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:: ‘José Nazal’

NAZAL DEVE CONCORRER À PREFEITURA DE ILHÉUS EM 2020

Nazal pretende concorrer como cabeça de chapa à Prefeitura || Foto Maurício Maron

José Nazal (Rede Sustentabilidade) anunciou hoje (16) a pretensão de concorrer à Prefeitura de Ilhéus em 2020. “Discordo do que está sendo proposto e realizado. A maior parte da população também não está gostando, por isso o prefeito tem 73% de avaliação péssima e ruim”, explicou Nazal ao Blog do Gusmão.

Hoje vice-prefeito, com postura crítica ao Governo Marão, Nazal disse que ganhar ou perder eleição não o preocupa. E explicou ao Blog do Gusmão:

– Eu penso muito mais na cidade do que em mim. Ainda há uma série de questões no caminho, mas, se Deus me der saúde e permitir, serei candidato – disse ele.

ILHÉUS – 137 ANOS DE CIDADANIA. O QUE COMEMORAR?

José Nazal Pacheco Soub | nazalsoub@gmail.com

 

Continuarei com a esperança de um dia ver a cidade ser governada por alguém que realmente pense nos interesses de Ilhéus e não do próprio ou de outrem. Como já estou no amiudar da vida, talvez não veja. Porém, vive em mim a certeza de que meus filhos verão e meus netos desfrutarão de uma Ilhéus melhor. 

 

Hoje Ilhéus completa 137 anos de Cidadania, conferida pela Lei Provincial nº 2187 de junho de 1881, tendo sido instalada somente a 14 de agosto, quarenta e sete dias depois da elevação à categoria de cidade. Cidade mãe deste chão sul-baiano, de lá para cá temos diminuído, tanto no aspecto territorial quanto no político. 

Participo formalmente da vida política da Cidade desde 1º de fevereiro de 1977, quando exerci o cargo de Oficial de Gabinete no primeiro mandato de Antônio Olímpio. Naquele tempo, todos tinham a Carteira Profissional assinada. Daí em diante exerci funções comissionadas nos governos seguintes, com exceção para o segundo mandato de Antônio Olímpio, o de Valderico Reis e o último de Jabes. Aprendi muito com todos e com as experiências vividas, aumentando a cada dia o meu amor pela terra onde nasci. 

Lancei pré-candidatura a prefeito no ano de 2016 e, como é do conhecimento de todos, compus uma aliança com Mário Alexandre, colocando-me como candidato a vice-prefeito com total apoio do meu partido, a Rede Sustentabilidade. Não me contentando em ser apenas vice, assumi uma secretaria no intuito de poder colaborar na administração, sobretudo para tentar implantar uma nova política, exigência dos tempos de hoje. Deixei o cargo de secretário há sessenta dias, afastando-me completamente dos processos decisórios do atual Governo, dos quais de minha parte acabaram por ser mais de natureza administrativa e quase nenhuma política. 

Minha última participação no governo foi a de materializar a lei que delimita o território ilheense, identificando os locais indicados legalmente, onde deverão ser colocados os marcos definitivos e eu espero que sejam colocados. Vou entregar o Termo de Referência e a solicitação para a execução, juntamente com o projeto de lei para atualização dos limites distritais e ajuste dos bairros. Entendo que essa ação resguarda nosso pertencimento territorial em relevância política e administrativa, tanto para o momento atual como para momentos futuros. 

Faço esse preâmbulo para questionar a grande festa do Dia da Cidade. O que comemorar? Em minha última conversa pessoal com Mário, há uns quarenta e cinco dias, ele me afirmou que não faria festividades em razão da situação financeira. “Ótimo! Parabéns pela decisão”, foi minha resposta. Na verdade, havia uma sinalização negativa do apoio estadual, face às mudanças no quadro político, permitindo que o governo estadual fizesse um esforço menor, ante ao pleito eleitoral que se aproxima. E fiquei surpreso com o anúncio da festa. 

Convém ressaltar que não sou contra comemorações e festas, porém só faz festa quem pode pagar a conta. A Bahiatursa está ajudando, no entanto, a conta que ficará para o município arcar é igual ou maior. Mesmo que seja um pouco menor, é muito para quem não está com as contas em dia. 

Como fazer festa com a maioria dos aluguéis dos imóveis locados em atraso? Como fazer festa com o setor de atendimento aos tuberculosos faltando “copinho para exame do escarro”? Esse problema foi resolvido com empréstimo por parte da administração do Hospital Regional Luís Viana Filho. 

Como fazer festa se a Escola Municipal de Tibina está sem telhado há cinco anos e meio? Quatro anos do governo passado e um e meio desse governo. E por dever de justiça, afirmo aqui que foi o pedido prioritário da secretária de Educação. Ninguém se importou! 

Como fazer festa sabendo que a Prefeitura de Uruçuca construiu (estou dizendo construiu) uma escola na região do Lajedão, no distrito de Banco Central? Como fazer festa com o município de Uruçuca administrando uma escola na fazenda vizinha à Vila de Castelo Novo? Como fazer festa com a escola Cecília Novaes, administrada por Uruçuca dentro do território de Ilhéus? Como fazer festa com a evasão escolar e a administração de uma escola dentro de Ilhéus sob a responsabilidade do município de Itajuípe? E a repetição desse fato em Buerarema, Itabuna, Coaraci e Una?  

Ninguém se importa! Os governantes em geral não têm noção alguma de quantos alunos de Ilhéus estão sendo contados nos Censos Escolares dos municípios vizinhos. É a comodidade?! Mais fácil o outro tomar conta? Resultado: na próxima revisão territorial perderemos mais chão e, com isso, cada vez mais recursos para cuidar de nossa população! Estive em Banco Central há dez dias e me surpreendi com a quantidade de pedidos para entregarmos o distrito para Uruçuca. Não é demagogia, basta ir e conferir. 

