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:: ‘inflação’

REUNIÃO DO COPOM DEFINIRÁ TAXA BÁSICA DE JUROS

Sede do Banco Central

O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) inicia amanhã (19) a segunda reunião de 2019 para definir a taxa básica de juros, a Selic, atualmente em 6,5% ao ano. Na quarta-feira (20), após a segunda parte da reunião, será anunciada a taxa.

Instituições financeiras preveem que a Selic deve permanecer este ano no atual patamar. Para 2020, a expectativa é de aumento da taxa, encerrando o período em 8% ao ano.

O Copom reúne-se a cada 45 dias. No primeiro dia da reunião, são feitas apresentações técnicas sobre a evolução e as perspectivas das economias brasileira e mundial e o comportamento do mercado financeiro. No segundo dia, os membros do Copom, formado pela diretoria do BC, analisam as possibilidades e definem a Selic.

O Banco Central atua diariamente por meio de operações de mercado aberto – comprando e vendendo títulos públicos federais – para manter a taxa de juros próxima ao valor definido na reunião.

A Selic, que serve de referência para os demais juros da economia, é a taxa média cobrada em negociações com títulos emitidos pelo Tesouro Nacional, registradas diariamente no Sistema Especial de Liquidação e de Custódia (Selic). :: LEIA MAIS »

PROJETO DE LÍDICE LIMITA REAJUSTE DE PREÇOS ADMINISTRADOS PELO GOVERNO

Lídice: limite reajustes de preços controlados || Foto Tácio Moreira/Metropress

A senadora Lídice da Mata (PSB-BA) apresentou esta semana um novo projeto de lei para limitar o reajuste de preços ao consumidor de bens e serviços controlados pelo governo ou suas agências reguladoras, a exemplo de combustíveis, medicamentos e energia elétrica, entre outros.

A iniciativa prevê que nenhum serviço controlado pelo governo tenha reajuste anual maior do que a inflação medida pelo IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), calculado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), acumulado nos doze meses que antecedem ao reajuste. Numa eventual ausência do IPCA, poderá ser utilizado o índice que vier a sucedê-lo.

A parlamentar baiana se diz preocupada com o aumento de preços de diversos produtos e serviços essenciais à população brasileira e que hoje seguem parâmetros distintos de reajuste. Como exemplo, Lídice da Mata lembra que enquanto o próprio IPCA, que serve de parâmetro para a política monetária do Banco Central, acumulou alta de 2,95% em 2017, alguns preços administrados somaram 7,99% de reajuste no mesmo período.

Somente este ano, no acumulado de janeiro a maio, enquanto o IPCA variou 1,33%, alguns preços foram reajustados em 2,98%. A inflação geral, por sua vez, considerando os doze meses até maio deste ano, registrou índice de 2,86% enquanto preços administrados chegaram a reajuste de 8,14%. “Precisamos coibir essa distorção”, disse a senadora. :: LEIA MAIS »

ENEM PARA CLASSE MÉDIA ALTA…

A postagem é do Sensacionalista, no Twitter. Sarcástica, claro. O reajuste da taxa de inscrição no Enem 2017 deixará muita gente de fora do processo que permite, por exemplo, acesso a programas de financiamento educacional.

taxa do enem sensacionalistas

PROJEÇÃO DA INFLAÇÃO SOBE PELA 5ª VEZ SEGUIDA

inflacaoA projeção de instituições financeiras para a inflação, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), este ano, subiu pela quinta vez seguida, ao passar de 7,19% para 7,25%. Para 2017, a estimativa é mantida em 5,50% há cinco semanas. As projeções fazem parte de pesquisa feita todas as semanas pelo Banco Central (BC) e divulgada às segundas-feiras.

As estimativas estão acima do centro da meta de inflação de 4,5%. O limite superior da meta de inflação é 6,5%, este ano e 6% em 2017. É função do Banco Central fazer com que a inflação fique dentro da meta. Um dos instrumentos usados para influenciar a atividade econômica e, consequentemente, a inflação, é a taxa básica de juros, a Selic.

