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:: ‘Levi Vasconcelos’

LEVI, AUGUSTO E O PALETÓ

marco wense1Marco Wense

 

O candidato que sai na frente, costuma perder. Vai definhando, definhando, e termina sendo o terceiro mais votado. Esse discurso do “já ganhou”, além de desaconselhável, só acaba em uma grande frustração.

 

Davidson Samuel, do conceituado blog Pimenta, salvo engano no mês de agosto, me liga e diz: “Wense, Jairo Costa, do Correio da Bahia, que faz a Coluna Satélite, acaba de me ligar pedindo seu celular. Vai ligar pra você”.

Eu tinha discordado de um comentário sobre o processo sucessório de Itabuna. Depois de uma civilizada conversa, ficou tudo democraticamente acertado: Jairo continuou com sua opinião e eu com a minha.

É preciso acabar com essa mania, com essa babaquice de achar que tudo que se escreve nos jornais da capital é inquestionável, que seus jornalistas políticos não erram. Uma inominável bobagem.

Agora discordo de uma análise de Levi Vasconcelos, do jornal A Tarde, responsável pela coluna Tempo Presente, sobre o mesmo assunto: a sucessão do prefeito Claudevane Leite (PRB).

Levi, pelo qual tenho uma grande admiração, dá como favas contadas a vitória do tucano Augusto Castro se Davidson Magalhães (PCdoB) e Geraldo Simões (PT) continuarem desunidos.

“Augusto Castro pode encomendar o paletó”, diz Levi. É evidente que qualquer cisão no governismo ajuda a oposição e vice-versa.

A histórica briguinha entre petistas e comunistas só vai durar o tempo que o governador Rui Costa achar que ainda é cedo para dizer “chega”. O pega-pega entre PT e PCdoB não é duradouro.

Nem mesmo o próprio Augusto tem certeza de que será o nome da oposição na disputa pelo cobiçado Centro Administrativo Firmino Alves. O jogo daqui de baixo vai ser decidido lá por cima.

É bom lembrar ao caro Levi que o oposicionismo também tem seus imbróglios. É público e notório que os ex-alcaides Fernando Gomes e o Capitão Azevedo, ambos do DEM, não confiam em Augusto Castro (PSDB).

Outro detalhe, caro Levi, é que Augusto Castro, hoje na frente nas pesquisas de intenção de votos, não vai ficar só pilotando em céu de brigadeiro. Sua aeronave vai enfrentar grandes tempestades.

Aqui em Itabuna, caro Levi, o candidato que sai na frente costuma perder. Vai definhando, definhando, e termina sendo o terceiro mais votado. Esse discurso do “já ganhou”, além de desaconselhável, só acaba em uma grande frustração.

O que ficou estranho foi Levi Vasconcelos concluir seu comentário dizendo que “faltam 11 meses para as eleições e até lá muita água vai rolar”.

Ora, se tem muita água para rolar, então não tem nada decidido, mesmo que Davidson não se entenda com Geraldo. Aconselho ao prefeiturável Augusto Castro não encomendar o paletó.

Marco Wense é articulista do Diário Bahia.

LEVI EM NOVO PROJETO

Levi Vasconcelos comandará o Bahia.ba (Foto Mila Cordeiro).

Levi Vasconcelos comandará o Bahia.ba (Foto Mila Cordeiro).

O jornalista Levi Vasconcelos, principal nome do jornalismo político baiano, e o empresário João Botti, da Rádio Difusora de Itabuna, lançam em 5 de novembro o site Bahia.ba.

A redação terá em torno de 15 jornalistas. Uma das novidades já trazidas pelo site será a terminação de domínio (bahia.ba), que leva o nome da marca em vez da terminação tradicional .com.br ou .com.

Levi continuará à frente da coluna Tempo Presente, d´A Tarde, e tocando o novo projeto na área de comunicação.

Aliás, quanto ao principal diário baiano, embora não tenha havido um desmentido oficial, o diretor André Bloomberg nega que o jornal tenha sido vendido para um grupo de empresários, conforme publicado em Gente&Mercado e repercutido por este blog, na noite de terça.

