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:: ‘Hospital de Base Luís Eduardo Magalhães’

REAÇÃO SINTOMÁTICA

O secretário de Saúde de Itabuna, Renan Araujo, comenta as críticas recebidas pelos novos investimentos e falhas no Hospital de Base de Itabuna (para entendê-lo melhor, clique aqui).

renan araujo2Renan Araujo | renan.araujo@terra.com.br

Sintomática essa reação forte ocorrida por ocasião da entrega dos ventiladores pulmonares no Hospital de Base. Reação de ódio dos que não tiveram competência para realizar.

Quando assumimos, em janeiro, o hospital contava com apenas 3 ventiladores. As familias tinham que alugar aparelhos se quisessem manter os parentes vivos. Alguns aparelhos estavam quebrados e Paulo Bicalho providenciou consertar. Hoje temos seis leitos de UTI funcionando. Mas a UTI comporta 10 leitos e temos espaço para mais 10. Os ventiladores serão usados também na emergência, nos leitos de reanimação.

Esses equipamentos são adquiridos pela SESAB, que os direciona para unidades municipais ou filantrópicas através de cessão de uso. Faz juz quem demonstra interesse e tem capacidade de articulação, como se diz popularmente: “quem corre atrás”.

Traremos essa semana um novo gerador no valor de 179 mil. O atual é insuficiente. Quando falta energia, é grande o risco de vida para os pacientes. Já recebemos quase um milhão em equipamentos.

Cada caixa daquelas traz um aparelho importantíssimo e que custa o valor de um carro zero.

Ao invés de comemorar, alguns criticam e atacam o governo Vane. Equiparemos o Hospital de Base para que ele se torne referência em emergência e atenção ao trauma (ortopedia e neurocirurgia). Com esses serviços devidamente habilitados, o Base será melhor remunerado.

Sintomático que recebamos críticas de quem passou por lá e deixou o hospital sucateado, com salários atrasados e 19 mil em caixa.

Regularizamos os salários dos servidores e estamos pagando mensalmente aos médicos. Só não pudemos ainda regularizar os atrasados dos médicos, mas vamos fazê-lo.

O hospital já apresenta melhoras, aumentou a quantidade de internamentos e cirurgias, temos mais leitos de UTI funcionando e novos equipamentos chegarão.

Os que nos criticam agora deixaram equipamentos do Cerdofi por dois anos no almoxarifado da Sesab sem retirá-los e fecharam aquela unidade, deixando os portadores de anemia falciforme desassistidos.

Trouxemos os equipamentos e eles já estão em uso pelos pacientes. Isso é que importa! Acima das vaidades e dos interesses menores, vamos reconstruir a saúde de Itabuna.

P.S.: As caixas que estão lá, estão cheias. As que chegaram vazias na gestão passada e que foram recebidas e pagas estão sendo objeto de inquérito da Polícia Federal. Não me compete responder sobre elas.

Renan Araujo é secretário de Saúde de Itabuna

NO HBLEM, SALÁRIO APÓS O CARNAVAL

Hospital de Base Luís E. MagalhãesOs funcionários do Hospital de Base Luís Eduardo Magalhães, em Itabuna, vão ter que esperar o fim do carnaval para receber o salário de dezembro. A antecipação de recursos para o Hblem, prometida pela Secretaria Estadual de Saúde (Sesab), não ocorreu conforme programado, segundo o médico Paulo Bicalho.

A direção do Sindicato dos Servidores Municipais de Itabuna (Sindserv) está convocando os servidores para assembleia na próxima quinta, 14, com o objetivo de avaliar a situação. Bicalho, presidente da fundação mantenedora do Hblem, acredita que os recursos sejam repassados pela Sesab ainda na quarta, 13.

GILNAY SANTANA DEIXA DIREÇÃO DO HBLEM

O deputado Santana e a irmã Gilnay: projeto político.

A enfermeira Ana Brito assumiu a presidência da Fundação Assistência à Saúde de Itabuna (Fasi), entidade mantenedora do Hospital de Base Luís Eduardo Magalhães, por indicação do deputado estadual Coronel Santana (PTN).

O nome foi aceito pelo prefeito Capitão José Nilton Azevedo. Ela substituirá Gilnay Santana, irmã do político, que concorrerá a um cargo eletivo no município de Ibicuí, no sudoeste do estado.

Gilnay Santana foi indicada como pré-candidata a vice-prefeita pelo seu partido, o PTN, em uma composição com o pré-candidato a prefeito Abel Cornélio (PDT). A união visa bater nas urnas o pré-candidato Marcos Galvão (PT).

Durante o período em que esteve à frente do Hblem, Gilnay era acusada de favorecer pacientes do município por onde será candidata.

DRAGON – DESCAMINHOS

CONFERÊNCIA APROVA ESTADUALIZAÇÃO DO HOSPITAL DE BASE

Moções de repúdio contra Santana e vereador
também foram aprovadas na plenária

Conferência reuniu autoridades e centenas de pessoas (Foto Divulgação).

