WebtivaHOSTING // webtiva.com . Webdesign da Bahia
cenoe
prefeitura de ilheus





setembro 2018
D S T Q Q S S
« ago    
 1
2345678
9101112131415
16171819202122
23242526272829
30  

editorias






:: ‘José Adervan’

JOSÉ ADERVAN – FOI O HOMEM, FICA SUA HISTÓRIA

walmirWalmir Rosário | wallaw1111@gmail.com

Adervan lutou pela transformação da Fespi em Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc) se empenhou na criação da Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB). Mas nada disso se compara como o carinho com que recebia jovens estudantes que frequentemente visitavam o Agora.

Em 3 de março próximo José Adervan completaria 75 anos de existência, 66 deles vividos em Itabuna – sem levar em conta o período que passou em Salvador e Alagoinhas. A intenção dos amigos e família era elaborar uma edição especial do Jornal Agora para homenageá-lo, mas como ainda não conseguiram tornar a vida perene, nos deixou antes disso.

Lutou contra a enfermidade até não poder mais. E não poderia ser diferente para quem passou toda a vida superando obstáculos, sempre com a naturalidade que lhe era peculiar. Se as coisas estavam difíceis, aí era que ele apostava num salto mais alto. Contava que aprendeu isso com sua mãe, obstinada, como toda sergipana, em tornar vencer as dificuldades.

E Adervan, o mais baiano – grapiúna – dos sergipanos, costumava lembrar do dia em que chegou a Itabuna, numa data qualquer de 1951, em cima de um “pau-de-arara”, fugindo da terrível seca. Aos nove anos, o menino se deslumbrou quando o caminhão parou no terreno baldio onde hoje é o Fórum Ruy Barbosa, e resolveu fazer um reconhecimento daquela que seria a cidade do seu coração.

Mais do que sergipano de Boquim, passou a ser itabunense e cidadão da região cacaueira, título dado e passado pela população do Sul da Bahia, como reconhecimento dos seus feitos. Era um obstinado pelo desenvolvimento regional e travou uma luta constante na defesa da nossa economia, pelo cumprimento das promessas dos políticos, e pela garantia básica de direitos assegurados em nossa Constituição, como educação, saúde e cidadania.

É bom que se diga que esse estofo não nasceu do Jornal Agora, bastião da defesa regional, criado por Adervan e Ramiro Aquino, uma instituição que teima em desafiar a história, sobrevivendo por longos 35 anos. Não pensem que foi o Jornal Agora quem fez Adervan. Foi exatamente o contrário e desde os tempos de Alagoinhas que ele já se dedicava à imprensa, editando uma revista.

Dos tempos menino, quando começou a respirar o cheiro das tintas nas gráficas, ainda com tipos frios, passou pelo chumbo quente dos linotipos até as impressoras planas e a composição digital. Durante esse período, dividiu seu tempo com a política, a começar pela estudantil, elegendo-se presidente da então toda poderosa União dos Estudantes Secundaristas de Itabuna (Uesi). :: LEIA MAIS »

ATÉ BREVE, AMIGO ADERVAN!

Allah-GóesAllah Góes | allah_goes@hotmail.com

 

Adervan me deixou como lições, além do seu amor incondicional por Itabuna, por sua Ivone, filhas e netos, que é possível vencer, mesmo saindo de uma família humilde, por meio do estudo, do entusiasmo e da perseverança, construir algo grandioso e ser lembrado por ter vivido uma vida plena, profícua e feliz.

Pois é. E foi num domingo de carnaval que nos despedimos do Pai, amigo, companheiro e “folião” José Adervan de Oliveira. “Folião” sim, pois nos seus 74 anos de vida terrena ele se mostrou um apaixonado pela vida, por festejar, por fazer amigos, deixando um grande legado às novas gerações, de que é possível ser sério e correto, sem ser sisudo e fechado.

Sim, ele era tímido, e até avesso a homenagens públicas, mas também era alegre, gozador, polêmico e, acima de tudo, um democrata. Ele permitia que “seu” Jornal publicasse a opinião ou comentário de qualquer político, mesmo os “desafetos” ou não “tucanos”, pois entendia que jornalismo se faz de forma plural e maiúscula, o que fez com o Jornal Agora fosse considerado o maior, e – por que não? – o melhor Jornal do interior da Bahia.

Mesmo com as modificações das mídias, por conta dos avanços tecnológicos, ainda assim, tudo aquilo que é publicado no Jornal Agora, seu “filho” mais conhecido, repercute. E vira tema de debates pela cidade, o que trazia muita satisfação ao orgulhoso “Pai”.

Apesar de sabermos que não somos eternos, e que Adervan vinha há anos lutando contra esta terrível doença, a passagem de uma pessoa como ele, em razão da grandeza de sua história pessoal, só nos é confortada por causa de uma certeza que carrego: Sua inquietude continuará, mas agora em outro plano, junto com outros gigantes da civilização grapiúna, pois uma única vida é muito pouco para uma pessoa multifacetada como ele.

