WebtivaHOSTING // webtiva.com . Webdesign da Bahia


alba










setembro 2019
D S T Q Q S S
« ago    
1234567
891011121314
15161718192021
22232425262728
2930  

editorias






:: ‘matemática’

PROFESSORES DÃO DICAS PARA O SEGUNDO DOMINGO DE PROVAS DO ENEM 2018

Segundo dia de provas do Enem será neste domingo (11)

O segundo e último dia de provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) será neste domingo (11), quando serão aplicadas as questões de Matemática e suas Tecnologias e Ciências da Natureza e suas Tecnologias. Mais uma vez os estudantes terão que ficar atentos para os horários de aplicação das provas em função do horário de verão. Na Bahia, os portões serão abertos às 11h, fechados às 12h e as provas terão início às 12h30min no horário local. O diferencial com relação ao primeiro dia de provas é que neste domingo a aplicação será até às 17h30min.

Também é importante observar as regras estabelecidas. O candidato deve se dirigir ao local indicado no cartão de identificação e apresentar um documento de identificação original, com foto, a exemplo da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e das cédulas de identidade expedidas por Secretarias de Segurança Pública, Forças Armadas, Polícia Militar e Polícia Federal. Caso tenha perdido os documentos, será preciso apresentar um Boletim de Ocorrência expedido por órgão policial há, no máximo, 90 dias do primeiro domingo de aplicação.

Para fazer as provas, também só é aceita a caneta esferográfica de tinta preta e fabricada em material transparente. É proibido, na hora da prova, o uso de borracha, corretivo, lápis, lapiseira, impressos e anotações, fones de ouvido e dispositivos eletrônicos, a exemplo de relógios, calculadoras, agendas eletrônicas, telefones celulares, smartphones e tablets.

ORIENTAÇÕES

Para auxiliar os estudantes nesta reta final de provas, dois professores da rede estadual de ensino destacam algumas dicas importantes e que podem otimizar a resolução das questões. Enoilma Silva, professores de Matemática no Colégio Estadual Luiz Robério de Souza, de Salvador, fala sobre a interpretação das questões.

“As questões de Matemática vão exigir do candidato um bom hábito de leitura dinâmica, compressão, interpretação e raciocínio lógico. Uma dica importante é que algumas questões podem ser resolvidas sem precisar de cálculos, somente pela lógica”, revelou, ao destacar alguns dos assuntos comuns na prova de Matemática. “Os conteúdos mais cobrados são operações com números racionais, estatística, porcentagem, regra de três, equações e geometria”, enfatizou.

O professor de Matemática Sérgio Correia Silva, que leciona no Colégio Estadual da Polícia Militar Luiz Tarquinio, localizado no bairro de Boa Viagem, em Salvador, também destaca algumas dicas para os estudantes. “Neste último momento, os estudantes devem fazer pequenas revisões focando em assuntos de Matemática básica como ‘equação do 1° e 2° grau’, ‘as quatro operações’, ‘função do 1° e 2º grau, ‘juros simples e compostos’, ‘geometria espacial e plana’, além de análises de gráficos e tabelas”, ressaltou.

Para a resolução das questões da prova, o educador também destaca algumas dicas importantes. “O estudante deve ler toda a prova com bastante atenção e responder primeiro as questões mais fáceis para ele, pois as questões mais complexas requerem mais tempo. Uma dica essencial é responder o que de fato a questão pede e, assim, chegar na resposta correta após interpretar o enunciado da questão e aplicar o cálculo correto”, concluiu.

CAI DESEMPENHO DE ESTUDANTES EM REDAÇÃO E MATEMÁTICA NO ENEM

enem 2014 1Os concluintes do ensino médio têm queda de 7,3% no desempenho da prova de matemática do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2014, em relação a 2013. Em redação, a queda foi de 9,7%, segundo dados divulgados hoje (13) pelo Ministério da Educação (MEC). Do total de 6.193.565 candidatos que fizeram as provas, em novembro do ano passado, 1.485.320 concluíram o ensino médio no final do ano. Nas demais disciplinas avaliadas no Enem, houve melhora no desempenho: ciências humanas teve melhora de 5,4%; ciências da natureza, 2,3%; e linguagens e códigos, 3,9%.

MEC e Instituto Nacional de Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) ainda não têm uma avaliação clara do porquê da piora. Segundo o ministro da Educação, Cid Gomes, cabe à academia analisar os dados.

