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:: ‘internet’

SETE EM CADA DEZ BRASILEIROS ACESSAM INTERNET; VEJA RESULTADOS DE PESQUISA

Segundo pesquisa, 70% dos brasileiros acessam internet || Foto Marcello Casal Jr/AB

  • – 90% DISSERAM QUE SE CONECTAM TODOS OS DIAS

  • – PESQUISA DETALHA COMPORTAMENTO BRASILEIRO NA INTERNET

  • – SÓ 48% DAS CLASSES D e E TÊM ACESSO À REDE NO BRASIL

Sete em cada dez brasileiros acessam a internet, segundo a pesquisa TIC Domicílios 2018, divulgada nesta quinta (28). O levantamento mostra a evolução da conectividade no Brasil, registra o papel persistente das desigualdades de renda e regionais e aponta o crescimento de aplicações diversas, como as de mobilidade e de consumo de vídeo e música.

O estudo foi elaborado pelo Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação, órgão ligado ao Comitê Gestor da Internet. A cada ano, uma nova edição é lançada avaliando os números da conectividade da população brasileira e hábitos de uso das tecnologias digitais online. A amostra desta edição considerou 23,5 mil domicílios em 350 municípios.

Entre 2008 e 2019, o índice de brasileiros na Rede Mundial de Computadores saiu de 34% para 70%. O percentual é mais alto do que a média mundial (48,5%), conforme o Banco Mundial. Tomando como base os dados mais atualizados da instituição sobre a penetração dos países em todo o planeta, o Brasil ficaria na 83ª posição em uma lista com mais de 200 países .

DESIGUALDADE

Apesar do crescimento, a desigualdade na presença dos brasileiros no mundo online continua em diversos aspectos. No tocante à renda, enquanto o percentual nas classes A e B é de cerca de 92%, nas classes D e E ficou em 48%. A penetração da Rede Mundial de Computadores atinge 74% nos centros urbanos, mas não alcança metade (49%) nas áreas rurais.

“Quando a gente pergunta aos domicílios que não têm internet, o motivo mais mencionado ainda é preço. Para uma parcela da população internet ainda é serviço caro”, disse Winston Oyadomari, coordenador do estudo. Em razão desta barreira econômica, a grande maioria das pessoas nas camadas mais pobres têm que recorrer a internet móvel para utilizar a web. :: LEIA MAIS »

PLATAFORMAS LIVRES GARANTEM MAIS SEGURANÇA AOS USUÁRIOS DE INTERNET

Na Campus Party, especialistas debatem segurança na internet || Foto Rovena Rosa/AB

Plataformas livres garantem mais segurança aos usuários de internet. Segundo especialistas que participaram, nesta sexta (20), de debates na edição de Brasília da Campus Party, um dos maiores eventos de tecnologia do país, a ideia é que, liberando o acesso a detalhes dos programas e até mesmo do design de eletrônicos, mais pessoas poderão identificar mais rapidamente falhas na segurança e corrigi-las.

Plataformas livres são aquelas que concedem liberdade aos usuários para acessar e modificar os códigos que as definem. Além disso, podem redistribuir cópias com ou sem modificações.

Software livre é importante. Primeiro, porque, com o código aberto, a gente sabe o que tem lá dentro. Segundo, porque pode desenvolver o que a gente precisa com aquele código”, afirmou o desenvolvedor do sistema operacional Debian João Eriberto Mota. O Debian é um sistema operacional composto inteiramente de softwarelivre.

A fragilidade na segurança nos meios digitais ficou em evidência com a divulgação de notícias publicadas pelo site The Intercept, que revelaram trocas de mensagens entre o então juiz federal e atual ministro da Justiça, Sergio Moro, e membros da força-tarefa da Lava Jato, em Curitiba. As mensagens teriam sido trocadas no aplicativo Telegram.

De acordo com Mota, que é especialista em segurança em rede de computadores, acessar qualquer celular é algo simples. “Em segundos, com o equipamento adequado, consegue-se entrar no celular. Para isso, é preciso apenas do número de telefone”, afirma.

Mota disse que isso se deve principalmente ao fato de os sistemas operacionais dos celulares serem raramente atualizados. Com isso, leva-se mais tempo para corrigir falhas na segurança. “E elas vão existir”, afirmou. Para se ter ideia, enquanto um celular demora, às vezes, meses para oferecer ao usuário uma atualização de sistema, o Linux, que é um software livre equivalente a, por exemplo, a Microsoft, oferece atualizações diárias.

APARELHOS LIVRES

Para garantir a segurança ou ao menos minimizar os riscos de invasões, não apenas os programas, mas também o hardware, ou seja, os equipamentos físicos, devem ser livres. É o que defende o diretor de operações do portal Embarcados, Fábio Souza.

