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:: ‘hospital’

SOFRIMENTO NO HOSPITAL DE BASE

Pacientes aguardam atendimento no Base (foto Fábio Souza)

Pacientes aguardam atendimento no Base (foto Fábio Souza)

A imagem acima mostra a angústia de dezenas de pacientes que aguardavam atendimento no pronto-socorro do Hospital de Base de Itabuna, na manhã desta terça-feira (16). A maioria deles com sintomas de uma das três doenças transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti.

Por falta de estrutura, o Base – que é referenciado para trauma e emergências – acabou absorvendo (mal) essa demanda.  Logo mais, a Prefeitura inaugura um “QG” que irá reforçar o atendimento às vítimas do Aedes, mas a unidade só irá funcionar efetivamente a partir de amanhã. Hoje é só discurso.

Nas redes sociais, itabunenses questionam por que o QG não começa a atender imediatamente, dada a gravidade da situação. É o princípio de que “não se deve deixar para amanhã o que se pode fazer hoje”, que ganha ainda mais sentido quando há um incêndio a ser apagado.

DEBANDADA NO HOSPITAL REGIONAL DE ILHÉUS

Rabat deixou corpo clínico.

Rabat deixou corpo clínico.

Do Blog de Ilhéus

Pelo menos dois médicos entregaram, nesta quarta-feira, 30, pedidos de demissão ao diretor do Hospital Regional de Ilhéus, Cláudio Moura. Até agora, o nome de Antonio Carlos Rabat, bastante conceituado, já foi confirmado como um dos demissionários.

A postura dos dois profissionais, que pode ser seguida por outros do corpo clínico, teria sido tomada devido à intransigência do diretor geral em receber críticas e até mesmo em dialogar com os colegas.

Na última semana, o vereador Dr. Jó, que também atende na unidade, postou no facebook reclamações quanto à falta de gerência no hospital, que tem gerado mau atendimento à população.

NOVAES SUPERLOTA E SUSPENDE NOVOS INTERNAMENTOS EM UTI NEONATAL

uti neo em atividades (2)

O Hospital Manoel Novaes, que integra a rede da Santa Casa de Misericórdia de Itabuna, anunciou nesta sexta-feira (6) a suspensão temporária de novos internamentos de gestantes pelo Sistema Único de Saúde em sua UTI Neonatal. A justificativa é a superlotação da unidade.

De acordo com a assessoria da Santa Casa, a UTI dispõe de apenas sete leitos contratados para usuários do SUS, de um total de 21, mas todos já estão ocupados. A médica Fabiane Chávez, coordenadora da UTI Neonatal, explica que há necessidade de manter leitos reservados para o atendimento de gestantes de alto risco.

“Para atender a clientela que estamos contratados, que são gestantes com quadro de gestação de alto risco, precisamos dispor de vaga na UTI Neonatal de retaguarda. Do contrário, esses bebês, quase sempre prematuros ou com patologias congênitas, correm o risco de nascer e não dispor de leitos com a assistência necessária para garantir sua sobrevivência”, esclarece a médica, que é também diretora técnica do hospital.

Ainda segundo Fabiane Chávez, além de todos os 21 leitos da UTI Neonatal estarem ocupados, há também superlotação na Unidade de Cuidados Intermediários (UCI), que dispõe de 12 leitos. O hospital informa que o atendimento no setor de pediatria continua acontecendo normalmente.

BASE RECEBERÁ VERBA PARA COMPRA DE EQUIPAMENTOS

O diretor do Hospital de Base de Itabuna, Paulo Bicalho, assina nesta quinta-feira (8), convênio com a Fundação Nacional de Saúde para um aporte de R$ 1,486 milhão, a ser empregado na compra de equipamentos. Os aparelhos serão instalados no centro cirúrgico da instituição.

O convênio com a Fundação Nacional de Saúde resulta de emendas apresentadas pelo deputado federal Jutahy Magalhães Jr. (PSDB) e pelo senador João Durval Carneiro (PDT), que atenderam solicitação do deputado estadual Augusto Castro (PSDB).

O parlamentar estadual estima que até o final de 2015 ainda serão empenhados recursos de R$ 1,680 milhão. Essa verba será destinada à implantação de um centro de imagens no Hospital de Base.

EMENDAS GARANTEM R$ 1,486 MILHÃO AO HOSPITAL DE BASE

Deputado se reuniu hoje com diretores do Hospital de Base

Deputado se reuniu hoje com diretores do Hospital de Base

Emendas parlamentares irão garantir recursos de R$ 1,486 milhão ao Hospital de Base de Itabuna. A maior parte desse valor – R$ 1 milhão – resulta de emenda apresentada pelo deputado federal Jutahy Magalhães Jr. (PSDB), por solicitação do deputado estadual Augusto Castro. Os outros R$ 486 mil foram incluídos no Orçamento a partir de proposta do senador João Durval Carneiro (PDT).