As várias facetas de Adervan se misturam com o calendário político, esportivo e cultural de nossa Região. Seja organizando a Bienal cultural, a festa de aniversario do Jornal (onde a política é o prato principal), elaborando a edição especial do Agora, homenageando o aniversário de Itabuna (com seus vários cadernos resgatando a nossa história), promovendo jogos de futebol, realizando festas, “politicando”, arrendando rádio ou cobrindo copa do mundo de futebol. Tudo regado pela irreverência daquele que não se acomoda ou se acovarda diante dos desafios e das dificuldades.

E não foram poucas as dificuldades e os desafios que o irrequieto menino de Boquim (SE) enfrentou, pois desde cedo teve que aprender a conciliar o trabalho com o estudo, o que se mostrou relevante para sua história, vez que foi desta junção que surgiram as suas primeiras paixões: a política, da época em que virou líder estudantil, quando chegou a presidir a saudosa UESI – União dos Estudantes Secundaristas de Itabuna; e a jornalística, pois foi trabalhando em gráfica, que tomou gosto pela arte de informar.

Foi um vitorioso na vida. Até mesmo o seu insucesso político, de quando tentou ser prefeito de sua amada Itabuna, permitiu o soerguimento do PSDB local, que, sob a sua presidência, conseguiu eleger, depois de muito tempo, um vereador e, tempos depois, um deputado estadual.

Para mim, que tive o privilégio de ter podido desfrutar de seus conselhos e ouvir suas estórias e histórias, Adervan me deixou como lições, além do seu amor incondicional por Itabuna, por sua Ivone, filhas e netos, que é possível vencer, mesmo saindo de uma família humilde, por meio do estudo, do entusiasmo e da perseverança, construir algo grandioso e ser lembrado por ter vivido uma vida plena, profícua e feliz. Até breve meu amigo.

Allah Góes é amigo e fã de José Adervan.  

AUTORIDADES DESTACAM CONTRIBUIÇÃO DE ADERVAN PARA O SUL DA BAHIA

Adervan faleceu ontem, no Calixto Midlej Filho.

Adervan faleceu ontem, no Calixto Midlej Filho.

A contribuição do jornalista José Adervan de Oliveira, 74 anos, para a região cacaueira sul-baiana foi destacada, hoje (13), pelos prefeitos Mário Alexandre, “Marão”, de Ilhéus, e Moacyr Leite, de Uruçuca, além do vice-prefeito ilheense José Nazal. Ambos emitiram nota de pesar pela morte de um dos fundadores do Jornal Agora, ocorrida ontem à tarde, no Hospital Calixto Midlej Filho, em Itabuna, após resistir, bravamente, contra câncer de próstata.

O prefeito Moacyr Leite Júnior ressaltou a importância de Adervan para o sul da Bahia. “Deixa uma lacuna não apenas na comunicação regional, mas no bom debate de ideias no campo da política e do desenvolvimento socioeconômico regional. Era, reconhecidamente, uma pessoa caridosa e que tinha devoção e amor pelo sul da Bahia”. Moacyr decretou três dias de luto em reconhecimento a Adervan.

Em nota, Marão e José Nazal, observaram, em nota, que o jornalista “José Adervan exerceu um papel de destaque no contexto da comunicação no Sul Bahia, nas últimas décadas, sendo um incansável defensor dos interesses da Região e do Município de Ilhéus”.

O presidente da Fundação Itabunense de Cultura e Cidadania (Ficc), Daniel Leão, lamentou a perda. “Seu desaparecimento causou grande consternação à classe jornalística e a FICC expressa seus maiores sentimentos ao seu grande número de amigos, admiradores e familiares”.

ASSOCIAÇÃO COMERCIAL

A participação de Adervan nas questões regionais e a preocupação com o desenvolvimento foram citadas pelo presidente da Associação Comercial e Empresarial de Itabuna (Acei), Ronaldo Abude. “Um dos seus legados [deixados pelo jornalista], o Jornal Agora repercutiu as suas preocupações com os problemas da região cacaueira, como também transmitiu muitas conquistas.

O corpo de Adervan está sendo velado no SAF de Itabuna, na Juca Leão, ao lado do Grapiúna Tênis Clube. O enterro será às 16 horas, no Cemitério Campo Santo, em Itabuna.

SINAPRO

A morte do jornalista também foi lamentada pela direção do Sindicato das Agências de Propaganda da Bahia (Sinapro-Bahia). “Fundador do jornal Agora, José Adervan era amante da política e mantinha uma coluna diária no jornal que fundou e do qual foi administrador. À família e aos amigos enlutados, o Sinapro-Bahia envia sinceras condolências”, destaca nota do sindicato.

FUNDADOR DO JORNAL AGORA, JOSÉ ADERVAN MORRE AOS 74 ANOS

Adervan deixou legado na área de comunicação.