“Um hardware aberto pode ser auditado pela comunidade, não é uma caixa-preta que pode estar captando informações. Além disso, quando se tem um hardware fechado, a gente depende do que a empresa faz. Quando é algo aberto, mais pessoas podem estar engajadas, reportando falhas de segurança e trabalhando em melhorias”, afirmou.

Os celulares, no entanto, ainda são desafios. “Essa é uma questão que está atrasada. A minha esperança é que venha uma empresa ou um consórcio que faça smartphones mais abertos. Hoje a gente depende muito de empresas, está muito fechado”, disse Souza.

Para ele, ter tanto códigos para a criação de programas quanto designs abertos é algo que pode beneficiar o desenvolvimento de países como o Brasil. “A gente não precisaria ficar toda hora reinventando a roda. Poderíamos partir de patamares mais altos e criar projetos mais avançados.”

USO DE CELULARES

De acordo com o suplemento Tecnologias da Informação e Comunicação da Pnad Contínua, divulgado hoje (20) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), atualmente, no Brasil, a maior parte das pessoas que acessam a internet, 97%, faz isso pelo celular.

Os brasileiros também usam bastante o aparelho – passaram mais de três horas por dia acessando o celular. Essa média colocou o país em quinto lugar no ranking global de tempo gasto com celulares. Os dados são do relatório Estado de Serviços Móveis, elaborado pela consultoria especializada em dados sobre aplicativos para dispositivos móveis App Annie, considerando um dos mais completos do mundo. Da Agência Brasil.

RECEITA FEDERAL ALERTA PARA O “GOLPE DO AMOR”, COM FALSO ENVIO DE PRESENTES

Golpe do Amor é aplicado pela internet com uso de perfis falsos, segundo especialistas || iStock

Golpistas estão se aproveitando da fragilidade emocional de vítimas para extraírem dinheiro usando o nome do Fisco. A Alfândega da Receita Federal no Aeroporto Internacional de Guarulhos (SP) está recebendo diariamente cerca de dez ligações telefônicas de contribuintes querendo confirmar a veracidade de instruções para depositarem dinheiro em contas de pessoas físicas para liberarem encomendas ou valores supostamente retidos. A modalidade de extorsão é conhecida como “golpe do amor”.

Segundo a Receita, os estelionatários criam perfis falsos nas redes sociais, geralmente se passando por estrangeiros em boas condições financeiras, para envolverem-se emocionalmente com as vítimas. Depois de declararem-se apaixonados, manifestam intenção de casamento e dizem enviar presentes como roupas, acessórios, joias e até documentos para um suposto noivado.

Para darem veracidade ao envio, os golpistas chegam a criar sites falsos de empresas de remessas, inclusive com falso rastreamento de encomenda. Eles alegam, então, que os bens foram apreendidos pela alfândega e fornecem o número de uma conta corrente de pessoa física, que pertenceria a algum “agente” da Receita, para a liberação. Se a vítima faz o depósito, a quadrilha alega outro empecilho e pede mais dinheiro.

ORIENTAÇÕES

A Receita esclarece que não exige qualquer pagamento em espécie nem depósito em conta-corrente. Segundo o Fisco, todos os tributos aduaneiros são recolhidos somente por meio de Documento de Arrecadação de Receitas Federais (Darf). O órgão orienta ainda os contribuintes a consultar se a empresa de remessa está habilitada no Brasil, na página da Receita na internet.

Em caso de dúvidas, o contribuinte pode contatar as unidades de atendimento da Receita Federal. A relação também está disponível na internet. Caso a pessoa suspeite estar sendo vítima de fraude, deve registrar ocorrência numa delegacia policial especializada. Da Agência Brasil.

FACEBOOK PERDE USUÁRIOS PARA O YOUTUBE NOS ESTADOS UNIDOS, APONTA PESQUISA

Facebook perde usuários para o YouTube || Foto Agência Brasil

O Facebook perdeu a preferência entre jovens, sendo ultrapassado por YouTube, Instagram e Snapchat. A conclusão é de uma pesquisa divulgada nesta semana pelo Centro de Pesquisas em Internet e Sociedade Pew Research Center, grupo de investigação sediado nos Estados Unidos e famoso internacionalmente.

O levantamento ouviu 743 adolescentes entre 13 e 17 aos e mais de  mil pais norte-americanos entre março de abril. Os dadoss são uma indicação mas não refletem a situação de outros países do mundo, muitos com índices de acesso à internet e a redes sociais diferentes dos EUA.

