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:: ‘Lula’

O PT ESTÁ MALUFADO HÁ MUITO TEMPO

Ricardo Ribeiro | ricardo.ribeiro10@gmail.com

Quantas esperanças desfeitas diante da constatação de que, ao fim e ao cabo, o PT era só mais um partido interessado no poder pelo poder.

Que novidade existe no PT que malufa? A imagem que fulminou o resto de utopia e sonho que ainda existia em alguns petistas puros (ainda há uma meia dúzia) nada mais é do que a consagração de um processo de erosão moral que já acomete a legenda há bastante tempo. Atribua-se a cena indecente, mas coerente com a degradação petista, à falta de freios que tem marcado a atuação do ex-presidente Lula nos últimos lances políticos da Terra Brasilis.

A união com Maluf espanta por revelar que o PT realmente perdeu os cinco por cento de pudor que ainda lhe sobravam. Não pela aliança em si, que já estava celebrada e macomunada há muito, mas pela desfaçatez do ato, pelo seu potencial de escárnio e desprezo pela opinião pública. Não é batom na cueca, mas adultério explícito em plena Avenida Paulista, na hora de pico.

Como bem escreveu um jornalista, o PT não se aliou a um ex-adversário, mas a um ladrão incluído na lista de grandes corruptos catalogados pelo Banco Mundial. Um sujeito procurado pela Interpol, mas encontrado pelo Partido dos Trabalhadores (sic) para dar vazão a projetos eleitorais divorciados da moral e dos bons costumes.

É nisso que se transformou o PT, partido que já alimentou o sonho de que a política e o Brasil poderiam ser diferentes e faltava pouco para reivindicar para si um espaço na lista de sinônimos da palavra “ética”.

Quantas esperanças desfeitas diante da constatação de que, ao fim e ao cabo, o PT era só mais um partido interessado no poder pelo poder. Aliás, não era mais um, era sim o mais perigoso, pois conseguiu, durante tanto tempo, omitir sua verdadeira identidade, escondendo-se sob uma máscara de decência. E enganou a muitos, inclusive a este que vos escreve.

Esse PT mofado e malufado perdeu as bandeiras e a vergonha. Está irremediável, trágica e ridiculamente nu.

Ricardo Ribeiro é blogueiro e advogado.

CAMILA PITANGA QUEBRA PROTOCOLO E SOLTA “VETA, DILMA!” EM EVENTO NO RJ

A atriz Camila Pitanga provocou gargalhadas hoje ao quebrar o protocolo de evento em homenagem ao ex-presidente Lula, no Rio de Janeiro. Diante da presidente da República, Dilma Rousseff, Camila anunciou que iria quebrar o protocolo para fazer um pedido.

E fez: “Veta, Dilma!”. A frase ganhou as redes sociais e faz parte de movimento nacional que clama à presidente o veto ao Código Florestal brasileiro. Confira o vídeo do Uol.

DILMA TEM APROVAÇÃO RECORDE

Eleitores aprovam o governo dela, mas querem que ele seja o candidato em 2014 (foto Ricardo Stuckert)

Pesquisa feita pelo instituto Datafolha, nos dias 18 e 19 de abril, aponta novo recorde na aprovação do governo da presidente Dilma Rousseff. De acordo com o levantamento, divulgado na edição deste domingo, 22, da Folha de São Paulo,  64% dos entrevistados avaliam a gestão federal como boa ou ótima. Na consulta anterior, feita no mês de janeiro, o índice era de 59%.

O percentual de aprovação é o maior já alcançado por Dilma desde sua posse, em janeiro de 2011. É também o maior índice de bom e ótimo já obtido por um presidente da República com um ano e três meses de mandato.

A mesma pesquisa perguntou quem o PT deveria lançar para presidente em 2014 e aí (novidade!) deu Lula. Para 57% das pessoas consultadas, é ele quem deve ser o próximo candidato do partido, enquanto 32% preferem Dilma. Outros 6% disseram que nenhum dos dois dever disputar e 5% não souberam responder.

OS DESAFIOS DO GOVERNO DILMA

Davidson Magalhães 

A relação entre o hegemonismo petista e a frente política gera tensão permanente em torno da máquina administrativa, cujo desaguadouro quase sempre é o Congresso Nacional.

O primeiro ano do governo Dilma ficou marcado pela afirmação da presidenta. Vencendo as desconfianças de alguns setores e contrariando a expectativa da oposição, em 2011 o governo encerrou, com a ampla aprovação da opinião pública, conseguindo inclusive superar os melhores índices alcançados pelo presidente Lula.

No campo político, a oposição desnorteada viu surgir o PSD, do prefeito Kassab, que estendeu à adesão de líderes antes abrigados nas siglas oposicionistas, ao governo no âmbito federal e nos estados. Abriu-se, inclusive, uma perspectiva de isolamento dos tucanos em São Paulo.

