o verso clássico de Ari Barroso e Noel Rosa, rimas ricas e indigentes, dores de amores derramados ou contidos, a deliciosa cafonice da “luz difusa do abajur lilás que nunca mais irá iluminar outras noites iguais”. Cantou famosos e anônimos, transformou desconhecidos em clássicos, foi de Capiba a Chico Buarque, de Dolores Duran a Paulo Vanzolini. Cauby Peixoto disse que com ela aprendeu a cantar os “finais” das canções. Elis Regina diz que deve a Ângela Maria ser cantora.
Vítima de roubo, agressão e humilhação
Discreta, Ângela não alardeia seus nove casamentos e que seus maridos a submeteram a humilhações, agressões físicas e prejuízos financeiros, quase a levando ao suicídio. No fim dos anos 60, em desespero, mudou-se do Rio para São Paulo, mas continuou sendo roubada, caindo ao estado de grande pobreza. Deu a volta por cima, com uma nova união, a décima (conviveu por 33 anos e casou-se em maio último). Diz que seu melhor amigo sempre foi Cauby Peixoto (ele já confessou ser apaixonado por ela – e que só não se casaram porque ele chegou “atrasado”, Ângela já estava casada). No vídeo, o depoimento de Elis Regina e o canto inconfundível da Sapoti (show da TV Globo, em 1980).

(O.C.)

TV GLOBO DANÇOU NO CARNAVAL

Do Blog do Miro

Apesar de toda a parafernália, a audiência da TV Globo despencou no Carnaval. Segundo o Ibope, a emissora registrou uma das piores quedas dos últimos anos. Na primeira noite do desfile das escolas de samba no Rio de Janeiro, no domingo (19), ela perdeu 20% da audiência, na comparação com 2011. Na média, ela marcou 8,3 pontos no Ibope da Grande São Paulo.

A queda da audiência da emissora na transmissão do Carnaval vem se acentuando a cada ano. Em 2011, ela registrou 10,4 ponto; em 2010, a média foi de 10,9; já em 2009, ela atingiu 12,5 pontos no Ibope. A decadência tem várias causas. A principal parece ser a do aumento da concorrência. O programa Domingo Espetacular, comandado pelo jornalista Paulo Henrique Amorim na TV Record, marcou 15 pontos no Ibope das 21h às 23h32 do dia 19.

ILHEENSE ENFRENTA FILA POR UMA PONTA EM “GABRIELA”

Tudo para estar na novela (foto Clodoaldo Ribeiro)

Centenas de ilheenses – de crianças a idosos – enfrentaram uma fila que serpenteava pelo calçadão da Rua Jorge Amado, para realizar o sonho de participar como figurante da novela “Gabriela”, cujo remake começa a ser gravado em março, tendo os atores Humberto Martins e Juliana Paes, nos papéis principais do turco Nacib e da morena cor de cravo e canela que Jorge Amado tornou um dos principais símbolos de Ilhéus.

Os testes começaram pela manhã e continuam nesta tarde, no Teatro Municipal. O número de figurantes será confirmado pela equipe de produção, após definir as locações da novela em Ilhéus.

ILHÉUS & GABRIELA

Walcyr Carrasco

Fui para Ilhéus com o Maurinho (o diretor Mauro Mendonça Filho), que fará a direção geral de “Gabriela”. A de Núcleo será do Roberto Talma. Foi também a Verônica, da produção, e o cenógrafo Mário Monteiro com sua mulher e parceira Cacá. E para nos ciceronear compareceu o ator Fábio Lago, que vocês conhecem de “Caras & Bocas”, onde fez o inesquecível Fabiano. O Fábio é de Ilhéus, portanto nos ajudou a conhecer a cidade profundamente.

Eu não imaginava que ia gostar tanto de Ilhéus. A cidade é linda. São muitos os prédios e casas Art Nouveau e Art Deco preservados. A cidade foi imponente, teve um passado grandioso. O mais incrível é ir ao lugares que inspiraram Jorge Amado em “Gabriela”. No primeiro dia, jantamos no Bataclã. Hoje é um restaurante. Mas no passado foi um bordel, comandado pela Maria Machadão, que realmente existiu!

