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:: ‘Marco Lessa’

CHOCOLAT BAHIA MOVIMENTOU R$ 15 MILHÕES EM NEGÓCIOS, AFIRMA ORGANIZAÇÃO

Festival do Chocolate movimenta mais de R$ 15 milhões e atrai 60 mil pessoas

A 11ª edição do Chocolat Bahia – Festival Internacional do Chocolate e Cacau da Bahia chegou ao fim na noite deste domingo (21) com números ainda mais robustos que os da edição de 2018. De acordo com a MVU, empresa detentora da marca Chocolat Bahia e organizadora do evento, o festival atraiu mais de 60 mil pessoas nos quatro dias e movimentou R$ 15 milhões em negócios, com 170 expositores e 70 marcas de chocolate.

Segundo o coordenador do Festival, Marco Lessa, os resultados superaram todas as expectativas, numa demonstração de que os consumidores passam a valorizar o chocolate de origem. “Tivemos muitos lançamentos de produtos, com diversidade e inovação, que atraíram pessoas da região e de outros estados”.

Para ele, é importante conscientizar os 30 mil produtores de cacau, que sustentaram a economia sul-baiana por décadas, de que eles podem se restabelecer dentro de um novo conceito, o do chocolate de origem. “Dessa maneira, iremos retomar, em bases sólidas e sustentáveis, o caminho do desenvolvimento”.

NOVOS NEGÓCIOS

Gerson Marques, da Fazenda Yrerê, produz chocolates e atua no turismo rural. A Fazenda Yrerê é referência no sul da Bahia com a produção de chocolates de origem e na atração de turistas de várias partes do país e do mundo. Ele participou do festival, assim como nas edições anteriores.

– As vendas diretas aumentaram e também os acordos comerciais com parceiros da Bahia e de outros estados, consolidando a qualidade e o potencial do chocolate, além de criar um novo atrativo para o setor turístico – disse ele, que também participou de festivais de promoção da marca do chocolate sul-baiano em outras praças, como São Paulo.

Para Leo Maia, que aproveitou o evento para lançar o chocolate branco com nibs de cacau, esse é um mercado que exige sempre inovações capazes de cativar e atrair novos consumidores. “As vendas foram ótimas”.

Fernando Botelho, da Modaka, é um dos pioneiros na produção de chocolate de origem. Para ele, o momento é de colheita. “Esse movimento que estamos vivendo no Sul da Bahia é fantástico. Agrega valor ao nosso principal produto, o cacau, tornando a região conhecida pelo chocolate de qualidade”.

A difusão de novas tecnologias também tem sido uma das tônicas do festival. O diretor executivo do Centro de Inovação do Cacau, da Universidade Estadual de Santa Cruz, Cristiano Vilela, vê um processo de modernização e valorização do cacau e na qualidade do chocolate da região. :: LEIA MAIS »

SUL DA BAHIA SE REINVENTA COM PRODUÇÃO DE CHOCOLATE DE ORIGEM E CACAU SELECIONADO

Sul da Bahia se reinventa produzindo cacau selecionado e chocolate de origem || Foto Ana Lee

O cacauicultor Fernando Botelho, 77 anos, lembra bem o cenário do final da década de 80. “Tivemos de demitir todos os 120 funcionários e fazer financiamentos na tentativa frustrada de recuperar totalmente a lavoura. Perdi alguns imóveis e uma fazenda. Jamais vivemos algo como a vassoura-de-bruxa, foi uma coisa altamente desastrosa”.

Exatos 30 anos depois do surgimento da praga que dizimou as plantações de cacau no Sul da Bahia, Botelho celebra o crescimento da sua marca de chocolate e outros derivados do cacau orgânico, a Modaka, e se prepara para participar da 11ª edição do Chocolat Bahia Festival, de 18 a 21 de julho, em Ilhéus.

O evento, hoje considerado o maior do setor no Brasil, teve um início modesto, com apenas quatro marcas nacionais. Este ano, 70 produtores de chocolate de origem, de um total de 170 expositores, ocuparão o pavilhão de feiras do Centro de Convenções da cidade.

Patrícia e o pai, Fernando Botelho, da Modaka: da crise à reinvenção || Foto Caixa Colonial

A crise que abateu a cacauicultura na região em 1989 levou os produtores a buscar alternativas. “Começamos a fazer polpa e geleia de cacau na cozinha da minha mãe”, conta a engenheira Patrícia Viana Lima, 50 anos, filha de Botelho e chocolate maker da Modaka.

O nome Modaka faz referência ao doce do deus hindu Ganesha, símbolo de prosperidade e força no rompimento de obstáculos. Desde 2012, é na única fazenda que restou à família Viana Lima, no município de Barro Preto, sul da Bahia, onde se produz o cacau 100% orgânico que dá origem aos nibs, amêndoas crocantes e chocolates certificados nacional e internacionalmente.

O beneficiamento da amêndoa foi a saída encontrada para a derrocada da produtividade. “O Chocolat Festival surgiu justamente para fomentar a profissionalização desse novo mercado que, em 2008, surgia ainda timidamente na região e hoje está em plena expansão”, afirma o empresário e publicitário Marco Lessa, idealizador do festival e uma das 100 personalidades mais influentes do agronegócio brasileiro em 2016 e em 2018.

