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:: ‘Jaques Wagner’

EM COLETIVA, WAGNER ABORDA PORTO SUL

O governador Jaques Wagner concede entrevista nesta segunda, 19, para falar da tão esperada licença prévia do projeto Porto Sul, estimado em R$ 3,5 bilhões. A coletiva está marcada para as 14h30min, na Governadoria.

O Porto Sul envolve investimentos públicos (governos federal e estadual) e da Bahia Mineração (Bamin). Foi Wagner quem anunciou, na semana passada, a emissão da licença prévia do projeto Porto Sul, que terá capacidade para exportar, anualmente, cerca de 66 milhões de toneladas de grãos e minérios. A previsão é de que o porto esteja pronto em 2016 e gere, aproximadamente, 2 mil empregos.

O Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) concedeu a licença após a realização de várias audiências e readequações do projeto original, inclusive com mudança do local de construção do porto. O investimento também contempla construção de aeroporto e da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (Fiol).

REPUBLICANISMO FILOSÓFICO

Marco Wense

Quando questionado sobre o deputado Marcelo Nilo, que quer continuar como presidente da Assembleia Legislativa pela quarta vez consecutiva, Wagner lançou mão de um republicanismo, digamos, filosófico.

O governador Jaques Wagner, em entrevista ao jornal A Tarde, admitiu o impacto das greves dos professores e da Polícia Militar nos resultados das eleições.

O governador disse o que muitos petistas queriam dizer, mas não tiveram coragem. Ou seja, que as greves contribuíram para a derrota de alguns candidatos da base aliada.

Wagner também declarou que é contra a eternização dos políticos no poder: “O político tem que ser profissional no sentido de ser competente, mas não pode ter na política um emprego”.

Quando questionado sobre o deputado Marcelo Nilo, que quer continuar como presidente da Assembleia Legislativa pela quarta vez consecutiva, Wagner lançou mão de um republicanismo, digamos, filosófico.

Para não atritar com Nilo, que é do PDT, partido da base aliada, Wagner respondeu que é contra a eternização filosoficamente falando. Que faz política e não filosofia. Uma saída politicamente perfeita.

MEDO DAS RUAS

Alguns deputados, por enquanto só federais, vêm defendendo o fim das carreatas, das caminhadas, da distribuição de santinhos, do corpo a corpo, dos palanques e de tudo que possa afastar o político do eleitor.

Os filhotes da ditadura, como diria Leonel Brizola, querem o retorno do famigerado colégio eleitoral e da indicação biônica para prefeitos e governadores.

Os inimigos da democracia, saudosistas do regime autoritário, têm nojo do contato físico com o eleitor. Querem distância do povão de Deus.

EXPRESSÕES LATINAS

Algumas expressões latinas são aterrorizantes para a maioria dos políticos, como, por exemplo, Voluntas sceleris e Vita anteacta, que significam, respectivamente, vontade de praticar o ato criminoso e vida pregressa.

Outras, no entanto, até que ajudam quando os políticos estão enroscados com a justiça. Quando o assunto é o mensalão, José Dirceu apela para a Probare oportet, non sufficit dicere (Dizer não é suficiente, é preciso provar).

Joaquim Barbosa, eminente ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), é ardoroso seguidor da expressão Dura Lex, sed Lex. A lei é dura, mas é lei.

Marco Wense é articulista do Diário Bahia.

WAGNER, GERALDO E O PT

Marco Wense 

A verdade é filha do tempo. E o tempo, como senhor da razão, vai mostrar que os seguidos erros de Geraldo Simões – alguns até infantis – podem levá-lo para o isolamento político.

O governador Jaques Wagner faz um esforço sobrenatural para entender o político Geraldo Simões. Fica mais abismado quando compara o Geraldo de ontem com o Geraldo de hoje.

O irreverente jornalista Eduardo Anunciação diria que o Geraldo Simões de priscas eras, na época de “minha pedinha”, é o oposto do Geraldo Simões de agora.

Anunciação, comentarista político do Diário Bahia, tem razão quando diz que GS “está precisando com urgentíssima-urgência perceber alguns episódios, alguns erros, alguns fatos, falhas”.

Wagner também não entende como é que Geraldo Simões consegue, concomitantemente, se atritar com as legendas da base aliada, suas respectivas lideranças e com os próprios companheiros.

Das agremiações partidárias de maior expressão, obviamente do cenário baiano, apenas o PSB e o PDT de Acácia Pinho acompanharam a então candidata Juçara Feitosa na última sucessão municipal.