Tem também o Vesúvio, bar do turco Nacib, que se apaixona por Gabriela. E as casas dos coronéis. Jorge Amado se inspirou em coronéis que realmente existiram! Por isso mesmo quis conversar com descendentes das antigas famílias do cacau. Uma das pessoas mais interessantes que encontrei foi dona Maricy, neta de um importante coronel. Além de pianista, ela conheceu de perto Anita Malfatti, Oswald de Andrade… e tocou um pouco de piano para mim!

O processo criativo de um autor exige que se converse com pessoas. Ouvir memórias é muito estimulante. Muitas vezes quando alguém me pergunta como se começa a escrever, eu respondo:

– Ouça as pessoas!

Conheci outros descendentes das grandes famílias do cacau. Foi maravilhoso me aprofundar no universo de Jorge Amado e de Gabriela!

Mas é claro, eu comi! Já contei no Twitter parte do exagero. Farei um resumo rápido dos pratos que traçamos, eu, o Maurinho e a equipe, em três dias: lagosta com caju no Bataclã; polvo a provençal, carne seca, bobó de camarão (duas vezes), galinha de cabidela, feijoada, moqueca de bacalhau, pirão de leite, carne seca de novo, pão delícia, cupuaçu cristalizado, jaca cristalizada, doce de banana, cocada, sorvete de pitanga, sorvete de tapioca, torta de banana, suco de pitanga, suco de cacau, cacau (a fruta) várias vezes. E numa noite em que achamos que estávamos pegando pesado demais e era melhor maneirar, comemos pizza de calabresa! Alguém conhece algum regime à base de pizza de calabresa pra “maneirar”?

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PARA JOÃO CAVALCANTI, GLOBO E NATURA CONSPIRAM CONTRA O PORTO SUL

Do Bahia Notícias

Cavalcanti: Globo e Natura contra o Porto Sul (Foto Tiago Melo).

O empresário baiano João Cavalcanti afirmou haver uma conspiração dos administradores do Porto Suape, em Pernambuco, e do Porto Tubarão, em Vitória, contra a instalação do Porto Sul, em Ilhéus, no sul da Bahia. “Suape e Santos têm feito campanha injetando recursos nos ‘ecoxiitas’ que não têm conhecimento dos benefícios”, acusou, em entrevista ao programa Acorda Pra Vida, da Tudo FM 102,5.

O empreendedor acusa os empresários Roberto Irineu Marinho, da Rede Globo, e Guilherme Leal, da Natura Cosméticos, de também fazerem lobby contra o terminal, por terem propriedades na região. “Roberto Marinho tem um resort dentro do mesmo condomínio da casa de Roberto Marinho e não vejo nenhum impacto ambiental, nada. Vamos movimentar apenas grãos e é um porto offshore, com 3 quilômetros para dentro do mar”, afirmou.

“O Guilherme, da Natura, que foi um dos que combateram este porto, foi o candidato [a vice-presidente na chapa de Marina Silva] do PV, tem apenas uma fazenda de 10 hectares”, completa o empresário. A projeção é a de que o Porto Sul seja inaugurado em 2014 com uma movimentação de 85 milhões de toneladas ao ano, praticamente o mesmo índice do Porto de Tubarão e muito superior ao do Suape, que tem cerca de 11 milhões de toneladas. “Tem interesses escusos de outros estados do Brasil. A comunidade tem que acordar para isso”, alertou.

UNIVERSO PARALELO

EUFEMISMOS, PRECONCEITO E SUPERSTIÇÃO

Ousarme Citoaian
Expressões populares, frases feitas e eufemismos constituem o apanágio de cada língua. Às vezes, tais construções mal conseguem disfarçar a carga de superstição e preconceito que carregam, levando o povo a dar voltas à imaginação e nós na língua, para evitar o nome verdadeiro das coisas. Há comunidades que nunca pronunciam a palavra diabo, tenho uma amiga que não fala em azar (ela prefere “má sorte”), em outros tempos não se dizia que uma pessoa estava com tuberculose, câncer é palavra que muitos não usam – e na grande fase do Santos a torcida adversária não pronunciava, durante o jogo, o nome de Pelé: era somente… Ele.

