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:: ‘Maria Alice’

PROCURA-SE UM PRESIDENTE

marco wense1Marco Wense

 

A escolha deve ser feita com muito cuidado, sob pena de uma desagradável surpresa. Tem pretendente, por exemplo, que pode ter uma recaída pelo fernandismo.

 

Conforme anunciou o blog PIMENTA, a secretaria de Governo Maria Alice, fiel escudeira do prefeito Fernando Gomes, vai para o PSD do senador Otto Alencar.

A ida de Alice para o PSD se deu até mesmo por falta de opção, já que outros partidos da base aliada do governador Rui Costa (PT) foram descartados.

Não sei como será o relacionamento da secretaria com o prefeito ACM Neto. O alcaide soteropolitano sempre teve uma grande admiração pela “dama de ferro”.

Outro detalhe é que Alice vai para uma legenda que tem um bom relacionamento com Neto, adversário de Rui na disputa pelo Palácio de Ondina na eleição de 2018.

Como em política as nuvens de hoje podem ter outros formatos a qualquer momento, fica a hipótese, ainda que remotíssima, de se encontrarem em um mesmo palanque na sucessão estadual.

Agora, é encontrar alguém que possa substituir Maria Alice com a mesma disposição e vontade política inerentes a fernandista de carteirinha.

A escolha deve ser feita com muito cuidado, sob pena de uma desagradável surpresa. Tem pretendente, por exemplo, que pode ter uma recaída pelo fernandismo.

Todo cuidado é pouco. A política não costuma socorrer os que dormem e, muito menos, os ingênuos e incautos.

Marco Wense é editor d´O Busílis e articulista do Diário Bahia.

DEM, FERNANDO E ALICE

marco wense1Marco Wense

 

Alguns nomes já despontam para substituir Maria Alice no comando do DEM de Itabuna, como os do ex-vereador Solon Pinheiro e do advogado Cosme Reis, pai de Chico Reis, presidente da Câmara de Vereadores.

Matematicamente falando, diria que Fernando Gomes e Maria Alice vão sair do DEM como 2+2 são quatro. Politicamente, não sei por que continuam na legenda.

Ambos já declararam que o Partido do Democratas é coisa do passado. A secretária de Governo até que mostrou certo sentimento. O prefeito chutou o pau da barraca, como diz a sabedoria popular.

Estranho é a cúpula do demismo, sob a batuta de ACM Neto, ficar inerte diante de uma situação irreversível. O deputado federal José Carlos Aleluia, presidente estadual do partido, segue no mesmo diapasão.

Essa passividade, essa desaconselhável acomodação, lembra a expressão latina “Dormientibus Non Sucurrit Jus”. Ou seja, assim como no direito, o processo político não costuma socorrer os que dormem.

A falta de reação dos democratas passa a impressão de que estão desolados com a atitude de Fernando, que a legenda ainda mantém acessa a possibilidade de um entendimento.

Alguns nomes já despontam para substituir Maria Alice no comando do DEM de Itabuna, como os do ex-vereador Solon Pinheiro e do advogado Cosme Reis, pai de Chico Reis, presidente da Câmara de Vereadores.

Como a decisão do demismo é de fazer oposição implacável ao governo FG, hoje aliado do Partido dos Trabalhadores, a indicação do doutor Cosme Reis não é do agrado do enraizado fernandismo.

Maria Alice sempre foi uma dirigente partidária atuante, daquelas que não medem esforços para alcançar os objetivos. Continua sendo a fiel escudeira de Fernando Gomes e a “dama de ferro” do pupilo político.

Depois da derrota de Marcelo Nilo na eleição para presidir o Parlamento estadual, o PSL ficou desnutrido e já é carta fora do baralho para ser o próximo abrigo partidário do alcaide.

Com efeito, Nilo pode até perder o controle do PSL para o deputado estadual Nelson Leal. O ex-todo poderoso presidente da Assembleia Legislativa vive seu pior momento na vida pública. Vale lembrar que Nilo foi derrotado por Félix Júnior na disputa pelo comando do PDT.

O PSD do senador Otto Alencar, cada vez mais forte e, agora, tendo seus passos monitorados pelo PT, pode ser o mais novo refúgio de Fernando Gomes de Oliveira e seus seguidores.

A expectativa fica por conta de quando as lideranças do DEM vão acordar.

Marco Wense é articulista do Diário Bahia.

VANE E A SUCESSÃO DE 2016

marco wense1Marco Wense

Nem chegou 2015 e lá vem Marco Wense com 2016, é o que vou escutar durante toda semana no Café Pomar, tradicional ponto de encontro para o bate-papo político e o famoso cafezinho.

Se for um médico pediatra, que gosta de usar o palavreado da profissão no dia a dia, vai questionar a prematuridade da análise, que ela nasceu antes do tempo.

Alguns leitores vão buscar o ditado popular de que não se deve colocar a carroça na frente dos bois, que o artigo é intempestivo, consequência dos devaneios políticos do modesto colunista.