O fato de Juçara ser a suplente da senadora Lídice da Mata, que é a comandante-mor do PSB, contribuiu para que petistas e socialistas ficassem no mesmo palanque.

O PSB, no entanto, assim como o PDT, ficou dividido entre as candidaturas de Juçara e Vane do Renascer. A ala histórica do brizolismo grapiúna decidiu pelo apoio ao candidato do PRB.

Vale ressaltar que Acácia Pinho foi protagonista de uma enxurrada de discursos contra o capitão Azevedo e Geraldo Simões. A neopedetista pregava o fim da “mesmice”, aí incluindo o ex-prefeito Fernando Gomes.

Ao romper com a frente partidária, que terminou optando por Wenceslau Júnior como vice de Vane, Acácia se aproximou do capitão Azevedo com o intuito de integrar a chapa majoritária.

O comando estadual do PDT daria o aval para a estranha aliança, já que todas as pesquisas de intenção de voto apontavam Azevedo em uma posição confortável. Sua reeleição era considerada como favas contadas. :: LEIA MAIS »

“A FOTO”

Foto de Lúcio Távora, da Agência A Tarde, ilustra a capa do jornal dos Simões. Traz a presidente Dilma Rousseff num tête-à-tête com o governador baiano, Jaques Wagner.

QUEDA DO ICMS TIRA R$ 270 MILHÕES DO ESTADO EM 2013

A Tarde

O governo do Estado estima perder, no próximo ano, R$ 270 milhões só com a queda do Imposto de Circulação de Mercadoria e Serviços (ICMS) na energia elétrica, revelou, nesta segunda-feira, 5, o governador Jaques Wagner. Isso será reflexo do pacote de medidas do governo federal que visa reduzir a conta de energia para consumidores residenciais e empresariais a partir do próximo ano, para estimular investimentos da iniciativa privada no setor. O volume representa aproximadamente 1% do total de receitas do Estado no ano passado.
“O quadro está muito duro”, admitiu Wagner. Em setembro, o Palácio do Planalto anunciou os cortes em encargos embutidos na conta de luz e da renovação de contratos de concessão. Na ocasião, o ministro das Minas e Energia, Edison Lobão, estimou que a queda na tarifa de energia elétrica vai variar de 19,7% a 28% para as empresas e 16,2% para o residencial.

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HORA DA FATURA

Após as eleições municiais, pelo menos dois partidos já apresentam – publicamente – fatura ao governador Jaques Wagner. Querem mais espaço na gestão estadual.

O deputado federal Daniel Almeida, presidente do PCdoB baiano, cobra mais “carinho” ao partido no governo do “Barbudinho de Ondina”. Os cururus comandam a Bahiagás e as secretarias estaduais do Trabalho e Esporte (Setre) e da Copa (Secopa). Agora, estão de olho também na Pasta da Educação, hoje dirigida por Osvaldo Barreto.

Na mesma linha, segue o vice-governador e presidente do PSD, Otto Alencar. Ao jornal A Tarde, Otto – que começa a articular sua candidatura à sucessão de Wagner, diz que o partido fez 72 prefeitos e tem 12 deputados estaduais e seis federais, mas conta apenas com a Secretaria de Infraestrutura, comandada por ele.

CONSELHO POLÍTICO

O Conselho Político do governo baiano está reunido nesta manhã. Na pauta, assuntos como o resultado eleitoral em Salvador e o cenário para 2014. O governador Jaques Wagner e o vice, Otto Alencar, participam do encontro.

O conselho é integrado por todos os partidos da base aliada.

SEM (MUITOS) ENTRAVES

O governador Jaques Wagner agiu republicanamente, domingo passado, ao se pronunciar quanto ao resultado das urnas em Salvador. Como se sabe, Wagner apoiou Nelson Pelegrino (PT), mas deu ACM Neto (DEM). Quem espera uma relação conturbada entre Wagner e Neto, pode tirar o cavalinho da chuva.

O governo sabe que se a gestão de Neto for ruim, sobra (também) para Wagner e para quem ele indicar à sua sucessão em 2014. Esse é um entendimento antigo da equipe do “Barbudinho de Ondina” que, no entanto, pouco podia ou pôde fazer para amenizar os efeitos do governo de João Henrique (PP), hoje dono de uma das três maiores reprovações dentre as gestões de capitais brasileiras, segundo o Ibope.

WAGNER DESTACA CRESCIMENTO DA RENDA

O governador Jaques Wagner destacou a elevação dos índices de emprego e renda na Bahia, em comentário apresentado no programa de rádio Conversa com o Governador, produzido pela Secretaria de Comunicação Social do Estado (Secom).