Nesta terça-feira, 18, Castro esteve no hospital com o diretor geral Paulo Bicalho, o diretor médico Paulo Medauar e o responsável pela área administrativa, Leléu Rodrigues, e apresentou o espelho das emendas.

O deputado tucano destacou a preocupação de Jutahy e Durval com o Hospital de Base. “Ambos conhecem Itabuna e sabem da necessidade que o Hospital de Base, praticamente um hospital regional, passa para garantir o atendimento da nossa população carente”, afirma.

BICALHO EXPLICA PAGAMENTO À EMPRESA DO DIRETOR-MÉDICO DO HOSPITAL DE BASE

Presidente da Fasi diz que salário dos servidores vai pra conta logo após repasse da Sesab (foto Wilson Oliveira)

Presidente da Fasi afirma que pagamento à empresa foi feito para cobrir salário de médica (foto Wilson Oliveira)

O diretor-presidente da Fundação de Assistência à Saúde (Fasi), Paulo Bicalho, esclareceu denúncia feita pelo vereador Geraldo Barbosa Filho (PMN),  envolvendo o nome do médico Archibaldo Daltro Barreto Filho, que exerce o cargo em comissão de diretor-médico do Hospital de Base desde junho deste ano.

A uma comitiva de vereadores que o procurou nesta quinta-feira para tratar do assunto, o presidente da Fasi afirmou que não procede a acusação de que o médico recebe para prestar serviço como cardiologista, pois Daltro não exerce qualquer outra atividade no hospital, além da diretoria clínica.

Bicalho disse que o pagamento feito em nome da empresa Patury Barreto Serviços Médicos Ltda. destinou-se a um repasse para remunerar os serviços prestados por uma plantonista médica, que trabalhou por 60 dias no Base, mas que, “por problemas técnicos”, não teve como receber o salário.

Paulo Bicalho informou aos vereadores que já havia mandado sustar outros pagamentos em condição parecida nos últimos meses. “Infelizmente, havia uma tradição de pagamentos a profissionais feitos por meio de empresas de terceiros”, informou o diretor-presidente da Fasi. Ainda segundo ele, “o próprio vereador Geraldo Barbosa Filho conhece a situação e, com certeza, sabe que o pagamento feito via a empresa do Dr. Archibaldo ocorreu somente para evitar prejuízo à profissional que, efetivamente e com eficiência, prestou o serviço ao Hospital de Base e à população”.

DIRETOR MÉDICO DO HOSPITAL DE BASE É ACUSADO DE RECEBER SEM TRABALHAR

Vereador acredita em esquema para engordar salário do diretor clínico do Base

Vereador acredita em esquema para engordar salário do diretor clínico do Base

O vereador Geraldo Barbosa Filho (PMN), de Itabuna, apresentou nesta quarta-feira (30) uma denúncia envolvendo a Fundação de Assistência à Saúde de Itabuna (Fasi), que administra o Hospital de Base. Segundo Barbosa, a entidade estaria fazendo pagamentos indevidos ao diretor-clínico do Base, Archibaldo Daltro Barreto Filho.

O vereador obteve uma nota fiscal, correspondente ao pagamento de R$ 5 mil à empresa Patury Barreto Serviços Médicos Ltda. O valor, segundo a descrição constante na nota, seria para remunerar “serviços médicos prestados pelo Dr. Archibaldo Daltro Barreto Filho”. Os atendimentos teriam sido feitos no ambulatório do hospital e a remuneração era relativa a um mês de serviço. O médico já teria feito o empenho de cinco notas do mesmo valor junto à contabilidade da Fasi.

Barbosa diz que o médico estaria recebendo os pagamentos para dar plantões como cardiologista, mas – segundo ele – a escala de serviços do hospital denuncia que Barreto Filho não realizou os atendimentos pelos quais recebeu. O vereador afirma ter conversado com funcionários do Base, que igualmente negam a presença do médico nos plantões.

Como diretor-clínico do Hospital de Base, Barreto Filho recebe R$ 4,5 mil mensais. Para o denunciante, a Fasi pode ter simplesmente buscado uma fórmula para engordar” o salário do diretor, pagando-lhe por um serviço inexistente. Barbosa propõe a instalação de uma Comissão Especial de Inquérito (CEI) na Câmara de Vereadores para apurar o fato.

