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:: ‘Lúcio Vieira’

UMA PERDA IRREPARÁVEL

almirmeloAlmir Melo

Cada vez estou mais convicto que este Brasil pode ser uma terra de oportunidade para seus filhos, bastando, para isso, que usemos como exemplo a conduta exemplar de um homem como Afrísio Vieira Lima.

Chora a Bahia, chora o Brasil, chora Canavieiras com a perda do ilustre brasileiro Afrísio Vieira Lima. E ele desaparece justamente numa hora em que a classe política está em baixa junto à opinião pública. Justamente Afrísio, que poderia contribuir para forjar novos homens públicos, como fez com os filhos – não menos ilustres – Geddel Vieira Lima, que ocupou vários cargos no legislativo e executivo; e Lúcio Vieira Lima, reconhecidamente um dos melhores e mais desenvoltos deputados da Câmara Federal.

Afrísio conseguiu transferir seus genes físicos, morais e políticos para os filhos. Como homem público, exerceu funções e cargos nos três poderes. Foi vereador, deputado estadual, federal, secretário da Segurança Pública da Bahia, diretor-presidente da Codeba, superintendente do Centro Industrial de Aratu, superintendente regional do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) e presidente da Junta Comercial do Estado da Bahia (Juceb).

Durante toda sua vida contribuiu para que pudéssemos viver num país melhor, exercendo sua influência para que Canavieiras participasse dos recursos estadual e federal com a construção de obras e serviços. Fez o que deveria: recebeu os votos dos canavieirenses, retribuiu com muito trabalho e dedicação. Coisa que somente um homem público de sua estirpe consegue fazer ao assumir um compromisso.

Se na política agia com determinação, na vida familiar não foi diferente ao transferir seu DNA político aos filhos Geddel e Lúcio Vieira Lima, homens públicos que conseguir se distinguir dos demais pela conduta exemplar. Antes da política, aprenderam no convívio familiar a se relacionar com as pessoas como amigos. E verdadeiros amigos.

Todos – pai e filhos – são homens do bom combate, daqueles que sabem reconhecer os adversários e não apenas tratá-los como inimigos, pois no futuro poderão comungar com seus ideais. São pessoas que nunca precisaram “vender a alma ao diabo”, como comumente ouvimos falar na política, pois sabem traçar o norte, sempre de acordo com princípios altruístas.

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JACARÉ QUE VACILA…

O prefeito Capitão Azevedo (DEM) escorregava que nem quiabo no período eleitoral e anunciava apoio a todos os candidatos a deputado federal que se aproximavam dele. Uma penca desses foi eleita. Mas em lugar de alívio, Azevedo relatou a amigos próximos que está preocupado.

Eis o motivo: nas suas viagens à capital Brasília, somente um deputado o recebeu bem, o pepista Luiz Argôlo. No mais, teria recebido tratamento frio do peemedebista Lúcio Vieira, ACM Neto, Roberto Britto (PP), Josias Gomes (PT) e Félix Júnior (PDT). Era uma resposta à votação recebida em Itabuna, fruto do empenho eleitoral do prefeito.

Talvez só Azevedo acreditasse que o programa “Apoio para Todos” iria dar certo.

GILSON, AZEVEDO E O PT

Gilson vinha tomando posições contrárias ao prefeito, principalmente no campo político, onde o terreno é movediço e traiçoeiro.

Marco Wense

Na sucessão municipal de 2008, o então candidato Capitão Azevedo, do Democratas (DEM), teve a sorte de contar com um tripé – Gilson Nascimento, Carlos Burgos e Josias Miguel – que terminou sendo imprescindível para sua vitória.

Cada um no seu cada qual, fazendo o que sabia fazer. Carlos Burgos, o advogado, cuidando dos entraves jurídicos inerentes ao processo eleitoral. Josias Miguel, o publicitário, dando conta do recado. E Gilson, o sargento, cuidando das negociações políticas.

É bom lembrar, até mesmo por uma questão de justiça, que Josias também participou, com bastante desenvoltura, da aproximação do candidato Azevedo com os partidos e suas respectivas lideranças.

Com a eleição do Capitão Azevedo para prefeito de Itabuna, Gilson Nascimento, Carlos Burgos e Josias Miguel viraram secretários, respectivamente de Administração, Finanças e Ações Governamentais.

