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:: ‘IBGE’

FPM:JEQUIÉ, IBIRAPITANGA E PAU BRASIL RECEBERÃO MENOS DINHEIRO EM 2019

Jequié e Ibirapitanga vão receber menos verbas

A estimativa populacional do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), publicada na edição de quarta-feira (29) no Diário Oficial da União, indica que 56 municípios baianos vão receber menos recursos do Fundo de Participação dos Municípios (FPM). Na lista, estão localidades do sul, extremo-sul, baixo-sul e sudoeste do estado.

No sul da Bahia, a redução no número de moradores terá impacto negativo nas finanças do município de Ibirapitanga, que terá o FPM reduzido de 1,4 para 1,2 no coeficiente de 2019. Em Pau Brasil, o repasse cai de 0,8 para 0,6. Em Ibirataia, o coeficiente será reduzido de 1,2 para 1,0; em Belmonte, a baixa será de 1,4 para 1,2, segundo cálculos da Confederação Nacional de Municípios (CNM).

No sudoeste, a redução no número de habitantes afetará as receitas em Jequié. O coeficiente passará de 4,0 para 3,8. Em Itabela, no extremo-sul, o repasse sairá da classificação 1,6, para 1,4. Em Igrapiúna, no baixo-sul, a redução será de 1,0 para 0,8. A reclassificação, que será confirmada pelo Tribunal de Contas da União (TCU), vale para o exercício 2019.

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ILHÉUS E ITABUNA PERDEM 21 MIL HABITANTES EM APENAS UM ANO, APONTA IBGE

Itabuna e Ilhéus perdem mais de 21 mil habitantes em um ano, segundo IBGE

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou, nesta quarta (29), estimativa populacional dos 5.570 municípios. De acordo com o órgão federal, a Bahia perdeu mais de 530 mil habitantes. Itabuna, que sempre apresentava números crescentes, também registrou queda nesta estimativa que tem como base 1º de julho de 2018. Ilhéus, idem.

Segundo o IBGE, o contingente populacional de Itabuna caiu de 221.046 para 212.740 habitantes, o que representa 8.306 moradores a menos.

Ilhéus, que chegou a ter cerca de 250 mil habitantes na década de 90, também registrou redução – e maior. De 178.210 habitantes em 2017 para 164.844 agora em 2018, menos 13.366 habitantes.

Juntos, Itabuna e Ilhéus “perderam”, pela estimativa do IBGE, 21.672 habitantes. Os dois municípios possuem os dois maiores contingentes populacionais do sul da Bahia.

ERRO HISTÓRICO DO IBGE

Nazal: erro histórico do IBGE em Ilhéus

Vice-prefeito de Ilhéus e ex-secretário de Planejamento e Desenvolvimento Sustentável, José Nazal diz que Ilhéus vem anotando crescimento negativo irreal. A “Prova dos Nove”, sustenta, virá com a contagem populacional de 2020.

Ainda para ele, esse crescimento negativo é reflexo de engano nos censos populacionais de 1991 e 2000. Questionado pelo PIMENTA.blog se essa redução de 2017 para 2018 significará perdas em repasses constitucionais para Ilhéus, a exemplo do Fundo de Participação dos Municípios (FPM), Nazal disse que não.

10 MAIORES NO NEGATIVO

De acordo com a estimativa divulgada hoje, Salvador, que também teve crescimento negativo, tem 2.857.329 habitantes. Feira de Santana possui 609.913 habitantes e Vitória da Conquista é o terceiro mais populoso: 338.885 moradores. Camaçari caiu para 293.723 habitantes.

Juazeiro registrou queda menor que a de Itabuna e aparece agora como quinto mais populoso, com 215.183 habitantes. Lauro de Freitas tem 195.095. Teixeira de Freitas registrou queda, mas superou Jequié, com 158.445 e 155.800 habitantes, respectivamente. Barreiras aparece com 153.831, também em queda.

PROJETO DE LÍDICE LIMITA REAJUSTE DE PREÇOS ADMINISTRADOS PELO GOVERNO

Lídice: limite reajustes de preços controlados || Foto Tácio Moreira/Metropress

A senadora Lídice da Mata (PSB-BA) apresentou esta semana um novo projeto de lei para limitar o reajuste de preços ao consumidor de bens e serviços controlados pelo governo ou suas agências reguladoras, a exemplo de combustíveis, medicamentos e energia elétrica, entre outros.

A iniciativa prevê que nenhum serviço controlado pelo governo tenha reajuste anual maior do que a inflação medida pelo IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), calculado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), acumulado nos doze meses que antecedem ao reajuste. Numa eventual ausência do IPCA, poderá ser utilizado o índice que vier a sucedê-lo.

A parlamentar baiana se diz preocupada com o aumento de preços de diversos produtos e serviços essenciais à população brasileira e que hoje seguem parâmetros distintos de reajuste. Como exemplo, Lídice da Mata lembra que enquanto o próprio IPCA, que serve de parâmetro para a política monetária do Banco Central, acumulou alta de 2,95% em 2017, alguns preços administrados somaram 7,99% de reajuste no mesmo período.

Somente este ano, no acumulado de janeiro a maio, enquanto o IPCA variou 1,33%, alguns preços foram reajustados em 2,98%. A inflação geral, por sua vez, considerando os doze meses até maio deste ano, registrou índice de 2,86% enquanto preços administrados chegaram a reajuste de 8,14%. “Precisamos coibir essa distorção”, disse a senadora. :: LEIA MAIS »

ILHÉUS É 1º MUNICÍPIO DA BAHIA A INSTALAR MARCOS TERRITORIAIS, APÓS REVISÃO DE LIMITES

Técnicos iniciam instalação de marcos territoriais de Ilhéus

Ilhéus é o primeiro município da Bahia a iniciar a instalação de marcos territoriais em consonância com a Lei 12.057, aprovada pela Assembleia Legislativa, que baseou o trabalho de atualização dos limites municipais no estado. O trabalho prático já está sendo executado por técnicos do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e da Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), acompanhado in loco pelo vice-prefeito de Ilhéus, José Nazal.

Ilhéus possui 60 vértices que constituem o seu memorial descritivo e todos serão visitados e identificados. O município faz divisa com Una, Buerarema, Itabuna, Itajuípe, Coaraci, Itapitanga, Aurelino Leal e Uruçuca. Neste momento, estão sendo instaladas estacas provisórias nas áreas limítrofes mas, em seguida, a Prefeitura irá construir estruturas de concreto, instalar placas sinalizadoras e, por meio de um GPS Geodésico, o IBGE vai oficializar a certificação dos marcos.

