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:: ‘Mário Negromonte’

PP VERSUS PP

Marco Wense

 

 

O PP versus PP não é em decorrência de pontos programáticos. A preocupação é com a sobrevivência política, o interesse individual em detrimento do coletivo.

 

 

A disputa por cargos acontece em qualquer governo, seja de esquerda, direita ou de centro. O pega-pega é sempre acirrado, independente do campo ideológico.

Faz parte do processo político o embate entre partidos na busca por espaços na administração pública, seja municipal, estadual ou federal, desde que civilizado e sem descambar para o maquiavelismo de que o fim justifica os meios.

O bom seria que as demandas fossem atendidas dentro do critério da competência, observando o lado técnico. Infelizmente, não é assim. Qualquer um assume qualquer coisa.

O PP, no entanto, está passando do limite do aceitável. A legenda do vice-governador da Bahia, João Leão, trava uma intensa luta interna por cargos no governo Rui Costa (PT). As lideranças do pepismo, pelo andar da carruagem, vão terminar brigando no murro.

Os dois Leões, o pai, vice-governador, e o filho, deputado federal Cacá, estão em pé de guerra com o também parlamentar Mário Negromonte Júnior, filho do velho Mário Negromonte. Tudo em família, na base do farinha pouca, meu pirão primeiro.

A última reunião do PP, para tratar de cargos que a legenda reivindica do chefe do Palácio de Ondina, foi um Deus nos acuda. Quase que rolava socos e pontapés.

Entre muitas agressões verbais, cito apenas uma que simboliza o que aconteceu no encontro pepista, longe dos holofotes e do povão de Deus. O vice-governador, ao se dirigir ao jovem deputado Negromonte, disse: “Seu pai é homem, mas você é um moleque”.

Que coisa, hein!? Depois ficam dizendo que o protagonista-mor do toma lá, dá cá, é o cidadão-eleitor-contribuinte. Ledo engano.

O Partido Progressista, mais especificamente o da Bahia, lembra o então PMDB de Geddel Vieira Lima. O PP sempre quer mais e mais. Sua sede por cargos é insaciável.

É evidente que toda essa ganância das lideranças progressistas deixa o governador Rui Costa irritado e, ao mesmo tempo, sem poder dizer nada. Desentendimento com vice, nem pensar. Que o diga Geraldo Simões, então prefeito de Itabuna, com Ubaldo Dantas.

O PP versus PP não é em decorrência de pontos programáticos. A preocupação é com a sobrevivência política, o interesse individual em detrimento do coletivo.

E assim caminha a política e os senhores “homens públicos”, deixando de fora as honrosas exceções, infelizmente pouquíssimas.

Marco Wense é articulista do Diário Bahia.

NILO ALFINETA: “LEÃO JÁ É O GOVERNADOR”

Pelo Twitter, Nilo alfineta o "apressado" João Leão.

Pelo Twitter, Nilo alfineta o “apressado” João Leão.

Racha na base governista.

Chamado para arbitrar a escolha do vice na chapa de Rui Costa (PT) a governador, Jaques Wagner decidiu pelo nome de João Leão (PP).

A escolha contrariou um dos pretendentes à vaga de vice, o deputado estadual e presidente da Assembleia Legislativa, Marcelo Nilo (PDT).

Ontem, Nilo foi recebido para um café da manhã com o governador Jaques Wagner. O clima não foi dos melhores.

Nilo sonhava em ser candidato ao governo. Acabou aceitando o nome de Rui Costa na pretensão de ser o vice do petista. Não foi.

Por meio das redes sociais, o presidente da Assembleia Legislativa evidencia todo o seu descontentamento. Após afirmar que Wagner soube qual será a sua posição após o anúncio da escolha de João Leão, há pouco Nilo distribuiu alfinetada na “noiva”:

– Leão é o Governador. Anuncia que Botelho fica no Detran. anunciou o Plano de Governo e Pinheiro é o coordenador da campanha. Quer mais?