O crescimento econômico mesmo baixo contrastava com uma Europa em crise, EUA em marcha lenta e um Japão estagnado. Ultrapassamos o PIB da economia do Reino Unido, passando a ser a 6ª economia do planeta. Estávamos nadando de braçada. O mundo em crise e nós em um céu de brigadeiro.

Mal começou o ano de 2012 e a outra face da realidade bateu a nossa porta. O IBGE divulgou o resultado do PIB de 2011, crescimento de 2,7%, mostrando forte desaceleração em relação ao crescimento de 7,5% registrado em 2010. A participação do setor industrial no PIB recuou para 14,6% ante 16,2% em 2010.

Apesar da diversificação do nosso parque industrial, o peso relativo da indústria no PIB recuou aos níveis de 1956. Diferentemente da China, onde a indústria representa 43,1% do PIB, da Coréia com 30,4% e de 20,8% da Alemanha. No momento atual, um em quatro produtos industrializados consumidos no Brasil é importado, segundo a Fiesp. Em 2003 essa relação era de um para dez. Esses dados revelam um movimento de desindustrialização.

O desequilíbrio comercial somado à valorização cambial, com o real na posição de uma das moedas que mais se valorizaram no mundo, – só nos dois primeiros meses deste ano o real teve a valorização de 11% a maior entre todas as demais – além da adoção das maiores taxas de juros da economia global e a redução dos preços de commodities em 12,7%, ao longo dos últimos 12 meses, compõe um quadro de relevantes restrições à economia nacional.

No campo político, o inicio de 2012 trouxe novos episódios de antigos problemas. Na Câmara Federal, 53 dos 76 deputados do PMDB divulgaram manifesto de insatisfação com o atual governo. A presidenta Dilma sofreu a primeira derrota no Congresso, o senado rejeitou por 36 votos contra 31 a recondução de Bernardo Figueiredo, pessoa muito ligada à presidenta, ao cargo de diretor-geral da Agência Nacional de Transportes Terrestres. Estes acontecimentos, demonstram o descontentamento e instabilidade da base governista, que pode colocar em risco a votação de importantes projetos e leis, a exemplo do novo Código Florestal.

Aos problemas no Congresso Nacional se somaram o lançamento da candidatura de José Serra à prefeitura de São Paulo, com um significativo potencial de reaglutinação dos setores conservadores tendo como expoente na sua articulação o “errático” Kassab, e a intensificação dos atritos e conflitos na base de sustentação do governo face às disputas locais, principalmente nos grandes municípios.

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A CRIATURA SUPEROU O CRIADOR

Dilma: aprovação recorde.

A edição dominical da Folha apresenta números da mais recente pesquisa Datafolha sobre a aprovação ao governo da presidenta Dilma Rousseff.

O instituto dos Frias foi às ruas e ouviu 2.575 eleitores nos dias 18 e 19. Para 59% deles, a petista faz um gestão ótima ou boa, 33% a classificam como regular e apenas 6% a consideram ruim ou péssima. A margem de erro é de dois pontos percentuais.

Nem mesmo o ex-presidente Lula obteve feito semelhante. Após um ano de governo, em janeiro de 2004, a gestão de Lula era aprovada por 42% dos brasileiros.

Depois de um ano de gestão, Fernando Henrique Cardoso obteve 41%, início de 1996. Fernando Collor registrava 23% ao final do primeiro ano, em 1992 – exatamente o ano em que sofreu impeachment.

BOMBONS

Veríssimo

As teorias conspiratórias se dividem em plausíveis e nem tanto. É perfeitamente plausível que Israel tenha decidido, em vez de bombardear as instalações nucleares do Irã, bombardear os cientistas nucleares do Irã, um de cada vez, com menos efeitos colaterais. O que explica a série de atentados contra tais cientistas dentro do seu país, onde três ou quatro já foram explodidos.

Menos plausível é a tese de que as doenças que apareceram simultaneamente em vários lideres de esquerda ou de “esquerda” na América Latina – Chávez, Kirchner, Lula, etc – sejam frutos de uma conspiração. De qualquer maneira, por via das dúvidas, recomenda-se a governantes e outros possíveis alvos na região: não aceitem caixas de bombons da CIA!

ECONOMIA BRASILEIRA: RESPEITEM A VERDADE

Josias Gomes | dep.josiasgomes@camara.gov.br

 

Não se esqueçam de assinalar o esforço que vem sendo desenvolvido pelo governo Dilma, na sequência do que fez Lula, para melhorar a gestão da saúde e da educação no Brasil.

 

Setores da grande imprensa começam a reagir a seu modo (beirando uma certa revolta) à notícia veiculada pelos jornais ingleses de que a Grã-Bretanha foi superada por um país da América do Sul na economia global, no caso, o Brasil. Chegam a perguntar indignados se São Paulo é igual a Londres. Tentam diminuir o alcance da conquista brasileira questionando a situação da saúde e da educação no país.