Quando o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central aumenta a Selic, o objetivo é conter a demanda aquecida, e isso gera reflexos nos preços, porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Já quando o Copom reduz os juros básicos, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, mas a medida alivia o controle sobre a inflação. Da Agência Brasil

MERCADO VOLTA A PREVER QUEDA DA INFLAÇÃO

dinheiro4Para este ano, as instituições financeiras reduziram a projeção para a inflação, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), de 7,28% para 7,14%, pela quinta vez seguida. Para 2017, estimativa caiu de 6% para 5,95%, voltando a ficar abaixo do teto da meta.

O limite superior da meta é 6,5%, este ano, e 6% em 2017. Mas as projeções para este ano e 2017 ultrapassam o centro da meta de 4,5%. As estimativas fazem parte do boletim Focus, publicação divulgada semanalmente às segundas-feiras pelo Banco Central (BC), com base em projeções de instituições financeiras para os principais indicadores econômicos.

A projeção de instituições financeiras para a queda da economia este ano foi alterada pela décima segunda vez consecutiva, ao passar de 3,73% para 3,77%. Para 2017, a expectativa de crescimento da economia (Produto Interno Bruto – PIB) foi mantida em 0,30%. Da Agência Brasil

INFLAÇÃO MEDIDA PELO IGP-DI RECUA EM FEVEREIRO

IGP-DI aponta recuo da inflação em fevereiro (Foto Agência Brasil).

IGP-DI aponta recuo da inflação em fevereiro (Foto Agência Brasil).

A inflação medida pelo Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI) ficou em 0,79%, em fevereiro. A taxa é menor que a de janeiro deste ano (1,53%), mas superior a fevereiro de 2015 (0,53%). O IGP-DI acumula taxas de 2,33% no ano e 11,93% em 12 meses, segundo informou hoje (8) a Fundação Getulio Vargas (FGV).

A queda da taxa na passagem de janeiro para fevereiro foi influenciada por recuos na inflação dos preços no atacado e no varejo. O Índice de Preços ao Produtor Amplo, que mede o atacado, passou de 1,63% para 0,84%.

O Índice de Preços ao Consumidor, que analisa o varejo, passou de 1,78% em janeiro para 0,76% em fevereiro. E o Índice Nacional do Custo da Construção, terceiro subíndice que compõe o IGP-DI, foi de 0,39% para 0,54%. O IGP-DI de fevereiro foi calculado com base em preços coletados entre os dias 1o e 29 do mês. Informações da Agência Brasil.

INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS ELEVAM PROJEÇÃO DA INFLAÇÃO

A projeção de instituições financeiras para a inflação este ano subiu pela sétima vez consecutiva. Desta vez, a estimativa para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) passou de 7,56% para 7,61%. Para 2017, a estimativa segue em 6%, de acordo com o boletim Focus, publicação divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC), com base em projeções de instituições financeiras para os principais indicadores econômicos.

As estimativas de inflação estão distantes do centro da meta de 4,5%, e neste ano superam o teto de 6,5%. O limite superior da meta em 2017 é 6%.

Mesmo com inflação alta, as instituições financeiras não esperam que o BC suba a taxa básica de juros, a Selic, neste ano de retração da atividade econômica. A projeção para o final de 2016 permanece em 14,25% ao ano, há duas semanas. No próximo ano, a expectativa é de redução da taxa Selic. Mas a projeção para o fim de 2017 foi ajustada de 12,50% para 12,75% ao ano. Da Agência Brasil

PRÉVIA DA INFLAÇÃO OFICIAL FECHA 2015 EM 10,71%

A inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), a prévia da inflação oficial do país, fechou o último mês do ano com variação de 1,18%, ficando 0,33 ponto percentual acima da taxa de 0,85% de novembro. O IPCA-15 foi o mais alto para os meses de dezembro desde 2002, quando o índice havia fechado em 3,05%.