Embora a estocada nos progressistas seja de alguém ressentido pela escolha de Wagner, o PP demonstra, desde o início do ano, que não tem lá grande apreço pela liturgia do cargo de governador ou até pelo candidato ao Palácio de Ondina. Atravessa!

No início do ano, Mário Negromonte, que sonhava com a indicação a vice-governador, foi quem anunciou Jairo Carneiro como substituto de Eduardo Sales na Secretaria de Agricultura.

Quanto a Nilo, não será surpresa se o pedetista sair candidato ao governo, mas o deputado estadual já adiantou que disputará a reeleição.

PRB APOIA NILO PARA VICE DE RUI COSTA

Nilo batalha, agora, para ser o vice de Rui Costa.

Nilo batalha, agora, para ser o vice de Rui Costa.

Ontem, o deputado estadual e presidente da Assembleia Legislativa, Marcelo Nilo (PDT), conquistou o apoio do PRB na luta para ser o vice na chapa do candidato a governador Rui Costa (PT). Antes, o PTB já havia anunciado apoio ao parlamentar. Outros partidos que apoiam Nilo são PR, PSC, PSL e o PTB, além, é claro, do PDT.

Do outro lado, está o deputado federal Mário Negromonte (PP), que seria o preferido de Rui. Nos bastidores, o comentário é que o governador Jaques Wagner prefere Nilo para a chapa. Enquanto isso, o PCdoB trabalha para empurrar Alice Portugal como vice, dando um toque feminino à chapa.

Se depender de Wagner, Nilo está garantido.

A PREOCUPAÇÃO DE WAGNER

marco wense1Marco Wense

O chefe do Executivo deixou escapar, nas entrelinhas, lá no cantinho do seu pensamento, que a presença feminina é importante no processo eleitoral.

Se dependesse exclusivamente da vontade do governador Jaques Wagner, em decisão unilateral, uma mulher já teria sido convidada para compor a chapa majoritária.

Wagner tem demonstrado certa preocupação com a possibilidade de uma composição governista 100% macho, sem o perfume da mulher e sua aguçada sensibilidade.

Uma majoritária só com marmanjos seria mais um obstáculo para o ainda desconhecido Rui Costa, que não escaparia da insinuação oposicionista de que é contra a mulher na política. Que é preconceituoso.

A participação feminina no formato da chapa elimina o disse-me-disse e os boatos de discriminação por parte de maldosos adversários adeptos da filosofia maquiavélica.

É bom lembrar que teremos duas fêmeas, como diria o saudoso jornalista Eduardo Anunciação, exercendo forte influência na sucessão presidencial: Dilma Rousseff (reeleição) e Marina Silva (vice de Eduardo Campos).

Na sua última entrevista de 2013, no jornal A Tarde, o chefe do Executivo deixou escapar, nas entrelinhas, lá no cantinho do seu pensamento, que a presença feminina é importante no processo eleitoral.

O governismo tem Rui Costa como candidato ao Palácio de Ondina, Otto Alencar postulando o senado da República e uma disputa entre Marcelo Nilo (PDT) e Mário Negromonte (PP) pela vaga de vice-governador.

No oposicionismo verdadeiro, formado pelo DEM, PMDB e o PSDB, sob o comando do prefeito ACM Neto, a importância da presença feminina é consenso entre as principais lideranças.

Nos bastidores, já se articula uma mulher para ser a companheira de chapa do ex-governador Paulo Souto, ficando a senatória para o peemedebista Geddel Vieira Lima.

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SÓ FALTA O VICE: OTTO DISPUTARÁ O SENADO NA CHAPA DO PETISTA RUI COSTA

Wagner, Otto Alencar e Rui Costa em evento hoje na UPB.

Wagner, Otto Alencar e Rui Costa em evento hoje na UPB.

O vice-governador Otto Alencar foi sacramentado como o candidato do governo ao Senado em 2014 durante ato realizado, hoje, na UPB. A cabeça de chapa é do PT. Secretário Estadual da Casa Civil, Rui Costa é o nome à sucessão de Jaques Wagner. O evento teve a presença, segundo a organização, de cerca de 150 prefeitos, 100 ex-prefeitos e 80 vereadores.