Como fazer festa sabendo que as estradas municipais estão sem receber manutenção e conservação? E não adianta culpar qualquer um dos secretários. Deve ser uma decisão conjunta do governo, com ampliação da frota e patrulha mecânica. A exemplo de optar por não fazer festa e comprar uma motoniveladora ou um caminhão ou um rolo compressor! Um de cada vez. Aí daríamos oportunidade para o morador do campo, para o produtor, evitando inclusive o êxodo rural, com o inchaço da cidade e seus problemas correlatos! 

Como fazer festa, se as estradas não permitem um transporte escolar decente, evitando inclusive a lei ser burlada com o uso de camionetes inadequadas ao transporte, principalmente para a segurança das crianças? É ruim a qualidade do serviço prestado pela empresa contratada. Quem quiser vá conferir. Ônibus velhos e da pior qualidade. 

Como fazer festa, se cheguei a Castelo Novo e as professoras afirmaram que a merenda era biscoito e suco artificial, porque não tem água potável para servir às crianças? Ninguém sequer discute o problema. E esse fato se repete em vários locais do interior. 

Como comemorar, se o atendimento da Atenção Básica à Saúde está deficiente e insuficiente, tanto na cidade como no interior? Houve melhora? Sim, porém, muito pouca face às demandas postas. Comemorar com reforma? Fazer reforma e manutenção é obrigação, não motivo para inauguração e festividade. É básico de um governo que se envergonhe! 

Nunca na história de Ilhéus tivemos o apoio por parte do Estado na área de Saúde. Causou ciúme em gestores passados. Sabe o que aconteceu? Perdemos esse apoio. O que está sendo feito e será feito é apenas o pactuado. O que era extra e espontâneo, nós perdemos. A Unidade de Pronto Atendimento que será “inaugurada” hoje, no prédio da antiga Policlínica Halil Medauar, que já tem quase duas décadas, era para ter iniciado as atividades desde abril, absorvendo os servidores do Hospital Geral Luís Vianna Filho, que encerrou as atividades no início de março deste ano. 

Como fazer festa, se não levamos a sério a questão da coleta e destinação dos resíduos sólidos, obrigando o município a uma despesa volumosa, que poderia ser aplicada em outros serviços essenciais e na melhoria da qualidade de vida da população? Não temos Plano de Saneamento Básico, não temos Plano de Resíduos Sólidos, instrumentos legais obrigatórios para o município. Ninguém se preocupa, ninguém discute. A discussão que se iniciará após a festa da cidade é decidir quantos milhares de pessoas serão anunciadas nos releases, seguido de como será o Réveillon? Depois, como será o Carnaval? A cidade precisa de uma discussão séria, analisando os problemas de fundo, inclusive com a absoluta participação da sociedade, que na maioria das vezes se omite. 

Como fazer festa, se nada se faz para que o município possa receber as pedras que serão retiradas da obra da ponte, para serem colocadas na Sapetinga, São Miguel e São Domingos? É imperativo que os locais estejam ambientalmente licenciados. Mas não se discute o projeto. 

Não fiz campanha e não andei pedindo voto para depois ver o governo deixar de lado os verdadeiros interesses de Ilhéus. Não fiz campanha para encher os cargos de confiança com pessoas de fora, sem compromisso com Ilhéus. Para não ser injusto e por ter sido testemunha do esforço dispensado, excluo dessa lista Gilson Nascimento, que tenho visto sua dedicação exclusiva, sem medir esforços para melhorar nossos problemas no trânsito e mobilidade. Não fiz campanha para ver pessoas ocuparem os mais altos cargos e manterem compromissos com empresas que continuam ligados.

Não fiz campanha para ver uma servidora que ocupava o cargo de Tesoureira ser substituída por um indicado do ex-prefeito de Itabuna, com a alegação de que será feito “um planejamento financeiro para Ilhéus”. Não fiz campanha para ver ex-candidato de outro município ocupar cargo importante sem conhecer os verdadeiros problemas de Ilhéus. Falo isso com conhecimento de causa, pois ocupei durante três anos e meio o cargo de secretário em Uruçuca, tendo dedicado todo tempo que passei por lá a estudar e trabalhar em benefício daquela comunidade. Tenho certeza, sem falsa modéstia, que sai de lá de cabeça erguida, respeitando e sendo respeitado. Quando vou lá sou muito bem recebido. Respeitei e conquistei o respeito até da oposição ao então governo. Aqui é diferente. Quem de Ilhéus conhece os que não são daqui? Quem os vê no dia a dia da cidade? 

Quando me afastei politicamente de Jabes, externei-lhe o que mais me incomodava: governar apenas ele e mais dois. Com Newton assisti ao mesmo filme no segundo governo. Agora, revendo novamente isso acontecer, não posso aceitar. 

Para finalizar, como poderia ir à festa da Cidade, depois de ouvir essa semana (por inconfidência involuntária de um secretário) que o prefeito ia dar ponto facultativo na sexta-feira (29), emendando os feriados de hoje até segunda-feira (2) para passar uns dias nos Estados Unidos com a família? Eu pensei que a cidade seria governada pelos dois homens fortes do governo na ausência do prefeito, porém, ao terminar de escrever esse texto, recebi a informação de que haveria transmissão do cargo. O ato de transmissão foi encerrado há pouco. Informei, de frente, que este artigo estava pronto e que faria esta alteração antes de publicar. Disse também que não procederia a nenhuma exoneração, ainda que desejasse. Meu pensamento é o de que apenas exonerar por três dias não terá o efeito que desejo; se assim fosse, procederia sem titubear. 