– Há 11 anos reunimos consumidores, especialistas e produtores nesse evento, uma grande oportunidade para discutir a industrialização, a verticalização da produção e, consequentemente, a melhoria da qualidade das amêndoas de cacau selecionado e produto final elaborado – pontua Lessa.

Lessa idealizou o Chocolat Bahia e produz chocolate || Foto Valter Pontes/Coperphoto-Fieb

O evento contribuiu diretamente para o crescimento vertiginoso desse mercado na região, tornando-se um marco na história recente do sul da Bahia. “Além de cumprir sua função de promover a cadeia do cacau e chocolate, o Festival serve como divisor de águas para a nossa história, mudando a forma de se pensar a economia, dando visibilidade e criando um espaço para a promoção e negócios de novas marcas de chocolates finos, fabricantes de equipamentos, produtores de cacau e derivados, inovação”, aponta Cristiano Santana.

Presidente da Associação Cacau Sul Bahia, Cristiano aponta que o evento atrai turistas e consumidores em geral. Segundo ele, o Festival cumpre “o papel educativo de levar ao público a oportunidade de degustar produtos singulares de alto nível gastronômico, a ter contato com o mundo do chocolate através de palestras, cursos, e elevar o nome da Bahia a padrões internacionais como referência em chocolates de alta qualidade”. A Associação representa cerca de 2,3 mil produtores da região.

Chocolat Bahia atrai mais de 30 mil visitantes a cada edição, em Ilhéus || Foto Divulgação

Com teor mínimo de 40% de cacau (contra os 25% das marcas de grandes indústrias no Brasil), o chocolate produzido a partir de amêndoas selecionadas – em um processo intitulado Bean to Bar (da amêndoa à barra) ou de Origem – tem conquistado consumidores mundo afora. “Em 2015 começamos a exportar nossos chocolates para a França. A receptividade é excelente e pretendemos avançar pela Europa”, revela Alexandre Soeiro, gerente da Mendoá Chocolates, uma das marcas em exposição no Chocolat Festival.

INDICAÇÃO GEOGRÁFICA

Cacau com selo de Indicação Geográfica || Foto Maurício Maron

Conquistado no ano passado, o registro de Indicação Geográfica (IG) garante aos produtores de cacau do sul da Bahia o Selo de Origem. Ele é concedido a lugares que são conhecidos como tradicionais produtores de um determinado produto ou serviço ou cujas características do produto, quando originário do local, são únicas.

No caso do sul da Bahia, conta toda a tradição e história em torno da produção de cacau, como, por exemplo, o modo de produção cabruca, que minimiza o impacto no meio ambiente, ajudando a manter parte da flora e sem eliminar a fauna local. “Sem dúvida, o Selo de Origem chega no momento certo para valorizar ainda mais o trabalho que vem sendo desenvolvido, elevando o patamar tanto da matéria-prima quanto do nosso chocolate no mercado”, comenta Lessa. Atualmente, a Bahia lidera o ranking de produção de cacau no País, com mais de 200 mil toneladas produzidas entre 2017 e 2018.

PROGRAMAÇÃO

Voltado para consumidores e profissionais da área, o Chocolat Bahia Festival atrai anualmente milhares de visitantes, marcando o calendário turístico do estado e firmando o Sul da Bahia como principal região produtora de chocolate de origem do Brasil. Durante quatro dias, além da venda de chocolates e outros derivados do cacau selecionado, o 11º Chocolat Bahia promove experiências sensoriais, exposições históricas e artísticas, cursos de capacitação, workshops, debates sobre temas do setor e palestras ministradas por especialistas internacionais. Clique em Leia Mais e confira toda a programação do evento, com workshops, palestras etc. :: LEIA MAIS »

CHOCOLAT FESTIVAL REÚNE 40 MARCAS E PRODUTORES SUL-BAIANOS EM SÃO PAULO

Chocolate sul-baiano é estrela de festival em São Paulo

Dez anos depois do primeiro festival de cacau e chocolate da Bahia, em 2009, o evento ganha proporção ainda maior. Após chegar a Belém, no Pará, em 2013, na próxima sexta-feira (12) começa a edição paulista do Festival Internacional do Chocolate e Cacau, o Chocolat Festival, reunindo produtores e marcas do sul da Bahia no pavilhão da Bienal, no Ibirapuera, em São Paulo.

Chegará com a força de 72 expositores, dos quais 40 marcas de cacau e chocolate de origem sul-baiana, algumas das melhores amêndoas do mundo. Entre as marcas, chocolates produzidos pela agricultura familiar, a exemplo do Bahia Cacau, que tem investimentos do Bahia Produtiva, programa que incentiva a qualificação, aumento da produtividade, capacitação de mão de obra e comercialização.

EXPERIÊNCIA SENSORIAL

Lessa é o idealizador de festival

Além da exposição e venda de chocolates, o festival terá uma ampla programação com experiências sensoriais, uma série de atividades culturais, exposição A História do Chocolate, cursos e palestras como ChocoDay, Cozinha Show, Espaço Kids e Fórum do Cacau, com chocolatiers e palestrantes do Brasil e do exterior.

Idealizador do primeiro festival em Ilhéus, há dez anos, o publicitário e produtor de chocolate Marco Lessa, considera este passo, em São Paulo, um desafio muito grande. “Nossa expectativa é de que o evento abra espaço para o chocolate de origem do sul da Bahia no maior mercado consumidor do país”, afirma.

