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:: ‘Grupo Chaves’

HELENILSON CHAVES, UM NOME QUE ITABUNA JAMAIS DEVE ESQUECER

silvioportoSílvio Porto

 

Um pioneiro na escalada imobiliária que alavancou Itabuna, a partir da década de 1980, e implantou, no Grupo Chaves, uma administração moderna e desenvolvimentista, expansionista e geradora de empregos da economia grapiúna.

 

 

Um homem que sempre luta pelo sul da Bahia e em especial Itabuna, que investe na região , e sempre foi um exemplo muito grande para os empresários baianos.

Conheço Helenilson desde os idos dos anos 60, quando chegou em Itabuna e foi apelidado de Botão. Eu era amigo de Nando e Bob irmão de Paulo Brito, que ao lado de Herlon Brandão e Humberto Gesteira eram os melhores amigos dele naquela época.

Manoel Chaves e Valtério Teixeira eram os empresários do cacau mais conhecidos de Itabuna.

O Grupo Chaves prosperou e criou muitos empregos em Itabuna e iniciou uma revolução imobiliária em Itabuna, construindo vários edifícios, e culminou com a construção do primeiro shopping da nossa região.

Sr. Manoel Chaves , sempre contou com a lealdade e astúcia para os negócios do seu filho Helenilson. Seu pai ao morrer, Ainda cedo com 65 anos, teve que assumir os destinos do grupo aos 40 anos. Herdou do seu pai uma grande virtude: a generosidade.

Apesar da vida ocupada com o trabalho, ele sempre encontra tempo para ajudar os mais necessitados. Passa grande parte da vida preocupado com a família e o progresso de Itabuna.

Empresário sério e audacioso, nunca se conforma com a “ciranda financeira”. Sempre diz que o importante para o País é ganhar dinheiro produzindo. Sem uma boa produção não há jeito de gerar emprego e desenvolvimento. Sempre foi o seu lema.

Eu tenho a honra de ser seu amigo e vivemos um bom tempo na ginástica do grupo Zumbi e, andando de manhã cedo, conversar muito com ele e aprendi muita coisa que depois apliquei na vida profissional e empresarial.

Recebi muito conselho, sempre para o meu bem, quando pensava em entrar para concorrer a um cargo político. Quando resolvi criar a cooperativa de crédito da saúde, me alertou muito para alguns perigos do mundo financeiro.
helenilson
Não conheci ninguém com a sua visão de homem voltado para a lavoura do cacau e a sua importância para a nossa economia. Sempre preocupado com a crise nefasta da vassoura de bruxa dos cacauais, tendo defendido energeticamente os cacauicultores junto aos governantes que não era responsabilidade dos mesmos a astronômica dívida rural da nossa região relacionada a esta praga, chamando atenção para punir os responsáveis e política equivocada do seu enfrentamento.

O artigo Treblinka ao céu azul foi a luz que me iluminou para falar da sua importância para Itabuna e da nossa sofrida região. Dono de uma intuição muito grande. Considero-o um homem de uma inteligência privilegiada.

Faz muito bem para a minha vida conhecer um homem como Helenilson.

Seria bom para nós termos muitos Helenilsons ao nosso lado para lutar por dias melhores.

Sempre foi uma fonte de inspiração para mim. Um pioneiro na escalada imobiliária que alavancou Itabuna, a partir da década de 1980, e implantou, no Grupo Chaves, uma administração moderna e desenvolvimentista, expansionista e geradora de empregos da economia grapiúna.

Conheci um homem de crença e coragem na defesa dos valores do investimento, do emprego e da produção, cujo foco sempre foi a nossa querida cidade Itabuna.

Que o exemplo de homem de fibra em defesa da região e a herança de seu trabalho como empresário do agronegócio e do ramo imobiliários prosperem com os seus descendentes , parentes e amigos.

Sílvio Porto é médico e fundador da Unimed Itabuna e Unicred Itabuna.

RENNER INAUGURA LOJA NO SHOPPING JEQUITIBÁ EM JUNHO

Lojas Renner inaugura filial em Itabuna no dia 16 (Foto Pimenta).

Lojas Renner inaugura filial em Itabuna no dia 16 (Foto Pimenta).