De acordo com o estudo, o YouTube é a plataforma mais popular, usada por 85% dos entrevistados. Em seguida, estão Instagram (72%), Snapchat (69%), Facebook (51%) e Twitter (32%). Entre aqueles que usam frequentemente, o Snapchat assume a liderança (35%), seguido pelo YouTube (32%), Instagram (15%) e Facebook (10%).

Na edição anterior da pesquisa, realizada em 2015, o Facebook foi a plataforma preferida dos adolescentes, sendo acessada por 71% dos entrevistados. Na sequência, Instagram (52%), Snapchat (41%) e Twitter (32%). Nessa rodada, o YouTube não era considerado nas entrevistas com meninos e meninas.

No recorte por renda, o Facebook ganha popularidade entre os menos abastados. Do total de entrevistados, o Facebook faz parte do dia a dia de 70% daqueles com renda anual por lar abaixo de US$ 30 mil. Entre aqueles com receita total da família acima de US$ 75 mil, o índice cai para 36%.

Na distribuição por gênero, o Snapchat foi mais popular entre meninas (42%) do que entre meninos (29%). Já o YouTube teve mais registros entre rapazes (39%) do que moças (25%).

EFEITO DAS REDES SOCIAIS

Quanto ao efeito das redes sociais, a divisão é equilibrada. Dos participantes do levantamento, 31% as classificaram como positiva, 24% como negativa e 45% tiveram uma postura mais neutra, comentando que não veem impactos predominantes, benéficos ou prejudiciais.

Entre os que avaliam positivamente a presença das redes sociais, a maior contribuição seria viabilizar a conexão com amigos e com membros da família (40%), seguida pela facilidade na busca de informações (16%) e a interação com pessoas com interesses semelhantes (15%).

Os mais pessimistas sobre essas plataformas indicam como principais problemas o bullying e a difusão de rumores (27%), relacionamentos prejudiciais e a falta de contato humano (17%) e a produção não realista de imagem das pessoas sobre suas vidas (15%).

CONEXÃO CONSTANTE

O levantamento também procurou entender os hábitos online dos adolescentes. Entre os entrevistados, 95% disseram possuir um smartphone e quase metade (45%) afirmou estar conectado praticamente durante todo o tempo, informa a Agência Brasil.

“É CILADA, BINO”: GOLPE NO WHATSAPP PROMETE CUPOM DE DESCONTO NO BURGER KING

Novo golpe pelo WhatsApp promete cupom de desconto no Burger King

Um novo golpe com um cupom de desconto para a rede de fast-food Burger King circula no WhatsApp. A mensagem propagada no aplicativo promete um suposto desconto de 50 reais e leva as pessoas a uma página falsa de cadastro para capturar os dados pessoais das vítimas.

Após o preenchimento do formulário, como em diversos outros golpes semelhantes, uma mensagem aparece pedindo que a promoção falsa seja compartilhada com 10 amigos ou três grupos para que o desconto seja liberado.

Um golpe semelhante a esse já circulou pelas mensagens do WhatsApp em 2016.

De acordo com a companhia de segurança digital PSafe, o golpe já atingiu 350 mil brasileiros.

Se você procura cupons de desconto, vale notar que o próprio Burger King tem um app (Android e iPhone) para isso e outras empresas, como a Cuponeria, oferecem apps com descontos baseados em geolocalização.

Para evitar golpes como esse relacionado ao Burger King, a empresa de segurança digital Eset recomenda o seguinte:

– Use uma solução de segurança no smartphone;
– Não clicar em links estranhos ou suspeitos recebidos por mensagem;
– Não fornecer dados pessoais a fontes não confiáveis;
– Não instalar apps de fontes não oficiais;
– Não compartilhar mensagens suspeitas.

Da Exame

“PEEEGA ESSE VIADO”: JUNINHO ESPOLIANO BOMBA NA INTERNET COM VÍDEOS HILÁRIOS

Juninho e Victor bombam nas redes sociais

Os bordões que surgem durante conversas de vizinhos e as histórias de moradores da periferia de Aurelino Leal, no sul da Bahia, transformadas em pequenos vídeos tiraram José Bispo dos Santos Junior da lista de brasileiros anônimos. Juninho Espoliano Martinelli, como tornou-se conhecido nas redes sociais, teve seus vídeos visualizados por mais 4 milhões de pessoas em oito meses.

Ele já ultrapassou 200 mil seguidores nas redes sociais e seus bordões ganharam as ruas de cidades do interior da Bahia. Peeega esse viado! e Não estou boa nem tenho previsão de melhora! tornaram-se familiares de internautas sul-baianos e até de outros estados.