OS MAGOS DO PHOTOSHOP E AS PROPAGANDAS ENGANOSAS

marivalguedesMarival Guedes | marivalguedes@gmail.com

Na última campanha, o assunto gerou polêmica nas redes sociais. Numa postagem, um internauta destilou veneno contra a vereadora Fabíola Mansur afirmando que a candidata à deputada estadual fazia propaganda enganosa.

O jovem João Maria de Bragança se decepcionou quando viu pela primeira vez a menina Carlota Joaquina, filha do rei da Espanha, com a qual deveria se casar por imposições familiares. Até aquele momento, ele a conhecia apenas através de pinturas de generosos artistas. Carlota, para o padrão de beleza, era “feia de doer”. O futuro Dom João VI balbuciou num lamento: “Fui enganado.”

Surgiu a fotografia, no século XVIII, evitando tais constrangimentos. No entanto, recentemente inventou-se a possibilidade de novo artifício, o Photoshop, utilizado exageradamente nas campanhas eleitorais. Estes magos da imagem deixam candidatos (as) sem rugas, dentes alvos mais que a neve e remoçam jornalistas em outdoors que anunciam programas de rádio e TV.

Na última campanha, o assunto gerou polêmica nas redes sociais. Numa postagem, um internauta destilou veneno contra a vereadora Fabíola Mansur afirmando que a candidata à deputada estadual fazia propaganda enganosa.

O assunto foi pauta de uma reunião entre Fabíola e sua assessoria. Decidiram não responder as provocações, mas foi publicado na coluna Tempo Presente, assinada pelo jornalista Levi Vasconcelos, no jornal A Tarde.

A candidata leu e telefonou:

– “Olha, seu Levi, tem muito jornalista também abusando do photoshop, viu?”.

Levi foi um dos que teve a foto espalhada em outdoors em anúncios sobre debates nas eleições.

O famoso profissional já havia sido questionado sobre fotografia e realidade. Dona Angélica, proprietária de uma banca de revista na Pituba, em Salvador, abriu uma edição do jornal A Tarde e indagou:

– Seu Levi, posso lhe fazer uma pergunta?

– Claro.

– Nesta foto o senhor era bem mais moderno, não era?

Me antecipando, sugiro ao diretor deste blog, Davidson Samuel, que, na próxima semana, substitua minha foto…

Marival Guedes é jornalista e escreve no Pimenta às sextas-feiras.

OS CARAS DA IMPRENSA NA ALBA

Levi Vasconcelos assina coluna Tempo Presente, d´A Tarde (Foto Mila Cordeiro).

Levi Vasconcelos assina coluna Tempo Presente, d´A Tarde (Foto Mila Cordeiro).

Embora tardio, vale o registro. Levi Vasconcelos, editor da coluna Tempo Presente, d´A Tarde, foi o  jornalista mais votado, na categoria impresso, dentre os profissionais de imprensa que cobrem o dia a dia da Assembleia Legislativa. Obteve 23 votos. A coluna é referência para o jornalismo político baiano.

Os destaques do ano no legislativo estadual também foram o radialista Itamar Ribeiro e, na categoria blogs e sites, o jornalista Tasso Franco, do Bahia Já.

Dentre os parlamentares, o mais votado foi Carlos Gaban (DEM), que não foi reeleito, e Marcelo Nilo, com 21 e 19 votos, respectivamente. Outro não reeleito e figurando na lista foi Álvaro Gomes (PCdoB).

COMO NOS PAMPAS

augusto castroNota publicada hoje (8) na coluna de Levi Vasconcelos (A Tarde) compara as eleições municipais itabunenses às estaduais do Rio Grande do Sul. Por uma questão básica: em ambas, os candidatos à reeleição não têm vida fácil.

Itabuna jamais reelegeu um prefeito e o Rio Grande nunca reconduziu um governador ao poder.