Adervan deixou legado na área de comunicação.

O jornalista e um dos fundadores do Jornal Agora, José Adervan de Oliveira, faleceu na tarde deste domingo (12), no Hospital Calixto Midlej Filho, em Itabuna, após lutar contra câncer de próstata.

O corpo do jornalista será velado no SAF de Itabuna, na Juca Leão, ao lado do Grapiúna Tênis Clube, a partir das 20 horas deste domingo. O enterro está previsto para as 16 horas desta segunda (13), no Cemitério Campo Santo, em Itabuna.

Adervan deixa viúva, Ivone, e as filhas Andréa, Fernanda e Roberta.

Bancário aposentado, Adervan fundou o Jornal Agora, na década de 80, com o também jornalista Ramiro Aquino. Inicialmente semanal, a publicação passou a ter edições diárias, de terça a sábado. Pela redação, passaram nomes como Antônio Lopes, Maurício Maron, Walmir Rosário, Ricardo Ribeiro e Kleber Torres.

À frente do Agora, foi ousado. Investiu por muitos anos em cadernos especiais para revelar o potencial da agricultura, do comércio e da economia sul-baiana. Ou abrir espaço para a cultura, com o Caderno Banda B. Os aniversários de Itabuna sempre eram marcados por edições especiais com a nossa história e as perspectivas para a economia.

O jornal era uma das suas razões de vida. Uma outra era a política. Adervan tinha militância desde os tempos de juventude e foi um dos fundadores do PSDB itabunense. Em 2008, disputou a Prefeitura de Itabuna pelo PSDB, tendo a médica Zina Macedo (PSDB) como vice. Também presidiu o diretório do partido. A política era um dos assuntos principais de sua coluna no jornal.

Marco Wense, que por muitos anos escreveu sobre política em sua coluna no Agora, assim se expressou em um aplicativo de mensagens:

“O jornalismo político fica mais pobre. Adervan era apaixonado pelo fascinante mundo do comentário, da análise e da opinião, seja na sua coluna nas páginas do Agora ou em qualquer outro lugar”.

E completa:

“Lá, em um lugar chamado de eternidade, vai se encontrar com [Eduardo] Anunciação. E o óbvio ululante, é dizer que vão conversar sobre política, política e política”.

EDIÇÃO HISTÓRICA

Adervan 2A edição do Agora desta quarta-feira (3) esgotou poucos minutos depois de chegar às bancas de Itabuna. Trazendo em sua primeira página manchete sobre a farra (legal, mas imoral) da bolsa estudantil na Assembleia Legislativa baiana, a publicação também menciona os 73 anos de um de seus fundadores, o jornalista José Adervan.

Em tempo: Às 20 horas de hoje, familiares e amigos prestam homenagem a Adervan em um jantar na Churrascaria Los Pampas, em Itabuna. O evento promete reunir, também, lideranças políticas do eixo Ilhéus-Itabuna.

1ª página jornal agora

(Clique para ampliar)

NOVA DISPUTA TUCANA

O PSDB itabunense começa a viver um novo clima de disputa pelo comando do diretório local. De um lado, o empresário e dirigente José Adervan. Do outro, o deputado estadual Augusto Castro.

A última disputa causou pequenas fraturas. E a nova, também promete, pois o grupo “castrista” se organizou para a tomada, literalmente falando, do diretório.

WAGNER, GERALDO E O PT

Marco Wense 

A verdade é filha do tempo. E o tempo, como senhor da razão, vai mostrar que os seguidos erros de Geraldo Simões – alguns até infantis – podem levá-lo para o isolamento político.

O governador Jaques Wagner faz um esforço sobrenatural para entender o político Geraldo Simões. Fica mais abismado quando compara o Geraldo de ontem com o Geraldo de hoje.

O irreverente jornalista Eduardo Anunciação diria que o Geraldo Simões de priscas eras, na época de “minha pedinha”, é o oposto do Geraldo Simões de agora.

Anunciação, comentarista político do Diário Bahia, tem razão quando diz que GS “está precisando com urgentíssima-urgência perceber alguns episódios, alguns erros, alguns fatos, falhas”.

Wagner também não entende como é que Geraldo Simões consegue, concomitantemente, se atritar com as legendas da base aliada, suas respectivas lideranças e com os próprios companheiros.

Das agremiações partidárias de maior expressão, obviamente do cenário baiano, apenas o PSB e o PDT de Acácia Pinho acompanharam a então candidata Juçara Feitosa na última sucessão municipal.

O fato de Juçara ser a suplente da senadora Lídice da Mata, que é a comandante-mor do PSB, contribuiu para que petistas e socialistas ficassem no mesmo palanque.

O PSB, no entanto, assim como o PDT, ficou dividido entre as candidaturas de Juçara e Vane do Renascer. A ala histórica do brizolismo grapiúna decidiu pelo apoio ao candidato do PRB.