Josias Miguel deixou o governo. Não saiu atirando. Mas totalmente decepcionado com o prefeito, principalmente com sua pouca autoridade diante dos que ocupam cargos de confiança.

Agora é a vez do “rebelde” Gilson Nascimento. Sua saída provoca um vácuo político no governo, um desmoronamento no diálogo com os partidos, lideranças partidárias e comunitárias.

O prefeito José Nilton Azevedo não ficou surpreso com o pedido de exoneração do colega de farda. Em conversas reservadas, o chefe do Executivo já teria dito que a situação de Gilson era insustentável.

Na cúpula do azevismo, a opinião que prevalece é a de que o sargento Gilson vinha tomando posições contrárias ao prefeito, principalmente no campo político, onde o terreno é movediço e traiçoeiro. Gilson seria o protagonista-mor de um “governo paralelo”.

O prefeito-capitão e o secretário-sargento continuam amigos. A sintonia política acabou. Cada um vai seguir o seu rumo. Integrantes do diretório do PT de Itabuna não descartam a possibilidade de Gilson apoiar Geraldo Simões (ou Juçara Feitosa) na sucessão de 2012.

REMANESCENTE

O ex-marinheiro Raimundo Vieira, que tem suas hilariantes histórias contadas pelo empresário “Mané Cem”, é o mais fiel remanescente do fernandismo. É companheiro de todos os minutos do ex-prefeito Fernando Gomes.

Somente três pessoas participaram da primeira reunião com Lúcio Vieira Lima, presidente estadual do PMDB, para tratar da campanha de Renato Costa à Assembleia Legislativa do Estado: Fernando Gomes, Juvenal Maynart e Raimundo Vieira.

Entre o ex-alcaide, que é o presidente de honra do PMDB de Itabuna, e o aposentado Raimundo Vieira, ex-proprietário de empresa funerária, existe uma recíproca e inabalável confiança.

Marco Wense é articulista do Diário Bahia.

ELE VOLTARÁ, “COM TODAS AS POMPAS”, NO OTHON

No Othon ele estará com toda a pompa - Foto: Max Haack

No Othon ele estará com toda a pompa - Foto: Max Haack/BN

Aliás, ele garante nem ter saído. O presidente do PMDB baiano, Lúcio Vieira Lima, afirmou ao site Bahia Notícias que está mais em cena do que nunca. Informações de bastidores diziam que o político estaria sendo orientado pelo irmão Geddel a dar uma sumida nesses dias de pré-campanha.

Toda a armação seria para esfriar os rumores de sua suposta participação no esquema de corrupção da Agerba, investigado pela Operação Expresso, da Polícia Civil.

“Estou me dedicando à grande festa que será a convenção do partido no dia 20, no Othon. Lá estarei em cena, com todas as pompas”, afirmou ao site, argumentando que, nessa época, todos estão em ritmo de fim de ano e, naturalmente, fora de cena.

GEDDEL TIRA LÚCIO VIEIRA DE CENA, DIZ BLOG

Geddel (à dir.) estaria insatisfeito com as articulações do irmão Lúcio (Foto Pimenta).

Geddel (à dir.) estaria insatisfeito com as articulações do irmão Lúcio (Foto Pimenta).

O Blog do Gusmão, de Ilhéus, assegura que o ministro e pré-candidato ao governo do estado, Geddel Vieira Lima, decidiu tirar de cena o irmão Lúcio “Gordo” Vieira, que responde pela coordenação política da sua campanha ao Palácio de Ondina.

O “estilo Lúcio” não estaria agradando a Geddel. Pior, as ações do irmão beneficiariam, indiretamente, o governador Jaques Wagner, pois prefeitos e correligionários peemedebistas demonstram insatisfação com o comando da campanha.

Coincidentemente, a possibilidade de “queda” do presidente estadual do PMDB vem na esteira das investigações da Operação Expresso, da Polícia Civil, que teria elementos para ligar Lúcio ao esquema de propinas nas concessões de linhas de ônibus intermunicipais na Agerba (relembre).

Se Geddel fez operação arriscada ao sair do governo e romper com Wagner, não se sabe, mas ele não é bobo para acumular maiores desgastes só por conta do parentesco. Política está acima dessas “amenidades’.






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