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:: ‘Leonel Brizola’

GERALDO, DAVIDSON E ROBERTO JOSÉ

marco wense1Marco Wense

 

Dos quatros prefeituráveis de partidos que dão sustentação política ao governo estadual, o ex-alcaide é o grande favorito. Percentualmente, diria que Geraldo tem 90% de chance, Davidson 5%, Roberto José 4% e Leahy 1%.

 

Já estou ficando repetitivo quando digo que o PT de Geraldo Simões e o PCdoB de Davidson Magalhães vão caminhar juntos na sucessão do prefeito Claudevane Leite.

A união entre petistas e comunistas é uma questão de pura sobrevivência política. O cenário aponta uma dependência que tende a ficar cada vez mais escancarada.

Se a junção é considerada como favas contadas, então podemos dizer que o candidato do governismo será Geraldo Simões, com o PCdoB indicando o companheiro da chapa majoritária.

E Roberto José, que é do PSD do senador Otto Alencar, que é aliado do governador Rui Costa, como fica? Vai aceitar passivamente a fritura em torno da sua pré-candidatura?

Ora, até as freiras do Convento das Carmelitas sabem que o governador Rui Costa não medirá esforços para que a base aliada tenha um só candidato a prefeito.

Dos quatros prefeituráveis de partidos que dão sustentação política ao governo estadual – Geraldo Simões, Davidson Magalhães, Roberto José e Carlos Leahy, respectivamente PT, PCdoB, PSD e PSB –, o ex-alcaide é o grande favorito. Percentualmente, diria que Geraldo tem 90% de chance, Davidson 5%, Roberto José 4% e Leahy 1%.

É bom lembrar que a senadora Lídice da Mata, dirigente-mor do PSB, além de ter um bom relacionamento com o governador Rui Costa, comunga com a opinião de que qualquer cisão na base só faz ajudar a oposição.

Robertistas, obviamente os mais lúcidos e politizados, já defendem uma aproximação de Roberto José com o médico Antônio Mangabeira, pré-candidato pelo PDT do saudoso Leonel Brizola.

Muita coisa ainda vai acontecer na movediça areia da sucessão do prefeito Claudevane Leite (PRB).

GEDDEL EM ITABUNA

JuvenalMaynart CeplacAmanhã, sábado (28), o ex-ministro Geddel Vieira Lima e o mano Lúcio Vieira Lima, cotadíssimo para substituir Eduardo Cunha na presidência da Câmara dos Deputados, estarão em Itabuna para discutirem a sucessão do prefeito Claudevane Leite.

Serão recebidos pelo presidente do diretório do PMDB, Pedro Arnaldo, pelo médico Renato Borges da Costa, o pré-candidato Fernando Vita, o vereador Antônio Cavalcante e, principalmente, por Juvenal Maynart.

Digo principalmente, porque Geddel tem a oportunidade de parabenizar pessoalmente Maynart não só pelo bom trabalho realizado na Ceplac, quando superintendente do órgão, como na valorosa contribuição para a implantação da Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB).

Marco Wense é articulista do Diário Bahia.

O DEM AGRADECE

Marco Wense

Geraldo continua o mesmo: não aprendeu a elementar lição que política é conta de somar.

O DEM de Itabuna, sob o comando de Maria Alice, gostou da entrevista do deputado Geraldo Simões no jornal Agora, edição do último fim de semana.

Toda entrevista do parlamentar é um prenúncio de festa no staff democrata. As bordoadas do ex-prefeito contra os meninos do PCdoB, desferidas impiedosamente, são intensamente comemoradas.

É unânime a opinião de que um racha entre petistas e comunistas, com o PCdoB lançando candidatura própria, torna o projeto de reeleição de Azevedo cada vez mais provável.

Ao ser questionado sobre a vinda da universidade federal, o parlamentar foi taxativo: “Se eu não fosse deputado, Itabuna não teria uma universidade federal”.

O petista assume a paternidade da Ufesba, debochando e inferiorizando as importantes participações dos colegas Félix Mendonça Júnior (PDT), Josias Gomes (PT) e da atuante deputada Alice Portugal (PCdoB).

Geraldo Simões parece que não precisa de aliados para a sucessão de 2012. Ainda não aprendeu a elementar lição que política é conta de somar.

Na eleição de 2004, Geraldo Simões, então candidato a um segundo mandato (reeleição), depois de brigar com Renato Costa, Ubaldo Dantas, João Xavier e muitos outros, foi sucumbido por Fernando Gomes.