Vale ressaltar que Acácia Pinho foi protagonista de uma enxurrada de discursos contra o capitão Azevedo e Geraldo Simões. A neopedetista pregava o fim da “mesmice”, aí incluindo o ex-prefeito Fernando Gomes.

Ao romper com a frente partidária, que terminou optando por Wenceslau Júnior como vice de Vane, Acácia se aproximou do capitão Azevedo com o intuito de integrar a chapa majoritária.

O comando estadual do PDT daria o aval para a estranha aliança, já que todas as pesquisas de intenção de voto apontavam Azevedo em uma posição confortável. Sua reeleição era considerada como favas contadas. :: LEIA MAIS »

BICADA ENTRE TUCANOS EM ITABUNA

Augusto sofre novas “bicadas” do colega de ninho, José Adervan.

O deputado estadual Augusto Castro sofreu bicadas do também tucano José Adervan Oliveira por ter se colocado como potencial candidato a prefeito de Itabuna, caso Capitão Azevedo (DEM), considerado ficha-suja pela Justiça, seja mesmo impedido de concorrer.

No final de semana, Adervan desferiu críticas ao colega de partido em sua coluna no Agora. “Ao que tudo indica, nem mesmo no partido Augusto Castro teria consagrado o nome como candidato, mas demonstra que a sua ambição não tem limites…”, anotou o empresário e jornalista que – detalhe – preside o PSDB itabunense.

Adervan aproveita para, na mesma coluna, elogiar o peemedebista Renato Costa, que afirmou não ter interesse em ser cabeça de chapa. “O médico Renato Costa demonstra toda a sua integridade política ao afirmar que, caso haja algum impedimento à candidatura do Capitão Azevedo, ele não aceitaria compor a chapa com mais ninguém”.

Adervan e Augusto trocam farpas há muito tempo.

ITABUNA: PSDB TERÁ 22 CANDIDATOS A VEREADOR

O PSDB de Itabuna realiza convenção na Câmara Municipal para a homologação de sua aliança com a chapa liderada pelo Capitão Azevedo (DEM) candidato à reeleição, tendo o médico Renato Costa (PMDB), na vice.

Os tucanos devem apresentar 22 candidatos a vereador, dos quais três serão mulheres. O ato de encerramento da convenção será às 16 horas, com a presença do deputado federal Antonio Imbassahy.

Uma das baixas na chapa proporcional é João Piton, que desistiu de concorrer a uma vaga nestas eleições. O ex-vereador se indispôs com o presidente do diretório do PSDB, José Adervan de Oliveira, com quem trocou farpas há 15 dias, aqui no PIMENTA, em razão de o partido ter alijado a pré-candidatura a prefeito do arquiteto e urbanista Ronald Kalid.

TUCANO CRITICA “LEILÃO” NO DIRETÓRIO DE ITABUNA; JOSÉ ADERVAN REBATE

Tucanos ampliam guerra no diretório de Itabuna (Montagem Pimenta).

O tesoureiro do diretório municipal do PSDB, João Piton, abriu guerra contra o presidente do partido, José Adervan, e o deputado estadual Augusto Castro. Ao tentar esclarecer o conflito partidário dos últimos dias, Pithon disse ao PIMENTA que o diretório é soberano e não foi informado sobre as possíveis alianças.

Ele também afirma que não foi discutido com o presidente José Adervan a possibilidade de o partido não ter candidatura própria a prefeito. O diretório, disse Piton, também não foi convocado para definição da data de sua convenção, que deverá ocorrer, no máximo, até 30 de junho.

Para o ex-vereador, o PSDB tem responsabilidade com o futuro de Itabuna. Por isso, defende a candidatura de Ronald Kalid. “Mantemos a palavra de apoiá-lo em convenção municipal”, afirmou, apesar de o arquiteto e urbanista ter anunciado sua desistência em entrevista ao PIMENTA. Piton diz estar havendo um jogo de interesses. E arremata:

– Vejo aí um leilão dos 2min6seg [tempo de tevê] garantidos ao partido pela lei eleitoral. Até então, não sabemos se este leilão está sendo feito pelo senhor José Adervan ou pelo deputado Augusto Castro. O que dá para perceber é que existem diversos interesses e a maioria deles antagônicos aos do diretório – sustenta Pithon.

ADERVAN RESPONDE

Ouvido pelo PIMENTA, o presidente do diretório, José Adervan, diz que Piton não tem poderes de falar ou agir em nome da agremiação. “O regime é presidencialista”, cutucou. Para o líder tucano, “é preciso sentar e discutir o assunto sem murros na mesa e sem xingamentos ao telefone”.

Ele ainda esclareceu que o diretório do PSDB se reúne na terça-feira, 19. Na pauta, a homologação da data da convenção municipal, dia 28, e outros assuntos, incluindo o rumo a seguir.