Para Lessa, o evento alinha e une dois setores importantes da economia, com a produção de cacau e chocolate e o turismo. “A Bahia precisa acelerar o processo de expansão e consolidação do polo chocolateiro, com profissionalização do setor e um trabalho permanente de promoção no Brasil e no exterior”, ressalta.

CHOCOLAT BAHIA MOVIMENTA R$ 15 MILHÕES E ATRAI 65 MIL VISITANTES

Festival do Chocolat atraiu 65 mil pessoas em 5 dias || Foto Renata Smith/Agência Sebrae

A 10ª edição do Festival Internacional do Chocolate e Cacau, o Chocolat Bahia, em Ilhéus, bateu recorde de público e de negócios fechados, de acordo com a organização. Foram 120 expositores, 40 marcas regionais de chocolate de origem e R$ 15 milhões em negócios. Durante os cinco dias, o festival recebeu cerca de 65 mil visitantes, no Centro de Convenções Luís Eduardo Magalhães, na Soares Lopes.

O evento também movimentou a rede hoteleira ilheense, que atingiu 85% de ocupação de acordo com o trade. “Decidimos apostar na produção de amêndoas de cacau de qualidade e de o chocolate de origem, com alto valor agregado. O Festival é uma espécie de vitrine, que está dando um novo impulso à economia regional”, destaca Marco Lessa, o coordenador do Chocolat Bahia.

Lessa comemora mudança de paradigma na região produtora de cacau || Foto Daniel Thame

Durante o festival, foi lançada oficialmente a Rota do Chocolate. A primeira estrada temática da Bahia compreende fazendas de cacau,  fábricas de chocolate, áreas preservadas de Mata Atlântica, casarões históricos e gastronomia, às margens das rodovia Ilhéus-Uruçuca e Jorge Amado, que liga Ilhéus a Itabuna.

Os segmentos envolvidos estão passando por processos de capacitação e captação de negócios, através de parceria com o Sebrae. Entre as fazendas abertas à visitação estão Provisão, Riachuelo, Capela Velha, Yrerê e o pioneiro Chocolate Caseiro de Ilhéus.

TURISMO

O operador de turismo José Humberto Sá Nery vê uma ampliação no mercado do turismo. “Os turistas já estão optando por passeios que incluam a gastronomia e fazendas onde se fábrica o chocolate de origem. É um novo mercado que surge graças ao festival”, afirma.

“Curtimos praias belíssimas, conhecemos o Bataclan, o Vesúvio, a Casa Jorge Amado e pudemos saborear o verdadeiro chocolate. Vamos voltar outras vezes”, disse a advogada paulista Vanessa Souza Campos, que foi a Ilhéus acompanhada do marido e dos dois filhos.

O presidente da Associação dos Produtores de Chocolate do Sul da Bahia, Gerson Marques, apostou na produção de chocolates e no turismo rural. Ele recebe cerca de 2.500 turistas por ano na Fazenda Yrerê, às margens da Rodovia Jorge Amado. “As pessoas começam a se identificar com as nossas marcas de chocolate e ainda há muito que avançar, porque somos cerca de 50 produtores de chocolate num universo de 30 mil produtores de cacau”, diz.

BAIANO FIGURA ENTRE OS 100 MAIS INFLUENTES DO AGRONEGÓCIO PELA SEGUNDA VEZ

Lessa entra na lista dos 100 mais influentes pela 2ª vez

O empresário e publicitário baiano Marco Lessa foi eleito, pela segunda vez, uma das 100 personalidades mais influentes do agronegócio no Brasil, conforme ranking publicado pela Istoé Dinheiro Rural.

O guanambiense, que adotou Ilhéus, a terra do cacau, no sul da Bahia, é sócio da ChOr – Chocolates de Origem e do Grupo M21 de Comunicação e é o idealizador do Chocolat Bahia – Festival Internacional de Chocolate e Cacau, realizado há 9 anos em Ilhéus e que ainda conta com edições no Pará. É também, há 9 anos, o coordenador da missão brasileira ao Salon du Chocolat de Paris.

“Recebo, mais uma vez, emocionado, essa grata notícia. É um reconhecimento coletivo, pois é fruto do trabalho e empenho de muita gente da maior qualidade profissional e humana. Divido, honrado, com todos os que sonham com um Brasil líder com o melhor cacau e o mais puro Chocolate de Origem”, disse Lessa. Da coluna Alô Alô, do parceiro Correio24h.

FESTIVAL DO CHOCOLATE TERÁ MAIS DE 80 EXPOSITORES EM 2017

Festival entra em sua 9ª edição em 2017 (Foto Pimenta).

Festival entra em sua 9ª edição em 2017 || Foto Pimenta/Arquivo.

O Festival Internacional do Chocolate e Cacau de Ilhéus de 2017 reunirá mais de 30 marcas de chocolate de origem e cerca de 80 expositores da cadeia produtiva do cacau, de acordo com a organização. O evento, que neste ano torna-se Chocolat Bahia, será realizado de 20 a 23 de julho, no Centro de Convenções Luís Eduardo Magalhães, em Ilhéus.

O centro será espaço para exposições, cursos de capacitação, debates, rodadas de negócios e palestras com especialistas internacionais, além de workshops gratuitos com receitas à base de chocolate. Um dos workshops será com Lucas Corazza, jurado do Que seja doce, reality show do GNT.

