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:: ‘Governo Wagner’

SOUTO PROMETE INDÚSTRIAS EM ITAPETINGA

Souto prometeu atrair indústrias para a região calçadista em Itapetinga (Foto Valter Pontes).

Souto prometeu atrair indústrias para a região calçadista em Itapetinga (Foto Valter Pontes).

A atração de novas indústrias para municípios da região de Itapetinga, caso eleito, foi prometida pelo candidato ao governo baiano pelo DEM, Paulo Souto, durante visita ao município do sudoeste neste final de semana. O ex-governador reuniu em seu palanque os ex-prefeitos José Otávio (DEM) e Michel Hage (PMDB) em seu palanque.

Souto criticou o Governo Wagner por causa da crise das indústrias calçadistas no país e que provocou a redução de empregos no entorno de Itapetinga. Para ele, a união de adversários históricos no município onde está instalada a Azaleia “engrandece a política”.

– A política se faz pelo embate de ideias, mas também pela união em prol de interesses maiores, que são o futuro de Itapetinga e da Bahia – citou.

OS JETONS NO GOVERNO WAGNER

dinheiroMatéria publicada hoje n´A Tarde revela que o secretariado de Jaques Wagner consumiu aproximadamente R$ 1 milhão em jetons no ano passado ante R$ 878 mil em 2011. Jetons são “extras” pagos a quem participa de reuniões dos conselhos administrativos de empresas e autarquias públicas.

Nesse item, os campeões, pelo levantamento do jornal no site Transparência Bahia são o secretário de Desenvolvimento Urbano, Cícero Monteiro, e da Agricultura, Eduardo Salles. Cícero recebeu, em 2012, R$ 146,3 mil para participar de conselhos da Ebal e Embasa. Salles teve extra de R$ 143,5 mil por integrar conselhos da Bahia Pesca e Bahiagás.

SEM SALÁRIO, PROFESSORES FAZEM PASSEATA E EXIBEM CARRINHO DE COMPRAS… VAZIO!

Na passeata, professores ganham apoio do PSTU e de  sindicatos controlados pelo PCdoB.

Professores da rede estadual em greve há 85 dias vestiram-se de preto e caminharam pela Avenida do Cinquentenário, hoje, em nova manifestação contra o governo baiano. O protesto foi organizado pela Associação dos Professores de Itabuna (API/APLB) e contou com a participação de representantes da OAB-Itabuna, sindicalistas ligados ao PCdoB e de partidos como o PSTU, que exibiu cartaz em que chama o governador Jaques Wagner de “traidor”.

Os professores grevistas estão há dois meses sem receber salário. Para voltar à sala de aula, eles exigem reajuste salarial de 22,22% para todos os padrões, revogação da Lei 12.578/2012 e abertura das contas do Fundeb.

A Lei 12.578, aprovada pela Assembleia Legislativa baiana, é considerada prejudicial à categoria porque, no entendimento dos manifestantes, transforma salários em subsídios, não podendo ser incorporados à aposentadoria.

Os educadores esperam que o governo abra as contas do Fundo de Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb) para provar se – como afirma o governo – não há condições de pagar o reajuste exigido pela categoria.

Há quase 20 dias o governo rompeu o diálogo com a categoria. Exige o retorno dos professores à sala de aula para retomar negociações e regularizar salários. A gestão oferece reajuste parcelado para novembro deste ano e abril de 2013 e afirma que o reajuste oscilará entre 22% e 26%.

ACÁCIA, LENINHA E JUÇARA

Marco Wense

E as simpáticas Leninha Duarte e Acácia Pinho? Vão ter que mostrar serviço.

Por ordem alfabética, e não por posição nas pesquisas de intenção de voto, já que Juçara é a primeira colocada e Leninha se encontra na frente de Acácia, são as três mulheres pré-candidatas na sucessão de 2012.

A expectativa em torno de uma mulher comandando a prefeitura de Itabuna pela primeira vez, destronando os marmanjos, domina uma considerável parte do eleitorado.