AS DIVERSAS FÓRMULAS PARA NÃO “MORRER”

Para a palavra morrer, há dois grupos de eufemismo, ambos dando cores e odores próprios à língua. O respeitoso: falecer, descansar, fechar os olhos, desencarnar (entre espíritas) e dar o último suspiro – além do detestável “passar para o andar de cima”, ao gosto de quem aprende português com a Globo. Do lado gaiato: bater as botas, esticar as canelas, ir comer capim pela raiz, bater a caçoleta, botar o bloco na rua (por certo, lembranças serão despertadas). Tenho minhas preferidas nos dois conjuntos: no primeiro, formal, gosto de “faltar”; no jocoso, destaco “subir no telhado” (resquício de uma das melhores piadas de português de todos os tempos).

“MINHA MÃE FALTOU-ME ERA EU PEQUENINO”

E por falar em português, sem gracinhas, reporto-me a Guerra Junqueiro (1850-1923), com cuja poesia abono o eufemismo para morrer, a que me referi.  No poema “Os simples”, ele canta (chora!): A minha mãe faltou-me era eu pequenino,/mas da sua piedade o fulgor diamantino/ficou sempre abençoando a minha vida inteira,/como junto dum leão um sorriso divino,/como sobre uma forca um ramo d´oliveira! Penso que “minha mãe morreu” não teria jamais a pungência de “minha mãe faltou-me”. E imagino tempestivo lembrar que esse Abílio Manuel Guerra Junqueiro nasceu num lugar de nome lindo, ao norte de Portugal: Freixo de Espada-à-Cinta, pois, pois.

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A LINGUA É NOSSA HERANÇA E PATRIMÔNIO

Nossa língua é mais do que caminho de expressão de ideias e sentimentos. Ultrapassa a utilidade imediata da comunicação entre as pessoas para ser ferramenta da história, da cultura, dos valores do passado, da construção do presente, da projeção do futuro. Bem lembra Bilac que, em português, ”Camões chorou, no exílio amargo, o gênio sem ventura e o amor sem brilho”. A linguagem é herança, patrimônio que nos legaram – e do qual nos cabe cuidar, conservar o que precisa ser conservado, transformar o necessário e passar esse conjunto às gerações próximas, com orgulho e responsabilidade.

CONFUSÃO ENTRE HIPOCRISIA E LIBERDADE

O jornal, por ser mais perene do que o rádio e a tevê (apesar de mais transitório do que o blog), é grande repositório desse cabedal, por isso precisa ser menos permissivo na abertura de seus espaços, numa hipocrisia travestida de vaga liberdade de expressão. Nossas páginas estão cheias de artigos e comentários de autolouvação, que em nada ajudam a melhorar a sociedade, mesmo que sirvam ao ego de quem os assina. Texto tatibitate, bajulação aos poderosos do momento, redação descuidada, solecismos à mancheia e lugares-comuns a dar no meio da canela – são um desserviço imposto à língua.

PRINCÍPIO DE JORNALISTAS E COSTUREIRAS

Os (maus) exemplos são legião. Antes, parodiemos Cláudio Abramo, que disse (em A regra do jogo) ser a ética do jornalista a mesma ética do marceneiro (e creio nisso, pois a ética é mesmo um valor comum a qualquer atividade): jornalistas, do ponto de vista operacional, não são diferentes de costureiras, por exemplo. Àquelas, se não conhecem linha e agulha, ninguém daria emprego; destes, há de se exigir conhecimentos básicos de língua portuguesa. São princípios, mutatis mutandis, indispensáveis para quem quer costurar ou escrever (que talvez seja, no final das contas, um gênero de costura).

VERBO TRANSITIVO DIRETO E MÁ COMPANHIA

O exemplo foi colhido em coluna de jornal de Ilhéus. Ao prantear a morte da professora Nélia de Saboia Orrico, o colunista descreve o ambiente do cemitério em linguagem romântica, talvez para atenuar o trágico. “O farfalhar do vento entre as alamedas com árvores frondosas nos convida a fazer sempre uma reflexão sobre o sentido da vida”, filosofa. Em merecida adjetivação à mestra, ele destaca a “perda irreparável” e saca este fecho infeliz: “Nunca vamos lhe esquecer”. Verbo transitivo direto, como este, acha que o “lhe” é má companhia: “Nunca vamos esquecê-la” é a forma requerida.