Compilando números levantados desde 2007, quando tomou posse, até 2011, Wagner cita uma geração de 505 mil novas vagas no mercado de trabalho. Já a renda média do baiano subiu 21% no mesmo período, passando de R$ 729,00 para R$ 881,00.

“Essa é a grande revolução que nosso governo está fazendo junto com o governo da presidenta Dilma “, afirma o governador.

Clique aqui para ouvir o programa.

WAGNER PENSA EM UM “POSTE” PARA 2014

Embora tenha nomes como o do senador Walter Pinheiro, do ex-presidente da Petrobras José Sérgio Gabrielli e do secretário estadual Rui Costa, o governador Jaques Wagner pode buscar um nome diferente destes que aparecem para a disputa pelo Palácio de Ondina em 2014.

O governador diz que pode recorrer a quadro técnico e menos político. E lembra até a conjuntura que levou o ex-presidente Lula a fazer escolha pela então ministra Dilma Rousseff, hoje presidente e dona de aprovação recorde dentre todos os mandatários brasileiros após o “período de chumbo”.

A conversa pode ser séria ou apenas para tirar a pressão sobre os seus ombros – que tende a aumentar após o fechar das urnas hoje. Quanto ao nome do sucessor – ou sucessora -, tudo dependerá da avaliação de seu governo até o 2014. E, nessa conta, Wagner também precisa incluir nomes de partidos aliados. Marcelo Nilo (PDT) quer, Otto Alencar (PSD) também. Outros estão na fila, embora chamuscados pela passagem apagada como ministro em Brasília, a exemplo de Mário Negromonte (PP).

2014: O PT QUE SE CUIDE

O deputado federal José Carlos Araújo ainda comemora o desempenho do PSD nas eleições municipais. Secretário-geral do partido na Bahia, Araújo olha 2012 e enxerga 2014.

Na sua estreia em disputas eleitorais, o PSD despontou como o partido que conquistou o segundo maior número de prefeituras na Bahia, 71, perdendo apenas para o PT, que governará 92 municípios. O terceiro nesse ranking é o PP (52 prefeituras), enquanto o PMDB de Geddel e Lúcio Vieira Lima ficou com o quarto lugar (44 prefeituras).

Araújo se sente fortalecido, afirmando que, dos prefeitos eleitos pelo PSD, 12 são ligados diretamente a ele. Quem festeja ainda mais é o vice-governador Otto Alencar, que sonha com a sucessão de Jaques Wagner.

NENHUM LAÇO FOI CORTADO

Walmir Rosário | wallaw1111@gmail.com

Diversos compromissos de retribuição da generosidade ilheense foram prometidos, porém todos eles em vão, sem qualquer reciprocidade. Mão de via única.

Nestes últimos cinco anos o município de Ilhéus vem passando por um período de pobreza extrema. Não sei se é justo comparar, mas lembra muito a crise desencadeada pela introdução da vassoura-de-bruxa na região cacaueira da Bahia. Só que desta vez a miséria não reinou absoluta como antes, maltratando perversamente todos os segmentos da economia regional, mas atingindo diretamente o setor público, responsável pelo desenvolvimento social da comunidade.

E Ilhéus reunia todas as condições econômicas e políticas para se transformar na “bola da vez” do Sul da Bahia, voltando a desfrutar do título de “Princesinha do Sul”, da época dos coronéis do cacau, quando esbanjava riqueza, histórias e estórias. Pasmem os senhores, reunidas todas as condições favoráveis, a exemplo de ser destacada nas revistas econômicas como uma dos 100 melhores municípios para receber investimentos e, ainda por cima, sediar megaempreendimentos como o Complexo Intermodal do Porto Sul e suas variantes, Zona de Processamento e Exportação (ZPE), dentre outros projetos.

Como já disse acima, com as variáveis e pontos fortes favoráveis nas áreas econômicas e políticas, as autoridades de Ilhéus não conseguiram “cortar nenhum laço de fita” para inaugurar uma só obra, por mais ínfima que fosse. E não foi por falta de amizade, afinal, o prefeito Newton Lima sempre foi ressaltado pelo governador Jaques Wagner como um correligionário de primeira hora, daqueles que “comeram poeira na estrada”, um companheiro comprometido com as causas de Ilhéus, a cidade mais bonita da Bahia, como se referia costumeiramente o governador Wagner.