Os vídeos são sucesso garantido no FacebookInstagram e YouTube. O mais famoso deles – sobre uma briga entre vizinhos por causa do suposto furto de uma galinha – já possui mais de 2,1 milhões de visualizações e 25 mil curtidas somente na página oficial do artista no Facebook. As transmissões diárias ao vivo nas redes sociais reúnem, em média, três mil seguidores.

O sucesso é tanto que o novo humorista das redes sociais assina o seu primeiro contrato com empresário neste mês e prepara stand up para iniciar carreira no teatro.  Enquanto isso, curte a fama e posa para fotos com os fãs, como ocorreu na última quarta-feira (6), durante passeio no Shopping Jequitibá, em Itabuna, foi cercado várias vezes por pessoas para uma pose e ouviu repetidas vezes o bordão Peeega esse viado! Em vídeo, a entrevista concedida ao PIMENTA, na Carmen Steffens.

ELE ESTÁ CHEGANDO…

SUA EMPRESA É ANALÓGICA?

Felipe de PaulaFelipe de Paula | felipedepaula81@gmail.com

 

Comunicação não pode ser compreendida como gasto. É um investimento que, bem gerido, impactará objetivamente em seus lucros. Uma sociedade conectada, digital, não admite empresas analógicas. Você pode oferecer um brilhante atendimento em horário comercial, mas seu cliente precisa de mais.

 

Gostaria de iniciar esse texto propondo uma breve reflexão para você, meu leitor: Em que mundo vivemos? Como você observa nosso cotidiano? Como você obtém conhecimento na contemporaneidade? Muito provavelmente devem ter surgido em sua mente imagens de celulares, computadores, telas com mensagens surgindo, redes sociais. Estamos conectados como nunca, produzindo informação como nunca. O grande “produto” contemporâneo é a informação.

Numa sociedade extremamente informacional, é inegável a importância de uma comunicação bem planejada, gerida com plena ciência das ações e resultados desejados. Como profissional e estudioso da área, vejo cotidianamente empresas construindo suas práticas de comunicação de uma forma que demonstram não ter ciência plena dos múltiplos caminhos possíveis. Uma comunicação subaproveitada, feita como se vivêssemos em tempos remotos.

Vivemos imersos numa lógica acelerada, informatizada. Comunicamo-nos em tempo praticamente integral. A comunicação institucional precisa ser pensada nessa mesma linha.

Como você gere a comunicação de sua empresa? Tenha o porte que tiver, penso ser inviável conceber uma empresa que “feche”. Não sugiro portas abertas 24 horas, mas afirmo: seu cliente vai ter uma dúvida sobre seus serviços em qualquer horário do dia.

Diante disso pergunto: sua empresa tem alguém online pronto a responder?

Não? É possível que seu concorrente tenha.

E me responda agora com a mente de um consumidor: você vai privilegiar qual empresa? Aquela que lhe atendeu de imediato ou aquela que não retornou sua mensagem?

Comunicação não pode ser compreendida como gasto. É um investimento que, bem gerido, impactará objetivamente em seus lucros. Uma sociedade conectada, digital, não admite empresas analógicas. Você pode oferecer um brilhante atendimento em horário comercial, mas seu cliente precisa de mais.

Quantas vezes já iniciei o processo decisório de consumir no estabelecimento A ou B ainda em casa, pesquisando perfis em redes sociais? Quantas vezes decidi por um produto, por uma empresa a partir de um argumento gentil e disponível através de mensagens trocadas num email ou num perfil de Facebook? Diversas vezes.

Um perfil desatualizado, mal gerido, equivale a uma vitrine suja, desorganizada, quiçá abandonada.

Você entraria numa loja assim?

Provavelmente você pode estar pensando que as questões levantadas por esse texto competem a grandes empresas, que contam com assessoria especializada. Isso não é verdade. Esse investimento pode – e deve – ser feito por todos.

O mundo é digital. Sua empresa (ou mesmo você) não pode seguir sendo analógica. Busque um consultor de comunicação. É muito mais acessível que imagina e garantirá que seu empreendimento não siga com uma imagem e posturas inadequadas perante seus clientes. O resultado será objetivo: lucro e satisfação.

Felipe de Paula é professor universitário e pesquisador da Comunicação Social.

“AGORA”, MÍDIA IMPRESSA, SEUS DESAFIOS E O FUTURO

luizconceiçãoLuiz Conceição | jornalistaluizconceicao2@gmail.com

 

O impresso/eletrônico sempre terá lugar em nossas vidas, já que intrinsecamente ainda vinculado à cultura e sociedade a que estamos integrados. Mesmo porque, a apuração dos fatos cotidianos e sua publicização sempre vai exigir a atenção de repórteres fiéis e editores criteriosos.

