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:: ‘Inter’

BAHIA AVANÇA NA SUL-AMERICANA

Um empate em 1 a 1 contra o Internacional garantiu o Bahia na próxima fase da Copa Sul-Americana. O Esquadrão de Aço havia batido os gaúchos por 2 a 0, na casa do adversário, na semana passada. Nesta quinta (4), poderia até perder por diferença de um gol.

O Inter saiu na frente com gol de Alex, no finalzinho do primeiro tempo, em bola que sofreu desvio e deslocou o goleiro Marcelo Lomba. O Bahia buscou o empate na etapa final. Gol de Henrique. Na próxima fase, o time baiano enfrentará Universidade César Vallejo (Peru) ou Universitário Sucre (Bolívia).

VITÓRIA

Os dois times baianos avançaram à fase internacional da competição sul-americana. O Vitória despachou o Sport. Venceu o time pernambucano tanto no Recife, na semana passada, como em Salvador, na quarta (3).

INTER BATE O VITÓRIA NO BRASILEIRÃO

Chileno Aránguiz marca um golaço em cima do Vitória (Foto SCI).

Chileno Aránguiz marca um golaço em cima do Vitória (Foto Alexandre Lops/SCI).

Após perder o título do Campeonato Baiano, o Vitória foi ao Beira-Rio para a estreia no Brasileirão 2014. Acabou derrota com um gol aos 5 minutos de jogo. Foi um golaço marcado pelo chileno Aránguiz, que tocou por cima na saída de Wilson (imagem acima). Temporariamente, a equipe baiana está em 19º lugar. Já o Inter, está entre os líderes. A rodada será completada neste domingo, quando o Bahia enfrenta o Cruzeiro.

BAHIA FAZ 2 A 0, VACILA E COXA EMPATA

O Bahia teve empate com sabor de derrota contra o Coritiba, há pouco, no Couto Pereira, após estar vencendo por 2 a 0. O resultado deixou o time baiano na 13a posição. O empate do Coxa ocorreu no apagar das luzes, de bicicleta, marcado por Alex.

O Esquadrão abriu o placar com Wallyson, que recebeu passe de William Barbio e tocou no cantinho. 1 a 0, aos 19 minutos. O time parecia jogar em casa. E ampliou com Barbio, já no segundo tempo, aos 7min, após pegar sobra em lance do companheiro Obina.

O Bahia fez o terceiro… mas foi contra. Em lance pela esquerda, a bola tocou no zagueiro Titi e morreu no fundo da rede, aos 19min. O jogo caminhava para o fim quando a bola sobrou à meia altura dentro da pequena área e Alex fez um golaço, salvando o Coxa, aos 46min.

O Esquadrão volta a campo no dia 19, contra o Inter, na Fonte Nova, às 21h. No mesmo horário, dia 18, o Coritiba enfrenta o Goiás, que hoje bateu o Corinthians, por 1 a 2, no Pacaembu.

BAHIA CONSEGUE EMPATE HEROICO

O Bahia arrancou um empate heroico diante do Internacional, há pouco, no estádio de Pituaçu, após estar perdendo por  1 a 0 e ter o jogador Fabinho expulso aos 16 minutos do segundo tempo.

O Internacional abriu o placar numa bobeira do jogador Thiego, aos 41 minutos de jogo. O zagueiro do tricolor baiano foi enganado pelo quique da bola, após cobrança de tiro de meta por parte do Inter. Leandro Damião pegou a sobra e fuzilou Marcelo Lomba. 1 a 0.

O tricolor sofria com a expulsão de Fabinho, mas não entregava o jogo.  Aos 4min do segundo tempo, o time chegou pertinho do gol com Carlos Alberto, que recebeu dentro da grande área e chutou para bela defesa de Muriel.

O gol de empate nasceu numa cobrança de escanteio de Lulinha. Thiego, que entregou “ouro” no primeiro tempo, foi derrubado por Índio. Pênalti, seguido de expulsão do jogador do Internacional. Jobson converteu em bela cobrança, no cantinho direito de Muriel.