A chapa majoritária governista tem ainda a definir o nome do vice. Marcelo Nilo (PDT) e Mário Negromonte (PP) são os nomes cogitados. Nilo diz que ainda sonha em ser candidato ao governo, mas espera um alô do governador Jaques Wagner e de Rui Costa.

CUIDADO, VANE!

Marco Wense

Cuidado com os “conselheiros” que só sabem fazer política com a tocha de fogo na mão. A campanha acabou.

O prefeito eleito Vane do Renascer, do PRB, legenda ligada a Igreja Universal do Reino de Deus (IURD), precisa ter cuidado com alguns conselheiros de plantão.

Conselheiro bom é aquele que não é bajulador, que diz a verdade independente de agradar ou não o futuro comandante do Centro Administrativo Firmino Alves.

Vane, por exemplo, foi infeliz quando declarou, ao jornal A Região, que faria uma auditoria no governo Azevedo. A intempestiva declaração vai criar mais obstáculos para a equipe que integra a comissão de transição.

Cuidado, Vane. Cuidado com os “conselheiros” que só sabem fazer política com a tocha de fogo na mão. A campanha acabou. Agora é descer do palanque e procurar o melhor caminho para fazer um bom governo.

APOIO FRACIONADO

O diretor-presidente da Bahiagás, Davidson Magalhães, candidatíssimo a deputado federal pelo PCdoB, terá o apoio dos prefeitos eleitos Vane do Renascer (Itabuna) e Jabes Ribeiro (Ilhéus).

Esse apoio, no entanto, vai ser dividido com o bispo Marinho e Mário Negromonte. O primeiro é do PRB, partido de Vane. Negromonte é do PP de Jabes, que é o secretário estadual da legenda.

OPOSIÇÃO

Alguns petistas, ainda inconformados com a derrota de Juçara Feitosa, ficam dizendo o óbvio ululante. Ou seja, que o prefeito eleito Claudevane Leite vai ter muitas dificuldades para compor o seu governo.

Ora, essa dificuldade é inerente ao pós-eleição. Vane do Renascer foi eleito com o apoio de uma coligação formada por várias agremiações partidárias. E, como tal, é preciso abrir espaços para todas elas.

Geraldo Simões, na sua última eleição para a prefeitura de Itabuna, teve uma histórica dor de cabeça com o PSDB. Os tucanos, além dos 40 cargos de confiança, incluindo aí três secretarias, queriam mais e mais. Eram incontentáveis. Literalmente insaciáveis.

Marco Wense é articulista do Diário Bahia.

WAGNER PENSA EM UM “POSTE” PARA 2014

Embora tenha nomes como o do senador Walter Pinheiro, do ex-presidente da Petrobras José Sérgio Gabrielli e do secretário estadual Rui Costa, o governador Jaques Wagner pode buscar um nome diferente destes que aparecem para a disputa pelo Palácio de Ondina em 2014.

O governador diz que pode recorrer a quadro técnico e menos político. E lembra até a conjuntura que levou o ex-presidente Lula a fazer escolha pela então ministra Dilma Rousseff, hoje presidente e dona de aprovação recorde dentre todos os mandatários brasileiros após o “período de chumbo”.

A conversa pode ser séria ou apenas para tirar a pressão sobre os seus ombros – que tende a aumentar após o fechar das urnas hoje. Quanto ao nome do sucessor – ou sucessora -, tudo dependerá da avaliação de seu governo até o 2014. E, nessa conta, Wagner também precisa incluir nomes de partidos aliados. Marcelo Nilo (PDT) quer, Otto Alencar (PSD) também. Outros estão na fila, embora chamuscados pela passagem apagada como ministro em Brasília, a exemplo de Mário Negromonte (PP).

2014: PP MANDA FATURA PARA WAGNER

Três dias depois das eleições municipais, o PP decidiu apresentar a fatura ao governador Jaques Wagner. “Pela nossa densidade e capilaridade, nós garantimos uma vaga nas eleições majoritárias de 2014””, disse o presidente estadual do PP, deputado Mário Negromonte.