A vida transcorre em ciclos, segundo avalizam filósofos. Cada ciclo que se sucede é carregado de experiências positivas e negativas, conhecimentos adquiridos no anterior e busca-se um novo desafio. Certamente, com o advento da Internet as pessoas passaram a compreender o exaurimento cíclico de suas vidas e, talvez, se perguntem o que é o futuro e não como será, diante da velocidade como o novo chega.

As redes sociais são ferramentas tecnológicas, eletrônicas e modernas (!?) de comunicação social. É o futuro que chegou, antes de o presente sedimentar-se e muito mais rápido da compreensão do passado que se foi. Embora mais antigos, os blogs e portais também se incluem nesta realidade desafiadora.

Mesmo com tais novidades, a mídia impressa continuará tendo seu lugar destacado se se aproveitar da tecnologia e adaptar-se com boas pautas e relatos, como se viu à chegada do rádio e da televisão em meados do século XX. Foi, talvez, a primeira via-crúcis da mídia impressa, que acabou superada com inteligência, já que tais veículos acabaram se integrando.

É nesse contexto que merece saudação a iniciativa do grupo de empresários que assume a direção do jornal Agora, primeiro veículo offset colorido do sul da Bahia, editado há 35 anos.

Sua história, a partir de seus fundadores Ramiro Aquino e do lembrado José Adervan de Oliveira, contém os desafios do novo e a certeza do bem-feito e verdadeiro, tal sua posição de vanguarda na defesa dos interesses da sociedade grapiúna, apesar da desmemória de que todos somos autores e vítimas.

O impresso/eletrônico sempre terá lugar em nossas vidas, já que intrinsecamente ainda vinculado à cultura e sociedade a que estamos integrados. Mesmo porque, a apuração dos fatos cotidianos e sua publicização sempre vai exigir a atenção de repórteres fiéis e editores criteriosos.

O uso indiscriminado das tais redes sociais geram notícias falsas (fake new), intrigas e mentiras que são propagadas quase impunemente, a partir das consequências da sordidez humana que uma tela em branco permite. Causam terrível dano à sociedade e aos processos comunicacionais necessários à vida moderna.

Somente jornalistas sabem que a verdade será sempre um bem tutelado ao interesse e à informação públicos. Vida longa ao Agora!

Luiz Conceição é jornalista com atuação na Rádio Clube de Itabuna (Rádio Nacional), jornais Tribuna do Cacau, Diário de Itabuna, A Tarde e A Região e assessorias de comunicação e imprensa.

FOTO DE MACACA CHORANDO AO SOCORRER FILHOTE INCONSCIENTE COMOVE INTERNAUTAS

Imagem de macaca com filhote desfalecido comove internautas (Reprodução Facebook).

Imagem de macaca com filhote desfalecido comove internautas (Reprodução Facebook).

Ibahia

Um fotógrafo registrou, em uma imagem tocante, o momento em que uma macaca parece chorar ao abraçar um filhote que ficou inconsciente, em Jabalphur, na Índia. O clique, compartilhado por Avinash Lodhi em seu perfil em uma rede social, está comovendo internautas de diferentes países.

O fotógrafo conta que viu uma movimentação estranha entre macacos e decidiu se aproximar para fazer fotos. “Decidi me sentar e observar a atividade deles, embora já estivesse perdendo luz (estava escurecendo)”, disse ele, segundo o site britânico The Telegraph.

Segundo Lodhi, em um dado momento, o filhote pareceu ficar inconsciente, assustando sua mãe, que ficou visivelmente desesperada. Neste momento, ele congelou a imagem. Logo depois, felizmente, o pequeno macaco acordou.

“Esse é um momento raro, principalmente entre os animais”, disse ele, que se impressionou com o próprio registro. “Assim que eu vi a imagem fiquei em silêncio por uma hora”, completou.

No Facebook, onde a fotografia foi postada, internautas ficaram impressionados. “Ótimo registro! Parabéns”, escreveu um deles.

ORGANIZAÇÃO DA CAMPUS PARTY ESPERA REUNIR 4 MIL PESSOAS NA FONTE NOVA

Costa durante o lançamento da edição baiana da Campus Party (Foto Manu Dias).

Costa durante o lançamento da edição baiana da Campus Party (Foto Manu Dias).

A capital baiana será palco, de 9 a 13 de agosto, de uma edição da Campus Party, evento tecnológico que completa 10 anos no Brasil, com edições em 20 países e planos de expansão para outras regiões do país. Em Salvador, o evento será na Arena Fonte Nova, tendo como tema principal Inovação Produtiva e a expectativa de reunir 4 mil campuseiros.