Lessa, idealizador do festival | Foto Ana Lee

Lessa, idealizador do festival || Foto Ana Lee

OPORTUNIDADES

“Temos, durante quatro dias, o maior evento profissional dessa área, reunindo consumidores, especialistas e produtores”, observa o idealizador e coordenador do Chocolat Bahia, o publicitário Marco Lessa. Para ele, o evento é “oportunidade para discutir a industrialização, a verticalização da produção e, consequentemente, a melhoria da qualidade das amêndoas de cacau selecionado e produto final elaborado”.

O Chocolat Bahia – 9º Festival Internacional do Chocolate e Cacau é realizado pela MVU Eventos, com promoção do Costa do Cacau Convention Bureau e da Associação de Turismo de Ilhéus. São parceiros da iniciativa o Governo da Bahia, por meio das secretarias da Cultura, do Turismo, do Desenvolvimento Rural, da Agricultura e de Ciências Tecnologia e Inovação (Secti), Prefeitura de Ilhéus, Banco do Nordeste, Sebrae e Caixa.

CHOR EXPANDE MERCADO E CHEGA A PORTUGAL

Marco e Luana Lessa expandem mercado da Chor no velho continente.

Marco e Luana Lessa expandem mercado da Chor no velho continente.

A Chocolate de Origem (Chor), de Ilhéus, ampliou mercado no continente europeu. Depois de exportar para países como a França, a fabricante de chocolates com até 70% de cacau coloca o “pé” em Portugal.

Barras de chocolates fabricados pela empresa ilheense serão vendidas, inicialmente, na DuMonde Chocolat, na cidade do Porto. A empresa é tocada pelos sócios Marco e Luana Lessa. Marco é o idealizador do Festival Internacional do Chocolate e Cacau, que entra em sua oitava edição neste ano.

CHOCOLATE DE ORIGEM LANÇA FRANQUIA MÓVEL

Marco e Luana Lessa, sócios da ChOr (Chocolate de Origem).

Marco e Luana Lessa, sócios da ChOr (Chocolate de Origem).

Umas das principais marcas de chocolates finos do sul da Bahia, a ChOr ampliará mercado com pontos móveis de vendas por meio de franquias. Segundo Marco Lessa, sócio da marca, carrinhos com display foram posicionados em pontos estratégicos de aeroportos de Salvador, Recife e Ilhéus.

“A ação nos aeroportos é pontual e deve durar três meses. Os carrinhos também podem  ser inseridos em shoppings e eventos. A ideia é divulgar o nosso modelo de franquia ChOr”, revela o empresário Marco Lessa.

As barras de chocolate gourmet, feitas com alto teor de cacau selecionado (44% e 70% de teor de cacau), são comercializadas em embalagens de 85 e 100 gramas. Os preços variam entre R$ 16,00 e R$18,00.

De acordo com Marco e Luana Lessa, sócios da marca, o investimento na franquia é de aproximadamente R$ 60 mil, dos quais R$ 20 mil em chocolate.

MARCO LESSA ENTRE OS 100 MAIS INFLUENTES DO AGRONEGÓCIO NO BRASIL

Lessa: reconhecimento.

Lessa: reconhecimento.

Idealizador do Festival Internacional do Chocolate e Cacau de Ilhéus, o publicitário Marco Lessa está entre as 100 personalidades mais influentes do agronegócio brasileiro 2015, de acordo com a publicação especializada Dinheiro Rural.

A publicação destaca o papel de Marco Lessa como indutor de novas práticas na agricultura, quando estimulou a produção de cacau fino e – mais ainda – de chocolate no sul da Bahia, levando a região a ganhar prêmios internacionais”. A publicação já está nas bancas. Lessa diz estar feliz não com o título em si, “mas pelos resultados”.

E o festival internacional, idealizado por ele, atraiu as atenções para a região, hoje reconhecida não apenas como de Jorge Amado e produtora de cacau, mas de chocolate de alta qualidade. O Festival Internacional do Chocolate e Cacau na Bahia deu tão certo que gerou versão paraense.

Publicitário, produtor de chocolate e idealizador de festival. Lessa está entre 100 mais influentes.

Publicitário e idealizador de festival, Lessa é dos 100 mais influentes (Reprodução).

BAHIA SE DESTACA NO SALON DU CHOCOLAT

Pedro Magalhães, Marco Lessa e João Tavares na comitiva brasileira.

Pedro Magalhães, Marco Lessa e João Tavares na comitiva brasileira.

Cerca de 100 mil pessoas visitaram a vigésima edição do Salon du Chocolat, em Paris. Pelo sexto ano consecutivo, a Bahia participou do evento com o estande Cacau do Brasil, ação que envolve os governos estaduais da Bahia e do Pará e o governo federal, além do Instituto Biofábrica de Cacau e Associação dos Produtores de Cacau (APC).

O país foi promovido durante cinco dias, no evento internacional, como grande produtor de cacau e chocolate de origem, além de participar de negócios como a venda de chocolate e de amêndoas de cacau fino.

– A participação do Brasil no Salon du Chocolat permite mais visibilidade aos produtores do mercado do cacau fino e de chocolate com alto teor de cacau, além de ser um ambiente propício para negócios e muita aprendizagem – destaca Marco Lessa, coordenador do projeto.

O cacau brasileiro é conhecido por seu sabor e por ser um dos melhores do mundo, graças a sua qualidade, diversidade e dos diferentes biomas onde é cultivado (Mata Atlântica e Floresta Amazônica).