E olha que o “dever de casa” foi feito com todo o carinho pelo prefeito Newton Lima e retribuído pela população ilheense com uma avalanche de votos, contribuindo diretamente para alçar Wagner a cargo de mais alto mandatário da Bahia. E a história se repetiu – mesmo não sendo em forma de farsa – na eleição seguinte, o que garantiu sua permanência no cargo com novo mandato. Diversos compromissos de retribuição da generosidade ilheense foram prometidos, porém todos eles em vão, sem qualquer reciprocidade. Mão de via única.

O que teria faltado para que o governador pudesse cumprir seus compromissos, feitos em praça pública para quem quisesse ouvir? Incapacidade de execução por falta recursos orçamentários e financeiros do Estado para investir em Ilhéus? Dificuldades por falta de tempo para elaborar e operacionalizar os projetos? Não creio, pois a vontade política sempre prevalece. Quando é vontade do “rei”, os técnicos se debruçam sobre o problema e conseguem viabilizar o mais intricado obstáculo.

Há quem afirme ser simples ingratidão, afinal, as palavras ditas o vento as leva, as gravadas podem ser esquecidas, as impressas apagadas ou incompreendidas. Foi-se o tempo em que prevalecia a palavra do político, o compromisso assinado simbolicamente através de um “fio do bigode”. Uma prova viva e resistente da promessa política é a antiga ponte Lomanto Júnior, que liga o centro da cidade ao bairro do Pontal, realizada e cumprida pelo governador Antônio Lomanto Júnior, que faz parte de uma saga de político em extinção.

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TIRO PELA CULATRA

Marco Wense

Como não bastasse um leão desdentado ou, então, com caninos e incisivos inofensivos, o PSDB e o DEM têm que enfrentar uma aprovação recorde do governo Dilma Rousseff.

O oposicionismo ao governo Dilma, tendo na linha de frente o PSDB e o DEM, vibrou com a notícia de que o julgamento do mensalão seria concomitante com o processo sucessório municipal.

Tucanos e democratas comemoraram como se já fosse uma vitória antecipada de seus pré-candidatos a prefeito, principalmente nas grandes capitais, com destaque para São Paulo.

A possibilidade de figuras importantes do PT serem condenadas e, com efeito, massacradas publicamente, como, por exemplo, um José Dirceu, deixou a oposição confiante, embevecida.

Em tempo, a ex-cúpula poderosa do PT, formada por José Dirceu, José Genoino e Delúbio Soares, respectivamente ex-ministro da Casa Civil, ex-presidente do partido e ex-tesoureiro da legenda, foi condenada pelo STF por crime de formação de quadrilha.

O escândalo do mensalão seria uma espécie de tábua de salvação para uma oposição fraca e comprovadamente incompetente. Sem falar na arrogância e na soberba dos tucanos da Avenida Paulista.

Ledo engano. O mensalão, não menos e nem mais escandaloso do que a compra de votos para aprovar a PEC da reeleição no então governo FHC, mostrou-se, digamos, como um leão desdentado.

O jornalista Fernando Rodrigues tem razão quando diz que “o PT sairá das urnas como o grande vencedor nas cidades com mais de 200 mil eleitores, podendo levar pela terceira vez a joia da coroa, São Paulo”.

Como não bastasse um leão desdentado ou, então, com caninos e incisivos inofensivos, o PSDB e o DEM têm que enfrentar uma aprovação recorde do governo Dilma Rousseff.

Pois é. Tucanos e democratas estão, como diz o ditado popular, no mato sem cachorro. Se correr o bicho pega, se ficar o bicho come. É Dilma incorporando o papel de paladina da justiça e Lula com sua capa de teflon.

WAGNER E 2014

A manifestação de vontade do governador Jaques Wagner, querendo deixar o governo para se candidatar a uma vaga na Câmara Federal, foi comemorada, efusivamente, por dois políticos: Otto Alencar e Geddel Vieira Lima.

Para os gedelistas, a atitude de Wagner é a prova inconteste do seu desinteresse pelo governo. Os otistas, por sua vez, vibram com a possibilidade do chefe assumir o comando do Palácio de Ondina.

Geddel, pelo PMDB, e Otto, pelo PSD, são pré-candidatos a governador na eleição de 2014.

O CARA

Nem o senador tucano Aécio Neves e, muito menos, o governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB).

Para enfrentar Dilma Rousseff, candidatíssima a um segundo mandato, via instituto da reeleição, só Joaquim Barbosa (foto acima), ministro do Supremo Tribunal Federal – STF.

Depois de jogar duro nos mensaleiros, o eminente ministro passou a ser “o cara”. A bola da vez. O cara retado de bom, como diz o nordestino

Marco Wense é articulista do Diário Bahia.