ILHEENSES

“A iniciativa facilita a vida do cidadão que passa a saber onde começa e onde termina o seu município”, destaca o vice-prefeito de Ilhéus. “Este trabalho estava previsto após a aprovação da lei e, como ele, evita-se a invasão de município pelo outro, que era uma prática generalizada na Bahia”, completa Manoel Lamartin, pesquisador do IBGE que participa da operação. Logo após às identificações dos limites entre as cidades, Ilhéus também vai realizar o trabalho nos limites dos seus distritos e povoados, informa Nazal.

Todo o trabalho realizado pelo IBGE, SEI e Prefeitura de Ilhéus tem o acompanhamento de representantes dos municípios limites, que testemunham toda a operação. Ilhéus já concluiu a identificação no limite com Aurelino Leal e está em fase final com Uruçuca.

Lamartin destaca ainda que a Bahia é o primeiro estado da federação que está completando o trabalho de atualização dos limites municipais. “É um trabalho pioneiro, com metodologia nossa mas que o IBGE pretende levar como referência para o restante do País”, destaca.

“Seu” Adalgiso, de 92 anos, ao lado de Nazal, agora sabe que mora na área limítrofe de Ilhéus e Uruçuca.

O passo pioneiro que Ilhéus dá, neste momento, deverá ser estendido para todos os 417 municípios da Bahia. “Seu” Adalgiso, com 92 anos, agora sabe que mora bem na linha limítrofe de Ilhéus e Uruçuca. Ele foi um dos entrevistados em 2012, quando foi realizado o primeiro levantamento. Um diretor nacional de Estruturas Territoriais do IBGE estará chegando a Ilhéus nos próximos dias para conhecer de perto a metodologia usada e que será levada para todo o território nacional.

TANTO BARULHO PELO SILÊNCIO

Foto KVKaroline Vital | [email protected]

 

Toda essa confusão a respeito do nível de dificuldade do tema da redação do Enem me fez refletir sobre como a população surda vive à margem da sociedade brasileira. Nós, ouvintes, investimos em dominar outros idiomas, a exemplo do inglês e do espanhol, mas não nutrimos qualquer interesse em aprender o básico sobre a Língua Brasileira de Sinais (Libras), segundo idioma oficial do país.

 

Desde 2004, ganho a minha vida escrevendo. Já fiz redação para rádio, jornal, internet. Em 2011, obtive 960 na redação do Enem. E, em 2012, marquei 100 pontos no concurso da Polícia Militar da Bahia. Portanto, posso não ser a melhor escritora do mundo, mas entendo alguma coisinha sobre como produzir um bom texto.

Neste ano, fui presenteada com a grata oportunidade de ganhar minha vida ajudando os outros a escrever. Quem me abriu essa possibilidade foi o professor Emenson Silva, após nos conhecermos quando fui contratada para escrever sobre o segredo do sucesso do Curso Gabaritando. E tem sido uma incrível experiência de partilha, pois sinto que estou aprendendo muito mais do que tenho mediado.  

Ao longo das aulas de redação, trabalhei com os estudantes do Pré-Enem os temas apontados pelos grandes cursos do país como os mais prováveis a cair no certame deste ano. Mais do que entregar uma redação pronta, tentei mostrar maneiras de extrair ideias dos textos motivadores, sempre frisando: vocês devem estar preparados para escrever sobre qualquer coisa. Portanto, mantenham a calma, reflitam sobre o tema, construam a estrutura da dissertação, escrevam e revisem.

Todavia, a preocupação com o tema sempre pareceu maior do que o domínio das técnicas de redação. Na busca por uma fórmula pronta, alguns estudantes chegaram a propor que eu escrevesse uma dissertação sobre o tema que considerado mais provável para ser usada como modelo. Respondi que, se tinham tanta certeza sobre o assunto, investissem em pesquisas para embasar seus argumentos. Afinal, muito mais do que a capacidade de escrita, o Enem avalia a leitura dos candidatos, a aplicação dos conhecimentos adquiridos das mais várias áreas, incluindo do Grande Livro do Mundo, como diria Descartes.

Porém, o tema da prova discursiva do Enem 2017 passou uma rasteira nos palpites dados pelos grandes conglomerados da educação brasileira. Ninguém esperava a proposta do Inep: “Desafios para a formação educacional de surdos no Brasil”. Quando divulgaram o tema, a celeuma tomou conta da internet. O Guia do Estudante – “bíblia” dos educandos e educadores brasileiros, pertencente ao Grupo Abril – publicou em sua página do Facebook: “Tema de redação é considerado complexo por professores e leitores”. Claro que não poderiam gostar! Afinal, o mais perto que chegaram do tema foi quando citaram a probabilidade de cair algo sobre acessibilidade. Apenas isso.

A confusão sobre o nível de dificuldade do assunto seguiu assim que o MEC divulgou o tema na internet. Particularmente, não considerei nada absurdo. Afinal, o Enem costuma abordar questões relacionadas à promoção da cidadania e à inclusão dos surdos no processo educacional segue tal vertente.

Assim que vi os textos motivadores, os quais ajudam a nortear a construção da tese e dos argumentos dos candidatos, deparei-me com quatro belas inspirações: um trecho da Constituição Federal sobre o direito à educação da pessoa com deficiência; um gráfico demonstrando a queda do número de matrículas de surdos na Educação Básica; uma peça publicitária abordando a falta de oportunidades no mercado de trabalho para pessoas surdas e, por fim, um breve histórico do acesso dos surdos à educação. Diante de tantas informações disponibilizadas, só pude pensar: “Se alguém não tiver a mínima capacidade de desenvolver algo sobre isso a partir de tantas informações, infelizmente, o problema está com a interpretação de textos, não com o assunto”.

Segundo o IBGE, o Brasil possui quase 10 milhões de pessoas com alguma deficiência auditiva. Então, onde essas pessoas se escondem, uma vez que tanta gente afirma ser complicado falar a respeito da inclusão dessa parcela da população nos processos educacionais?

Toda essa confusão a respeito do nível de dificuldade do tema da redação do Enem me fez refletir sobre como a população surda vive à margem da sociedade brasileira. Nós, ouvintes, investimos em dominar outros idiomas, a exemplo do inglês e do espanhol, mas não nutrimos qualquer interesse em aprender o básico sobre a Língua Brasileira de Sinais (Libras), segundo idioma oficial do país. Não conseguimos considerar qualquer tipo de relação com colegas surdos ou com qualquer nível de deficiência auditiva na escola, na igreja, no trabalho ou em qualquer outro círculo social.  Foi tanto barulho por conta dessas quase 10 milhões de pessoas que, não apenas vivem no silêncio, mas também invisíveis aos olhos da maioria dos seus compatriotas.