A discussão sobre a sucessão do prefeito Claudevane Leite (PRB) já é assunto obrigatório. E a maior dúvida é se o chefe do Executivo vai disputar o segundo mandato (reeleição).

Ora, ora, se está na boca do povo e a voz do povo é a voz de Deus – Vox Populi, Vox Dei –, então nada de precipitado e extemporâneo: o processo sucessório já começou.

A primeira legenda a colocar lenha na fogueira da sucessão é o PSDB do prefeiturável Augusto Castro. Pessoas bem próximas do tucano espalham que Vane não será candidato porque tem um acordo com o PCdoB.

São favas contadas a candidatura de Geraldo Simões pelo Partido dos Trabalhadores. O único petista com condições eleitorais para disputar o Centro Administrativo Firmino Alves.

O DEM de Maria Alice, ex-dama de ferro do ainda vivo fernandismo, tem a opção do médico Antonio Vieira, que não esconde a vontade, o esforço e a determinação de ser o candidato da legenda.

Bandeira é citado como nome do PDT.

Bandeira é provável como nome do PDT.

O presidente estadual do PDT, deputado Félix Júnior, não abre mão de candidatura própria. Dois nomes são citados nos bastidores da legenda brizolista: o do médico Antonio Mangabeira e do juiz Marcos Bandeira.

Tem Leninha Alcântara, a Leninha da Autoescola Regional. O problema é que a simpática postulante não sabe o que quer. É sempre hesitante, sem lado, politicamente sem rumo. É a Leninha versus Leninha.

O PMDB de Renato Costa, o PPS de Mariana Alcântara, o PTB do vereador Ruy Miscócio Machado e o PV do também edil Glebão não terão sequer pré-candidatos. São coadjuvantes.

O grande mistério é se Claudevane Leite vai disputar o segundo mandato. A decepção do alcaide com os políticos e a desilusão com a política são cada vez mais perceptíveis. Saltam aos olhos.

O chamado “núcleo duro” do vanismo, representado por Oton Matos, Marcos Cerqueira e Silas Alves, respectivamente controlador-geral, secretário de Finanças e chefe de gabinete, vem fracassando nas diversas tentativas de diminuir o PCdoB.

Geraldo Simões e Augusto Castro torcem para que o pega-pega entre comunistas e anticomunistas fique mais acirrado. Petistas e tucanos falam até em conflito com viés religioso.

Adianto aos assíduos clientes do Café Pomar, sempre ávidos e ansiosos por informações, que nem o próprio Vane sabe se será ou não candidato à reeleição. Pelo andar da carruagem, não.

Marco Wense é articulista do Diário Bahia.

BARBA, CABELO E BIGODE

marco wense1Marco Wense

O fernandismo quer fazer barba, cabelo e bigode: a eleição de Paulo Souto, a não reeleição da presidente Dilma Rousseff e o fracasso eleitoral do Capitão Azevedo.

A cada passo, atrás de cada gesto, um obsessivo pensamento: ser prefeito de Itabuna pela quinta vez. É o incansável Fernando Gomes de olho na sucessão de 2016.

FG sai do PMDB do médico e político Renato Costa e retorna ao DEM da fiel escudeira Maria Alice, dirigente-mor do diretório municipal e coordenadora da campanha de Paulo Souto ao Palácio de Ondina.

Gostem ou não, Maria Alice é pessoa indispensável para o processo eleitoral dos democratas. É quem faz tudo: organiza, articula e busca o apoio de outras legendas.

Como não bastasse o retorno ao partido que pode eleger o próximo governador da Bahia, Fernando Gomes vai apoiar José Carlos Aleluia para deputado federal, que é o presidente estadual do DEM.

Não satisfeito, achando pouco, FG espera uma decisão de Paulo Souto em relação a Fábio Souto. Ou seja, vai apoiar o filho do ex-governador se ele sair candidato a deputado estadual, desistindo da reeleição para o parlamento federal.

No DEM, FG passa a ser adversário do também ex-prefeito Azevedo, que precisa de uma eleição – deputado estadual ou federal – para ganhar corpo diante de um FG revigorado.

O fernandismo quer fazer barba, cabelo e bigode: a eleição de Paulo Souto, a não reeleição da presidente Dilma Rousseff e o fracasso eleitoral do Capitão Azevedo.

Geraldo Simões, o PT e os petistas ficam para depois. O PCdoB fica por conta do governo Vane e do PRB do bispo-deputado Márcio Marinho.

Marco Wense é articulista do Diário Bahia.

SOLON COMPRA A BRIGA DE AZEVEDO

O vereador Solon Pinheiro (DEM) abraçou a causa do ex-prefeito Capitão Azevedo, na briga deste com a presidente do diretório municipal do DEM, Maria Alice Pereira. A informação é do blog Políticos do Sul da Bahia.