IBOPE TRAZ NETO À FRENTE DE PELEGRINO: 47% A 39%

ACM Neto (DEM) apareceu à frente de Nelson Pelegrino (PT) na primeira pesquisa de intenções de voto no segundo turno em Salvador: 47% a 39%. Encomendado pela Rede Bahia, o levantamento do Ibope apresentou 9% de eleitores que votariam em branco ou nulo e percentual de 4% de indecisos.

Em votos válido, ACM Neto tem 54% e Pelegrino, 46%. A pesquisa Ibope ouviu 805 eleitores do dia 17 a 19 e foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), com o protocolo BA-00544/2012, e tem margem de erro de 3 pontos percentuais.

Se o resultado do Ibope se confirmar nas urnas, ACM Neto derrotará Pelegrino, que na campanha tem abusado em exibir os apoios da presidente Dilma Rousseff e do ex-presidente Lula, além do governador Jaques Wagner. Pelegrino também recebeu apoio dos prefeituráveis derrotados em primeiro turno (Mário Kertész, Da Luz e Márcio Marinho). Apenas Hamilton Assis, do PSOL, manteve-se neutro.

HORÁRIO DE VERÃO, JW E EMISSORAS DE TV

Do Poder Econômico-IG

Ao recuar de sua decisão de adotar o horário de verão na Bahia, o governador Jaques Wagner desagradou em cheio as emissoras de televisão, de onde vinha a maior pressão para igualar o fuso dos baianos ao do centro-sul.

Wagner recusou-se a comprar a briga com 76% dos entrevistados de uma pesquisa sobre o tema que foram contrários ao horário de verão no estado.

Aos mais próximos, o governador diz que as emissoras poderiam ter feito uma campanha educativa a favor da adesão da Bahia e explicar os benefícios à população. Mas o desgaste, agora, ficaria só com ele.

BAHIA CONFIRMADA NO HORÁRIO DE VERÃO

O governador Jaques Wagner confirmou que, pelo segundo ano consecutivo, a Bahia está incluída no Horário de Verão. A adoção segue desejo da maioria dos empresários de setores industriais e de comércio, segundo o mandatário baiano.

Dentre os defensores da mudança, está a Federação das Indústrias do Estado da Bahia (Fieb). Os dirigentes da entidade destacam que o estado responde por 55% das exportações do Nordeste e os países têm como referência o horário oficial (Brasília). A mudança fará com que os baianos adiantem o relógio em uma hora a partir do dia 21 deste mês.

BAHIA NO HORÁRIO DE VERÃO

O governador Jaques Wagner sinalizou que a Bahia vai aderir, novamente, ao Horário de Verão. O mandatário reconhece que a economia de energia com a mudança é pequena (“não é tão grande”), mas acha uma “maluquice” o estado ficar fora.

Wagner falou prometeu ouvir a população – mas não explicou como – para definir se haverá adesão à mudança que adianta o horário em uma hora. Em 2012, o Horário de Verão começa no próximo dia 21 e termina às 23h59min do dia 16 de fevereiro de 2013. Com informações do Correio.

WAGNER FALA DE GOVERNO, ELEIÇÕES E MENSALÃO E DIZ QUE A “VEJA VIROU PARTIDO POLÍTICO”

Governador durante inauguração de base comunitária em Itabuna (Foto Pimenta).

O governador Jaques Wagner esteve no final de semana em Itabuna, onde inaugurou a primeira Base Comunitária de Segurança no interior da Bahia. A base de segurança é aposta para redução dos índices de criminalidade em áreas onde há domínio do crime.

Após a inauguração no Monte Cristo e entrevista ao Alerta Total, da TV Cabrália, o governador concedeu entrevista ao PIMENTA. O mandatário baiano falou de greves no funcionalismo, gestão pública, eleições e reflexos eleitorais do julgamento do Mensalão, no Supremo Tribunal Federal (STF). Wagner fez crítica à Revista Veja pela postura de “partido político” assumida pela publicação da Editora Abril.

O governador também abordou o processo eleitoral na Bahia e ainda vê a disputa embolada em Itabuna. Ele afirmou que, na reta final, poderá vir a Itabuna apoiar o candidato da base aliada que estiver melhor posicionado – Vane do Renascer (PRB) ou Juçara Feitosa (PT).

PIMENTA – Quais os resultados já obtidos com as Bases Comunitárias nas áreas onde foram instaladas?