 Karoline Vital é comunicóloga e Mestre em Letras: Linguagens e Representações.

IBGE APONTA AUMENTO DE 19% NA PRODUÇÃO DA MANDIOCA BAIANA E QUEDA DO CACAU

IBGE aponta queda na produção de cacau

IBGE aponta queda na produção de cacau

A produção de cacau em setembro foi de 213,5 mil toneladas, 4,8% menor em relação a agosto, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A área plantada e a área a ser colhida diminuíram 2,8% e 3,2%, respectivamente, enquanto que o rendimento médio, de 356 kg/ha, foi 1,7% menor.

Os técnicos do IBGE informaram que os dados foram influenciados pelas estimativas da Bahia de setembro, que apresentou quedas de 4,4% na área a ser colhida, de 7,1% no rendimento médio e de 11,3% na produção esperada no mês anterior.

MANDIOCA

A pesquisa do IBGE indica que a produção da mandioca foi de 20,8 milhões toneladas, que representou aumento de 3,3% em relação ao ano anterior. Os dados foram influenciados pelos aumentos da produção na Bahia e no Paraná. As estatísticas da mandioca foram reajustadas na Bahia, com aumento de 21,6% da área a ser colhida e em 19,5% da produção, que deve alcançar 2,1 milhões toneladas.

Produção de mandioca cresce 19% na Bahia

Produção de mandioca cresce 19,5% na Bahia

A produção nacional de feijão alcançou 3,4 milhões toneladas, um aumento de 1,4%. Foi registrado ainda crescimento de 2,3% da área plantada. Os maiores produtores de feijão do país são Paraná (21,2%), Minas Gerais (16,6%) e Goiás (10,9%).

NAZAL QUESTIONA ESTIMATIVA E RELEMBRA EQUÍVOCOS DO IBGE EM CENSOS

Nazal questiona estimativa feita pelo IBGE para Ilhéus || Foto Maurício Maron

Nazal questiona estimativa feita pelo IBGE para Ilhéus || Foto Maurício Maron

O vice-prefeito e secretário de Planejamento de Ilhéus, José Nazal, emitiu nota pública para questionar a estimativa populacional divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE) sobre o município. Nazal observa que a redução pode afetar Ilhéus na atração de investimentos.

Nazal observa equívocos dos últimos censos feitos pelo IBGE em Ilhéus. “No ano 2000, a população do bairro da Conquista era de 22.045 habitantes e o bairro possuía 5.703 domicílios. Já em 2.010, o mesmo bairro possuía 6.379 domicílios e registrava apenas 18.892 habitantes. Então, segundo o IBGE, ao tempo em que o número de residências cresceu 11%, houve uma redução da população em torno de 15% por cento. Portanto, o IBGE nunca conseguiu explicar razoavelmente os dados relevantes e incongruentes, constantes do censo do ano 2000”.

Confira a nota, na íntegra.

NOTA PÚBLICA

Os números projetados e divulgados ontem pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), instituição nacional responsável pela guarda, controle e contagem da população brasileira, mais uma vez mostraram o crescimento populacional negativo no município de Ilhéus.

Chama a atenção da opinião pública, especialmente dos ilheenses, a significativa diminuição populacional ocorrida no município entre as contagens do Censo de 2000 e o de 2010.

Há sete anos, representando Ilhéus na Comissão de Geografia e Estatística, fui informado pelo coordenador que a projeção que estava sendo feita, com base nos dados levantados até aquele momento, daria ao município algo em torno de 185 mil habitantes, o que se comprovou com o registro oficial de 184.236 habitantes.

A perplexidade ocorreu ao compararmos aqueles números com os do Censo de 2000, que identificou uma população de 222.127, ou seja, 37.891 habitantes a menos, num período de 10 anos.

Por conta desta significativa diferença, auditores do IBGE fizeram uma aferição nos dados coletados entre os censos, quando se verificou que, em várias localidades do município, especialmente na zona rural, o número de domicílios e de habitantes contados era inferior ao que havia sido coletado pelo mesmo Instituto, no ano 2000. Por razões que desconhecemos, os números do censo do IBGE do ano 2000, irreais, superestimaram a nossa população.

No ano 2000, a população do bairro da Conquista era de 22.045 habitantes e o bairro possuía 5.703 domicílios. Já em 2.010, o mesmo bairro possuía 6.379 domicílios e registrava apenas 18.892 habitantes. Então, segundo o IBGE, ao tempo em que o número de residências cresceu 11%, houve uma redução da população em torno de 15% por cento. Portanto, o IBGE nunca conseguiu explicar razoavelmente os dados relevantes e incongruentes, constantes do censo do ano 2000 e que, a partir desse logro, vem gerando desdobramentos igualmente desacreditados, contrariando a lógica, a matemática e a percepção geral.

É considerando os números do ano 2000/2010, e utilizando os vetores resultantes desses levantamentos, que o IBGE vem fazendo a cada ano essas projeções, chegando a uma estimativa da população do município. Ora, se o vetor 2000/2010, revela decréscimo demográfico, atribui-se o mesmo declínio aos anos subsequentes, alheio às possibilidades de estagnação do decréscimo, ou mesmo reversão do vetor. Assim, a população de Ilhéus continuará definhando, mesmo que não seja verdade, até que um novo censo populacional seja efetuado.

Outros sintomas, como o aumento do número de domicílios e a quantidade expressiva de novas construções, além do considerável crescimento da “mancha urbana”, são fatos incontestáveis e que contrariam as projeções do IBGE. Ou seja, a incongruência se evidencia, mais uma vez: enquanto o município se expande e a população decresce.
Oficializamos a reclamação de Ilhéus no escritório do IBGE na Bahia, à metodologia questionável do Censo de 2000. Uma demanda jurídica para anulação do referido censo chegou a ser cogitada, mas demonstrou-se inviável, pois seria demasiadamente longa e os efeitos buscados se perderiam.

A título de esclarecimento, os novos números apresentados não representam nenhum tipo de prejuízo financeiro direto, mas, eventualmente, podem gerar consequências danosas nas avaliações sobre o nosso município, conquanto a prováveis investimentos pelos quais nos empenhamos diuturnamente, mas cujo decréscimo populacional pode vir a representar um dado desestimulante.