Os participantes da conferência municipal da Saúde aprovaram, por ampla maioria, a proposta de estadualização do Hospital de Base de Itabuna e moções de repúdio contra o vereador Raimundo Pólvora (PPS) e o deputado estadual Coronel Santana (PTN).

A conferência foi encerrada há pouco e contou com a participação de aproximadamente 900 pessoas dos vários setores da saúde, desde usuários a trabalhadores, prestadores de serviço e governo municipal.

A proposta de estadualização foi aprovada por contraste, mas tendo a anuência de aproximadamente 80% dos conferencistas. Em resumo, significa que o município está autorizado a repassar para o governo do Estado a gestão do Hospital de Base de Itabuna.

A conferência também escolheu 16 delegados de Itabuna para a edição estadual, que ocorrerá ao final de setembro, em Salvador. As propostas aqui aprovadas serão levadas para a capital baiana.

MOÇÕES DE REPÚDIO

Os conferencistas repudiaram o uso político das cotas de exames as quais o município tem direito. Grande parte da cota, segundo os participantes da conferência – e isso consta em ata, é destinada para o vereador Raimundo Pólvora (PPS).

Ele, além de destiná-las aos seus eleitores, ainda possui uma alta funcionária dentro do setor de regulação, chamada de Márcia Beleza. O exame que falta ao cidadão comum, sobra para o vereador fazer política. O secretário de Saúde, Geraldo Magela, tentou demover os conferencistas, mas não teve jeito.

Outra moção de repúdio foi contra o deputado estadual Coronel Santana, que sugeriu a dissolução do Conselho Municipal de Saúde. E aqui, uma observação: de um público de 900 pessoas, apenas três foram contra a moção. Santana passou a trabalhar contra o conselho desde a nomeação da irmã, Gylnai Santana, como presidente da entidade mantenedora do Hospital de Base de Itabuna. A conferência foi promovida pela Secretaria de Saúde de Itabuna e o Conselho Municipal de Saúde.

DENÚNCIA-BOMBA VIROU “TRAQUE”

Outra derrota do deputado estadual Coronel Santana foi a tentativa de uso político do repasse de R$ 8,7 milhões da Sesab ao hospital de olhos Rui Cunha (Day Horc). Conferencistas lembram que o contrato não é relativo apenas a Itabuna, mas ao estado. O hospital de olhos possui unidades em Itabuna, Salvador e Eunápolis, além de ter sido vencedor de licitação para realizar exames e cirurgias no programa Saúde em Movimento, de abrangência estadual.

Aparentemente, o tiro de Santana saiu pela culatra quando quis induzir o povo a acreditar que o valor se referia a atendimentos feitos em Itabuna.

ESCLARECENDO O ATENDIMENTO NO HBLEM

Cristiano Conrado

A decisão de atender somente pacientes de Itabuna é uma decisão administrativa da Secretaria de Saúde de Itabuna junto ao FASI e que conta com o apoio integral do corpo clínico do hospital.

A decisão dos médicos é que não é possível continuar a exercer a medicina nas condições atuais do hospital. Não há segurança para pacientes e médicos.

Tendo em vista que não há recursos suficientes para atender 120 municípios, foi priorizado o atendimento para o povo de Itabuna.

Itabuna tem recursos que podem garantir o atendimento para os 204 mil habitantes do município, não para 2,9 milhões de baianos.

Decidimos não esperar mais nada deste governo do estado e procurar alternativas para garantir a segurança para o cidadão de Itabuna.

Ao contrário do que se divulga, está não é uma “paralisação de advertência”, e sim uma mudança permanente do perfil do hospital até que se chegue a uma solução que permita voltar a atender os pacientes de outros municípios.

Raciocinem comigo. Existem 120 municípios que não tem qualquer estrutura para atender seus pacientes graves.

Isto é um fato!

Pergunto: isto é responsabilidade de Itabuna ou do Governo do Estado ?

O Hospital não tem mais contratos com o estado, não há mais responsabilidade formal para estes atendimentos.

Qual é a preocupação?

Os pacientes estão sendo encaminhados para os “excelentes” hospitais do estado.

Aqueles que chegam ao Hospital de Base em estado grave, estão sendo atendidos, conforme os preceitos éticos.

Em breve a SESAB enfrentará processos, solicitando ao Ministério da Saúde, a desabilitação do Estado e também processos quanto à apropriação indevida de recursos de Itabuna e dos municípios pactuados.

Cidadão de Itabuna, fique tranquilo, o nosso compromisso é com você !

A única exigência dos médicos é que haja condições do exercício digno da Medicina.

O atendimento para o cidadão de Itabuna, segue normalmente.

Cristiano Conrado Silva Moreira médico e representante do Corpo Clínico do Hospital Luís Eduardo Magalhães.