– A vinda dos produtores serve principalmente para ver o que esta sendo feito no mercado – diz César De Mendes, da Amazônica Cacau, complementando: “Queremos ver embalagens, as tendências, conhecer novos chocolatiers, isso nos ajuda a desenvolver esse novo hábito alimentar mais saudável no Brasil, que é um chocolate rico em cacau, com menos açúcar, como os europeus são acostumados a consumir”.

País teve espaço exclusivo para mostra qualidade do cacau e do chocolate.

País teve espaço exclusivo para mostra qualidade do cacau e do chocolate.

Os chocolates brasileiros vendidos no espaço Cacau do Brasil fizeram um grande sucesso com os franceses: bombons de nibs (cacau torrado), castanha-do-Pará coberta de chocolate 70% ou mesmo tabletes.

A venda experimental, na avaliação da comitiva do país, mostra a aprovação aos produtos brasileiros e desperta o interesse de milhares de franceses em conhecer onde a matéria prima é produzida, promovendo uma experiência exclusiva.

– O nosso objetivo é agregar valor ao chocolate, que está nos ajudando a nos reerguer e queremos muito mostrar ao Brasil e ao mundo o nosso potencial – observa Henrique Almeida, diretor da Biofábrica e da Sagarana Chocolate.

Marco Lessa lembra ainda que esse trabalho contínuo tem dado ótimos resultados, com marcas baianas se destacando com estandes próprios, como o caso da Mendoá, marca de Ilhéus, que vendeu – e muito bem, chocolate 100% baiano diretamente ao público francês pela primeira vez.

O Salon du Chocolat, que completou 20 anos, reuniu mais de 400 expositores de todo o mundo, levando ao Expo Versalhes Centro de Exposição mais de 100 mil europeus, que viram chocolate de diversos países. Eles, segundo a comitiva brasileira, se encantaram com a estrutura e conteúdo do espaço Cacau do Brasil.

CODEBA: DRAGAGEM DO PORTO DE ILHÉUS COMEÇA EM JANEIRO

Porto de Ilhéus terá obra de dragagem em janeiro, segundo Codeba (Foto Carlos Castilho).

Porto de Ilhéus terá obra de dragagem em janeiro, segundo Codeba (Foto Carlos Castilho).

As obras de dragagem do Porto de Ilhéus devem começar no próximo mês, segundo assegurou o diretor comercial da Companhia das Docas do Estado da Bahia (Codeba), Antonio Carlos Tramm, ao secretário Estadual de Turismo, Domingos Leonelli. A dragagem vai aumentar o calado (profundidade) e voltar a permitir a atracação de navios de cruzeiro no terminal portuário ilheense em qualquer período.

A novidade foi comunicada nesta segunda (16) por Leonelli ao presidente da Associação do Turismo de Ilhéus (Atil), Marco Lessa, com quem se reuniu para tratar do tema. O secretário Estadual de Turismo falou da importância dos navios de cruzeiro para o turismo na Costa do Cacau e disse que o governo baiano está atento e trabalhando para garantir a atracação dos navios programados para este verão, além de novos para as próximas temporadas.

A dragagem está orçada em R$ 4,9 milhões e pode ser concluída em menos de 30 dias. Com pouco mais de 9 metros, o calado poderá chegar a 10,2 metros, após a dragagem.

ZUMBILHÉUS

marco-lessa-festival-do-chocolateMarco Lessa

Quem diria…de cenário de romances como Gabriela, Cravo e Canela a um tenebroso cenário de filme de terror.

Desde que o gênero terror surgiu no cinema, existem zumbis, mortos-vivos, múmias e outras assombrações de mentirinha.
Como em muitos casos a vida imita a arte, estamos vivendo em Ilhéus, como noutras cidades brasileiras, iguais aos moradores de zumbilândia, ou melhor, zumbilhéus.

A concentração de jovens usuários de crack, maltrapilhos, imundos, mal cheirosos, violentos, bêbados, descontrolados, inconvenientes, lamentavelmente esquecidos pela sociedade, deve ser a maior do sul da Bahia.

Dormem pelas ruas, em portas de lojas, calçadas, roubam, furtam, assaltam a mão armada com facas e objetos cortantes, amedrontam e ameaçam moradores e turistas, afugentam clientes dos estabelecimentos.

Os nossos zumbis não morreram e ressuscitaram meia-boca.

São vítimas de um sistema também zumbi, que finge estar vivo, mas não ampara os que realmente precisam.

Há não muito tempo um dos zumbis, dos mais perigosos, apareceu morto. De vez, morto.

Provavelmente outros terão o mesmo destino, ou por conflitos entre eles na briga por espaço para ‘guardarem vagas e carros’, ou pela própria droga.

Ou de alguma outra forma impensável, mas não impossível.

zumbis articleAntes de sermos uma cidade turística, somos uma cidade de cidadãos e cidadãs trabalhadores e de bem.

Não é justo nos sujeitarmos e submetermos a ameaças desses pobres coitados, que apesar de pobres, coitados e doentes, não têm tal direito.

Chegou a hora do governo municipal tomar uma providência e construir programas para acabar com a zumbilândia de Ilhéus. E não apenas para o verão.

Os problemas herdados e causados já são muitos, mas não podemos ficar de braços cruzados.