Maior rede varejista de moda do Brasil em faturamento, a Renner inaugurará sua primeira loja no sul da Bahia. As obras da filial no Shopping Jequitibá, em Itabuna, estão em fase conclusão. A unidade será inaugurada em 16 de junho, às 9h, informou Manoel Chaves Neto, do Grupo Chaves.

A filial itabunense da rede de lojas de vestuário no Jequitibá ocupa 2.100 metros quadrados, com dois andares, interligados por escadas fixas e rolantes e elevadores. Começa gerando cerca de 70 empregos.

Os investimentos para ampliar espaço de lojas âncora e megastores com a chegada da Renner também levaram o Jequitibá a criar estrutura para novos estacionamentos, deck park e salas de cinema. O empreendimento trabalha para consolidar-se como shopping completo até 2018.

TREBLINKA AO CÉU AZUL

helenilsonHelenilson Chaves 

 

Desde que a vassoura-de-bruxa chegou ao sul da Bahia, de forma intencional ou por absoluta negligência dos órgãos de vigilância fitossanitária, a outrora pujante civilização cacaueira vem definhando, mergulhada numa crise que parece não ter fim.

 

 

Treblinka, o terrível campo de concentração na gelada  Polônia em que milhares e milhares de judeus foram brutalmente assassinados pelo terror nazista durante a 2ª. Guerra Mundial, é um dos símbolos trágicos da história recente da humanidade.

Guardadas as devidas proporções e com o necessário respeito à memória dos que pereceram e de seus familiares que sobreviveram com as marcas da dor irreparável, temos no sul da Bahia uma espécie de Treblinka ao céu azul, em que milhares de pessoas foram condenadas, senão à morte brutal, a um definhamento lento e progressivo, que se arrasta há quase três décadas.

Não é propriamente um campo de concentração, longe disso, mas criou-se uma espécie de gueto formado por mais de 100 cidades e com uma população superior a um milhão de pessoas, vítimas de uma  insensibilidade que supera todos os limites do tolerável.

Desde que a vassoura-de-bruxa chegou ao sul da Bahia, de forma intencional ou por absoluta negligência dos órgãos de vigilância fitossanitária, a outrora pujante civilização cacaueira vem definhando, mergulhada numa crise que parece não ter fim.

Uma região que gerava 1 bilhão e 600 milhões de dólares, viu esse valor minguar para 240 milhões de dólares em duas décadas e a produção de cacau, seu principal produto, cair em 80%. O impacto dessa catástrofe atingiu a todos, ricos e pobres, gerou desemprego em massa, fechamento de empresas e uma crise social que pode ser sentida nas pequenas, médias e grandes cidades.

Quando precisou agir, o governo agiu mal e errado. Um plano de recuperação da lavoura completamente equivocado, que fez a produção cair em vez de aumentar, e elevou as dívidas dos produtores à estratosfera. O remédio que era para salvar levou a região à UTI, onde ela definha até hoje, porque em outro gesto de insensibilidade, o governo passou a cobrar por dívidas impagáveis, através dos bancos oficiais, pelas quais os produtores não eram responsáveis.

A falta de lideranças políticas com poder de reivindicação e capacidade de mobilização só fez agravar esse quadro. Governo após governo, a região continuou relegada ao abandono, apesar de em épocas passadas ter contribuído de forma substancial com a economia baiana e brasileiro.

Planos efetivos de renegociação das dívidas dos produtores em condições reais de quitação dos débitos (mesmo quando o caso é de perdão das dívidas) e da liberação de recursos para a retomada da produção de cacau, que a despeito da necessidade de diversificação continua e continuará sendo nosso principal produto, nunca saíram do campo da promessa.

Não é possível esperar mais. É preciso que as autoridades adotem medidas efetivas para a recuperação da lavoura cacaueira e a consequente retomada do desenvolvimento regional.

Caso isso não ocorra – e ocorra já – nossa região estará condenada ao extermínio econômico, com todas as consequências nefastas que isso representa para toda a sua gente.

Helenílson Chaves é diretor do Grupo Chaves.

NETO: JEQUITIBÁ BUSCA SE CONSOLIDAR, ATÉ 2018, COMO SHOPPING COMPLETO

Neto diz que missão é consolidação como shopping completo até 2018 (Foto FEmpresarial).

Neto diz que missão é consolidação como shopping completo até 2018 (Foto FEmpresarial).