Com o resultado de dezembro, divulgado hoje (18) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística e Estatística (IBGE), o Índice de Preços ao Consumidor Amplo Especial (IPCA-E), que se constitui no IPCA-15 acumulado, fechou o ano de 2015 em 10,71%, também o mais elevado desde 2002, quando atingiu 11,99%. Em dezembro de 2014, o índice ficou em 0,79%, fechando o ano em 6,46%.

A alta de dezembro foi puxada, segundo o IBGE, por alimentação e bebidas, com variação de 2,02%, e transportes, com 1,76%, que apresentaram os mais elevados resultados de grupo e juntos foram responsáveis por 69% do índice, pois somam 0,82 ponto percentual de impacto sobre o indicador. O grupo alimentação e bebidas respondeu por 0,5 ponto percentual e transportes, por 0,32 ponto percentual. Informações da Agência Brasil.

INFLAÇÃO ALCANÇA 9,53% EM 12 MESES

dragão inflaçãoA inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), acumulada em 12 meses, ficou em 9,53% em agosto deste ano.

A taxa é superior ao teto da meta da inflação do governo federal para este ano, que é de 6,5%. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em julho, a taxa acumulada em 12 meses, havia ficado em 9,56%.

O IPCA acumula taxa de 7,06% em um ano. Considerando-se apenas o mês de agosto deste ano, a inflação ficou em 0,22%. No mês anterior, a taxa havia ficado em 0,62%. Em agosto do ano passado, a taxa havia sido de 0,25%. (AB)

GÁS DE COZINHA FICA 15% MAIS CARO

Gás de cozinha ficará até 15% mais caro no país.

Gás de cozinha ficará até 15% mais caro no país.

O preço do gás liquefeito de petróleo (GLP) para uso residencial, envasado em botijões de até 13 quilos, foi reajustado em 15% em média. O percentual, segundo a Petrobras, passa a valer a partir desta terça (1º de setembro).

De acordo com o Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Gás Liquefeito de Petróleo (Sindigas), o preço atual médio do botijão de gás de 13 quilos é de R$ 46,00, valor que deverá subir de imediato, pois as empresas deverão repassar o novo valor ao consumidor.

Segundo o Sindigás, atualmente existem 99 milhões de botijões em circulação em todo o país e, a cada dia, são entregues 1,5 milhão de botijões aos consumidores brasileiros.

Sete grandes empresas controlam 96% do mercado brasileiro de GLP, sendo que as quatro maiores são: Ultragaz, com 23,11% do total, Liquigas (22,61%), Supergasbras (20,58%) e Nacional Gas (19,16%)

MERCADO PROJETA INFLAÇÃO A 8,25%

Analistas e investidores do mercado financeiro preveem que a inflação, medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), feche o ano em 8,25%. A estimativa está no boletim Focus divulgado semanalmente pelo Banco Central. Para o Produto Interno Bruto (PIB) – soma das riquezas produzidas no país –, a perspectiva permanece pessimista, com queda de 1,1% e diminuição na produção industrial de 2,5%.

Para o câmbio, a projeção até o fim do ano é que o dólar chegue a R$ 3,20, e a taxa básica de juros fique em 13,25% ao ano. Houve leve elevação na estimativa para os preços administrados, aqueles monitorados pelo governo como luz e combustíveis, que passou de 13% para 13,1%, em 2015. A expectativa para a dívida líquida do setor público em proporção ao PIB foi mantida em 38%.

Nas contas externas, a expectativa para o déficit em conta-corrente aumentou de US$ 77 bilhões para US$ 78 bilhões, com o saldo da balança comercial em US$ 4,17 bilhões. Os investimentos estrangeiros diretos estão estimados em US$ 57 bilhões, de acordo com o boletim Focus. Da Agência Brasil.

PRESIDENTE DO BC DIZ QUE FARÁ O NECESSÁRIO PARA QUEDA DA INFLAÇÃO

O presidente do Banco Central (BC), Alexandre Tombini, disse que a autoridade monetária fará “o que for necessário” para que a inflação caia em 2015 e chegue ao centro da meta, de 4,5%, em 2016. Segundo o presidente do BC, a inflação “tende a mostrar resistência no curto prazo”. Ele se manifestou hoje (9), por meio de nota, para comentar a inflação fechada do ano.