A partir dessa comparação, o colunista menciona o deputado estadual reeleito Augusto Castro (PSDB) como o nome carimbado da oposição para disputar a Prefeitura, hoje sob o comando de Vane do Renascer (PRB).

Castro, que teve 12.270 votos na cidade (segundo mais votado, atrás do ex-prefeito Capitão Azevedo, do DEM), está, como se diz, “na muda”, e não diz nem que sim nem que não.

É tucano do tipo que gosta de estudar bem o terreno para ver se há condição de pouso.

É O SISTEMA, UZIEL

Coluna Tempo Presente (Levi Vasconcelos), A Tarde

Autor do bordão ‘O sistema é bruto’, que o consagrou como radialista, o deputado Uziel Bueno experimentou ontem na pele a brutalidade do sistema. Pensou que instalaria a CPI do Futebol, contra a Embasa, porque apresentou o requerimento com 24 assinaturas e, em último caso, ganharia em plenário.

Marcelo Nilo (PDT), presidente da Assembleia, simplesmente mandou contar as assinaturas. Só tinha 18, seis haviam retirado.

Uziel mirou o Bahia, mas acertaria no governo, a ideia foi sutilmente abortada.

Mesmo aveludado, o sistema é bruto.

JORNALISTA REVELA QUE CÂNCER NA GARGANTA LEVOU À RENÚNCIA DE GANDARELA

Gandarela renuncia após duas vitórias nas urnas e problemas de saúde.

Gandarela renuncia após duas vitórias nas urnas e problemas de saúde.

O jornalista Levi Vasconcelos, que edita a coluna Tempo Presente, n´A Tarde, revelou na edição de hoje do diário soteropolitano que um câncer na garganta foi o que motivou a renúncia da prefeita de Madre de Deus, Carmen Gandarela (PT). Até ontem, as informações apontavam apenas para um problema de saúde, sem detalhes.

O comunicado de renúncia da prefeita, lido na Câmara de Vereadores de Madre de Deus pelo secretário Luiz Montal, citava questões pessoais. O texto ressaltava a tristeza de Gandarela pela decisão a que foi obrigada a tomar. Há

A petista havia sido eleita prefeita de Madre de Deus após a justiça eleitral cassar o mandato de Eranita de Brito (relembre aqui). A eleição complementar ocorreu em março do ano passado. Já em outubro, Gandarela foi reconduzida ao mandato com mais de 65% dos votos válidos. Jeferson Andrade, do PP, assumirá o cargo.

EXPOSIÇÃO FOTOGRÁFICA REÚNE 20 ANOS DE TRABALHO DE LUIZ TITO

Imagem captada pelas lentes de Luiz Tito em Barreiras, no oeste baiano, integra exposição.

Tito reúne trabalho de 20 anos em exposição.

O cotidiano de cidades baianas como Feira de Santana e Itabuna será retratado na exposição do fotógrafo Luiz Tito, do jornal A Tarde, no Museu Parque do Saber, Bairro São João, em Feira de Santana.

“Luiz Tito: 20 anos escrevendo com a luz” traz uma coleção de alguns dos melhores trabalhos do profissional nas mais de duas décadas de trabalho. São 60 fotografias em tamanho 50×60, “expondo a verdade nua e crua, sem abdicar da poesia”.

Tito trabalhou por quase dois anos na sucursal d´A Tarde em Itabuna. Ele destaca a qualidade das imagens e o espontâneo presente nas fotos jornalísticas. “Não são frutos de ensaios, mas da apresentação de pequenos fragmentos do cotidiano”, diz.

“As imagens tanto falam, quanto gritam, como sussurram, sorriem e choram, numa mistura formidável de emoções”, diz, confirmando a proposta de não abdicar do poético na exposição em Feira.

PALESTRAS NA ABERTURA

A exposição também reunirá grandes figuras do jornalismo baiano, como o feirense e mestre da fotografia Reginaldo Pereira, que terá a companhia de outro palestrante, o editor de fotografia do Grupo A Tarde, José Carlos Casaes, que falará sobre “Fotojornalismo na era digital”. A programação desta sexta também trará o editor da coluna Tempo Presente, d´A Tarde, Levi Vasconcelos.