O Jequitibá trabalha para consolidar-se como shopping center completo até 2018, revela o diretor do Grupo Chaves, Manoel Chaves Neto, nesta entrevista. “Para que isso aconteça, temos que ter um shopping com cinema, academia, restaurantes, espaço para medicina e laboratório etc”, completa.

O executivo do Grupo Chaves também aborda, nesta entrevista, a crise econômica nacional e emite opinião quanto ao futuro da Empresa Municipal de Águas e Saneamento (Emasa).

Neto fala, ainda, das obras de construção da primeira unidade de uma das principais redes de loja de departamentos, a Renner, no sul da Bahia. A previsão é de que a inauguração ocorra antes do Dia das Mães. Confira.

Estrutura sendo edificada para abrigar loja e mais operações do shopping.

Montagem da estrutura da Renner e – em breve – cinema e estacionamento.

As obras estão dentro do prazo?

Sim. Iniciamos as obras da Renner em 13 de novembro. Ontem (sábado, 14), finalizamos toda a montagem estrutural – pilares, vigas e lajes – faltando apenas fechamento lateral e impermeabilização.

Toda esta obra foi para Renner?

A Renner terá uma loja de 2.100 metros quadrados em 2 andares, ligados internamente por escadas rolantes, escadas fixas e elevadores. Acima da Renner, no L3, já fizemos investimentos para que, num futuro próximo, utilizemos como estacionamento. Aproveitamos esta intervenção para fazer fundações e colocar pilares que suportem construção de deck park, prédio comercial, cinema…

A fase de fundação e montagem foi bem rápida. O que permitiu essa agilidade?

Optamos pelo método construtivo com pré-moldados, método este que nos dá mais velocidade, diante da necessidade da Renner de inaugurar a loja antes dos Dia das Mães. As equipes do shopping e da obra, afinadas com os objetivos comuns, foram também fundamentais para este êxito.

Estrutura terá capacidade para várias operações do shopping, incluindo academia e espaço para medicina e laboratório.

Estrutura terá capacidade para várias operações do shopping, incluindo academia e espaço para medicina e laboratório.

Qual a estimativa de geração de empregos com a Renner?

Nós acreditamos que uma loja deste porte deva gerar, inicialmente, 80 postos de trabalhos, sendo ao longo do tempo readequados para a realidade, entre 50 a 70 empregos.

A crise econômica tem afetado o movimento do Jequitibá?

Seríamos irresponsáveis se disséssemos que não, pois a crise atinge toda a população, de A a Z, quem consome, quem faz o varejo. Falando da crise no shopping, asseguro que atinge numa proporção bem pequena, sendo certo que são problemas pontuais. O que mais me preocupa é a falta de chuva, falta de água em nossa região.

Clique no “leia mais” e confira a íntegra da entrevista. :: LEIA MAIS »

JEQUITIBÁ TERÁ LOJAS RENNER

Renner terá loja no Shopping Jequitibá.

Renner terá loja no Shopping Jequitibá.

Manoel Chaves Neto, do Jequitibá Plaza.

Neto, do Jequitibá.

O Shopping Jequitibá terá mais uma loja âncora com a chegada da Renner, segundo o empresário Manoel Chaves Neto antecipou ao PIMENTA.

A loja da Renner No centro de compras itabunense será inaugurada em abril de 2017, de acordo com o diretor do Grupo Chaves.

De origem gaúcha, a Renner é uma das maiores redes de roupas e acessórios do país. Neto também disse que outros dois assuntos estão bem encaminhados: estacionamento e cinema.

– Tenham certeza que estamos focados na [busca da] melhor solução para implantar os cinemas e mais vagas de estacionamento no Jequitibá.

ABUDE DEFENDE CÓDIGO DE ÉTICA EMPRESARIAL E ACI MAIS PARTICIPATIVA

Abude discursa em evento de posse, ontem à noite (Foto Pedro Augusto).

Abude discursa em evento de posse, ontem à noite (Foto Pedro Augusto).

O empresário Ronaldo Abude, novo presidente da Associação Comercial e Empresarial de Itabuna (ACI), defendeu como prioridades a formulação de planejamento estratégico e código de ética da instituição. A posse dos novos dirigentes da ACI ocorreu ontem à noite (29), na AABB.

“Espero que, a partir de agora, na Associação Comercial, possamos motivar todos os empresários de Itabuna para unir esforços e atingir os objetivos”, disse ele, ressaltando a necessidade de “planejamento estratégico, o código de ética, discutir nossos valores, missão e visão para poder saber aonde a gente quer chegar; e de que forma chegar”.