Ora, caras pálidas, em primeiro lugar estamos tratando de números absolutamente frios relativos à economia. E esta vitória não pode ser negada, isto é, o Brasil é maior economicamente que a Grã-Bretanha. Por favor, reconheçam, como a imprensa inglesa já fez. A gestão econômica de Lula e Dilma, longe dos parâmetros neoliberais do ex-governo tucano, é vitoriosa.

Não se esqueçam também de assinalar o esforço que vem sendo desenvolvido pelo governo Dilma, na sequência do que fez Lula, para melhorar a gestão da saúde e da educação no Brasil, e os avanços que vêm sendo palmilhados. Muito pior do que é hoje foi na época de FHC, um acadêmico que não ampliou um palmo sequer a educação superior pública brasileira. Preferiu deixar crescer o setor privado.

Diferentemente daquela época, Lula apostou, e Dilma também o faz na mesma proporção, no crescimento da oferta de vagas no ensino superior e médio federal, através da construção de grande número de Institutos Federais de Educação e de Universidades pelo país afora. Por sua vez, a aplicação de recursos na saúde ganha enorme crescimento com a aprovação da Emenda 29, e novos parâmetros gerenciais paulatinamente adotados.

Mas, por favor, não esqueçam também de lembrar o criminoso processo de privatização de nossa economia patrocinado pelo governo tucano, que, se continuado no governo Lula, teria conduzido o país a fácil refém da economia internacional. A perigosa situação vivida pela economia brasileira em 2002 também precisa ser lembrada. Enfim, que foi no governo petista que o Brasil livrou-se definitivamente das amarras do FMI.

Pelo bem da verdade, não deixem de apreciar devidamente o avanço da economia brasileira no concerto nacional obtido nos governos Lula e Dilma. O que abre portas para que possamos, com a ajuda de todos, inclusive dos oposicionistas, avançarmos em todos os demais campos de nossa sociedade, a fim de que os brasileiros possam tornar realidade o sonho acalentado durantes os mais de 500 anos de nossa existência.

Josias Gomes (PT) é deputado federal.

DILMA TEM APROVAÇÃO SUPERIOR ÀS DE LULA E FHC

Dilma: avaliação supera as de FHC e Lula.

A aprovação ao governo da presidenta Dilma Rousseff subiu cinco pontos percentuais em dezembro e atingiu 56% de ótimo e bom, de acordo com a pesquisa CNI/Ibope divulgada nesta sexta (16). É o mais alto percentual para primeiro ano de gestão de um presidente desde o período da redemocratização, superando os 51% obtidos por Lula (PT) em 2003 e os 17% de Fernando Henrique Cardoso (PSDB) em 1995.

A avaliação de governo, segundo o Ibope, apresentou elevação no comparativo com setembro, quando 51% avaliavam a gestão de Dilma Rousseff como ótimo ou bom, saltando agora para 56%.

O governo tem mais alta aprovação nas regiões Nordeste e Sul, onde obtém 61% de aprovação, índice que cai para 55% nas regiões Centro-Oeste e Norte e 53% no Sudeste.

A pesquisa ouviu 2.002 pessoas em 142 municípios entre 2 e 5 de dezembro. Dos eleitores ouvidos, 72% aprovaram a maneira da presidente governar e 68% confiam na gestão da petista.

MELHOR QUE LULA?

Para 12% dos entrevistados, a gestão de Dilma Rousseff é melhor que a do seu criador, Lula. Outros 57% a consideram igual ao do petista e 28% avaliam como pior.

Clique e confira todos os números da pesquisa

LULA PODE INFLUENCIAR VOTO DE 48% DOS PAULISTANOS

Hadddad: está pequeno, mas deve crescer

Pesquisa do Instituto Datafolha divulgada neste domingo, 11, no jornal Folha de São Paulo, revela que o apoio do ex-presidente Lula poderá ser decisivo nas próximas eleições municipais na capital paulista. Segundo o levantamento, 48% dos entrevistados dizem que, se as eleições fossem hoje, poderiam votar no nome indicado por Lula.

Essa é uma boa notícia para o ministro da Educação, Fernando Haddad, pré-candidato a prefeito pelo PT, que hoje não passa de um ilustre desconhecido dos paulistanos. Haddad tem atualmente entre 3 e 4% das intenções de voto e sua existência é ignorada por 63% dos eleitores da terra da garoa.

Na matéria, o diretor do Datafolha, Mauro Paulino, afirma que o fato de Lula aparecer como principal cabo eleitoral na disputa fará o ministro crescer nas próximas pesquisas.

LULA INICIA NOVA SESSÃO DE QUIMIOTERAPIA

Lula raspou cabelo e barba após início de tratamento (Foto Ricardo Stuckert).