Gomes disse que pretende discutir a utilização dos resultados no Enem para elaborar políticas públicas para o ensino médio. A intenção é incluir o Enem como parte dos indicadores, junto com avaliações como a Prova Brasil, a cada dois anos. “Não dá para fugir, tentar camuflar Não dá para dizer que o ensino público brasileiro é bom, está muito aquém do desejável”, disse.

A chamada Média ProUni, calculada sobre a soma de todas as notas das provas e da redação, dividida por cinco, foi 499 em 2014 e 504,3 em 2013 para os concluintes do ensino médio – uma queda, portanto, de 1%. Percentual considerada estável pelo ministro. A Média ProUni da rede federal foi 588,8; da estadual, 477,7; da municipal, 494,8; e da privada, 556,7.

:: LEIA MAIS »

BRASILEIRO ARTUR AVILA GANHA “NOBEL DA MATEMÁTICA”

artur avilaMariana Tokarnia | Agência Brasil

O matemático Artur Avila, 35, é o primeiro brasileiro a ganhar a Medalha Fields. Trata-se do prêmio mais importante da área. O anúncio foi feito pela União Internacional de Matemática (IMU, na sigla em inglês), que concede a condecoração.

A premiação será feita no Congresso Internacional de Matemáticos, maior evento da matemática mundial, que começa nesta quarta-feira (13), em Seul, Coreia do Sul. Devido a diferença de fuso-horário, no Brasil, o congresso começa na noite de hoje.

A Medalha Fields foi concedida pela primeira vez em 1936 e, a cada edição, é entregue a, no máximo, quatro matemáticos com idade inferior a 40 anos, que tenham feitos notáveis. Ao todo, 52 matemáticos já receberam o prêmio. É um reconhecimento equivalente ao Prêmio Nobel da matemática.

A carreira de Avila começou cedo. Segundo informações disponíveis no portal da Academia Brasileira de Ciências, Artur Avila ganhou a medalha de ouro na Olimpíada Internacional de Matemática no Canadá, aos 16 anos, vencendo 411 oponentes de 72 países.

Desde então, ainda cursando o ensino básico, o carioca passou a frequentar as disciplinas da pós-graduação do Instituto Nacional de Matemática Pura e Aplicada (Impa), onde concluiu seu mestrado junto com o ensino médio. Assim, Avila não cursou graduação e foi direto para o doutorado no Impa, sob a orientação do acadêmica Welington de Melo.

Com 19 anos, Avila trabalhava em sua tese de doutorado na teoria de sistemas dinâmicos, concluída em 2001, quando partiu para um pós-doutorado na França. De 2003 a 2008, teve uma posição permanente no Centro Nacional de Pesquisa Científica, em Paris, e em 2008, tornou-se o mais jovem matemático promovido a diretor de pesquisa daquela instituição.  Ele ocupa a posição até hoje, dividindo o ano entre a instituição em Paris e o Impa, no Rio de Janeiro.

:: LEIA MAIS »

QUANDO O MENOS VALE MAIS

Walmir Rosário | wallaw1111@hotmail.com

A proposta das faculdades particulares, hoje, está mais para a venda de diplomas, de dinheiro, através dos financiamentos dos cursos, do que para melhorar o nível educacional. Uma triste realidade!

Infelizmente, não se trata de nenhuma brincadeira de mau gosto, mas da mais pura e límpida verdade: as faculdades particulares, de há muito, utilizam um processo de nivelamento para deixar todos os alunos aprovados no vestibular no mesmo nível. Não se trata de um projeto com finalidades altruístas, mas sim da própria sobrevivência no mercado, pois os alunos tendem a abandonar os cursos após sentirem dificuldades no aprendizado das matérias.

Mas pergunta o incauto leitor: “Eles não passaram por um processo de seleção, o famigerado vestibular?”. Claro que sim, porém, não se trata daquele vestibular que tanto medo desperta nos estudantes. Ao contrário das faculdades e universidades públicas, ou as privadas de tradição, a exemplo das PUCs, dentre tantas outras, o rigor dos temas já não mete medo ao mais displicente dos alunos.

De início, vale um alerta: essa opinião que emito agora não tem endereço localizado em instituição A ou B, e sim em fatos constatados. Vale lembrar as denúncias da chamada indústria do vestibular, que aprova candidatos conhecidos como analfabetos funcionais, já que não precisam nem mesmo escrever uma redação ou interpretar um texto. Mesmo assim são aprovados e só faltam receber a distinção de mérito e louvor.