Abude sinalizou dar continuidade ao mandato do seu antecessor, Luiz Ribeiro, quando a entidade passou a atuar de forma mais proativa. “Precisamos participar mais das principais decisões da nossa cidade, de forma ativa”, disse.

Ribeiro deixa o cargo reforçando que tem “sensação de missão cumprida” e querer “continuar participando da Associação, ajudando Ronaldo nas demandas que virão”.

HOMENAGEM A HELENILSON CHAVES

A solenidade teve momentos de emoção, como a homenagem prestada ao empresário e ex-presidente da ACI Helenilson Chaves. De olhos marejados, Chaves, presidente do Grupo Chaves, ressaltou que Abude traz novo ânimo, novas expectativas. “Pessoas mais jovens, dedicadas e empenhadas a trazer uma nova mentalidade para Itabuna é o que vejo nesta nova gestão”.

Abude e a sua esposa, Luciana, prestam homenagem ao empresário Helenilson Chaves (Foto Pedro Augusto).

Abude e a sua esposa, Luciana, prestam homenagem ao empresário Helenilson Chaves (Foto Pedro Augusto).

A solenidade reuniu não apenas grande parte do PIB itabunense, mas também nomes representativos da política regional, como o deputado federal Davidson Magalhães (PCdoB), o vice-prefeito Wenceslau Júnior, e o vice-presidente do Banco do Povo de Itabuna, Wellington Ferraz.

MISSA DE SÉTIMO DIA

Missa de Helena Chaves será nesta sexta, na Igreja Santa Rita de Cássia (Foto Diário Bahia).

Missa de Helena Chaves será nesta sexta, na Igreja Santa Rita de Cássia (Foto Diário Bahia).

Familiares e amigos participam hoje (26), às 19 horas, da Missa de Sétimo Dia de Helena Chaves, mãe do empresário Helenilson Chaves. A missa será celebrada na Igreja Santa Rita de Cássia, no Bairro São Caetano.

Helena Chaves faleceu na manhã do último sábado (20), aos 87 anos. A matriarca da Família Chaves enfrentava problemas de saúde e estava internada no Hospital Calixto Midlej Filho.

CINEMA SÓ EM 2015

(Foto A Região).

(Foto A Região).

O Shopping Jequitibá deve inaugurar somente no primeiro semestre de 2015 as novas salas de cinema. Pelo menos é a previsão dos dirigentes do centro de compras itabunense. Inicialmente, as salas seriam inauguradas em outubro do ano passado.

O Grupo Chaves decidiu rever os planos, após o plano de investimentos do grupo em novos shoppings na Bahia, dentre os quais um em Jequié. Sendo mantidos os planos, o cinema com cinco salas será inaugurado junto com a nova expansão, provavelmente em maio de 2015.

SONHO AFRICANO, REALIDADE GRAPIÚNA

helenilson-chaves1Helenilson Chaves

Tanto no caso das dívidas do cacau como da invasão de propriedades rurais por supostos indígenas, falta-nos capacidade de organização e a chama que marcou os nossos pioneiros, sempre prontos a encarar as adversidades.

Hoje eu me vi comemorando o perdão das dívidas da lavoura cacaueira, tão injustas quanto impagáveis, já que são frutos de erros absurdos e de orientações equivocadas quando do surgimento da vassoura de bruxa e seus efeitos devastadores.

No sonho, evidentemente eu era africano e não sul-baiano e brasileiro.

Quando acordei, brasileiro e sul-baiano, amante dessa terra, me dei conta de que o mesmo governo brasileiro que perdoou dívidas de países africanos, tem sido implacável com uma região que tanto contribuiu com a economia da Bahia e do Brasil e que há duas décadas atravessa a pior crise de sua história.

Longe do confortável mundo dos sonhos, vivemos uma triste realidade em que nos faltam lideranças efetivamente comprometidas nos falta capacidade de mobilização, a ponto de sensibilizar as autoridades. Décadas de individualismo, um dos mais perversos subprodutos do cacau, parecem ter tirado a nossa capacidade de união.

E, sem união, não se vai a lugar nenhum.