Segundo o blog, Solon convidou Azevedo para ir a Salvador, participar de uma audiência com o prefeito ACM Neto. A intenção do vereador seria encontrar apoio para assumir o comando do DEM em Itabuna e dar suporte à candidatura de Azevedo, provavelmente a deputado estadual.

Há poucos dias, Maria Alice fez duras críticas ao ex-prefeito e praticamente sugeriu que ele arrumasse as trouxas e fosse buscar abrigo em outra legenda. Azevedo pode se filiar ao PSL.

MARIA ALICE CHAMA AZEVEDO DE “MURISTA” E INGRATO

Presidente do DEM não quer graça com o ex-prefeito (foto Diário Bahia)

Presidente do DEM não quer graça com o ex-prefeito (foto Diário Bahia)

Apesar de ter almoçado recentemente  e trocado gentilezas com o presidente do DEM na Bahia, José Carlos Aleluia, o ex-prefeito de Itabuna, Capitão Azevedo, continua exibindo sua marca registrada: a indecisão.

Por não saber “se vai ou se fica”, ou com quem fica, Azevedo foi chamado de “murista” pela presidente do diretório municipal de seu partido, Maria Alice Pereira. O adjetivo consta de matéria publicada na edição deste fim de semana do Diário Bahia, podendo também ser confirmado na versão online.

Pelo tom das críticas, fica muito claro que a dirigente não confia no ex-prefeito, atribui-lhe responsabilidade pela derrota nas eleições de 2012 e faz ironia com o núcleo duro azevedista, formado pelo taxista Rolemberg, o soldado Raimundo Pinheiro e a secretária Joelma Reis.

“Não sou dona da verdade, mas sei mais que o grupo dele”, compara Alice, desqualificando os conselheiros do ex-alcaide. Sobre uma possível saída de Azevedo do DEM, a loira diz que não houve pedido. Só faltou afirmar que “a porta da rua é serventia da casa”.

Maria Alice declarou ter brigado pela candidatura de Azevedo em 2008, contrariando o diretório estadual do DEM e reclamou pelo fato de que o homem dos pulinhos também é dado a “pular cerca”, politicamente falando. Nesse particular, a presidente queixou-se do apoio dado pelo ex-prefeito ao deputado Luiz Argôlo, do PP.

ALDENES VERSUS DAVIDSON

marco wense1Marco Wense

Um Aldenes Meira independente, com personalidade, conduzindo a digna instituição com respeito, enfraquece a corrente do PCdoB contrária a sua legítima pretensão de se candidatar ao Parlamento estadual.

Já começou o burburinho em torno da votação das contas de 2011 e 2012 do ex-prefeito José Azevedo, ainda filiado ao Partido do Democratas, o DEM de Maria Alice.

O “ainda” é porque Azevedo quer trocar o DEM pelo PMDB do médico Renato Costa, que vai terminar vivendo o dilema do “se correr o bicho pega, se ficar o bicho come.”

O bicho pega porque Renato não pode ser ingrato com o ex-prefeito, seu aliado na sucessão de 2012. A dobradinha DEM-PMDB colocou Renato como candidato a vice na chapa da reeleição.

O bicho come porque o discurso da ética, que sempre norteou a carreira de Renato, com a filiação de um político que vai ser alvo de inúmeros e variados processos, fica comprometido. Desacreditado.

Alguns membros do diretório do PMDB querem que a filiação de José Azevedo fique condicionada à aprovação das suas contas pela Câmara de Vereadores.

O “condicio sine qua non” não agrada o comando estadual da legenda, já que o ex-prefeito pode ser um importante aliado de Geddel Vieira Lima na sucessão do governador Jaques Wagner (PT).

A grande expectativa fica por conta de Aldenes Meira, presidente do Legislativo municipal e pré-candidato a deputado estadual pelo PCdoB, partido sob a batuta do vice-prefeito Wenceslau Júnior.

Aldenes sabe que sua ascensão política depende do seu desempenho na Casa. E nada melhor do que a rejeição das contas do ex-alcaide para colocá-lo na mídia. Na vitrine eleitoral.

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MIRALVA MANDA RECADO A GS

Miralva, entre as professoras Ivone Miranda e Nina Rosa.

Na saída da sessão itinerante da Assembleia Legislativa, ontem (22) em Itabuna, a presidente do PT local, Miralva Moitinho, não se mostrava nem um pouco constrangida com as vaias sofridas pelo seu correligionário Geraldo Simões. O deputado federal foi, sem a menor dúvida, o maior alvo dos apupos da plateia numerosa que compareceu ao Centro de Cultura Adonias Filho.

Miralva, que antes era responsável por organizar a militância petista em Itabuna (fosse para aplaudir Geraldo Simões ou vaiar adversários, como Geddel Vieira Lima), não deixou de registrar que no tempo em que ela mobilizava a massa seria mais difícil o PT ser hostilizado como foi na sessão da AL.

Já do lado oposto, do DEM, a presidente do diretório local, Maria Alice Pereira, tem reconhecida habilidade para a mobilização. Tanto que se atribui a ela, que é a articuladora política do prefeito Capitão Azevedo, a organização da “homenagem” dedicada ao PT em Itabuna.