Mais cedo, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) informou que a inflação oficial do país, medida pela variação do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), encerrou 2014 em 6,41%. Em 2013, havia ficado em 5,91%. Já em dezembro, produtos e serviços subiram em média 0,78%. De acordo com Tombini, o patamar do IPCA reflete dois processos de ajuste de preços na economia brasileira: o dos preços domésticos em relação aos internacionais e o dos administrados em relação aos livres.

Desde outubro de 2014, o BC vem elevando a Selic (taxa básica de juros na economia) para segurar a pressão inflacionária. Para este ano, o mercado espera mais ajustes. Na última reunião do ano, o Comitê de Política Monetária (Copom) do BC elevou a taxa em 0,5 ponto percentual, para 11,75% ao ano. Com isso, a Selic atingiu o maior patamar desde 2011. Com informações da Agência Brasil.

INFLAÇÃO CAI, PETROBRAS CRESCE E PESSIMISTAS PADECEM

josias gomesJosias Gomes

E assim, caminha o povo brasileiro, em marcha batida contra o caminho que lhe procura traçar os oposicionistas, para, enfim, em outubro próximo, reconduzir a presidenta Dilma Rousseff ao Palácio do Planalto.

Retomando a mania que a oposição brasileira adquiriu, nos últimos tempos, de brigar com a realidade, optando pelo lado pessimista na projeção econômica, novos fatos estão se encarregando de desmoralizar os arautos da desgraça.

Os novos fatos de ontem e hoje detonam a aversão que têm os oposicionistas com as evidências reais. Para desconsolo tucano, a inflação oficial de julho subiu insignificantes 0,01%, ficando bem abaixo do que esperava o mercado. Bom para o Brasil. Péssimo para os oposicionistas.

Com isso, a inflação volta a ficar dentro da meta anual projetada pelo governo, não devidamente levada em conta pela oposição. E, aos poucos, vai se firmando a convicção da presidenta Dilma sobre os rumos positivos da economia brasileira.

Nesta quinta-feira (7), ainda, outra boa notícia, a pulverizar os maus fluidos dos que insistem nas teses pessimistas: a Petrobras voltou a ser a empresa com maior valor de mercado na América Latina. Mesmo com todo o bombardeio das oposições contra a empresa.

A Petrobras atingiu o valor de mercado de US$ 110,896 bilhões, ultrapassando a Ambev, segunda colocada com valor de mercado de US$ 107,046 bilhões. A liderança no ranking de valor de mercado é resultado da valorização das nossas ações desde o início de 2014.

Deveria despertar mais a curiosidade das oposições, e de seus aliados na mídia nacional, o fato de a presidente Dilma Rousseff continuar liderando com boa margem de diferença a corrida presidencial deste ano, no país. Se mais curiosos fossem, perceberiam que o pessimismo deles não está dando certo, mesmo.

Mais uma informação: Nesta quinta-feira (7), mais uma rodada Ibope revela que Dilma, pelos números de hoje, venceria a disputa presidencial já no primeiro turno, apesar de toda a artilharia pesada que busca transformar bobagens em escândalos.

É que mais além da propaganda oposicionista, o povo brasileiro aprendeu bem claramente a fazer a separação entre a mentira e a verdade, entre os pregões falsos e a força da realidade que, no Brasil, graças aos governos Lula-Dilma, e ao povo, é uma realidade bastante positiva.

E assim, caminha o povo brasileiro, em marcha batida contra o caminho que lhe procura traçar os oposicionistas, para, enfim, em outubro próximo, reconduzir a presidenta Dilma Rousseff ao Palácio do Planalto.

Afinal de contas, é pra frente que a gente caminha.

Josias Gomes é deputado federal pelo PT-BA.

