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:: ‘letras’

PROUNI OFERECE 657 BOLSAS EM ITABUNA E ILHÉUS. INSCRIÇÃO JÁ COMEÇOU

Prouni 2014

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Arquitetura e Urbanismo, Enfermagem, Farmácia
Logística e Odontologia estão entre opções de curso

As inscrições no Programa Universidade para Todos (Prouni), do Ministério da Educação, começaram nesta madrugada de segunda (13) com a oferta de 657 bolsas  integrais e parciais em faculdades privadas em Ilhéus e Itabuna. O prazo de inscrição encerra-se na sexta (17). O resultado da primeira chamada está previsto para dia 20.

O programa federal oferece 590 bolsas integrais e 67 parciais em faculdades das duas maiores cidades do sul da Bahia. As bolsas parciais são oferecidas apenas por instituições de ensino superior em Ilhéus.

A maioria das vagas está em Itabuna, onde são disponibilizadas 439 bolsas, todas elas integrais e divididas por 21 cursos nas faculdades Unime, Unopar, Uniasselvi e Unisa, de acordo com levantamento feito pelo PIMENTA com base nos dados do MEC. As instituições privadas ilheenses oferecem total de 218 bolsas, boa parte na modalidade ensino a distância, em 20 cursos.

CLIQUE AQUI PARA INSCRIÇÃO NO PROUNI

Para a inscrição, o MEC solicita o número de inscrição no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) do ano passado, além da senha.

Além de ter participado do Enem 2013, o candidato precisa ter obtido nota média igual ou superior a 450 para poder se inscrever no Prouni. Outra condição é ter cursado o ensino médio em escola pública ou ter sido bolsista em escola particular e ainda não ter curso superior completo.

BOLSA INTEGRAL OU PARCIAL?

O candidato pode disputar bolsa integral no Prouni caso a renda bruta familiar mensal por pessoa seja igual ou inferior a um salário mínimo e meio (R$ 1.086,00). Já para concorrer à bolsa parcial, a renda bruta familiar deve ser de, no máximo, três salários mínimos (R$ 2.172,00) por pessoa. No leia mais, confira a oferta de cursos e de vagas em Ilhéus e Itabuna. :: LEIA MAIS »

CELINA NA ACADEMIA DE LETRAS

A jornalista Celina Santos, do Diário Bahia, será empossada na próxima sexta-feira, 20, entre os novos membros da Academia de Letras de Itabuna (Alita). E entra bem acompanhada na entidade, juntamente com personalidades como o reitor da Universidade Federal do Sul da Bahia, Naomar Almeida, e a comunicóloga Raquel Rocha.

Sobre Celina, uma colega querida, qualquer elogio será pequeno. É profissional de texto claro e correto, que põe a alma no que faz.

A futura imortal da Alita formou-se na primeira turma de comunicação social (rádio e tv) da Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc) e em jornalismo na Faculdade de Tecnologia e Ciências (FTC), em Itabuna. É também pós-graduada em jornalismo e mídia pela Facsul.

ALITA FESTEJA DOIS ANOS DE ATIVIDADES

Sônia.MaronA Academia de Letras de Itabuna (Alita) comemora na sexta-feira, 19, dois anos de atividades, com sessão solene em que será empossado o escritor Hélio Pólvora, no salão nobre da FTC (Praça José Bastos), às 19 horas. Também será empossada a nova diretoria da entidade para o biênio 2013-2014, tendo como presidenta a acadêmica Sônia Maron.

Hélio Pólvora, atualmente residindo em Salvador, encontra-se adoentado e terá seu discurso de posse (quando discorrerá sobre a obra de Machado de Assis, seu patrono) lido pela poetisa Ceres Marylise, enquanto o discurso de recepção, em nome da Alita, ficará a cargo do contista Aleilton Fonseca.

