WebtivaHOSTING // webtiva.com . Webdesign da Bahia


alba










dezembro 2019
D S T Q Q S S
« nov    
1234567
891011121314
15161718192021
22232425262728
293031  

editorias






:: ‘júri popular’

ACUSADOS DE MATAR EVANGÉLICAS NA GUERRA POR FIÉIS VÃO A NOVO JÚRI POPULAR

Acusados de matar evangélicas vão a novo júri popular|| Foto Divulgação

O pastor evangélico Edimar da Silva Brito, 39 anos, o ex-pastor Fábio de Jesus Santos, 36, e o vigilante Adriano Silva dos Santos, 38, irão mais uma vez a júri popular, por determinação da Justiça Criminal de Vitória da Conquista, no Sudoeste do estado, por terem matado duas evangélicas a pedradas em 19 de janeiro de 2016.

As vítimas são a pastora Marcilene Oliveira Sampaio, 38, e a prima dela, Ana Cristina Santos Sampaio, 37. Marcilene era professora universitária no campus da Universidade Estadual da Bahia (Uneb) de Brumado (vizinha a Conquista) e bastante conhecida no meio acadêmico.

O duplo homicídio ocorreu por motivo de vingança contra a pastora, segundo apuração da Polícia Civil e do Ministério Público da Bahia (MP-BA). Marcilene e Edimar eram de uma mesma igreja, mas se desentenderam e a pastora saiu, levando com ela vários fiéis, o que resultou em perda de receita financeira para Edimar.

A sentença de pronúncia do juiz Reno Viana Soares, titular da Vara do Júri e Execuções Penais, foi dada dia 15 de junho e publicada no Diário Oficial da Justiça nessa segunda-feira (18), determinando também que os três acusados sejam presos de forma preventiva – Fábio e Adriano já estão no Conjunto Penal de Vitória da Conquista. Leia mais.

JUSTIÇA PROLONGA DOR DE FAMILIARES DE PROFESSORA ASSASSINADA EM ITABUNA

Grávida, Rayluciene foi morta dentro de casa.

Grávida, Rayluciene foi morta dentro de casa.

Familiares e amigos de Rayluciene Castro Nery convivem há oito anos com a dor da perda – e a impunidade. A professora foi morta na tarde de 25 de janeiro de 2009, no Bairro Alto Mirante, em Itabuna, dentro da própria casa, grávida de 4 meses.

O marido, Everaldo Marques, então com 27 anos, havia deixado a residência para, supostamente, comprar pão. As investigações da Polícia Civil apontaram para Everaldo como autor do crime. Rayluciene levou um tiro no rosto.

O marido  da professora passou a morar em Ipiaú logo após o crime. O acusado alega que saiu para comprar pão e, ao voltar, encontrou a esposa morta. A polícia desconstruiu a versão, pois, de acordo com as investigações, não havia sinais de arrombamento na residência – nem evidências de que se tratasse de um caso de latrocínio.

À polícia, Everaldo disse ter trancado o portão da casa e levado as chaves do cadeado, quando saiu à padaria. Os dois estavam casados há cerca de dois anos.

JÚRI SUSPENSO HÁ 6 ANOS

Everaldo é acusado da morte de Rayluciene.

Everaldo: acusado.

Já em 2011, a justiça decidiu que Everaldo Marques seria levado a júri popular em Itabuna. A defesa do acusado recorreu ao Tribunal de Justiça da Bahia e conseguiu suspender o julgamento. Seis anos depois da decisão do TJ baiano, a família de Rayluciene ainda aguarda um desfecho para o caso.

A Justiça tarda e prolonga uma dor que começou naquele janeiro de 2009 e aumentou ainda mais no início deste ano. A família recebeu informação de que o caso está sem juiz que o analise e tome as decisões necessárias para encaminhar o julgamento. Várias varas da Comarca de Itabuna contam apenas com juízes substitutos.

TJ-BA: EX-PREFEITO VAI A JÚRI POPULAR

Giovanni também vai a júri popular.

O Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) confirmou decisão de primeira instância que determina júri popular para o ex-prefeito de Aurelino Leal, Giovanni Lopes Gagliano, acusado de participação na morte de Gilberto Andrade, em 5 de maio de 2007, na BR-101. Gilberto era prefeito de Aurelino Leal quando foi assassinado.

Giovanni teria se unido ao ex-prefeito José Augusto dos Santos Neto para contratar pistoleiros visando matar Gilberto Andrade. José Augusto queria receber precatório de R$ 420 mil. Com a morte do prefeito, Giovanni assumiria (como assumiu) a prefeitura e pagaria a dívida do comparsa.

José Augusto já foi julgado e condenado a 19 anos de prisão em júri popular ocorrido no mês passado em Salvador (relembre aqui). Giovanni tinha boas relações na cidade e também era pastor evangélico. Com informações d´A Região Online.

JÚRI DA CHACINA DE ITAJUÍPE SERÁ NO DIA 1º

Vítimas da chacina de Itajuípe.

O julgamento dos três acusados de envolvimento na chacina que ocorreu em março de 2007, no Sítio Vontade de Deus, na rodovia Itajuípe-Coaraci, está agendado para o próximo dia 1º de setembro no Fórum Desembargador Dr. Orlando Pereira dos Santos, em Itajuípe.

Os acusados são Alex de Paula Silva e Anderson Gonçalves dos Reis. De acordo com o inquérito da Polícia Civil, eles cometeram o crime a mando do ex-funcionário da Petrobras José Américo dos Reis Filho. Todos se encontram presos no Conjunto Penal de Itabuna desde 2007 e vão à júri popular.

As vítimas forma cinco pessoas. Além de Ediane Duarte de Souza, foram assassinados o filho, José Américo Júnior, de 5 anos, Lidilaura da Paz Santos, Geisa Silva Santos e seu filho, Pedro Henrique, de 3 anos.

Júnior era filho do ex-funcionário da Petrobras José Américo que encomendou os assassinatos da amante e do filho. Américo teria ordenado as execuções para livrar-se de chantagens feitas por Ediane Duarte.

Leia mais no Trombone

SUSPEITOS DE MATAR COTRIM IRÃO A JÚRI

O juiz Rodrigo Quadros de Carvalho, da Vara Crime de Itamaraju, decidiu que os irmãos Jorge, Jairo, José Robson e Vivaldo Dantas Meira irão a júri popular como acusados pelo homicídio do ex-deputado estadual Maurício Cotrim. Ele foi assassinado com cinco tiros em 14 de setembro de 2006, naquele município.

Na instrução do processo, não ficou provada a participação de Fábio Alves dos Santos e José Dias Moura, mas ainda cabe recurso tanto desta decisão como da que determinou que os irmãos Dantas Meira sejam levados a júri.

PROMOTORIA QUER JÚRI DE MANSUR FORA DE ITAJUÍPE

Mansur será julgado em outra comarca.

O julgamento do vereador e presidente da Câmara de Itajuípe, José Carlos Mansur Gonzaga, o Zezinho Mansur, previsto para hoje, foi adiado e não deve ocorrer mais no município.

O Ministério Público estadual pedirá o desaforamento da ação para que o júri popular ocorra em outra Comarca, possivelmente a de Itabuna, longe da influência do réu no processo.

O vereador vai a júri por tentativa de homicídio contra o radialista Yonélio Said, na porta de um restaurante a poucos metros da prefeitura.

Zezinho Mansur sacou uma arma e atirou nos testículos do radialista. Yonélio ficou mais de mês internado no Hospital de Base Luís Eduardo Magalhães (Hblem).

O pedido de desaforamento será analisado pelo Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA). O presidente do Sindicato dos Radialistas de Itabuna, Frankvaldo Lima, prometeu acompanhar o julgamento do vereador.






WebtivaHOSTING // webtiva.com . Webdesign da Bahia