Pergunto-me: de quem é a culpa da constante queda no nível de ensino no Brasil? Do MEC? Das secretarias estaduais? Das secretarias municipais? Sinceramente, não sei, embora tenha consciência de que está tudo errado, a não ser que as autoridades tenham como objetivo estabelecer uma política de Educação Zero, privilegiando apenas os títulos em detrimento do saber.

Asseguro que não tenho a intenção de estabelecer um clima de terrorismo ou mesmo fazer proselitismo sobre um assunto da mais alta importância num país que pretenda se desenvolver. Apenas aponto problemas existentes e que podem ser vistos sem necessidade de estudos e pesquisas, bastando, para isso, simples observação no conteúdo das provas feitas por alunos de terceiro grau.

Ora, se o aluno chega à faculdade sem ter condições para compreender os assuntos que serão abordados, é chover no molhado, como diz o ditado popular, tentar estabelecer um nivelamento no primeiro semestre. Se o aluno não foi capaz de aprender o básico em anos e anos de estudo, não será em poucas semanas, ou meses, que ele conseguirá absorver todo o conteúdo dado em anos a fio.

Nada mais são os cursos fundamental e médio do que resultado de um projeto pedagógico, no qual se estabelece o que se deve fazer, quais os instrumentos didáticos que deverão ser usados, no sentido de proporcionar a educação dos alunos. Afinal, isso é da natureza humana e a pedagogia estabelece como deve se dar o aprendizado, como se fosse uma escada, com degraus a serem alcançados.

Não há didática capaz de instrumentalizar os conhecimentos de forma sistematizada, com a finalidade de acumulação desses saberes. Num projeto pedagógico, a didática é responsável direta pelas normas, regras, disposições, caminhos e métodos para se alcançar a educação. Então não será colocando o carro diante dos bois que os alunos conseguirão ter sucesso no aprendizado.

É fato que não se aprende redigir antes de conhecer o substantivo, o adjetivo, o verbo, o pronome. De forma igual, não se aprende geometria, álgebra, antes das primeiras lições da conhecida aritmética. Do mesmo modo, não se consegue – pelo menos não deveria – chegar ao ensino superior sem o aprendizado satisfatório dos ensinos fundamental e médio.

Além de exigência do MEC, que concorda com a péssima qualidade do ensino, o nivelamento dado nas faculdades é considerado por algumas como um diferencial, quando na verdade deveria ser encarado como uma aberração. Trata-se de uma inversão de valores, uma vã tentativa de suprir as deficiências crônicas dos ensinos fundamental e médio.

Enquanto para o Governo Federal o que vale mesmo são os números frios apresentados pelas estatísticas, que apresentam os altos índices de pessoas com títulos de graduação e pós-graduação. Com isso, são apresentados aos organismos internacionais, a exemplo do Banco Mundial, cujos resultados obtidos podem ser transformados em mais financiamento para o país.

Embora tenhamos consciência de que o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), necessariamente, não reflete a dimensão da Educação e muito menos garante a qualidade do ensino, somos surpreendidos como pela forma em que são apresentados pelo Governo Federal.

Já para as faculdades, o que está em debate é a mercantilização do ensino superior, onde o que tem valor é o número de alunos matriculados, dados esses que atendem à gestão financeira dessas instituições. A proposta das faculdades particulares, hoje, está mais para a venda de diplomas, de dinheiro, através dos financiamentos dos cursos, do que para melhorar o nível educacional. Uma triste realidade!

Walmir Rosário é advogado, jornalista e editor do site www.ciadanoticia.com.br

MATEMÁTICA EM BAIXA

É baixo o interesse pelo curso de bacharelado em matemática, da Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc). Apenas 10 dos 30 aprovados em primeira chamada para o curso confirmaram matrícula, na semana passada.

O desinteresse, aliás, foi demonstrado na época das inscrições no vestibular 2010, quando apenas 37 dos mais de 13.200 vestibulandos optaram pelo curso.

O quadro é mais animador na licenciatura em matemática, também oferecida pela Uesc: somente dois dos 40 aprovados não confirmaram matrícula. E por lá a concorrência esteve até acima da média.

CONFIRA A LISTA DE APROVADOS EM SEGUNDA CHAMADA






WebtivaHOSTING // webtiva.com . Webdesign da Bahia