Vejamos o caso dos produtores do Mato Grosso, que tiveram suas propriedades, adquiridas de forma legítima, invadidas por indígenas. Eles se mobilizaram, protestaram, reivindicaram e com isso a presidenta Dilma Rousseff teve que conter a política da Funai, claramente favorável a demarcações de terras que não respeitam critérios técnicos e desafiam o bom senso.

No Sul da Bahia, o que vem ocorrendo é um verdadeiro absurdo, com famílias que ocupavam legalmente suas terras e delas tiram o sustento, sendo expulsas por supostos tupinambás, que não raro usam da violência para invadir propriedades, amparados por um relatório da Funai.

Trata-se de um documento típico de burocratas que desconhecem a realidade regional e teimam em impor uma reserva que, se demarcada, trará enormes prejuízos socioeconômicos para a região, além de criar um clima hostil, de consequências imprevisíveis.

Tanto no caso das dívidas do cacau como da invasão de propriedades rurais por supostos indígenas, falta-nos capacidade de organização e a chama que marcou os nossos pioneiros, sempre prontos a encarar as adversidades.

Uma letargia que está cobrando a conta. E ela vem na forma de desesperança e estagnação.

Talvez tenhamos alguma coisa a aprender com os africanos…

Helenilson Chaves é presidente do Grupo Chaves.

HELENILSON DISCUTE INVESTIMENTOS NO TURISMO SUL-BAIANO

Projetos voltados ao turismo no sul da Bahia serão debatidos pelo empresário Helenilson Chaves, do Grupo Chaves, com o ministro do Turismo, Gastão Vieira, em audiência prevista para esta quarta, 7, em Brasília.

Para ele, conciliar produção de cacau, turismo e desenvolvimento industrial (Porto Sul e Ferrovia Oeste-Leste à frente) e turismo podem “dar samba”. “Essas atividades não são conflitantes”, diz. Na audiência, o empresário itabunense falará de investimentos em hotelaria e turismo rural, daí a empolgação.

GRUPO CHAVES INVESTIRÁ R$ 70 MILHÕES NO SHOPPING JEQUITIBÁ DE TEIXEIRA DE FREITAS

Projeto de fachada do shopping, que será horizontal, como o de Itabuna.

O Grupo Chaves já definiu as datas de início da obra e de inauguração do Shopping Jequitibá Teixeira de Freitas, no extremo-sul da Bahia. De acordo com Manoel Chaves Neto, as obras começam em novembro deste ano e a inauguração está prevista para 5 de maio de 2014.

Neto: R$ 70 milhões de investimento em novo shopping (Foto Pimenta).

Serão investidos R$ 70 milhões no empreendimento que terá 105 lojas, dentre satélites, âncoras, praça de alimentação, megastores e cinema.

O shopping será construído numa área de 72 mil metros quadrados, na BR-101, em frente à Faculdade Pitágoras. O grupo aguarda o licenciamento ambiental do projeto.

Manoel Chaves Neto apresentou o projeto do shopping nesta semana, acompanhado de Leandro Chaves, também executivo do grupo, e representantes de parceiros do novo empreendimento,  como o diretor da Aliannsce para as regiões Norte e Nordeste, Ewerton Visco, e David Lee, diretor de expansão da Le Biscuit.

O projeto arquitetônico do shopping é assinado por Jean Gaston. O empreendimento terá foco no público regional, atraindo consumidor do extremo-sul baiano e de municípios de Minas Gerais e Espírito Santo próximos de Teixeira de Freitas.

Segundo Chaves Neto, a decisão pelo nome Jequitibá também no segundo shopping do grupo tem a ver com a possibilidade de campanhas cooperadas entre os dois centros de compras – o de Itabuna e o de Teixeira de Freitas – e cobertura da mídia regional, principalmente televisão.

Uma das economias que mais crescem na Bahia, Teixeira de Freitas poderá ter, em pouco tempo, dois shoppings de médio porte. Além do investimento do Grupo Chaves, grupo de empresários cariocas planejam construir, no município, o Shopping Pátio Mix Teixeira de Freitas, também numa área às margens da BR-101.

DÓLAR AFETA COTAÇÃO DO CACAU

A desvalorização do dólar teve efeito negativo sobre o preço do cacau. Segundo o empresário e produtor rural Helenilson Chaves, o valor da tonelada de cacau teve queda de 30% devido à desvalorização da moeda americana frente ao real.

O raciocínio de Chaves: os agricultores produzem mais e ganham menos sem mudança na política cambial. A opinião do presidente do Grupo Chaves foi externada ao jornalista e blogueiro Daniel Thame (confira).