Continuarei com a esperança de um dia ver a cidade ser governada por alguém que realmente pense nos interesses de Ilhéus e não do próprio ou de outrem. Como já estou no amiudar da vida, talvez não veja. Porém, vive em mim a certeza de que meus filhos verão e meus netos desfrutarão de uma Ilhéus melhor. 

Saúdo a todos os ilheenses, a todas e todos os que votaram em Mário e em mim, acreditando em dias melhores, saúdo de forma especial àqueles que desejam e lutam para alcançarmos um patamar de governança, cidadania e participação social, comprometidos com o verdadeiro interesse público da cidade e seu povo. 

Salve São Jorge dos Ilhéus!

José Nazal Pacheco Soub é vice-prefeito de Ilhéus.

ILHÉUS É 1º MUNICÍPIO DA BAHIA A INSTALAR MARCOS TERRITORIAIS, APÓS REVISÃO DE LIMITES

Técnicos iniciam instalação de marcos territoriais de Ilhéus

Ilhéus é o primeiro município da Bahia a iniciar a instalação de marcos territoriais em consonância com a Lei 12.057, aprovada pela Assembleia Legislativa, que baseou o trabalho de atualização dos limites municipais no estado. O trabalho prático já está sendo executado por técnicos do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e da Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), acompanhado in loco pelo vice-prefeito de Ilhéus, José Nazal.

Ilhéus possui 60 vértices que constituem o seu memorial descritivo e todos serão visitados e identificados. O município faz divisa com Una, Buerarema, Itabuna, Itajuípe, Coaraci, Itapitanga, Aurelino Leal e Uruçuca. Neste momento, estão sendo instaladas estacas provisórias nas áreas limítrofes mas, em seguida, a Prefeitura irá construir estruturas de concreto, instalar placas sinalizadoras e, por meio de um GPS Geodésico, o IBGE vai oficializar a certificação dos marcos.

ILHEENSES

“A iniciativa facilita a vida do cidadão que passa a saber onde começa e onde termina o seu município”, destaca o vice-prefeito de Ilhéus. “Este trabalho estava previsto após a aprovação da lei e, como ele, evita-se a invasão de município pelo outro, que era uma prática generalizada na Bahia”, completa Manoel Lamartin, pesquisador do IBGE que participa da operação. Logo após às identificações dos limites entre as cidades, Ilhéus também vai realizar o trabalho nos limites dos seus distritos e povoados, informa Nazal.

Todo o trabalho realizado pelo IBGE, SEI e Prefeitura de Ilhéus tem o acompanhamento de representantes dos municípios limites, que testemunham toda a operação. Ilhéus já concluiu a identificação no limite com Aurelino Leal e está em fase final com Uruçuca.

Lamartin destaca ainda que a Bahia é o primeiro estado da federação que está completando o trabalho de atualização dos limites municipais. “É um trabalho pioneiro, com metodologia nossa mas que o IBGE pretende levar como referência para o restante do País”, destaca.

“Seu” Adalgiso, de 92 anos, ao lado de Nazal, agora sabe que mora na área limítrofe de Ilhéus e Uruçuca.

O passo pioneiro que Ilhéus dá, neste momento, deverá ser estendido para todos os 417 municípios da Bahia. “Seu” Adalgiso, com 92 anos, agora sabe que mora bem na linha limítrofe de Ilhéus e Uruçuca. Ele foi um dos entrevistados em 2012, quando foi realizado o primeiro levantamento. Um diretor nacional de Estruturas Territoriais do IBGE estará chegando a Ilhéus nos próximos dias para conhecer de perto a metodologia usada e que será levada para todo o território nacional.

A REAÇÃO JABISTA À ENTREVISTA DE NAZAL

Victor (dir.) sai em defesa de Jabes

A entrevista do vice-prefeito de Ilhéus, José Nazal, ao PIMENTA provocou reações não apenas dentro do Governo Marão. Ex-chefe de Gabinete, Victor Veiga saiu em defesa do ex-prefeito Jabes Ribeiro, criticado por Nazal por, segundo ele, governar com um núcleo fechado, a exemplo de Marão.

Veiga chefiou o Gabinete no último mandato de Jabes. “Dizer que Jabes entrava pelas portas do fundo? Toda a população central da cidade via o prefeito subindo às escadarias do Palácio Paranaguá às 08h e saindo, por diversas vezes, às 22h, sempre pelas portas da frente”, reagiu, tentando negar o fato de haver saída alternativa no palácio.

O ex-assessor lembra que “havia, de fato”, garagem privativa para o carro oficial do prefeito, mas no Centro Administrativo da Conquista, para onde a administração foi transferida em dezembro de 2015.”Mas o gabinete e suas instalações sempre foram de portas abertas para atendimento diário do Prefeito da Cidade”. Victor Veiga usou as redes sociais para responder às críticas de Nazal.

NAZAL: “PARA MIM, ACABOU. ESTOU VENDO O GOVERNO DE MÁRIO DEGRINGOLAR”

DA SÉRIE “CASOS QUE VI E ASSISTI”: O GUARDA-CU DE ROMUALDO

José Nazal

 

Experiente, Romualdo logo achou a solução: “volte lá e diga a Choule para vir. Já contratei um guarda-cu para ficar atrás dele o tempo todo!”.

 

Na eleição de 2004 tive o privilégio de ver nascer uma nova profissão: guarda-cu. Explico.

Romualdo Pereira, candidato à vereança, inovou a política com a apresentação do boneco “Romualdão”, inspirado na tradição carnavalesca pernambucana. Contratou “Choule” para carregar a peça. Feita em fibra, suficientemente leve para ser carregada, tinha o incômodo de limitar os movimentos do seu carregador, fato esse que passou a ser o deleite da criançada que perambulava pelos comícios e atos políticos.