A petista Juçara Feitosa, a pedetista Acácia Pinho e a quase peemedebista Leninha Duarte, obviamente do PT, PDT e PMDB, sabem que a condição de prefeiturável é instável.

A manutenção da pré-candidatura de Juçara depende de três importantes fatores: 1) sua posição nas pesquisas em relação ao Capitão Azevedo (DEM-reeleição). 2) coligação com os partidos da base aliada do governo Wagner. 3) o entusiasmo da militância.

As consultas populares apontam a ex-primeira dama na frente do Capitão Azevedo. Mas quando o candidato do PT é Geraldo Simões, a distância entre ele e o prefeito aumenta.

As agremiações partidárias aliadas ao governador Jaques Wagner, com exceção do PSB, ainda mantém o discurso de que Geraldo Simões quer impor o nome de Juçara.

O PCdoB, por exemplo, aceita conversar com o PT se o candidato for Geraldo Simões.  Francamente, como diria o saudoso Leonel Brizola, não entendo essa atitude dos comunistas com a ex-primeira dama.

E, por fim, a falta de entusiasmo da militância do PT com a pré-candidatura da ex-secretaria de Desenvolvimento Social. É incrível. Mas é verdade: de 10 petistas, todos os 10 acham que Juçara perde a eleição.

E as simpáticas Leninha Duarte e Acácia Pinho? Vão ter que mostrar serviço. Se não alcançar dez pontos percentuais, até junho de 2012, não serão candidatas.

Marco Wense é articulista do Diário Bahia.

CISO DEMITE 11 FUNCIONÁRIOS. ESTADO NÃO PAGA ALUGUEL HÁ CINCO MESES

Ciso atende 2.790 alunos da rede estadual, mas sofre com calote do governo.

O Colégio Sesquincenteário (Ciso), uma das mais tradicionais instituições de ensino da Bahia, teve que dar aviso prévio a 11 funcionários hoje por causa de um calote do estado. A instituição teria entrado em dificuldades financeiras após a Secretaria Estadual de Educação (SEC) não pagar pelo aluguel de salas de aula, auditório, biblioteca, ginásio de esporte e parque aquático.

O PIMENTA entrou em contato com a direção do Ciso. Marcos Brandão confirmou a dívida, mas disse que preferia negociar com o estado a falar sobre o calote nesse momento. Ele, no entanto, afirmou que o atraso de cinco meses gerou estrangulamento financeiro do colégio e a necessidade de demitir funcionários, principalmente da parte de apoio.

A escola deu aviso prévio a 11 funcionários contratados para manutenção das instalações e atenção aos 2.790 alunos da rede estadual. O repasse mensal do estado era destinado ao pagamento dos funcionários. “Tive que dar aviso prévio”, afirma Marcos Brandão, sem, no entanto, querer se aprofundar no assunto.

Conforme este blog apurou, estado e direção do Ciso mantinham uma parceria de quase 30 anos. O repasse pelo uso da estrutura física era feito nos últimos cinco anos, mas “travou” no início de 2011.

Nos 25 anos iniciais do contrato a escola oferecia a estrutura e o estado, apenas os professores. A dívida alcança R$ 50 mil. O colégio foi fundado há 48 anos por Josué Brandão e sempre foi referência tanto no ensino como na revelação de talentos no esporte. Há vários anos a estrutura é dividida entre Ciso Particular, Ciso Estadual e Municipal.

A Secretaria Estadual de Educação (SEC) informou a renovação do contrato depende da palavra final da equipe de engenharia civil, que vistoriou a estrutura física de toda a escola. Foram duas vistorias feitas neste ano. A primeira não recomendou a renovação de contrato. O parecer da última deverá ser entregue nos próximos dias.

Ao PIMENTA, a SEC não reconheceu que haja calote por parte do estado, pois a pendência ocorre devido a problemas estruturais da escola. A escola será indenizada pelo uso do espaço físico nestes cinco meses.