Senão, aos poucos, estaremos num cenário de filme de terror: escuridão, lixo, buracos e medo de sair às ruas por conta dos marginais tradicionais e dos zumbis do crack.

Quem diria…de cenário de romances como Gabriela, Cravo e Canela a um tenebroso cenário de filme de terror.

Se não mudarmos logo esse enredo, reescrevermos essa história, não chegaremos a um final tão feliz.

E aê…tem uma moedinha aí, seo nacib?

Marco Lessa é publicitário, empresário e presidente da Associação de Turismo de Ilhéus (Atil). Artigo postado originalmente no Facebook.

“MAIS IMPORTANTE É ONDE PODEMOS CHEGAR”, AFIRMA IDEALIZADOR DO FESTIVAL DO CHOCOLATE

Aberto ontem à noite, Festival do Chocolate e Cacau vai até domingo (Foto Pimenta).

Aberto ontem à noite, Festival do Chocolate e Cacau vai até domingo (Foto Pimenta).

Wagner e Marco Lessa na abertura do festival (Foto Pimenta).

Wagner e Lessa na abertura do festival (Foto Pimenta).

A verticalização da cadeia produtiva do cacau é um dos desafios do Sul da Bahia e foi a mensagem presente na abertura da quinta edição do Festival Internacional do Chocolate e Cacau da Bahia, em Ilhéus, ontem. “Mais importante do que onde estamos é onde podemos chegar”, afirma o diretor da MVU Eventos e idealizar do evento, o publicitário Marco Lessa.

O governador Jaques Wagner foi na mesma linha e ressaltou a evolução do festival em cinco anos, quando saiu de três para 14 o número de produtores de chocolate no sul da Bahia em exposição no Centro de Convenções de Ilhéus. “Temos o cacau e não podemos abrir mão de transformá-lo em chocolate para agregar valor. Por isso temos lutado pelo bom preço do cacau e realizado uma série de ações para apoiar os produtores baianos”, disse Wagner.

As condições para fabricar chocolate com alto teor de cacau são ressaltadas por Lessa como fatores que podem qualificar ainda mais o destino turístico Costa do Cacau. “Temos condições de ser o mais qualificado destino de chocolate do mundo”, disse. Num discurso pontuado pelo combate à ideia de “esperar por milagres”, o publicitário e idealizador do festival apresenta outro desafio. “Vamos cobrir essa região de mais esperança”.

Wagner degusta chocolate com 70% de cacau fabricado em Ibicaraí (Foto Pimenta).

Wagner degusta chocolate com 70% de cacau (Foto Pimenta).

Nessa linha, o publicitário aponta avanços também na intenção de transformar esse apelo em produto turístico, a exemplo da da Rota do Cacau, Rodovia Ilhéus-Uruçuca (BA-262), que tem no seu trajeto belas e conservadas fazendas de cacau e áreas de produção de chocolate. “Não se deve esperar por milagres, mas fazer [acontecer”. A Rota do Cacau é roteiro que está sendo formatado pela Associação de Turismo de Ilhéus (Atil) com a Secretaria Estadual de Turismo.

O FESTIVAL

O Festival do Chocolate e Cacau da Bahia foi aberto ontem (3) e será encerrado no próximo domingo (7). No Centro de Convenções de Ilhéus, haverá palestras com nomes renomados da cadeia do cacau – dentre eles, chocolatiers, oficinas, Feira do Cacau, ChocoCine e espaço para o público infantil (Fábrica de Chocolate), além de concurso de amêndoas.  A entrada é gratuita.

A área de exposição reúne estandes de produtores de chocolates finos com concentração de cacau que chega a 70%, a exemplo da Cacau Bahia, de Ibicaraí, e a Modaka Cacau Gourmet, de Barro Preto. O evento reúne 50 expositores e espera atrair cerca de 30 mil pessoas nos cinco dias.

 

Saulo Fernandes é uma das atrações do festival deste ano.

Saulo Fernandes é uma das atrações do festival deste ano.

SAMBÔ E SAULO FERNANDES

O evento também reúne expressões da música nacional com shows pagos. Neste ano, as atrações confirmadas são o conjunto Sambô e Saulo, ex-Banda Eva, na Arena Chocolate (Concha Acústica). Sambô se apresenta nesta quinta, às 22h, e o show de Saulo será no sábado (6). Ingressos podem ser adquiridos no Stand do Carioca e Encantur (Ilhéus) ou no Shopping Jequitibá (Itabuna). Na área livre, no Centro de Convenções, todas as noites haverá shows gratuitos de artistas regionais.

SERVIÇO

Festival do Chocolate e Cacau
Quando: 3 a 7 de Julho
Onde: Centro de Convenções de Ilhéus
Entrada franca (exceto shows de Sambô e Saulo, na Concha).

Confira programação completa no site www.festivaldochocolate.com/2013/

A TRAGÉDIA DE SANTA MARIA

marco-lessa-festival-do-chocolateMarco Lessa | marcolessa@m21.com.br

 

É preciso compreender que um aniversário infantil é um evento. Um culto é um evento. Uma reunião num restaurante é um evento. E cada local ou evento deve requerer o suporte profissional e autorização dos órgãos competentes para acontecer ou funcionar.

 

O que tirar de lições em meio a tanta dor? Que a vida é o que realmente importa. Que a economia mais irresponsável e burra que um empresário pode ter é com segurança e planejamento.