UM HOMEM DE RELAÇÕES (MUITO) PERIGOSAS

David Nasser  (1917-1980) foi um dos brasileiros mais influentes do seu tempo. Homem de muitas faces, publicou vários livros e reportagens de altíssima octanagem, que lhe renderam fama e dinheiro. Principal pena alugada de Chateaubriand, perseguiu desafetos e defendeu monstruosidades como o Esquadrão da Morte. Certa vez, com o fotógrafo Jean Manzon, fez uma reportagem para “ensinar” aos brasileiros como distinguir um japonês de um chinês. E dentre outras coisas, disse que o japonês podia ser identificado pelo aspecto “repulsivo, míope, insignificante”. Ao morrer, riquíssimo, teve o caixão coberto pela bandeira da organização criminosa que apoiou.

 

DE DENTRO DO MONSTRO EMERGIA UM POETA

Dentro do monstro habitava, além do panfletário temido, um poeta de belos versos. É, esse David Nasser de tão degradada biografia, um dos letristas mais festejados da MPB, parceiro de grandes músicos, sobretudo de Herivelto Martins. É autor de pérolas como Canta Brasil (com Alcir Pires Vermelho), Confete (Jota Júnior) e Normalista (Benedito Lacerda). Com Herivelto, fez Atiraste uma pedra, Pensando em ti e Camisola do dia, (as de que me lembro), uma memorável série de tangos (Estação da luz, Carlos Gardel e Hoje quem paga sou), além da vinheta de fim de ano usada pela Globo ( “Adeus ano velho, feliz ano-novo…”), em parceria com Francisco Alves.

RELEMBRADO POR BETÂNIA, CAETANO E GAL

Na minha memória, quem mais gravou David Nasser foi Nelson Gonçalves. Maria Betânia – que pode não ser a cantora que dizem, mas é dona de indiscutível bom gosto e cultura musical – regravou Atiraste uma pedra e A camisola do dia (Gal Costa também cantou Atiraste uma pedra) e Caetano recuperou Pensando em ti. Percebam como o jornalista, ao contrário de muitos coleguinhas por aí, não se permite cair na armadilha dos pronomes da segunda pessoa: eu amanheço (e anoiteço) pensando em “ti”, eu não “te” esqueço, vejo a vida pela luz dos olhos “teus”, “te” vejo nas espirais de fumaça, se leio um livro, em cada frase “tu” estás – e por aí vai. Uma aula.

(O.C.)

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RECORD ALCANÇA METADE DA AUDIÊNCIA DA GLOBO

A Record chacoalhou o mercado nesta semana. Por meio de seu vice-presidente comercial, Walter Zagari, comunicou que atingiu metade do share (participação entre as TVs ligadas) da Globo, de acordo com medição do Ibope.

Dados enviados por ele confirmam que, na semana de 11 a 17 de abril, a emissora de Edir Macedo marcou média de 18 pontos frente aos 36 obtidos pela Globo. Os números correspondem à audiência das 7h a 0h e são válidos para a Grande São Paulo. Do adNews

PARA PENSAR NA QUARTA-FEIRA DE CINZAS

Da coluna Raio Laser (Tribuna):

A baixa visibilidade do Carnaval baiano na mídia nacional, em especial na Rede Globo, consumiu as pestanas este ano de patrocinadores e dos agentes públicos preocupados com o que pode acontecer com a festa, principalmente no próximo ano, caso providências urgentes não sejam tomadas no sentido de melhorar sua performance para além dos circuitos carnavalescos.

A queda de participação popular nos blocos e a repetição de fórmulas musicais que já não geram a mesma empolgação do passado foram melhor percebidas este ano, fruto, principalmente, da constatação de que, caso a Petrobras (gerida pelo baiano José Sérgio Gabrielli) não tivesse entrado como patrocinadora, dificilmente a festa poderia ter sido viabilizada nos moldes em que ocorreu. Portanto, o máximo de atenção é necessário.








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