Um gaiato brincou com a situação: “como Geraldo já comprou a rádio Difusora e se tornou amigo de Fernando Gomes, a próxima medida deveria ser comprar o passe de Maria Alice”.

O DEM TEME O “TAPETÃO”

Ismerim criticou Juliana Burgos. O pai dela, na primeira fila, teve que ouvir a bronca

A bronca dirigida à procuradora-geral de Itabuna, Juliana Burgos, que se ausentou do encontro promovido pelo DEM para discutir questões jurídico-eleitorais, não foi à toa. O partido está certo de que os adversários preparam sutis armadilhas na tentativa de impugnar a futura candidatura do prefeito José Nilton Azevedo à reeleição.

A presidente local do DEM, Maria Alice, deixou claro durante o encontro que todas as pessoas envolvidas na campanha deverão estar atentas ao que pode e ao que não pode ser feito. E, como ninguém é de ferro, ao “como fazer” para não dar sopa ao inimigo.

A doutora Juliana, que não foi ao encontro da legenda ouvir o beabá do doutor Ademir Ismerim, fera em legislação eleitoral, demonstrou – com o perdão do trocadilho – um desdém imperdoável com questão que o Democratas reputa da maior importância. E por isso levou um belo puxão de orelha.

“A CRUZ QUE EU CARREGO”

Logo em seguida ao programa “Na Boca do Povo”, em que Fernando Gomes anunciou a venda da rádio Difusora ao empresário João Lourenço Botti, a presidente local do DEM, Maria Alice Pereira, abriu a atração que comanda na mesma emissora tendo como fundo musical a música “A cruz que eu carrego”, antigo sucesso do saudoso Evaldo Braga.

A overdose de melancolia foi percebida pelo jornalista Daniel Thame, que registrou em seu blog a tristeza de Alice. Clique aqui para conferir.

ANUNCIAÇÕES

Da coluna Política, Gente, Poder (Diário Bahia):

MARIA ALICE, perdão, Dona Maria Alice, depois de ressentimentos, frustrações, decepções, queixas, mágoas acumuladas, vai dominando, domina o prefeito-governo Nilton Azevedo. Enfim, novamente Dona Maria Alice no município, na cidade, no país das mil maravilhas. Eis mulher, fêmea atrevida.

MARIA ALICE, perdão, Dona Maria Alice, já foi candidata a vice-prefeita há muitos anos passados na chapa de Fernando Vita (PMDB), como já foi candidata a vereadora. Ela (Dona Maria Alice) jamais conseguiu representatividade democrático-popular-urnas. Nesta direção, mulher, fêmea azarada.

O DEM AGRADECE

Marco Wense

Geraldo continua o mesmo: não aprendeu a elementar lição que política é conta de somar.

O DEM de Itabuna, sob o comando de Maria Alice, gostou da entrevista do deputado Geraldo Simões no jornal Agora, edição do último fim de semana.

Toda entrevista do parlamentar é um prenúncio de festa no staff democrata. As bordoadas do ex-prefeito contra os meninos do PCdoB, desferidas impiedosamente, são intensamente comemoradas.

É unânime a opinião de que um racha entre petistas e comunistas, com o PCdoB lançando candidatura própria, torna o projeto de reeleição de Azevedo cada vez mais provável.

Ao ser questionado sobre a vinda da universidade federal, o parlamentar foi taxativo: “Se eu não fosse deputado, Itabuna não teria uma universidade federal”.

O petista assume a paternidade da Ufesba, debochando e inferiorizando as importantes participações dos colegas Félix Mendonça Júnior (PDT), Josias Gomes (PT) e da atuante deputada Alice Portugal (PCdoB).

Geraldo Simões parece que não precisa de aliados para a sucessão de 2012. Ainda não aprendeu a elementar lição que política é conta de somar.

Na eleição de 2004, Geraldo Simões, então candidato a um segundo mandato (reeleição), depois de brigar com Renato Costa, Ubaldo Dantas, João Xavier e muitos outros, foi sucumbido por Fernando Gomes.

Geraldo continua o mesmo. Aliás, o governador Jaques Wagner, em conversas reservadas, tem dito que o ex-prefeito, por conta de seu individualismo, vai terminar sendo novamente derrotado em Itabuna.

Os demistas estão esperando a próxima entrevista de Geraldo Simões. Torcem por um Geraldo cada vez mais desagregador, tratando com desdém os partidos e as lideranças da base aliada do governo Wagner.

ACÁCIA E O PV

A pré-candidatura de Acácia Pinho à sucessão do prefeito Azevedo, pelo PDT do saudoso Leonel Brizola, ganha musculatura com o apoio do Partido Verde.

A celebração desta importante aliança, com a presença de autoridades e lideranças federais, estaduais e municipais, acontece hoje, sexta-feira(25), às 19 horas, na Câmara de Vereadores de Itabuna.