Antes de mais nada, é importante tirar os holofotes dos eventos culturais ou musicais e repensar qualquer local que reúna um número maior de pessoas, como igrejas, restaurantes, bares, clubes, postos de gasolina, etc.

A boate onde ocorreu a tragédia poderia ter segurança e extintores. Mas fogo, material inflamável e excesso de pessoas formam uma uma bomba relógio. E desta vez estourou.

É preciso planejar e considerar todas as probabilidades, todos os riscos e, se houver algum relevante, considerar seriamente até o cancelamento do evento – reunião de pessoas em torno de um objetivo comum.

Como organizador de eventos há mais de 20 anos, sei da complexidade deste setor, que envolve, num simples show, mais de 30 fornecedores diferentes, com responsabilidades diferentes, que vão desde o local a montagem de uma enfermaria, da empresa de bebidas a montadora de estrutura como palco, etc. Quando o evento é um congresso, um festival, torna-se mais complexo ainda.

Há cerca de cinco anos, quando presidente do Convention Bureau, criei, em parceria com o Centro de Convenções de Ilhéus, uma série de reuniões entre produtores, organizadores de eventos, entidades, órgãos públicos, autoridades e sociedade civil, visando regulamentar a realização de eventos no Centro de Convenções e que gerasse um documento para a cidade. Nasceu uma cartilha inédita na Bahia, elogiada inclusive pela Secretaria de Turismo do Estado.

Precisamos retomar e ampliar essa proposta, em caráter imediato. É preciso compreender que um aniversário infantil é um evento. Um culto é um evento. Uma reunião num restaurante é um evento. E cada local ou evento deve requerer o suporte profissional e autorização dos órgãos competentes para acontecer ou funcionar.

O Festival de Verão, por exemplo, reuniu em Salvador, recentemente, mais de 100 mil pessoas e nada de grave aconteceu. Em Santa Maria, eram menos de 2 mil e 240 desapareceram precocemente.

A vida é o que realmente importa.

Marco Lessa é publicitário e presidente da Atil (Associação do Turismo de Ilhéus).

POSSE NA ATIL

Lessa presidirá entidade.

Lessa presidirá entidade.

Os novos dirigentes da Associação de Turismo de Ilhéus (Atil) tomam posse na próxima quinta, 10, às 19 horas, no Iate Clube Ilhéus. A solenidade terá presença do secretário estadual de Turismo, Domingos Leonelli.

Eleito por aclamação, o publicitário Marco Lessa tocará os destinos da entidade de turismo que busca recuperar o protagonismo perdido nos últimos anos.

FESTIVAL DO CHOCOLATE GERA ENTRETENIMENTO E NEGÓCIOS NO SUL DA BAHIA

Panorâmica da área de acesso aos expositores do festival (Foto Pimenta).

A IV edição do Festival Internacional do Chocolate da Bahia, em Ilhéus, atraiu mais de 20 mil pessoas em quatro dias de evento aberto ao público e gerou contratos importantes para a cadeia produtiva, dentre eles a construção de duas fábricas de chocolate no sul da Bahia.

Uma das unidades industriais que serão instaladas em Ilhéus é a Chor. Os equipamentos já chegaram e a fábrica terá características turísticas. Ela será construída com tecnologia e estrutura que permitirá acompanhar de perto os passos de produção do chocolate.

Lessa: bons negócios.

– É um negócio sensacional do ponto de vista turístico – afirma o promotor do Festival do Chocolate, o publicitário Marco Lessa, da agência M21 e da MVU Eventos. Outra fábrica terá investimento de R$ 3,2 milhões, captados no BNDES por uma cooperativa de produtores.

O publicitário está contente com os resultados alcançados pelo evento. O festival começou em 2009 com a participação de 13 expositores e saltou para 50 neste ano. A participação da indústria chocolateira também deu grande salto. Saiu de 3 para 14, entre as grandes do setor e as de fabrico artesanal.

Houve aumento do número de participantes e palestrantes internacionais no ano em que a Bahia se torna o primeiro destino latino-americano a atrair o Salão do Chocolate, evento que começa amanhã, em Salvador.

Jornais e revistas especializados fizeram cobertura da festival ilheense, destaca Marco Lessa,que cita o The New York Times e a revista portuguesa Volta ao Mundo, além dos brasileiros portal Uol e jornais Estadão, Zero Hora (RS) e Jornal do Comércio (PE).

O festival deste ano abriu espaço para uma combinação da magia do chocolate com as diversas formas de expressão artística (exposições de artes plásticas e fotográfica). Os shows musicais ganharam novo espaço, a Arena Showcolate.

“Neste ano, nós conseguimos ocupar toda a extensão do centro de convenções com a arena”, diz Marco Lessa ao PIMENTA. Vanessa da Mata, O Teatro Mágico, Tiê, Mametto e Ê Crioula! passaram por lá. “A arena terá uma configuração diferente em 2013”.

Festival atraiu mais de 20 mil pessoas ao centro de convenções (Foto Pimenta).

CONCURSO DE AMÊNDOAS

Um dos destaques do festival reúne cacauicultores. É o concurso de amêndoas de cacau. O produtor Pedro Magalhães foi o campeão, José Carlos Assis ficou com o vice e João Tavares obteve a terceira colocação dentre 16 finalistas. A seleção – rigorosa – é feita pela Ceplac.

