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:: ‘mãe’

MIRE-SE NO EXEMPLO DAS MÃES DE ABREU E LIMA

Xico SáXico Sá | Folha

Filho meu não bota a mão no alheio. Que o velho coração materno bata mais forte. Para o filho trombadinha e para o filho político.

É preciso, no meio da bandalheira e dos arrastões, louvar as mães de Abreu e Lima.

As mães que deram início ao movimento de devolução das mercadorias saqueadas durante a greve/ motim da PM de Pernambuco na semana passada.

A delegacia da cidade mais parece Casas Bahia. A todo instante chegam geladeiras, máquinas de lavar, tablets… e outras mercadorias fetiches.

Vi e ouvi declarações comoventes. Filho meu não bota a mão no alheio, disse uma dessas anônimas e honestíssimas brasileiras a um telejornal. Ela mesma foi devolver um eletrodoméstico levado por um dos seus meninos.

Depois que as mães reagiram, começou uma onda de devolução das mercadorias. Deu vergonha em quem havia cometido os saques no comércio da cidade da região metropolitana do Recife.

Essa honra materna é a salvação da lavoura.

Filho meu não bota a mão no alheio. Que o velho coração materno bata mais forte.

Para o filho trombadinha e para o filho político.

Para o filho taxista, para o filho empresário, para o filho dono de restaurante na cidade do Rio de Janeiro.

Para todo amor filial.

Que as mães de Abreu e Lima sirvam de exemplo. Bravas como as mães da praça de Maio.

Clique e confira a coluna na íntegra

O NOME DISSO É DEGRADAÇÃO HUMANA…

Manuela Berbert | manuelaberbert@yahoo.com.br

Defino amor de mãe como sublime e profundo. Aconchego. E acho que amor de pai é cuidado, zelo, confiança.

Eu sempre fico um pouco saudosa nessa semana que antecede o Dia dos Pais. Uma saudade sadia, de um tempo bom que não volta mais, de alguém que se foi muito cedo, especialmente porque eu só tive o prazer de conviver breves 13 anos. O suficiente para entender o sentimento de uma filha diante da falta que a figura de um pai faz.

Terça-feira, chego em casa no finalzinho da tarde e encontro minha mãe perplexa com o que acabara de assistir: um apresentador mostrou, em seu programa, a história de um pai que entregou sua própria filha a traficantes, como pagamento por uma dívida de drogas. Cheguei a questionar se a menina ainda estava viva. Sinceramente, ficaria mais aliviada se minha mãe me respondesse que não.

Defino amor de mãe como sublime e profundo. Aconchego. E acho que amor de pai é cuidado, zelo, confiança. Que me perdoem as feministas, mas a própria figura masculina já impõe isso nas nossas vidas. É da figura do pai que vem, teoricamente, a segurança. E imaginar que uma filha se viu entregue a marginais, para ser estuprada, usada, massacrada, é imaginar cenas de um filme de terror e humilhação que ser humano algum merece, sequer, assistir.

Confesso que, mesmo diante de uma realidade crua e perversa que observo nas mídias, diariamente, jamais ousei imaginar tal infelicidade. Estamos vivendo um tempo lamentável de degradação humana, e não sabemos onde e nem quando iremos parar.

Caberia, neste exato momento, adentrar numa discussão a respeito do crescimento exacerbado do consumo de drogas no país. Caberia também concordar com o apresentador, numa bandeirada a favor da pena de morte por aqui. Mas estou CHOCADA, sem forças para argumentar…








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