CIGARROS, EDUCAÇÃO E ALIMENTOS ELEVAM CUSTO DE VIDA

Marli Moreira | Agência Brasil

O ano de 2014 começou com mais pressão sobre o bolso do consumidor, segundo o Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S), que apresentou alta de 0,73% na primeira prévia do mês ante um aumento de 0,69% na última apuração de 2013.  O levantamento feito nas principais capitais do país pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getulio Vargas (FGV) mostra que três dos oito grupos pesquisados tiveram acréscimos.

A maior influência partiu do grupo educação, leitura e recreação que passou de 0,47% para 1,03%. Esse avanço foi puxado pelos cursos formais, com elevação de 1,41% ante 0,02%. Também ocorreram acréscimos nos grupos alimentação (de 0,93% para 1,04%), com destaque para as frutas (de 3,66% para 5,31%), e despesas diversas (de 0,38% para 0,70%), sob o efeito dos cigarros que ficam 1,26% mais caros ante um aumento anterior de 0,55%.

O IPC-S só não subiu mais porque o ritmo de remarcações foi mais contido nos grupos habitação (de 0,51% para 0,43%); vestuário (de 0,50% para 0,37%); comunicação (de -0,07% para -0,10%); saúde e cuidados pessoais (de 0,53% para 0,47%) e transportes (de 1,20% para 1,16%).

Os itens que mais contribuíram para o aumento do índice foram: gasolina (de 3,93% para 3,20%); aluguel residencial (de 1,15% para 1,07%); etanol (de 4,12% para 4,59%); refeições em bares e restaurantes (de 0,41% para 0,57%) e tarifa de táxi (de 8,34% para 5,87%).

UNIVERSO PARALELO

AFIRMAÇÃO QUE PRECISA SER CONTESTADA

coloquioOusarme Citoaian | ousarmecitoaian@yahoo.com.br

Não usemos termos como estarrecedor, consternador ou algo desse nível dramático. Talvez surpreendente. É isto: surpreendente e injusto é um comentário do professor Arnaldo Niskier, a respeito de Marcos Santarrita, no livro 100 anos de Jorge Amado – história, literatura e cultura (Editus-UESC/2013): “Apesar de ter rejeitado a obra de Jorge Amado na adolescência, devido a seu passado comunista, o escritor Marcos Santarrita o considera o maior autor brasileiro…”, diz o ex-presidente da Academia Brasileira de Letras, à pág. 24. Preocupa-me que, devido ao peso intelectual de quem assina esta afirmação, ela passe por verdadeira.

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Frase que não foi dita, e nunca seria

Não é. É ofensa à memória do escritor de Itajuípe. Quem conhece um pouco do romancista e sua obra sabe que isto nunca foi dito, e nunca seria. A frase, que condena o passado comunista de Jorge Amado, prega no autor de A solidão dos homens uma injusta pecha de reacionário, além de uma apreciação negativa da escrita amadiana igualmente infundada. Ao contrário: MS afirmou que se descobriu escritor ao ler Jorge Amado e perceber que com pessoas “comuns” era possível fazer literatura. Antes de Jorge, o romance era de capa e espada, nos salões burgueses, algo muito “francês” para o gosto do adolescente rebelde, leitor de gibis.

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3 MarcosLamarca inspirou Danação dos justos

O educador Arnaldo Niskier (que não será molestado, pois não é leitor desta coluna) ouviu mal. Na adolescência, Marcos Santarrita (foto) cooperava com o jornal O Paladino, do único comunista de Itajuípe, Clodoaldo (o jornalzinho que queria mudar o mundo foi chamado de O Paradigma, no romance Danação dos justos/1977). Sem militância ostensiva, o escritor simpatizava com a esquerda, era entusiasta de Fidel Castro, da Revolução Cubana e da União Soviética – apesar de amigos que consideravam “romântica” sua posição. Sem valer-se do panfleto (ou do “romance proletário”), sua literatura é engajada: condena as injustiças sociais e a ditadura de 1964 – e se alguém duvida, saiba que Danação… foi inspirado em Carlos Lamarca.