Ontem, os partidos aliados se reuniram com Wagner na reunião do Conselho Político do governo baiano. O partido conseguiu fazer 52 prefeitos e 458 vereadores no último domingo. Foi superado apenas pelo PT em número de prefeituras.

JABES MINIMIZA “EFEITO NEGROMONTE” NO PP

Jabes: lógica municipal.

O secretário-geral do PP baiano e ex-prefeito de Ilhéus, Jabes Ribeiro, tentou minimizar o estrago da exoneração de Mário Negromonte no projeto eleitoral do partido em outubro deste ano. Para ele, a perda do Ministério das Cidades não passará despercebida no cenário baiano, mas acredita que prevalecerão os arranjos (alianças) locais no pleito municipal.

– A lógica das eleições municipais é local, depende mais das articulações e das alianças construídas -, afirmou o político em entrevista ao A Tarde. Jabes, assim, prefere não passar recibo. Porém, o PP baiano não terá mais a força de um ministério como o das Cidades para cortejar possíveis aliados. Afinal, o homem indicado para o lugar de Negromonte é de ala oposta ao ex-ministro.

WAGNER E A QUEDA DE NEGROMONTE

Wagner e Dilma, ontem, em homenagem às vítimas do Holocausto (Foto Manu Dias).

Parece ruir de vez o castelo do ministro das Cidades, Mário Negromonte. Basta ler as entrelinhas da entrevista que o governador Jaques Wagner concedeu ontem ao participar de evento com a presidenta Dilma Rousseff em homenagem às vítimas do Holocausto, em Salvador.

Disse Wagner: – É possível que eu trate do assunto como um interesse da Bahia, dos baianos. Mas esta caneta não me pertence.

Obviedades à parte, não há aí mais uma defesa eloquente do ministro.

E mais disse: – Eu quero resgatar o que eu disse na época também, que eu não posso depender de um ministro, tenho que depender de um relacionamento com o governo, que se dá principalmente na minha relação com a presidenta.

NEGROMONTE, O GULO$O

Do Congresso em Foco

Contrariando lei, o ministro das Cidades, Mário Negromonte (PP), acumulou cargo remunerado além da função no ministério, onde recebe R$ 26,7 mil. De janeiro a outubro de 2011, ele foi membro do Conselho de Administração da Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU), empresa ligada à pasta, embora haja orientação para que ministros não ocupem tais cargos. O jeton chega a R$ 2,1 mil por mês. Até sexta-feira (27), seu nome ainda constava no site da CBTU. Negromonte infringiu os artigos 54, 55 e 56 da Constituição Federal, que proíbem um parlamentar de acumular cargos e rendimentos.

Apesar de deputado licenciado, os impedimentos permanecem para o caso, lembram consultores legislativos procurados pela coluna.

Leia mais

CAI CHEFE DE GABINETE DO MINISTÉRIO DAS CIDADES

Começou a dança das cadeiras no Ministério das Cidades. O chefe de gabinete da Pasta, Cássio Ramos Peixoto, foi exonerado da chefia de gabinete do ministro Mário Negromonte. O ato está publicado na edição desta quarta (25) do Diário Oficial da União.

Negromonte é um dos nomes tidos como demissionários da reforma administrativa da presidente Dilma Rousseff.

Antes de assumir a chefia de gabinete do ministério, Cássio Ramos Peixoto era diretor-geral da Agência de Defesa Agropecuária da Bahia (Adab), ligada à Secretaria Estadual de Agricultura (Seagri).

NEGROMONTE NA BANDEJA

Do Radar Online/Revista Veja

Com a bolsa de apostas ministerial a todo vapor, Aguinaldo Ribeiro foi ao Planalto conversar com Ideli Salvatti nesta manhã e apresentar eventuais nomes da bancada do PP para a sucessão de Mário Negromonte.