Passar o dedo na traseira do boneco era um divertimento pela eles e um transtorno para “Choule”, que levava alguns segundos para dar uma volta de 360º, sem enxergar direito devido aos pequenos furos que permitiam a visão. Quando rodava, os meninos rodavam antes… e tome dedada!

O boneco com o “guarda-cu” de Romualdo || Acervo José Nazal

Certo dia “Choule” não apareceu. Todo mundo preocupado, Romualdo também, forçando o candidato a mandar alguém buscar o Romualdão. Quando chegou o preposto, logo lhe foi dito a razão da falta: “Choule” não aguentava mais tanta dedada. Mandou que procurasse outro para carregar.

Experiente, Romualdo logo achou a solução: “volte lá e diga a Choule para vir. Já contratei um guarda-cu para ficar atrás dele o tempo todo!”. Foi assim que nasceu essa nova ocupação e o boneco permaneceu ativo até o final da campanha.

José Nazal é memorialista, fotógrafo e vice-prefeito de Ilhéus.

JOSÉ NAZAL SOB CUIDADOS MÉDICOS

Nazal: rotina frenética após cargo de vice-prefeito e secretário || Foto Maurício Maron

O vice-prefeito de Ilhéus, José Nazal, está “de molho”. Há quase uma semana, encontra-se em repouso e sob rigorosa dieta. Recomendação médica. Exames diagnosticaram hemorragia digestiva alta. Ao fazer endoscopia, foi constatada uma úlcera, fruto do estresse da rotina imposta desde o início do Governo Marão.

Desde quando passou a comandar o cargo de secretário de Planejamento e Meio Ambiente, Nazal acabou por assumir uma rotina diária de trabalho que vai além dos seus compromissos como secretário e vice-prefeito.

Pessoas próximas já recomendaram ao vice-prefeito uma redução na carga de trabalho. Figura atenciosa, ele responde às demandas não apenas do cargo de secretário, mas do governo. Amigos dizem já ter alertado Nazal para a necessidade de mudar a rotina, principalmente por causa de problemas cardíacos.

“Com experiência de vários anos de vida pública, ele quer ver o governo andar, não fica parado, mas isso tem custado a própria saúde”, observa um amigo.

O site entrou em contato com o vice-prefeito.

Nazal confirmou que está em repouso e sob dieta. Até a próxima segunda, disse, sai resultado de biópsia pedida pela equipe médica que o atendeu na última quarta (14). Não tem sido fácil respeitar a recomendação médica. Mesmo em repouso, se não pode ir a campo, está de olho nas mídias digitais. A resposta ao site, por exemplo, veio por WhatsApp. E, dentro das limitações impostas pelos médicos, ainda atende às demandas que chegam pelas redes sociais e por telefone.

RODOVIA ILHÉUS-ITABUNA COMPLETA 90 ANOS

O traçado da Ilhéus-Itabuna em fotografia de José Nazal

Memorialista e dono de vasto acervo sobre a história de Ilhéus e do sul da Bahia, o vice-prefeito José Nazal lembrou em redes sociais que a estrada Ilhéus-Itabuna completa, nesta quinta (1º), 90 anos. A lembrança vem acompanhada de uma foto espetacular da rodovia e uma outra, histórica, da inauguração da estrada, em 1º de março de 1928.

Segundo Nazal, a estrada foi idealizada pelos cacauicultores coronel Virgílio Calazans Amorim e José Nunes. As obras começaram em 1922 e foram entregues em 1928, numa festa com a presença do governador Francisco Goes Calmon, também responsável pela construção da ponte sobre o Rio Fundão.

Políticos e produtores regionais inauguraram a estrada || Acervo José Nazal

A Rodovia Ilhéus-Itabuna (BR-415) foi pavimentada em meados da década de 50. Então governador baiano, Régis Pacheco autorizou a pavimentação asfáltica em 1955. Nazal observa que o traçado inicial era bem diferente do atual, cruzando os Altos do Basílio e da Mata da Esperança até o Banco da Vitória.

DUPLICAÇÃO

Aos 90 anos, a estrada – e os sul-baianos – aguardam a tão prometida duplicação. A ordem de serviço para a execução do projeto executivo foi assinada pelo governador Rui Costa em 9 de outubro do ano passado. A previsão é de que a instalação do canteiro e as obras comecem neste mês de março, o que depende tanto da aprovação do projeto executivo por parte do Governo Estadual como autorização do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transporte (Dnit), além do “ok” do Tribunal de Contas da União (TCU). Caso saia do papel, a obra deverá ser tocada pela OAS.

MARÃO É PRESSIONADO PARA TOMAR CARGOS DA REDE SUSTENTABILIDADE

Bento e Alisson pressionariam Marão contra a Rede Sustentabilidade

O prefeito Mário Alexandre (Marão) está sendo pressionado para tomar os cargos ocupados pela Rede Sustentabilidade, partido do vice-prefeito José Nazal. Os secretários Alisson Mendonça (Relações Institucionais) e Bento Lima (Administração) são apontados como os líderes da ação contra o partido aliado.

Os principais cargos ocupados pela Rede são o de secretário de Planejamento e Sustentabilidade e o de superintendente de Meio Ambiente, ocupados, respectivamente, por Nazal e Emílio Gusmão.

A pressão já era grande no ano passado e ganhou corpo de ontem para hoje (3), quando a Rede Sustentabilidade emitiu nota pública com críticas ao reajuste de mais de 12% da passagem de ônibus em Ilhéus. A tarifa saltou de R$ 3,10 para R$ 3,40. Na nota, a Rede Sustentabilidade reafirma apoio a Marão, mas informa não ter sido consultado sobre o aumento.