Os participantes contarão com internet de 20 gigabytes para aproveitar mais de 250 horas de atividades e conteúdo; expectativa de atrair 30 mil visitantes, além de apresentação de projetos de instituições tecnológicas e de ensino, palestras, workshops, robótica, maratona de negócios, dentre outras atividades, e ainda instalação de 1.500 barracas para os participantes que chegam do interior e de outros estados do país.

O encontro, que reúne principalmente jovens com foco na tecnologia, tem a missão de entender como será o futuro e traz sempre cinco temáticas principais – Inovação, Ciências, Empreendedorismo, Criatividade e Entretenimento. Na Bahia, a edição do evento foi confirmada após a articulação do Governo do Estado, através do titular da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti), Vivaldo Mendonça, com o presidente da Campus Party, Francesco Farruggia.

Com a vinda do evento para Salvador, as secretarias do estado estão se articulando para o desenvolvimento de projetos que poderão ser apresentados durante a Campus Party. Na avaliação do governador Rui Costa, o acontecimento traz para Salvador a possibilidade de ampliação das perspectivas profissionais de jovens baianos e proporciona o estímulo à troca de ideias na área tecnológica.

– É mais uma oportunidade para que jovens inseridos na tecnologia ampliem seus horizontes e interajam com os demais participantes. Só temos a comemorar a vinda de mais esse evento para a nossa capital”, afirmou o governador, na manhã desta segunda-feira (3), durante coletiva que acontece no Salão de Atos da Governadoria, no Centro Administrativo da Bahia (CAB), em Salvador, para apresentação do detalhes da realização do evento.

A primeira edição regional acontecerá em junho em Brasília e, em seguida, é a vez de Salvador sediar o evento. “Temos em torno de 500 mil campuseiros cadastrados em nossa plataforma e morando em diversas regiões do país. Vemos um enorme potencial a ser explorado, uma vez que a Campus Party fomenta iniciativas focadas em inovação”, explica Francesco Farruggia.

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COMO BIG DATA PODE AJUDAR NA COMUNICAÇÃO DE MINHA EMPRESA?

Felipe-de-PaulaFelipe de Paula | felipedepaula81@gmail.com

 

A migração acelerada para o campo digital faz com que os recursos de campanha devam ser pulverizados de acordo com a sinalização dessa realidade. O raciocínio é simplório: uma palavra é dado. Um comportamento é dado, uma imagem também. Mesmo os sentimentos – intensamente expressos nas redes sociais – também podem se tornar um número, uma informação.

 

Uma constatação sobre a comunicação feita hoje por diversas empresas: ultrapassada. O século XX ficou marcado como um espaço de grandes campanhas. O boom do mercado publicitário incutiu na mente dos investidores a necessidade de desembolsar grandes quantias visando atingir grandes públicos. Era o tempo da comunicação de massa, da grande mídia, pensada para atingir a maior quantidade de pessoas. Elegia-se um suporte, determinava-se uma área de abrangência e a marca era disparada para todas as direções. A contemporaneidade não suporta mais essa configuração.

Vivemos num tempo em que o consumidor, assim como todo o mundo, mudou. Poucos são os que aceitam passivamente as informações veiculadas numa campanha. Não aceitam qualquer informação, exatamente por essas estarem mais disponíveis. Se uma publicidade me garante que o produto “x” tem qualidades, posso, naquele mesmo momento, buscar mais dados sobre ele. Troco informações em redes sociais, leio críticas, vejo vídeos, comparo com concorrentes, analiso uma venda online. É o Big Data.

Hoje todos são produtores de informação. Toneladas de conteúdo virtual são produzidas a cada segundo. O Big Data fez com que o marketing, a publicidade, a ação comunicativa ultrapassasse a mera elaboração de campanha e passasse a analisar dados e atuar no planejamento, em ações de inteligência. A mídia contemporânea não admite mais, por exemplo, simplesmente investir numa revista aleatória ou determinar que um carro de som divulgue a marca de sua empresa sem que isso passe por uma intensa análise de dados dos potenciais clientes. A pessoa envolvida no investimento pode fazer isso? Sim. Contudo a chance de desperdiçar recursos e não obter retorno será elevada.

A migração acelerada para o campo digital faz com que os recursos de campanha devam ser pulverizados de acordo com a sinalização dessa realidade. O raciocínio é simplório: uma palavra é dado. Um comportamento é dado, uma imagem também. Mesmo os sentimentos – intensamente expressos nas redes sociais – também podem se tornar um número, uma informação. Tudo isso deve ser tabulado, organizado e alimenta o Big Data. Essas informações, expressas na rede, são capturáveis e passíveis de alimentar grupos de comportamento com indicadores que pautarão os investimentos. Pode parecer complexo de explicar, mas os resultados são impactantes. É uma comunicação para muitos, mas personalizada.