O PV, presidido por Evan Maxwel, passa a integrar a frente partidária formada pelo PDT, PCdoB, PRB e o PSC. A professora Acácia, sem muito estardalhaço, mostrando competência política, vem, como se diz na gíria, tomando o mingau pela beirada do prato.

Para Otávio Menezes, que já foi duas vezes vereador de Itabuna, “o crescimento de Acácia nas pesquisas é só uma questão de tempo. Vai ser a grande surpresa da sucessão de 2012”.

Marco Wense é articulista do Diário Bahia.

SANTANA COBRA RESPEITO

O deputado estadual Gilberto Santana (PTN) realmente carregou o estilo militar da caserna para a atividade política. Neste sábado, 16, durante o encontro na sede do diretório do DEM em Itabuna, o parlamentar fez um discurso de comandante de tropa, endereçado ao prefeito Azevedo (também milico, mas de patente inferior). Disse, entre outras coisas, que é “parceiro” da administração municipal, mas que exige “mais respeito” do governo.

Santana não explicou exatamente como é que estão lhe faltando com respeito e deixou muita gente intrigada. O deputado tem cargos na gestão municipal, sendo o mais vistoso deles a Secretaria de Assistência Social, ocupada por sua “afilhada” Marina Silva. O que estaria faltando então ao nobre coronel?

Um observador atento da reunião afirmou o seguinte: “Santana só vai se sentir respeitado quando o Capitão Azevedo bater continência e abrir caminho para que ele dispute a eleição de 2012”.

Em tempo: no encontro deste sábado a empresária Maria Alice Pereira foi reconduzida à presidência do diretório do DEM. Estavam presentes vários caciques do partido, como o presidente da executiva estadual, José Carlos Aleluia, e o deputado federal ACM Neto.

NOVO DIRETOR DA MARIMBETA

A solução do prefeito de Itabuna para o preenchimento da vaga de presidente da Fundação Marimbeta não será mais buscada na Câmara de Vereadores. Até recentemente, dois membros do legislativo municipal (Solon Pinheiro e Milton Gramacho) estiveram cotados para o cargo. Não estão mais.

Segundo informações obtidas pelo PIMENTA, Azevedo conversou neste fim de semana com o diretor do Caic (Centro de Atenção Integral à Criança), Carlos Alves Marques, e fez o convite. A futura nomeação, pelo jeito, está bem encaminhada.

Marques teria sido indicado pela presidenta municipal do DEM, Maria Alice Pereira.

CONTUDO: DE ALERTA TOTAL AO SOBRENATURAL

Tom Ribeiro, na capa da Contudo: todos querem ficar com ele

A revista Contudo está mesmo – com o perdão do trocadilho – com tudo em sua quarta edição, que chega às bancas neste sábado, dia 5 de fevereiro.

Na matéria de capa, o destaque é para o apresentador do programa Alerta Total, Tom Ribeiro, que tende a seguir o caminho de outros âncoras de programas semelhantes: a carreira política.

A entrevistada da semana é a presidente itabunense do DEM, Maria Alice Araújo, que está assumindo a articulação política do prefeito José Nilton Azevedo e se propõe a uma missão deveras espinhosa: viabilizar a reeleição do atrapalhado gestor, o que a conhecida “dama de aço” considera questão de honra.

O “sobrenatural” do título se refere a um artigo do jornalista Ottoni Silva. Aos 95 anos de idade, ele  revela um encontro extracorpóreo com o espírito de Isolina Guimarães.

Em suma: a revista tá de arrepiar!

QUEM BARRA A “DAMA DE AÇO”

Segundo informações colhidas pelo PIMENTA, a nomeação da presidente itabunense do DEM, Maria Alice Araújo, para um cargo relacionado à articulação política do governo Azevedo, estaria resolvida desde o início de janeiro. Mas nada de ser liberada pelo prefeito.

Enquanto a caneta oficial não opera, Alice vai atuando como se articuladora fosse, embora corra o risco de não ver seu nome tão cedo publicado no diário oficial.

Duas figuras fazem de tudo para convencer o chefe do executivo a não oficializar a nomeação da presidente democrata. São elas a secretária particular de Azevedo, Joelma Reis, e o motorista Pinheiro, que têm status de altos conselheiros do alcaide.

Como Maria Alice já deve ter percebido, o mordomo não tem nada a ver com a história…

AS (MESMAS) CARTAS NA MANGA

A terceira edição da revista Contudo chega às bancas neste sábado com forte potencial para alimentar o burburinho político em Itabuna. Na capa do designer gráfico Maheus Vital, a publicação do grupo Diário Bahia traz as “cartas” do PT para a sucessão municipal itabunense.