REDE REAFIRMA APOIO A MARÃO, MAS CRITICA REAJUSTE DA PASSAGEM DE ÔNIBUS

Marão é criticado pelo tamanho do reajuste concedido às empresas || Foto Clodoaldo Ribeiro

Numa nota pública assinada pela Comissão Provisória municipal, a Rede Sustentabilidade criticou o percentual de reajuste de mais de 12% concedido às empresas de ônibus pelo prefeito Mário Alexandre. A tarifa saltou de R$ 3,10 para R$ 3,50 no último sábado (30). O partido, que tem entre os seus filiados o vice-prefeito José Nazal, também aponta que não participou da decisão tomada pelo prefeito.

“Reconhecemos que a tarifa deveria ser majorada levando-se em conta a inflação dos últimos 12 meses, ou, o índice geral de preços. Dessa forma, discordamos do índice aplicado”, cita a nota assinada pelos porta-vozes municipais Juliana Santos Rocha e Eustacio Lopes de Oliveira Filho.

A nota, porém reafirma o apoio ao governo de Marão (“acreditamos no atual governo e reconhecimentos seus méritos”) e diz confiar na gestão, além de ressaltar “total apoio ao vice-prefeito, José Nazal, principal liderança da Rede Sustentabilidade em Ilhéus”.  Confira a íntegra da nota aqui.

SÃO SILVESTRE, O CAMPEÃO ILHEUENSE

José Nazal Pacheco Soub

 

Tio João, calculando o tempo da corrida, sabendo que já devia estar terminando, chamou um grupo de amigos e soltou a notícia: “João da Verdura foi o campeão da São Silvestre”!

 

Todos os anos, em 31 de dezembro, lembro-me de tio João Diogo, com sua verve, seu espírito gozador, que muitas vezes parecia ferino para alguns.

Contou-me ele um fato dos anos 50, no auge da riqueza do cacau, ocorrido no então aristocrático Clube Social de Ilhéus, durante uma festa de Réveillon. Naquele tempo, todos com traje a rigor, embalados pelas melhores orquestras existentes.

Vivia em Ilhéus um pequeno empreendedor ambulante, que comercializava verduras e temperos, levando a mercadoria de porta em porta nos bairros da cidade. Seu apelido, em função da sua atividade, era “João da Verdura”. João, além de bom comerciante e com vasta freguesia na cidade, tinha um ‘hobby’ que hoje está muito em moda: gostava de praticar corrida de rua. Nas suas folgas, passava pelo menos uma hora por dia correndo.

João tinha um sonho antigo, que nunca poderia realizar devido a sua condição financeira: inscrever-se, viajar e correr a São Silvestre, tradicional corrida paulista, que se realizava na virada do ano, fato hoje que não mais ocorre devido a exigências técnicas.

Um dia, depois de muito pensar, expôs seu sonho a um amigo confidente. Na verdade, era um amigo inconfidente, que rapidamente se mobilizou e, fazendo uma “vaquinha” entre os fregueses do corredor, levantou os recursos necessários para a inscrição, viagem e hospedagem. Quando João recebeu a notícia de que seu sonho seria realizado, desdobrou-se em treinamento, passando a correr pelo menos duas horas por dia.

Chegada a hora, João partiu para São Paulo, levando a esperança dos ilheuenses, que aqui ficaram na torcida, esperando as notícias do resultado, pois naquele tempo demorava mais do que hoje.

Enquanto João corria a São Silvestre, o Réveillon corria solto no Clube Social, todos dançando, comendo, garçons se desdobrando para atender os pedidos da nata social de Ilhéus.

Tio João, calculando o tempo da corrida, sabendo que já devia estar terminando, chamou um grupo de amigos e soltou a notícia: “João da Verdura foi o campeão da São Silvestre”! Rapidamente os amigos levaram a notícia, que corria rapidamente de mesa em mesa.

Alguns minutos depois, o presidente do aristocrático subiu ao palco e, no intervalo de uma música, pediu a palavra. Saudou a todos desejando um Feliz Ano e confirmou a notícia bomba. Disse em tom alto e alegre: “Queridos associados e visitantes, temos a alegria de anunciar que o nosso querido João da Verdura, conterrâneo ilheuense, foi o campeão da São Silvestre! Para comemorar, vamos servir agora, por conta do Clube, uma garrafa de “Champagne” (naquele tempo não era chamado apenas por Espumante) para comemorarmos essa vitória”.

Os garçons correram para servir a todos e foi feito um brinde ao vencedor. A farra foi grande!

No outro dia, após a ressaca da festa, a notícia veio pela rádio e jornais: João da Verdura ficou em “cagagésimo” lugar, isto é, uns doze depois do último.

A conta ficou para o presidente do Clube, que morreu procurando saber quem deu a notícia.

José Nazal é memorialista, fotógrafo e vice-prefeito de Ilhéus.

SOBRE O PRIMEIRO ANO DO GOVERNO DE MÁRIO/NAZAL

Gerson Marques

 

 

Diferentemente de Jabes, que foi eleito com a minoria dos votos, Mário foi eleito por grande maioria e com muito carisma. Tem muita força e gordura para queimar…

 

 

Governar Ilhéus não é fácil. Além dos problemas normais de governança, existe aqui uma cultura política depreciativa, atávica e especulativa.

Há quatro anos, após seu primeiro ano de governo, o ex-prefeito Jabes Ribeiro já estava triturado. O vitorioso movimento dos jovens do Reúne Ilhéus reduziu Jabes a cinzas em menos de um ano. Daí em diante, seu governo foi pato manco, com um fim foi melancólico. Sem chances de se reeleger, tentou a “contragosto” um caminho com Cacá Colchões, obtendo uma votação de pouco mais de onze mil votos.

Diferentemente de Jabes, que foi eleito com a minoria dos votos, Mário foi eleito por grande maioria e com muito carisma. Tem muita força e gordura para queimar…

Claro que tem muitos problemas, que o governo tem erros, mas longe de ser sequer equivalente ao primeiro ano de Jabes.