JAQUES WAGNER – A depender do tempo de instaladas, os índices de criminalidade apresentam redução de 40% a 50%. Na área do Calabar [Salvador], tivemos período longo com zero homicídio e as bases têm se mostrado a melhor política, mas é óbvio que não vamos colocar bases em todos os bairros, todo interior, mas as colocamos em cidades com índices elevados, como é o caso de Itabuna. Semana que vem estou indo a Feira de Santana, tem uma projetada para Porto Seguro, é uma política de instalar em bairros onde existe o tráfico conflagrado.

O governo fez opção de instalar a Base Comunitária numa área de quadra poliesportiva. Não há uma incoerência governamental entre discurso e combate ao crime?

Na verdade, foi demandado à prefeitura o oferecimento de um terreno. Também acho que é ruim suprimir uma quadra de esporte para colocar uma base comunitária, que é bem-vinda. A unidade nossa é provisória, mas o terreno ao lado [da quadra] é que será usado.

Existem demandas no sul da Bahia, como a duplicação da rodovia Ilhéus-Itabuna . Quando esta obra vai sair?

A duplicação ficou a cargo do governo federal . O Derba [órgão estadual] já entregou o projeto ao Dnit e está sendo adequado pelo Ministério dos Transportes. O dinheiro está reservado dentro do PAC II. É o Dnit terminar o projeto, sair a licença ambiental e fazer a obra. Eu tenho convicção de que a gente consegue começar essa obra no primeiro semestre de 2013.

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Com a aproximação da eleição, se um candidato da base estiver disputando com o adversário, no caso de Itabuna é com o DEM, a gente pode vir para reforçar.

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Falando de eleições, como se posicionará em Itabuna, onde a base tem dois candidatos?

Para não ser desleal, a minha postura é sempre ficar equidistante onde temos dois candidatos e estes participaram da minha campanha [em 2010]. Com a aproximação da eleição, se um candidato da base estiver disputando com o adversário, no caso de Itabuna é com o DEM, a gente pode vir para reforçar. Por enquanto, há a informação de que a disputa está embolada e eu estou me mantendo distante não só aqui como em todos os lugares. Sou do PT, mas sou de uma coligação. Então, se existem dois candidatos da base, a gente mantém essa distância.

Qual o mapa eleitoral que o governo projeta para este ano?

A projeção que temos é de que, dos 417 municípios, faremos 320. Gente mais otimista fala em 330. Eu boto 320, o que já seria um número bastante representativo, ficando perto de 100 com a oposição, mas ressalvando alguns municípios, pois o PMDB é parte do governo da presidenta Dilma e oposição ao governo estadual, mas não há “interdição” de alianças. Tem prefeitura que vai ser ganha pelo PMDB, mas com o apoio de gente nossa e do PT. E tem lugares onde o PT deve ganhar com o apoio do PMDB. Mas eu diria que, na minha base, estaremos acima de 320 prefeituras.

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Nelson Pelegrino tem crescido bastante e o candidato do DEM, na minha opinião, vem perdendo fôlego.

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E Salvador?

Nelson Pelegrino tem crescido bastante e o candidato do DEM, na minha opinião, vem perdendo fôlego. Em Feira, a eleição é dura, mas a reação de [Zé] Neto é muito boa. Já em Vitória da Conquista, Guilherme Menezes está bem. Aqui em Itabuna, como já disse, está embolado e em Ilhéus nós temos dois candidatos da base, assim como em Barreiras. Então, acho que o resultado vai ser bastante positivo.

Nacionalmente, qual será o impacto do Mensalão para o projeto eleitoral do PT?

Eu estava dizendo que houve julgamento do povo. O episódio do Mensalão já foi público. Em 2005, 2006, teve gente cassada ou que renunciou para não perder o mandato… Na minha opinião, o impacto maior se deu naquela época. Nós já tivemos as eleições de 2006, 2008 e 2010. Algumas pessoas se desestimularam em relação ao PT, mas, pelo desempenho nas eleições, eu diria que não foi um golpe como a oposição gostaria que fosse. Até porque, se o PT tem erros, e seguramente tem, os outros não estão isentos.

Os reflexos hoje seriam menores?

A população não é mais ingênua. Sabe que fazer o discurso da moralidade é fácil, mas teve, por exemplo, o episódio do Mensalão do DEM, com gente filmada colocando o dinheiro no bolso e por aí vai. E o PSDB, também [Minas Gerais]. Então, eu não gosto de generalizar. Seguramente, não somos um partido dos santos, mas de homens e mulheres, como todos são, com erros e acertos. Agora, alguém tentar posar de partido dos santos, de partido detentor da moralidade absoluta acaba soando como mentira para a população. Então, algum impacto acho que tem, mas não estou sentindo, pelo menos por onde tenho andado.

E na Bahia?