Numa entrevista, o deputado estadual Augusto Castro admite que participa do governo José Nilton Azevedo, com indicações, mas afirma que não assegura apoio à reeleição do alcaide. Ou seja, na hora da “onça beber água”, o capitão da nau à deriva que se cuide…

Outro destaque é a coluna Babadão, de Manuela Berbert. Em semana apimentada, ela sugere uma disputa de peso entre Juçara Feitosa (PT) e Maria Alice Araújo (DEM) para a Prefeitura de Itabuna. Só Manuela mesmo!

PRESENÇA MARCANTE

Não passou (nem poderia) despercebida no plenário da Câmara de Vereadores de Itabuna nesta manhã a presença de duas figuras carimbadas da política local: a empresária Maria Alice Pereira e o advogado e secretário da Fazenda do município, Carlos Burgos.

Ela, conhecida eminência parda dos governos Fernando Gomes. Ele, o homem que manda e desmanda na gestão atabalhoada do Capitão Azevedo. No plenário, os dois juntos sinalizavam que a aproximação entre o ex-prefeito e o atual ainda é grande.

E alguém duvida?

TRILHA PARA FG

O prefeito Fernando Gomes esteve nesta tarde na sede do DEM de Itabuna para “prestigiar” a presidenta Maria Alice Pereira. É da sede do Democratas que a dirigente apresenta o seu programa diário na rádio Difusora, sempre às tardes.

Fernando deu um “alô” pra tchurma e se pôs a criticar Dunga e o “cabeçudo” Felipe Melo, da Seleção Brasileira. Logo após, Maria Alice pediu à técnica para soltar duas musiquinhas: Meu Grito, com Agnaldo Timóteo, e Cartas na Mesa, com Moacyr Franco.

As letras das suas músicas têm a ver com a relação meio conturbada de criador e criatura. As letras falam de verdades e necessidade de “voltar”. Ou de perder… “calado”. Talvez seja um recadinho para Fernando, que preferiu deixar o DEM e filiar-se ao PMDB, a contragosto de Merilaice.

A ida de FG ao DEM foi para tentar desfazer mal-entendidos depois de afirmar que fecharia o DEM quando bem entendesse. Maria Alice chiou em público e disse que o partido hoje em Itabuna tem prefeito, vereador e uma boa quantidade de filiados. Fernando entendeu a estocada e foi massagear o ego da dirigente.

DEM ITABUNENSE REAGE A DECLARAÇÕES DE FG

O diretório local do DEM reagiu mal à participação de Fernando Gomes no programa de Reginaldo Silva, na TVI. O ex-prefeito, hoje filiado ao PMDB, disse ao apresentador que fecha o diretório do Democratas em Itabuna quando quiser e que a presidenta do partido, Maria Alice Pereira, ficou no DEM porque ele quis.

Maria Alice conversou com o Pimenta. “Não sou mandada por ninguém. Jamais vou querer usar cabresto”, afirmou. Mais cedo, ela usou o seu programa na Difusora AM, que pertence a Fernando, para responder ao amigo e ex-aliado político.

Ainda afirmou a este blog ter a certeza de que o PMDB, ao qual FG se filiou, apoiará o DEM no segundo turno para governador da Bahia. Maria Alice participará do programa Patrulha Geral, na rádio Nacional, apresentado por Fábio Roberto.

Na entrevista que concedeu à TVI, ontem, Fernando ainda acionou a sua metralhadora contra o prefeito Capitão Azevedo. Disse que ele não teria sido “macho” na liberação da obra da avenida Amélia Amado e, por isso, o projeto demorou a sair do papel.

“HÁ SEMPRE UM CHINELO VELHO PARA UM PÉ MACHUCADO”

Paulo Souto, Geddel e Wagner querem Fernando Gomes em suas campanhas, enquanto este analisa as que$tõe$ ideológica$ implicada$ no convite. O trovador Agulhão Filho viu Maria Alice chorar lágrimas de chumbo incandescente pela perda de um amor antigo e que parecia eterno. Comovido e solidário com a Dama de Ferro, manda-lhe este buquê de versos:

Maria Alice jamais
viu isso numa eleição:
Fernando num “quem dá mais”,
disputado no leilão!…

Fernando beatificado
como santo do Evangelho,
mostra que pé machucado
quer mesmo é chinelo velho!

“FERNANDO VAI PEDIR PRA SAIR”, DIZ MARIA ALICE

Maria Alice: Fernando vai pedir pra sair.

A presidenta do DEM itabunense, Maria Alice Pereira, preferiu uma saída menos traumática, dolorosa para o ex-prefeito de Itabuna, Fernando Gomes.

A direção estadual do DEM recomendou a Maria Alice que providenciasse a expulsão de FG, que preferiu apoiar o ex-ministro Geddel Vieira Lima a seguir com Paulo Souto, na corrida sucessória ao Palácio de Ondina.

A dirigente chegou há pouco ao Tarik Plaza Hotel e disse que Fernando não será expulso, mas se ‘antecipará’. “Como presidente de honra, ele mesmo vai pedir pra sair”, esquivou-se. A expulsão de FG do DEM foi noticiada com exclusividade aqui no Pimenta (relembre aqui).