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva chegou por volta das 8h30min desta segunda-feira ao Hospital Sírio Libanês, em São Paulo, para iniciar a segunda sessão de quimioterapia para combater um câncer na laringe.

Lula dará prosseguimento ao tratamento iniciado no dia 31 de outubro, que só deve terminar no fim de janeiro de 2012. As sessões deverão ser feitas com intervalos de 21 dias até o fim de dezembro. Em janeiro, o ex-presidente será submetido à radioterapia.

O ex-presidente está afastado de seu trabalho no Instituto Lula e cancelou todas as viagens internacionais. Na semana passada, o petista antecipou-se a um dos efeitos da quimioterapia e raspou o cabelo e a barba, deixando apenas um bigode. Informações do Valor.

LULA COMO NÃO DESEJÁVAMOS VER

Ex-presidente perde cabelo e barba ao iniciar tratamento contra o câncer (Foto Ricardo Stuckert).

O ex-presidente Lula teve na barba uma de suas marcas em mais de quatro décadas de atividade política. Nesta quarta-feira (16), o mundo viu um Lula sem barba e sem cabelo. E por que não da forma como desejávamos? Assim o foi porque o ex-presidente iniciou tratamento contra o câncer, diagnosticado há menos de um mês. Antecipou-se à queda que ocorre sempre com quem faz quimioterapia. A ex-primeira-dama Marisa Letícia tratou da barba e do cabelo do ex-presidente. A primeira etapa do tratamento do presidente vai até meados de abril. As chances de cura para a doença, no caso do ex-presidente, são de 80%, conforme a equipe médica.

UNIVERSO PARALELO

TODA LÍNGUA TEM EXPRESSÕES IDIOMÁTICAS

Ousarme Citoaian

O vice-prefeito de Ilhéus, ao assumir o governo “fica com o prato e o queijo nas mãos”, diz prestigiado colunista político de Itabuna, num evidente equívoco. As expressões idiomáticas, imagéticas ou parabólicas são ótimos adornos da linguagem não formal (o ex-presidente Lula, excelente comunicador, as emprega em qualquer situação, mas ele não é regra). São recursos de todos os países, línguas e culturas, que dão um sabor muito especial aos dizeres e escreveres de cada povo.  De acordo com os entendidos (ops!), só domina uma língua quem for capaz de identificar tais facetas próprias dessa língua. O colunista, de boas intenções, quis dizer “fica com a faca e o queijo nas mãos”.

SOLECISMO GENERALIZADO: “CAIR NO GOSTO”

Citadas erradamente, tais expressões perdem seu vigor tradicional, histórico, de origem às vezes perdida na noite dos tempos. Estar com a faca e o queijo na mão (ou nas mãos) significa ter o comando das decisões.  Quando se diz “o prato e o queijo” incorre-se em solecismo, ao menos por enquanto (não aposto que, em futuro longínquo, não seja correto dizer-se “o prato e o queijo”). Um caso interessante é cair no goto (conquistar a simpatia de, ser do agrado de, etc.), que já se transmudou em “cair no gosto”, que a gramática histórica considera uma ofensa – mas que parece irreversível, de tanto que é repetida, sobretudo na tevê. A língua, já se disse aqui muitas vezes, é dinâmica.

CUIDADO PARA NÃO RECEBER UM “VÁ PASTAR”

Cito idiomatismos, que não “traduzo” porque esta coluna não é feita para gregos nem troianos: estar feito barata tonta, abrir o jogo, bater as botas, comprar gato por lebre, arrancar os cabelos, pegar com unhas e dentes, tomar chá de cadeira, engolir sapos, pendurar as chuteiras, arregaçar as mangas… Mas cuidado ao utilizá-los. Se o leitor estiver num boteco e anunciar aos amigos que vai tirar água do joelho, tudo bem; mas estando com uma senhora, não faça tal grosseria.  Você se arrisca a, na volta do sanitário, encontrar um bilhete no guardanapo, com esta justa expressão: ”Vá pastar”. A não ser que sua convidada tenha incorporado o status de vadia ou cachorra, lastimavelmente em moda.

USAR O HÍFEN NÃO É COISA PARA AMADORES

Como qualquer brasileiro sensato que exerce a perigosa função de escrever, vivo às voltas com o dicionário. O escritor sergipano Gilberto Amado (1887-1969) – irmão de Gileno, que viveu em terras grapiúnas, e tio do Jorge famoso – já clamava: “não escrevo sem dicionário”. Eu também não (já o disse aqui), mais ainda depois que se publicou o último Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, que, a propósito de unificar a escrita das nações lusófonas, embananou tudo de vez. O emprego correto do hífen, que nunca foi fácil, virou coisa de especialista. É até provável que tenhamos, dentro em pouco, alguma tese de doutoramento sobre o tema. Então, dicionário, urgente.