Geraldo continua o mesmo. Aliás, o governador Jaques Wagner, em conversas reservadas, tem dito que o ex-prefeito, por conta de seu individualismo, vai terminar sendo novamente derrotado em Itabuna.

Os demistas estão esperando a próxima entrevista de Geraldo Simões. Torcem por um Geraldo cada vez mais desagregador, tratando com desdém os partidos e as lideranças da base aliada do governo Wagner.

ACÁCIA E O PV

A pré-candidatura de Acácia Pinho à sucessão do prefeito Azevedo, pelo PDT do saudoso Leonel Brizola, ganha musculatura com o apoio do Partido Verde.

A celebração desta importante aliança, com a presença de autoridades e lideranças federais, estaduais e municipais, acontece hoje, sexta-feira(25), às 19 horas, na Câmara de Vereadores de Itabuna.

O PV, presidido por Evan Maxwel, passa a integrar a frente partidária formada pelo PDT, PCdoB, PRB e o PSC. A professora Acácia, sem muito estardalhaço, mostrando competência política, vem, como se diz na gíria, tomando o mingau pela beirada do prato.

Para Otávio Menezes, que já foi duas vezes vereador de Itabuna, “o crescimento de Acácia nas pesquisas é só uma questão de tempo. Vai ser a grande surpresa da sucessão de 2012”.

Marco Wense é articulista do Diário Bahia.

PROFESSOR BOY PRESIDIRÁ PDT ITABUNENSE

O PDT decidiu buscar em Salvador a solução para reorganizar o partido em Itabuna. O deputado federal Félix Jr. escolheu o professor Elenilson Doto, o Professor Boy, para presidir a comissão provisória da legenda brizolista no município sulbaiano. “Boy” é professor de química do colégio e curso Galileu, mas reside na capital baiana.

“O partido volta às suas raízes e terá um perfil mais ligado à educação, resgatando uma marca dos tempos de Leonel Brizola, deixando as “raposas” de lado”, assinala o empresário e articulista Marco Wense, que também participará da empreitada de reorganizar o PDT em Itabuna.

Wense está empolgado, a ponto de defender que o PDT tenha candidatura própria em 2012 para disputar a sucessão do prefeito Capitão Azevedo (DEM). O nome pode sair de um grupo de médicos com quem o deputado Félix Jr. vem conversando.

Há três meses, o deputado estadual Roberto Carlos esteve em Itabuna e convidou o médico oncologista Antônio Mangabeira para filiar-se ao partido e disputar a prefeitura. Mangabeira ficou de avaliar (relembre aqui).

QUEM DIRIA, HEIN?

Marco Wense

Raimundo Vieira, sem dúvida o fernandista dos fernandistas, o fernandista-mor, é o grande responsável pelo namoro político entre os ex-prefeitos.

O ex-prefeito de Itabuna, Fernando Gomes de Oliveira, que já governou a cidade por quatro vezes, é a “noiva” mais cobiçada da sucessão de 2012.

O ex-patinho feio da política tupiniquim pode até escolher o noivo que achar mais interessante e atraente. Tem três opções: 1) Um magrinho de nariz alongado. 2) Um moreno com cabelos brancos. 3) Um jovem comunista.

E por falar na inusitada aproximação entre GS e FG, o aposentado marinheiro Raimundo Vieira tem uma difícil missão: uma audiência de Fernando Gomes com o governador Jaques Wagner.

Raimundo Vieira, sem dúvida o fernandista dos fernandistas, o fernandista-mor, é o grande responsável pelo namoro político entre os ex-prefeitos.

UFESBA

O vereador Wenceslau Júnior, do PCdoB, tem razão quando diz que a luta por uma universidade federal no sul da Bahia vem desde os tempos da política estudantil.

É óbvio que o parlamentar se refere a então Fespi, hoje Universidade Estadual de Santa Cruz, quando o edil participava do movimento pelo ensino público.

É bom lembrar que a turma do Partido Democrático Trabalhista, o PDT do saudoso Leonel Brizola, autor da famosa frase “A educação é a prioridade das prioridades”, também marcou presença em todas as reivindicações.

Na época, este modesto comentarista político, até hoje filiado ao PDT – meu primeiro e único partido –, exercia o cargo de presidente do Diretório Acadêmico de Direito, o DA de Direito.

Marco Wense é articulista da Contudo.








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