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:: ‘Intermunicipal’

ITAJUÍPE DÁ ADEUS AO INTERMUNICIPAL

Itamaraju bateu Itajuípe por 1 a 0 no tempo normal e venceu a seleção da casa nos pênaltis por 3 a 2. Com o resultado, a seleção do extremo-sul garantiu vaga na semifinal do Intermunicipal de Futebol 2014 e despachou a última campeã da competição.

O jogo foi disputado no Estádio Humberto Badaró. Após vencer o jogo de ida por 1 a 0, Itajuípe se classificaria caso empatasse por qualquer placar. Acabou permitindo a vitória simples de Itamaraju no tempo normal. E, também, nos pênaltis.

Itamaraju enfrentará Santaluz, que eliminou a antes favorita Santo Antônio de Jesus ao empatar em 2 a 2 hoje. A outra semifinal será entre Itapetinga e Cachoeira. Itapetinga bateu Ibirataia nos pênaltis, enquanto Cachoeira despachou Ipirá ao empatar em 2 a 2.

ITAJUÍPE ENFRENTA ITAMARAJU FORA DE CASA

Itajuípe tenta o tricampeonato no Intermunicipal de Futebol e a saga continua neste domingo (16), quando enfrentará, fora de casa, a Seleção de Itamaraju, às 15h.

A seleção sul-baiana é a atual campeã do campeonato organizado pela Federação Baiana de Futebol (FBF). O jogo de Itajuípe será válido pelas quartas de finais da competição.

O domingo terá mais três jogos: Itapetinga contra Ibirataia, Santo Antônio de Jesus enfrenta Santa Luz e Ipirá recebe Cachoeira.

Os semifinalistas serão conhecidos no dia 23.

INTERMUNICIPAL: ITABUNA VENCE NA ESTREIA E URUÇUCA GOLEIA ILHÉUS POR 6 A 0

futebolItabuna venceu Coaraci por 1 a 0 na partida de estreia no Intermunicipal de Futebol 2014. A partida foi disputada no Estádio Luiz Viana Filho. O placar surpreendeu pela força do adversário.

Em Ilhéus, Uruçuca não teve dó: sapecou 6 a 0 na seleção da casa, em pleno Estádio Mário Pessoa. Surpresa também em Camacan. A seleção da casa segurou a forte Ibicaraí, arrancando um empate em 1 a 1.

A rodada foi aberta no último dia 10, em Itajuípe, quando a seleção local bateu Buerarema por 2 a 0. Itajuípe foi campeã do Intermunicipal do ano passado. A competição deste ano reúne 80 equipes, distribuídas em 20 grupos. Sessenta seleções avançam à próxima fase (três por grupo).

Clique no leia mais, abaixo, e confira todos os resultados e a classificação por grupo

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ITAJUÍPE E PORTO DISPUTARÃO O BI NO INTERMUNICIPAL

A Seleção de Itajuípe fez valer o mando de campo. De virada, a equipe sul-baiana bateu Cipó por 3 a 1, no Estádio Humberto Badaró, e garantiu vaga nas finais do Intermunicipal 2013. A seleção fará a final contra Porto Seguro, que perdeu para Itamaraju por 2 a 1 e levou a vaga na disputa de penalidades.

As duas equipes já foram campeãs do Intermunicipal. Itajuípe vai para o bi depois da conquista em 1987. Porto Seguro chegará à terceira final. O título veio em 2010. As finais ocorrem nos dias 1º e 8. Vantagem para Itajuípe. A seleção sul-baiana definirá a disputa em casa.

Uma das presenças no estádio Humberto Badaró, nesta semifinal, foi a do prefeito de Itabuna, Claudevane Leite. Cipó é a cidade natal do gestor itabunense.

ITABUNA INVICTA E LÍDER

A Seleção de Itabuna bateu Ilhéus, de virada, e manteve a liderança do Grupo 7 do Intermunicipal 2012. O jogo foi disputado no estádio Luiz Viana Filho, Itabunão. A equipe itabunense venceu o jogo, por 2 a 1, de virada.

Confira resultados e classificação

Além de manter a invencibilidade, a seleção assegurou a liderança isolada do seu grupo. A segunda colocada é Ibicaraí, com 12 pontos. Ilhéus segura a laterna. Fez apenas 2 pontos em cinco jogos.

INTERMUNICIPAL: IBICARAÍ É 100%; ITABUNA DECEPCIONA

A Seleção de Ibicaraí é a grande surpresa do Intermunicipal 2011 e o único time com 100% de aproveitamento na competição após seis rodadas. Hoje, a equipe bateu Itororó por 3 a 0 no Euclidão. Ambas passaram à segunda fase da competição.

A decepção do mesmo grupo, o nove, foi Itabuna, que venceu apenas uma partida, empatou outra e perdeu quatro, encerrando a participação em terceiro lugar. Em quarto, Firmino Alves somou três pontos em três empates. As duas equipes empataram hoje, 0 a 0, no estádio Luiz Viana Filho (Itabunão).