É óbvio que não tenho andado por outros estados, mas não estou sentindo isso.

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Eu digo sempre que com o pecado do pecador o povo já se acostumou. O pecado do pregador assusta muito mais. Quando acontece alguma coisa com alguém do PT, vira escândalo.

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O senhor esteve em São Paulo em apoio a Fernando Haddad. Lá, o senhor não sentiu?

Algum reflexo tem, é óbvio. Eu digo sempre que com o pecado do pecador o povo já se acostumou. O pecado do pregador assusta muito mais. Como nós sempre pregamos a moralidade e o bom uso do dinheiro público, quando acontece alguma coisa com alguém do PT vira um escândalo. Por quê? Porque somos pregadores do bom uso do dinheiro público. O episódio foi em 2005, há o julgamento e a postura de condenação. Agora, não acredito que isso vá ser… Vamos ver em São Paulo, onde o Haddad está crescendo, o Russomano está consolidado na primeira posição. Espero que [no segundo turno] dê Russomano e o Haddad, mas vamos esperar mais um pouquinho.

E o que muda com o envolvimento do nome do ex-presidente Lula, segunda a Veja?

Olha, a Revista Veja, ultimamente, tem se transformado quase que num partido político, como já aconteceu em outros países democráticos como Inglaterra, Estados Unidos. Alguns órgãos de imprensa esquecem de que a imprensa tem direito a ter sua opinião – e nós defendemos a liberdade de imprensa, mas tem momentos que ela assume uma posição e se contamina até diante da sociedade. A tentativa, na minha opinião, é absurda. Eu fui ministro que cuidava de toda aquela questão à época do Mensalão. Eu era o articulador político do presidente Lula… No dia que estive em São Paulo, estava saindo a revista e eu disse “posso garantir que o presidente nunca se encontrou com Marcos Valério nem no Palácio do Planalto nem no Alvorada ou na Granja do Torto”.

Mas a pressão é grande.

Essa tentativa [de envolver o ex-presidente Lula] já foi rechaçada no começo pelo Supremo. É tentativa de contaminar uma pessoa que, para tristeza das oposições, continua morando no coração de 80% dos brasileiros, pelo trabalho que ele fez. Mas não acho que isso vá prosperar. Insisto que é falta de argumento da oposição e aí tenta bater só nessa tecla. O povo ouve a palavra, mas julga pela ação. Creio que a ação do PT ao longo desses anos, seguramente, não é perfeita, mas a gente tem feito processo de prosperidade bastante grande no Brasil e na Bahia.

O senhor sempre foi visto como homem do diálogo e oriundo da base sindical. Por que se enfrentou duas greves duras só neste ano, principalmente a dos professores, que foi a mais desgastante e longa?

A greve da Polícia Militar, na verdade, tinha uma agenda nacional, que era a PEC 300. Então, iniciou-se um processo de greves em outros estados e chegou na Bahia e tomou contornos inaceitáveis e violentos. Graças a Deus, superamos aquela fase. Fizemos uma oferta salarial à Polícia Militar que começa a ser cumprida agora em novembro.

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Os negociadores do meu lado e do lado dos professores não exercitaram bem o que é sagrado – a mesa de negociação e o diálogo – e a greve acabou adentrando por uma conotação de politização.

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E na greve dos professores?

No caso dos professores, considero que houve erro de parte a parte na mesa de negociação. Os negociadores do meu lado e do lado dos professores não exercitaram bem o que é sagrado – a mesa de negociação e o diálogo – e a greve acabou adentrando por uma conotação de politização. Só lembrar que, seguramente, não sou governador da Bahia duas vezes, deputado três vezes e ex-ministro do presidente Lula por que seja burro. É óbvio que se num ano eleitoral eu pudesse alargar os proventos do funcionalismo público para estar em cada canto com gente satisfeita… Eu tenho limite e tenho que governar dentro da responsabilidade fiscal. Eu só quero lembrar, sem voltar a esse debate, que nós fizemos e vamos completar em março 53% de ganho real sobre a reposição da inflação. Houve desgaste, mas ele vai sendo superado. O governo não é julgado só por esse episódio. É julgado pelo conjunto da obra de cinco anos e meio. Graças a Deus, a gente tem avaliação bastante positiva da população.

Só que as pesquisas ainda apontam desgaste.

Não, você está falando da pesquisa de Salvador. É que o povo tem a mania de pegar pesquisa de Salvador.

Nos maiores centros, como Itabuna, também ainda há reflexo.