Quem acompanha o andamento das coisas no palácio diz que Dilma Rousseff ainda deve cozinhar Negromonte mais um tempo nas Cidades, até que o PP apresente um nome viável.

NEGROMONTE (AINDA) É O PRÓXIMO DA MÁQUINA DE MOER MINISTROS

Carta Capital: ainda cabe... Negromonte.

Embora parte da bancada baiana do PP e o próprio ministro das Cidades, Mário Negromonte, tenham afirmando que a crise interna foi controlada e não haveria mais ameaça de “degola”, o ministro foi destaque em algumas das principais publicações do país. E sempre apontando como o próximo a cair.

A Istoé até traz o ex-presidente do Banco Central, Henrique Meireles (PSD), como substituto de Negromonte na pasta das Cidades. A Época, das Organizações Globo, traz mais uma enrolada envolvendo dinheiro público e Negromonte.

Já a revista CartaCapital desta semana diz que, depois de Carlos Luppi (Trabalho), Negromonte é o próximo da linha de tiro. A publicação critica que, após as demissões, as denúncias de corrupção nesta ou naquela pasta somem do noticiário – como exemplos os casos de Orlando Filho no Esporte, Wagner Rossi na Agricultura e Pedro Novais no Turismo.

Por fim, a Carta Capital aconselha ao pepista “pernambuco-baiano”: é melhor colocar o cavanhaque de molho.

ROBERTO BRITTO NEGA SAÍDA DO PP

O deputado federal Roberto Britto negou que esteja negociando sua ida para o PSD, do vice-governador Otto Alencar. Britto afirma estar bem no PP, onde diz se sentir “confortável e prestigiado” tanto pelo ministro e presidente Mário Negromonte como pelo secretário-geral, Jabes Ribeiro.

O parlamentar afirmou que possui ligação fraterna e partidária com todos os deputados que compõem a bancada baiana e federal. “Sou e continuo pepista”. Nos bastidores da política, a informação que circulava dava conta de Britto e Luiz Argôlo no PSD em março do próximo ano, em retribuição ao reforço eleitoral de Otto Alencar a ambos, em 2010.

A NOIVA DAS NOIVAS

Marco Wense

Diria que o PMDB tem 60% para ficar com Azevedo (reeleição), 30% com Davidson Magalhães e 10% com a petista Juçara Feitosa.

O PMDB de Itabuna, municipalmente presidido pelo médico Renato Costa, em decorrência do tempo que dispõe no horário eleitoral, é a legenda mais desejada da sucessão do prefeito Azevedo.

Como ninguém acredita que o peemedebismo vai ter candidatura própria, as apostas em torno do comportamento do partido na eleição de 2012 já começaram.

Em termos percentuais, envolvendo aí o DEM, PCdoB e o PT, diria que o PMDB tem 60% para ficar com Azevedo (reeleição), 30% com Davidson Magalhães e 10% com a petista Juçara Feitosa.

ROBERTO, O PREFEITURÁVEL

Roberto Barbosa, mas conhecido como Roberto Minas Aço, inaugura hoje, com a presença do ministro das Cidades, Mário Negromonte, a sede do diretório do PP de Itabuna.

Roberto Barbosa é um empresário bem sucedido. Politicamente, ainda caminha com dificuldades. Mas tem a sorte de ter como conselheiro Jabes Ribeiro, ex-prefeito de Ilhéus e secretario estadual do Partido Progressista.

Fernando Gomes, que já foi quatro vezes prefeito de Itabuna, já deu claros sinais de que vai apoiar a pré-candidatura de Roberto na sucessão de 2012.

Fernando Gomes anda tiririca da vida com a criatura.

COM PRAZO DE VALIDADE

O ministro das Cidades, Mário Negromonte, chega a Itabuna às 15h para participar de um evento organizado pela Amurc, na Câmara de Vereadores. Esta talvez seja a última visita oficial de Negromonte como ministro.