Foto de Tito traz usuária de crack, adolescente, dormindo na calçada da Cinquentenário, em Itabuna.

FICHA LIMPA, O FATO NOVO

Levi Vasconcelos, Coluna Tempo Presente, A Tarde

Tudo bem que quem vai dizer se o pretenso candidato com rejeição de contas é elegível ou não é a Justiça eleitoral, mas nem por isso os que estão nessa situação têm motivos a comemorar. No mínimo, por mais que a rejeição tenha sido causada por uma coisa boba, duas desvantagens ela já incorpora de saída:

1 – A insegurança pessoal gerada pela necessidade de explicar e convencer a Justiça.

2 – O nutriente poderoso para adubar o tititi dos adversários que as pendências (eleitoralmente pertinentes ou não) geram.

A Lei Ficha Limpa criou um fato novo nas pelejas eleitorais no Brasil. Só a obrigatoriedade de os tribunais de contas enviarem listas com os implicados para a Justiça Eleitoral até o dia 5 de julho já é, por si, um exemplo cabal.

A tendência é que a judicialização do processo eleitoral, já grande, cresça ainda mais. O receio é que a aplicação da lei subverta a intenção original, a de tirar os fichas-sujas de cena, e sirva para nutrir o estelionato eleitoral, aquela situação em que o cidadão vota em alguém que ganha e não leva.

Seja como for, a situação é nova. Parece complicado, mas é avanço.

Caso a caso – Pela Lei da Ficha Limpa, vai fica inelegível quem tiver praticado dolo, o ato insanável de improbidade administrativa. Exemplo: o caso de quem realizou obra que exigia licitação e não o fez.

Seja como for, quem vai dizer, caso a caso, se houve dolo ou não é a Justiça.

Confira a edição digital

O APELO DE WAGNER AOS PROFESSORES

Da coluna Tempo Presente, de Levi Vasconcelos, em A Tarde

No fim de semana em Varzedo, o governador Jaques Wagner fez um apelo emocionado referindo-se aos professores em greve:

– Voltem às salas de aula. Não sejam algozes dos estudantes mais pobres! Ponham uma faixa na testa: governador traidor! Mas não punam mais os estudantes!

Ontem, na assembleia geral, os professores nem tchum. Estão irredutíveis na sua pedida, e o governo batendo na mesma tecla: atender a isso é ‘impossível’ por falta de dinheiro.

Os grandes perdedores da pendenga, os alunos, já sofreram danos irreversíveis. O ensino público, que é de qualidade discutível, neste primeiro semestre foi nenhum.

É nesse ponto que o governo parece se ver sem saída. Os professores em greve tratam Wagner da mesma forma que tratavam ACM em matéria de agressividade. A diferença é que ACM não pensava duas vezes para brandir a chibata. Wagner, até por ser um ex-sindicalista, abomina tais métodos. Mas parece não ter uma técnica alternativa para o enfrentamento de tais situações.

O resultado é trágico: sangra ele, porque se desgasta; sangram os alunos, porque não têm aula; e sangram os professores, porque ao invés de educadores também viram carrascos.

FERNANDO E OS FRUTOS DO MAR

História hilária conta por Levi Vasconcelos em Tempo Presente, A Tarde

Fernando Gomes de Oliveira, prefeito de Itabuna quatro vezes (hoje mora em Vitória da Conquista), tão competente na política quanto iletrado, por conta dos maus-tratos ao português, tem o apelido de Fernando Cuma.

D. Jovelina Teles de Oliveira conta ter ouvido de Sérgio Gomes, filho de Fernando, esta pérola.

No segundo mandato de prefeito em Itabuna, Fernando Gomes adquiriu uma propriedade da região de Una, área praiana, onde fez grandes investimentos, tal qual um hotel-fazenda. E uma vez por semana ele saía de Itabuna e ia até lá.