MIRALVA NEGA ATRASO NO PAGAMENTO AOS PRESTADORES DE SERVIÇO

O governo baiano não reconhece os atrasos médios de três meses no pagamento dos prestadores de serviço temporários (PSTs) da área de educação (veja denúncia aqui). Por telefone, a diretora da Direc 7, Miralva Moitinho, disse que os prestadores de serviço (porteiros, merendeiras, auxiliares administrativos e de serviços gerais) estão em dia.

A dirigente atribui um eventual atraso a falhas documentais. A realidade, porém, é outra: os pagamentos são feitos com atraso médio de dois a três meses.

Miralva nega também nega que esteja de mudança para a capital baiana. “Não tenho nenhuma aptidão para ir para Salvador. Recusaria [um convite]”. Abaixo, a entrevista.

PIMENTA – A Secretaria da Educação está devendo quantos meses aos PSTs?
Miralva Moitinho – Não há atraso. Pode ser problema de documento. Eu não li a matéria. Aqui na Direc a gente não acessa o site [o acesso ao PIMENTA foi bloqueado naquele órgão estadual]. Pelo menos no gabinete, não. Alguém me ligou dizendo da matéria.

Então não há atraso de três meses?
Não há. Nem de cinco meses. Todo mundo já recebeu janeiro, todo mundo já recebeu fevereiro. Quem não recebeu deve me procurar, para a gente regularizar. O pagamento de março deve estar saindo esta semana.

Os PSTs insistem que recebem sempre em atraso, alguns até passam fome.
Possa ser que tenha uma ou outra pessoa em atraso. A gente faz reformulação mês a mês. Pode ter alguma pendência. Se muda de uma escola para outra, há uma desprogramação e atrasa.

Quem está no PST, que não mudou de escola, que não é novo [na rede], não tem atraso de salário.

Esses atrasos de três meses são constantes. Isso ocorre por qual motivo?
Quem está no PST, que não mudou de escola, que não é novo, não tem atraso de salário. Depois do primeiro pagamento, regulariza. É uma parte burocrática. PST não é salário, não é votado na Assembleia, tem toda uma burocracia [de contratos]. Mas estando com a documentação em dia, não existe atraso no pagamento.

A senhora diz que não há atrasos, mas as reclamações nesse sentido são muitas.
As pessoas têm dificuldades na hora da contratação. Por vezes, elas preenchem a ficha, mas não tem CPF correto etc. Pode ser que haja pendência, mas é localizada. Eu sei onde existem as pendências, mas são coisas que a gente administra. Sabemos das dificuldades das pessoas em sobreviver.

As reclamações também são contra a qualidade do atendimento.
Eu tenho me reunido com as pessoas que atendem, da portaria até o gabinete, faço questão de explicar, de dizer. Atendo um por um dos contratados, para explicar, para dizer. Eu entendo a indignação das pessoas. Digo sempre que tenham paciência, existe esse atraso no início do contrato, explico que o estado não paga vale-transporte. E explico para evitar problemas. Eu tenho essas preocupações e se eu colocar pessoas que moram afastadas da escola, as coisas ficam pior ainda.

Até agora não foi possível encontrar uma empresa para implantar a terceirização dos serviços dos não-docentes.

Por que o estado insiste nessas relações precárias de trabalho, professora?
O Estado?

Sim.
Porque até agora não foi possível encontrar uma empresa para implantar a terceirização dos serviços dos não-docentes. Houve licitação, mas o contingente é muito grande e não havia política para não –docente. As escolas que encontramos não tinham funcionário. Concurso não dá porque o tesouro não comporta. Nós temos 50 mil professores e mais de 50 mil não-docentes. O Estado fez duas licitações, mas…

E qual seria o motivo, a proposta do governo é ruim para as empresas?
Não. É porque as empresas querem lotear, dividir por Direc, por exemplo, mas o estado quer uma empresa só para a Educação. Desde outubro que nós estamos esperando a nova empresa, mas tem recursos, recorre daqui, recorre dali… É muita confusão, mas a gente está lutando. O secretário nos pediu um prazo para que isso seja resolvido, pelo menos em parte, até o início do segundo semestre.

Se não for a Direc, eu saio, vou cuidar da minha vida, da minha cooperativa. Se fosse convidada, eu recusaria.