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O PNEU VELHO E O RETORNO DA INFLAÇÃO

No largo espectro da minha ignorância situa-se a ciência econômica (Darcy Ribeiro dizia que economia não é ciência, pois não possui base concreta para o raciocínio, valendo-se do método de tentativa e erro, em geral começando com um “suponhamos que…”). Mas, como a Constituição me garante o direito de opinar, digo que a principal ameaça da volta da inflação é o pneu velho. Esse artigo, que até meados do ano era de serventia apenas como berçário do mosquito da dengue, ganhou status de matéria indispensável aos protestos que se repetem no País. Sem pneu velho, não há salvação para este Brasil brasileiro e protestante.
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pneusPneu novo só banqueiros podem queimar

Com tanto pneu queimado, o estoque se reduz, as borracharias esgotam as reservas, o pneu velho ficará pela hora da morte. Seremos todos vítimas da inflação de demanda (mais consumo, maior preço), sacrificados à lei da oferta e da procura. “Supondo que” (como dizem os economistas) isto aconteça, que plano B têm os manifestantes? Queimaremos pneus novos? Certamente não, pois o preço é proibitivo (a não ser para protesto de banqueiros pelo aumento das taxas do cartão de crédito). Faremos protestos a frio? Não tem graça, pois manifestação que não exala fumaça e labareda ninguém leva a sério. Urge encontrar opções.

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Protestos espantam mosquito da dengue

E assim, o pneu velho, pelo qual não se dava um real furado, deixa o anonimato do lixo e das borracharias (de que era canhestro símbolo) para se transformar em artigo de primeira necessidade. Suponho (ops!) que já exista por aí, à espera de ser regulamentada pelo Ministério do Trabalho, a profissão de “Caçador de Pneu Velho” (ou CPV, nestes tempos de amor às siglas, acrônimos e abreviaturas), uma prova da mudança que tanto se reivindica. Mas já temos um ganho, ainda não devidamente avaliado pelas autoridades: as manifestações de rua, com a queima de pneus, fizeram muito Aedes aegypti ir zumbir em outra freguesia.

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O PRIMEIRO A GRAVAR ROCK EM PORTUGUÊS

7 Minha sogra é da PMO grupo Time-Life chamou certa vez Cauby Peixoto de “o Elvis Presley brasileiro”. Exagerou, é claro: Cauby canta em nada menos do que nove línguas, canta tudo, até samba, mas o rock nunca foi sua praia. Ainda assim, foi o primeiro cantor brasileiro a gravar rock em português, Rock´n roll em Copacabana (de Miguel Gustavo), tendo entre os acompanhantes um jovem chamado Erasmo Carlos. Cantaria outro rock na chanchada Minha sogra é da polícia, de 1958 (foto), mas, mesmo assim, não é do ramo. Sua voz grave, dita “aveludada”, cai às mil maravilhas em baladas românticas, em português, francês, inglês, italiano, espanhol – e outros quatro idiomas.
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Cauby! Cauby! Cauby!… e o MPB-4

Quando se junta um cantor extraordinário e um grupo vocal igualmente invulgar cria-se, com desculpas pelo lugar-comum, o chamado “momento único”. Deve ser o que ocorreu no dia em que se encontraram o cantor Cauby Peixoto e os quatro rapazes do MPB-4. Conceição (Dunga-Jair Amorim), já interpretada por Cauby não se sabe quantas vezes, foi rearmonizada e ficou como se tivesse sido composta ontem, num exercício vocal impossível a amadores. Estes, mesmo ensaiando por muito tempo, dificilmente não chegariam a um resultado desastroso. Cauby, diante da “invenção” do MPB-4, parece sentir-se como se houvesse cantado com eles a vida inteira. Quem sabe, sabe.

                                                                                                                                                                                                                                                     O.C.

INSTITUIÇÕES PREVEEM INFLAÇÃO MENOR

inflacaoKelly Oliveira | Agência Brasil

A projeção de instituições financeiras para a inflação, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), caiu tanto para este ano quanto para 2014. Para 2013, a projeção passou de 5,75% para 5,74%. No próximo ano, a expectativa é que a inflação fique em 5,85%, contra 5,87% previstos na semana passada.