Por isso, em que pese a queda nos índices populacionais, faz-se necessário informar que Ilhéus se manteve com uma boa margem de segurança na faixa de transferências constitucionais a que teríamos direito, sobretudo o Fundo de Participação dos Municípios (FPM).
Externo as minhas convicções de que esse erro será desmistificado em 2020 – quando está previsto a realização de um novo Censo Demográfico Nacional – e a verdade restabelecida.

Ilhéus, 31 de agosto de 2017

José Nazal Pacheco Soub
Vice-prefeito e secretário municipal de Planejamento e Desenvolvimento Sustentável

IBGE: ITABUNA ATINGE 221 MIL HABITANTES; ILHÉUS REGISTRA NOVA QUEDA

Itabuna tem mais de 221 mil habitantes; Ilhéus cai para 176 mil moradores

Itabuna tem mais de 221 mil habitantes; Ilhéus cai para 176 mil moradores

Maior município do sul da Bahia em número de habitantes, Itabuna manteve ritmo de crescimento populacional nos últimos 12 meses. Já Ilhéus, continua em queda acentuada, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE).

O órgão federal divulgou hoje (30) as novas estimativas populacionais. Os números são utilizados para definir políticas públicas e repasses constitucionais, a exemplo do Fundo de Participação dos Municípios (FPM), principal fonte de receita da maioria dos municípios brasileiros.

Segundo o IBGE, Itabuna chega a 221.046 habitantes. Eram 220.386 no ano passado. Com esse ritmo, caiu da quinta para a sexta posição dentre os mais populosos do Estado, superado por Juazeiro (220.253 ano passado e 221.773 agora). Localizado no Vale do São Francisco, o município sempre aparece entre os campões de geração de empregos no Brasil nos últimos anos.

ILHÉUS EM QUEDA

Panorâmica de Coaraci, no sul da Bahia || Imagem Infosaj

Coaraci, no sul da Bahia || Imagem Infosaj

Ilhéus tinha 180.213 habitantes em 2015, caiu para 178.210 no ano passado. E manteve ritmo de queda populacional, chegando a 176.341 moradores em 2017, conforme cruzamento de dados feito pelo PIMENTA.

Mais da metade dos municípios do centro-sul e do extremo-sul da Bahia acompanhou Ilhéus e registrou decréscimo populacional, conforme as estimativas oficiais.

Santa Luzia está entre as quedas significativas na região. Caiu de 13.508 para 13.398 habitantes entre 2016 e 2017. Coaraci está à frente, no quesito, com redução de 19.383 para 19.022 agora.

SALVADOR É 4ª MAIS POPULOSA

Salvador é quarta cidade mais populosa do país || Foto GovBA

Salvador é quarta cidade mais populosa do país || Foto GovBA

A estimativa do IBGE também aponta que Salvador se mantém como a quarta capital mais populosa do país, com 2.953.986 habitantes. Feira de Santana é o segundo município baiano (627.477). Vitória da Conquista 346.069 saltou de para 348.718. Quarta maior, Camaçari saiu de 292.074 para 296.893 moradores.

Ainda segundo o IBGE, o Brasil superou a marca de 207,6 milhões de habitantes em 2017. A Bahia chegou a 15.344.447 moradores ante 15.276.566 em 2016.

OS MAIS POPULOSOS DA BAHIA*

1º Salvador – 2.953.986
2º Feira de Santana – 627.477
3º Vitória da Conquista – 348.718
4º Camaçari – 296.893
5º Juazeiro – 221.773
6º Itabuna – 221.046
7º Lauro de Freitas – 197.636
8º Ilhéus – 176.341
9º Jequié – 162.209
10º Teixeira de Freitas – 161.690
11º Barreiras – 157.638
12º Porto Seguro – 149.324
13º Simões Filho – 136.050
14º Paulo Afonso – 120.706
15º Eunápolis – 115.290
16º Santo Antônio de Jesus – 103.342

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* Fonte: IBGE (Estimativa populacional)
Ubaitaba é dos municípios que tiveram decréscimo populacional || Foto Aleilton Oliveira

Ubaitaba é dos municípios que tiveram decréscimo populacional || Foto Aleilton Oliveira

POPULAÇÃO (CENTRO-SUL E EXTREMO-SUL)

Almadina – 6.062 (2016) | 5.985 (2017) –
Arataca – 11.697 | 11.661 –
Aurelino Leal – 12.891 | 12.706 –
Barra do Rocha – 6.338 | 6.258 –
Barro Preto – 6.367 | 6.251 –
Belmonte – 23.891 | 24.013 +
Buerarema – 19.269 | 19.256 –
Camacan – 33.257 | 33.310 +
Camamu – 36.543 | 36.644 +
Canavieiras – 33.130 | 33.002 –
Caravelas – 22.646 | 22.740 +
Coaraci – 19.383 | 19.022 –
Dário Meira – 11.864 | 11.716 –
Eunápolis – 114.275 | 115.290 +
Firmino Alves – 5.804 | 5.822 –
Floresta Azul – 11.279 | 11.244 –

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IBGE CONTRATARÁ 26,4 MIL PESSOAS PARA CENSO AGROPECUÁRIO

IBGE contratará mais de 26 mil pessoas para censo agropecuário.

IBGE contratará mais de 26 mil pessoas para censo agropecuário.

O Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão autorizou a contratação temporária de 26.440 profissionais para o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) fazer o Censo Agropecuário 2017. As contratações serão feitas por meio de processo seletivo simplificado, e a duração dos contratos será de até um ano, com possibilidade de prorrogação limitada a três anos.

Serão 19.013 vagas para o posto de recenseador, 4.946 para agente censitário supervisor, 1.285 para agente censitário municipal, 381 para agente censitário administrativo, 375 para agente censitário regional, 266 para analista censitário e 174 para agente censitário de informática. O valor das remunerações ainda não foi definido. A portaria com a autorização foi publicada no Diário Oficial da União de hoje (17).

AUMENTO DO ACESSO VIA CELULAR, GAMES E “PÓS-VERDADE” MARCAM A INTERNET EM 2016

Acesso via smartphone aumentou em 2016 no Brasil (Foto Agência Brasil).

Acesso via smartphone aumentou em 2016 no Brasil (Foto Agência Brasil).

Em um ano marcado pelas turbulências na política, pelas Olimpíadas no Rio de Janeiro e a tragédia com o avião da Chapecoense, a internet foi, mais do que nunca, espaço para repercussão dos principais acontecimentos. No mundo da web, os destaques ficaram por conta da consolidação do telefone celular como principal plataforma de acesso, do jogo Pokémon Go e da “pós-verdade”, termo que foi escolhido como “palavra do ano”.