KALID: “NÃO SOU PRÊMIO DE CONSOLAÇÃO”

Kalid: "não sou prêmio de consolação".

O  arquiteto  e urbanista Ronald Kalid não é mais pré-candidato a prefeito de Itabuna pelo Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB). Em contato com o PIMENTA, o tucano se disse surpreso com o desfecho das conversas entre o seu partido e o DEM. Ele disse que não quer ser prêmio de consolação e não aceitaria mais nem ser vice de candidato da Frente Partidária, integrada pelo PV, PRB, PCdoB, PSC e PDT.

Kalid também disse não ter entendido quando Adervan acenou com a posição de aceitar a vice de Capitão Azevedo (DEM). “A sua luta para não entregar o PSDB a Azevedo e a Augusto Castro foi um dos motivos que me fizeram aceitar a candidatura. Estou tão surpreso quanto você. Alguma coisa, que não sabemos, aconteceu”.

PIMENTA – O senhor ainda é candidato?

Ronald Kalid – Apesar de ter o apoio de 90% do diretório, não tem mais sentido. É uma pena, pois já contava com um grupo de quase 100 amigos colaboradores. Vou tentar administrar os sentimentos. Afinal é uma amizade de 30 anos.

Qual vai ser o próximo passo? Vai aceitar ser vice da frente como ele ofereceu?

Não sou prêmio de consolação. Acho que perdi o lugar na política de Itabuna. De um lado, os fernandistas e subprodutos. Do outro, o PT. No meio, os rejeitados por eles, os “Madalenas Arrependidas”, agora com o reforço do PSDB. Diante do quadro, me retiro e me recolho. Perco mais esta, contudo, sem perder a vergonha.

ALIJADO PELO DEM, PSDB APOSTARÁ FICHAS NA FRENTE PARTIDÁRIA EM ITABUNA

José Adervan: "DEM não tem compromisso conosco."

O presidente do diretório municipal do PSDB, José Adervan de Oliveira, disse na tarde desta sexta-feira ao PIMENTA que está encerrada a conversa com o Democratas visando a sucessão em Itabuna.

Os tucanos foram alijados da chapa majoritária do DEM, que preferiu fechar com o PMDB , tendo o médico Renato Costa como vice da chapa do prefeito Capitão José Nilton Azevedo, que concorre à reeleição.

Agora os tucanos apostam fichas na frente política que une PRB, PDT, PCdoB, PSC e PV. “O DEM não considerou o fato de o PSDB ter retirado a candidatura do deputado federal Antonio Imbasshy a prefeito de Salvador. Como fechou sua chapa com o PMDB em Itabuna, está mais do que claro que não tem compromissos conosco”, afirmou José Adervan ao PIMENTA.

O empresário disse que não guarda mágoas do Capitão Azevedo que continua sendo seu amigo. “A questão é meramente política e não há rompimentos. Pessoalmente, o prefeito continua gozando de minha amizade”, resumiu.

Na segunda-feira, 4, os tucanos se reúnem com o PRB do vereador Claudevane Leite, Vane do Renascer, ligado à Igreja Universal do Reino de Deus. As conversas também alcançarão o PDT da professora Acácia Pinho, o PCdoB do vereador Wenceslau Júnior e o PV do suplente de vereador Glaby Andrade, Glebão.

“O PSDB tem a oferecer tempo de TV (2min06seg), bons quadros políticos, ideias e programa de governo”, afirma  Adervan. O partido que defende discussão política ampla para facilitar o entendimento. Até indica o nome do arquiteto Ronald Kalid para vice.

Questionado se não estaria tarde demais para se juntar à frente política, o presidente do PSDB disse: “Só é tarde quando se morre. Enquanto há vida, há esperança”.

Para Adervan, Itabuna precisa ser reformulada e corrigir rumos visando o futuro. Ao concluir declarou não existir mais ameaça de intervenção da executiva estadual no diretório municipal, já que os temas foram discutidos com o presidente do PSDB, Sérgio Passos.

AMEAÇA DE REVOADA NO NINHO TUCANO

Cogitado para ser vice na chapa encabeçada pelo DEM em Itabuna, o jornalista e presidente do PSDB, José Adervan de Oliveira, disse que poderá deixar o partido caso a executiva estadual imponha a aliança sem levar em consideração o pensamento do tucanato local. O jornalista afirma que, além dele, outros poderão deixar a legenda, a exemplo dos ex-vereadores João Piton e João Otávio.

O posicionamento será definido em reunião hoje à noite e a pressão sobre os tucanos locais é forte, pois a executiva estadual já definiu pelo apoio ao DEM em Itabuna e outras cidades, como Salvador, onde o PSDB estará junto com ACM Neto. No caso de Itabuna, o jornalista foi indicado para vice, mas diz que mantém o compromisso feito com a candidatura própria, no caso, com o nome do arquiteto Ronald Kalid.