O resultado deixou o Bahia na 13ª colocação da Série A, com 19 pontos, e o Inter, na 7ª, com 23. O tricolor baiano volta a jogar na quinta (18) contra o Palmeiras. O time gaúcho pega o Botafogo na quarta.

Confira os dois gols:

GRÊMIO, INTER, CRUZEIRO E FLU… ELIMINADOS

A noite desta quarta-feira (4) foi histórica para o futebol brasileiro. Mas negativamente. Apenas um dos cinco times classificados para a segunda fase da Copa Libertadores conseguiu avançar para as quartas de final da principal competição de futebol do continente. Grêmio, Inter, Cruzeiro e Fluminense acabaram eliminados. Ontem, o Santos conseguiu classificação diante do América.

O Fluminense perdeu para o Libertad por 3 a 0 e ficou de fora por ter vencido por 3 a 1 na semana passada. A vantagem era do adversário.  O Cruzeiro, time de melhor campanha na fase de classificação, acabou eliminado pelo Once Caldas, time com a pior campanha entre os que passaram às oitavas de final. Levou 2 a 0, embora tenha jogado em casa. Pior, o técnico Cuca – freguês do Once Caldas – foi expulso após aplicar uma cotovelada no jogador Rentería.

Já o Inter, perdeu por 2 a 1 no Beira-Rio (confira mais abaixo). O também gaúcho Grêmio perdeu por 1 a 0 para o Universidad Católica e tá fora – a equipe havia perdido em casa, semana passada, por 2 a 1. A noite foi lamentável para os brasileiros.

PEÑAROL DESPACHA O INTER NO BEIRA-RIO

Inter não conseguiu superar o Peñarol (Foto Jefferson Botega/ZH).

O Internacional não conseguiu passar da segunda fase da Libertadores 2011. Dentro de casa e com estádio lotado, o time gaúcho viu o Peñarol fazer dois gols em apenas cinco minutos no segundo tempo e sacramentar a classificação às quartas de final da principal competição do continente.

O Inter marcou o de honra logo no início da partida (1min), gol de Oscar, e até deu pinta de que poderia golear o adversário. Que nada. Bastou começar o segundo tempo para o Peñarol fazer o primeiro gol aos 15 segundos e passar à frente aos 5min, com Martinuccio e Olivera, respectivamente.

Os 15 minutos finais no estádio Beira-Rio foram de pura pressão do time gaúcho, com bola na trave e defesas milagrosas do goleiro do time uruguaio, mas não deu para o campeão da Libertadores do ano passado. Na partida de ida, semana passada, houve empate em 1 a 1. O Peñarol agora espera o vencedor de Grêmio e Universidad Catolica.

O detalhe curioso das transmissão do canal Sportvpartida é que o narrador, logo após os gaúchos fazerem 1 a 0, falava que os uruguaios encerrariam a campanha na Libertadores 2011 no Beira-Rio. E olhe só o que aconteceu…

UNIVERSO PARALELO

O MINISTRO QUE CONFESSOU A TORTURA

Ousarme Citoaian

Às margens do Sena (Ediouro), marca meio século de trabalho profissional do jornalista Reali Jr., sendo 35 anos como correspondente em Paris. Entrevistou quatro presidentes do Brasil (Jânio, Sarney, FHC e Lula) e três da França (Giscard d´Estaing, François Miterrand e Jacques Chirac), além de Chico Xavier, Mário Soares, Glauber Rocha e o coronel Jarbas Passarinho – quando levou o risonho ministro da ditadura a confessar que o Brasil torturava seus presos políticos. Cobriu também a Revolução dos Cravos, a morte do ditador Francisco Franco e a assinatura do acordo de paz no Vietnã (em Paris). Carreira nada monótona.