Os brasileiros estão cada vez mais conectados. Dados divulgados em setembro pela pesquisa TIC Domicílios apontaram que cerca de 58% da população têm acesso regular à internet. Pela primeira vez, o número de internautas bateu a casa dos 100 milhões.

Um dos maiores responsáveis por esse crescimento são os telefones celulares. Pesquisas do IBGE apontaram que o número de acessos à web por dispositivos móveis ultrapassou o de usuários de computador. Cerca de 89% dos usuários usam telefones para navegar na web.

O crescimento da internet via celular acarretou na queda do uso do computador como meio de acesso. Além de o número de internautas que acessam via computador ter caído para 40%, o número de máquinas nas casas também caiu. Apenas 40% dos usuários de internet têm computadores.

“PÓS-VERDADE”

Depois de selfie (2013) e emoji (2015), a palavra do ano, segundo o dicionário Oxford, foi “pós-verdade”. O termo, que “denota circunstâncias em que fatos objetivos têm menos peso do que crenças pessoais”,  esteve presente no debate político na internet e na divulgação de notícias falsas. A palavra ganhou peso após o resultado das eleições norte-americanas e o referendo que culminou na saída do Reino Unido da União Europeia.

Alguns analistas políticos atribuíram a vitória de Trump e o resultado do Brexit a boatos que circularam na internet. Após escolha da pós-verdade como palavra do ano, gigantes da tecnologia como o Facebook e o Google declararam “guerra aos boatos”. Na prática, nada foi feito ainda, mas a promessa é desenvolver ferramentas de checagem que possam diminuir disseminação de notícias falsas na web.

Quem também deu o que falar em 2016 foi o jogo Pokemón Go. O termo “Pokemón Go” foi o mais buscada no Google por brasileiros neste ano, o que reflete a popularidade do aplicativo. Lançado em julho, o game inovou ao misturar os personagens japonês com a chamada realidade aumentada, em que o jogador interage com o ambiente ao seu redor. Apesar do sucesso entre os usuários, o jogo também foi alvo de muitas críticas.

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IBGE ABRE 454 VAGAS NA BAHIA COM R$ 1,25 MIL DE SALÁRIO

IBGE abre processo seletivo com 7,5 mil vagas em todo o país.

IBGE abre processo seletivo com 7,5 mil vagas em todo o país, sendo 454 na Bahia.

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) abrirá 7,5 mil vagas para agentes de pesquisa e mapeamento em todo o país, sendo 454 delas distribuídas entre 51 municípios baianos. As inscrições começam na próxima terça (21) e serão encerradas em 19 de julho, pelo site da Cesgranrio. A taxa está fixada em R$ 30,00.

O processo seletivo prevê 9 vagas para Itabuna e outras 9 para Ilhéus. Conforme o edital, também serão abertas oportunidades para Eunápolis (5), Ipiaú (5), Itamaraju (5), Itapetinga (3), Jequié (5), Poções (3), Porto Seguro (6), Teixeira de Freitas (10) e Valença (6).

Do eixo centro-sul e sudoeste baiano, Vitória da Conquista será o município com maior número de vagas – 12 no total. Os municípios com maior número de vagas no estado são Feira de Santana, com 17, e a capital baiana, Salvador, com 204. A relação total de vagas pode ser conferida mais abaixo, no link “leia mais”.

O salário definido para agentes de pesquisa e mapeamento é R$ 1.250,00 mais auxílio-alimentação, auxílio-transporte, férias e 13º salário. O contrato tem duração de um ano, podendo ser renovado por mais um.

PROVA EM SETEMBRO

As provas do processo seletivo do IBGE estão previstas para ocorrer em 4 de setembro. O resultado deverá sair, conforme o cronograma, em 3 de outubro.

O edital estabelece que a prova objetiva terá 60 questões de Língua Portuguesa, Raciocínio Lógico e Geografia. O candidato terá 4 horas para responder as questões, das 13h às 17h (horário de Brasília). Para conferir o total de vagas por município baiano, basta clicar no link abaixo.

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APÓS 7 MESES DE QUEDA, PRODUÇÃO INDUSTRIAL INICIA 2016 COM CRESCIMENTO

industrias_wd2212_2A produção industrial brasileira cresceu 0,4% em janeiro em relação a dezembro de 2015, na série livre de influenciais sazonais, interrompendo um período de sete meses de quedas consecutivas, quando acumulou perdas de 8,7%. Os dados fazem parte da Pesquisa Industrial Mensal Produção Física Brasil (PIM-PF), divulgada hoje (4).

Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), os dados da pesquisa indicam que, quando comparada a janeiro de 2015, a indústria, no entanto, caiu 13,8%, a vigésima terceira taxa negativa consecutiva e a mais intensa desde os -14,1% de abril de 2009.

Já a queda de 9% no resultado acumulado nos últimos doze meses (a taxa anualizada) foi a mais intensa desde novembro de 2009, mantendo uma trajetória descendente iniciada em março de 2014 (2,1%).

Segundo o IBGE, o setor industrial, em janeiro de 2016, “volta a mostrar um quadro de maior ritmo produtivo, expresso não só no avanço de 0,4% na comparação com o mês imediatamente anterior, que interrompeu sete meses consecutivos de queda, mas também no predomínio de taxas positivas entre as grandes categorias econômicas e as atividades investigadas”. Da Agência Brasil

IBGE: BRASIL PERDE 533 MIL POSTOS DE TRABALHO EM UM ANO

carteiradetrabalhoDa Agência Brasil

O Brasil perdeu 533 mil postos de trabalho entre novembro de 2015 e novembro de 2014. Segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), divulgada hoje (19) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a população ocupada passou de 92,706 milhões de pessoas no trimestre encerrado em novembro de 2014 para 92,173 milhões de pessoas no mesmo período do ano seguinte.

No mesmo período, a população desocupada cresceu em 2,68 milhões de pessoas, chegando a 9,13 milhões. Além da perda de postos de trabalho, houve um crescimento no número de pessoas que antes não trabalhavam e passaram a procurar emprego. A força de trabalho brasileira (soma de pessoas ocupadas e desocupadas) cresceu de 99,2 milhões para 101,3 milhões em um ano.

Baixas

A maior perda absoluta de postos de trabalho ocorreu na indústria. Em novembro de 2015, havia 12,6 milhões de pessoas empregadas no setor, 821 mil a menos do que em novembro do ano anterior, ou seja, uma queda de 6,1%.