NELSON RODRIGUES E A ALMA DE VIRA-LATA

As expressões auto-estima e vira-lata são grafadas com hífen (já o eram  assim antes do Acordo). Nelson Rodrigues dizia (falando de futebol) que nós temos alma de vira-lata, isto é, não possuímos auto-estima, vivemos ressabiados, de rabo entre as pernas. As coisas mudaram um pouco, já não se tem tanta vergonha de ser brasileiro, mas determinados setores, por preconceito, ignorância ou má-fé (olha o hífen!), parecem trabalhar contra a auto-estima do povo. Quando Coimbra deu a Lula o título de doutor honoris  causa (o que deveria ser motivo de júbilo para nós), esses setores chamaram o evento de “piada de português”; em relação a outros prêmios internacionais ganhos pelo barbudo aconteceu a mesma tentativa de esvaziamento.

CAFONA, PATRIOTEIRO, UFANISTA E PIEGAS

A presidenta Dilma (depois de apontada pela revista Forbes como a terceira mulher mais influente do mundo) abriu a Assembleia Geral da ONU, como a primeira mulher a fazer isto. Ela se disse “orgulhosa” desse feito. O Brasil também deveria orgulhar-se, mas certos segmentos parecem sentir-se ofendidos quando algo assim nos acontece. Eu, sob risco de ser classificado como cafona, patrioteiro, ufanista, piegas ou coisa impublicável em blog familiar, vibro com o que vem ocorrendo. Aliás, Lula acaba de receber um raro prêmio do Instituto de Estudos Políticos de Paris, mas ainda é necessário o mundo para fazer o brasileiro enxergar aquilo que, internamente, as almas de vira-lata (ou espírito de porco – sem hífen!) tentam minimizar.

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VÍDEO MAIS VISTO DO UP COMPLETA UM ANO

Registramos uma curiosidade, desde que esta coluna passou a editar seus próprios vídeos. É que os três clipes mais vistos são todos do mês de setembro (postados no Youtube nos dias 1, 7 e 15). Logo, acabam de fazer um ano. Dos três, o campeão foi Vozes da seca, o grito de Zé Dantas sobre o sofrimento dos nordestinos com a estiagem – na voz poderosa desse que talvez seja o maior cantor pop brasileiro, Luiz Gonzaga. Segundo a estatística do Youtube, nosso modesto clipe teve 5.623 visualizações, recebeu comentários elogiosos e atingiu comunidades (por ordem da quantidade de acessos) do Brasil, Portugal, Espanha, Austrália e Chile.

A MÚSICA TEM LETRA “INFELIZMENTE ATUAL”

O leitor/ouvinte que se assina samuel63867 registra que o vídeo “reproduz a primeiríssima gravação que Luiz Gonzaga fez desta sua toada-baião, feita em parceria com Zé Dantas, e com letra infelizmente atual. Seus lançadores foram os Quatro Ases e um Coringa, em maio de 1953, mas o sucesso foi mesmo de Gonzagão, que a gravou na RCA Victor em 2 de julho do mesmo ano, com lançamento em setembro seguinte (80-1193-B, matriz BE3VB-0196). Vídeo bem feito, som de ótima qualidade!” – e eu fico sabendo que o lançamento de Luiz Gonzaga se deu também num setembro (1954), há 57 anos (nosso videoclipe usa imagens do filme Vidas secas, de Nelson Pereira dos Santos/1963).

AS DITADURAS COMEM OS PRÓPRIOS AMIGOS

Por força do destino, Luiz Gonzaga, que apoiava os golpistas de 1964 (chegou a afirmar que não havia tortura no Brasil), foi uma das vítimas do golpe: os militares o proibiram de cantar (além desta “subversiva” Vozes da Seca) Paulo Afonso – também de Zé Dantas (por “ciúmes” dos ex-presidentes Café Filho e Getúlio Vargas, citados na letra) – e Asa Branca, de Humberto Teixeira (por motivos que a sensatez desconhece). Eram os ásperos tempos dos porões de Médici. Luiz Gonzaga foi mais uma prova de que as ditaduras, quando lhes falta melhor opção ao apetite destruidor, comem seus próprios amigos. Aqui, um grande momento da MPB (mostraremos outros “campeões”, depois).

(O.C.)

EX-PRESIDENTE LULA RECEBE TÍTULO INÉDITO PARA LATINO-AMERICANOS

Lula saiu do governo com maior aprovação da história recente.

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva se tornará nesta terça-feira (27), às 12h30 (horário de Brasília), o primeiro latinoamericano a receber o título de doutor honoris causa pelo Instituto de Estudos Políticos de Paris.

O instituto, conhecido como “Sciences Po”, foi fundado em 1871 e premiou apenas 16 personalidades desde então. A homenagem será entregue na capital francesa. Desde que deixou a Presidência da República, Lula já recebeu, de outras instituições, seis vezes o título.