Em uma realidade em que 94 milhões de brasileiros têm acesso contínuo às redes sociais, desconsiderar essas informações que estão sendo disponibilizadas, continuamente, denota desperdício.

Qualifique sua comunicação. Qualifique sua empresa, independente do ramo que atua e do porte que tenha. Quer vender? Quer comunicar bem? O futuro é digital.

Felipe de Paula é professor da UFSB e pesquisador da comunicação social.

A PERUCA DE EIKE BATISTA E O FANTASMA “NÃO TE APOSENTARÁS”

foto Cel artigoCelina Santos | celinasantos2@gmail.com

 

Em contrapartida, longe dos holofotes, um “fantasma” ronda a mente de seu “Zé da Bicicleta” em noites de insônia: “Não te aposentaraaaaás!”.

 

 

Em meio à série de notícias relacionadas à prisão do empresário Eike Batista, que mantinha um império com “generosas” doses de propina, um detalhe chamou a atenção: a peruca (ou implante?) raspada(o) quando ele foi para o presídio de Bangu 9 teria custado nada menos do que R$ 70 mil. Seria apenas o exotismo de um bilionário, se não estivéssemos num país absurdamente desigual.

O contraponto com nosso mundo real: um trabalhador comum, que ganhe um salário mínimo (R$ 937,00), precisaria de aproximadamente 75 meses (6,25 anos!) para disfarçar a calvície com “mimo” semelhante. Mas isso não é o pior. Conforme a proposta de reforma da Previdência Social – ainda à espera da apreciação dos nobres parlamentares, o mesmo sujeito só tem direito a aposentadoria integral após contribuir durante 49 anos.

Daí as inúmeras piadas disseminadas pela internet. Uma dessas “gracinhas” virtuais, perdão se parecer heresia, menciona um 11º mandamento, que profetiza: “Não te aposentarás!”. As brincadeiras ilustram o quanto o brasileiro consegue rir das suas lamúrias, ao passo que, infelizmente, pouco pode fazer para mudar muitas delas, embora se diga, oficialmente, que “a voz do povo é soberana”. Quem dera!

Voltando à reforma, o projeto desconsidera, ainda, o nível de desgaste que determinadas funções impõem ao longo dos anos. É surreal, por exemplo, igualar a idade mínima para aposentadoria de um trabalhador rural à de alguém que labuta na sombra e/ou no conforto do ar-condicionado.

Para haver bom senso, caberia ser levado em conta um princípio deixado por Aristóteles – um dos precursores do Direito: “Devemos tratar igualmente os iguais e desigualmente os desiguais, na medida de sua desigualdade”. Tal máxima não é só retórica; poderia muito bem ser imperiosa nesse Brasil de dimensões continentais, sempre que a intenção for fazer Justiça.

Porém, ao que tudo indica, a “bola da vez” é esmiuçar como serão penosos os dias e noites de Eike Batista numa cela comum, já que não tem diploma universitário. E tentar, a todo custo, conseguir imagens da expressão sofrida dele, sem a tão valiosa cabeleira. Em contrapartida, longe dos holofotes, um “fantasma” ronda a mente de seu “Zé da Bicicleta” em noites de insônia: “Não te aposentaraaaaás!”.

Celina Santos é pós-graduada em Jornalismo e Mídia e chefe de Redação do Diário Bahia.

BOMBANDO NA REDE

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Foragido da Justiça e fichado pela Interpol, Eike Batista bomba nas redes e mídias digitais estampando embalagem de escondidinho daquela marca famosa. A montagem é de autoria desconhecida.

AUMENTO DO ACESSO VIA CELULAR, GAMES E “PÓS-VERDADE” MARCAM A INTERNET EM 2016

Acesso via smartphone aumentou em 2016 no Brasil (Foto Agência Brasil).

Acesso via smartphone aumentou em 2016 no Brasil (Foto Agência Brasil).

Em um ano marcado pelas turbulências na política, pelas Olimpíadas no Rio de Janeiro e a tragédia com o avião da Chapecoense, a internet foi, mais do que nunca, espaço para repercussão dos principais acontecimentos. No mundo da web, os destaques ficaram por conta da consolidação do telefone celular como principal plataforma de acesso, do jogo Pokémon Go e da “pós-verdade”, termo que foi escolhido como “palavra do ano”.

Os brasileiros estão cada vez mais conectados. Dados divulgados em setembro pela pesquisa TIC Domicílios apontaram que cerca de 58% da população têm acesso regular à internet. Pela primeira vez, o número de internautas bateu a casa dos 100 milhões.