De acordo com o presidente Marcos Bandeira, a entidade vive um momento de afirmação, com a posse do autor de Inúteis luas obscenas, “um crítico, romancista, contista e cronista itabunense de reconhecimento nacional”. Ele afirma que, embora a posse simbólica não seja o ideal, é um ato plenamente justificado neste caso, confiando em que esse ritual incomum tenha o mesmo brilhantismo da forma tradicional.

A nova presidenta, Sônia Maron (que exerceu o cargo na ausência do titular), fala de um tempo de muito trabalho para consolidar a Alita, destacando que “nunca houve desmotivação e esmorecimento diante das dificuldades encontradas, e que são comuns nos empreendimentos culturais”.

Ela lista como “maior conquista” desses dois anos “ter a Academia chegado às novas gerações, aos estudantes, a pessoas que vão dirigir esta cidade em futuro próximo”. Palestras em escolas, marcando o centenário de Jorge Amado, e as comemorações do Dia da Consciência Negra foram “pontos altos” desses dois primeiros anos, segundo a presidenta.

UNIVERSO PARALELO

PROFESSOR ILHEENSE VAI PRESIDIR A ABL

Ousarme Citoaian | ousarmecitoaian@yahoo.com.br

1ABL“A noite da última quinta-feira, 14, foi marcada pela retomada das atividades da Academia Brasileira de Letras e posse da nova diretoria, que será presidida pelo professor Josevandro Nascimento. Durante o evento, que contou com a presença do prefeito Jabes Ribeiro, foram prestadas homenagens póstumas ao poeta baiano Castro Alves, que nasceu na mesma data da solenidade”, dizia a notícia lida em respeitável blog. “Ora, vejam só!”, pensei de olho nos botões da blusa: “Um ilheense presidindo a Casa de Machado de Assis!” – e quase saí aos gritos e pulos, tomado dum agudo e justificado frenesi bairrístico.

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Castro Alves acaba de nascer, aleluia!

Mas, macaco antigo das redações, mantive minhas dúvidas e, como diriam os juristas, fui às provas: consultei dezesseis (!) blogs e dois importante jornais diários de Itabuna (os nomes não declino, mas adianto que o meu blog preferido, um que não gosta de molho agridoce, não está na lista). No entanto lhes digo, por ser rigorosamente verdadeiro, que os dezesseis veículos deram a notícia, fazendo do referido professor presidente da ABL – e criando uma barrigada monumental. Solidário, esperei uma semana pelo desmentido, que não veio; então, de alma lavada, enxaguada e embandeirada, comemoro publicamente o evento, pois não é toda hora que temos um ilheense a presidir o grande sodalício.

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O dia em que “mataram” Edivaldo Brito

E aquela parte que diz ter Castro Alves nascido “na mesma data da solenidade” me levou às lágrimas: é imenso privilégio ter aqui o Poeta dos Escravos bebezinho, em fraldas, nascido no dia 14 de março deste ano – mudando o curso da história. Falemos sério: a mídia contribui para a desinformação (e neste caso, o ridículo), ao publicar notinhas de assessoria sem submetê-las a copidesque, revisão e edição. O lastimável texto da prefeitura de Ilhéus foi replicado ipsis litteris, com erros gritantes, a ponto de dar o palestrante Edivaldo Brito como patrono da ABL – o que significa estar o mesmo morto e sepultado há, no barato, 120 anos. É demais pra minha paciência.

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COMILANÇA, OU O CASO DOS 3.600 PRATOS

4Comilança
Conhecido restaurante de Itabuna faz uma divulgação em que oferece “mais de 60 variedades de pratos”, num claro atentado à boa linguagem. O texto só pode ser salvo pelo cinismo daqueles para quem o importante é que a mensagem seja entendida. Eu entendi que a casa oferece “uma diversidade superior a 60 pratos”, só que isto não está dito em língua portuguesa. Como foi posto, o reclame gastronômico põe à disposição (há quem prefira “disponibiza”, argh!) 60 variedades multiplicadas por 60 pratos: 3.600 ofertas. Quer dizer: se o cliente quiser um churrasquinho de gato, por exemplo, será chamado a optar entre 60 tipos diferentes. Mesmo com o exagero a que a publicidade se dá direito, contenhamo-nos.
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Estupidez elevada à quarta potência