Nesta segunda-feira (26), Lula foi recebido com honras de chefe de Estado pela guarda republicana francesa. O presidente do país, Nicolas Sarkozy, o recebeu na porta do palácio do Eliseu.

“Durante seu mandato, Lula iniciou vários programas sociais inovadores, promoveu o desenvolvimento econômico de seu país e deu ao Brasil um papel expressivo no cenário internacional”, destacou o “Sciences Po” em comunicado. Informações Efe/Uol.

DILMA É CAPA DA NEWSWEEK

A presidente Dilma Rousseff está capa da próxima da revista Newsweek, tanto da edição internacional quanto da americana. Na publicação, tem destaque a participação de Dilma desde o governo Lula, no processo de retomada do desenvolvimento brasileiro. Vida pessoal, infância e a militância contra o regime militar, inclusive sua passagem pela prisão, são abordados na reportagem.

A revista chama a presidente de “Dilma Dinamite”…

CALEM A BOCA, JORNALISTAS!

Jaciara Santos

Em 1980, repórter do hoje extinto Jornal da Bahia, eu acompanhava visita do então governador Antonio Carlos Magalhães às obras de construção da Paróquia Nossa Senhora dos Alagados, na Península Itapagipana, uma das áreas de Salvador que, à época, simbolizava a pobreza extrema na cidade. O templo, em estilo contemporâneo e com acabamento em tijolinho aparente, foi construído em três meses para ser inaugurado pelo Papa João Paulo II, quando de sua primeira visita à Bahia, em julho daquele ano.

Estava bem próxima ao governador, quando ele respondeu com uma cotovelada à pergunta de uma repórter da TV Itapoan, do seu arqui-inimigo Pedro Irujo. Não recordo o que a moça perguntou ao velho mandatário, mas jamais esquecerei a expressão dele: imperturbável, manteve no rosto o característico sorriso com que costumava obsequiar seus seguidores. Jovem e inexperiente – não passava de uma “foca”, como se diz no jargão jornalístico – fiquei chocada com a cena. Na categoria, o sentimento era de indignação. Protestamos, lançamos manifestos, vociferamos contra o estilo truculento do governante, que usava a força para tentar calar a voz da imprensa, num claro atentado às liberdades democráticas.

A roda do tempo girou. Ano passado, no finalzinho do segundo mandato, o presidente Lula que adquiriu popularidade por conta de sua relação amistosa com a mídia, engrossou a voz. Sem cerimônia, começou a cuspir no prato em que comeu anos a fio.

Leia texto completo.

LUZIMARES, JANEIRO DE 2002

UMA QUESTÃO DE JUSTIÇA

Gerson Menezes | publixcriativo1987@hotmail.com

Geraldo via a conquista desse empreendimento como sendo a educação de nível universitário a principal conquista e da consolidação das vocações de Itabuna.

A criação da Universidade Federal do Sul da Bahia (Ufsulba) é uma dessas paternidades assumidas por muitos que mal conheciam ou tiveram qualquer relacionamento com a “ideia-mãe”.

Ao ser feito o anúncio da decisão do Ministério da Educação, sobre a criação de mais duas universidades federais na Bahia – uma no Oeste, com sede em Luís Eduardo Magalhães, e outra no Sul da Bahia, com sede na cidade histórica de Porto Seguro ou Itabuna, omitiram que o verdadeiro “pai” da ideia foi o deputado federal Geraldo Simões.

Em 2002, a pedido de Geraldo, quando era prefeito de Itabuna, o então candidato a presidente, Luiz Inácio Lula da Silva, se comprometeu publicamente em criar a Ufsulba, reconhecendo a dívida que o governo federal tinha com a Bahia, que só dispunha de uma universidade federal, a UFBA, em Salvador.

No seu pedido a Lula, Geraldo via a conquista desse empreendimento como sendo a educação de nível universitário a principal conquista e da consolidação das vocações de Itabuna, ao lado do comércio; da medicina e da prestação de serviços.

A vitória agora anunciada com a decisão do MEC em implantar a Universidade Federal do Sul da Bahia, foi fruto, mais uma vez, da luta silenciosa do deputado Geraldo Simões, ao solicitar ao deputado Nelson Pellegrino, líder da bancada baiana no Congresso Nacional, a reunião realizada no MEC, que contou com a presença de 22 deputados baianos em apoio à medida.

Vinte e um deputados presentes apoiaram o pleito de Geraldo para que a sede (Reitoria) seja instalada no campus de Itabuna ao invés de Porto Seguro, como havia sido definido pelo MEC, apenas levando em conta a questão histórica, ligada ao Descobrimento do Brasil.