Numa dessas visitas, logo na saída da sua casa, um vizinho do seu condomínio pediu a Fernando que, se pudesse, ao seu retorno, que lhe trouxesse uns frutos do mar.

– Deixe comigo.

Voltou com a picape cheia de cocos.

PARTIDO DOS MILICOS

O jornalista Levi Vasconcelos repercutiu hoje nota do PIMENTA sobre a exigência feita pelo deputado Coronel Santana (PTN) de que o prefeito Capitão Azevedo, de Itabuna, respeitasse sua patente.  Na coluna Tempo Presente (A Tarde), Levi aproveitou para dar uma sugestão ao deputado:

“Na Assembleia Legislativa tem também o Capitão Tadeu e o Sargento Isidório. E na Câmara de Salvador o tenente-coronel Mustafá. É só fundar o PM (Partido dos Militares)”.

Por aqui, o colega Luiz Conceição acrescenta mais uma dica: “se este partido vier a ser criado, poderia ter como patrono o deputado federal e casca grossa Jair Bolsonaro (PP/RJ)”.

ARY CARLOS NEGA QUE INPEI TRABALHE PARA O IBOPE

Em contato com o Pimenta, há pouco, o historiador e dirigente do instituto de pesquisas Inpei, Ary Carlos Nascimento, negou que faça trabalhos para o Ibope, conforme nota abaixo veiculada na edição deste domingo na coluna Tempo Presente, do jornal A Tarde. Dentre outras incoerências, ele aponta que a conversa relatada pela coluna se deu no dia 24 e não 18 de agosto. Ele enviou resposta ao editor da coluna.

“Davidson / Ricardo,
Conheçam a resposta que encaminhamos a Levi Vasconcelos. Como vocês estão repercutindo a notícia, peço que publiquem também a nossa resposta.

Caro Levi,
ontem, às 22 horas, recebi um telefonema de um amigo de Jequié, Capitão Edmar Mende, Superintendente Municipal de Trânsito daquela cidade, alertando-me que hoje teria uma “bomba” em sua conceituada coluna. Quem o informou foi o vereador Roberto Pina, um dos cordenadores da campanha de Lúcio [Vieira Lima] e Leur [Lomanto] em Jequié.

Seguindo rotina diária, ao ler o jornal de hoje deparei-me com a nota em epígrafe. Em respeito a você e a seus milhares de leitores, peço retificação conforme relato a seguir:

Encontrei-me com Cláudio e Gama, assessores do deputado Aleluia, na terça-feira, 24.08, às 14 horas, no hangar da AEROSTAR,( e não com Aleluia) e, como ocorre todas as vezes em que nos encontramos, Claudio perguntou-me como estava o quadro político na Bahia, e eu passei as seguintes informações:

1- No decorrer desta semana deveria ocorrer a  divulgação de 03 pesquisas A TARDE com VOXPOPULI, rede Bahia com IBOPE e DATAFOLHA e que o resultado seria a consolidação de Wagner na liderança com  o índice entre 49 e 50%, e que Geddel e Paulo Souto estariam estáveis. Eu esperava que se Geddel crescesse alguma coisa, seria no eleitorado de Paulo Souto.

2- Informei que minha empresa estava fechando pesquisa em Cachoeira, Paulo Afonso, Itabuna, Vitória da Conquista, Jequié, Feira de Santana e Salvador, e que esta tendência se mantinha. Inclusive afirmei para ele que esperava também um crescimento de Lídice e Pinheiro, e que provavelmente ambos encostariam e posteriormente passariam Cesar Borges.  Ainda me comprometi a pedir a meu cliente autorização para passar os dados de Senador em Paulo Afonso e Feira de Santana, onde Aleluia e Zé Ronaldo lideram.

3- Afirmei que, em minha percepção, após Quinta 26, com o comicio da Castro Alves, Wagner passaria de 55% e Geddel e Paulo Souto cairiam.   (vamos aguardar). Ainda passei para o Gama e o Cláudio uma análise do quadro das eleições proporcionais e algumas opiniões a nível de Brasil.