UM PAINEL DE ÉTICA, POLÍTICA E HISTÓRIA

Às margens do Sena (depoimento a Gianni Carta) trata de temas de permanente interesse, como ética, política e história. Homem de rádio, Reali Jr. (na foto, à direita de Luís Fernando Veríssimo) chega a Paris em 1972, contratado pela Jovem Pan/SP, dedicando-se, ao mesmo tempo, à mídia impressa. No prefácio, diz Mino Carta: “O rádio fez por merecer o papel que lhe coube, de unir um país de tamanho continental, porque arregimentou aqueles que sabiam usá-lo (…). E havia respeito pela língua, algo assim como fidelidade canina à gramática e à sintaxe, ao castiço sem pompa, mas elegante, incapaz por natureza de resvalar na vulgaridade”.

O COLOQUIAL POSTO FORA DO LUGAR

O livro é fundamental, mesmo que a transcrição da entrevista misture as linguagens oral e escrita. Permite-se, conforme vemos em jornais de nossa região, formas condenáveis como o entrevistado se expressou (embora defensáveis na fala). Em Às margens, os exemplos estão em todas as páginas. Abro na 34, ao acaso: “… para o pessoal do Adhemar, quem entrevistava o Jango era acusado, além de comuna e esquerdista, de janguista”; um pulo à página 164: “O Giles Lapouge teve uma meia dúzia de entrevistas com o Lévi-Straus (…). Para você ter uma idéia, o Lévi-Straus lê os livros do Lapouge”. É algo que incomoda.

TESTEMUNHOS QUE NÃO FORAM DADOS

A fórmula não nos é estranha. A Editus/Uesc lançou em 2001 a série Testemunhos para a história, inaugurada com um depoimento do memorialista ilheense Raymundo Sá Barreto, no estilo de Às margens do Sena: a fala do entrevistado foi passada do gravador para o papel, conservando-lhe até eventuais erros. Um parêntesis sobre Testemunhos: é de lamentar-se que o projeto tenha morrido ainda no berço, pois Lindaura Brandão, Zélia Lessa, Henrique Cardoso, Ritinha Fontes, João França Santana, Otoni Silva, Helena Borborema, Alberto Lessa e tantos outros teriam muito a dizer sobre a história regional.

TALENTO QUE APENAS APLAUDIMOS

Ainda sobre Às margens do Sena e Testemunhos para a história, adianto-me à chuva de pedras e esclareço que não pretendo (nem tenho qualificação para tanto) usar lápis vermelho nos textos referidos. Em ambos os casos, não se trata de incompetência, mas de escolha, só que essa escolha me molesta. Entendo que as línguas falada e escrita sejam diversas. Mas não desconheço a possibilidade, em situações específicas, de tirar bons efeitos literários ao “confundir” os dois formatos, como em Sargento Getúlio, (justamente) festejado livro de João Ubaldo Ribeiro. Talento não se discute, apenas se aplaude.

O OPERÁRIO FORMATANDO O DIVINO

eu já concebo o verso assim metrificado
como arquiteto que planeja um edifício
na exatidão do prumo reto e equilibrado
sem perguntar se isto é fácil ou é difícil…

eu já concebo a rima assim – intercalada,
numa urdidura trabalhosa e singular –
puxando o fio de cada sílaba marcada
pelo tecido de uma métrica sem “sem par”!
eu já concebo o meu soneto alexandrino
(como a matriz de uma equação vetorial)
fazendo cálculo semântico e verbal

com  meu compasso atrapalhado de menino!
eu já concebo o meu poema ornamental,
como operário que dá forma ao que é divino!

VISITA DO CONTEMPORÂNEO AO CLÁSSICO

O autor de “Concepção” , o soneto acima, é Lourival Piligra Júnior (foto), poeta itabunense nascido em 1965, com um livro publicado – Fractais – e participação em antologias. Neste soneto, ele nos dá a entender que atualiza o “Profissão de fé”, do parnasiano Olavo Bilac: enquanto para o carioca a estrofe precisa sair da oficina do ourives “cristalina, sem um defeito”, o itabunense concebe o verso rigorosamente metrificado, “na exatidão do prumo reto e equilibrado”, não importam as dificuldades. É o gênero renovado, com o contemporâneo visitando o clássico. “Concepção” foi retirado de Diálogos (Via Litterarum), organização de Gustavo Felicíssimo.