Tautologias à parte, a indigência vocabular da mídia tem mostrado disparates a todo momento, a ponto de sepultar termos consagrados pelo uso, em benefício de “novidades”. Vejam que, no noticiário policial, não mais existe a palavra “bala”, trocada por “munição”. Troca malsã: bala é munição, mas munição nem sempre é bala: um é termo genérico; o outro, específico. O pior é quando um repórter mais ignorante pouquinha coisa, diz que “a polícia apreendeu várias munições”. Esta palavra, se lhe cabe o uso, fica bem no singular; quando empregada no plural, em lugar de “balas”, temos um estranho caso de estupidez elevada à quarta potência. Ou, para quem prefere a medicina à matemática, um quadro de asnice recidivante.

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(ENTRE PARÊNTESES)

6Estória de facão e chuvaPermitam-me o pequeno anúncio: o livrinho Estória de facão e chuva (de 2005), esgotado, acaba de ter sua 2ª edição, por nímia gentileza da Editus (Editora da Universidade Estadual de Santa Cruz), tendo Rita Virgínia Argolo à frente. O pequeno volume (184 páginas) reúne 35 crônicas e dois discursos, sendo um deles de Hélio Pólvora, na Academia de Letras de Ilhéus, em 2001. A professora Maria Luiza Nora, na apresentação de Estória… diz que o autor “com sua escrita, nos descomplica, nos tira aquela pose que pode estar querendo se instalar, nos humaniza a ponto de darmos boas risadas de nós mesmos, e risadas de deboche, o que é melhor”. O autor, cativo, agradece.

BARDOT E DENEUVE – REALIDADE  E LENDA

7Catherine DeneuveCanções com uma história real a sustentá-las são corriqueiras. Mas algumas conseguem se debater entre a realidade e a lenda, sem que nós, ouvintes distantes da cena da gênese, saibamos a verdade. É o caso de Belle de jour (sic), momento romântico de Alceu Valença, que é cercado por essa magia do sim e do talvez. Dizem que Alceu estava num café, em Paris (mas já pra lá de Bagdá), quando lhe surgiu à frente Catherine Deneuve e, com ela a lembrança do filme Belle du jour: ali mesmo ele escreveu a canção, para depois descobrir que não vira La Deneuve, mas Brigitte Bardot! Outros falam de incerta moça que caminhava todas as tardes na praia da Boa Viagem, no Recife, e que se afogou…
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O sotaque de Alceu nem a Sorbonne tira

Claro que a versão de que a letra foi inspirada no filme de Buñuel não interessa, por ser muito óbvia, pouco instigante. E também não faltam os psicólogos de mesa de bar, a explicar que “azul” é referência a heroína (a bela estaria, nesta visão, chapada!), enquanto a Boa Viagem teria duplo sentido: não seria apenas a praia, mas também aquela “boa viagem” patrocinada pela droga (“A belle de jour no azul viajava…”). O artista não esclareceu a dúvida, preferindo reforçar o mito de que a canção foi feita num bar parisiense, quando ele, doidão da silva, teve um delírio e viu… sabe Deus quem! Eu gosto mesmo é do francês de Alceu: o accent pernambucano de São Bento do Una nem a Sorbonne tira. Graças a Deus.

(O.C.)

(W)ALITA: IMORTAL JOGA M… NO “LIQUIDIFICADOR”

Cyro de Mattos diz que "com o aumento da lista de espera da Alita, muita gente efetiva precisa morrer logo"

Uma encrespada troca de emails à qual o PIMENTA teve acesso revela divegências profundas na recém-criada Academia de Letras de Itabuna (Alita), tendo o imortal Cyro de Mattos como pivô da ingresia.

