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:: ‘importações’

O CACAU DA BAHIA: UMA VISÃO GLOBAL QUE PEDE UMA ATUAÇÃO LOCAL

eduardo thadeuEduardo Thadeu | ethadeu@gmail.com

Fatores por nós já bastante conhecidos e identificados, fizeram com que a produção da tradicional região cacaueira baiana perdesse importância e começasse a derrapar em um mar revolto de enganos e interesses, por vezes escusos, travestidos de ciência de ponta, mas a serviço do oligopólio já instalado.

Não é nenhuma novidade que a commodity cacau e seu mais refinado produto final, o chocolate, sofrem influências de um mercado oligopolizado e de tal forma concentrado que não se vislumbra precedente ou comparação em nenhuma outra cadeia produtiva iniciada no setor primário.

É por demais conhecida a situação de que cinco ou seis grandes compradores e processadores da matéria-prima cacau, a amêndoa, detêm quase 100% do mercado mundial, mercado este que, sem muito alarde, envolve algumas dezenas de bilhões de dólares.

Apesar dessas cifras, esse mesmo mercado deixa somente 7% dos ganhos em sua ponta inicial e, em contrapartida, tem 74% dos ganhos auferidos pela indústria alimentícia que utiliza os sabores e o nome do chocolate.

A novidade oligopólica aqui é que os processadores finais, aqueles que colocam as cáries nos dentes de nossos filhos ao açucararem o cacau, são os mesmos que detêm o poder de compra da matéria-prima original, o nosso bom e saudável fruto, o Cacau.

O Brasil, representado pela Bahia, já foi um importante fornecedor deste mercado internacional. Fatores por nós já bastante conhecidos e identificados, fizeram com que a produção da tradicional região cacaueira baiana perdesse importância e começasse a derrapar em um mar revolto de enganos e interesses, por vezes escusos, travestidos de ciência de ponta, mas a serviço do oligopólio já instalado.

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EXPORTAÇÕES BAIANAS CAEM EM NOVEMBRO

Produtos como a soja puxaram as exportações para baixo

A Bahia registra queda em suas exportações no mês de novembro. O volume é 15,6% menor que o mesmo mês em 2011, o que ocorre após o Estado ter atingido seu recorde histórico em outubro, com US$ 1,34 bilhão em vendas para o exterior.

Em novembro, as exportações ficaram em US$ 836,3 milhões, impactada pela venda mais fraca de produtos básicos, como soja (-39,5%), algodão (-30,7%), café (-13,4%), metais preciosos (-49,3%) e minerais (-84,4%), além de alguns setores industriais importantes como metalúrgicos (-22,2%), petroquímicos (-9,1%), celulose (-16,8%) e pneus (-15,7%).

De acordo com Arthur Cruz, coordenador de Comércio Exterior da Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), apesar do desempenho mais fraco em novembro, as exportações baianas deverão alcançar em 2012 o mesmo volume registrado no ano anterior, com movimentação em torno de US$ 11 bilhões. Para ele, isso é “especialmente relevante diante da conjuntura externa desfavorável”.

As importações baianas também recuaram em novembro (menos 13,3% em relação ao mesmo mês de 2011). A menor importação de cacau (menos 45%) foi um dos fatores que levaram a esse resultado. Outros produtos que registraram queda nas importações foram petróleo (menos 64%), querosene (menos 47%), trigo (menos 45%) e bens de capital (menos 2,6%).

AZALEIA DIZ QUE NÃO SUPORTOU “SUCESSIVOS PREJUÍZOS”

A empresa Vulcabras|azaleia divulgou nota em que explica os motivos do fechamento de suas filiais na Bahia, confirmando que a importação de calçados a preços baixos é responsável pela sua perda de competitividade.

“(A empresa) registrou sucessivos e elevados prejuízos financeiros em decorrência do aumento da competição, causado pela excessiva entrada de produtos importados a preços muito baixos, não compatíveis com a estrutura de custos da Vulcabras|azaleia na Bahia”, diz a nota.

Doze filiais da fabricante de calçados, situadas em cidades do sudoeste do Estado, serão fechadas, restando apenas a matriz em Itapetinga. Na nota, a indústria afirma que se compromete “a respeitar integralmente os direitos legais dos funcionários”.








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