Quando for concretizada, a luta iniciada por Geraldo deverá ser vista e considerada como o maior presente recebido por Itabuna, pelo seu centenário. Representará verdadeiramente a consolidação de Itabuna, como polo estadual e regional de educação universitária, abrindo as portas para a criação de um novo polo de desenvolvimento de excelência.

Gerson Menezes é publicitário.

O ENIGMA DA ESFINGE

Gerson Menezes | publixcriativo1987@hotmail.com

Os primeiros passos do governo Dilma estão fazendo nascer o enigma: – O que quer e o que pensa essa mulher?

Se fosse proposto pela presidenta Dilma Rousseff, o enigma da esfinge, caberia muito bem. A “criatura”, a cada passo dado nesse início do seu governo, parece querer se distanciar do seu “criador” ou de, propositadamente, querer consertar os erros por ele praticados.

Apontada que foi como sendo um “poste”, Dilma, a mulher sobre a qual pouco se conhecia (até mesmo do seu passado na clandestinidade até hoje oculto), se mostra capaz de dar passos no exercício do poder. Passos, para muitos, incompreensíveis e até politicamente suicidas. Surpreendente para muitos, talvez seja apenas para poucos uma revelação.

Do pouco que se conhecia da personalidade da presidenta Dilma, era sua pouca flexibilidade em transigir com tudo aquilo que julgava administrativamente incorreto. Intransigência essa que fez nascer a admiração por parte do ex-presidente Lula, acostumado a negociações, e que da ministra Dilma usou e abusou para pôr freio na incompetência que gravitava em torno do seu governo.

Os primeiros passos do governo Dilma estão fazendo nascer o enigma: – O que quer e o que pensa essa mulher? Para os aliados do governo, Dilma está prestes a cometer um suicídio político ao “dizimar” as pretensões – mesmo que espúrias – dos políticos da sua base aliada. Para a oposição, Dilma apenas se utiliza dos recursos “midiáticos”, para aparecer diante da população como a “mãe” da moral e da ética da política brasileira.

Seja qual for a verdadeira Dilma Rousseff, eu, que não votei nela para presidenta, estou entre perplexo e admirado. E se mantiver na prática o discurso moralizador e conseguir manter a economia brasileira ao largo dos percalços da economia mundial, até 2014 o enigma Dilma estará decifrado e então se poderá clamar: – “O rei morreu! Viva o novo rei!”. Ou… rainha.

Gerson Menezes é publicitário.

PLANTAÇÃO DE “CABIDE” NO MINISTÉRIO DA AGRICULTURA

Da Folha de S. Paulo:

O ministro da Agricultura, Wagner Rossi, transformou uma empresa pública, a Conab (Companhia Nacional de Abastecimento), num cabide de empregos para acomodar parentes de líderes políticos de seu partido, o PMDB.

O loteamento começou quando Rossi dirigiu a estatal, de junho de 2007 a março de 2010. Ele deu ordem para mais do que quadruplicar o número de assessores especiais do gabinete do presidente -de 6 para 26 postos.

Muitos cargos somente foram preenchidos, porém, depois que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva escolheu Rossi para o comando da Agricultura -o ministério ao qual a Conab responde.
Neste ano, já no governo de Dilma Rousseff, foram definidas 21 nomeações.

Algumas contratações foram assinadas de próprio punho pelo ministro, homem de confiança do vice-presidente Michel Temer, presidente licenciado do PMDB.

Receberam cargos, entre outros, um filho de Renan Calheiros (AL), líder do PMDB no Senado; a ex-mulher do deputado Henrique Eduardo Alves (RN), líder do partido na Câmara; um neto do deputado federal Mauro Benevides (CE); e um sobrinho de Orestes Quércia, ex-governador e ex-presidente do PMDB de São Paulo, que morreu no ano passado.

Se for assinante, clique AQUI para ler mais.

COLOMBIANO DIZ QUE LULA TREMIA (DE MEDO?) NA FRENTE DE CHÁVEZ

Uriba sobre Lula: "ele tremia na frente de Chávez" (Foto AFP).Lavagem de roupa suja entre ex-presidentes colombiano e brasileiro. Enquanto Lula dizia num fórum de investimento, em Bogotá, que matinha relação de “desconfiança mútua” com o ex-presidente Álvaro Uribe, o colombiano usou o Twitter para “ir na canela” do falante:

– Lula criticava Chávez em sua ausência, mas tremia quando ele estava presente.

ESTÁ NA HORA DE DAR UM BASTA

Cláudio Rodrigues | formandus@formandus.com.br

 

Grande parte de nossos impostos vai para os bolsos de gestores corruptos.

 

Há 16 anos uma quadrilha se instalou no Ministério dos Transportes sob as bençãos dos ex-presidentes FHC e Lula. Nesse período, bilhões de reais foram drenados para os bolsos dessa quadrilha, uma facção criminosa que inicialmente usou a sigla PL (Partido Liberal ou Partido dos Ladrões) e depois passou para PR (partido da República ou partido da Roubalheira). Sempre chefiado pelo deputado Valdemar da Costa Neto e pelo ex-ministro e senador Alfredo Nascimento, esse bando não só nos roubou dinheiro, como também o desenvolvimento do Brasil e vidas, milhares de vidas.

