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:: ‘indústria baiana’

PRODUÇÃO INDUSTRIAL BAIANA CRESCE 7,4% EM ABRIL

Indústria baiana avança mais de 7% em abril || Foto Mateus Pereira/GovBA

Em abril de 2019, a produção industrial (de transformação e extrativa mineral) da Bahia, ajustada sazonalmente, avançou 7,4% frente março. As informações fazem parte da Pesquisa Industrial Mensal, analisadas em âmbito estadual pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), autarquia da Secretaria de Planejamento do Estado (Seplan).

No confronto de abril de 2019 com igual mês do ano anterior, a indústria baiana apresentou leve recuo de 1,2%, acima do nível nacional (-3,9%) e com apenas três das 12 atividades pesquisadas assinalando queda da produção. A principal contribuição positiva foi em Metalurgia (52,4%), influenciada, principalmente, pela maior fabricação de barras, perfis e vergalhões de cobre e de ligas de cobre.

“Apesar do cenário econômico nacional não se apresentar favorável, o resultado da produção industrial baiana, em abril, sinaliza melhora, na margem, na maioria dos segmentos industriais. Este resultado é consequência de intensas articulações e de políticas públicas do Governo do Estado para estimular a produção industrial na Bahia. Vale destacar que o resultado da Bahia foi bem superior ao nacional, que ficou em 0,3%, sendo a Bahia responsável pelo segundo maior avanço do país”, avalia o secretário do Planejamento do Estado, Walter Pinheiro.

Outros setores que tiveram resultados positivos foram Derivados de petróleo (4,2%), Extrativa mineral (9,6%), Alimentos (4,7%), Minerais não metálicos (18,0%), Borracha e material plástico (5,9%) e Bebidas (13,0%).

SECTI E FIEB PROPÕEM AÇÕES PARA DESENVOLVIMENTO DE INDÚSTRIAS NA BAHIA

Durante reunião na Fieb, Adélia expôs planos e metas da Secti para a indústria

Com o objetivo de identificar oportunidades e propor ações que possam beneficiar as indústrias locais, a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti) esteve presente na reunião do Conselho de Inovação e Desenvolvimento Industrial (CIDIN), no auditório da Federação das Indústrias do Estado da Bahia (Fieb), na última quinta-feira (6). A secretária Adélia Pinheiro expôs metas e compromissos com o cenário de desenvolvimento local.

A revisão do Marco Legal da Ciência e Tecnologia, que busca, dentre outras coisas, adaptar a legislação para que possa melhor atender as demandas atuais dos setores de Ciências,Tecnologia e Inovação, também foi pauta do encontro. Outro tema tratado se refere à necessidade de estreitar laços entre indústrias e os atores da área de inovação, por meio de uma plataforma que identifique as necessidades das empresas baianas.

A titular da Secti, Adélia Pinheiro, destacou questões que envolvem a infraestrutura nas unidades de tecnologia que servem ao ecossistema de ciência no estado. “É necessário fortalecer a rede de laboratórios, melhorar o acesso à banda larga e buscar financiamento público direcionado para a produção de conhecimento em ciência e tecnologia”.

A união entre Fieb e Secti busca cenários estimuladores para dar o devido destaque à produção científica estadual, transformando os serviços para potencializar desde os microempreendedores até as grandes empresas. Segundo Adélia, a Secti propõe uma realidade em que o empresário baiano não tenha que buscar recursos tecnológicos fora da Bahia e possa encontrar meios de se desenvolver por meio de uma produção completa dentro do próprio estado.

PIB BAIANO CRESCE 3% EM 2013, SEGUNDO A SEI

Indústria foi setor que mais cresceu em 2013.

Indústria foi setor que mais cresceu em 2

O Produto Interno Bruto (PIB) da Bahia no ano passado registrou crescimento de 3% no ano passado, segundo divulgou nesta quinta (27) a Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), da Secretaria Estadual do Planejamento (Seplan).

Segundo a SEI, a alta foi puxada pelo crescimento de 4,2% na indústria e 2,5% na setor de serviços. O crescimento não foi maior devido à queda de 3,9% no PIB do setor agropecuário.

O diretor-geral da SEI, Geraldo Reis, diz que a economia baiana apresenta crescimento econômico superior ao do Brasil pelo terceiro ano consecutivo. O resultado negativo da agropecuária é explicado – principalmente – pela seca no estado.






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