O que há de verdade na saída da senhora da Direc, para trabalhar na secretaria em Salvador?
(risos)… Eu não sei de onde esse menino desse blog [João Matheus, do Políticos do Sul da Bahia] tira isso, quem é que o alimenta.

Mas essa é uma hipótese que vem sendo discutida por gente do PT há mais tempo, não é invenção do blog, como a senhora quer fazer crer.
(interrompe…) Pois é. Não tenho conhecimento nem soube que seja um desejo do deputado Geraldo Simões nem do secretário [Osvaldo Barreto]. Nem é [desejo] do nosso grupo na Educação. Eu não tenho nenhuma aptidão para ir para Salvador. Minha família é daqui, minha casa. Na estrutura do estado, se não for a Direc, eu saio, vou cuidar da minha vida, da minha cooperativa. Se fosse convidada, eu recusaria. O que eu faço, faço com convicção. Acho que essa é a vontade de alguns petistas. E eu tenho certeza que não é [a vontade], desejo do secretário [Osvaldo Barreto], que sempre referencia a Direc 7… Positivamente (risos).

TRABALHADORES CONTRATADOS PELO GOVERNO BAIANO FICAM ATÉ 5 MESES SEM RECEBER

Os prestadores de serviço temporários (PSTs), contratados pelo Governo Estadual na área de Educação, têm comido o pão que o diabo amassou e muitos reclamam ter até cinco meses de salário em atraso.

Um pai de família, desesperado e sem mais ter a quem recorrer, enviou este email à redação, com pedido veemente de publicação. Segue a mensagem, para que os burocratas do governo Wagner tenham mais sensibilidade com o drama dessas famílias, humildes em sua maioria, e paguem o devido:

A Educação é coisa para terceiro plano. A Secretaria de Educação, paga aos PRESTADORES DE SERVIÇOS NA EDUCAÇÃO DO ESTADO, os chamados PSTs, apenas R$ 428,40/mês, e o Salário Mínimo já é de 545,00. Os descontos ninguém explica para aonde vão.

Recebemos com até 90 dias de atraso e quando se pergunta aos diretores da DIREC 7, aqui em Itabuna, respondem o seguinte: quem não estiver satisfeito, peça para sair que existem mais de mil pessoas querendo sua vaga. Mas infelizmente somos pessoas com mais de 40 anos de vida e não é fácil encontrar emprego. Talvez por isso, que os nossos Diretores se aproveitam da oportunidade.

A verdade é que tem muita gente que trabalha nos Colégios Estaduais, aqui de Itabuna, que estão passando fome. Energia elétrica cortada, sem água por ter o fornecimento interrompido, cobradores em nossas casas e, para concluir, passamos a SEMANA SANTA SEM TER COMO NOS ALIMENTAR E ALIMENTAR NOSSOS FILHOS.

Fica o espaço aberto para que o secretário estadual de Educação, Osvaldo Barreto, e a diretora da Direc 7, Miralva Moitinho, expliquem o porquê de uma situação tão gritante, desrespeitosa com as pessoas (a maioria dos PSTs é porteiro, merendeira, auxiliar de serviços gerais etc).

Fica aqui, também, uma pergunta: Será que o governador Jaques Wagner esqueceu sua origem e tem permitido tantos desacertos e injustiças com os trabalhadores?

SECRETÁRIOS TOMAM POSSE NESTA SEXTA

Quatro dos novos secretários estaduais do Governo Wagner assinam termo de posse em solenidade prevista para as 10h30min, na sala de reunião da Governadoria, no CAB, em Salvador.  Escolhidos na terça, assumem as respectivas cadeiras Almiro Sena (Justiça, Cidadania e Direitos Humanos), Carlos Brasileiro (Desenvolvimento Social e Combate à Pobreza), Carlos Costa (Indústria Naval e Portuária) e Wilson Brito (Desenvolvimento e Integração Regional).

Wilson Brito, na verdade, foi “remanejado”. Ele respondia pela pasta da Infraestrutura, hoje pilotada pelo vice-governador Otto Alencar (PP).








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