Pela manhã, o PIMENTA solicitou posicionamento do diretor-presidente da Fasi, Paulo Bicalho, sobre a denúncia do vereador. Até este momento, o blog não obteve resposta.

BASE REDUZ GASTOS COM GÁS MEDICINAL

Presidente da Fasi diz que salário dos servidores vai pra conta logo após repasse da Sesab (foto Wilson Oliveira)

Bicalho: mais de 70% de economia com a produção de gás medicinal e oxigênio (foto Wilson Oliveira)

O médico Paulo Bicalho, presidente da Fundação de Assistência à Saúde de Itabuna (Fasi), que administra o Hospital de Base, vai conseguindo o que parecia impossível: organizar e aumentar a eficiência da instituição, com uma gestão que procura racionalizar a aplicação dos recursos disponíveis.

O passo mais recente nesse sentido é a mudança no contrato para abastecimento de gás medicinal. O Base está adquirindo equipamentos para instalar uma usina que irá produzir o gás, além de oxigênio, em maior quantidade e por um preço (bem) menor. Os custos com o insumo irão despencar de R$ 100 mil para R$ 25,5 mil ao mês.

Segundo Bicalho, até o final desta semana o hospital já estará operando com a produção própria.

HOSPITAL DE BASE CONCLUI REFORMA

Será entregue neste sábado, 27, às 11 horas, a obra de reforma da emergência do Hospital de Base de Itabuna, unidade que também foi reequipada. De acordo com o médico Paulo Bicalho, diretor-presidente da Fundação de Assistência à Saúde Itabuna (Fasi), que administra o hospital, a intervenção foi necessária porque a emergência estava em condições “insalubres”.

Durante a reforma, os pacientes foram atendidos em uma emergência provisória. Os atendimentos na unidade reformada começam no dia 30.

MÉDICA NEGA ATENDIMENTO A CRIANÇA E CASO VAI PARAR NA DELEGACIA

A médica Sônia Maria Leal, que atua no Samu em Itabuna, registrou notícia crime na sede da 6ª Coordenadoria de Polícia contra sua colega de profissão, Maria Socorro Prazeres. O fato ocorreu nesta terça-feira, 23.

Segundo o Plantão Itabuna, o Samu conduziu para o Hospital Manoel Novaes o garoto de iniciais L.P.M., de oito anos e morador do bairro São Roque. A criança apresentava sintomas de surto psicótico.

No hospital, Maria Socorro Prazeres, que era a pediatra de plantão, teria negado atendimento ao garoto, sob a alegação de que seu expediente já havia encerrado. O site afirma que a notícia crime foi registrada na delegacia às 18h30, enquanto o plantão da médica iria até às 19 horas.

GREVE NO HBLEM E NO SAMU

Funcionários do Hospital de Base de Itabuna paralisaram as atividades na manhã desta segunda-feira, 10, em protesto contra o não pagamento dos salários de novembro e não fornecimento de vale transporte. Segundo o Portal Sul da Bahia, apenas os casos considerados extrema urgência são atendidos na unidade.

O portal informa ainda que os condutores de ambulâncias do Samu também cruzaram os braços por não ter recebido os salários de novembro.

A “ROLETA RUSSA” DO HOSPITAL DE BASE

No hospital, segundo vereador, médicos decidem quem vive e quem morre

Por falar no caos no Hospital de Base Luís Eduardo Magalhães (ver nota abaixo), o tema foi amplamente discutido na tarde desta quarta-feira, 7, na sessão plenária da Câmara de Vereadores de Itabuna. Todo mundo bateu na administração. Apenas o vereador Adeládio Pezão (DEM), que no governo Azevedo ocupou cargo no Hblem, defendeu.

Pezão chegou a dizer que “o Hospital de Base é o melhor hospital público da Bahia” e insistiu na mesma tecla do governo, de que o problema da instituição é a insuficiência de recursos repassados pelo Estado, cerca de R$ 1,5 milhão. Foi rebatido pelos colegas, a exemplo de Rosivaldo Pinheiro (PCdoB), que apontou como principal causa das dificuldades a gestão deficiente. E atirou: “quem está à frente da Secretaria da Saúde é um incompetente”.

Nem mesmo o governista Paulo Luna (PSDB) aliviou a barra. O tucano lembrou já ter ouvido de médicos que no Hblem, diante da impossibilidade de se atender a todos que o procuram, estabeleceu-se a prática de selecionar quem receberá o socorro. “Eles escolhem quem terá direito a viver e quem irá morrer por falta de atendimento”, resumiu Luna.

Gestão para uns, (falta de) dinheiro para outros… Mas o fato incontestável é que a situação do Base só pode ter um adjetivo: criminosa.