GRUPO CHAVES ANUNCIA SEGUNDA EXPANSÃO DO JEQUITIBÁ E NOVO SHOPPING

A aposta do Grupo Chaves na área do consumo não se restringirá ao shopping itabunense. Hoje, o grupo anunciou que construirá também um centro de compras em Teixeira de Freitas, no sul da Bahia.

Manoel Chaves Neto, executivo do grupo, disse que o empreendimento terá 20 lojas-satélites e uma âncora. Neto concedeu entrevista exclusiva ao PIMENTA e explicou o andamento deste novo projeto.

Sobre o Jequitibá, ele antecipou que já trabalha no projeto de uma segunda expansão do shopping, que viria acompanhada do novo cinema. Pesquisas indicariam que há espaço para mais um lance ousado do empreendimento.

Confira.

Qual é o cronograma desse novo projeto, a construção de um shopping em Teixeira de Freitas?
O terreno já foi comprado em Teixeira de Freitas, já temos o projeto do shopping. Ainda tá faltando irmos ao município para conversarmos com o prefeito… Eu acredito que estejamos lançando o shopping em setembro, outubro deste ano com expectativa de inauguração entre novembro do próximo ano e março de 2013.

Já há uma idéia de qual vai ser o formato desse projeto?
Continua sendo um shopping regional com uma característica diferente por ser um shopping de estrada, a um quilômetro da BR-101 e do centro da cidade. O projeto está em fase de concepção, estamos contratando lojas âncora e satélites e temos certeza de que será um shopping adequado à realidade regional.

O grupo projetava uma expansão do Jequitibá como esta, que praticamente dobra o tamanho do empreendimento?
Sendo franco, nós esperávamos. Eu acreditava muito na expansão. Essa expansão era para ter ocorrido, parcialmente, há três, quatro anos. A gente viu agora essa nova oportunidade. Dobramos o shopping e deu tanto certo que nós temos lojistas em fila de espera, tanto para âncora como lojas-satélites.

Isso significa que o grupo já pensa em outra ampliação?
Justamente, no segundo piso. A nossa idéia é trabalhar nessa outra expansão com um segundo piso com umas 20 lojas-satélites e uma âncora.

Todo investimento que a gente tem feito é em cima de pesquisa. Nós contratamos a melhor empresa do mercado no segmento shopping center.

As pesquisas das quais o grupo dispõe indicam que há mercado para uma segunda expansão?
Acomodando esta expansão de agora, a gente vai analisar, mas acredito que há mercado sim, porque todo investimento que a gente tem feito é em cima de pesquisa. Nós contratamos a melhor empresa do mercado no segmento shopping center. Tudo está sendo feito com total consciência, responsabilidade e a nossa região tem essa demanda.

Agora estão sendo criadas 320 vagas de estacionamento. E como seria numa segunda expansão?
Nós faremos um deck park, com 800 a 1000 vagas de estacionamento.

A primeira expansão será entregue mesmo em 15 de maio?
Fechamos a data e a inauguração será mesmo no dia 2 de junho.

GRUPO CHAVES À CAÇA DOS PAPAGAIOS

Um dos mais tradicionais e ricos grupos empresariais da região cacaueira está enfrentando problemas de caixa e resolveu deflagrar uma campanha para receber o dinheiro que lhe devem. Na TV, já é exibido um comercial que conclama os devedores da Companhia Brasileira de Exportação – um dos braços do Grupo Chaves – para saldar os seus passivos.

O assunto é tema da matéria de capa do Diário Bahia deste fim de semana, com reportagem da competente Celina Santos, editora do jornal. O DB apurou que o montante dos “papagaios” que Helenilson Chaves luta para receber alcança R$ 50 milhões.

O grupo enfrenta problema de liquidez desde o ano passado. As dívidas envolvem negócios que vão desde a agropecuária a empreendimentos na área de construção. Dentre os devedores do grupo consta a prefeitura de Itabuna.

Dono da Ecolimp, da área de limpeza pública, Helenilson revelou ao Pimenta, ano passado, que o município lhe deve R$ 1,6 milhão pelos serviços prestados nos últimos quatro meses de 2008, último governo do ex-prefeito Fernando Gomes. Azevedo entrou, mas nega-se a quitar o ‘papagaio’.






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