Mário tem uma qualidade que nunca vi em nenhum prefeito de Ilhéus: trabalha muito e tem muita iniciativa. Com seu estilo brincalhão e alegre cativou o governador Rui Costa, com quem trata direto, sem intermediários. Dessa parceria sairá a sua obra mais importante: uma reforma completa no sistema de saúde da cidade.

Não tenho dúvida de que, ao final do segundo para o terceiro ano de governo, a saúde pública de Ilhéus será modelo, com postos médicos recuperados, hospital materno-infantil, hospital da Costa do Cacau e UPA(Unidade de Pronto Atendimento).

Mário abriu diálogo com as categorias de trabalhadores da PMI e deu o reajuste que Jabes congelou por quatro anos.
Tomou iniciativa em relação ao trágico problema do endividamento trabalhista do município caminhando para saneá-lo.

Em outra frente, se prepara para obras que vão mudar a cidade. Algumas já estão sendo executadas, outras projetadas e outras sendo licitadas.

Quem conhece a maquina pública sabe que o primeiro ano de um governo é sempre o mais difícil, mas, se tiver mão firme e ideias claras, somado a um planejamento e coordenação, o governo entrará nos trilhos.

Claro que existem problemas e parte da equipe ainda não disse pra que veio. Daí surge outra qualidade de Mário: ele é reativo e sabe transformar críticas em soluções e problemas em respostas.

Nestes tempos de redes sociais tem gente que reduz o mundo ao seu pequeno círculo de curtidas e compartilhamentos imaginando estar ali uma espécie de realidade. Ledo engano, a vida corre lá fora, é real e palpável.

O governo Mário/Nazal está só no começo.

Gerson Marques é produtor e presidente da Associação de Produtores de Chocolates do Sul da Bahia.

O BELO – E GENEROSO – RIO ALMADA

Na localidade de Volta Grande, bela imagem do Rio Almada || Foto José Nazal

O Rio Almada abastece mais de 300 mil moradores no sul da Bahia. É água que chega a lares de municípios como Itajuípe, Uruçuca e Itabuna. Nasce em Almadina e encontra o mar em Ilhéus. Não importa o que o ser humano faça. Nem os obstáculos. O Almada segue o seu curso. Generoso. São dezenas de quilômetros gerando o sustento de milhares e imagens como a captada pela sensibilidade do fotógrafo José Nazal, um dos maiores conhecedores da alma dessa gente sul-baiana.

IMAGENS REVELAM RITMO DE CONSTRUÇÃO DA NOVA PONTE DE ILHÉUS

Rampa no lado centro foi concluída e a do outro extremo está em obras || Foto José Nazal

O fotógrafo e vice-prefeito José Nazal registrou, nesta terça-feira (26), uma sequência de imagens das obras de construção da nova ponte que ligará centro e zona sul de Ilhéus. A previsão é de que as obras sejam entregues ainda em setembro deste ano.

Pelas imagens, percebe-se que a parte estrutural está praticamente pronta para receber os mastros para edificar a primeira ponte estaiada da Bahia. A primeira rampa foi concluída e a segunda está em estágio avançado. Toda a obra tem mais de 30% concluída.

Conforme o governo baiano, a ponte terá extensão total de 533 metros e sistema viário de 2,7 quilômetros, interligando-a à BA-001. O investimento divulgado é de R$ 99 milhões.

Imagem aérea mostra contornos da nova ponte e a Baía do Pontal || Foto José Nazal

A SENSIBILIDADE DE CLODOALDO RIBEIRO

Foto Clodoaldo Ribeiro

O fotógrafo Clodoaldo Ribeiro, da Secretaria de Comunicação de Ilhéus, fez uma sequência de imagens da Terra de Gabriela. Com a sensibilidade de décadas de profissão, brindou os leitores com esta obra-prima de um dos principais destinos turísticos do Nordeste brasileiro. Além das belas praias, Ilhéus é rica em mestres da fotografia, de Clodoaldo a José Nazal, Castilho, Ed Ferreira, Maurício Maron e Anabel Mascarenhas.

ILHÉUS: NAZAL PRORROGA REFIS ATÉ DEZEMBRO

Nazal assina decreto que prorroga Refis 2017 || Foto Clodoaldo Ribeiro

Nazal assina decreto que prorroga Refis 2017 || Foto Clodoaldo Ribeiro

O prefeito de Ilhéus em exercício, José Nazal, decretou, nesta segunda (30), a prorrogação do prazo de adesão dos contribuintes ao programa de regularização fiscal. Agora, o prazo para regularização encerra-se em 20 de dezembro.

Com o Refis, o contribuinte ilheense poderá quitar dívidas com o Fisco municipal com descontos que podem chegar a 100%, caso o pagamento seja feito à vista e em até 10 dias. O benefício inclui dívidas relativas a todos os impostos municipais, a exemplo do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) e Imposto Sobre Serviços (ISS). A exceção dentre os tributos municipais é o Imposto de Transmissão Inter Vivos de Bens Imóveis (ITVI).

O secretário de Fazenda, Adriano Sales, salienta que o Refis é uma ótima oportunidade para quem deseja se regularizar junto ao Município de Ilhéus porque oferece um prazo de pagamento de até 36 vezes. O setor de Tributos da Prefeitura atende no térreo do Palácio Paranaguá, de segunda a sexta-feira, das 12 às 18 horas.

Caso o contribuinte inadimplente queira pagar a dívida em duas parcelas consecutivas será concedida uma redução de 90% dos juros de mora, multa de mora e multa de infração. O secretário explica ainda que caso a opção seja pelo pagamento de três a 10 parcelas consecutivas, haverá desconto de 60% dos juros e multas.