Leia mais no Cena Bahiana

BALANÇOU…

O empresário e jornalista José Adervan ficou balançado com o convite (informal, ainda!) para ser o vice na chapa do prefeito Capitão Azeved0 (DEM). Menos pelo convite em si, mas pela proposta do presidente da Câmara de Vereadores de Itabuna, Ruy Machado (PRP).

Ruy, na frente de Augusto Castro e de outros interlocutores, disse que leva o PTB e mais dois partidos para a coligação de Azevedo se Adervan aceitar a vice.

Adervan se entusiasmou, mas não disse que sim – nem não. A resposta depende do diretório local do PSDB e de explicações pessoais ao pré-candidato tucano Ronald Kalid. E de uma melhor análise de cenários, claro.

A DITADURA DOS PARTIDOS

Marco Wense

As legendas partidárias vivem sob o comando autoritário dos que se acham donos dos partidos, colocando os interesses pessoais acima de qualquer coisa.

Todo esse imbróglio envolvendo o PSDB de Itabuna, com o presidente José Adervan defendendo o lançamento de candidatura própria, lembra o que aconteceu com o PDT na sucessão de 2008.

A comissão provisória do partido brizolista, por se recusar a apoiar o então prefeito Fernando Gomes, que era do DEM e pré-candidato a um quinto mandato, foi dissolvida.

Fernando Gomes desistiu da reeleição. O capitão Azevedo, o vice-prefeito, saiu candidato e ganhou a eleição com uma diferença de 12 mil votos sobre a petista Juçara Feitosa.

As legendas partidárias vivem sob o comando autoritário dos que se acham donos dos partidos, colocando os interesses pessoais acima de qualquer coisa. São os figurões, os “mangangões” da política.

O PDT passou a ser presidido por Dinailton Oliveira, sobrinho de Fernando Gomes. Depois foi parar no colo do Sargento Raimundo, que passou a representar o governo do DEM na Câmara de Vereadores.

Não há nem resquícios de democracia nas agremiações partidárias brasileiras. Tudo é uma farsa. Um engodo. Os diretórios municipais e as comissões provisórias não têm autonomia para decidir nada.

Dirigentes tupiniquins são considerados como marionetes. Verdadeiros bonecos de engonço. É o manda quem pode, obedece quem tem juízo. É a ditadura dos partidos.

Para os barnabés do interior somente o que sobrou dos conchavos entre as cúpulas estaduais. Só interessa a política soteropolitana, lá da “capitá”. O resto é resto.

WAGNER QUER GERALDO

Todo mundo sabe, até as freiras do Convento das Carmelitas, que no PT de Itabuna só tem dois nomes que podem disputar a sucessão do prefeito Azevedo (DEM).

Dois nomes com densidade eleitoral: o deputado federal Geraldo Simões, que já governou a cidade por duas vezes, e Juçara Feitosa, ex-secretária de Desenvolvimento Social.

O governador Jaques Wagner tem informações de que Geraldo é o candidato que pode derrotar o legítimo projeto de reeleição do atual chefe do Executivo.

A melhor opção do Partido dos Trabalhadores é aquela que mais preocupa o adversário. A opinião de que a ex-primeira dama perde para Azevedo é unânime entre os democratas.

Marco Wense é articulista do Diário Bahia.

JOÃO ALMEIDA DIZ QUE PSDB “NÃO TEM NOME COMPETITIVO EM ITABUNA”

O vice-presidente nacional do PSDB, João Almeida, disse que os tucanos vão se esforçar pela unidade das oposições na Bahia. O ex-deputado esteve em Itabuna nesta quinta (1º) e afirmou que a tendência do partido é pelo apoio à reeleição do prefeito Capitão Azevedo (DEM). “O PSDB não tem candidato competitivo em Itabuna”, explicou em entrevista ao PIMENTA.

Almeida disse que no campo das oposições aos governos federal e estadual o melhor nome no município é o de Azevedo. “Uma das diretrizes do PSDB nacional é fortalecer candidaturas de aliados que estejam bem, onde não temos candidatura competitiva”, repete.

O diretório nacional recebeu até pedido de intervenção no diretório itabunense para que os tucanos apoiem a candidatura democrata. O diretório municipal, no entanto, defende candidatura própria e apresenta como nome o empresário Ronald Kalid, ex-secretário de Obras de Itabuna na década de 80.

Confira trechos da entrevista.

PIMENTA – Olhando para 2012, qual a tendência do partido em Itabuna?
JOÃO ALMEIDA –
É natural que apoiemos candidato melhor posicionado e [a tendência] é pelo apoio à reeleição do prefeito Azevedo. Do que conheço do PSDB, não temos candidato competitivo em Itabuna. Temos bons quadros, como o próprio José Adervan, [presidente do partido], mas não sem força eleitoral. Ele já foi candidato, mas não se mostrou competitivo.