A ROMA, A INTER E A JUVENTUS

Da série “Nem tudo está perdido”: ouço, na Globo, referências ao futebol europeu,  particularmente quanto ao Internazionale (de  Milão), e, para minha surpresa, o narrador, famoso por meter os pés pelas mãos em termos de linguagem, trata o time italiano como o Inter. E isto é uma agradável novidade, pois ele e a imensa maioria dos seus colegas, incluindo Tostão, meu cronista esportivo preferido, falam do grande clube italiano como a Inter. O mesmo é observado em relação ao Roma (apelidado a Roma) e ao Juventus (dito a Juventus).  O motivo desse absurdo, só o saberia o Deus da gramática. Os mortais apenas especulam.

SOMENTE A IGNORÂNCIA JUSTIFICA

Houve quem dissesse que se trata de uma elipse (isto está em moda!), o que seria “justificável” apenas no caso do Roma: por chamar-se Associazione Sportiva Roma estaria implícito o gênero feminino (a Roma). Mas o argumento é fragilíssimo, pois a Sociedade Esportiva Palmeiras (antes, Sociedade Esportiva Palestra Itália) nunca levou ninguém a tratar o clube como a Palmeiras. E, pior, os outros dois não são associaziones: um se chama Football Clube Internazionale Milano e outro é Juventus Football Clube, nomes masculinos, com certeza – o que atesta que o motivo de serem chamados a Roma, a Inter e a Juventus é tão somente a ignorância de alguns comunicadores.

CUIDADO COM O COLORADO GAÚCHO

O processo dessa “evolução”, da preferência de certo grupo de linguistas, é simples: alguém diz “a Juventus”, sem motivo aparente, algum preguiçoso acha bonitinho e repete a excrescência no noticiário do jornal, rádio e tevê. Pela repetição, a besteira injustificável adquire status de “uso consagrado” e então ai de quem pretender retomar a forma anterior – será carimbado como “arcaico” e atirado às feras, não faltando quem lhe esfregue nas fuças o lugar-comum de que a língua é dinâmica, como se ele disso não soubesse. Fico pensando se alguém, nesse desvario linguístico em que vivemos, resolver chamado o Internacional de Porto Alegre de a Inter. Não ia combinar com a tradição dos colorados.

CANÇÃO PARA ENCERRAR CASO

Em seu périplo pelo Nordeste, José Serra acenou com a canonização de Irmã Dulce, visitou o memorial do Padre Cícero e, em Recife, solfejou uns versos de Fim de caso de Dolores Duran ((a foto é do disco Dolores Duran canta pra você dançar), para anunciar seu distanciamento do atual governo federal: “Eu desconfio/que nosso caso/está na hora de acabar/”. Que o candidato desista desse perigoso caminho de cantante desajeitado, para o bem dos nossos ouvidos, amém. Depois de aguentar Suplicy fazendo um Bob Dylan gaguejante (com Blowin´ the wind), minha tolerância a políticos desafinados já está esgotada.

BRASILEIRO: PROFISSÃO ESPERANÇA

Mais grave é que o jornalista Victor Hugo Soares, em artigo que circula pela internet, relacionou a autora com Antônio Maria, referindo-se ao Fim de caso (agredido por Serra) como “clássico da criativa e explosiva fase de rompimento de Dolores com o notável compositor e cronista pernambucano”. Não fosse o jornalista quem é (um dos mais respeitáveis profissionais da área), eu diria que ele se engana redondamente. A autora de A noite do meu bem foi grande amiga do autor de Ninguém me ama, gravou canções dele e foi o lado feminino do show Brasileiro: profissão esperança (com Clara Nunes e Paulo Gracindo/1974). Mas nunca tive notícia de “caso” entre os dois.
</span><strong><span style=”color: #ffffff;”> </span></strong></div> <h3 style=”padding: 6px; background-color: #0099ff;”><span style=”color: #ffffff;”>E FRED JORGE CRIOU CELLY CAMPELLO!</span></h3> <div style=”padding: 6px; background-color: #0099ff;”><span style=”color: #ffffff;”>No auge do sucesso, em 1965, a música teve uma versão no Brasil, gravada por Agnaldo Timóteo. Como costuma ocorrer com as