4- Nunca fui terceirizado do IBOPE (me honraria muito sê-lo). Porém, faço campo para outras empresas, que o contrato não me permite revelar. Por fim, estamos no mercado há mais de 15 anos, sou um estudioso do cenário político nacional, e as opiniões que emito são baseadas neste contexto.

Com tudo isto, percebe-se a intenção de criar factóide político, no momento de revés. Lamento ter partido tal informação do Deputado Aleluia, pessoa com quem trabalhei na COELBA, tenho grande apreço e admiração, e considero uma das melhores cabeças do país.

Atenciosamente,

Ary Carlos

O SILÊNCIO DO GREENPEACE

Essa vem do Tempo Presente, coluna d´A Tarde assinada por Levi Vasconcelos.

Audiência pública sobre o Porto Sul (a ser construído em Ilhéus) ontem na Comissão de Meio Ambiente da Câmara, em Brasília. Os ambientalistas batiam pesado, quando o deputado federal Colbert Martins tomou a palavra:

– Há um mês vaza óleo no mar dos EUA, e não vejo os ambientalistas marcharem na porta do Capitólio. Se fosse no Brasil, o Greenpeace já teria colocado cocô nas portas de todos os ministérios da Esplanada.

Os ambientalistas não deram um piu.

UNIVERSO PARALELO

“CANTA O MEU CORAÇÃO, ALEGRIA VOLTOU”

Ousarme Citoaian

Mesmo que, sob os mais variados motivos, ele seja adiado, transferido, mudado ou impugnado, o Carnaval está à porta, e não há força capaz de impedir sua vinda, pois ele sobrevive em nossos corações. Então, mesmo desafinados (“é preciso cantar para alegrar a cidade”), cantemos jardineiras, auroras, pastorinhas, colombinas, cantemos até à beira do balcão, prá comprar fiado, se preciso for. Cantemos as mulheres, no geral e no particular, pois só elas têm o dom de devolver a este mundo a graça perdida. “Benditas sejam as moças”, disse um poeta chamado Antônio Maria (foto), antes de nos fazer cantar os versos de Manhã de carnaval, sobre melodia de Luiz Bonfá. É um casamento de música e texto do tipo “feitos um para o outro”. Mas se você pensa que cachaça é água, cachaça não é água, não. E se a lei não quer que você dirija quando bebe, é só deixar de dirigir… Evoé, Momo!

Clique no play e confira Manhã de Carnaval, na interpretação de Emílio Santiago.

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RACHEL, A CONSPIRADORA

A escritora Rachel de Queiroz (1910-2003), que nasceu junto com Itabuna, se identificava pela simpatia (marcada pelo sorriso de avó) e o sofrimento de  jovem militante do Partido Comunista. Na ditadura de Getúlio Vargas (1937-1945), foi presa e teve seus livros queimados em praça pública (a exemplo do também comunista Jorge Amado). Caminho de pedras foi feito na prisão, no Rio de Janeiro, em 1937. Tudo isso é verdadeiro, mas há um lado que a mídia mal informada ou a crítica conivente não tem mostrado ao público: Rachel, aos 54 anos, já deixara o PCB, virara trotskista e saíra pelo outro lado. Adquirira o perfeito e completo perfil da intelectual reacionária: quando os anjos vestidos de verde-oliva derrubaram um presidente, para “salvar” o Brasil da “ameaça vermelha”, a velha Remington da escritora cearense estava a serviço deles.