A direção local do partido defende o nome de Ronald Kalid. O sr. acredita que ele não tem potencial eleitoral?
Eu não entro nesse mérito, pois posso cometer alguma injustiça. Mas o PSDB não demonstrou força política na outra eleição (2008). Não se constrói uma candidatura de véspera, a não ser em um contexto de emergência de um quadro que esteja vinculada a uma ação social e ainda não era político e resolve ser candidato. Esses fenômenos acontecem às vezes, mas desde que tenha apoio político grande. É raro.

Indo para o plano nacional, o PSDB trabalha de que forma para 2014? Qual seria o nome?
O nome para 2014, inquestionavelmente, é o de Aécio Neves. Não há outro.

Nem Geraldo Alckmin nem José Serra?
Ambos têm grandes méritos, mas vejo Alckmin, por exemplo, disputando a reeleição ao governo de São Paulo. Aécio é o nome.

O senhor acredita que a oposição terá sucesso em 2014 na Bahia?
Agora não é só uma questão de boa vontade ou bom senso, mas de necessidade. Ou nós nos apresentamos unidos, com proposta, ideias claras para a população baiana ou não haverá disputa. A oposição erra muito, mas chega uma hora em que o bom senso baixa. Necessitamos de bom senso, pois é inadmissível que tenhamos um governo tão medíocre como esse. Viu o que aconteceu ontem em Porto Seguro? O cerco aos bandidos se fecha em outros lugares [São Paulo] e eles correm para a Bahia.

PARA ADERVAN, AUGUSTO CASTRO DEFENDE “INTERESSES PESSOAIS”

O presidente do PSDB itabunense, José Adervan, disse que a tentativa do deputado Augusto Castro de impor o nome de Capitão Azevedo (DEM) aos tucanos em detrimento da candidatura própria soa a ditadura. Para Adervan, se o deputado imagina impor suas vontades à Executiva Municipal do PSDB, antes terá de correr em busca de apoio para dissolvê-la:

– Somente assim, depois de assumir o controle total e absoluto do PSDB, poderá nominar seus pré-candidatos a prefeito sem consultar os membros do Diretório.

O presidente do diretório itabunense ainda ensina que, no tucanato local, as decisões são sempre colegiadas, “ouvindo os membros do partido e nunca poderão ser ditadas no calor dos seus interesses pessoais, visando defender uma negociação que possa lhe render bons dividendos”.

O tucano itabunense não deixou por menos ao apontar interesses pessoais do deputado quando atua em favor de Azevedo. Uma empresa de familiares do deputado presta consultoria jurídica ao governo municipal. Há pouco, o dirigente fez publicar resposta ao deputado no Agoranarede (confira).

CASTRO, PSDB E ADERVAN

Marcos Wense

Entre os ex-prefeitos Fernando Gomes e Geraldo Simões existe um pacto de não-agressão. Um estranho e implícito acordo de bastidores.

Recebi uma ligação, no último sábado (26), do deputado estadual Augusto Castro. O parlamentar discordava de uma análise política da modesta Coluna Wense.

Revista Contudo, edição 10: “Uma coligação PCdoB/PSDB/PMDB, com Davidson Magalhães encabeçando a chapa majoritária, tem a simpatia de Renato Costa e de José Adervan”.

O deputado tucano, sempre educado e sem demonstrar nenhum sinal de irritação, descartou, veementemente, a possibilidade do PSDB apoiar a candidatura de Davidson Magalhães.

Disse ainda, de maneira incisiva, que qualquer decisão sobre a sucessão de Itabuna passa por ele e não pelo diretório municipal, cujo presidente é o jornalista José Adervan.

E mais: “O PSDB vai apoiar à reeleição do Capitão Azevedo”. O deputado não concorda com o lançamento de candidatura própria: “O PSDB vai se coligar com o DEM”.

PSD

Deu no Políticos do Sul da Bahia, blog do sempre bem informado João Matheus, que o PSD está sendo disputado pelo prefeito Azevedo, o presidente do Legislativo, Ruy Machado, e o ex-deputado estadual Capitão Fábio.

O grande favorito da disputa é o prefeito. Basta sair do DEM e se filiar ao novo partido. Além de driblar o instituto da fidelidade partidária, ficaria bem próximo do vice-governador Otto Alencar, comandante-mor do PSD estadual.

GERALDO E FERNANDO

Entre os ex-prefeitos Fernando Gomes e Geraldo Simões existe um pacto de não-agressão. Um estranho e implícito acordo de bastidores. Longe dos holofotes e sem testemunhas.

Uma aproximação física está totalmente descartada. Uma foto de Geraldo ao lado de Fernando, sem precisar um ficar olhando para o outro, seria um desastre para a candidatura de Juçara Feitosa.

Marco Wense é articulista da Contudo.

 

DEMISSÃO INUSITADA

O irreverente Gonzalez não estava no estúdio nem em sala alguma da emissora. Foi embora. E nunca mais voltou.