Eternas rivais no esporte, Itabuna e Ilhéus apresentaram campanhas distintas na competição. Ilhéus está invicta na competição e classificou-se à segunda fase como primeira do grupo 13, com 14 pontos. São José da Vitória, com 10 pontos, ficou com a segunda vaga.

Confira os classificados de cada grupo (clique no leia mais)

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“CHEGA DESSA SEQUÊNCIA DOS XAVIER NO ITABUNA”, DIZ EX-TREINADOR

Beto Oliveira talvez seja dos nomes mais injustiçados na história do Itabuna Esporte Clube. Foi ele quem comandou a equipe em 2002, na campanha vitoriosa no Acesso, e que levou o time à semifinal do Baianão em 2003. Ele diz que a família Xavier contribuiu muito para o clube, mas está na hora de renovação.

Ainda lembra que seu nome circulou entre os cogitados para treinar a equipe em 2010. Houve veto de dois dirigentes do clube. Beto acredita que há perseguição contra a sua família. Mas nada o deixa mais triste por esses dias do que a notícia do rebaixamento do clube.

Ao final da tarde de ontem, o Pimenta conversou com Beto Oliveira, por telefone. Direto de Porto Seguro, ele falou o que anda fazendo na Terra do Descobrimento e relembrou a sua história como técnico de futebol, carreira recente que tem na galeria títulos de campeão do Intermunicipal em 2001 e 2004 e as boas campanhas no Itabuna.

Como está o planejamento de Porto para o Intermunicipal?

A seleção está quase toda montada. Estamos agora fazendo uma triagem de jogadores abaixo de 23 anos. Nosso planejamento é para sermos campeões. Em 2009, ficamos em terceiro lugar e por pouco não disputamos o título. Nesse ano, iríamos disputar o Acesso, mas os custos para uma nova equipe no profissional ficariam em 200 mil reais só para registrar na FBF (Federação Baiana de Futebol) e na Confederação Brasileira de Futebol.

Só para registrar?

Fizemos os cálculos e daria mais ou menos isso, excluindo os gastos mensais. Tem outras taxas que não me lembro aqui agora. Hoje, é mais viável comprar um time e disputar a Segundona. Mas Porto se prepara para jogar o Acesso no ano que vem.

Pequenos e médios municípios investem cada vez mais para disputar o Intermunicipal.

Em Porto Seguro, por exemplo, o investimento é de cerca de 30 mil reais, por mês. O time está quase formado, tem comissão técnica. A estrutura é de time profissional. A gente so não arrecada. Três jogadores saíram daqui pra jogar na Seleção de São Francisco do Conde, recebendo salário de 2 mi reais. Poucos times profissionais têm condições de pagar isso. Muitos jogadores estão desistindo do profissional para disputar o amador por conta de condições melhores.

Você foi o treinador que trouxe o Itabuna para a 1ª Divisão em 2002. Como viu o rebaixamento da equipe agora em 2010?

Com muita tristeza. Antes de subir em 2002, a equipe passou dez anos fora das competições. Estava na segunda divisão. Além de ser profissional, somos torcedores do Itabuna. Infelizmente, o time caiu. Agora é começar novo trabalho para que possa subir novamente, seja com essa ou com outra diretoria.

Qual a sua relação com os atuais dirigentes do Azulino?

Olha, é normal. Tem diretor que faz campanha negativa contra mim. Um, dois diretores acham que tem que se trazer técnico de fora. Quando disputamos a 1ª Divisão em 2003, o clube chegou à semifinal. Fomos eliminados pelo Vitória.

E o árbitro, no primeiro jogo, ainda deixou de dar um pênalti claríssimo para o Itabuna…

Exatamente isso. E o Vitória, ali, ganhou por 1×0, no Itabunão. Chegamos à semifinal e tivemos o direito a disputar a Série C do Brasileiro. Sabe, até hoje não entendo porque o time cedeu a sua vaga no Brasileiro à Catuense. É uma coisa que ninguém entende. Ricardo Xavier cedeu a vaga e não quis disputar a Série C.

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“Sinceramente, não entendemos. Na fase de classificação, o time só conseguiu duas vitórias e um empate.”

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Voltando a 2010, o que você acredita que tenha contribuído para a “degola”?

Sinceramente, não entendemos. Na fase de classificação, o time só conseguiu duas vitórias e um empate. O técnico Ferreira assumiu a equipe faltando três rodadas para o fim da fase classificatória. A equipe se classificaria com 13 pontos, mas perdeu todos os três jogos. No Torneio da Morte, jogou seis partidas e só venceu duas, dentro de casa. Antes, o Itabuna era a quarta, terceira força no Estado, só perdendo para Bahia e Vitória. O Itabuna é um time que toda região acompanha.

A campanha foi risível.

Mais que isso. Na primeira fase, a equipe obteve só sete dos 36 pontos disputados. No quadrangular do rebaixamento, só seis pontos de 18. É muito pouco para uma equipe da tradição do Itabuna.

Dos males, o menor: a equipe júnior, treinada pelo seu irmão Danielzinho está dando show de bola no Campeonato. É a prata da casa fazendo milagre?