Em Feira de Santana virou completamente. Pode não ser igual às outras cidades do interior, mas a avaliação é positiva. Inclusive, em Salvador a regressão da desaprovação já é bastante grande e a gente já tem aprovação superior a não-aprovação. Salvador foi o grande foco da greve dos professores. Mas em época de eleição as coisas são… (pausa)

Mais acirradas?

(…) Mais acirradas e ninguém [da oposição] vai falar das bondades. Mas sou pessoa tranquila. Vou dar o exemplo de Salvador [em relação a pesquisa]: tinha gente comemorando antes da hora e me parece que a festa não vai ser como eles estavam imaginando. Vamos aguardar porque, pelas pesquisas, eu não iria nem para o segundo turno em 2006 e acabei ganhando no primeiro. Achava impossível ganhar do primeiro turno em 2010… Não falo isso com arrogância, mas como recomendação porque pesquisa é fotografia do momento. Eu acabei de ouvir do diretor da própria rede aqui [Marcelo Almeida, da TV Cabrália] que as coisas mudam com muita rapidez em Itabuna. Em São Paulo, todo mundo achava que Celso Russomano (PRB) ia cair [nas pesquisas]  com duas semanas de televisão. Consolidou em 35% e está todo mundo agora batendo perna, não entendendo o que está acontecendo. Então, vou continuar com minha humildade. Evidente que eu sei os problemas que o governo tem, mas também eu sei das entregas que a gente fez e não são poucas, e o povo julga pelo conjunto da obra.

FOTON MOTORS NA BAHIA

Wagner: atração de indústria.

O governador Jaques Wagner e representantes da Foton Motors assinam protocolo de intenções nesta sexta, às 13h30min, na Governadoria, visando à construção de unidade industrial em Camaçari, na Região Metropolitana de Salvador.

A Foton é a maior fabricante de caminhões do mundo e planeja investir US$ 300 milhões na Bahia para produzir 30 mil veículos comerciais por ano. A previsão é de gerar mil empregos diretos e seis mil indiretos com a unidade em Camaçari, além de instalação de 130 revendas no país até 2017.

Além do governador, assinam o protocolo os secretários estaduais James Correia (Indústria, Comércio e Mineração) e Luiz Petitinga (Fazenda), os executivos da Foton Motors, Roberta Prado ferreira, Tony Wu, Gary Yang e Lu Shao Yi, além do consultor da empresa no Brasil e na China, Wladimir Pomar.

“SALVADOR UFC”: LULA VERSUS ACM NETO

ACM Neto já disse que daria uma surra no agora ex-presidente Lula e o petista, em Salvador, lembrou a estatura do adversário (“naniquinho”). Enfim, em 2012, vem o tira-teima, a luta do ano: Lula versus ACM Neto, no “Salvador UFC”.

Confira o vídeo hilário ao extremo. Som na caixa, pois a luta – dentre outros ingredientes – traz narração e comentários dos experientes Mário Kertész e Jaques Wagner, nessa ordem.

JW FALA DE EMPREGO E HABITAÇÃO

Após investir R$ 400 milhões, a cervejaria Nova Schin inaugura as novas instalações da fábrica em Alagoinhas, na Bahia, em solenidade nesta quarta, 29, com a participação de acionistas japoneses e do governador Jaques Wagner.

O investimento é um dos temas tratados por Wagner no programa Conversa com o governador, que aborda a geração de empregos na Bahia nos últimos cinco anos e meio e a entrega de mil moradias do Minha Casa, Minha Vida em Vitória da Conquista, no sudoeste do estado. Para ouvir o programa, clique aqui.

JABES REJEITA WAGNER EM PROGRAMA ELEITORAL, MAS CITA DILMA E LULA. CARMELITA ALFINETA ADVERSÁRIO

A coordenação da campanha da candidata Professora Carmelita, de Ilhéus, ironizou o conteúdo do primeiro programa de rádio do adversário Jabes Ribeiro. O pepista se apresentou como candidato de Lula e de Dilma e deixou de fora do programa qualquer citação a um possível apoio do governador Jaques Wagner, aquele que, meses atrás, Jabes fazia questão de estar ao lado onde tivesse um fotógrafo e alardeava que iria apoiá-lo nesta campanha.

Segundo a coordenação de Carmelita, Jabes anunciou o apoio que não tem e deixou de fora quem, provavelmente, iria apoiá-lo. As declarações do ex-prefeito e candidato ficaram ainda mais interessantes para Carmelita, segundo a sua coordenação, já que, no mesmo Horário Eleitoral, apareceu o presidente nacional do Partido dos Trabalhadores, Rui Falcão, anunciando que a candidata de Dilma é… Carmelita.








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