Marival Guedes | marivalguedes@yahoo.com.br

No início da década de 80 os jornalistas Ramiro Aquino e José Adervan  arrendaram a pioneira Rádio Clube ( hoje Nacional). Quando o contrato venceu o proprietário Daniel Gomes pediu pra  continuarem na direção da emissora. Eles concordaram.

Certo dia foi marcada uma entrevista com o proprietário, deputado estadual, no horário apresentado por Gonzalez Pereira. Ramiro e Adervan orientaram o radialista a tratar o entrevistado na condição de parlamentar e não fazer referência à sua atividade empresarial. Gonzalez explicou isso ao deputado, que ficou calado, dando a entender que concordara com tudo.

No momento da entrevista Gonzalez explicou aos ouvintes que o deputado Daniel Gomes iria “dar uma palavrinha”. O deputado começou contestando enfaticamente o locutor: “palavrinha não, a rádia é minha e eu falo na hora que eu quiser e o tempo que eu quiser.”

Inspirado em Fidel Castro, não na forma ou conteúdo, mas no longo tempo que o cubano costuma utilizar discursando, deitou falação. Gonzalez aproveitou a concentração do falante e deixou o estúdio “à francesa”, nas pontas dos pés.

Quando Daniel Gomes cansou de falar, tentou passar o microfone pra Gonzalez. Foi um sufoco. O técnico da mesa de som teve que, de improviso, colocar música. O irreverente Gonzalez não estava no estúdio nem em sala alguma da emissora. Foi embora. E nunca mais voltou.

Marival Guedes é jornalista e escreve no PIMENTA às sextas.

SUCESSÃO

Marco Wense

A sucessão municipal de 2012 já começou. As duas maiores dúvidas são em relação ao prefeito Azevedo e ao nome do PT. O democrata (DEM) é candidato à reeleição? Juçara Feitosa ou Geraldo Simões?

Os partidos sabem que para ter assento na mesa das negociações, com uma candidatura a vice-prefeito ou reivindicando secretarias em troca do apoio, é preciso ter grupo político forte.

O PT, DEM e o PMDB, respectivamente com Geraldo Simões, José Azevedo e Fernando Gomes, são os protagonistas do jogo sucessório. Tem também o PCdoB de Davidson Magalhães, Luís Sena e do vereador Wenceslau.

O PDT, agora com a comissão provisória presidida pelo ex-vereador Carlito do Sarinha, tem na retaguarda os deputados coronel Santana (estadual) e Félix Mendonça Júnior (federal).

O Partido da Social Democracia Brasileira, o PSDB do jornalista José Adervan, ainda triste com a derrota de José Serra, tem o deputado estadual Augusto Castro.

Pode acontecer um partido sair da condição de coadjuvante para a de protagonista, basta lançar um candidato – um bom candidato – que não tenha nenhum vínculo político com o geraldismo, fernandismo e o azevismo.

ALÔ, ALÔ!

– Alô, Fernando, aqui é Azevedo!

Assim que foi eleito prefeito de Itabuna, o Capitão Azevedo ligou para Fernando Gomes e pediu sua opinião sobre a composição do secretariado.

“Só recomendo a permanência de dois: Geraldo Pedrassolli (Fazenda) e Gustavo Lisboa (Educação)”, disse o então melancólico chefe do Centro Administrativo Firmino Alves.

TROCA DE FARPAS NO NINHO TUCANO

Eles são do mesmo ninho, mas se detestam. E quando o encontro ocorre em estúdio de rádio e com os microfones abertos, então… O bicho pega.

De um lado do ringue (ops!), do estúdio, o jornalista José Adervan. Do outro, o ex-vereador e neotucano Adilson José. Ambos, foram entrevistados no programa Resenha da Cidade, da rádio Jornal.

Adílson deu a primeira alfinetada ao lembrar que ingressou no partido com as bênçãos da direção estadual, enquanto Adervan lhe negava abrigo (no caso, ninho!). E, para fechar, disse que já foi eleito vereador, mas o presidente do diretório local acumulava fragorosa derrota em sua tentativa de ser prefeito de Itabuna, ano passado.

E aí, veio a estocada do jornalista. Adervan disse que perdeu a eleição, mas nunca comprou voto doando terreno e depois lhe tomando dos eleitores-comprados. Era uma clara referência ao processo que Adilson respondia por venda de lotes de terrenos em troca de voto.

O clima no estúdio estava quente e o impossível Adervan ainda completou afirmando que o vereador Solon Pinheiro, do PSDB, com quem trava briga homérica, é um “menino mimado”.

Apesar desta troca de amabilidades, Adervan e Adílson José negam existência de racha no PSDB itabunense. Para os brigões, o que há por aqui é “democracia”.

Até parece aquele partido da estrelinha vermelha…

unisa






WebtivaHOSTING // webtiva.com . Webdesign da Bahia