HBLEM SUSPENDERÁ ATENDIMENTO A PACTUADOS

Os médicos do Hospital de Base Luís Eduardo Magalhães, de Itabuna, anunciaram uma paralisação de advertência, a partir desta quarta-feira, 15, pretendendo estendê-la até o dia 22 de junho.

Em comunicado feito à diretoria da instituição, os médicos afirmaram que, nesse período, não farão os atendimentos de média e alta complexidade aos pacientes encaminhados pelos municípios pactuados. Serão mantidos, no entanto, os serviços para casos de urgência e emergência, bem como o atendimento integral para a população de Itabuna.

Além da cidade onde está situado, o Hblem atende pacientes de cerca de 120 municípios baianos. Estes serão diretamente atingidos pela paralisação. Os médicos apontam insuficiência de recursos no hospital para atender a demanda de Itabuna e dos municípios pactuados.

O hospital sobrevive atualmente com um repasse mensal de R$ 1,5 milhão, realizado pela Secretaria da Saúde do Estado, mas pleiteia um aumento para R$ 2 milhões. Para complicar a situação, encontra-se vencido o primeiro termo aditivo de um contrato firmado entre prefeitura e estado no ano de 2009, e o município não assinou o segundo termo aditivo, que previa a ampliação de recursos, vinculada ao aumento da produção.

PROCEDIMENTOS – O segundo termo prevê ampliação do número de neurocirurgias para 90 por mês, com repasse de R$ 300 mil; 1.848 mamografias/mês, com repasses de R$ 83 mil; além do incremento da oferta de serviços, com a cota de cinco cirurgias bariátricas por mês (repasses de R$ 25 mil), e uma Organização para Busca de Órgãos e Tecidos (OPO), com custeio mensal de R$ 20 mil.

A Secretaria Municipal da Saúde entende que o segundo termo não atende as necessidades do hospital, por isso não assinou o documento. A não-assinatura deverá agravar os problemas de caixa do Hblem, já que – conforme ofício encaminhado ao secretário municipal da Saúde, Geraldo Magela, pelo superintendente de Gestão dos Sistemas de Regulação da Atenção à Saúde, Andrés Castro Alonso Filho – “a partir da competência de junho/2011, o pagamento do Hospital de Base Luís Eduardo Magalhães será realizado apenas em valores relativos aos serviços efetivamente prestados”.

No mesmo ofício, o superintendente acrescenta que “a situação poderá voltar a ser regularizada, com o retorno ao pagamento pelos valores definidos contratualmente, a partir do momento em que os referidos documentos voltarem a ter validade jurídica, ou seja, quando forem assinados por ambas as partes e devidamente divulgados por publicação no Diário Oficial do Estado”.

PRÉDIO DO SANTA ISABEL É ARREMATADO

O prédio onde funcionou o Hospital Santa Isabel, em Ilhéus, foi finalmente arrematado em leilão realizado na manhã desta terça-feira, no Fórum Trabalhista de Itabuna. A arrematação do imóvel se deu pelo valor mínimo estabelecido: R$ 3 milhões.

O preço será pago em dez parcelas de R$ 300 mil pela empresa Comercial Recôncavo de Combustíveis Ltda. Somente quando for efetuado o pagamento da última prestação, é que o valor será rateado para a quitação do passivo trabalhista, livrando o imóvel do ônus.

NOVA TENTATIVA DE VENDER O SANTA ISABEL

Pela “enésima” vez, o Hospital Santa Isabel, de Ilhéus, será levado a leilão. A nova tentativa acontece nesta terça-feira, 22, às 9 horas, na sede do TRT em Itabuna.

O lance mínimo para arrematar o Santa Isabel foi estabelecido em 3 milhões de reais. De acordo com o advogado Davi Pedreira, do Sindicato dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Saúde de Itabuna e Região, o valor não dá sequer para cobrir o passivo trabalhista, estimado entre 4 e 5 milhões de reais.

O imóvel onde funcionou o Santa Isabel é avaliado em quatro vezes o valor do lance mínimo. Possui três andares e uma área de 3.048 metros quadrados.

FUNCIONÁRIOS DO SÃO JOSÉ VOLTAM AO TRABALHO

Após dois dias de paralisação, os trabalhadores do Hospital São José, da Santa Casa de Misericórdia de Ilhéus, retomaram as atividades nesta quinta-feira, 17. A decisão ocorreu em assembleia conduzida pelo Sindicato dos Trabalhadores em Saúde de Itabuna e Região, depois que a direção do hospital se comprometeu a quitar os salários atrasados.

Outros compromissos assumidos pela instituição foram o de assegurar a estabilidade dos funcionários pelo período de 90 dias, além de não descontar os dias parados.






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