O pepista é um dos nomes que devem cair na reforma ministerial que a presidenta Dilma Rousseff prepara para janeiro de 2012. Negromonte vem sendo bombardeado por nomes sulistas, como Esperidião Amim, além de ter sido envolvido em denúncia de suposto mensalinho, que ele nega ter ocorrido.

Outro nome baiano previsto para descer na tábua de graxa é o do também deputado federal Afonso Florence, titular da Pasta do Desenvolvimento Agrário.

INVESTIMENTO ALAVANCA PRODUÇÃO DE PEIXE CULTIVADO NA REGIÃO DE PAULO AFONSO

Negromonte (esquerda) e Albagli assistem à explanação de técnico da Bahia Pesca (Foto Heckel Júnior).

A Bahia Pesca investiu R$ 876 mil na construção da Estação de Piscicultura Caiçara II, em Vila Matias, município de Paulo Afonso. A estação foi inaugurada neste final de semana pelo ministro das Cidades, Mário Negromonte, e o presidente da Bahia Pesca, Isaac Albagli, além do deputado estadual Negromonte Júnior (PP).

A unidade tem 100 mil metros quadrados de lâmina d´água, escritório, 15 viveiros e estrutura de apoio técnico para a produção de alevinos, segundo o presidente da Bahia Pesca, Isaac Albagli. “A obra é um marco e a Bahia Pesca vai intensificar também os trabalhos de assistência técnica”, afirma o dirigente.

A unidade dará suporte a uma região que envolve os municípios de Paulo Afonso, Glória, Chorrochó, Macururé e Rodelas, responsável pela produção de 85% da produção baiana de peixes cultivados. Somente no ano passado, foram dez mil toneladas de peixes produzidos, beneficiando direta e indiretamente cerca de três mil famílias.

ROBERTO MUNIZ DEIXA GOVERNO

A edição online da revista IstoÉ dá como certa a saída de Roberto Muniz do cargo de secretário-executivo do Ministério das Cidades, comandado por Mário Negromonte.

A publicação informa que Antônio Barreto de Oliveira, atual subsecretário de Planejamento e Orçamento do ministério, substituirá Muniz.

Ex-secretário de Agricultura da Bahia, Roberto Muniz é do PP baiano e primeiro-suplente do senador Walter Pinheiro (PT). Deixa o Governo Dilma para ocupar um posto na iniciativa privada.

NEGROMONTE É O ALVO DA VEZ

Coisa mais sinistra a briga interna do PP nacional e que ameaça tragar Mário Negromonte, ministro das Cidades. Enquanto na mídia pululam histórias de um suposto mensalinho em troca de apoio à manutenção do (e no) cargo, Negromonte sai da toca e afirma ser ele uma vítima da dor-de-corno do ex-titular da Pasta, Márcio Fortes.

Fortes, afirma o atual ministro, estaria alimentando a mídia com a história “fantasiosa” do suposto mensalinho de Marão em troca de sossego (R$ 30 mil/mês a cada deputado).

Pensando bem, nada há se sinistro nisso tudo. Faz parte dos velhos costumes dos políticos brasileiros. Sinistro mesmo – de verdade – foi o que disse o quase-demitido Negromonte numa entrevista à rádio Tudo FM:

– Fica um falando da vida do outro. Vai terminar em sangue, e isso é muito ruim.

Era só o que faltava. Além de faxina, funeral no governo Dilma.

PROJETO 2012 DESLANCHA DE VEZ

Azevedo larga o pãozinho para "comer" filé.

O prefeito Capitão Azevedo (DEM) dará “pulinhos de alegria” com a decisão do governo federal de retirar a necessidade de contrapartida em obras do PAC 2 nas áreas de infraestrutura e saneamento básico.

A decisão, publicada no Diário Oficial da União e assinada pelo ministro das Cidades, Mário Negromonte, faz deslanchar obras importantes, a exemplo da ampliação do sistema de captação de água, avaliada em mais de R$ 70 milhões.

Parte do dindin será liberada pelo governo baiano e a maior, pela União. Para ampliar a captação, será construída barragem no rio Colônia, em Itapé. As decisões estão publicadas em oito páginas do DOU.








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