Já a maior queda percentual da população ocupada foi observada no segmento de informação, comunicação e atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas (-6,3%). O setor teve um recuo de 668 mil postos de trabalho, passando a empregar 9,9 milhões de pessoas.

Também tiveram perdas de postos de trabalho os segmentos da agricultura e pecuária (menos 179 mil pessoas) e outros serviços (menos 140 mil).

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IBGE ABRE 1,4 MIL VAGAS TEMPORÁRIAS PARA CENSO AGROPECUÁRIO

ibgeconcursoO Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) abriu hoje (26) as inscrições do processo seletivo simplificado com 1,4 mil vagas temporárias para o Censo Agropecuário 2016. As inscrições estarão abertas até 22 de fevereiro pelo site da Fundação Cesgranrio, organizadora. A prova está prevista para o dia 22 de maio e a divulgação do resultado final para 14 de julho.

Do total de vagas, 223 são para Analista Censitário e 700 para Agente Censitário Administrativo, distribuídas nas capitais dos 26 estados e no Distrito Federal; e 486 vagas para Agente Censitário Regional, em 459 municípios de 24 estados. Para todas as funções, há vagas reservadas a pessoas com deficiência e pessoas negras ou pardas.

Os candidatos às vagas de Analista Censitário devem ter nível superior e para os cargos de Agente Censitário Administrativo e Agente Censitário Regional é necessário o Ensino Médio completo.

A previsão de duração do contrato é até 31 meses para o Analista Censitário com salário de R$ 7.166; de 22 meses para o Agente Censitário Administrativo, com remuneração de R$ 1.560; e 16 meses para o Agente Censitário Regional, que receberá R$ 3 mil. O contrato inclui ainda auxílio-alimentação e auxílio-transporte, assim como férias e 13º salário proporcionais.

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IBGE: BRASIL FECHA 2015 COM AUMENTO NO DESEMPREGO

desempregoDa Agência Brasil

Tomando por base a média dos três primeiros trimestres deste ano, a taxa de desemprego prévia do Brasil em 2015 seria de 8,4%, superando as taxas médias registradas no mesmo período de 2014 (6,9%), 2013 (7,4%) e 2012 (7,5%).

“Porque tem mais pessoas procurando trabalho”, ressaltou, em entrevista à Agência Brasil, o coordenador de Trabalho e Rendimento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), estatístico Cimar Azeredo.

Os dados consideram os números da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad Contínua). Isso significa, segundo ele, que em termos da taxa de desocupação, o Brasil fecha o ano com mais pessoas procurando emprego do que havia no ano passado.

Assim, a taxa se mostra mais alta. “Então, você tem mais pessoas na fila de desocupação do que em anos anteriores. A desocupação está crescendo em função de mudanças que ocorrem na estrutura do mercado de trabalho”.

Azeredo destacou que, no último trimestre de 2015, houve uma queda expressiva no número de pessoas trabalhando com carteira assinada. Foram 1,273 milhão de pessoas a menos em relação a 2014. Essas pessoas, que estavam sob uma rede de proteção do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e do seguro-desemprego, usaram esses recursos e acabaram aumentando o contingente da população trabalhando por conta própria ou como pequenos empregadores, que montaram o próprio negócio.

“Houve uma queda do emprego, mas a queda da população ocupada não existiu”, assegurou. Essa mudança no mercado de trabalho traz uma perda de estabilidade dentro do domicílio e força filhos que estão no ensino médio ou superior e mesmo pessoas mais idosas a procurar emprego para tentar manter o nível de vida que foi perdido.

Esse processo fez a taxa de desocupação aumentar, indicou Azeredo. “Não houve redução do número de ocupados. Houve redução do número de empregados (formais), que começaram a trabalhar por conta própria. A mudança na estrutura desse mercado leva a uma quebra na estabilidade no domicílio e essa perda de estabilidade faz aumentar a fila da desocupação”, reiterou.

A análise do momento atual mostra que a população ocupada está estável, mas a fila de desocupação cresceu por conta da mudança na estrutura do mercado. Cimar Azeredo salientou, inclusive, que a força de trabalho no Brasil aumentou em 2015. O país tinha no terceiro trimestre 2 milhões a mais de pessoas na força de trabalho, que envolve a população ocupada mais a população desocupada, que está pressionando o mercado para entrar.

IBGE: ITABUNA TEM 39 MIL MORADORES A MAIS QUE ILHÉUS

Itabuna tem 39 mil habitantes a mais que Ilhéus (Foto Tarso Soares).

Itabuna tem 39 mil habitantes a mais que Ilhéus (Foto Tarso Soares).

A Região

Itabuna ganhou 15.013 novos habitantes em 5 anos, segundo dados atualizados do IBGE. Em 2010, o município contava com 204.667. Neste ano, tem 219.780 moradores.

Outros municípios sulbaianos que também registraram aumento populacional nos últimos 5 anos foram Buerarema e Camacan. Em Buerarema, o número de moradores subiu de 18.605 para 19.283 pessoas.

Em Camacan a quantidade de habitantes passou de 31.472 para 33.197. Já Ilhéus vem registrando sucessivas quedas no número de habitantes.

De acordo com o IBGE, o município perdeu mais de 4 mil moradores. Há cinco anos, Ilhéus contava com 184.236 habitantes e hoje possui 180.213.

DE QUEM É A CULPA?

Jaciara Santos PrimoreJaciara Santos | [email protected]

Em nossas vidas, 10% estão relacionados com o que se passa, são acontecimentos que não podemos prever. Os outros 90% da vida estão relacionados com a forma como reagimos aos acontecimentos.

 

A taxa de desemprego em nosso país alcançou a margem de 7,6% em setembro, segundo o IBGE. Enquanto alguns continuam na busca de um emprego melhor, outros lutam para conseguir uma vaga no mercado de trabalho.

É notória a desmotivação em grande parte dos empregados que trabalham, sobretudo no comércio de nossa cidade. As pessoas estão cada vez mais cautelosas para comprar, em decorrência da realidade econômica do nosso país. Com isso, as comissões diminuem, as despesas aumentam e o descontentamento aflige muitos comerciários.

E agora? O que fazer para enfrentar esse momento difícil?

Quando éramos crianças, tínhamos vários sonhos profissionais, queríamos ganhar o mundo. O sonho de criança é deixado para trás, frente à realidade financeira. No entanto, acredite que a melhoria virá. Nenhuma crise dura ou durará para sempre. As dificuldades vividas não são motivos para tratar mal ou maltratar os clientes.

