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:: ‘médica’

ILHEENSE MORTA EM ACIDENTE DE CARRO É ENTERRADA

Professora ilheense (à esquerda) foi sepultada nesta sexta. À direita a motorista do carro|| Fotomontagem Correio

O corpo da professora Geovanna Alves Lemos, 41 anos, morta durante um acidente de trânsito, no bairro da Pituba, foi enterrado no Cemitério Campo Santo, na Federação, na tarde desta sexta-feira (16). Familiares, amigos, alunos e colegas de profissão da professora de balé lotaram a cerimônia para prestar as últimas homenagens à vítima de uma colisão na Avenida ACM – a motocicleta em que ela estava foi atingida pelo carro da médica Rute Nunes Oliveira Queiroz, 49.

Gigi, como era conhecida, era filha única e morava com a mãe, uma idosa de 73 anos, na Barra. Ela era de Ilhéus, no Sul do estado, e veio para a capital quando ainda era pequena. A vítima era formada em Dança pela Ebateca e pela Universidade Federal da Bahia (Ufba), e atualmente cursava os últimos períodos da graduação de Pedagogia.

A familiar disse que não tinha muitas informações do acidente e que, agora, todos estavam preocupados com a situação da mãe de Geovanna, conhecidada como Vidinha, que foi ao velório, mas não conseguiu ficar no enterro.

Autuada em flagrante por homicídio pela morte da professora de balé Geovanna, a médica Rute Nunespagou R$ 4 mil pela liberdade no mesmo dia que foi conduzida à 16ª Delegacia (Pituba). Ela dirigia o veículo Kia Sportage envolvido no acidente que matou Geovanna na Avenida ACM, bairro da Pituba, na quinta-feira (15). Leia mais

JUSTIÇA DECRETA PRISÃO DE MÉDICA ACUSADA DE MATAR DOIS IRMÃOS EM SALVADOR

Emanuel e Emanuelle morreram após colisão proposital provocada pela médica (Reprodução)

Emanuel e Emanuelle morreram após colisão proposital provocada pela médica (Reprodução).

médica Kátia Vargas Leal Pereira

Kátia é acusada de duplo homicídio no trânsito de Salvador (Reprodução).

Agência do MP-BA – A Justiça decretou a prisão preventiva da médica Kátia Vargas Leal Pereira (foto ao lado), que é acusada de cometer homicídio contra os irmãos Emanuel e Emanuele Gomes Dias, na última sexta-feira (11), em Ondina, Salvador. Os promotores de Justiça Davi Gallo e Raimundo Moinhos, designados para acompanhar o caso, aguardam agora o laudo da perícia médica que solicitaram ao Instituto Médico Legal Nina Rodrigues (IML), para saber o real estado de saúde da oftalmologista.

Desde o acidente, ela foi encaminhada para um hospital particular, sem a presença de autoridades policiais, mesmo sendo presa em flagrante. A decisão foi decretada pelo juiz Moacir Pitta Lima Filho. A depender do resultado do laudo, os promotores de Justiça podem solicitar a condução da acusada para um hospital público, onde possa ser devidamente vigiada pela polícia ou para uma instituição prisional.

Davi Gallo e Raimundo Moinhos afirmaram que não entendem o porquê da médica presa em flagrante ter sido encaminhada para um hospital particular ao invés do Hospital Geral do Estado, como acontece normalmente. Eles explicaram que o Estado é o responsável pela integridade da acusada e a permanência dela em uma instituição privada está dificultando o acesso a informações, inclusive impossibilitando que a Polícia Civil colha seu depoimento.

O juiz determinou um prazo de 24h para que o hospital encaminhe laudos sobre as reais condições de saúde da médica e que o IML realize a perícia solicitada pelo MP ontem. Os promotores de Justiça também buscam mais detalhes para saber se está havendo favorecimento e criação de obstáculo ao trabalho policial. Abaixo, vídeo da perseguição da médica aos irmãos Emanuel e Emanuelle:

PARA MP, MÉDICA TEVE TRATAMENTO DIFERENCIADO

Para Davi Gallo e Raimundo Moinhos, não pode haver desvio de legalidade de socorristas e de médicos que se negam a prestar informações. Explicam que, desde o acidente ocorrido sexta-feira, nem a polícia nem o Ministério Público têm informações sobre a médica.

– O MP não admite que haja tratamento diferenciado, pois isso é uma afronta à lei. Se for constatado que a médica está de alta, ela irá prestar declarações na delegacia e em seguida será conduzida para o Presídio Feminino ou para uma unidade prisional adequada à disposição da Justiça – afirmou Davi Gallo.

Ele complementou que ela cometeu duplo homicídio triplamente qualificado e que a prisão se justifica para garantir a ordem pública. “O crime provocou clamor público pela forma como foi praticado e ela deixou claro o desrespeito que tem pela vida humana”, destacou.








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