“QUERO A PRIMEIRA ESTRELA QUE VIER”

Dolores Duran, dona de uma veia romântica impressionante, não precisava de amores descarrilados para produzir seus versos. Era, nesse sentido, um Antônio Maria (foto) de saias (saia era uma estranha peça de roupa que as mulheres usavam antigamente). Aí estão, além do citado “Fim de caso”, “Por causa de você” (Ah, você está vendo só do jeito que eu fiquei e que tudo ficou), “A noite do meu bem” (Hoje eu quero a rosa mais linda que houver…/Para enfeitar a noite do meu bem), “Ternura antiga” (Ai, a rua escura, o vento frio/Esta saudade, este vazio…), “Solidão” (Ai, a solidão vai acabar comigo…) e outras. Ela e Antônio Maria eram rei e rainha de um gênero chamado fossa (e que atendia também pela alcunha de dor-de-cotovelo.

SUGESTÕES QUE O VENTO SOPRA

Bob Dylan completou em 24 de maio 69 anos (nasceu em 1941). Em março de 2008, num show em São Paulo, ele cantou Blowin´ the wind (a pedidos, também do “cover” Eduardo Suplicy). E canta outra vez aqui, como eco do seu aniversário e para relembrarmos aquela voz rascante de “caipira” (antes do rock ele teve uma fase country, todos sabem). Mais ainda porque se trata de uma canção política, de apelo atualíssimo, com o vento soprando sugestões aos candidatos. Dolores Duran (que se apresentou no Sul da Bahia nos anos cinqüenta, alguém se lembra?), fica para outra.


(O.C.)

INTER, DE JÚLIO CÉSAR, É CAMPEÃ ITALIANA

Júlio César é campeão italiano pela Inter.

A Inter de Milão não decepcionou neste domingo e garantiu o pentacampeonato italiano, ao vencer o Siena por 1 a 0, fora de casa. Candidata ao título, a Roma fez a sua parte, ao superar o Chievo, mas não conseguiu evitar a conquista dos rivais.

A equipe da capital chegou a ficar com as mãos na taça até o intervalo, quando vencia por 2 a 0, fora de casa. A vitória e o empate sem gols da Inter garantia o título à Roma, já que os dois times ficariam empatados na classificação geral e os milaneses levavam desvantagem no confronto direto (primeiro critério de desempate).

Mas o argentino Milito, mais uma vez, salvou a Inter ao marcar aos 12 minutos da segunda etapa. O time de José Mourinho chegou aos 82 pontos, dois a mais que a Roma, e assegurou o quinto título consecutivo da competição. Ao todo, soma 18 troféus do Campeonato Italiano, superando o arquirrival Milan. Agora, a Inter só está atrás da Juventus, que acumula 27 títulos.

CONVERSA DE QUEM VAI ENTREGAR O JOGO

Direto do Estadão:

O técnico Marcelo Rospide afirmou nesta terça-feira que os jogadores do Grêmio precisam ser profissionais na partida contra o Flamengo, domingo, no Maracanã. Uma vitória do time gaúcho pode dar o título do Campeonato Brasileiro ao rival Internacional, segundo colocado dois pontos atrás dos cariocas.

“A passionalidade tem que estar de lado e o profissionalismo tem que falar mais alto”, exigiu o técnico interino nesta terça-feira, lembrando ainda que será sua última partida no comando do Grêmio.

“É um jogo decisivo, terá o Maracanã lotado. Tem ainda esse momento que vivo, de entregar o comando da equipe no final do jogo. Penso muito nisso”, garantiu Rospide.

Sobre a equipe que escalará para o importante confronto, o técnico explicou que só definirá os titulares após saber quem está em condições de jogo. “Tenho que conversar com o restante da comissão técnica para ver quais os jogadores estarão em condições de entrar em campo”, explicou.

Comentário do Pimenta: Com estas declarações de um técnico profissional, tá difícil o Flamengo não ‘papar’ esse título. E gremista que se preza… entrega o jogo para não ver o Inter campeão!








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