Lembro-me do exemplo do gari carioca Renato Sorriso, que ficou famoso graças à sua vassoura (material de trabalho) e ao seu belo sorriso, quando limpava, sambando em belo estilo, pela Marquês da Sapucaí em 1997. Trabalhava com muita alegria e entusiasmo.

Será que Renato não tinha problema? A vida financeira era a que ele esperava? Talvez não. Esse exemplo nos dá motivos para agir e refletir: “os tempos difíceis, não são tempos para deter as tentativas”.

Em nossas vidas, 10% estão relacionados com o que se passa, são acontecimentos que não podemos prever. Os outros 90% da vida estão relacionados com a forma como reagimos aos acontecimentos.

Continue! Tenha paciência e persistência e não culpe os outros por seus problemas. Lute! Lembre-se sempre “a persistência é o caminho do êxito” (Charles Chaplin).

Jaciara Santos é coach pessoal e profissional.

INFLAÇÃO ALCANÇA 9,53% EM 12 MESES

dragão inflaçãoA inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), acumulada em 12 meses, ficou em 9,53% em agosto deste ano.

A taxa é superior ao teto da meta da inflação do governo federal para este ano, que é de 6,5%. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em julho, a taxa acumulada em 12 meses, havia ficado em 9,56%.

O IPCA acumula taxa de 7,06% em um ano. Considerando-se apenas o mês de agosto deste ano, a inflação ficou em 0,22%. No mês anterior, a taxa havia ficado em 0,62%. Em agosto do ano passado, a taxa havia sido de 0,25%. (AB)

PRODUÇÃO INDUSTRIAL BAIANA TEM ALTA DE 5,2% EM JULHO

Indústria registra alta em julho, mas queda no acumulado de 2015 na Bahia.

Indústria registra alta em julho, mas queda no acumulado de 2015 na Bahia.

A produção industrial na Bahia teve alta de 5,2% no comparativo de junho para julho, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Foi o segundo melhor desempenho no mês, superado apenas pelo Rio Grande do Sul, que registrou alta de 6,8%.  Também tiveram alta em igual período Pernambuco (3,3%), Goiás (0,6%) e Pará (0,4%).

No entanto, houve queda na média nacional. Recuou de 1,5%. As maiores quedas foram registras no Paraná (-6,3%) e Ceará (-5,2%), além de Santa Catarina (-2,4%) e São Paulo (-1,8%).

Também houve redução na produção industrial no Amazonas (-1,5%), Espírito Santo (-1,4%), em Minas Gerais (-1,3%) e no Rio de Janeiro (-0,9%).

Comparando-se julho deste ano com o mesmo período do ano passado, 11 dos 15 locais tiveram queda na produção, com destaque para Amazonas (-18,2%) e Ceará (-13,7%). Foram registradas altas em quatro locais, sendo a maior delas no Pará (6,8%).

A Bahia conseguiu registrar alta, mas tímida: 0,4%. Porém, no acumulado dos últimos 12 meses, o recuo é de 4,1%. Quando comparados os sete primeiros meses do ano, essa queda é ainda maior: -7,2%.

IBGE PREJUDICARÁ 127 MUNICÍPIOS BAIANOS AO MUDAR DATA PARA ATUALIZAÇÃO TERRITORIAL

Rosemberg diz que mudança causará prejuízos a 127 municípios.

Rosemberg diz que mudança causará prejuízos a 127 municípios.

Parlamentares concordaram em enviar uma notificação para o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) para que o órgão não altere a data base de atualização dos limites territoriais de 01 de julho para 30 de abril de cada ano. A medida começaria a valer já para este ano.

A decisão dos parlamentares foi tomada durante a reunião da Comissão Especial de Assuntos Territoriais e Emancipação. O encontro ocorreu nesta quarta-feira (02), na Assembleia Legislativa (AL-BA).

A Assembleia Legislativa e a Comissão Especial de Assuntos Territoriais e Emancipação realizaram, em parceria com a Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI) e o IBGE, um trabalho que envolveu estudos e acordos políticos que levaram à aprovação do Projeto de Lei 12.057/2011 no dia 28 de junho deste ano. O projeto tornou-se lei com a sanção, pelo governador Rui Costa, no dia 29 de junho, dos novos limites territoriais baianos.

Membro titular da Comissão desde o mandato anterior, o deputado estadual Rosemberg Pinto (PT) afirmou que, caso o IBGE não reconheça esta data, prejuízos serão gerados às articulações e aos consensos entre os 127 municípios. “Devemos nos prontificar sobre o tema, pois tivemos muito trabalho desde o mandato passado para chegar a um consenso técnico e político para que a partir de 2016 o mapa esteja atualizado”, afirmou.

ITABUNA TEM 219,6 MIL HABITANTES; COM 180 MIL, ILHÉUS REGISTRA QUEDA

Itabuna é o quinto município mais populoso da Bahia, segundo IBGE (Foto José Nazal).

Itabuna é o quinto município mais populoso da Bahia, segundo IBGE (Foto José Nazal).

O IBGE (instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) divulgou ontem (28) a estimativa populacional para 2015. De acordo com o instituto, o Brasil tem mais de 204 milhões de habitantes e a Bahia supera a marca de 15,2 milhões.

No estado, o maior contingente populacional está na Região Metropolitana de Salvador. A capital baiana tem 2.921.087 habitantes, enquanto Camaçari aparece com 286.919, na quarta posição, sendo superado apenas por Feira de Santana (617.528 habitantes) e Vitória da Conquista (343.230).

Ilhéus registrou queda em número de habitantes, conforme IBGE (Foto José Nazal).

Ilhéus registrou queda em número de habitantes, conforme IBGE (Foto José Nazal).

AUMENTO EM ITABUNA; QUEDA EM ILHÉUS

Itabuna é o mais populoso município do sul da Bahia e, ao contrário de Ilhéus, teve acréscimo de habitantes. São 219.680 ante 218.925 no ano passado. A cidade vizinha, de acordo com a estimativa, viu cair o número de habitantes de 182.350 , no ano passado, para 180.213 agora em 2015.

A data de referência para a estimativa é 1º de julho. Ela define o quanto cada município poderá receber de repasses como Fundo de Participação dos Municípios (FPM).