Essas estimativas são resultado de pesquisa do Banco Central (BC) com instituições financeiras sobre os principais indicadores econômicos. As estimativas estão distantes do centro da meta de inflação, de 4,5%, e abaixo do limite superior de 6,5%. É função do BC fazer com que a inflação convirja para o centro da meta.

Um dos instrumentos usados pelo BC para influenciar a atividade econômica e, por consequência, a inflação, é a taxa básica de juros, a Selic. Para as instituições financeiras, ao final deste ano, essa taxa estará em 9,25% ao ano. Essa é a mesma expectativa para o fim de 2014. Atualmente, a Selic está em 8,5% ao ano. A próxima reunião do Copom será nos dias 27 e 28 deste mês.

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IBGE: INFLAÇÃO CAI PARA FAMÍLIAS DE RENDA MENOR

Vinícius Lisboa | Agência Brasil

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) teve variação negativa na última verificação do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), caindo de 0,35% em maio para 0,28% em junho, valor maior que o do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (0,26%) para o mesmo mês. O INPC é calculado considerando apenas as famílias com renda de um a cinco salários mínimos.

Com o resultado, o índice acumula 3,30% em 2013, superando o total do primeiro semestre do ano passado, de 2,56%. Em doze meses, o acumulado, de 6,97%, é bem próximo do total encerrado em maio, 6,95%.

No INPC, os alimentos apresentaram variação de -0,10%, enquanto os não alimentícios tiveram uma taxa de 0,44%.

 

OVO DE PÁSCOA SOBE 19,78% EM 2 ANOS, DIZ FGV

ovo de páscoa De março de 2011 a fevereiro de 2013, o preço dos ovos de Páscoa subiu, em média, 19,78%, índice que representa 7,78 pontos percentuais acima da inflação do mesmo período, medida pelo Índice de Preços ao Consumidor (IPC), da Fundação Getulio Vargas (FGV).

Segundo o economista André Braz, do Instituto Brasileiro de Economia da FGV, em relação à Pascoa passada, a alta foi 6,42%, um alta de 0,38 ponto percentual acima da inflação dos últimos doze meses, que foi 6,04%.

Para André Braz, a alta do ovo de Páscoa não foi maior em relação ao ano passado porque os preços de alguns insumos básicos utilizados na fabricação do produto tiveram quedas significativas, como o preço do cacau, que caiu 12% nos  últimos doze meses, e do açúcar, que teve queda de 11% no mesmo período. Informações da Agência Brasil.

SALÁRIO MÍNIMO SERÁ DE R$ 675,00

O aumento na expectativa de inflação em 2012 – de 5% para 5,63% – fez o governo elevar o salário mínimo previsto para entrar em vigor a partir de janeiro do ano que vem. Em vez de R$ 670,95 , o valor será de R$ R$ 674,95.

De acordo com o Ministério do Planejamento, o aumento de 0,63% da inflação representará um impacto de R$ 1,243 bilhão nos gastos com benefícios previdenciários e assistenciais vinculados ao salário mínimo.

Já a elevação de R$ 4,00 no valor do salário dá para pouca coisa. Por exemplo, quem mora em Itabuna e utiliza o transporte coletivo pode fazer uma viagem do centro para o bairro Maria Pinheiro. Mas não dá pra voltar.

TRANSPORTE URBANO DEVE ENCARECER 10%

A Tarde

Já virou um padrão, as tarifas de ônibus urbanos sobem pouco ou não sofrem qualquer reajuste em ano de eleições municipais. Dia de pouco, véspera de muito. Este ano, as tarifas subiram 5,26% até setembro no País e devem fechar o ano em 5,3%.

As projeções para 2013 são as de que esse item da cesta de produtos e serviços dos brasileiros encareça 10%. Quase o dobro do que pagamos a mais este ano.

Nas eleições municipais anteriores, esse fenômeno se repetiu. Em 2008, ano de escolha de prefeitos e vereadores, a inflação de ônibus fora de 3,08%; em 2009, 5,33%.

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