A democrata chegou ao Tarik, há pouco, para participar da posse do empresário Roberto Barbosa, “Minas Aço”, como novo presidente do PP itabunense. Roberto assume com o apoio do presidente estadual do PP, Mário Negromonte, e do secretário-geral do partido, Jabes Ribeiro.

O CARLISMO

Marco Wense

ACM vive?

A vitória de Jaques Wagner na sucessão estadual de 2006, derrotando Paulo Souto logo no primeiro turno, disseminou a opinião de que o carlismo teria acabado, que a corrente política sob o total controle de ACM era coisa do passado.

De olho na sobrevivência política, acreditando mesmo no fim do carlismo, várias lideranças, vereadores e prefeitos, filiados ao Partido da Frente Liberal (PFL), procuraram um novo abrigo partidário.

O PMDB de Geddel Vieira Lima, então ministro da Integração Nacional e aliado do governador Jaques Wagner, foi o grande beneficiado pela revoada dos carlistas. A legenda, que contava com pouco mais de 25 prefeitos, passou a ter mais de 100 chefes de Executivo.

O Partido dos Trabalhadores, sob o comando de Jonas Paulo, preferiu seguir o conselho do senador César Borges. Ou seja, a pérola borgeniana de que “água e óleo não se misturam”, numa alusão ao PT e ao então PFL, hoje DEM.

Alguns alcaides pefelistas, aí incluindo carlistas históricos, que passaram a admirar a barba de Jaques Wagner e a estrela cintilante do PT, foram, impiedosamente, refugados pela cúpula do petismo.

A eleição que se aproxima, a tão esperada eleição de 2010, será um bom teste para o carlismo, que poderá ressuscitar politicamente ou, então, sucumbir de vez. O enterro definitivo só com as derrotas de ACM Neto, ACM Júnior e Paulo Souto.

Dos três políticos que representam a linha de frente do carlismo, citados no parágrafo anterior, a reeleição de ACM Neto para o Parlamento federal é favas contadas. A de ACM Júnior para o Senado é complicada.

Quanto a Paulo Souto, pré-candidato ao cobiçado Palácio de Ondina pelo Partido do Democratas(DEM), aquela inabalável certeza de que o ex-governador vai disputar um eventual segundo turno com o petista Jaques Wagner não existe mais.

Aliás, a prova de que a pré-candidatura de Souto vem perdendo consistência é o fato de que fazer parte da chapa majoritária, seja como vice-governador ou postulante ao Senado da República, deixou de ser uma disputa entre os aliados.

Imbassahy, por exemplo, presidente estadual do PSDB e ex-prefeito de Salvador, não quer mais concorrer ao Senado e, muito menos, ser o vice de Souto, já que não acredita em uma vitória do democrata.  O tucano é pré-candidato a deputado federal.

O ex-governador Nilo Coelho, convidado para integrar a chapa majoritária como candidato a vice-governador, ainda não deu uma resposta positiva. O ex-prefeito de Feira de Santana, José Ronaldo (DEM), não quer mais disputar o senado. É pré-candidato a deputado federal.

O carlismo não morreu, como desejam os adversários, principalmente os petistas. Mas respira com dificuldade. O balão de oxigênio é a eleição de 2010.

DATAFOLHA

Qualquer outro instituto de pesquisa que não seja o Datafolha, até agora com a credibilidade inabalável, é sempre questionado pelos senhores políticos que ficam tiriricas da vida com os resultados das consultas populares.

Portanto, uma nova pesquisa do Datafolha sobre a sucessão do governador Jaques Wagner, depois da adesão do senador César Borges à pré-candidatura do ex-ministro Geddel, é aguardada com muita ansiedade.

Duas perguntas podem ser respondidas pela pesquisa de intenção de voto: 1) Wagner pode ser reeleito já no primeiro turno? 2) A diferença entre o democrata Paulo Souto e o peemedebista Geddel caiu?

O Datafolha vem aí, para o desespero ou alegria dos senhores pré-candidatos ao governo da Bahia.

MARIA ALICE

Fale o que quiser de Maria Alice, presidente do diretório do DEM de Itabuna. Ninguém, no entanto, pelo menos em sã consciência, pode abrir a boca para dizer que a democrata é uma péssima dirigente partidária.

Maria Alice, odiada por muitos e também amada, assume posições políticas. Não fica no muro. A ex-dama de ferro é carlista, é fernandista, vai votar em Paulo Souto, ACM Neto e nos dois candidatos da legenda ao senado da República.

Maria Alice tem lado. Não fica fazendo jogo de cena. Faz política sem teatro, sem tapear.

ALICE CRITICA CARLOS LEAHY

Fonte luminosa da Praça Otávio Mangabeira é só lembrança

Não convidem para a mesma mesa a presidente do diretório itabunense do DEM, Maria Alice Pereira, e o secretário municipal de Indústria, Comércio e Turismo, Carlos Leahy.