Sabemos que boa parte dos acidentes que exterminam seres humanos nas rodovias brasileiras são fruto do péssimo estado de conservação dessas estradas. Para se ter uma ideia, no trecho da BR 101, entre os municípios de Eunápolis e Teixeira de Freitas, no extremo-sul do Estado, o condutor de qualquer veículo, além de habilidade e prudência, precisa contar com a proteção divina. Nesse trecho, o acostamento é dominado por imensos buracos e mato, que está prestes a tomar a pista. As placas de sinalização também estão cobertas pelo mato.

Na mesma rodovia, já em Itabuna, existem buracos capazes de engolir a roda de uma carreta. Nesse ponto da 101, há pouco mais de um ano o Dnit, um dos braços do esquema da ladroagem, fez uma “total recuperação”, mas o asfalto aplicado foi tipo Sonrisal e na primeira chuva derreteu.

O Brasil é formado por pessoas de bem, honestas e que ganham o pão de cada dia com o fruto do suor que escorre do rosto. Pagamos a maior carga tributária do mundo, e não temos os serviços básicos como saúde, educação, transporte público de qualidade e segurança. Grande parte de nossos impostos vai para os bolsos de gestores corruptos. Temos que dar um basta a essa situação, não podemos ver ladrões de colarinho branco se dar bem e achar que é assim mesmo, esperando que um novo escândalo apareça e apague o último.

Hoje ninguém fala mais das traquinagens de Eunice Guerra e seus filhos Metralhas, das consultorias milionárias de Palocci e dos atos secretos de Sarney no Senado, só para ficar nas pilantragens recentes. Vamos juntos criar o Dia Nacional de Mobilização Contra a Corrupção, mobilizar os homens e mulheres de bem dos quatro cantos do País, através dos veículos de comunicação e das redes sociais, para dedicar um dia a protestar e malhar esses políticos ladrões. Colher assinaturas para mudar o Código Penal e alterar a Constituição para acabar com o foro privilegiado dessa gente, mandar para a cadeia esses safados e tomar tudo o que eles nos roubaram.

Um povo que enfrentou as baionetas da Ditadura Militar, que foi às ruas exigir eleições diretas, que se uniu para expulsar um presidente ladrão, não pode ser permissivo com a atual situação que estamos vivendo. Está na hora de dar um basta.

Cláudio Rodrigues é empresário, sócio da Formandus Eventos.

Dilma afasta “herança maldita” e se aproxima da oposição

Gerson Menezes | publixcriativo1987@hotmail.com

Dilma dá um freio nas ambições desmedidas da sua base aliada, inclusive o PT e o PMDB.

O ex-presidente Lula dizia uma coisa certa: “Dilma após eleita irá demonstrar que é uma grande administradora.” Em pouco mais de seis meses na presidência, a presidente Dilma Rousseff tem demonstrado não querer transigir com a corrupção no seu governo.

Diferentemente de Lula, que tentava negar de pronto as denúncias (nunca definitivamente apuradas) no seu governo, denominando-as “tentativas de golpe da oposição”, Dilma vai, aos poucos, mostrando o seu perfil, modo de governar o país, livrando-se sem cerimônia da “herança maldita” deixada por Lula, na forma de “penduricalhos políticos” instalados nos ministérios e nas estatais.

Ao contrário do que dizem os seus “companheiros”, de que a Presidenta Dilma Rousseff é uma “boa gerente” e uma má política, ela vem demonstrando, mineiramente, o seu desacordo com o modus operandi de fazer política em nome da governabilidade, até então estabelecido no poder.

Ao se aproximar do PSDB, ao promover gestos claros de cortesia para com o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, ainda hoje um dos principais ícones da atual oposição, Dilma dá um freio nas ambições desmedidas da sua base aliada, inclusive o PT e o PMDB.

Assim, emite sinais claros de que poderá estabelecer uma relação ética de governo com os partidos de oposição liderados pelo PSDB, reequilibrando suas forças sem a necessidade de ter que aceitar imposições e negociações que vão além dos seus princípios éticos de governar.

Os comentários ganharam força nesse sentido quando, no dia de ontem, o atual presidente do PSDB, deputado Sérgio Guerra, foi recebido no Palácio do Planalto pela ministra Ideli Salvatti, coordenadora política de Dilma Rousseff.

Membros insatisfeitos da base aliada do governo dão sinais evidentes de frustração, ao alimentarem o ego do ex-presidente Lula, pregando a sua “re-reeleição” em 2014, em substituição a Dilma.

Gerson Menezes é publicitário e marqueteiro político.








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