Com a adesão ao Refis, o contribuinte evita medidas de cobrança judicial e extrajudicial, bem como a negativação, por protesto, e nos casos das Microempresas e Empresas de Pequeno Porte, a possibilidade de exclusão do Simples Nacional. :: LEIA MAIS »

MARÃO VIAJA E NAZAL ASSUME PREFEITURA DE ILHÉUS POR 15 DIAS

Marão e Nazal durante transmissão de cargo, no Centro Administrativo || Foto Clodoaldo Ribeiro

Marão e Nazal durante transmissão de cargo, no Centro Administrativo || Foto Clodoaldo Ribeiro

O vice-prefeito de Ilhéus, José Nazal Pacheco Soub, comandará o município pelos próximos 15 dias, após transmissão de cargo, no final da tarde de ontem (25), no Centro Administrativo da Conquista, durante reunião de secretariado. O prefeito Mário Alexandre (Marão) se afasta do cargo para uma viagem à França, onde representará o município no Salon du Chocolat Paris.

O evento será realizado no Paris Expo Porte de Versailles, de hoje ao dia 1º de novembro. Com mais de 500 participantes de 60 países, incluindo 200 chefs e chefs de pastelaria, o Salon du Chocolat é o evento obrigatório do mundo para todos os amantes do chocolate. É também a maior oferta de chocolates dos 5 continentes, com a presença de países produtores de cacau, tudo em 20.000 metros quadrados de show room.

Entre os produtos expostos no evento, estará o chocolate de origem produzido no município de Ilhéus. Expositores locais também participam do evento. “A experiência em Paris é importante para a evolução do Festival Internacional do Chocolate de Ilhéus. Estar participando, vivenciando o clima de um dos maiores eventos gourmet do mundo é, também, estar conhecendo novas expertises que podem valorizar o nosso evento e o nosso produto que a cada dia ganha prestígio no cenário internacional”, afirmou o prefeito licenciado.

Ao transmitir o cargo a José Nazal, Mário Alexandre disse estar convicto de que o município estará em boas mãos, sendo comandado por “uma pessoa que também ama esta terra e tomará as decisões no sentido de melhorar a história da nossa cidade e de nossa gente”. O ato de transmissão de cargo contou com as presenças do presidente da Câmara, Vereador Lukas Paiva, e da deputada estadual Ângela Sousa.

PADRE MIRO SERÁ ORDENADO BISPO EM DEZEMBRO

Padre Miro será ordenado bispo em dezembro

Padre Miro será ordenado bispo em dezembro

Nomeado para o comando da Diocese de Guarabira (PB), padre Aldemiro Sena dos Santos, “Padre Miro”, será ordenado bispo em cerimônia já definida para ocorrer ainda em Ilhéus, quando dezembro chegar. O pároco da majestosa Catedral de São Sebastião, em Ilhéus, será ordenado em 17 de dezembro, às 10 horas.

A cerimônia em Ilhéus deverá reunir as mais altas autoridades religiosas do estado em Ilhéus. Padre Miro é um dos religiosos católicos mais respeitados no sul da Bahia. Ontem, o Papa Francisco o nomeou bispo da Diocese de Guarabira, na Paraíba. O religioso baiano assumirá a Diocese de Guarabira em 2 de fevereiro.

A nomeação do padre para a diocese do município paraibano está publicada no jornal L´Osservatore Romano. Ontem (4), o anúncio oficial, emocionado, foi feito pelo bispo Dom Mauro Montagnoli, no início da manhã, em ato que reuniu padres e fiéis, na Catedral de São Sebastião.

Padre Miro não conteve emoção durante anúncio oficial || Foto Jonildo Glória

Padre Miro não conteve emoção durante anúncio oficial || Foto Jonildo Glória

A nomeação do bispo foi elogiada por autoridades religiosas e do poder executivo ilheense. “Desejo sucesso e que esteja abençoado nesta sua nova vocação como uma liderança firme na fé”, disse ontem, ao saber da nomeação, o vice-prefeito José Nazal, que também ressaltou a capacidade de liderança do Padre Miro.

 

A HISTÓRIA DE ILHÉUS COMO LEMBRANÇA

Gómez recebe exemplar do livro "Minha Ilhéus", da lavra do próprio Nazal || Foto Divulgação

Gómez recebe exemplar do livro “Minha Ilhéus”, da lavra do próprio Nazal || Foto Divulgação

O embaixador de Cuba no Brasil, Rolando Gómez, encarregado de negócios de Cuba no Brasil, cumpre missão na Bahia durante esta semana. Hoje (19), visitou Ilhéus. Retornou do município sul-baiano com boas histórias para contar. E, também, para ler um pouco da História de uma das mais belas e antigas cidades do Brasil. Rolando recebeu, das mãos do vice-prefeito José Nazal, um exemplar do livro Minha Ilhéus.

Com informações e imagens valiosas sobre a expansão da Ilhéus do Século XX, a obra é da própria lavra de Nazal e já está na terceira edição. Traz, também, registros do período da Capitania de São Jorge dos Ilhéus.

AVATIM AMPLIARÁ FÁBRICA E ATUAÇÃO NA ÁREA SOCIAL EM ILHÉUS

Diretores da Avatim mostram ações para ampliar indústria || Foto

Diretores da Avatim mostram ações para ampliar indústria || Foto

O projeto de ampliação da Avatim, na Rodovia Ilhéus-Itabuna, e as ações sociais desenvolvidas pela empresa na comunidade de Vila Cachoeira, em Ilhéus, foram abordados pelos executivos Mônica Burgos e Cesar Fávero, da empresa de cosméticos e aromatizadores de ambiente, durante visita do prefeito Mário Alexandre e do vice-prefeito José Nazal.