Alice responsabiliza o secretário pelas barbeiragens do governo no episódio da relocação dos camelôs da Cinquentenário.  Que nem peru tonto, Azevedo rodou, rodou e não saiu do lugar.

No final da história, definiu-se que o camelódromo vai ficar na Praça Otávio Mangabeira, reformada em 2008 e já abandonada pela Prefeitura. A fonte luminosa, por exemplo, já não funciona há bastante tempo. Pela forma como a gestão atual se conduz, não demora até que a praça esteja totalmente degradada.

AZEVEDO E A INFIDELIDADE

Marco Wense

Azevedo, do DEM, pode ficar com Wagner, do PT (Foto Pimenta).

A indefinição eleitoral do prefeito de Itabuna, José Nilton de Azevedo, se fica com o DEM, PT ou PMDB na sucessão do cobiçado Palácio de Ondina, é assunto obrigatório nas conversas políticas.

Colocando o apoio do chefe do Executivo em porcentagem, diria que o governador Jaques Wagner tem 50% de chance, o democrata Paulo Souto 30% e o ministro Geddel 20%.  O secretário Gilson Nascimento (Administração) aposta no petista.

Como Azevedo é da mesma legenda de Paulo Souto, a pergunta sobre a fidelidade partidária vem logo à tona: o prefeito, se não apoiar o ex-governador, vai sofrer algum tipo de punição do DEM?

A presidente do DEM de Itabuna, Maria Alice, quando questionada sobre uma possível infidelidade, prefere não acreditar que Azevedo possa apoiar outro candidato que não seja o colega de partido.

A cúpula estadual do DEM, tendo a frente o ex-governador Paulo Souto, na sucessão municipal de 2008, tratou com desdém a pré-candidatura do capitão Azevedo. O então candidato comeu o pão que o diabo amassou.

É bom lembrar que Paulo Souto, menosprezando Azevedo, tendo simpatia pelo nome de Acácia Pinho, pré-candidata por outra agremiação partidária, foi infiel.

Paulo Souto só passou a apoiar a candidatura de Azevedo quando sentiu que o democrata estava crescendo nas pesquisas de intenção de voto e poderia derrotar a petista Juçara Feitosa.

O Capitão, agora prefeito, mostrando que é um bom aluno, faz a mesma coisa do “professor” Souto. Ou seja, trata com desdém a sua pré-candidatura ao governo da Bahia, já que não acredita na eleição do democrata.

O comando estadual do DEM não tem credibilidade para acionar o instituto da fidelidade em um eventual apoio do prefeito de Itabuna ao projeto de reeleição do governador Wagner.

A PRESENÇA DE LULA

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, no auge de sua popularidade, é esperado para inaugurar, em Itabuna, ainda neste mês de março, a primeira base de distribuição do gás natural no estado.

Todo mundo sabe que o comando nacional do PT, com o aval de Lula, quer o senador César Borges, presidente estadual do PR, na chapa majoritária encabeçada pelo governador Jaques Wagner.

Os defensores da aliança Wagner-Borges esperam um gesto do presidente da República que possa ser interpretado como um recado aos petistas contrários a participação do ex-carlista na chapa da reeleição.

A expectativa em torno da presença de Lula, tendo ao lado a ministra Dilma Rousseff, pré-candidata do PT ao Palácio do Planalto, é grande.

Marco Wense é articulista do Diário Bahia.

SEM PODER, A EX-DAMA-DE-FERRO CHOROU

Ela chorou, soluçou, bateu no PT, deu conselhos ao prefeito Capitão Azevedo. É a nova fase da presidenta do DEM de Itabuna, Maria Alice Pereira. A versão chorosa, “mais humana”, vem sendo apresentada depois que ela foi preterida no governo do capitão, ficando de fora.

Um dos trechos fará a turma do PT estrilar:

– O governador Jaques Wagner é esperto o suficiente – aliás, todos eles dessa sigla partidária o que sabem é aproveitar a mídia. Uma Bahia que está na televisão não é a Bahia que nós vivenciamos, não é a Bahia que nós vemos. A Bahia da televisão quem não estiver dentro da Bahia quer vir correndo.

A presidenta do DEM local, aliás, pôs-se a fazer críticas (coerentes até certo ponto) à (in)segurança:

– A insegurança campeia em todos os bairros da nossa cidade. Em qualquer bairro você está sendo assaltado em plena luz do dia, tem pedágio em alguns bairros e você não pode entrar. Eu andava livremente em todos os bairros da cidade. Hoje eu repenso quando tenho que sair para ir a um bairro.

Entendeu por que o “coerente até certo ponto”? Quem pode dizer que se andava livremente de um bairro para o outro ao final dos anos 90 e início dos anos 2000? Antigamente, e o ano era 1998, matava-se jornalista que circulava numa rua em que, nos seus extremos, existiam (e ainda existem!) um batalhão da Polícia Militar e um Complexo Policial.

Confira a íntegra da entrevista concedida à Celina Santos (clique aqui para ler).








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