Um dos maiores responsáveis por esse crescimento são os telefones celulares. Pesquisas do IBGE apontaram que o número de acessos à web por dispositivos móveis ultrapassou o de usuários de computador. Cerca de 89% dos usuários usam telefones para navegar na web.

O crescimento da internet via celular acarretou na queda do uso do computador como meio de acesso. Além de o número de internautas que acessam via computador ter caído para 40%, o número de máquinas nas casas também caiu. Apenas 40% dos usuários de internet têm computadores.

“PÓS-VERDADE”

Depois de selfie (2013) e emoji (2015), a palavra do ano, segundo o dicionário Oxford, foi “pós-verdade”. O termo, que “denota circunstâncias em que fatos objetivos têm menos peso do que crenças pessoais”,  esteve presente no debate político na internet e na divulgação de notícias falsas. A palavra ganhou peso após o resultado das eleições norte-americanas e o referendo que culminou na saída do Reino Unido da União Europeia.

Alguns analistas políticos atribuíram a vitória de Trump e o resultado do Brexit a boatos que circularam na internet. Após escolha da pós-verdade como palavra do ano, gigantes da tecnologia como o Facebook e o Google declararam “guerra aos boatos”. Na prática, nada foi feito ainda, mas a promessa é desenvolver ferramentas de checagem que possam diminuir disseminação de notícias falsas na web.

Quem também deu o que falar em 2016 foi o jogo Pokemón Go. O termo “Pokemón Go” foi o mais buscada no Google por brasileiros neste ano, o que reflete a popularidade do aplicativo. Lançado em julho, o game inovou ao misturar os personagens japonês com a chamada realidade aumentada, em que o jogador interage com o ambiente ao seu redor. Apesar do sucesso entre os usuários, o jogo também foi alvo de muitas críticas.

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INTERNET AJUDOU A DERRUBAR O MITO DA TOLERÂNCIA BRASILEIRA

bob vieira da costaBob Vieira da Costa

 

Já passou o tempo em que a internet era terra de ninguém. Não faltam canais para denúncias. O acesso a um meio amplo de comunicação, aliado a uma ideia distorcida de liberdade, fez com que os intolerantes encontrassem eco.

 

A internet vem ajudando a derrubar o mito de que nós brasileiros somos tolerantes às diferenças. Histórias que desnudam a intolerância entre nós surgem a cada dia. Para cada caso com pessoas conhecidas noticiado na mídia, há outros milhares nas redes sociais.

Cabelo ruim, gordo, vagabundo, retardado mental, boiola, malcomida, golpista, velho, nega. Expressões como essas predominam nas nuvens de palavras encontradas em posts que revelam todo tipo de intransigência ao outro, em vários aspectos: aparência, classe social, deficiência, homofobia, misoginia, política, idade, raça, religião e xenofobia.

Segundo dados da ONG Safernet, denúncias contra páginas que divulgaram conteúdos do tipo cresceram mais de 200% no país. Num primeiro momento, parece que a internet criou uma onda de intolerância.

O fato, porém, é que as redes sociais apenas amplificaram discursos existentes no nosso dia a dia. No fundo, as pessoas são as mesmas, nas ruas e nas redes.

Vejamos: o Brasil lidera as estatísticas de mortes na comunidade LGBT (dado da Associação Internacional de Gays e Lésbicas); mata muito mais negros do que brancos (Mapa da Violência); aparece em quinto lugar em homicídios de mulheres (Mapa da Violência); registrou aumento de 633% nos casos de xenofobia (Ouvidoria Nacional dos Direitos Humanos); e 6,2% dos seus empregadores confessam não contratar pessoas obesas (site de recrutamento).

A intolerância nas redes é resultado direto de desigualdades e preconceitos sociais em geral, não é uma invenção da internet. O ambiente em rede facilita que cada um solte seus demônios, ao dar a sensação de um pretenso anonimato. O mundo virtual é, portanto, mais uma forma de os intolerantes se manifestarem e ampliarem seu alcance.

Para se ter ideia, nossa agência, por meio da iniciativa Comunica que Muda, resolveu medir a intolerância na internet durante três meses, utilizando a plataforma Torabit.

De abril a junho, foram analisadas nada menos que 393.284 menções aos tipos de intolerância citados no início do texto. O percentual de abordagens negativas dos temas ficou acima de 84%. No caso do racismo, chegou a 97,6%.

O maior número de menções (220 mil) foi para a política, seguido da misoginia (50 mil), mas há que se ressaltar que o tema reflete a crise atual. Entre os Estados, o Rio de Janeiro registrou o maior número de citações (58.284), apesar de, proporcionalmente à população, o Distrito Federal ser o mais intolerante.

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