ADONIAS, O “GENERAL CIVIL”

A autora de O quinze, com aquele ar bondoso, jamais superou o ódio que devotara a Getúlio – chegando ao absurdo de transferir tal ódio para Jango e Brizola. Para o grupo dela, dito de liberais, Getúlio simbolizava “a reação, o fascismo, a aliança com o Eixo” – é o que está em Tantos anos, seu livro de memórias, já mencionado aqui. Convenhamos que classificar Jango como fascista é algo excessivamente criativo, mesmo para uma ficcionista (na verdade, Jango estava mais para alienado). O fato é que ela começa a conspirar com um grupo de generais (Golbery – “O satânico Dr. Gô”, Andrade Muricy, Sizeno Sarmento e outros, com a presença silenciosa do general Castelo Branco, seu parente pelo lado Alencar), em companhia do nosso Adonias Filho (foto), que Rachel descreve como “uma espécie de general civil”. As reuniões, às vezes “vigílias cívicas”, eram na casa da escritora, transformada em quartel-general do golpe. “O que nós fazíamos era conspiração mesmo: saber onde estava a tropa, o que tinha havido, se o coronel fulano tinha se manifestado, se o coronel beltrano era de confiança”, confessa.

DEPOIS VEIO O TEMPO NEGRO

Como jornalistas influentes, Adonias e Rachel procuravam manipular a opinião pública, em favor dos fardados. Ele era ex-presidente da ABI (Associação Brasileira de Imprensa) e editorialista do Diário de Notícias; ela assinava uma coluna com muitos leitores (eu, inclusive), a “Última página”, na revista O Cruzeiro. Na voz da dona: “Eles me usavam como jornalista, eu opinava muito e era muito lida”. O baiano e a cearense se deixavam claramente usar pelos arcanjos que iriam mergulhar o País nas trevas, por duas décadas: “o lado político, de pregação, de jornalismo de combate, de artigos de encomenda, de nos trazerem assuntos para a gente falar, isso era o nosso trabalho”. Depois veio o tempo negro (1964-1985). Rachel de Queiroz estava no sertão do Ceará, quando soube do golpe – que ela, como todo simpatizante, chama “Revolução de 1964” – não pelo rádio ou pelo seu precário televisor movido a bateria de carro: o aviso a alcançou num telegrama assinado pelo “Marechal Humberto de Alencar Castelo Branco, presidente da República”. Castelo mostrou-se grato à romancista: ofereceu-lhe vaga no diretório da Arena, para “intelectualizar” o partido do governo (a entrada não se concretizou), e delegada do Brasil na Assembleia Geral da ONU, que ela aceitou.

RACHEL DE CORAGEM

Tempos depois, Costa e Silva (foto), que Rachel definia como “um sargento de poucas letras”, assumiu o governo e ganhou da escritora uma louvação, solicitada pelo amigo e parente Castelo Branco. “O presidente me obrigou a fazer um artigo sobre o primeiro mês do governo, artigo imparcial e até elogioso”, explica. Mais tarde, ela seria uma espécie de conselheira dos generais da ditadura. Médici a convidou para discutir o Funrural e Geisel fez a ela um convite para ser ministra – mimo que se repetiria com João Figueiredo e José Sarney (presidente civil, mas oriundo da Arena, o ninho dos generais). Mesmo os que reprovam em Rachel de Queiroz a colaboração com o golpe de 1964 e, posteriormente, com a ditadura que se instalou, hão de louvar a coragem com que a escritora, na obra citada, esclarece, mais de três décadas depois (e cinco anos antes de morrer), essa fase moralmente discutível de sua vida. Poucos envolvidos, até hoje, tiveram coragem de confessá-lo.

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A PRESIDENTE OU A PRESIDENTA?

O correto jornalista Levi Vasconcelos (foto), d´A Tarde, comentando as eleições no progressista município baiano de Lajedo do Tabocal, assim se pronunciou: “… mas quem assumiu foi Lilian Nascimento (PDT), presidenta da Câmara (nosso, o grifo). E agora, minha gente, como ficamos: dona Lilian é presidenta mesmo ou é, conforme se lê por aí, presidente da Câmara? Para mim, nenhuma dúvida resta de que o velho Levi sabe do que escreve. Quando se fala de mulher é lógico que se empregue a forma feminina. Assim, presidenta é a melhor escolha. A Tarde, jornal a que o citado profissional presta serviços, vive uma crise de identidade quanto a este termo. Às vezes grafa a presidenta, noutras tasca a presidente. Os veículos de Itabuna e Ilhéus repetem a presidente, com uma só exceção: o Agora (herança de quando era editado por Walmir Rosário) escreve (e bem) a presidenta.