OS MUNICÍPIOS MAIS POPULOSOS DA BAHIA

1º SALVADOR – 2.921.087
2º FEIRA DE SANTANA – 617.528
3º VITÓRIA DA CONQUISTA – 343.230
4º CAMAÇARI – 286.919
5º ITABUNA – 219.680

6º JUAZEIRO – 218.324
7º LAURO DE FREITAS – 191.436
8º ILHÉUS – 180.213
9º JEQUIÉ – 161.528
10º TEIXEIRA DE FREITAS – 157.804
11º ALAGOINHAS – 154.495
12º BARREIRAS – 153.918
13º PORTO SEGURO – 145.431
14º SIMÕES FILHO – 133.202
15º PAULO AFONSO – 119.214
16º EUNÁPOLIS – 113.191
17º SANTO ANTÔNIO DE JESUS – 101.548

CONFIRA NÚMERO DE HABITANTES DE CADA UM DOS MUNICÍPIOS BRASILEIROS (CLIQUE AQUI).

SEM DINHEIRO, IBGE CANCELA O CENSO DE 2016

Agência Brasil

A falta de recursos obrigou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) a cancelar a Contagem da População 2016. Em nota, o Ministério do Planejamento, responsável pelo IBGE, confirmou  o cancelamento da pesquisa.

Segundo o Planejamento, o alto custo da pesquisa, orçada em R$ 2,6 bilhões, foi o fator responsável pelo cancelamento. O montante não está previsto no Orçamento de 2015. Estão mantidas as demais pesquisas do IBGE, como o Sistema de Contas Nacionais, a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua, a Pesquisa de Orçamentos Familiares e o Censo Agropecuário de 2017.

Sem a Contagem da População, um novo levantamento populacional só será feito no Censo de 2020. Usada no cálculo dos repasses da União aos estados e aos municípios, a Contagem da População é feita por amostragem e não exige a ida de técnicos do IBGE de casa em casa, como no censo.

Apesar da amostra menor, a pesquisa envolve cerca de 80 mil recenseadores. A compra de equipamentos e a contratação de trabalhadores temporários começariam a ser planejadas em 2015 para a execução do levantamento em 2016. Sem a Contagem da População, estados e municípios receberão repasses federais com base em estimativas do IBGE.

RENDIMENTO MÉDIO DOMICILIAR DO BRASILEIRO ATINGE R$ 1.052,00

dinheiro2Da Agência Brasil

O rendimento nominal domiciliar per capita médio do brasileiro foi R$ 1.052,00 no ano passado. As estimativas de rendimento nominal domiciliar per capita em 2014, com a média do país e de cada uma das 27 unidades da federação, foram divulgadas hoje (26) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), tendo por base a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua.

Os maiores rendimentos nominais domiciliares estão todos localizados nas regiões Centro-Oeste, Sul e Sudeste. Em São Paulo, que tem o maior parque industrial do país, o valor é R$ 1.432. Goiás, tem rendimento nominal domiciliar, por pessoa, de R$ 1.031. O Distrito Federal tem o maior rendimento nominal domiciliar per capita entre as 27 unidades da federação, com R$ 2.055. A menor renda por pessoa foi registrada em Alagoas (R$ 604).

Atrás do Distrito Federal e de São Paulo, estão os três estados do Sul: Rio Grande do Sul, com R$ 1.318; Santa Catarina, com R$ 1.245, e o Paraná, com R$ 1.210. Em seguida está o Rio de Janeiro (R$ 1.193).

Todos os estados do Norte e Nordeste têm rendimento nominal familiar per capita abaixo dos R$ 1 mil, como valores de R$ 604, em Alagoas, e R$ 758, em  Sergipe.

As informações divulgadas pelo IBGE serão encaminhadas ao Tribunal de Contas da União e as estimativas de rendimento domiciliar per capita servirão de base para o rateio do Fundo de Participação dos Estados (FPE), conforme definido pela Lei Complementar 143, de julho de 2013.

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DESEMPREGO CAI E FECHA 2014 EM 6,8%

carteira(1)A taxa de desocupação fechou o ano passado em 6,8%, registrando queda em relação a 2013, quando a taxa de desocupação foi 7,1%. Em 2012, a taxa ficou 7,4%. Os dados foram divulgados hoje (10), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), e indicam um desemprego maior em relação à Pesquisa Mensal de Emprego (PEM), também do IBGE, que foi 4,8%. A pesquisa é calculada em seis das principais regiões do país.

No quarto trimestre do ano passado, a taxa de desocupação fechou em 6,5% em todo o país, registrando queda em relação aos 6,8% do terceiro trimestre. Quando comparado com o quarto trimestre de 2013, com 6,2%, a taxa de desocupação cresceu.

Os dados divulgados indicam que a população desocupada recuou na passagem do terceiro para o quarto trimestre, passando de 6,7 milhões para 6,5 milhões de pessoas. Entre a população ocupada houve aumento do terceiro para o quarto trimestre, passando de 92,3 milhões para 92,9 milhões. No quarto trimestre de 2013, a população ocupada era 91,9 milhões de trabalhadores.

No que diz respeito à população desocupada, do terceiro para o quarto trimestre do ano passado o número passou de 6,1 milhões para 6,5 milhões de trabalhadores.

Abrangendo maior número de regiões do país, a Pnad Contínua substituirá a atual Pesquisa Mensal de Emprego (PME), que abrange apenas as regiões metropolitanas do Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte, Porto Alegre, Salvador e Recife. Informações da Agência Brasil.

PIB CRESCE 0,1% E ECONOMIA BRASILEIRA SAI DE RECESSÃO TÉCNICA

Da Agência Brasil

O Produto Interno Bruto (PIB), soma de todos os bens e serviços produzidos no país, cresceu 0,1% no terceiro trimestre deste ano, na comparação com o período anterior. A soma do PIB no trimestre correspondeu a R$ 1,29 trilhão. No segundo trimestre, a economia brasileira caiu 0,6%. Os dados foram divulgados hoje (28) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Na comparação com o mesmo trimestre do ano passado, a economia brasileira recuou 0,2%. No ano, o PIB acumula alta de 0,2%. Já no período de 12 meses, a taxa acumulada de crescimento é de 0,7%.

Na comparação do terceiro com o segundo trimestre deste ano, entre os setores produtivos da economia, a principal alta foi observada na indústria:  1,7%. Os serviços também tiveram crescimento (0,5%). Por outro lado, a agropecuária recuou 1,9%.

Pelo lado da demanda, o crescimento de 0,1% foi puxado pela formação bruta de capital fixo, ou seja, os investimentos, e pela despesa de consumo do governo, ambos com alta de 1,3%. O consumo das famílias caiu 0,3%.

No setor externo, as exportações tiveram um crescimento menor (1%) do que as importações (2,4%).






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