Um dos méritos do festival é justamente estimular novos costumes na cadeia produtiva do cacau. É da amêndoa de cacau de qualidade que se produz o melhor chocolate, daqueles que estiveram em exposição, degustação e à venda nos diversos estandes do evento que teve parceiros como Governo da Bahia e Prefeitura de Ilhéus e apoio do PIMENTA.

FESTIVAL TERÁ SHOWS E A MAGIA DO CHOCOLATE

A quarta edição do Festival Internacional do Chocolate da Bahia (FICBa) será aberta, oficialmente, às 19 horas desta quinta, 28, no centro de convenções de Ilhéus. A edição deste ano vai até o dia 2 de julho, terá participação de 50 expositores, palestras e workshops relacionados ao agronegócio cacau e shows de Vanessa da Mata, O Teatro Mágico, Banda Mammeto e Tiê.

De acordo com o publicitário e organizador do festival, Marco Lessa, a expectativa é atrair 30 mil pessoas ao centro de convenções nos cinco dias de evento. A feira será aberta ao público sempre das 14h às 22h, a partir de amanhã.

A garotada vai poder curtir o espaço infantil Planeta Chocolate. Os “grandões” e interessados no negócio chocolate poderão participar de minicursos da Harald. Dentre as atrações, ainda há o Chococine, com exibição de filmes, e o Chocolarte, com exposição de artistas locais.

GRANDES SHOWS 

Vanessa da Mata é atração do dia 30.

Os grandes shows do Festival Internacional do Chocolate estão programados para os dias 30 (Vanessa da Mata e banda Mametto) e 1º de julho (O Teatro Mágico e Tiê). Os ingressos estão à venda na Encantur, Stand do Karioka, Bicho Festeiro e Central de Ingressos. Outra opção para fazer a compra é pela internet (clique aqui).

O bilhete para pista custará R$ 40,00 (R$ 20,00 a meia) e a área Vip R$ 80,00. Há a opção de comprar passaporte para os dois dias, sendo R$ 60,00 pista e R$ 80,00 a área Vip. O FICBa é promovido pela MVU Eventos e tem apoio do PIMENTA.

FESTIVAL DO CHOCOLATE É LANÇADO EM ILHÉUS

Lessa apresenta projeto do festival (Fotos Anna Lee).

O projeto da quarta edição do Festival Internacional do Chocolate da Bahia, que será realizado de 28 de junho a 2 de julho, em Ilhéus, foi apresentado pelo publicitário Marco Lessa a autoridades e convidados no Espaço Bataclan, ontem, 4.

Lessa divulgou algumas das atrações confirmadas para o festival, como a cantora Vanessa da Mata e as escritoras Heloisa L. Bernardes e Heloisa Bacellar, autoras dos livros Chique é ser saudável e Chocolate todo dia, respectivamente.

Neste ano, a expectativa é de público superior a 30 mil visitantes no Centro de Convenções de Ilhéus nos cinco dias do evento. O festival também reunirá uma lista de personalidades já confirmadas, a exemplo da francesa Chloe Doutre-Roussel, a Madame Chocolat, considerada a maior especialista em chocolates finos do mundo.

O Festival Internacional do Chocolate conta na sua programação com a Feira do Chocolate, Jornada do Chocolate, Cacau para sempre, Cacautec, Preserva cacau e Chocoday. Cada um dos eventos se destina à exposição em estandes de cacau e produtos de pequenas fábricas de chocolates finos, cooperativas, fornecedores de equipamentos e matéria prima, workshops, palestras, cursos, rodadas de negócios e oficinas.

Diana Sodré, Erika Cotrim, Lorenna Carvalho e Carol Araújo, da M21, agência que toca o festival.

LESSA AFIRMA QUE SUCESSO DO FESTIVAL DO CHOCOLATE FOI “ACIMA DO ESPERADO”

Lessa, da M21: resultados acima do esperado (Foto Milena Palladino).

Idealizador do Festival do Chocolate da Bahia, o publicitário Marcos Lessa apresentou os números do evento que caminha para consolidar-se nacionalmente.

O festival deste ano reuniu 48 expositores e dez marcas de chocolates finos, além de atrair público de mais de 20 mil pessoas em cinco dias de evento no centro de convenções Luís Eduardo Magalhães, em Ilhéus.

Como comparativo, na primeira edição do evento, em 2009, foram 26 expositores e três marcas de chocolates. O formato de 2011 atraiu interessados de vários regiões do país, alem de expandir a marca do chocolate sulbaiano para festivais e concursos de outras regiões brasileiras, a exemplo de Gramado (RS).

Profissional da Harald ministra curso sobre chocolate.

O publicitário define como “acima do esperado” os resultados obtidos na terceira edição do evento que reuniu marcas famosas no mundo e conseguiu projeção nacional com a cobertura de alguns dos principais veículos da imprensa brasileira e especializada.

O festival selecionou os melhores chocolates e amêndoas de cacau. Edmond Ganem, da região de Una (BA), sagrou-se vencedor no concurso Cacau Fino e Aromático. A categoria chocolate foi faturado pela Harald com chocolate produzido a partir de amêndoas da fazenda do produtor João Tavares, do sul da Bahia.

O festival organizado pela M21 teve apoio do PIMENTA e ofereceu, além de shows musicais com atrações do sul da Bahia e Nana Caymmi, também trouxe cursos, oficinas e palestras sobre a cadeia chocolateira.






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