Mattos tem se oposto firmemente às iniciativas do presidente da casa de literatos, o juiz Marcos Antônio Bandeira. A primeira bronca do autor de “Vinte Poemas do Rio” foi com as incursões do presidente em busca de fontes de financiamento para a Academia que, como é nova, ainda não tem decreto de utilidade pública nem condições de captar recursos. Para custear despesas para instalação e compra de equipamentos, Bandeira procurou a ajuda, por exemplo, do prefeito José Nilton Azevedo e do presidente da Câmara de Vereadores, Ruy Machado. Na opinião de Mattos, esse tipo de relação compromete a independência da Alita.

Nova divergência se deu quando passou a circular entre os membros da academia sugestão de nomes para integrar uma fila de espera de aspirantes à imortalidade. Os nomes apontados são o do bispo diocesano Dom Ceslau Stanula e do editor Agenor Gasparetto, da editora Via Litterarum. 

Sobre Gasparetto, apesar dos elogios, Mattos deixa transparecer uma dose de ironia. Escreveu ele no email que “Gaspareto, intrépido editor, intelectual valoroso, reforça mais o time do pessoal da UESC na ALITA”. A respeito do bispo, o veneno foi, se os imortais nos permitem um neologismo, “cascavélico”. Disparou Mattos:

“Se uma academia de letras é considerado (sic) por muitos como lugar intocável, com Dom Ceslau, cardeal e afins passará a ser espaço sacorossanto. Estaremos todos no céu. De olho aberto fique o povo dos terreiros. Dizem que a pedofilia virou uma praga nas igrejas. Cristo, o bem-amado salvador da humanidade, é que não está gostando disso”.

O escritor, despejando sarcasmo, observou que “com o aumento na lista de espera da ALITA, muita gente efetiva precisa morrer logo para que a rotatividade corresponda aos anseios dos que gostam de armar alianças”. E mais: “andam dizendo por aí que o Charles Henri, Maria Alice, Carlos Burgos, Capitão Azevedo, Ivan Montenegro e José Oduque estão querendo engrossar a lista de espera da ALITA. Cruz-credo! Vai pra lá, Satanás!”.

Sugestão aos imortais da Alita: na hora do chá das cinco, camomila urgente!

ACADEMIA PRA DAR E VENDER

Itabuna está indubitavelmente se transformando numa cidade “acadêmica”. Somente neste fertilíssimo ano de 2011, já surgiram três academias de letras: a Agral (Academia Grapiúna de Letras), a Alita (Academia de Letras de Itabuna) e – num movimento anarquista, rebelde e iconoclasta – a Alambique (Academia de Letras, Artes, Música, Birita, Inutilidades, Quimeras, Utopias Etc).

Tem academia pra todo gosto, mas ainda vem mais por aí. O irrequieto Vercil Rodrigues, que já fomentou o surgimento da Agral, trabalha neste momento para fazer brotar a Academia de Letras Jurídicas de Itabuna, o que já está sendo discutido com professores dos cursos de Direito da Uesc, Unime e FTC.

Curioso é que a Alita tem à frente dois juízes: Marcos Bandeira e Sônia Maron, além de contar com vários advogados em sua composição, o que já lhe dá um certo ar de academia jurídica. A que vem por aí será quase uma sobreposição…

IMORTAL

O jornalista e escritor Vercil Rodrigues foi escolhido esta semana para ocupar a cadeira de número 21 da Academia de Letras de Ilhéus, que ficou vaga em maio do ano passado com a morte do poeta Edgar Pereira de Souza.

Bacharel em história e direito, Rodrigues edita o jornal e revista Direitos e tem dois livros publicados: “Breves Análises Jurídicas” e “Análises Cotidianas”. No início deste mês, o novo imortal também participou da fundação da Agral (Academia Grapiúna de Letras), com sede em Itabuna.






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