Daniel foi treinador do júnior do Itabuna em 2003 e 2004 e fez das melhores campanhas dentre os times baianos. Em 2005, já não era mais treinador, ficou afastado do time júnior por três anos. Agora, está novamente no comando e tem chance de disputar o título. É prata da casa e tem conhecimento muito grande. A equipe atual possui três jogadores no profissional e mais três ou quatro podem subir de categoria pelas suas qualidades.

A história da sua família é ligada ao Itabuna. Você, Danielzinho e o seu pai, Danielzão. Você e a sua família se consideram perseguidos?

A gente acha que tem perseguição. Esse ano, novamente me contactaram e pediram uma proposta. Fiz e colocaram em votação. Foram dois votos a favor e dois contra, o pai do presidente [João Xavier] e o Luís Santana. Essa perseguição vem há muito tempo. Encaramos isso com muita naturalidade, mas ficamos chateados porque temos competência para trabalhar.

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Acho que seria bom e viável um novo nome para mexer com o clube, mexer com o torcedor do Itabuna, que ama futebol

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Você acredita que a família Xavier deixa o comando do clube, perde a hegemonia?

A família Xavier contribuiu muito. Ricardo deu sua contribuição. Acho que seria bom e viável um novo nome para mexer com o clube, mexer com o torcedor do Itabuna, que ama futebol, ama o IEC e o amador. Está na hora de mudar um pouco. Chega dessa sequência dos Xavier.

Como analisa a pré-candidatura de José Inácio Damasceno à presidência do Itabuna?

Atuamos com Zé no Grapiúna, que foi vice-campeão da Segundona em 2001, e não conseguiu subir. Temos muitos nomes, pessoas boas e de competência. A gente vê aí também o Álvaro Castro, que vem tentando ser presidente.

O sucesso da equipe Júnior, que está na semifinal do Baiano, também é atribuído a um toque de Beto Oliveira. Quais foram as suas contribuições para a equipe?

Demos sugestões, como Duílio, o atacante Wagner, que jogou na equipe profissional contra o Colo Colo e fez dois gols e fez também contra o Ipitanga, no Torneio da Morte. Tive o prazer de ver o Itabuna júnior aplicar 3×0 no Bahia, que é um time que investe muito na sua base. O Itabuna tem vários jogadores em condições de atuar no profissional. É uma safra nova e muito boa. Há muito tempo isso não acontecia. Infelizmente, o time profissional está indo para a 2ª Divisão, mas é um trabalho que se pode dar continuidade.

O EXEMPLO

Luiz Tito | luizvitorianotito@gmail.com

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Coaraci e São Francisco do Conde (Foto Luiz Tito).

No primeiro jogo das semifinais do Intermunicipal 2009, realizado na tarde de ontem (22), no estádio Barbosão, em Coaraci, entre os selecionados de Coaraci e São Francisco do Conde, prevaleceu o mando de campo.

O time da terra natal de Paixão Barbosa (diretor da agência A Tarde), saiu na frente, ao vencer pelo placar de 1×0, e precisa apenas de um empate no próximo domingo, no campo do adversário.

O jogo foi muito truncado, com as duas equipes bem organizadas na defesa e no meio campo e o ataque sem muita criatividade. Qualquer um poderia vencer, porém, o empate seria o resultado mais justo.

No meio da galera, um ilustre torcedor, José Maria Santana, presidente do Colo Colo, time Ilhéus que em 2006 desbancou a dupla soteropolitana BA-VI, sagrando-se campeão estadual.

Zé Maria, do Colo Colo (Foto Luiz Tito).

Zé Maria, do Colo Colo (Foto Luiz Tito).

A presença de Zé Maria nesse jogo é digna de aplausos dos entendedores de futebol, afinal, o Intermunicipal  é uma grande oportunidade de garimpar novos talentos para enriquecer o nosso pobre futebol profissional baiano.

E nessa partida, dois jogadores desfilaram no gramado do Barbosão, riscando a grama de poesia, devido aos seus talentos. Paulinho e Luís Paulo, ambos do selecionado de São Francisco do Conde, sobraram em campo, e me fizeram lembrar os velhos tempos de Maracanã,  Rio de Janeiro (continua lindo), quando com esses mesmo números nas costas (8 e 10) vi desfilar Adílio e Zico (eternos ídolos dos torcedores flamenguistas).

Até mesmo dos campinhos de várzeas, onde também dei meus shows e cansei de trocar um gol por uma bola por baixo das pernas dos adversários (risos!). Nessa época, o talento superava a violência, os dribles eram as principais armas para se chegar ao gol.

Se fechar com esse dois talentos (Paulinho e Luís Paulo), acredito que o Colo Colo deve surpreender mais uma vez. Essa garimpagem  é também uma boa oportunidade de não deixarmos grandes jogadores estourar fora da Bahia sem ao menos ter uma oportunidade em nossos gramados, como aconteceu com Junior baiano e Edilson, que chegaram à seleção brasileira e nunca jogarem em um time profissional baiano.

Parabéns, Super Zé. Que esse exemplo sirva para os demais clubes baianos.

Luiz Tito é repórter fotográfico de A Tarde e – segundo alardeia – jogador dos bons.








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