“A MINISTRO DILMA ROUSSEF”

Sem intenção de firmar jurisprudência (que sei eu?), imagino que a presidente nasceu por “contaminação” (os gramáticos chamam analogia) com palavras do tipo gerente, cliente, nubente, consulente – que têm os dois gêneros, quer dizer, não variam. Nesse grupo estão também docente, aderente, paciente, suplente, coerente, consciente, complacente, congruente, demente e muitas outras. Presidente é do grupo de parente, palavra masculina, tendo, portanto, uma forma feminina: o presidente, a presidenta; o parente, a parenta. Deve ser isso. Ou desconhecimento elementar da língua portuguesa. Basta olhar o dicionário e ver que presidenta é feminino de presidente. É curioso que a imprensa chama “a ministra Dilma Rousseff”, não “a ministro…”, e coisas parecidas: reitora, vereadora, prefeita, secretária, escritora… por que não presidenta – palavra que aparece como verbete independente no Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa e também no Houaiss e no Aurélio? O Houaiss, neste caso, até oferece um exemplo: “a presidenta da Nicarágua”.

RESPEITO AO GÊNERO FEMININO

Jornalista e filólogo, Marcos de Castro (ex-Rede Globo) nos dá uma explicação de ordem, digamos, ideológica. Para ele, essa construção esdrúxula (a presidente, que lembra o salsicha, quase nos força a um nó na língua) é fruto do machismo gramatical: a presidente lembra que o cargo é masculino e que estaria, ocasionalmente, ocupado por mulher. Diz lá o autor de A imprensa e o caos na ortografia (foto): “As mulheres vêm sofrendo, através da história, com a permanente situação de inferioridade para a qual são calcadas pelos homens. Mas é tempo de reagir com grandeza, não como fez há tempos uma bobalhona nos Estados Unidos comandando uma grotesca queima de sutiãs. É tempo de reagir de maneira séria, exigindo, por exemplo, que os cargos importantes, os cargos cuja ocupação exige um comportamento digno (que o Governo do Distrito Federal não seja luz a iluminar esse caminho) tenham tratamento através do bom e velho gênero feminino”.

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SEM CAMISA, NÃO DÁ!

Num simpático restaurante ilheense, em companhia de gentil senhora mineira (turista a quem eu mostrava a cidade), discutíamos o cardápio, na busca da melhor opção. Eis senão quando adentraram o recinto dois caras de torso nu, como se estivessem na casa da Mãe Joana. Tão logo me recuperei da surpresa (e da vergonha pela senhora que me acompanhava), pedi ao gerente explicações sobre tão inusitado proceder. E dele ouvi, que esse costume de botocudo que era permitido, “por se tratar de uma cidade praiana”. Retruquei-lhe, de pronto, que não se tratava de praia, mas de bons modos, pois gente civilizada não frequenta local público sem estar adequadamente vestida. Ilhéus oferece, em ônibus, supermercados, bares e restaurantes, um espetáculo constrangedor: indivíduos exibem suas panças e, algumas vezes, chegam a mostrar partes íntimas do corpo, à frente e atrás.  Os que fazem isso, tanto quanto quem os aceita e justifica, são carentes de educação fundamental. Mas, pelo visto, não adianta reclamar. Em nome da cidade, pedi desculpas à senhora mineira e fomos almoçar, por sugestão dela, no seu hotel, a portas trancadas, para evitar visitas inoportunas. Como se diz nas gerais (as do futebol): valeu!

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(O.C.)
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<h3 style=”padding: 6px; background-color: #0099ff;”><span style=”color: #ffffff;”>E FRED JORGE CRIOU CELLY CAMPELLO!</span></h3>
<div style=”padding: 6px; background-color: #0099ff;”><span style=”color: #ffffff;”>No auge do sucesso, em 1965, a música teve uma versão no Brasil, gravada por Agnaldo Timóteo. Como costuma ocorrer com as







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