Mônica e Fávero falaram da intenção de ampliar o projeto Amigo da Escola, desenvolvido pela empresa em parceria com a rede municipal de ensino. “A intenção é ampliar esse projeto, criando uma creche na comunidade e uma quadra poliesportiva para atender a famílias residentes no Banco da Vitória, Salobrinho e Vila Cachoeira, com o apoio da prefeitura de Ilhéus”, afirma a fundadora da Avatim.

Hoje, 280 crianças e adolescentes da vila. Segundo Marão, o município quer estimular empresas como a Avatim em ações de responsabilidade social. “A parceria entre o Poder Público e a iniciativa privada precisa ser fortalecida para dar continuidade ou ampliar projetos sociais que melhorem a qualidade de vida da população de Ilhéus”, afirmou.

NAZAL QUESTIONA ESTIMATIVA E RELEMBRA EQUÍVOCOS DO IBGE EM CENSOS

Nazal questiona estimativa feita pelo IBGE para Ilhéus || Foto Maurício Maron

Nazal questiona estimativa feita pelo IBGE para Ilhéus || Foto Maurício Maron

O vice-prefeito e secretário de Planejamento de Ilhéus, José Nazal, emitiu nota pública para questionar a estimativa populacional divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE) sobre o município. Nazal observa que a redução pode afetar Ilhéus na atração de investimentos.

Nazal observa equívocos dos últimos censos feitos pelo IBGE em Ilhéus. “No ano 2000, a população do bairro da Conquista era de 22.045 habitantes e o bairro possuía 5.703 domicílios. Já em 2.010, o mesmo bairro possuía 6.379 domicílios e registrava apenas 18.892 habitantes. Então, segundo o IBGE, ao tempo em que o número de residências cresceu 11%, houve uma redução da população em torno de 15% por cento. Portanto, o IBGE nunca conseguiu explicar razoavelmente os dados relevantes e incongruentes, constantes do censo do ano 2000”.

Confira a nota, na íntegra.

NOTA PÚBLICA

Os números projetados e divulgados ontem pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), instituição nacional responsável pela guarda, controle e contagem da população brasileira, mais uma vez mostraram o crescimento populacional negativo no município de Ilhéus.

Chama a atenção da opinião pública, especialmente dos ilheenses, a significativa diminuição populacional ocorrida no município entre as contagens do Censo de 2000 e o de 2010.

Há sete anos, representando Ilhéus na Comissão de Geografia e Estatística, fui informado pelo coordenador que a projeção que estava sendo feita, com base nos dados levantados até aquele momento, daria ao município algo em torno de 185 mil habitantes, o que se comprovou com o registro oficial de 184.236 habitantes.

A perplexidade ocorreu ao compararmos aqueles números com os do Censo de 2000, que identificou uma população de 222.127, ou seja, 37.891 habitantes a menos, num período de 10 anos.

Por conta desta significativa diferença, auditores do IBGE fizeram uma aferição nos dados coletados entre os censos, quando se verificou que, em várias localidades do município, especialmente na zona rural, o número de domicílios e de habitantes contados era inferior ao que havia sido coletado pelo mesmo Instituto, no ano 2000. Por razões que desconhecemos, os números do censo do IBGE do ano 2000, irreais, superestimaram a nossa população.

No ano 2000, a população do bairro da Conquista era de 22.045 habitantes e o bairro possuía 5.703 domicílios. Já em 2.010, o mesmo bairro possuía 6.379 domicílios e registrava apenas 18.892 habitantes. Então, segundo o IBGE, ao tempo em que o número de residências cresceu 11%, houve uma redução da população em torno de 15% por cento. Portanto, o IBGE nunca conseguiu explicar razoavelmente os dados relevantes e incongruentes, constantes do censo do ano 2000 e que, a partir desse logro, vem gerando desdobramentos igualmente desacreditados, contrariando a lógica, a matemática e a percepção geral.

É considerando os números do ano 2000/2010, e utilizando os vetores resultantes desses levantamentos, que o IBGE vem fazendo a cada ano essas projeções, chegando a uma estimativa da população do município. Ora, se o vetor 2000/2010, revela decréscimo demográfico, atribui-se o mesmo declínio aos anos subsequentes, alheio às possibilidades de estagnação do decréscimo, ou mesmo reversão do vetor. Assim, a população de Ilhéus continuará definhando, mesmo que não seja verdade, até que um novo censo populacional seja efetuado.

Outros sintomas, como o aumento do número de domicílios e a quantidade expressiva de novas construções, além do considerável crescimento da “mancha urbana”, são fatos incontestáveis e que contrariam as projeções do IBGE. Ou seja, a incongruência se evidencia, mais uma vez: enquanto o município se expande e a população decresce.
Oficializamos a reclamação de Ilhéus no escritório do IBGE na Bahia, à metodologia questionável do Censo de 2000. Uma demanda jurídica para anulação do referido censo chegou a ser cogitada, mas demonstrou-se inviável, pois seria demasiadamente longa e os efeitos buscados se perderiam.

A título de esclarecimento, os novos números apresentados não representam nenhum tipo de prejuízo financeiro direto, mas, eventualmente, podem gerar consequências danosas nas avaliações sobre o nosso município, conquanto a prováveis investimentos pelos quais nos empenhamos diuturnamente, mas cujo decréscimo populacional pode vir a representar um dado desestimulante.

Por isso, em que pese a queda nos índices populacionais, faz-se necessário informar que Ilhéus se manteve com uma boa margem de segurança na faixa de transferências constitucionais a que teríamos direito, sobretudo o Fundo de Participação dos Municípios (FPM).
Externo as minhas convicções de que esse erro será desmistificado em 2020 – quando está previsto a realização de um novo Censo Demográfico Nacional – e a verdade restabelecida.

Ilhéus, 31 de agosto de 2017

José Nazal Pacheco Soub
Vice-prefeito e secretário municipal de Planejamento e Desenvolvimento Sustentável










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