HOSPITAL DE BASE, REALIDADE E ENGODO

Cristiano Conrado | cristianoconrado@hotmail.com

Tal aditivo, anunciado associado à proposta de manter a contratualização do hospital nos irresponsáveis e insuficientes R$ 1,5 milhão, me parece uma armadilha, nada mais que um engodo.

Caro leitor, o que vou afirmar a seguir precisa do conhecimento prévio de alguns fatos para ser entendido, mas mesmo correndo o risco de ser mal interpretado, sigo em frente, pois Itabuna precisa saber o que se esconde nas entrelinhas.

Senhor secretário de Saúde do Estado, todos os que conviveram com você, inclusive os seus colegas de turma, insistem em lhe descrever como pessoa de bom senso e atestam seu caráter. Porém, dentre suas qualidades, é justo o bom senso que parece faltar neste momento.

Este anúncio quanto ao aditivo para cirurgias bariátricas e neurocirurgias no Hblem, em Itabuna, faz parecer que tal verba é um fato, recurso que estará disponível à administração do hospital para a realização do proposto. Porém, tanto você quanto eu sabemos que não é nada mais que uma habilitação, quotas, teto, para a realização de serviços que, casos realizados, serão “pagos” de acordo a tabela proposta.

Tal anúncio me parece nada mais que um engodo, pois é sabido que a realização de tais procedimentos pressupõem, exigem uma estrutura e preparo que hoje o hospital não dispõe.

Em meio à crise financeira que vivemos, não conseguimos sequer manter estoque de medicações e materiais, o centro cirúrgico, CTI, pronto-socorro, cozinha e enfermarias necessitam de reforma e equipamentos urgentemente. Muitos destes setores já foram notificados pela Vigilância Sanitária e correm o risco de serem fechados, não por decisão política, mas por falta das mínimas condições operacionais.

Tais cirurgias, mesmo em hospitais totalmente preparados, tem uma taxa de pacientes que complicam, exigindo procedimentos diagnósticos e intervenções de alta complexidade e custo.

Como realizar tais cirurgias sem um serviço de hemodiálise, sem leitos de UTI suficientes e plenamente capazes, sem sequer leitos de enfermaria em um hospital que ainda não se equilibrou financeiramente?

O Hospital de Base Luís Eduardo Magalhães hoje luta sem sequer dar conta satisfatoriamente dos pacientes que entram na emergência. Além da falta de insumos e procedimentos, lidamos com a superlotação.

Parece-me, no mínimo, irresponsável pressupor mais uma série de serviços a serem realizados nestas condições.

Pensando friamente, retirando de foco o plano técnico e focalizando a questão política e estratégica, tal aditivo, anunciado associado à proposta de manter a contratualização do hospital nos irresponsáveis e insuficientes R$ 1,5 milhão, me parece uma armadilha, nada mais que um engodo.

Revendo seus discursos anteriores, vejo que grande parte do seu argumento em não aumentar o valor da contratualização se dava pela não-apresentação de produtividade que atingisse sequer os procedimentos inclusos na contratualização.

Quanto a tal linha de raciocínio, respondo.

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TUDO PELOS CARGOS. E A SAÚDE, Ó!

O prefeito Capitão Azevedo (DEM) foi perguntado sobre o porquê de tanto resistir à ideia de passar o Hospital de Base Luís Eduardo Magalhães (Hblem) ao controle do governo do estado.

Sem pestanejar, o prefeito argumentou:

– Não dá, tenho meus compromissos.

Eis a tradução: aproximadamente 50% dos cargos do Hblem são ocupados por gente que trabalhou na campanha do prefeito. Não é pouco. O hospital tem cerca de 600 funcionários. Estadualizá-lo significaria matar a “galinha dos ovos de ouro” do prefeito. Enquanto isso, uma média de 15 a 20 pacientes que passam pelo Hblem morrem, por semana, devido às instalações, equipamentos e aparelhagem sucateados.

OAB-ITABUNA DESPERTA PARA O CAOS NA SAÚDE

A OAB-Itabuna enviou ofício ao governo estadual cobrando informações sobre os repasses feitos ao Hospital de Base Luís Eduardo Magalhães (Hblem) pela Secretaria Estadual de Saúde (Sesab).

A entidade observa desequilíbrio entre o que é repassado para o hospital de Itabuna (R$ 1,5 milhão/mês) e os valores destinados mensalmente ao Hospital Geral Luiz Viana Filho (média de R$ 3 milhões).

A OAB-Itabuna também deverá questionar o prefeito Capitão Azevedo (DEM), pois o Hblem é de responsabilidade do município, mas a prefeitura há muito tempo vem dando sucessivos calotes no hospital.

O prefeito até rebaixou o valor que deveria ser repassado mensalmente pelo município, de R$ 300 mil para R$ 200 mil. O presidente da OAB-Itabuna, Andirlei Nascimento, vai cobrar o capitão…






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